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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

ADAPTE Board: aplicativo gratuito lançado pela USP pra desenvolver a comunicação de pessoas com TEA




ADAPTE Board [imagem acima] é um aplicativo gratuito lançado pela USP - Universidade de São Paulo, SP, Brasil para desenvolver a comunicação de pessoas com TEA - Transtorno do Espectro Autista e que encontri no Instagram de Bruno Pfisier, engenheiro civil que se diz louco por ciência e inovação.
Conforme relevante notícia de Bruno, o app foi criado pela "ADAPTE Educação, e faz parte de uma pesquisa vinculada à Poli-USP para ampliar o acesso à Comunicação Aumentativa e Alternativa."
Como funciona? Pfisier explica: "Um toque em um cartão com a imagem de 'eu', outro em 'querer' e outro em 'brincar'", e a comunicação se estabelece. Além disso, "Ela funciona em português pelo navegador e pode ser utilizada no celular, tablet ou computador. É gratuita de verdade, sem mensalidade, cartão cadastrado ou versão paga escondida. Os cartões podem ser personalizados com imagens e palavras de acordo com as necessidades de cada pessoa TEA, enquanto a mensagem continua sendo construída por quem utiliza a ferramenta. O conteúdo das frases é processado no próprio dispositivo e não fica armazenado nos servidores do projeto. O uso precisa ser individualizado e não substitui o acompanhamento profissional".

Um recurso precioso que precisa ser divulgado.
Para explorar o app, em sua versão para computador, basta clicar no link logo abaixo:

ADAPTE Board

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

As transformações educacionais e sociais: da máquina de escrever até a inteligência artificial por Jose Manuel Moran [do analógico ao digital]




Encontrei o vídeo Internet e IA, primeiro no Linkedin do professor, escritor, pesquisador e palestrante José Manuel Moran - espanhol por nascimento, brasileiro por adoção - e depois localizei no YouTube, para compartilhá-lo em meu blog educacional.
O vídeo em questão, considero tanto uma viagem no tempo, como uma breve história do uso das mídias e tecnologias da informação e da comunicação [TIC] na educação. Digo isso, pois a história do professor Moran se funde e confunde com a utilização das mídias e TIC na educação, principalmente pra mim, pois desde que passei a utilizá-las, como educador, uma de minhas principais referências na área foi justamente o prof. Moran, e, desde então, acompanho seu trabalho, projetos, vídeos e reflexões. Uma história viva de amor à educação, da troca de saberes e de experiências de vida e de trabalho, do tempo da máquina de escrever, hoje peça de museu, até a badalada IA. Seu depoimento é motivador às novas gerações de professores, por toda dedicação e bagagem sociocultural. Ótimo para uma aula inaugural. Praticamente um memorial de vida exemplar e de excelência.
Tomei a liberdade de copiar, logo a seguir, a manifestação escrita do prof. Moran no Linkedin, apresentando o referido vídeo que recomendo a todos os educadores, sejam pais ou professores, pis são questões e indagações necessárias e relevantes a todos nós:

"Refletindo sobre a minha trajetória de quase 40 anos na pesquisa em mídias e educação — desde a máquina de escrever até a descoberta da internet na USP, e agora com o avanço acelerado da Inteligência Artificial —, percebo que estamos vivendo uma transição sem precedentes.
A IA nos dá respostas instantâneas, mas a educação é sobre encontros, projetos de vida e vínculos reais. O gargalo do aprendizado hoje não é a falta de tecnologia, mas a escassez de espaço para a escuta, a empatia e a pedagogia da pergunta. A tecnologia é o meio. A transformação das pessoas é o fim. A IA traz eficiência, personalização e apoio 24/7. Mas ela não sente, não acolhe e não lidera com empatia. A transformação real acontece no equilíbrio: usar a inteligência da máquina para potencializar a sensibilidade, o pensamento crítico e a conexão humana.
Se muitos alunos confiam mais na IA do que nos seus pais e professores, onde estamos errando? 🤔
É necessário focar na educação básica e no desenvolvimento de competências humanas sólidas: aprender a pensar criticamente, saber avaliar informações, ler, escrever e fazer perguntas profundas.
Usar tecnologia de ponta com uma mentalidade atrasada não gera inovação. Precisamos de mais professores, líderes e educadores preparados para guiar pessoas em um mundo incerto.
Aprender é um projeto para a vida inteira, utilizando o melhor do potencial tecnológico para expandir e iluminar todo o potencial humano!
O futuro da aprendizagem é humano, híbrido e contínuo; construído agora, de mãos dadas entre a criatividade, o afeto e os valores fundamentais"
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Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A Inteligência Artificial dominará o mundo? [Esquete de humor e ótima crítica social a partir de esquete impagável]




