O vídeo que intitulei A História dos Videogames e encontrei no Instagram de Wealth faz um percurso dos anos 1972 até 2026 e depois, uma viagem à imaginação indo aos anos 2070 e 2200. Um belo material para tratar da evolução das tecnologias e dos avanços que áreas esportivas como a dos jogos eletrônicos, Fórmula 1 e outras trazem ao cotidiano, incorporando mais que equipamentos, uma cultura de jogos numa sociedade competitiva.
Todo jogo é uma linguagem, uma expressão de arte e de cultura, seja o jogo da leitura, de assistir um seriado, jogar cartas, jogos de tabuleiros ou diante de telas, telinhas e telões. Educar é um jogo de fases, em que ter o "passaword" para uma nova fase é essencial: da educação infantil para o ensino fundamental, do médio para a universidade, da especialização para a pós-graduação [mestrado, doutorado, pós-doutorado].
O amor é um jogo, e como bem comparou o professor e escritor Rubem Alves, pode ser uma partida de tênis em que um quer vencer o outro, ou uma partida de frescobol, em que a dupla deseja manter a bolinha o maior tempo possível no ar, sem tocar o chão, numa bela metáfora de amizade, parceria, companheirismo, solidariedade, empatia e, logicamente, amor.
O universo dos games, antes adaptava clássicos do cinema para as telinhas dos jogos eletrônicos: Jurassic Park, Batman, Star Wars etc. Hoje, o movimento é reverso: são os jogos que proporcinam interessantes narrativas visuais e digitais que se tornam cinematográficas: Assinis Creed, Resident Evil, The Last of Us. Tomb Raider e outros tantos, que fazem sucesso imenso, primeiro nos consoles, depois nas telas de cinema e nos seriados de streaming.
Jogos são simuladores da realidade? Sim, tanto quanto um livro, um filme, uma poesia. Jogos de palavras, de imagens, de ideias, de conceitos, de ideologias. Jogos influenciam a ciência. A ciência influencia os jogos. Teorias sobre o multiverso, por exemplo, estão na literatura tanto quanto na física. Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha? A ciência ou a arte? Quem imita quem? A Natureza imita a humanidade ou é justamente o contrário: somos todos artistas copiadores das belezas da mãe Natureza. Nenhuma pintura, efieto 3D, tela HD consegue superar um entardecer, cheio de cores vibrantes, ou o efeito das marés, o voo de um beija-flor; nenhum engenheiro consegue replicar a intricada rede de corredores subterrâneos de um formigueiro e a arquitetura e geometria perfeita de uma colmeia.
O universo dos jogos nos proporcionou momentos antológicos no cinema, como Tron; O Último Guerreiro das Estrelas; Jumanji... Jogar faz parte da alma humana, e conhecer esse percurso é essencial para ver que a cultura dos games está presente no dia a dia.
A adaptação do unverso e metodologia dos jogos está também presente na educação, por meio da gamificação.
Enfim, um multiverso de possibilidades de inserir os jogos na sociedade.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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