terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sempre uma mulher


http://youtu.be/iV7TTYS-C1k

Belíssimo vídeo acima, Always a woman (Sempre uma mulher), foi indicação da colega e amiga Elisângela Zampieri, professora da educação especial de Curitibanos - SC - Brasil, editora do blog Sobre Educação e colunista do portal INCLUSIVE.
Trata-se de comercial premiado (creio que de empresa de seguros) que, parecendo um curta-metragem e/ou videoclipe (e atualmente é uma tendência mundial de propagadnas e clipes se parecerem com curtas-metragens), mostrando os ritos de passagem de criança à idade madura de uma mulher, concluindo a propaganda com uma frase motivadora "our lifelong commitment to you" (nosso compromisso com você ao longo da vida).
Todos temos sempre uma mulher por toda a nossa vida, nos guiando, seja uma mãe, uma esposa, uma irmã, amiga, professora, ou todas elas numa só... Valorizar a importância das mulheres na sociedade deve começar pela devida remuneração, pois apesar de serem multifunionais, muito antes da criação do termo e de equipamentos com essa função (impressora, fotocopiadora, scanner etc), as mulheres são mães, dona de casa, trabalhadoras, esposas, amigas, confidentes e muito mais... Entretanto, via de regra, trabalham muito mais e ganham bem menos que os homens.
Para refletir e promover discussão.
Abaixo vídeo com letra da bela canção tema de Fyfe Dangerfield - She's Always A Woman.

http://youtu.be/OcvVoaoOX-o

Teste de celulares e smartphones com crianças, jovens, adultos e idosos

TESTE COM CRIANÇAS

http://youtu.be/1YUJVNRWX9U

TESTE COM MODELOS


http://youtu.be/945bDNmBV4g

TESTE COM IDOSOS

http://youtu.be/BS7MVsNpedk

TESTE COM ROQUEIROS (SEM TRADUÇÃO)

http://youtu.be/ZOgn1GGigUs

TESTE COM SURFISTAS (SEM TRADUÇÃO)

http://youtu.be/18rk0hQSL08

O cinco vídeos acima, encontrie por acaso no You Tube, quando pesquisava sobre crianças e tecnologia e trata-se de uma série de comerciais engraçados feitos para a Sony Ericsson, sobre o Xperia X10 que mostra os testes rigorosos que ocorre em seu "Instituto de Teste de Produto".
Há quem desconfiará dos vídeos, principalmente quanto o das modelos, mas uma coisa destaco neste vídeo: a fala da modelo Maya que perguntada sobre uma função que gostaria que tivesse em seu celular, diz que seria um botão pra tomar banho. Questionada sobre de onde viria a água, via de regra cai no lugar comum de todo leigo que acha que tecnologia e informática é magia, e que basta apertar umbotão e tudo se realiza como num passe de mágica.
Já os idosos (no terceiro vídeo), percebe-se pela forma de manuseio, o diferencial no uso do equipamento. Pegam com dificuldade, como se fosse coisa de outro mundo, e de fato é, um novo mundo...
O primeiro vídeo com as crianças reproduz muito do que tenho vivenciado em projetos de aprendizagem, em parceria com professores da educação especial e do ensino regular da rede pública, em que um aluno descobre algo e logo socializa para os demais. E por isso mesmo que sempre digo aos professores em cursos, oficinas, seminários, palestras etc: não importa a quantidade de máquinas em um laboratório de informática, mas a forma de sua utilização, pois invariavelmente, mesmo que tenham só 10 máquinas, os alunos acabaram muitas vezes ficando de duplas e trios numa só e deixando outras vagas a título de curiosidade, de saber como é tal recursos, site, jogo ou o que for. Mais que um compotador por aluno, sou adepto de menos computadores que alunos, pois percebo que ai, na limitação de equipamentos que ocorre a interação entre os alunos, dois, três, quatro, uma turma inteira por um computador. Lógico que o ideal é cada aluno e professor ter o seu e trabalhar em ambientes colaborativos, que possam ser gerenciados e monitorados pelo educador as atividades do grupo. Mas que limitações e falta de condições ideais favorecem também a interação dentro das possibilidades, isso também é um fato que merece ser destacado.
Propaganda ou documentário, não importa. Os vídeos acima servem para refletirmos sobre a tecnologia no cotidiano, em que as crianças e os jovens já são os chamados NATIVOS DIGITAIS, enquanto os adultos são IMIGRANTES se adaptando ao NOVO MUNDO, a uma nova cultura e um novo "idioma".
Para pensar e repassar...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Como as crianças reagem a um prato vazio/cheio


