segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A Voz do Coração (Cinema, música e educação)


O vídeo acima, cena do filme A Voz do Coração (Les choristes), de 2004, com 136 min., foi indicação via facebook da coleg'amiga Márcia Cristina Alves, educadora do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e trata do poder da música como ferramenta de socialização. Mais um filme da série CinEducação (marcador deste blog), como uma das possibilidades do educador utilizar o cinema e o próprio filme em seu fazer pedagógico, mesmo com alunos considerados irrecuperáveis pela e para a sociedade.
Conforme sinopse: "Pierre Morhange (Jacques Perrin) é um famoso maestro que retorna à sua cidade-natal ao saber do falecimento de sua mãe. Lá ele encontra um diário mantido por seu antigo professor de música, Clémente Mathieu (Gérard Jugnot), através do qual passa a relembrar sua própria infância. Mais exatamente a década de 40, quando passou a participar de um coro organizado pelo professor, que terminou por revelar seus dotes musicais."
Através do diário do professor Matthieu e da reconstituição de época, feita pela memória de Morhange, o espectador é transportado ao ano de 1949, para uma internato de meninos com problemas de conduta, assemelhando-se a uma prisão, nos castigos, no incentivo à delação, na severa administração do diretor Rachin.
Matthie substitui, em suas aulas, os métodos repressores, por outras tarefas, o que quebra a lógica perversa e surpreende os alunos. E um de seus primeiros atos como educador pede que cada um dos alunos escreva em um papel o nome, a idade e o que gostariam de ser quando crescerem. Todos fazem a tarefa, menos Pepinot, o mais jovem, e órfão, que todos os sábados espera os pais no portão da instituição, mesmo sabendo que eles não voltaram da guerra.
Matthie estabelece um acordo com os alunos e em troca, pede ao diretor o fim punição coletiva, que ele possa se entender com o culpado e que não seja revelado o seu nome.
Apesar de bondoso, o novo inspetor é disciplinador, e logo estabelece como meta pra turma e como metodologia o uso da música e a tentativa de criação de um coral. Como o próprio professor percebe: "Eram péssimos cantores, mas cantavam". E tinha como lema "Nunca diga nunca, sempre vale a pena tentar".
Matthie distribui as vozes do coral, dando início a sua experiência. Elege Pepinot seu assistente chefe do coral. Pede ajuda do superior pra criar um coral, que mesmo relutante lhe diz: "Por que precisa da minha permissão se já esta fazendo?" Rachin, o diretor, apesar de não gostar de seus métodos, o autoriza. Logo o inspetor passa a ter o apoio de Chaber, que sempre gostou de esporte e música.
Diante do sucesso da experiência e da primeira audição a um público seleto, dentre eles uma condessa, o diretor Rachin se apropria da ideia alheia, como se fosse sua, algo que não ocorre apenas na ficção. No mundo real, projetos pontuais, de professores dedicados, usando a música, a arte, a cultura, esportes, etc, nem sempre tem o devido apoio da instituição, mas quando recebe o reconhecimento público, logo é encampado como se fosse uma proposta escola. E como no filme, mesmo assim, nem sempre é reconhecido o papel do professor criador em sua local de trabalho (Santo de casa não faz milagres?)
Utilizar a arte e cultura, seja cinema, música, dança, esportes e outras manifestações com os alunos, sejam eles rebeldes ou não, é um dos caminhos e recursos para facilitar a socialização e passar o conteúdo educacional, de forma inter e multidisciplinar.
O resto do filme, e principalmente o seu final, prefiro não adiantar, para não perder a emoção de quem o assistir e o recomendar.
Como o site onde o referido filme estava armazenado, saiu do ar, disponibilizo provisoriamente um link abaixo, onde se pode assistir e baixar (via Real Player) para fins educacionais, sem fins lucrativos A Voz do Coração:

A VOZ DO CORAÇÃO - ASSISTIR ON LINE

sábado, 18 de agosto de 2012

Metropolis e a Máquina Perfeita (música, cinema e educação)



O vídeo acima é uma adaptação da música Perfect Machine (Máquina Perfeita) da banda Sounds Under Radio, feita pela Universidade de Louisiana (EUA), para o Programa Monroe Honors, com a seleção de diversas cenas do filme Metropolis (1927), de Fritz Lang, um clássico do cinema mudo, com imagens de uma simbologia ainda atualíssima, em pleno século XXI, por tratar da exploração do homem pelo homem, através das chamadas máquinas perfeitas.
Máquinas criadas, com o discurso de facilitar a vida das pessoas, mas que sabemos de antemão que são para facilitar a vida do empregador, pois substitui a mão-de-obra assalariada, sem criar efetivamente novas vagas para as que são extintas.
Um dos grandes problemas atuais é justamente este, para cada máquina perfeita instalada numa loja, banco, supermercado etc, dezenas de vagas para seres humanos são extintas.
Sem falar no consumismo de substituir máquinas por outras máquinas, pelo simples motivo de que uma peça estraga e é melhor comprar um novo do que consertar o usado, pelo custo do serviço especializado, pelo preço do novo, pela falta de peças de reposição, pelo fato de máquinas, ditas perfeitas, saírem de linha de produção tão rápido como chegaram como sensação. Algo que remete ao documentário História das Coisas.
Um pequeno vídeo de 8 minutos que se presta a diversas interpretações do ponto de vista histórico, artístico, filosófico, sociológico etc. Um dos exemplos de unir música, cinema, tecnologia e educação. Além de poder ser utilizado para tratar de meio ambiente, educação ambiental, crítica social etc.