Encontrei esse vídeo incrível sobre se "As Inteligências artificiais dominarão o mundo", no Instagram de Lara Santana [atriz, humorista e triatleta], que interpreta quatros IAs que dialogam entre si, com frases hilárias e profunda crítica social ao momento em que vivemos. A parte que uma das IAs comenta que o seu usuário queria saber dela a própria opinião do filme que ele assistiu é o retrato de boa parte das pessoas que terceirizou os neurônios, delegando tudo às inteligências artificiais, robotizando a mente, e automatizando ao extremo a vida.
Um bom material para debater as implicações das tecnologias e a valorização da criatividade humana num mundo cada vez mais mecanizado. Uma bela crítica social e filosófica.
Eu, particularmente, creio que é uma nova revolução tecnológica, que como as outras [invenção da imprensa, carvão como força motriz, petróleo, energia elétrica, automação, robótica, computação, internet] extinguirá profissões e criará outras. Se a bolha das IAs estourará , como alguns especialistas dizem, pelo consumo extremo de água pelas datacenters e o impacto ambiente disso tudo, só aguardando pra ver. O que penso é que uma ferramenta tão poderosa não poderia ficar na mão de megacorporações, pelo impacto que elas podem ter no processo civilizatório e humano. Mas isso já é ponto de pauta pra um outro debate.
Abaixo, link para o canal de vídeo no YouTube de Lara:

LARA SANTANA - YOUTUBE

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sábado, 15 de agosto de 2026

[Brincando... de viver?]: plano-sequência artesanal simulando a vida e o passar do tempo em seriado [trabalho em equipe magistral]






Fazia um bom tempo que tinha visto esse incrível plano-sequência Kidding - The inside stuff [Brincadeira – Os bastidores], em tela dividida, mostrando os bastidores da criação, no Instagram de Caverna de Toth, mas não o localizava mais, até que descobrindo o nome do seriado Kidding [série de comédia dramática de 2018, protagonizada pelo ator Jim Carrey], encontrei o referido audiovisual [em tela dividida e em tela cheia] no YouTube e os divulgo agora nesta postagem com uma breve reflexão sobre a vida, o viver, o cinema, a arte, o trabalho e o cotidiano.
No primeiro momento, cabe a análise na perspectiva cinematográfica, do quanto uma obra precisa de uma equipe técnica de apoio nos bastidores para que a ilusão da sétima arte dê a sensação de realidade, por verossimilhança. O chamado Making off, em tela dividida demonstra esses efeitos visuais, feitos de forma artesanal para dar a impressão de lapsos de tempo, mudanças cronológicas amplas, ainda que tudo seja criado num mesmo espaço e tempo. Uma sequência genial que precisa ser planejada em cada detalhe para que o resultado seja magistral.
No segundo momento, a reflexão sobre o planejamento e organização que um professor deve ter em relação a cada aula, roteirizando sua metodologia e didática para que ambas causem um efeito especial no alunado. Os recursos digitais são aliados, meios, jamais o fim em si mesmo, pois do contrário, o resultado esperado não será atingido. Há que se tratar a sala de aula como um palco em que todos os participantes, mestre e alunos, são atores sociais, desempenhando um papel: que a informação gere conhecimento através das trocas de saberes e de experiências de vida.
Por fim, o terceiro momento, a reflexão sobre o mundo do trabalho e a importância fundamental do trabalho em equipe para o efetivo desempenho de uma profissão. Hoje, tudo está conectado, interligados, no sentido do maquinário [hardwares] e procedimentos [softwares], mas e os trabalhadores, colaboradores estão no mesmo ritmo que os algoritmos das máquinas? A etiqueta profissional, as habilidades e competências para o exercício daquela profissão estão sendo atingidos? Estão sendo oferecidos cursos de qualificação? Está bem remuneração e com condições de saúde física e mental o trabalhador em geral?
Não dá pra "Brincar de viver", ou viver numa eterna simulação, como um jogo. É preciso que o plano-sequência da vida também esteja em acordo com o projeto de vida de cada um, envolvendo as dimensões pessoais, sociais e profissionais. Para isso, requer pessoas que sejam diretores, conduzindo esse processo que envolve diversas pessoas num mesmo ambiente, seja ele familiar, escolar, laboral ou social. Fica aqui essa breve reflexão e provocação artística, filosófica e sociológica.
Para complementar esta postagem, indico o videoclipe da canção "Brincar de viver" [1983], com letra de Guilherme Arantes e interpretação de Maria Bethância:



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Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

A banalidade do mal: de Hannah Arendt às fake news e algoritmos da rede social digital [pausa para reflexão]




Uma instigante e necessária reflexão e provocação que encontrei no Instagram de Thaysa Canosa, fundadora do entre.nos.lab, sobre um tema por demais conhecido, mas nem sempre compreendido que é o conceito de BANALIDADE DO MAL, cunhado pela filósofa Hannah Arendt, em seu livro Einschmann em Jerusalém, depois de assistir ao julgamento do carrasco nazista e seu comportamento inesperado e longo do estereótipo do sociopata ou psicopata, mas de alguém que decidiu não pensar, não contestar ordens superiores, que se dizia apenas um burocrata, cumpridor de seu dever com o Estado, país.
Ainda que psicólogos contemporâneos, hoje, contestem essa tese, dizendo que o criminoso nazista manipulou o jukgamento e até Arendt, as ideias da pensadora ainda são válidas no contetxo geral, do chamado "cidadão de bem", de boa-fé, crédulo, que acreditar estar fazendo o bem, ao seguir diretrizes que podem ser doutrinação, manipulação, desinformação, alienação.
Hannah nos faz pensar sobre o próprio ato de PENSAR, base da moderna filosofia: se importar mais com as perguntas do que com as respostas; buscar vários pontos de vista antes de firmar opinião; de aceitar o ponto de vista do outro, quando seus argumentos forem válidos; de não se deixar levar por paixões, tentando ser mais lógico e racional do que passional; de não ficar atrelado ao espírito de grupo, de tribo, mas conseguir ver no estranho, no estrangeiro, alguém apenas diverso, mas nem tanto diferente de nós, etc.
Breve vídeo que serve para introdução a uma aula multidisciplinar de filosofia, sociologia e história...

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Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Tabela Periódica Inclusiva em Libras: material criativo e relevante para o estudo de Química produzido pelo IFMG Campus Bambuí




A TABELA PERIÓDICA INCLUSIVA, um material criativo e relavante para o estudo da Química, encontrei no Linkedin da professora Francilma Éverton e trata-se de produção da professora Alda Ernestina com apoio dos professores e professoras de Ciências e Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas gerais [IFMG], Campus Bambuí e, de fato, é uma proposta inclusiva ao ensino de química, e que merece ser divulgado e valorizado, visto que, como destaca a educadora Francilma: "A proposta traz a representação dos elementos químicos em LIBRAS, fortalecendo não apenas a aprendizagem, mas principalmente o acesso, a inclusão e o respeito às diferentes formas de comunicação dentro da sala de aula".
Iniciativas criativas e inclusivas para um ensino significativo.
Abaixo, link para a versão interativa da referida tabela, bastando clicar sobre os elementos para visualizar o respectivo sinal em Libras:

TABELA PERÍODICA INCLUSIVA EM LIBRAS - VERSÃO INTERATIVA NA WEB

Observação:
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quinta-feira, 26 de março de 2026

Gogo Board: O básico para começar a programar a placa Gogo [robótica educacional]




Indico para quem deseja começar a trabalhar com robótica educacional o vídeo "O básico para começar a programar", do canal da Escola SESI de Ensino Médio Arthur Aluízio Daudt [SESI RS], e que é um relevante material com dicas para iniciar na programação em robótica com uso da GogoBoard.
Como material complementar, recomendo também o canal LITE [Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação], da Univali, recomendado no referido vídeo, com outros vídeos sobre o tema robótica educacional, imagem e link a seguir:





