sábado, 27 de outubro de 2012
Não importa o que eu leia, e sim o tom da voz (cinema e educação)
A cena acima, BOA NOITE, GATINHA, do filme "Três Solteirões e um Bebê" [1987] trata do timbre de voz para tratar com crianças e eles cantando cantigas conseguem acalmar a menina, apesar da pouco experiência que esses adultos têm com crianças. Noutra cena antológica, que intitulei "Não importa o que eu leia, e sim o tom da voz" é um outro momento divertido e ao memso tmepo profundo, pois desses pais adotivos involuntários para acalmar a bebê lê uma livro de terro, só que nom tom ameno e acolhedor, quando é advertido poor outro de que não deveria ler esse tipo de livro pra uma criança. É quando ele profere a frase emblemática.
Adaptando tal cena ao mundo da educação, cabe salientar que o fato de que o bom educador, diferentemente da cena acima, não basta ter um bom tom de voz e dicção, precisa, mais que tudo, ter conteúdo relevante para contagiar o aluno, ter uma boa didática amparado em uma metodologia adequada.
Se com o bebê, basta manter um tom de voz meigo, não importando o que se diz, já que ela não entende mesmo; para um educador do século XXI é necessário que o conteúdo seja tão importante como o tom de expressá-lo.
Uma pequena cena de um minuto e meio, dentro de um longa-metragem, que promove diversas reflexões, e que tinha recortado para fins educacionais sem fins lucrativos, mas que infelizmente foi retirado do ar por conta dos direitos autorais do referido filme.
Que barato!!!
ResponderExcluirAdoro as reflexões que você nos traz!!
OI, Vanessa. Pois é, amiga,estou garimpando minha memória sentimental... Garimpando no You TUbe vídeos e filmes, e outros, como neste caso, editando uma cena em particular pra refletir sobre a educação e a tecnologia. Sempre bom receber tua visita e comentário. Um abração!
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