Abaixo, o clássico do cinema mudo Metropolis, que encontrei completo no You Tube, e que pode ser utilizado em fragmentos ou todo, no ambiente escolar:



Apresentação do filme, no You Tube:

Metropolis é um filme alemão feita pelo produtor UFA. É um filme de ficção científica dirigido por Fritz Lang, a história se passa em uma distopia futurista urbana. Este filme foi lançado originalmente em 1927, antes de a trilha sonora do filme. Ele é considerado um dos maiores expoentes do expressionismo alemão na arte cinematográfica. O roteiro foi escrito por Fritz Lang e sua esposa Thea von Harbou, inspirado em um romance de 1926 do mesmo Von Harbou. Metropolis é um dos poucos filmes considerados lοs Memória do Mundo pela Unesco (os outros são os documentários dos Irmãos Lumière, The Forgotten [1950], o filme espanhol (mexicano naturalizado) Luis Buñuel e O Mágico de Oz por Victor Fleming, 1939). Ele foi o primeiro a ter esta categoria abrangida na concretização viva de toda a sociedade, e da profundidade do seu conteúdo humano e social.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Luiz Mendes, a descoberta da leitura e do escritor (Educação, literatura e prisão)


O vídeo acima, Luiz Mendes, a descoberta da leitura e do escritor, trata-se de "entrevista de Luiz Mendes, um ex-presidiário que por causa da leitura se tornou escritor, e atualmente dá aulas em oficinas de leitura e escrita." Conheci a vida e o trabalho de Luiz Mendes, ou pouco antes de dar uma palestra sobre o incentivo à leitura para apenados da PERG - Penitenciária Estadual do Rio Grande, em Rio Grande, RS, Brasil, a convite de Suze Marta Cardoso e Roberta Freitas, na época (2005), acadêmicas de Biblioteconomia, que estavam estruturando o biblioteca do local.
Uns dias antes, Suze me mandou link por e-mail sobre entrevista online de Luiz Mendes, via Rádio Atlântida, baseada noutra entrevista para a Revista Trip (aqui, arquivo de áudio).
Impressionou-me a história de vida de Luiz, preso ainda jovem, com 18 anos, que ficou mais de 30 anos na prisão, e que pode mudar sua vida através da leitura. Luiz deu aula mais de 15 anos no presídio, alfabetizando, fazendo oficinas de criação literária.
Recordo-me Luiz contar que o dia que foi liberto e saiu à rua, depois de mais de 30 anos confinados, se sentia meio que astronauta, pois muita coisa ele ouvia falar, mas não tinha visto. No metrô, quando este saiu, ele levou um tombo, pois nada conhecia daquele "admirável mundo novo".
Luiz Mendes diz que "Os livros me salvaram, salvam e acredito que me salvarão sempre."
Mais um grande exemplo do poder do livro e da educação, pois Luiz tornou-se professor de outros apenados, quando ainda estava preso e depois passou a ensinar, através de oficinas literárias, dentro e fora da prisão.
Durante a palestra que dei no presídio, tive contato com diversos apenados e suas histórias de vida. Um deles, um jovem responsável pelo acervo da biblioteca da PERG, que foi aluno na escola onde trabalhei, e que por uma fatalidade foi preso, mas agora está integrado, trabalhando em escola particular; um outro foi vizinho do sítio do Monteiro Lobato, outro fez uma paródia do Hino Nacional Brasileiro, em forma de rap; outro, perguntou-me qual a importância de Goëthe para o pensamento ocidental.
Curioso, dois anos após, entrei para o mestrado em Letras (área História da Literatura) e pude pesquisar melhor sobre Goëthe e seu papel no pensamento ocidental (do romantismo ao realismo), bem como encontrar o apenado que me fez esta pergunta, integrado à sociedade, trabalhando em uma loja de fotocópias, ainda ligado ao mundo dos livros, ainda que de forma indireta. As voltas que o mundo dá e que bem poderiam fazer parte de um outro livro. :-))

VEJAM ABAIXO, A HISTÓRIA DE VIDA DE LUIZ MENDES:







Conforme apresentação dos vídeos acima, no You Tube:

Uns dizem que ele é pretensioso, outros o admiram. Já ele considera-se o produto de seu fracasso e sua vontade. Esse é Luiz Alberto Mendes, o ex-presidiário, condenado a mais de 100 anos, que passou de semi-analfabeto à estudante universitário.