http://youtu.be/xUIdDfYjOsI

O vídeo acima, Como as crianças reagem a um prato vazio/cheio, demonstram como as crianças são solidárias e sabem melhor compartilhar as coisas uns com os outros. Os jovens compartilham roupas, celulares, etc com a maior naturalidade. Falta nós, educadores e pais, aprendermos com eles essa filosofia de vida de trocas continuadas e utilizarmos nossa experiência de vida para dar sentido às próprias TIC, mídias e redes sociais no ambiente escolar. Trocar saberes e sabores, eis a lição que o vídeo acima nos proporciona.
Descobri o referido vídeo ao visitar o Facebook de Rosália Procasko Lacerda, de Porto Alegre - RS, minha ex-professora da pós-graduação em Tecnologias da Informação de da Comunicação (TIC) na Promoção da Aprendizagem (UFRGS-2007). Pós que me apresentou ao mundo dos blogs, com a também ex-professora Suzana Guterrez
, que durante seu doutorado ( Professores Conectados: trabalho e educação nos espaços públicos em rede ), pesquisou diversos blogs de educadores, dentre eles o meu blog educacional Letra Viva do Roig (um pouco desatualizado em função do Educa Tube e outroas atividades).
Graças a Rosália, Suzana e outros professores, tornei-me blogueiro e educador digital, móvel, em 3D e 3G, a partir do uso de blogs e outros recursos tecnológicos dirigidos à educação.
Professores que educam professores, me qualificaram para ser também um educador de outros educadores... Professores conectados, além do mundo virtual...

Abaixo, tese da professora Suzana Guterrez, para leitura e download:

Professores conectados: trabalho e educação nos espaços públicos em rede

Riverdance: sintonia e sincronia no trabalho em equipe (unidade na pluralidade)


http://youtu.be/w8EXDtoGfrs

O vídeo acima, de apresentação final do grupo de dança Riverdance é um ótimo material para formação de professores e atividade com alunos, tanto pela questão artística e cultural, como pela questão do próprio trabalho em equipe, para tratar de temas como sintonia e sincronia, divisão de tarefas, planejamento de ações, em que a cumplicidade de todo um grupo, seja de dança, equipe esportiva, turma, etc é fundamental para o êxito e beleza do conjunto.
É o que chamo de "Unidade na Pluralidade".
Vejam a beleza da coreografia, em que ora precisa uma dupla, ora o grupo todo, ora apenas um solista, mas todos contribuindo para o sucesso da equipe. Assim deveria ser todo trabalho em grupo, a começar pela alegria no rosto dos participantes, que demonstram para o público a satisfação de estar fazendo algo que gostam e são capazes, e com colegas que admiram e respeitam o tempo de cada um.
Em atividades assim o sucesso do grupo depende da ação individual de cada um, que é parte de um sistema, de uma engrenagem, de um circuito... Uma metodologia própria pode ser pensada a partir das cenas deste vídeo.
Para uma geração de jovens que adoram música, dança, teatro, e outras manifestações artísticas e culturais, este vídeo e outros mais podem ser o suporte para atividades formais, não apenas nas disciplinas de Arte, Música, mas qualquer outra, para sensibilização e motivação ao trabalho em grupo, coletivo, colaborativo (mediado pelo professor com seus alunos) e cooperativo (entre professores, no mesmo nível de conhecimento).

domingo, 29 de janeiro de 2012

Pequeno Milagre (Simon Birch) - CinEducação


http://youtu.be/zGgtJsUVDZ8


http://youtu.be/dnnmIGsMC9E

O filme acima (vídeo 1), Pequeno Milagre (Simon Birch, título original), já tinha assistido em DVD, tempo atrás e adorado, e agora descobri na íntegra no You Tube e socializo aos seguidores e visitantes do Educa Tube, para uma breve reflexão sobre educação, arte e cultura, usando o marcador (palavra-chave) CinEducação, da série de postagens que destacam cenas ou o filme inteiro, com enfoque educacional.
O vídeo 2 é a canção tema do filme, interpretada pelo cantor Baby Face, videoclipe com imagens da referida película.

Considerações do Educa Tube sobre cinema e educação em o Pequeno Milagre:

Como tenho feito com outras indicações, assisto ao filme, com um bloco de notas ao lado, pra pausar a cena, e fazer apontamentos. O filme em questão inicia com cena com a participação especial do ator Jim Carrey, que interpreta no presente o jovem Joe Wenderworth. O Joe adulto diz, referindo-se ao seu amigo Simon Birch: "Por que ele foi o instrumento da morte de minha mãe, mas também a certeza da existência de Deus".
Ainda nas cenas iniciais, a severa professora Srta. Leavey, da escola dominical, passa seu conteúdo de forma burocrática para alunos sérios e sonolentos e sempre deixando a classe, no meio da aula, para ir fumar escondido.
A história se passa nos anos 1950, em uma pequena cidade norte-americana, mas ainda reflete muito da cultura presente nos dias de hoje, do professor como o centro do saber. Mas é importante contextualizar o tempo e o espaço para os alunos, antes de iniciar a rodar o filme.
Pequeno milagre é um filme que nos cativa, emociona, nos faz rir na exata medida. Trata de bullying (aos 11 minutos), tem cenas de bom humor (aos 9 min.) e de descobertas (aos 16 min.), quando de forma hilária e natural Simon fala de uma de suas colegas, por quem é apaixonado: "Os peitos de Marjorie estão crescendo, logo serão seios".
Mostra a vida de Simon Birch, personagem principal, que é rejeitado pelos pais, já no nascimento, por ser uma criança diminuta e com problemas de saúde. Simon se apega ao amigo Joe e principalmente à mãe deste Rebecca, que passa a ser sua mãe substituta, dando a ele o carrinho que não tem no lar.
A vida, o amor, o trabalhos são pequenos milagres que nem sempre sabemos perceber ou valorizar... E Simon Birch descobre também o poder da amizade. E busca o sentido para a vida, quando diz: "Eu não preciso de provas, eu tenho fé (17 min.)
Joe, o narrador da história, vai apresentando a sua vida aos poucos ao espectador: "Quase tudo irritava minha avó, principalmente Simon" que esta considerava um anormal.
Aos 20 min. a mãe de Joe, Rebecca traz um amigo para jantar com o filho e a mãe, chamado Ben Goodrich, professor de teatro, engraçado e aspirante a namorado que instiga curiosidade dos meninos Joe e Simon (como deveria fazer com seus alunos), trazendo em um pacote e e dentro dele um surpreendente presente. Diante da resistência de Joe, deixa o embrulho na sala e vai para a cozinha jantar, enquanto os meninos curiosos acabam se supreendendo: era um tatu embalsamado que passa a ser um "mascote" (23 min.).
Usar teatro e outras formas de arte para alunos se expressarem diferente do normal, usando objetos, expressão oral e corporal é um dos recursos que o arte-educador - o educador do século XXI - pode se valer eventualmente, junto com outras manifestações artístiscas e culturais (dança, música, cinema, esportes etc). Estimular a curiosidade para a pesquisa, para as descobertas também é um diferencial para esta geração audiovisual, tátil e versátil.
Os pais não ligam se Simon passar fora de casa, mas o carinho da mãe de Joe compensa o descaso dos pais (e quantas vezes já não se viu isso refletir na vida real e nas escolas?). Mas o professor não deve ser o pai substituto de ninguém, não é esse seu papel social, nem da escola ser o lar providencial. Porém, acaba sendo e sofrendo com isso as cobranças, inclusive, de quem deveria zelar pelo aluno/filho.
Aos 27 min. a mãe de Joe chama Simon de "meu bonequinho", de forma carinhosa e nada pejorativa. A forma de dizer as coisas é também o diferencial numa relação. O que remete a fala do filme "Três Solteirões e um Bebê", em que a persoangem de Ted Danson fala "barbaridades" para a menininha de colo, mas em um tom suave, dizendo justamente isso: "Não importa o que se diz, mas o jeito que se diz as coisas". Na vida real ocorre justamente o oposto: importa sim, o que se diz, mas desde que se saiba dizer da forma adequada. Educar é dialogar, establecer trocas, estimular a expressão e o convívio em grupo.
Simon é um menino contestador, como toda criança que começa a usar a lógica e entender as contradições da vida em sociedade, o que fica claro na discussão com o reverendo Russell:
- O que café com biscoito tem a ver com Deus? Simon, indaga ao padre, que ofereceu lanche, após a aula, em que advertiu e puniu o menino considerado anormal por quase todos, inclusive pelo religioso. Aos 29 min. Simon questiona a quermesse e outras coisas da igreja, em relação e oposição às idéias de Deus. É colocado de castigo pela professora. O reverendo severo, contraditorio ao pensamento religioso que prega também não lhe dá trégua. Para eles, como para muitos ainda, contestar e idagar não sção sinônimos de querer respostas e ter descobertas, mas simplesmente de pessoa inconveniente. Saber lidar com estas questões requer domínio de classe e de conteúdo, metodologia e didáticas eficazes, mas acima de tudo, dar vez e voz ao alunado, que em grupo eles próprios tirem suas dúvidas, e que o professor seja o mediador dessa interação...