LITE - Univali

O LITE, conforme apresentação no canal do YouTube, é: "[...] um espaço que integra a pesquisa o desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos voltados a atividades educacionais. Inclui pesquisas de Graduação, Mestrado e Doutorado realizadas no escopo do Grupo de Informática na Educação da Univali. Promove também atividades de extensão destas pesquisas para a sociedade, em especial para o público escolar. O LITE busca incorporar o estilo de trabalho do movimento maker oferecendo oportunidades para seus integrantes desenvolverem o seu potencial criativo aliado ao aprimoramento do conhecimento científico. Dentre as principais linhas de ação do Laboratório está a produção de tecnologia que estimule o desenvolvimento do Pensamento Computacional".
Recomendo também o vídeo e o canal do professor André Raabe sobre a Placa Gogo e o curso dividido em 3 módulos: básico, intermediário e avançado:

Apresentação do curso sobre a placa Gogo - André Raabe

Observação:
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sábado, 21 de março de 2026

Chegada da Internet ao Brasil em 1996: memória, história, tecnologia e sociedade




Três décadas se passaram desde a "Chegada da Internet ao Brasil em 1996", e com esse vídeo, que encontrei no Instagram de Reportagem Histórica, a possibilidade de refletir sobre as transformações tecnológicas e sociais que produziram desde então nas relações interpressoais na família, escola, trabalho e na sociedade como um todo.
Mais do que discutir questões sociológicas e filosóficas, educacionais e tecnológicas, um documento histórico para debater como cada geração vive dentro de padrões comportamentais a partir do horizonte de expectativas em que vive. O que para uma geração era pura sci-fi: computador, internet, drone, inteligência artificial, para outra são transformações já incorporadas ao cotidiano.
Um ótimo material para que educadores, sejam pais ou professores interajam com seus filhos e alunos são educação e tecnologia num sentido amplo, trocando saberes, pois cada geração tem a sua própria tecnologia que a outra desconhece. Duvido que a geração atual saiba utilizar com propriedade um videocassete, walkman, telex, fax, máquina datilográfica e outras tecnologia do passado, muito por que hoje são quase todas peças de museu.
Então, cada geração tem seu saber que pode ser compartilhado com a outra, e nessa função, ambos aprenderem e ensinarem uns aos outros. E para comprovar isso, indico o link de postagem antiga neste blog educacional, que demonstra tais situações:

Reação das crianças diante de um Walkman: Que coisa é esta?

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domingo, 15 de fevereiro de 2026

"Tá Certo Isso Aí?": alunos da USP criam IA para identificar e combater fake news direto no WhatsApp




O vídeo Tá Certo isso AI? | Combatendo as Fake News com Inteligencia Artificial direto no Whatsapp, encontrei notícia no Instagram do Sleeping Giants Brasil sobre projeto de alunos da USP que criaram Inteligência Artificial [IA] para identificar e combater fake news no WhatsApp. O projeto venceu desafio internacional e é mais uma grande contribuição da ciência e universidade pública brasileiras em prol da luta contra as fake news, desinformação, discurso de ódio e deve ser divulgada [endereço do chatbot: https://tacertoissoai.com.br].
Conforme notícia:"'Tá Certo Isso AI?' é o chatbot criado por Cauê Paiva Lira, Luiz Felipe Diniz Costa e Pedro Henrique Ferreira Silva, [que] venceu o Programa AI4Good, que seleciona iniciativas focadas em usar IA para impacto social."
Seu funcionamento é simples, bastando adicionar o número 35 8424-8271 aos contatos do telefone e enviar, via WhatsApp para o chatbot notícias para confirmação da veracidade ou desinformação. Um grande aliado diante do avanço das fake news que assolam as redes sociais e o próprio WhatsApp.
O objetivo é que a "plataforma de analytics" sirva para professores, pesquisadores e jornalistas acessem dados de verificação, chamados de "fact-checking", realizadas pelo referido chatbot. Na pesquisa é possível buscar por conteúdo e período.