Abaixo, entrevista de Luiz Mendes a WebTV.Uneb (Universidade da Bahia), contando como a leitura mudou a sua vida:



Fonte:
http://www.webtv.uneb.br/historia-de-vida-luiz-alberto-mendes-conta-como-a-leitura-mudou-a-sua-historia/

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O Contador de Histórias (cinema e educação)



O vídeo acima, trata-se de cena inicial de O Contador de Histórias, filme de Luis Vilaça (2009, 110 min.), que vi anos atrás, por indicação do prof. Antonio Vitor, de Sant'anna do Livramento, RS, Brasil, que tinha assistido em uma formação.
Inspirado em fatos reais, O Contador de Histórias conta justamente a história de vida de Roberto Carlos Ramos, ex-menino de rua, nascido numa favela de Belo Horizonte, MG, em 1970, caçula entre 10 irmãos. Aos seis anos de idade é internado pela mãe em instituição oficial, visando socialização, mas o que acontece é o inverso.
Na adolescência RC foge da instituição, descobre as drogas, comete pequenos delitos, até a intervenção social da pedagoga francesa Margherit Duvas, que lhe oferece ajuda e um lar e que muda radicalmente o futuro de ambos.
Roberto formou-se em pedagogia, e é considerado um dos melhores contadores de histórias do mundo. Depois de formado foi trabalhar na instituição em que viveu, desta feita como professor. Já adotou mais de 20 meninos de rua, considerados "irrecuperáveis", como ele, segundo a sinopse do filme.
Enfim, uma grande lição de vida e do poder recriador, transformador e socializador da educação.
Um filme que por mais que tentemos descrever, só vendo para perceber a importância desta mãe adotiva na vida deste menino tido antes como irrecuperável, como outros tantos que perambulam sem destino, pelas ruas de nossas cidades.
Um filme para ver, rever, refletir e repassar aos demais educadores e à comunidade escolar, para promover um debate sobre quem desiste de quem...
Abaixo, site oficial do filme, onde encontram-se mais dados sobre o mesmo:

O CONTADOR DE HISTÓRIAS - SITE

Vejam também o depoimento de Roberto Carlos, vídeo abaixo:



Apresentação do vídeo acima, no You Tube:

Entrevista do Blog do Governo de Minas com Roberto Carlos, o mineiro que é considerado um dos dez maiores contadores de histórias do mundo. Ele fala sobre seu novo filme e sobre a importância da família. Aconteceu durante o lançamento do seu filme em Belo Horizonte.

Abaixo, entrevista de RCR ao programa 3 a 1, da TV BRASIL (em 5 partes):











Apresentação no You Tube:

Entrevistado: Roberto Carlos Ramos, contador de histórias. Comentadores: a escritora e pedagoga, Fanny Abramovich, e o jornalista Bruno Paes Manso, do Estado de S. Paulo. Apresentador: Luiz Carlos Azedo.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Pequenas Histórias - O Filme (partes 1 e 2)


Imagem acima, do portal Pequenas Histórias, referente ao filme de mesmo nome, dirigido por Helvécio Ratton, com participação de Marieta Severo (a contadora de histórias) e grande elenco, e que foi considerado em 2009 "Melhor longa-metragem infantil" pela Academia Brasileira de Cinema, trata-se de indicação, via Facebook da coleg'amiga Márcia Cristina Alves, educadora do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
De acordo com o próprio portal, a "proposta é exibir o filme para escolas do ensino fundamental, estimulando educadores e alunos a trabalharem os universos da escrita criativa e os valores presentes no filme".

Contato mediante e-mail: pequenashistorias@quimerafilmes.com.br
Há também no portal jogos, quiz e material para download.

Uma bela proposta de trabalhar com o imaginário (sereia, Papai Noel etc), através destas pequenas histórias, incentivando a leitura e a escrita, e que tem o apoio do Educa Tube.

Sinopse do filme:

"Na varanda de uma fazenda, uma senhora conta e tece histórias. O casamento do pescador com a sereia. O coroinha de uma igreja que vê a procissão de almas. O encontro do papei Noel comum menino de rua e as aventuras de Zé Burraldo, sujeito ingênuo que sempre se deixa levar pelos outros.
Histórias brasileiras com muito humor e magia para a diversão de toda a família".


Abaixo, link para o referido portal:

PEQUENAS HISTÓRIAS - O FILME

Mais abaixo, links para as duas primeiras partes do filme, que encontrei no portal Daily Motion (já que as que estavam no You Tube não estão mais ativas):

PEQUENAS HISTÓRIAS - TIBÚRCIO - PARTE I

PEQUENAS HISTÓRIAS - TIBÚRCIO - PARTE II

O Lutador (videoclipe e educação)