A fé não tem posição, reverendo, diz Simon. Mais uma vez o padre deixa-o de castigo.
Estava dando "lição", alega a professora. São outros tempos, em que o castigo era prática usual e aceitável, temos que contextualizar isso também com os alunos/filhos.
Aos 34 min., sem opções no banco de reservas, o professor e treinador dá uma chance a Simon, no jogo de baseball. E ai o filme sofre uma guinada de rumo...
Aos 35 min. Simon, pela primeira vez na vida, consegue rebater uma bola que atinge certeira e mortalmente a cabeça Rebecca.
Relações rompidas entre Simon e Joe por causa da fatalidade, eis um gesto de aproximação: Aparecem na escadaria da casa de Joe os cartões de figurinhas do astros do baseball de Simon, a coisa mais preciosa que ele tem e dá ao amigo, para compensar a perda da coisa mais preciosa que Joe tinha... Joe retribui, dando o tatu que ganhou de Ben para Simon. Otrocas se estabelecem não apenas nas alegrias, mas principalmente nas tristezas, outra lição do filme.
Joe com pai ausente (e desconhecido), Simon também ausente, mas de corpo presente.
- Acidente não existe, Deus tem um plano para todos nós... diz insistetemente Simon.
- Pare de arranjar explicações para tudo, retruca o filho de Rebecca.
Joe começa a sentir e lembrar do perfume da mãe, e como odiou quando começou a desaparecer das coisas da casa... A sua mãe foi a única mãe de verdade que Simon teve. Simon e Joe tentam saber quem era pai deste. Um segredo que mãe levou com a morte. Muitos parecem ser os candidatos: Sr. Baker, professor de natação escola, primeiro suspeito. Mas não é... Com a decepção, Joe quebra armário da escola e é preso. O policial busca pena alternativa... Mas para os pais, Simon ficar na prisão serviria de lição (sic). Mas é o prof. de teatro Ben Goodrich que vai livrá-lo da prisão e compreensivo, passa a entender os motivos. Afeição, afetividade, carinho, conversa aberta podem mudar o comprtamento de um jovem, sim.
Simon tem a consciência da temporalidade e da imediatidade de seu viver... Diz ele: O tempo é um monstro com quem não se discute, ele reage como um caracol quando somos impacientes, depois como uma gazela... (1h 02min).
Na parte final do filme, ocorre a encenação do presépio de Natal, mas de forma enfadonha, por causa professora (também Teatro), Srta. Leavey, que não dá escolha aos alunos... Eles têm que ser os personagens com os quais não possuem identificação, o que não favorecerá em nada a aprendizagem. O anjo, é escolhido justo o menino mais pesado que será içado no palco de forma temerária. Simon, o menino Jesus, por causa tamanho diminuto.
- Será que Deus tem um plano para cada um de nós. Acho que Deus fez do jeito que sou, por algum motivo, diz Simon. Para ele a fé é um instrumento de Deus.
Enquanto alunos insatisfeitos fazem o que é determinado, a professora sai pra fumar escondido, como faz sempre, chamando os alunos de monstros. Falta diálogo, interação.
Os alunos promovem uma paródia ofensiva à srta. Leavey, alterando a letra do canto religioso que deveriam ensaiar.
Simon conhece Bíblia e discute no mesmo nível com professor, quando fica mais uma vez de castigo. O reverendo não admite diálogo.
- Existe uma razão para tudo, antes tinha certeza, agora tenho dúvidas, quero que diga que Deus tem um plano pra mim e pra todos nós, diz Simon ao padre, que fica quieto e nada diz. O reverendo Russell e a esposa dele são as pessoas mais infelizes que conhecemos, diz Joe.
Noite natal, Simon vai para casa, mesmo sabendo da rejeição dos pais. Na vida real, rejeição de uns, omissão e descaso de outros. A escola acaba sendo o segundo lar, quando não o primeiro. Mas estrutural e socialmente falando, não é esse seu papel. Escola é lugar de instrução, a família que é o primeiro local para se dar noções de educação e civilidade. Há que se rever urgentemente este contarto social entre escola-família-sociedade; rever os papeis, as funções e obrigações de cada um.
Por fim, para não contar o final do filme, nem estragar a surpresa do leitor/espectador, ocorre a surpreendente descoberta do pai, e um acidente que requer o resgate, mas acima de tudo, a iniciativa e a liderança na adversidade... Um filme que trata do poder da amizade e das lições que a vida nos dá...
Assistam o filme, aqui no Educa Tube ou no You Tube, e se interessar podem baixá-lo, usando o recurso chamado Real Player, que instalado no computador permite que se salve o referido na subpasta meus Vídeos da pasta Meus Documentos. Assim, o educador pode criar sua videoteca particular para fins educacionais com seus alunos, usando o filme como um todo, ou apenas cenas e fragmentos deste, ou editando e recortando cenas, usando o Movie Maker (editor de vídeos do Windows ou KDenlive, do Linux Educacional), por exemplo, onde ainda poderá colocar legendas para destacar algum conteúdo ou tema. de simples reprodutor, pode passar a ser produtor de conteúdo educaiconal, também. Para pensar, refletir e executar...

