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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Quando o óbvio precisa ser dito: orientações médicas, interpretação textual e humor involuntário




Encontrei esse vídeo que flerta entre o texto injuntivo [instrutivo] e o humor, no Linkedin do médico Douglas Gomides e é de fato po exemplo mais claro de que O ÓBVIO PRECISA SER DITO, principalmente no que se trata de orientações médicas, pois as interpretações textuais podem ser literais, gerando textos de humor.
No vídeo em questão, jovem médica viraliza com vídeo contando essas histórias de consultório, em que pacientes confundem as indicações médicas, fazendo coisas imprevisíveis para um bom entendedor. Entretanto, há que se ter em conta que o bom educador, seja ele pai, professor, médico ou qualquer instrutor, precisa levar em conta os níveis de linguagem, entre o sintático, o morfológico e o semântico, e também o nível de interpretação do receptor. Nem sempre o que nos parece óbvio é para quem nos lê ou escuta, por isso é importante saber modular o discurso [a voz, o vocabulário], conforme o público que se convive.
Como escreveu Ivone Almeida, na postagem original: "O óbvio precisa ser dito em todas as áreas, pois aquilo que parece ser óbvio pra mim pode ser algo muito complexo para o outro." E digo justamente isso aos meus alunos, na questão do discurso que todo texto contém. E dou exemplo de "Alice no País das Maravilhas" e dos contos de fadas, que as crianças entenderão a mensagem moral da fantasia, enquanto o adulto compreenderá outras entrelinhas, entre a ética e outras referências. Podem existir múltiplas vozes em um texto: do autor, da personagem, da sociedade, e o leitor crítico, como o tempo, saberá distinguir cada uma delas.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Canção infantil de César MC: "react" do clipe e redação para o Enem [música, filosofia, psicologia e sociedade]




O vídeo acima, CANÇÃO INFANTIL, de César MC, foi-me indicado anos atrás, por aluna, dentro do projeto Clipes que parecem Curtas, pois traz tema atual da violência, e, com alguns ajustes, poderia ser adaptado à redação dissertativa-argumentativa do Enem, pois tem afirmação de que "A vida é uma canção infantil" e em seguida começa a explicar, através de diversos exemplos entre as diversas realidades sociais, cheio de alusões, menções, repertórios socioculturais remetendo ao imaginário dos contos de fadas e as histórias nada infantis das comunidades brasileiras, fazendo uma relação entre texto e contexto, tempo e espaço, contos e cantos.
Recentemente, reutilizei o clipe em questão, e pesquisando sobre o mesmo, achei diversos REACT's [reações] ao referido audiovisual, seja no campo da teologia e filosofia, seja na medicina e psicologia, como os vídeos a seguir, que ampliam o debate sobre o clipe e seu tema, e as múltiplas possibilidades de uso dele em variados campos do conhecimento, comoa literatura, a poesia o RAP:





Aqui, vídeo REACT de outra canção de César MC, chamada Ligação Perdida:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Mantenha-se firme: Todo mundo sofre (arte, cultura e sociedade)




O vídeo acima Hold on (Mantenha-se Firme), descobri no You Tube e trata-se de campanha da organização não governamental Médicos Sem Froteiras, que "leva ajuda médico-humanitária a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição e exclusão do acesso à saúde".
Uma belíssima versão e um lindo arranjo musical da canção Everybody Hurts (Todo Mundo Sofre), da banda R.E.M., videoclipe legendado, logo a seguir:



Dois vídeos para lembrar a todos de nossa humanidade, e relembrá-los que todos sofrem, todos se machucam, mas tudo é possível de remediar. A arte e cultura podem ser terapêuticas no convívio social. A arte faz que vejamos o mundo com os olhos dos outros. A arte nos provoca o sentido da alteridade, do colocar-se no lugar do outro que sofre, que se machuca, que supera seus limites.
Aquele que ainda se apieda de seu semelhante, ainda conserva sua humanidade; aquele que consegue se ver refletido no outro, ainda é um ser humano. aquele que desce de sua torre de marfim e conhece a realidade de sua comunidade, mantém sua dignidade humana.
Um vídeo para sensibilizar àqueles que se consideram superiores aos outros, que promovem o bullying, o racismo, o preconceito e a discriminação...
Um outro mundo é possível, se cada um fizer a sua parte... Aquele que e solidário nunca estará solitário...

domingo, 8 de maio de 2016

O dicionário do cérebro: Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras (mágicas ou não)