http://youtu.be/UANBdod8Nuk

O videoclipe acima Boxers, interpretado por Morrissey, ex-líder e vocalista da banda The Smiths me lembra diálogo inteligente da série de ficção científica chamada V (Visitors), em que 2 personagens discutem sobre quem era o melhor boxer de todos tempos. Um dizia que era Sugar Ray Leonard, outro Muhammad Ali e o terceiro se mete e diz que foi Floyd Patterson (se não me falha memória)...
Segundo este terceiro, numa luta, Floyd Patterson caiu 7 vezes no ringue, tombou quase vencido por 7 vezes, mas se reergueu outras 7 vezes, e isso era a maior lição de resistência que ele conhecia. Nunca mais esqueci desse diálogo e esse clipe ilustra bem isso.
Quantas vezes tombamos no ringue e quantas vezes mais nos reerguemos e seguimos na luta diária. Mais que uma metáfora, uma lição de vida.
Além de que o clipe ilustra o fato de que nem todos tem talento para coisas que gostam. Não basta amar para viver bem a dois; não basta querer ser educador, é preciso bem mais do que inteligência. É preciso competência, que requer didática e metodologia adequadas; não basta ser um lutador (como no vídeo acima), se não souber se defender. Melhor, então, passar as luvas para o garoto com vocação e encontrar outro caminho e razão de viver...
Lições que a vida e o tempo nos dão a todo momento, a cada "round", mas que nem sempre aprendemos. Mas sempre há tempo para recomeçar. Todo o educador é um lutador por natureza.
Abaixo, link para tradução da canção:

BOXERS - TRADUÇÃO

domingo, 12 de agosto de 2012

Salas de leitura: Um conto de muitas vozes (documentário)



Acima, documentário mexicano Sala de leitura: Um conto de muitas vozes, que descobri via Facebook da coleg'amiga Christiane Angelotti, de São Paulo - SP, Brasil.
Um belo projeto de mais do que distribuir livros às comunidades mexicanas, como mercados, prisões, fábricas, hospitais, albergues e parques, visa dar vida ao livro através de diferentes salas de leitura.
Parafraseando versos de canção de Milton Nascimento, quando cantou que o "artista deve ir aonde o povo está", digo o mesmo em relação ao livro. Livro precisa ser itinerante, passar de mão em mão. Livro documenta, e quem conta um conto aumenta um ponto. Não existe leitura sem expressão, e o livro deveria estar sempre em exposição para o manuseio de jovens e adultos.
Incentivar a leitura, através do material impresso, da biblioteca escolar como sala de leitura e não apenas um depósito de livros, tornando-a de fato e de direito em sala viva e não cemitério de autores, valorizando o papel social do contador de histórias, e com isso despertando o imaginário e o gosto pela leitura.
Afinal, não existe livro sem leitor, e sem leitor não existe nem livro nem autor.
É preciso ensinar as crianças a ler palavras, ler imagens, ler o mundo... Ler não tem contra-indicações é pode ser feito em qualquer idade.
Como disse o amigo Jackson de Jesus, de Salvador, BA, Brasil: "Tecnologia de ponta: portabilidade total, dispensa baterias, alta durabilidade, sensível ao toque, grande capacidade de armazenamento e imensurável potencial de transformação pessoal: o livro."

Abaixo, indico para download, no blog Baixar Filmes Completos, dois filmes em que o contador de histórias tem um papel fundamental e que podem ser utilizados ambos na educação:

Um Faz de Conta que Acontece

Coração de Tinta

Projeto Rádio Escola: do local ao universal (Mídias na Educação)



O vídeo acima, uma pequena homenagem ao Dia dos Pais, pertence a segunda fase do Projeto Rádio Escola da educadora Rosilene Marcelino, de Major Gercino, SC, Brasil, que foi minha orientanda na especialização em Mídias na Educação, cujo título do TCC foi "RÁDIO: UMA IMPORTANTE MÍDIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE ARTES".
O Projeto Rádio Escola foi a ação didática, da fase final da referida pós-graduação, em que a professora Rosilene Marcelino trabalhou em parceria com a professora de Artes a Hora do Conto, através da Rádio Comunitária Verde Vale, ao lado da Escola de Educação Básica Manoel Vicente Gomes, de Major Gercino, SC.
O projeto foi realizado com alunos do 3° ano do ensino fundamental, juntamente com a professora de artes, a professora regente da turma e o professor da sala informatizada de forma integrada.
Diante da impossibilidade de adquirir equipamentos para a criação de uma rádio escolar, a prof. Rosilene contatou à Rádio Comunitária, próximo da escola, e o projeto tomou um raio de ação imprevisto e muito maior, pois ao invés de ficar restrita a ação didática apenas ao interior da escola, universalizou-se, seja através da sintonia pelo rádio convencional, no raio de ação da comunidade, seja pela posterior criação de vídeos com os arquivos de áudio e postados no You Tube, proporcionando sua audição além do tempo e espaço pré-determinados para a sua emissão.
Como falei à Rosilene, quando de sua orientação: "Projetos ideais, nem sempre são os que nos conferem as condições ideias de trabalho e sim aqueles que pela sua simplicidade nos permitem a possibilidade da continuidade. Projetos grandiosos que estressam todos e não seguem adiante, não cumprem seu papel educacional e social".
O Projeto Rádio Escola em questão uniu o fator local ao universal, quando rompeu os muros da escola e, associando-se a uma rádio comunitária, permitiu a ampliação de sua recepção aos pais, familiares e toda a comunidade escolar, seja pela aparelho de rádio, seja pelo site da rádio na web, seja pelos vídeos posteriores postados no You Tube, conforme, alguns deles, que divulgo abaixo. Sem falar na motivação do alunado para um trabalho coletivo, mediado pelos professores:

A LEBRE E A TARTARUGA



A BELA E A FERA



PINÓCHIO



SACI-PERERÊ

sábado, 11 de agosto de 2012

Com um pedaço de giz (menino revela bullying através da dança)



O vídeo acima, intitulado Com um pedaço de giz, mostra como um menino revela o bullying, através da dança, e foi indicação, via Twitter do coleg'amigo Robson Garcia Freire, educador de Itaperuna, RJ, Brasil e editor do premiadíssimo blog educacional Caldeirão de ideias, que recomendo a visitação.
No início do vídeo, o menino lê num pedaço de papel em sua mesa a palavra "loser" (perdedor), mas ao final do mesmo, outro papel é lido e uma revelação "teach me" (ensina-me).
Fica ao final do vídeo a pergunta: Quem deixou os papéis na mesa do menino dançarino?
O Educa Tube aceita opiniões a respeito, nos comentários deste blog. Acho interessante os educadores se utilizarem o vídeo com os alunos, fazerem a mesma pergunta e terão gratas surpresas.
Em 2010 e 2012, respectivamente com alunos do ensino fundamental e médio, desenvolvi o projeto de incentivo a leitura e escrita, chamado Projeto Clipes que parecem Curtas, onde colocava vídeos e pediam que da palavra cantada, os próprios alunos contassem pra mim a história narrada por imagens. O resultado foi surpreendente, pois muitos alunos perceberam detalhes que eu não tinha visto, mesmo tendo assistido diversas vezes os clipes. Muitas das opiniões foram criativas e originais.
Particularmente, a opinião do Educa Tube sobre o vídeo acima é de que algum outro colega do menino dançarino é que primeiro o rejeitou, depois admirou sua coragem e pediu ao final sua ajuda.
Um vídeo pra tratar do poder da arte, da música e da dança, que servem muitas vezes de válvula de escape para jovens, frutos de famílias problemáticas, que expressam todo o seu talento através da criação artística.
Ainda sobre este vídeo, conforme notícia da Revista Época:

O canal do YouTube JuBaFilms publicou nesta semana um vídeo muito bonito que está bombando na web. Quem estrela é Justen Beer, dançarino do grupo Hustle Kidz, em uma história sobre um menino que luta contra pais desequilibrados e bullying na escola. É aí que a inspiração bate e, com um pedaço de giz e um pouco de música, a criança problemática encontra um meio próprio de fugir de toda esta bagunça. A ficção, postada na internet (...) em 5 de agosto, já alcançou quase meio milhão de visualizações.

Fonte:
http://colunas.revistaepoca.globo.com/bombounaweb/2012/08/08/video-menino-releva-bullying-com-danca-e-um-pedaco-de-giz/

Filhos são como navios



A apresentação de slides acima, intitulada Filhos são como navios, conheci através da professora Berenice René, do Colégio Marista São Francisco, de Rio Grande, RS, Brasil.
Um material utilizado para tratar de pais e filhos, e da questão de que os pais e/ou responsáveis são o porto seguro dos filhos, mas que precisam saber cortar as amarras, quando for necessário.
Não é por mero acaso que as palavras Mar e Amar têm muita coisa em comum.
Mais que um material para motivação, um recurso para reflexão sobre a relação familiar.
Recentemente, vendo uma postagem no Facebook do amigo Alexsandro Oliveira, de Rio Grande, Rs, Brasil, e pai da Juliana, falando justamente dos tempos que ela era um bebê e que agora está aos poucos cortando as amarras, acabei me inspirando e escrevendo este microconto, abaixo:

UMBILICAIS II

Com as mãos firmes e os olhos brilhantes, o pai cortou o cordão umbilical da filha, recém-nascida e ainda de olhos fechados. Oito voltas depois da Terra em torno do Sol e outro estranho ritual, desta feita da filha cortando o cabo USB do computador de seu pai, este com as mãos trêmulas e os olhos marejados, temendo tal emancipação.

Aqui, link para a postagem no meu blog literário ControlVerso:

UMBILICAIS II

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A Vida Do Lado de Cá - Universo digital: a nova rua da periferia (documentário)





O documentário acima (2 partes relativas ao Mundo Digital), chamado A Vida do Lado de Cá, que mostra como os jovens da periferia se apropriam da internet, descobri através do Facebook da coleg'amiga Janaina Martins, coordenadora do NTE Rio Grande/18ª CRE, Rio Grande - RS - Brasil, e foi divulgado inicialmente pelo Instituto Claro.
Faz parte das estratégias do educador do século XXI conhecer tanto o mundo real como o digital de seus alunos.

