quinta-feira, 7 de maio de 2009
Onde estamos? De onde viemos? Para onde vamos? (cinema, educação e meio ambiente)
Onde estamos? De onde viemos? Para onde vamos? Essas três perguntas assombram e inquietam a humanidade desde que os primatas aprenderam a falar e a escrever... Muitas teorias já foram formuladas...
Em 2009, dois séculos do nascimento de Charles Darwin (o canal GNT/NET apresentou fantástica série sobre seu nascimento e a publicação do livro A Origem das Espécies). Somos descendentes dos macacos? E o elo perdido do homem onde está? Estamos evoluindo ou involuindo?
Muitas dessas perguntas, formuladas por cientistas encontraram eco na moderna ficção científica. O filme O Planeta dos Macacos é uma adaptação de um livro... Um filme que marcou época, principalmente em minha adolescência e que a cena final foi e ainda é impactante.
Sugiro assistirem (vídeo acima) a cena final do filme Planeta dos Macacos (1968), comentado por mim no blog Letra Viva do Roig.
Neste pequeno vídeo de 3 minutos e 1 segundo, extraído do YouTube, traz a referida cena final e impactante do filme que marcou época e que até hoje serve a diversas interpretações, inclusive a ambiental. Filme que teve continuações no cinema e virou série cultuada nos anos 1970.
Para quem viu a refilmagem de Tim Burton, em 2001, sugiro também locar em DVD a versão original, de 1968, com direção de Franklin Schaffner, e participação de Charlton Heston, como o comandante Taylor, astronauta norte-americano que cai num planeta desconhecido, habitado por macacos evoluídos e seres humanos primitivos. Um clássico da ficção científica. E quem sabe fazer uma intertextualidade entre ambos os filmes...
Notem que quando o comandante Taylor enfim descobre um misterioso "totem" na beira-mar, dá-se conta de onde está e o que fizeram com aquele estranho planeta...
Estimular o gosto pela leitura, pelo cinema, pela arte e cultura em geral no alunado é uma forma de poder passar conteúdos e competências das mais variadas disciplinas de forma inter e multidisciplinar, sem falar na questão ambiental como tema transversal...
Não é preciso mostrar todo filme, caso o professor não tenha tempo disponível. Pode-se estimular a curiosidade do educando mostrando apenas esse fragmento do vídeo. Ou se tiver como juntar dois ou mais períodos escolares, com dois ou mais professores para trabalharem de forma intertextual; e como dito acima, também de forma inter e multidisciplinar...
Um filme que através da paródia de macacos escravizando homens, permite trabalhar mais do que noções de educação ambiental, mas de civilidade.
Fico extremasmente feliz, deste amigo postar este fragmento, que visa as disciplinas do ensino fundamental, médio e até superior.
ResponderExcluirSão essas atitudes que mantém a esperança de acreditarmos que a luta é constante quando se busca o interesse de educar. Parabéns.
Que bom que gostou. É uma cena impactante que dá pra trabalhar valores e conteúdos educacionais e sociais. Um abraço,
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