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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Jornada Profissional Docente: série de webinários com orientações sobre o uso do Portal de Formação do MEC




O MEC - Ministério da Educação do Brasil, para apoiar os professores e desenvolverem seu Projeto Profissional de Formação Docente, criou o portal JORNADA PROFISSIONAL DOCENTE, com uma série de webinários com orientações sobre o uso do Portal de Formação. Os webinários "têm foco na seleção de cursos, na construção de trajetórias formativas e no planejamento individual do desenvolvimento profissional". Veja também encontros que apresentam reflexões sobre critérios de escolha e como alinhar os cursos aos seus interesses e necessidades. É possível também fazer download de materiais de apoio para o planejamento e organização das ações formativas.
A seguir, link para o portal educacional:

JORNADA PROFISSIONAL DOCENTE

Veja, logo abaixo, o Webinário 1 - 04/11/2025:

Segundo sinopse no portal: "O primeiro webinário do Portal de Formação Mais Professores tem como objetivo orientar o professor quanto as possibilidades de desenvolvimento profissional, explicar quais são os tipos de desenvolvimento profissional e de formações continuada, refletir sobre o momento de carreira e fazer um autodiagnóstico e apresentar o Portal de Formação".

Observação:
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

PlaforEDU: Plataforma Digital de Formação Continuada do MEC [Ministério da Educação do Brasil]




A PlaforEDU é uma Plataforma Digital de Formação Continuada, instituída como ferramenta do Plano de Formação Continuada dos Servidores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT) para possibilitar o acesso a cursos online, abertos e massivos (MOOC), organizados em itinerários e trilhas formativas, poissuindo também cursos gratuitos, cursos certificados, mandalas das competências, pró-gestores etc.
A referida plataforma pode ser acessada clicando no link a seguir:

PLAFOREDU

Observação:
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Mais Professores: portal de formação do MEC [Ministério da Educação do Brasil]




MAIS PROFESSORES é um portla de formação de professores do MEC - Ministério da Educação do Brasil, direcionado aos professores da "educação básica, técnica ou tecnológica, encontre cursos de formação continuada e qualificação profissional, além de centenas de oportunidades para ampliar seus conhecimentos em práticas pedagógicas, tecnologias educacionais e diversas outras áreas e etapas da educação".
O link para o acesso, logo a seguir:

MAIS PROFESSORES: PORTAL DE FORMAÇÃO

Vejam as inúmeras possibilidades de formação e recursos destinados aos professores e disponíveis no referido portal educacional:







Observação:
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

MEC RED: a rede social da educação [aberta e destinada a pessoas interessadas relação entre educação e cultura digital]




A MEC RED é aberta e destina-se a todas as pessoas interessadas na relação entre educação e cultura digital: professpores, gestores, alunos, comunidade acadêmica.
A MEC RED é uma rede para você se conectar com pessoas interessadas em Educação, bastando clicar no link abaixo:

MEC REDE - A REDE SOCIAL DA EDUCAÇÃO

O objetivo é de construção de rede de conhecimentos, interagindo com pessoas envolvidas com experiências educacionais que ocorrem em todo o Brasil!



É possível também, mediante preenchimento de cadastro no portal, conforme imagem acima:

Buscar e Baixar Recursos São milhares de recursos educacionais à sua disposição, provenientes de parceiros do MEC e de professores que, como você, atuam por uma educação de qualidade!

Colecionar Recursos
Guarde e organize em coleções os recursos que você considera interessantes para elaborar a sua aula. Aproveite para indicá-los aos colegas pelas redes sociais ou e-mail.

Encontrar Materiais de Formação
A plataforma disponibiliza um conjunto de materiais de formação recomendados pelo Ministério da Educação com diversidade de temas e recursos educacionais.

Compartilhar suas Experiências
Você pode relatar suas experiências sobre o uso de recursos no seu cotidiano escolar. Aproveite esse espaço para sugerir e conhecer novos usos para um mesmo recurso.

Publicar o seu Recurso
Colabore e ajude a fortalecer a plataforma publicando um recurso educacional desenvolvido por você ou pelo coletivo da escola do qual faz parte. Compartilhe seu conhecimento e dê visibilidade ao seu recurso, torne-o público enriquecendo o conhecimento partilhado!

Faça novos Amigos
Você vai descobrir pessoas interessadas nos mesmos assuntos que você. Aproveite para explorar a rede de usuários da MEC RED para fazer novos amigos e enriquecer suas relações.