Para baixar o Real Player, clique AQUI.

http://www.baixaki.com.br/download/realplayer.htm

sábado, 28 de janeiro de 2012

Você é especial


http://youtu.be/KxD3MNiUI_4

Vídeo acima, descobri no Facebook e trata-se de material sobre o livro "You are special" (Voce é especial), escrito por Max Lucado e ilustrado por Sergio Martinez.
Livro em forma de fábula, com belas ilustrações, e uma mensagem universal, para refletir sobre os estereótipos na sociedade e o papel de cada um.
Todos somos especiais quando fazemos coisas especiais uns para os outros.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mundo da Palavra (Discovery Kids)



Conheci recentemente o programa Word World (Mundo da Palavra), no canal Discovery Kids, e achei muito interessante a forma de aprender inglês de forma criativa e original, através das palavras em forma de animais, objetos e coisas das histórias. Para uma geração audiovisual, com certeza, um recurso a mais aos professores de inglês e das séries iniciais. Fica a sugestão, além de ótima diversão.
Acesse pelo link (atalho) abaixo:

WORD WORLD

http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/personagens/wordworld/

Além disso, tem galeria de imagens, jogos, vídeos e personagens.

Um novo ano, um novo trem

versão original

http://youtu.be/NRtvqT_wMeY

versão legendada

http://youtu.be/9jg09hbiqFA

O vídeoclipe acima Runaway Train (Trem Desgovernado), em suas versões em inglês e legendado em português, com uma letra que fala da realidade de milhões de crianças mundo afora...
A banda Soul Asylum (ou algo, como Asilo de Almas), foi vencedora do Grammy de melhor canção Rock de 1992, e o clipe acima trata de pessoas desaparecidas, crianças em sua maioria, nos EUA (na época, impresssionantes mais de 1.000.000), apresentando fotos e nomes de pessoas que de fato desapareceram.
Um novo ano se inicia, e gosto de utilizar a metáfora do Trem, em que precisamos de uma locomotiva, para nos motivar ou locomotivar, pelas trilhas e trilhos da vida. Pensando ainda no Trem, comparo também cada mês como um vagão que está engatado no outro, e no outro pela ferrovia...
Viajemos ou não de trem, usemos ou não ferrovias, rodovias, hidrovias, pontes aéreas ou a infovia, mas conhecida como internet, sempre é bom debater situações do cotiano com os jovens... Sobre "o trem fugitivo que nunca retorna" e "o caminho errado numa estrada sem volta...", como nos versos da canção.
As drogas, a prostituição, o crime, são trens fugitivos, sem volta...
Um videoclipe para assistir e discutir na sala de aula e na sala de casa, sim... entre pais e filhos, professores e alunos.

O título desta postagem é referente ao poema de minha autoria, de mesmo nome, conforme link abaixo:

Um novo ano, um novo trem (poesia no ControlVerso)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Toda beleza - Meu mundo sou eu


http://youtu.be/XDYb7x0lA7k

O vídeo acima Toda beleza - Meu mundo sou eu, trata-se de documentário de curta-metragem, produzido para o Canal Futura, e indicado pela professora Clevi Elena Rapkiewicz. professora do Curso Formação Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis.
Ótimo material para tratar de educação e tecnologia, de inclusão, acessibilidade e sociedade.

Apresentação do vídeo no You Tube:

A beleza está nos olhos de quem vê.
Toda Beleza - Uma série de documentários do Canal Futura.
Este foi um dos filmes produzidos pela Luni Produções, dirigidos por Lula Queiroga e Marcelo Pinheiro.

Observação do Educa Tube:

Conheçam um pouco mais da história de vida de Ronaldo Correia Junior, que aparece no documentário acima, acessando o seu portal Dedos dos Pés, através do link abaixo:

DEDOS DOS PÉS

http://www.dedosdospes.com.br/

Vejam também, outros documentários da série TODA BELEZA, do Canal Futura:

Toda beleza - Mundo íntimo


http://youtu.be/mmi2BDkE2eg

Toda beleza - 2 pra sempre


http://youtu.be/DMmOoOjYKdM

Toda beleza - Casa de pedra enfeitada


http://youtu.be/R2A4E49Jseg

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tu me elevas - educação, arte e cultura


http://youtu.be/Dj28RimIH6w

O belíssimo vídeo acima, Tu me elevas, descobri por acaso no You Tube, mas "nada é por acaso nem mesmo o acaso", e assistindo-o, passei a refletir sobre educação, arte e cultura como faces de uma mesma moeda...
Celtic Woman é um grupo musical composto por seis mulheres, Chloe Agnew,Órla Fallon, Lynn Hilary, Lisa Kelly, Alex Sharpe y Máiréad Nesbitt, e em seu repertório musical, melodias celtas de rara beleza como esta acima.
O Educa Tube destaca esse grupo de cantoras para rfefletir sobre o papel do educador do futuro, que é o de trabalhar de forma cooperativa entre si e colaborativa (como mediador de um projeto de aprendizagem, uma atividade etc) com os alunos.
Saber trabalhar em grupo e estabelecer uma unidade na pluralidade é o maior desafio do educador do século XXI. Mas se conseguir, o resultado será tal qual o do vídeo acima, algo significativo para todos os que participam e assistem.
Tu me elevas, e todos se elevam, eis a lição que este vídeo nos traz.
Uma unidade na pluralidade, um grupo que me fez pensar na educação , em que hoje em dia, os educadores precisam se espelhar em grupos como esses, que unem seus talentos em prol de um objetivo único... Mas sempre lembrando que cabe ao educador elevar o nível de aprendizagem e ensino do educando. O professor é o mestre, o educador é o maestro. Para refletir, motivar e compartilhar.

Tradução abaixo, encaminhada via Facebook, pela colega amiga Raphaella Marques, do Rio de Janeiro - RJ - Brasil.


TU ME ELEVAS - CELTIC WOMAN

Que poema de Fernando Pessoa é você?


Descobri no Facebook o teste Que poema de Fernando Pessoa é você? (link abaixo), teste desenvolvido por Fernando Segolin, professor de Literatura e Crítica Literária da PUC-SP, que através de 13 perguntas sobre você propõe ver ao final com qual poema de qual heterônimo pessoano você se identifica. Vale a pena participar. Visite também o portal Educar para Crescer, onde consta o referido teste.