O vídeo acima The brain dictionary (O dicionário do cérebro), descobri na rede social, através da Revista A Rede Educa e trata-se de "Atlas interativo [que] mostra reações do cérebro às palavras".
De acordo com a revista: "Um uso potencial do estudo que gerou o mapa, realizado por cientistas dos EUA, seria criar um decodificador de linguagem para que mudos portadores de certas doenças pudessem falar por meio de um computador".
Conforme Jack Gallant, neurocientista da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos): “Nosso objetivo foi construir um atlas gigante que mostrasse como um aspecto específico da linguagem é representado no cérebro”.
E o mais impressionante: “É possível que essa abordagem seja usada para decodificar informações relacionadas a palavras que uma pessoa está ouvindo, lendo ou até mesmo pensando”, avaliou Alexander Huth, autor do estudo. Ou seja, "Um uso potencial do conhecimento obtido por essa linha de pesquisa seria gerar um decodificador de linguagem para que pessoas portadoras de certas doenças falassem por meio de um computador".
Os cientistas desenvolveram um site interativo (em inglês, vide link abaixo) onde o público pode explorar o atlas cerebral.

MAPA SEMÂNTICO

Algo que me lembrou o conceito de Web Semântica, desenvolvido pelo filósofo e pesquisador da cibercultura Pierry Lévy, sobre uma linguagem universal a partir de símbolos e imagens, em que os computadores saberão "traduzir" conceitos.
No vídeo em questão, acima, também remete a este poeta, educador e escritor ao uso poético das palavras, que tanto poetas, escritores e educadores fazem, tornando-as mágicas para seus leitores e alunos.
É muito importante para todo educador, seja pai ou professor, o funcionamento do cérebro e da aprendizagem a partir do uso da linguagem, seja ela verbal ou não-verbal.
Um vídeo e pesquisa que mostram que o cérebro e intertextual e mostra o poder das palavras e da contação de histórias, algo que os escritores, poetas e educadores já sabiam de forma intuitiva. :-)
Para mais detalhes sobre este significante estudo, que envolve não apenas educação, filosofia, arte, cultura, mas medicina, ciências, tecnologia, etc, o Educa Tube Brasil recomenda a leitura do artigo na íntegra, no link a seguir:

Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras

Na história da Humanidade, várias foram as formas de recriar a mitológica e bíblica Torre de Babel, local onde todos falavam a mesma língua. Uma das mais famosas talvez tenha sido o Esperanto, "língua artificial criada pelo médico e estudioso de línguas polonês Ludwig Lazar Zamenhof 1859-1917, por volta de 1887, para ser língua de comunicação internacional [Possui gramática muito simples e regular e utiliza as raízes das línguas europeias mais faladas, além de raízes latinas e gregas.]".
Com o avanço das tecnologias, cada vez mais chegamos próximo a uma linguagem universal, se não por uma web semântica, pelos simples tradutores online, que ainda precários, muitas vezes, permitem pessoas das mais variadas partes do globo terrestre, das maias variadas culturas e dialetos se comuniquem pela rede mundial de computadores, nossa Torre de Babel digital.
Ter um dicionário do cérebro, bem utilizado por pesquisadores e educadores, poderá não apenas mapear as reações dos cérebro às palavras, como proporcionar a estes meios de estabelecer estratégias de interação mais eficientes, geográfica e pedagogicamente falando, principalmente com pessoas que possuem deficiências ou limitações que impedem essa comunicação, tornando as palavras literalmente em magia...

Observação: Para ativar as legendas do vídeo "O dicionário do cérebro", basta clicar no ícone em forma de pagina com linhas, no canto inferior direito da janela do mesmo, e após no ícone da engrenagem para a tradução dessas legendas, escolhendo o idioma apropriado ao leitor.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Síndrome do pensamento acelerado confundida com hiperatividade em crianças e jovens, por Augusto Cury


Gente!!!!!!! Isso é um alerta. Assistir vai valer a pena!