Conforme apresentação no portal, MEC RED é "espaço construído por e para pessoas interessadas em educação", possuindo "[...] mais de 30 mil recursos educacionais à disposição. São recursos de portais parceiros do MEC e de professores que atuam por uma educação de qualidade!"
MEC RED é ambiente de colaboração, pois a Plataforma é um espaço onde é possível colaborar ao publicar recursos autorais e compartilhar os de outros autores. "Além disso, cada um pode contribuir "relatando suas experiências de uso com os Recursos disponíveis."
O desenvolvimento da Plataforma é de "forma colaborativa por uma comunidade, seguindo os princípios do software livre, com atualizações frequentes e licenciada sob GNU AGP."

Observação:
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domingo, 28 de dezembro de 2025

A reinvenção da biblioteca escolar e os 4 C's da biblioteca, seja ela física ou digital




Dois vídeos que estão no blog TIC, Educação e Web, do professor Jorges Borges, do Ministério da Educação de Portugal, e que considero essenciais para entender o papel atual da biblioteca escolar e das bibliotecas digitais no ambiente educacional e além dele, baseado nos 4 C's: conectividade, colaboração, criação e comunidade.
O primeiro, acima, trata da Reinvenção da biblioteca escolar enquanto espaço de interação, colaboração, troca de saberes, espaço vivo no ambiente escolar. A biblioteca deveria ser o coração de uma escola, o local mais visitado, composto de espaços múltiplos, como salas de leitura, estúdio de gravação de vídeos, ambiente que favoreça ao estudo, ao desenvolvimento de projetos e atividades diversas.
O segundo vídeo, logo a seguir, trata da biblioteca digital, como uma urgência de uso qualitativo e não apenas quantitativo, num mundo em constante transformação. A escola precisa se reinventar e a biblioteca, enquanto local de pesquisa, leitura, lazer etc, precisa acompanhar esse processo de readaptação, principalmente após a pandemia, que alterou consideravelmente o comércio, o trabalho, e outras áreas da sociedade. A educação precisa rever seus conceitos, tempos e espaços diante de tudo que se modificou. Como bem destaca Borges, ao citar o escritor Lewis Carroll: "Num mundo em constante evolução, quem fica no mesmo lugar retrocede". Fato perceptível a cada revolução industrial e tecnológica. Quem não migrou da máquina datilográfica para o computador, do fax para o whatsapp, do táxi para o uber, do retroprojetor para o projetor multimídia é como o náufrago, que ao retornar da ilha para o continente, nçao entende mais o próprio idoma, pois novas palavras foram criadas para tipificar novos equipamentos e procedimentos. Na educação, tal qual no mundo em geral, novos equipamentos, principalmente que tragam em si o conceito de mobilidade, requerem práticas maleáveis, nada fixas. A biblioteca escola e o superado conceito de "laboratório de informática", por exemplo, podem migrar para um conjunto de 10 tablets que possam ser usadas na sala de aula, na quadra de esportes, em saídas de estudo, como ilhas, reunindo 3 ou mais alunos em torna daquela "telinha" que proporcione a interação, colaboração, conectividade, criação em conjuntas, como uma rede social, de fato, uma comunidade física e digital ao mesmo tempo e no mesmo espaço, sejam eles quais forem e onde estiverem.
A ideia de CURADORIA DIGITAL precisa ser destacada. Blogs, sites, bibliotecas são mais que repesitórios institucionais, mas portais de curadoria, de cuidado com informação, conhecimento, pesquisa etc. Vejam o vídeo abaixo:



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quarta-feira, 26 de novembro de 2025

"Meu filho está estudando para profissões que ainda não foram criadas": psicóloga Juliana Bley fala sobre a resistência das pessoas às mudanças [Sem Censura]