Que poema de Fernando Pessoa é você?


http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/que-poema-de-fernando-pessoa-e-voce.shtml

Meu resultado foi surpreendete, justamente de um de meus livros preferidos "O Livro do Desassossego", de Bernardo Soares, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, um poeta singular escrevendo no plural.


O Livro do Desassossego, de Bernardo Soares


Vejam que belo texto:

O Livro do Desassossego, de Bernardo Soares

“A vida é para nós o que concebemos nela. Para o rústico cujo campo próprio lhe é tudo, esse campo é um império. Para o César cujo império lhe ainda é pouco, esse império é um campo. O pobre possui um império; o grande possui um campo. Na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações; nelas, pois, que não no que elas vêem, temos que fundamentar a realidade da nossa vida.
Isto não vem a propósito de nada.
Tenho sonhado muito. Estou cansado de ter sonhado, porém não cansado de sonhar. De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos. Em sonhos consegui tudo. Também tenho despertado, mas que importa? Quantos Césares fui! E os gloriosos, que mesquinhos! César, salvo da morte pela generosidade de um pirata, manda crucificar esse pirata logo que, procurando-o bem, o consegue prender. Napoleão, fazendo seu testamento em Santa Helena, deixa um legado a um facínora que tentara assinar a Wellington. Ó grandezas iguais à da alma da vizinha vesga! Ó grandes homens da cozinheira de outro mundo! Quantos Césares fui, e sonho todavia ser.
Quantos Césares fui, mas não dos reais. Fui verdadeiramente imperial enquanto sonhei, e por isso nunca fui nada. Os meus exércitos foram derrotados, mas a derrota foi fofa, e ninguém morreu. Não perdi bandeiras. Não sonhei até ao ponto do exército, onde elas aparecessem ao meu olhar em cujo sonho há esquina. Quantos Césares fui, aqui mesmo, na Rua dos Douradores. E os Césares que fui vivem ainda na minha imaginação; mas os Césares que foram estão mortos, e a Rua dos Douradores, isto é, a Realidade, não os pode conhecer.
Atiro com a caixa de fósforos, que está vazia, para o abismo que a rua é para além do parapeito da minha janela alta sem sacada. Ergo-me na cadeira e escuto. Nitidamente, como se significasse qualquer coisa, a caixa de fósforos vazia soa na rua que se me declara deserta. Não há mais som nenhum, salvo os da cidade inteira. Sim, os da cidade dum domingo inteiro – tantos, sem se entenderem, e todos certos.
Quão pouco, no mundo real, forma o suporte das melhores meditações. O ter chegado tarde para almoçar, o terem-se acabado os fósforos, o ter eu atirado, individualmente, a caixa para a rua, mal disposto por ter comido fora de horas, ser domingo a promessa aérea de um poente mau, o não ser ninguém no mundo, e toda a metafísica.
Mas quantos Césares fui!”
(27/06/1930; em “Livro do Desassossego”)

O poeta Fernando Pessoa tinha uma atração peculiar por Bernardo Soares. Para início de conversa, ele o classificava de semi-heterônimo porque: “não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela”. Ou ainda: “Sou eu menos o raciocínio e a afetividade.” É importante destacar que foi por meio de Bernardo Soares, autor de “O Livro do Desassossego”, espécie de diário em prosa poética escrito a partir de 1914 que o poeta Fernando Pessoa mais sinceramente falou de si mesmo.

Para saber mais sobre Fernando Pessoa e seus heterônimos, leia a entrevista com Fernando Segolin, professor de Pós-Graduação de Literatura e Crítica Literária da PUC-SP e “pessoano” por excelência

Texto extraído do endereço:
http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/que-poema-de-fernando-pessoa-e-voce.shtml?perg=13

O emprego - animação que recebeu 102 premiações

El Empleo / The Employment from opusBou on Vimeo.


http://vimeo.com/32966847

O curta-metragem de animação acima, intitulado O emprego, foi indicação, via Twitter do colega e amigo Robson Freire, educador de Itaperuna - RJ - Brasil e editor do blog educacional Caldeirão de Ideias.
Trata-se de vídeo que recebeu 102 prêmios mundo afora, com direção de Santiago 'Bou' Grasso, roteiro de Patricio Plaza, animação de Santiago 'Bou' Grasso / Patricio Plaza, desenho de títulos de Natalia Acosta e produção de Opusbou.

facebook.com/opusBou
facebook.com/El.Empleo.Opusbou

Leia mais: http://comunicatudo.blogspot.com/2012/01/o-emprego-animacao-ganhadora-de-102.html#ixzz1kTJ7G0AI

Um ótimo material para discutir as relações humanas e de trabalho em nossa sociedade. Um mundo não tão tão distante assim em que todos são vistos como objetos.
Animação que conta a história de um empregado apático, sem expressão facial - assim como todos os que o rodeiam - que sai de casa para o trabalho, e todos passam a ser vistos como objetos pelo caminho, até que lá no emprego, ele também passa a ser igualmente o objeto (tapete) de alguém. Tempos modernos.
Um rico material para trabalhar também a questão de formas de linguagem (verbal e não-verbal), interpretação e produção textual através só de imagens.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Mundo de Sofia e o ensino da filosofia (CinEducação)