Publicado por Eleonora Montenegro em Quarta, 11 de fevereiro de 2015


O vídeo acima, que intitulei Síndrome do pensamento acelerado, descobri via Facebook, e trata-se de fragmento de entrevista com Augusto Cury, psiquiatra, psicopedagogo e escritor, sobre a Teoria da inteligência multifocal.
Cury comenta que crianças e jovens vêm se tornando cada vez mais agitados, irritadiços, não conseguindo se concentrar, repetindo os mesmos erros, o que faz que muitos médicos, mundo afora, confundam a denominada "síndrome do pensamento acelerado" com a hiperatividade, pois sintomas são parecidos.
Para ele, crianças e adolescentes estão saturadas de informação, e o excesso de informação produz esta síndrome. E se pararmos para pensar, e eu, como pai de um menino na pré-adolescência, tenho podido acompanhar isso, a partir do acompanhamento dele na assistência de desenhos animados, animações e filmes com efeitos visuais impactantes que mal dão tempo para se pensar na história que está sendo contada, se é que tem às vezes alguma história além da sucessão de cenas aceleradas. Filmes, muito parecidos, videoclipes sexistas, programas que exploram situações extravagantes, e nem sempre aconselháveis a crianças e jovens, realmente, se com adultos como eu, já incomodam, imaginem como jovens em formação, sem a mesma bagagem emocional. Converso muito com meu filho sobre que mensagem trazem tais materiais, mostro a ele desenhos, filmes antigos, onde havia uma história, uma mensagem...
Como declara Cury, devemos, como educadores, sejam pais ou professores, "educar crianças e adolescentes para serem pensadores e não servos", pois essas crianças serão adultos que desenvolverão "ansiedade, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, como anorexia, bulimia, consumo de drogas etc"... Para Cury, "a humanidade tomou o caminho errado e estamos adoecendo coletivamente", sem tempo para afetividade, para trabalhar com o lado emocional das pessoas cada vez mais sujeitas a pressões internas e externas, e, portanto, devemos "ter um caso de amor com nossa qualidade de vida".
As crianças não têm tempo para serem apenas crianças, não têm mais espaço para brincarem como crianças, e isso tem comprometido o desempenho escolar de muitos. Crianças em que a afetividade, o lúdico, o imaginário são trabalhados, tem um desempenho e resposta diferenciada. Estão menos vulneráveis ao desenvolvimento desses tipos de síndrome. Mas para isso, faz-se necessário que os educadores, sejam pais e/ou professores, acompanhem este desenvolvimento, conversem com seus filhos, estejam disponíveis para trocas de experiências com eles, sejam lúdicas, escolares ou outras atividades de socialização.
A pedagogia do afeto ainda é um saudável remédio, mas é preciso pais, professores, escola e a sociedade avaliem o seu próprio modelo de vida acelerada...

sexta-feira, 27 de março de 2015

Ultrassom ou edição de imagens? Bebê de 14 semanas supostamente bate palmas em exame




O vídeo acima, Clap your hands, baby announcement, que descobri via Portal G1, cujo título da notícia é "Ultrassom mostra feto batendo palmas enquanto mãe canta".
Já na primeira visualização que fiz do referido vídeo, postado no You Tube dia 26/03/2015 e que já obteve até a publicação desta postagem mais de 146 mil visitas, tive a impressão matricial - nada jato de tinta ou laser, muito menos 3D - de que se tratava de edição de imagem.
Segundo a notícia e a apresentação do vídeo no You Tube, "Casal alega que ultrassom mostra seu bebê de 14 semanas batendo palmas enquanto a mulher e o médico cantam 'Se és feliz e sabes disso, bata palmas'".
O vídeo foi gravado e postado pelo pai, Jean Cardinal, que declarou: "The experience is one I'll never forget, the baby clapped three times, then the doctor rewound and scrubbed it while we sang. No mystery. It was amazing. Trolls won't get me down! " (A experiência é algo que nunca esquecerei, o bebê bateu três vezes, em seguida, o médico rebobinou (?) e esfregou-o enquanto cantamos. Não há nenhum mistério. Foi incrível. Trolls não vão me derrubar!). Tradução livre do blog.
Se for real, este bebê não nascerá com cordão umbilical, nem cabo USB, mas já com sistema sem fio (wi fi).
Brincadeiras a parte, segundo depoimento, nos comentários do You Tube, de Magd El Din M Aly, que se declara obstetra: "This is repetition of a single accidental movement (Esta é a repetição de um único movimento acidental!) E também tenho a mesma impressão "matricial"...
Um material para que educadores, sejam pais e/ou professores, refletirem com seus filhos e alunos sobre a autenticidade ou não do que é publicado no mundo virtual, sejam fotos, animações, vídeos, notícias etc, sugerindo pesquisas sobe os dados de uma notícia que foge ao convencional.
Mesmo que o fato, supostamente extraordinário, seja noticiado por uma site conhecido, a própria coluna de publicação, denominada "Planeta Bizarro", indica a classificação das imagens como algo fora do comum.
Apesar da cada vez maior precocidade das crianças, como no vídeo abaixo, em que Bebê ensina adulto a usar o iphone, há que sempre exercer a criticidade sobre tudo que é publicado no mundo digital:

Bebê ensina adulto a usar o iphone: aprendiz de feiticeiro?