Conforme a notícia no portal do Instituto Claro: A internet e as TICs não trazem benefícios apenas à educação. Elas vêm mostrando cada vez mais seu poder de unir pessoas interessadas em uma mesma causa, abrir novos horizontes e viabilizar ações coletivas. Esta revolução em curso é tema do documentário “A vida do lado de cá”, idealizado por Tatiana Ivanovici. O filme mostra a atuação de empresas na periferia e a percepção dos moradores sobre as marcas, mas sobretudo, retrata a mudança que a internet trouxe às comunidades.
Moradores e formadores de opinião que vivem na periferia contam como o computador tornou-se parte do universo de jovens e adultos que a utilizam tanto para diversão, quanto para realizar trabalhos escolares e divulgar eventos. Nas palavras de Sérgio Vaz, poeta e organizador do projeto “Cooperifa”, que aparece no documentário, “hoje a nova rua chama-se internet, aquilo que você ouvia no campo de futebol, na feira, você ouve tudo na internet”.
A ideia do filme partiu do desenvolvimento do site DoLadodeCá, um espaço virtual de comunicação voltado para as comunidades. Tatiana, que também é editora do portal, tenta utilizar as TICs para divulgar e desenvolver projetos na linguagem dos jovens que vivem na periferia. “Vejo um grande distanciamento entre o modelo de educação vigente e a vida real destas pessoas”, comenta ela. Para a diretora, os educadores da periferia devem usar a internet de acordo com as necessidades e interesses específicos desses jovens.
O documentário mostra as lan houses como o grande espaço de produção de conteúdo da periferia. “Esses espaços precisam ser vistos como centros de encontros digitais, capacitação profissional e educacional, e também de convivência, não de mero acesso à internet. Há muitos jovens que estão fazendo faculdade e usando as lan houses para fazer os trabalhos”, analisa Tatiana.
É comum, também, a produção de blogs para divulgação cultural, como livros de literatura produzida na periferia, por exemplo, e movimentação para eventos e outros projetos através das redes sociais. Na percepção da diretora, o jovem precisa ter claro que, ao criar um blog ou um perfil no Twitter, as informações transmitidas nestes canais passam a representar a sua própria imagem. “E esta imagem ou atitude pode ser benéfica inclusive profissionalmente e financeiramente para a vida dele”, conclui.


Apresentação do vídeo no You Tube:

"O Brasil acompanhou nos últimos anos a "redescoberta" do povo brasileiro, batizado por estudos de mercado como a Nova Classe Média e Classe C. Muito se diz em revistas, jornais e em corredores de empresas sobre os percentuais deste público, o que a pesquisa X ou Y relatou, etc. Mas o que será que estas pessoas, a tal Nova Classe Média, têm a dizer a respeito? Quais são suas opiniões sobre a ascensão da periferia e muitos outros temas?
Assim surgiu A Vida DoLadoDeCá, um estudo documental que olha no olho das pessoas e ouve o que elas têm a dizer, de dentro pra fora das comunidades. A observação das relações com a periferia, abordando questões pontuais, tem como princípio a liberdade e espontaneidade. Para isso, a metodologia de desenvolvimento do estudo respeita a narrativa dos participantes, sem viés ou interferências. A Vida DoLadodeCá chega ao mercado para dar vida aos números através de narrativas pessoais e histórias vividas no cotidiano deste público.
O lançamento do A Vida DoLadodeCá inaugura o Núcleo de Criação DoLadodeCá formado por artistas, designers e graffiteiros de periferia, idealizado por Tatiana Ivanovici e dirigido por Irene Knoth. O Núcleo de Criação foi montado para atender as marcas e agências que querem ter a linguagem correta para falar adequadamente com os diferentes públicos que integram a chamada Nova Classe Média.
Esta edição inaugural aborda 3 temas:
• Universo Digital, a nova rua da periferia
• Mulheres, pulso firme e unhas feitas
• Marcas, a percepção da periferia

A Vida DoLadodeCá é mais uma iniciativa da Rede DoLadodeCá em parceria com a Apis3 e IK Ideas.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A era digital com Gil Giardelli



A ótima apresentação de slides acima, que descobri visitando o Facebook da coleg'amiga Lílian Baungratz de Oliveira, educadora de Santo Augusto - RS - Brasil, e editora do blog Informática, Educação e Afins, trata-se de material produzido por Gil Giardelli, feito a partir de centenas de imagens coletadas na internet, para falar justamente da Era digital.
Destaco entre os 327 slides, um que concordo plenamente, quando diz que "a internet não é apenas a rede mundial de computadores" e sim "um infinito entrelace de pessoas", que compartilham informações que geram conhecimentos múltiplos a seus usuários.
De fato: quem faz a rede somos nós e podemos dar um foco social, sim, as nossas ações, enquanto educadores.
Um belo material com imagens criativas e reflexivas para trabalhar conceitos, pré-conceitos e preconceitos sobre a web, as redes e a tecnologia em geral.

Fonte:
http://www.slideshare.net/gilgiardelli/a-era-digital-com-gil-giardelli?from=ss_emed

Arte, Cultura, Educação e Sociedade em Stop Motion


Abaixo, uma série de indicações de filmes em curta-metragem, feitos no formato stop motion (fotografia quadro a quadro, que dá a impressão de movimento retilíneo e uniforme), que poderá servir de inspiração aos educadores em projetos com seus alunos, nas mais variadas áreas do conhecimento. Unindo as TIC, mídias e redes sociais, utilizando de câmeras digitais ou o telefone celular psara capturar imagens do cotiano e da prática escolar, editando-as no Movie Maker, postando no You Tube e publicando no blog e nas redes sociais, como Twitter e Facebook.

