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sábado, 30 de junho de 2018

Física na Escola: animações e simulações em Html 5/Flash (portal educacional)




A imagem acima é do portal FÍSICA NA ESCOLA, que me foi indicadio pelo colega e amigo Vágner Nunes, mais conhecido como Professor Xirú, de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se de portal educacional, que contém diversas animações e simulações, abordando as seguintes áreas: Mecânica - Campo gravitacional - Vibrações mecânicas e ondas Termodinâmica e física molecular - Eletrostática - Corrente elétrica - Semicondutores - Condutividade elétrica de líquidos - Condução de eletricidade e gás no vácuo - Campo magnético - Corrente alternada - Óptica Relatividade restrita - Física atômica - Física nuclear - Matemática.

Com exemplos práticos e associativos, o portal é um interessante material de apoio digital.
Abaixo, link para o referido portal educacional:

FÍSICA NA ESCOLA (Animações e Simulações)

domingo, 30 de março de 2014

De volta ao passado (Electric Dreams): série-documentário da BBC visitando as décadas de 1970, 80, 90


ANOS 1970



ANOS 1980



ANOS 1990



Os vídeos acima "Electric Dreams" (DE VOLTA AO PASSADO), fazem parte da fantástica "série-documentário da BBC que mostra como a revolução tecnológica dos anos 70, 80 e 90 transformou os lares britânicos e todas as nossas vidas. Produzida em parceria com a The Open University, a série de 3 episódios coloca a família Sullivan-Barnes (Adam, o pai; Georgie, a mãe; e os filhos Hamish, Ellie, Steffi e Jude) - e sua casa - de "volta" no tempo. Em um mês, eles passarão pelas 3 décadas passadas, no ritmo de um ano por dia, com apenas as comodidades disponíveis em cada ano".
Uma verdadeira viagem no tempo sem máquina alguma, apenas a reconstituição de época.
O documentário vai acompanhando as duas famílias, nesta espécie de reality show tecnológico, "registrando suas respostas à alteração de ritmo destas mudanças tecnológicas".
A série foi ao ar pela primeira vez no Reino Unido, em setembro e outubro de 2009. Mais tarde foi vendida para a transmissão internacional em 2010 e 2011" e descobri assistindo sua versão dublada no Canal Futura.
Um documentário que mais do que refletir sobre o avanço das tecnologias, mas para promover um diálogo entre pais e filhos, professores e alunos sobre o mundo de cada um, com suas peculiaridades. Imaginem poder mostrar a uma geração que fica ansiosa se a internet demora a conectar, se o game custa a carregar, se o fone celular está fora de área, mostrar um mundo perdido de telejogo, televisão à válvula, toca-discos, fita cassete e muito mais, recuperados não apenas pela memória visual e oral, mas pelas reconstituição de ambientes do passado na contemporaneidade.
Farto material para discutir tecnologia, educação e sociedade. Valorizar o saber coletivo, pois cada avanço é fruto de conhecimento agregado de geração à geração. Afinal, sempre digo que o verdadeiro gênio foi o homem das cavernas, que precisou inventar a roda, o fogo, os calçados, vestuário, depois a agricultura e tudo mais... Depois deles, tudo ficou mais fácil para seus descendentes, até os dias atuais...
Enfim, uma oportunidade única para fazer um experimento em menor escala na escola ou sala de aula, convidando aos alunos trazerem junto com os pais algum dispositivo tecnológico das décadas de 1970, 80 e 90, caso tenham sobrevivido em suas famílias.
Ativem as legendas e depois a tradução.

terça-feira, 5 de março de 2013

Sem Luz: curta-metragem de animação sobre energia elétrica



O vídeo acima No Light (Sem Luz), trata-se de curta-metragem de animação desenvolvido pela Qurien, empresa de design e animação, e que descobri no You Tube.
A personagem começa o dia, como outro qualquer, até que as quedas de energia elétrica afetam suas necessidades básicas de abastecimento de água, comunicação, ambiente de trabalho, entretenimento etc. Conforme apresentação do vídeo: "A incerteza constante de fornecimento de energia elétrica afeta todos os equipamentos eletrônicos modernos que a personagem utiliza & finalmente desestabiliza sua vida diária pessoal e profissional".
O curta-metragem "No Light" alerta para isso, de como seria nossos dias se eletricidade. Mais que isto, serve como alerta não apenas sobre consumo de energia, mas de como estamos extremamente dependentes de equipamentos eletroeletrônicos em nosso cotidiano, desde que acordamos até dormir. E cada vez mais são inventados equipamentos eletrônicos que depende da eletricidade para recarregar as baterias ou para manterem-se em funcionamento. Com o aquecimento global e as mudanças climáticas, ventiladores, condicionadores de ar, climatizadores são ligados em casa e no trabalho. Com o crescimento populacional, mais equipamentos são produzidos e comercializados. Há mais de um fone celular per capita, e isso também gera o famoso lixo eletrônico, com componentes altamente tóxicos depositados em lixões, contaminando leitos de rios, subsolo etc.
Há quem deixe todas as peças da casa com a luz ligada, ainda que more sozinho e esteja acomodada apenas em uma das peças (sala, por exemplo), com a TV ligada, acessando a internet, via computador... Um consumo que requer cada vez mais produção de energia, que requer um custo socioambiental também, com a criação de represas, hidroelétricas, desmatamento, inundação e tudo mais...
Sem falar na questão de que hoje em dia as pessoas isolam-se em sua "bolha" ou bola de cristal, que são seus mundos virtuais e não conversam mais entre si, salvo quando falta luz. Certa vez, em projeto de aprendizagem sobre a Água e a Energia Elétrica com alunos da educação especial, perguntei a eles o que faziam, quando faltava luz; Um deles disse que assistia televisão. Fiquei surpreso, mas logo ele explicou que o pai era pescador e pegava a bateria do barco e ligava nela a TV. Mas ai tornei a perguntar: E que quando acabasse a bateria? Bom, ai eu converso com meus pais e brinco com meus amigos. Outros disseram o mesmo: sem luz, eles convivem com outras pessoas, andam de bicicleta (se de dia, logicamente) e procuram outras formas de se divertirem.
Tenho procurado um vídeo que me comentaram sobre quatros garotos cada um com seu celular teclando em redes sociais, e chega um quinto e quer conversar da forma convencional: olho no olho, sem intermediação de uma máquina. Porém, ninguém lhe dá atenção, até que diante da insistência deste em dialogar, um dele diz: liga teu celular e converse com a gente por ali também. (quem conhecer este vídeo, por favor socialize comigo o link para que eu possa ampliar aqui esta reflexão).
Recentemente li notícia sobre explosões solares e estudo de cientistas britânicos (veja link abaixo) que dizia que a cada 150, 200 anos ocorrem supertempestade solar, e que a última ocorreu em meados do século 19, causando transtornos às comunicações da época (telégrafo basicamente e alguns equipamentos). E que se ocorrer uma atualmente, dependente que estamos das comunicações via rádio, TV, internet, que dependem dos satélites em órbita, os prejuízos seriam incalculáveis por conta da interferência eletromagnética, podendo o mundo inteiro ficar um largo tempo sem estas ferramentas de comunicação e localização. Precisaríamos a retornar ao serviço de correios convencional, a carta escrita, imaginem só... E voltar ao tempo que para conversar com alguém não era preciso estar conectado a algum aparelho eletroeletrônico...

Cientistas estão preocupados com supertempestade solar