"O que pensarão os pássaros de nós?", esta frase introduz o belíssimo filme O Mundo de Sofia (acima, cena no You Tube), inspirado em romance de mesmo nome, de autoria do norueguês Jostein Gaarder.
Mas o diálogo entre duas jovens amigas (Jorunn e Sofia), deitadas em um campo, observando o voo dos pássaros, vai além:

- Os pássaros não pensam. Migram para o sul no inverno, diz Sofia.
- São muito inteligentes.
- É instinto, Jorunn. Só as pessoas pensam.
- Adoraria viver como um pássaro e nos ver lá de cima.
- Já imaginou o tamanho que é o espaço? Infinito. É infinito, Jorunn. Ninguém sabe o quanto é grande. Há muitas coisas que nunca saberemos, completa Sofia.
- Logo se poderão comprar discos e conectá-los ao cérebro e duplicar o nosso conhecimento. O cérebro é como um computador.
- Pássaros e computadores não pensam. Só as pessoas são conscientes.
- Imagine, um circuito implantado na cabeça.

Assim começa esse filme encantador e instigante que descobri completo (em 2 partes) e legendado em português, no You Tube, e socializo, via Educa Tube (através do marcador CinEducação, que é uma palavra-chave para destacar filmes que servem à educação), sugerindo seu uso, não apenas aos professores de filosofia, mas para todos os educadores trabalharem algumas cenas ou todo o vídeo com seus alunos, pois a filosofia do cotidiano nos diz que educação e tecnologia requerem o desenvolvimento do raciocínio lógico, de um outro sentido lógico para a própria rede lógica de computadores. E o diálogo inicial do filme, por si só, somente esta cena de 3 minutos, já serve para abrir um grande debate entre filosofia e tecnologia na educação.
Sugiro também que os educadores usem fragmentos do livro ou todo ele, trabalhando questão da educação, através do cinema e da literatura. (observação: o filme pode ser baixado direto do You Tube, se tiver o programa Real Player instalado no computador.)
O filme, como o livro, inicia da troca de cartas entre uma menina e um misterioso professor que introduz Sofia no mundo da filosofia. A primeira carta traz uma indagação: "Quem é você?" Desde que o mundo é mundo, vivemos de indagações e superamos desafios a partir de novas indagações... Quem somos, para onde vamos, de onde viemos... Perguntas eternas...
Na primeira parte, uma cena que lembra-me a troca de correspondência além do tempo e do espaço, como no filme A Casa do Lago.
Duas indagações iniciais, nos envelopes sem cartas propriamente ditas, instigam a curiosidade da menina Sofia: Quem é você? De onde vem o mundo?
Pois então, saber instigar o pensamento investigativo, analítico, crítico é papel social do professor, e não apenas o de exigir exercicios de memorização de conteúdo fechado, já pré-moldado, que não permite a sua manipulação nem sua construção E isso ficará melhor evidenciado em cena da parte 2, que comento mais adiante...
o Mundo de Sofia, disponível na íntegra na web, é um grande achado, uma grande mensagem, uma ótima atividade no ambiente escolar: dar asas a imaginação, unindo o útil ao agradável. Um pequeno dicionário poético do cotidiano, diria...
Sugiro que os visitantes e seguidores do Educa Tube se detenham na cena que inicia aos 18 e se encerra aso 19 minutos da 1ª parte desse filme, quando Sofia Amundsen lê uma redação, supostamente de sua autoria, aos seus colegas de turma, a pedido do professor sisudo; texto este intitulado de "A Idealização Mítica do Mundo", em que há uma alegoria de imersão do leitor/ouvinte no mundo das palavras, feito pelo autor. Uma cena antológica, que remete a filmes como Um Faz de Conta que Acontece e Coração de Tinta, que tratam justamente do poder da leitura.
Como um guia prático sobre filosofia, o filme faz uma pequena viagem no tempo...
Ao tratar de O Mito da Caverna, de Platão, de pessoas aprisionadas em uma caverna, que só veem sombras e não tem coragem de sair de seu reduto, se presta a diversas interpretações, como a do mito da tecnologia na educação. Alguns temem o desconhecido, mas não ousam enfrentar à luz da tela tremeluzente de um computador. No filme, fala mais da televisão, mas a informática e a internet também possuem suas sombras, seu lado escuro da Lua, tanto para educadores como para alunos.
A seguir, destaco algumas cenas para reflexão:
Aos 48 min., da 1ª parte do filme, Sofia quase atravessa o espelho, que nem Alice de Lewis Carrol.
Na segunda parte, Sofia, que nem Buzz LightYear, em Toy Story 2, tem a consciência de que é uma personagem de uma história. No caso, Sofia descobre que é a representação de Hilde, a filha do major Knag, autor daquela história. Um livro escrito de pai para filha, enquanto aquele serve nas Forças de Paz da ONU.
Aos 31 min. uma definição inusitada sobre corpo e alma, comparando-os, respectivamente, ao computador e ao sistema operacional, que merece ser vista e discutida entre professores e alunos, tratando de educação, tecnologia, filosofia, religião, sociedade etc.
Aos 48 min., a postura do professor de Sofia, ainda como o centro do saber, o Magister Dixt, e a aluna demonstrando a contradição entre o discurso e a prática, a partir do conteúdo ministrado: Revolução Francesa. Um ótimo fragmento para discutir a formação de professores para o século XXI.
Aos 51 min., novamente Sofia põe a mão no espelho e o atravessa, apenas com os dedos, ao mesmo tempo que Alberto Knox, mergulha e retorna do lago onde a casa de Hilde está. Uma dupla imagem que me remeteu automaticamente a um dos temas que desenvolvi na minha dissertação de mestrado em Letras (área História da Literatura, FURG 2010), sobre a Autobiografia de Erico Verissimo e a consciência do fazer literário, em que, a partir do pensamento de Gaston Bachelard, em A Água e os Sonhos, reflito sobre a dupla face do espelho: enquanto constructo humano, de vidro e areia, que mantém-nos na superficialidade e o espelho das águas, onde nos aprofundamos e mergulhamos em nossas memórias...
A 1h e 20 min., Sofia e Alberto fogem da história produzida pelo major para sua filha, atravessando o espelho e saindo do outro lado desse, dentro do guarda-roupa de Hilde, o que remete minha memória cinematográfica diretamente às Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.
Enfim, um filme que parece um jogo de cartas, um jogo de paciência, em que cada carta tem uma sequência e um sentido filosófico. A mensagem e a lição que filme e livro nos dão é a de que as ideias e o pensamento filosófico são eternos e vivem além de seus autores, sempre indagando sobre nosso entorno e nós mesmos... E que devemos estimular isso em nossos filhos e alunos sempre...