COMO FAZER UM BEBÊ



O vídeo acima, de apenas 48 segundos, chamado How to Make a Baby (Como fazer um bebê), descobri assistindo na TV o programa de variedades da jornalista Fátima Bernardes, que tratava de tecnologia. Um material para tratar de arte, ciências e biologia na sala de aula. TV também é cultura e pode servir como aliada à educação, cabendo ao educador filtrar de sua programação o melhor mais adequado ao seu conteúdo educacional.
Duas pessoas, morando em São Francisco (EUA), durante os nove meses de uma gestação, foram capturando imagens para futura edição. Para saber mais sobre o projeto que trata-se de um curta-metragem educativo, clique AQUI.

ESCADA DE INCÊNDIO


Videoclipe acima, Fire Escape (Escada de incêndio), da banda Sounds Under Radio, usando massas de modelar para ilustrar a canção pode servir de inspiração aos professores da educação infantil, com seus alunos, para trabalhar o imaginário infantil, usando música, hora do conto e depois produzindo com massa de modelar uma nova história a partir da perspectiva do aluno e não esquecendo de fotografar quadro a quadro essa produção.

INSANO



Acima, outro criativo vídeo em stop motion, Insano, filmado entre junho e agosto de 2007, que desafia as leis da Física, e por isso mesmo, ótimo para que os professores desta disciplina passem seus conteúdos aos alunos. Ou que produzam algum material com seus educandos, de preferência, nada insano, mas pedagogicamente adequado. :-))

UM MAU SONHO


Acima, o vídeoclipe Bad Dream (Mau sonho), um ótimo material para trabalhar com alunos, música, criação e educação, usando fone celular ou máquina digital para capturar cenas e editar um vídeo, com os alunos, no formato stop motion, usando a criatividade do aluno e o conteúdo educacional transmitido pelo professor.

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM



Acima, por fim uma animação em stop motion, que fui editor (em 2010), e que trata-se de produção da Patrulha Ambiental Mirim, com duração de 3 minutos e 9 segundos, feita pela Patrulha ambiental do ProEA-PRG (Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande), formada por 15 alunos das Escolas Saldanha da Gama (estadual) e Ramiz Galvão (municipal), da cidade do Rio Grande - RS - Brasil, dentro do projeto Patrulha Ambiental, em parceria com o Projeto Quero Quero da Secretaria Municipal de Educação e Cultura - SMEC - Rio Grande. (agosto a dezembro 2010).
O tema principal da formação foi: "O Patrulheiro ambiental vivenciando os princípios da Carta da Terra como fundamento para a ação socioambiental".
Os alunos desenvolveram, junto com a equipe do ProEA-PRG, o roteiro, os diálogos, criaram com massa de modelar os personagens, e com folhas de cartolina e EVA o cenário, conforme making of, logo abaixo.
Depois, a equipe do ProEA, fotografou quadro a quadro a movimentação das personagens, todo o material digital, foi editado via Movie Maker, para publicação no You Tube e depois copiar o código do vídeo neste blog. Os balões dos diálogos foram feitos posteriormente no power point, depois copiados e colados no paint brush, para depois colados na story board/linha do tempo do Movie Maker.
Esta foi uma das diversas atividades da patrulha ambiental mirim, feitas no e pelo ProEA-PRG (de agosto a dezembro/2010), unindo diversas possibilidades, como trabalhos manuais e tecnologias, dentro dos conceitos da educomunicação.
Abaixo, making of do vídeo da Patrulha Ambiental Mirim:



Observação do Educa Tube:

Posteriormente a publicação desta postagem, por indicação da coleg'amiga Lílian Baungratz de Oliveira, educadora de Santo Augusto - RS - Brasil, e editora do blog Informática, Educação e Afins, conheci o software livre chamado JellyCam, que serve para produção de vídeos no formato stop motion. Baixo, link para conhecimento e uso:

JELLYCAM - PRODUÇÃO DE STOP MOTION

Mais abaixo, vídeo aula em inglês, de como utilizar o JellyCam:



A seguir, dois vídeos feito pela colega Lílian Baungratz de Oliveira, utilizando o JellyCam. O primeiro, Letras, experimental, o segundo, de divulgação oficina:

LETRAS



ANIMAÇÃO



Mais adiante, outras duas belas indicações da colega Lilian Baungratz, que demonstram as inúmeras possibilidades do stop motion, em que o cenário é o caderno de pauta simples:

VIDEOCLIPE BANDA ONE DIRECTION - I WISH



VIDEOCLIPE - FICO ASSIM SEM VOCÊ

sábado, 4 de agosto de 2012

RPG para conhecer a História da Arte



Imagem acima, uma ótima forma de unir o útil ao agradável, matéria da Revista Nova Escola, intitulada RPG para conhecer a História da Arte, pois trata-se de, como o nome indica, de trabalhar com a arte através do jogo de interpretação de papéis (RPG).
O referido jogo chama-se A Mansão Quelícera e pode ser baixado para seu computador, acessando o link abaixo:

A MANSÃO QUELÍCERA



Conforme apresentação do jogo, no próprio site (imagem acima): "É um jogo de aventura, criado com pinturas de História da Arte e baseado em um conto de mistério. É ferramenta educacional selecionado pelo Ministério da Educação do Brasil (MEC) para ser usado para professores de arte em escolas de todo o país."