Em contrapartida, sabemos também que existem recursos para editar duas ou mais fotos e dar a falsa impressão de movimento, o chamado GIF (imagem animada); assim como, a partir de um movimento único é possível fazer uma simulação maior. Comprovação disso é a junção da canção Brincadeira de Criança, da banda Molejo, com a dança e movimentos da boca do cantor Michael Jackson, dando a falsa impressão de que o segundo canta e dança a canção do primeiro, vide link abaixo, já publicado anteriormente neste blog:

Brincadeira de criança (música e edição de imagens)

Em vista de tudo, com a palavra os cineastas e os médicos...

segunda-feira, 16 de março de 2015

O uso das tecnologias da informática é adequado para as crianças? Via Webfilhos




O vídeo acima, O uso das tecnologias da informática é adequado para as crianças?, descobri via Canal Webfilhos, no You Tube, cujo tema é "As novas tecnologias de informática: o uso adequado sem exageros", promovido pelo Dr. Martins, pediatra, que em linhas gerais diz que não se deve limitar o uso das tecnologias pelas crianças, mas orientá-las, justamente para evitar uma exposição exagerada à tela e ao suas interferências, tanto do ponto de vista da saúde física como emocional.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Computador, celular, videogame e TV, hoje, significam diversão. Para as crianças e adolescentes, essa tecnologia toda é lazer. Como adequar esse uso para que não haja exageros?"
Todo educador, seja pai e/ou professor, deve estar atento a esses conselhos de um especialista, que poderão inclusive favorecer ao processo de interação social e educacional.
Há que se promover a interação entre as pessoas, também da forma convencional, e não apenas por meio digital.
Cada vez mais, crianças e jovens apresentam problemas de audição e visão por conta dessa excessiva exposição às telas e suas interferências eletromagnéticas, que poderão causar até outros problemas de saúde. Sem falar em distúrbios no sono, por deitarem tarde e acordarem cedo, não tendo rendimento adequado em seus estudos.
Tanto o uso das tecnologias por lazer como por formação educacional precisam ser adequados, seja na questão espacial, como temporal. Espacial, não apenas em relação à conexão com rede e tudo mais, mas justamente respeitar certos espaços em que deve-se conectar ao outro e nem tanto ao aparelho eletrônico, como temos vistos cada vez mais em espaço públicos, das pessoas juntas mas sem interagir, a não ser pelas telas digitais. Na questão temporal, pensar um limite de tempo a essa exposição, evitando o desgaste físico, visual pela longa permanência diante das mesmas telas.
Tudo é questão de bom senso, de cuidado, de orientação; até pelo fato que a criança não tem como adquirir aparelhos eletrônicos, manter o custo de uma conta telefônica, de um plano de conexão à internet sem o aval dos pais e/ou responsáveis.
Afinal, tudo em excesso é prejudicial à saúde física e mental.
Incentivar aos filhos a lerem também livros, em formato impresso, também é um meio de educar o olhar para uma leitura de mundo.
"Educar dá trabalho, e se você não der trabalho, não estará educando", afirma apropriadamente o Dr. Martins.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Crianças Terceirizadas: entrevista com o Dr. José Martins Filho



O vídeo acima Crianças Terceirizadas, trata-se de entrevista do Dr. José Martins Filho, professor de Medicina da UNICAMP, Campinas, SP< Brasil, onde foi reitor, autor do livro "A Criança Terceirizada". Material produzido para o canal WebFilhos.
A relevante fala do Dr. José Martins Filho vem ao encontro do que o Educa Tube tem tratado, aqui neste blog e nas redes sociais, quanto ao papel social de pais dentro de um processo de educação, que deve iniciar na família, continuar na escola e permanecer por toda vida na sociedade. Não há como ultrapassar etapas, delegar obrigações a terceiros, como alguns pais tem feito à escola, desonerando-se de suas atribuições de primeiro educador de uma criança. Quem educa é a família, a escola ensina e a vida cobra os valores e os limites que uma e outra não souberam impor...
Há até a figura do pai "adolescêntrico", que uma colega utilizou na rede social para descrever estes pais mais preocupados com seu trabalho e outras atividades, sem conseguir tempo para a criação dos filhos. Não é possível ter crianças "órfãs de pais vivos" que vivem no memso teto, mas pouco convivem com seus filhos...
Hoje, cada vez mais, vemos pais querendo apressar, seja no esporte, no estudo etc, fases que são essenciais na formação intelectual, sentimental e social de uma criança, como se fosse uma personagem de videogame, que pode-se, através de passwords (senhas, códigos secretos) ultrapassar situações... A vida não é um imenso videogame, mas podemos apressar o game over de uma criança, sua possibilidade de ser um cidadão pleno.
Este e outros vídeos interessantes podem ser assistido no You Tube, no canal WebFilhos, no link abaixo:

CANAL DE VÍDEOS: WEBFILHOS