Abaixo, apresentação do referido filme, feita pelo You Tube:

O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 50 línguas, teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra em sua 70ª reimpressão. Somente na Alemanha foram vendidos 3 milhões de cópias.

O livro funciona tanto como romance, como um guia básico de filosofia. Também tem temas conservacionistas e a favor da ONU. Em 1999, foi adaptada para um filme norueguês; entretanto, não foi largamente publicado fora da Noruega. Esse filme também foi apresentado como uma minissérie na Austrália, se não em outros lugares. Também foi adaptado para jogo de PC pela Learn Technologies em 1998.Recentemente, em 2008 essa versão cinematográfica do livro foi lançado no Brasil oficialmente em DVD.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Mundo_de_Sofia

Links interessantes:

http://filoczar.com.br/o_mundo_de_sofia.pdf

http://www.sosestudante.com/resumos-o/o-mundo-de-sofia.html

Segunda parte do vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=Nmmv2YbsFYM

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A pele que há em mim (quando o dia entardeceu)


http://youtu.be/T6swuPyCu1g

O vídeoclipe acima A pele que há em mim (quando o dia entardeceu), cantada por Márcia, descobri no Facebook da poet'amiga Isabel Oliveira, da cidade do Porto, Portugal.
Ótimo material para o introdução (dinâmica de grupo) de temas diversos em disciplinas como geografia, matemática, física, artes etc, a partir das imagens do vídeo acima.
Abaixo, versão com Márcia e JP Simões da mesma canção.


http://youtu.be/LrNz37uc7kc

Letra da canção:

A Pele Que Há Em Mim
Márcia

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu

E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu

Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.

Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.

Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei
Para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já não sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber.

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada.
O quarto vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala.
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.

Fonte:
http://letras.terra.com.br/marcia/1870859/

Livros dançantes, bibliotecas vivas


http://youtu.be/7ZhPHyk5ZvU

Livros dançantes, vídeo acima, descobri no Facebook de Alice Costa, educadora do Rio de Janeiro - RJ - Brasil.
Um material para incentivar o hábito da leitura, a partir da ideia de que livrarias e, principalmente, bibliotecas - ainda mais, se escolares -, podem, ou melhor, DEVEM ser espaços vivos de interação e não depósitos de livros.
Existe muita vida contida nas folhas de papel e o livro é uma pequena máquina do tempo, que viajamos para épocas, locais e situações, apenas folheando suas páginas.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O uso do blog na sala de aula, por Raphaella Marques

http://www.blogger.com/img/blank.gif

A apresentação de slides acima, feita durante o 4º Encontro Nacional de Educadores, e intitulada O uso do blog na sala de aula, de autoria da colega e amiga Raphaella Marques de Carvalho, educadora do Rio de Janeiro - RJ- Brasil, e integrante da Educopédia, recebi por e-mail e é um ótimo material para trabalhar as possibilidades do blog ou weblog (diário virtual) na educação.
Recomendo e repasso por trazer relevantes contribuições do uso das mídias e redes sociais no ambiente escolar.

Na mesma linha de atuação, indico minha monografia de Pós-Graduação em Mídias na Educação (2010), que publiquei aqui no Educa Tube, conforme link abaixo:

Blog (diário virtual) como ambiente de aprendizagem em rede: do tecnológico ao educacional