Unir arte, cultura e educação, sempre uma motivação extra, tanto ao educador como aos educandos.
Em 2008, criei o blog literário RPG - Role Poetic Games (ou Jogos Poético Virtuais), e logo, via mundo virtual, me associei com 5 jovens vinculados direta ou indiretamente ao mundo das letras e artes: Andréia Pires, jornalista e mestre em Letras (na época, mestranda); Suellen Rubira, mestranda em Letras (na época, acadêmica); Ana Cristina Matias, mestranda em Letras (na época, acadêmica); Leandro Kerr, acadêmico de Letras (na época, escritor) e Jouber Cunha, desenhista.
O objetivo era criar uma história ao estilo RPG, o jogo de interpretação de papéis, em que cada um criava um ou mais personagens, na trama intitulada Reino de Estranhos, que tinha a estrutura básica de um jogo de xadrez, com personagens preto e brancos, como peças que se movimentavam pelo tabuleiro literário. A Jow cabia fazer as ilustrações.
Quando iniciamos o projeto, não nos conhecíamos, enquanto grupo, o que veio acontecer posteriormente, quando convidado pelo jornal Agora de Rio Grande, RS, para dar uma entrevista. Até então, mesmo morando todos na mesma cidade, o contato era feito exclusivamente via blog, MSN e e-mail. Foi até criado um blog alternativo, apenas para discussão das estratégias de criação da história.
Infelizmente, por questões diversas, a história ficou interrompida, e cada um seguiu com sua vida e projetos pessoais. Mas foi uma ótima oportunidade de trabalhar com arte, cultura, literatura e tecnologia. tanto que o referido blog influenciou projetos educacionais na cidade do Rio Grande - RS e do Rio de Janeiro - RJ, Brasil, pois favorece a interação entre o educador (mestre) com os demais integrantes do jogo, que pode ser educacional, adaptando-o aos conteúdos de história, literatura, geografia etc. E um blog é um espaço que permite essas possibilidades por unir texto e imagem.
Abaixo, link para o RPG - Jogos Poéticos Virtuais:

RPG - JOGOS POÉTICOS VIRTUAIS

Em dezembro/2011, o RPG Literário foi matéria de entrevista que dei a Revista Tema, do Serpro - Serviço de Processamento de dados, pp. 48 a 50, com o título www.literatura, conforme link abaixo:

WWW.LITERATURA

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O importante não são as respostas e sim as perguntas



O vídeo acima, comercial sobre cereal que assisti primeiramente na TV e depois procurei no You Tube, trata-se de uma propaganda divertida, reflexiva, crítica, que nos faz pensar sobre resultados de pesquisas que se transformam a todo momento...
Para pensar também sobre aqueles que têm as respostas para tudo, quando as perguntas estão sempre mudando...
Uma coisa que não mudou neste tempo todo é o fato de que educação é um ato universal, que a leitura emancipa e que a troca de experiência amplia horizontes...
E acima de tudo, que cada um tem a sua própria verdade, mas o importante é encontrar mais de uma opinião sobre o mesmo tema, ainda mais quando se trata de pesquisa no mundo virtual, feita por alunos e orientada por educadores.
Pois tudo muda em fração de segundos em um mundo tão globalizado e calcado no imediatismo, inclusive da informação, que gera conhecimento mútuo.
No campo da tecnologia na educação mesmo, o importante é pensar a prática inovadora e não apenas os equipamentos, que logo são superados. Atualmente é o tablet o sonho de consumo, como anteriormente foi o notebook.
Logo surgirá outro equipamento de última geração para tornar obsoleto todos os demais, entretanto máquinas, por mais sofisticadas que sejam, precisarão sempre de seres humanos para manipulá-las com sentido educacional e social.
Maquinário sempre dependerá de um usuário e ai está a função do educador (seja pai ou professor), de dar um sentido educativo às ferramentas em nosso cotidiano.
Acho que foi uma propaganda do Canal Futura que dizia que o mais importante são as respostas e nem tanto as perguntas e que me influenciou no título desta postagem. :-))

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Jogos educativos e brincadeiras, da Revista Nova Escola



Imagens acima e abaixo, capturadas do site da Revista Nova Escola, tratam-se de Jogos educativos e brincadeiras elaboradas pela referida revista, para que os educadores possam utilizá-los com seus educandos.
Trabalhar com o imaginário infanto-juvenil, através de jogos e brincadeiras e ao mesmo tempo passar um conteúdo educacional é uma das boas estratégias de interação entre professores e alunos. E conta com o apoio deste blog.
Confira no link abaixo os jogos online produzidos por NOVA ESCOLA para usar com a turma e para aprimorar sua formação.

JOGOS EDUCATIVOS

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/jogos/



No link abaixo, você confere tudo sobre o brincar e como utilizar as brincadeiras na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Reportagens, vídeos, entrevistas com os melhores especialistas, jogos online e planos de aula fazem parte deste guia.

JOGOS E BRINCADEIRAS

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/jogos-brincadeiras/