No vídeo institulado "Meu filho está estudando para profissões que ainda não foram criadas", a psicóloga Juliana Bley, em entrevista ao Programa Sem Censura, da TV Brasil, discorre sobre a resistência das pessoas às mudanças e inovações tecnológicas. Além disso, ela destaca como os jovens, no futuro, não tão distante assim, exercerão profissões que ainda nem existem, pois ainda não foram criadas. Um tema necessário, pois com as revoluções tecnológicas cada vez mais diminuindo a "janela" entre uma fase e outra, muitos modelos, paradigmas estão se alterando bruscamente. Por exemplo, quem lida com adolescentes sabe que o projeto de vida deles não é de longo prazo, mas mais imediato. Não imaginam se aposentar numa profissão, justamente por essas transformações em curso. Não pensam em financiar uma casa, pois o conceito de mobilidade deles vai além dos equipamentos. Não se trata apenas da chamada "modernidade líquida" de Bauman, em que para o sociólogo tudo é efêmero, transitório, descartável nos dias atuais. Vai bem além disso, de os jovens se adaptarem às mudanças, já que estão em pleno "olho do furacão". Aqueles que souberem acompanhar essas transformações estarão um passo à frente dos demais.
Hoje, a questão é mais complexa, e a palavra-chave é criatividade, para abrir novas portas e oportunidades num mundo cada vez mais conectado por equipamentos e redes digitais, mas que precisa tambpem saber conectar saberes múltiplos. O professor que não conhecer seu alunado estará pregando no deserto, ou como os primeiros colonizadores, falando um idioma que o nativo [digital] não compreenderá. Nesse processo que é comparado a "trocar o pneu do carro com ele em movimento", mais que uma metáfora, é a imagem que ilustra a necessidade de interação, inclusão, adaptação e readaptação aos novos modelos de convivência.
Ponto pacífico é que em menos de uma década, direito, medicina, engenharia e as profissões derivadas desses conhecimentos estarão transmutadas eu novos saberes, habilidades e competências. Não acompanhar de perto esse movimento será como dar um salto no tempo sem a vivência e a experiência adquirida durante esse percurso. Mal comparando é como pular de fase em um jogo eletrônico, quando nãos e consegue vencer o desafio. O tal "password" auxilia o jogador e saltar, mas não lhe dá conmpetência por ter superado o desafio anterior e essa conta virá mais adiante.
Enfim, a fala da psicóloga foi adaptada pelo pedagogo para tratar do processo educacional em sentido amplo.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 7 de setembro de 2025

O outro lado: curta-metragem distópico como metáfora para a hiperconexão com as redes sociais digitais e a imersão no mundo dito real




O vídeo The Other Side [O Outro Lado], com direção de John Devries é um curta-mentragem de ficção científica e thriller dispótipo que mostra um futuro em que facções dominam o planeta, numa batlaha pela sobreviência até que ambos, num prédio abandonado, dois rivais, um homem e uma mulher, encontram uma porta que se transforma num portal para outra dimensão onde é possível ter um contato coma natureza de um mundo perdido.
Mal comparando, pode-se estabelecer uma metáfora das redes digitais sociais e as pessoas divididas entre facções que travam uma batalha de narrativas, cada qual em sua bolha, muitas vezes distantes da realidade local, presos aos algoritmos e às fake news.
Um curta premiado que me fez relembrar máxima do artista plástico da cultura pop Andy Warhol que declarou nos anos 70 de que "No futuro, todos teria,m seus 15 minutos de fama", inspirado no poder da televisão, transformando a sociedade no que Marshall McLuhan definiu como "aldeia global". Hoje, vivemos numa aldeia digital, e parece que num futuro, de tamanha exposição diária e constante, todos teremos nossos 15 minutos de privacidade, sem tanta conexão aos meios digitais. Quem sabe, como no curta, as crianlas e jovens possam sair de suas realidades paralelas de seus queartos vidrados diante de telas e portais digitais e retornem a práticas de lazer em parques, praças e locais públicos, como era feito antes da hiperconexão prioporcionada pelas chamadas Big Techs.
Em alguns momentos, a sensação é de estarmos vivendo num mundo distópico, numa Matrix ou Caverna de Platão 5.0. E promover uma imersão ao mundo real é mais que uma questão de saúde mental, mas de necessidade humana. Poder conviver com a natureza, como fazem as personagens do curta, caminhando por floresta, mergulhando no mar, respirando o ar puro...
Como diz uma das personagens, quase no final do curta-mentragem: "Não somos tão doferentes assim". E de fato, despressurizados das redes digitais, dos discursos de ódio, dos algoritmos e das fake news, podemos ver que temos coisas mais em comum do que diferenças no plano concreto, muitos sendo alienados, desinformados, manipulados por informações que não conferem com a realidade.
Um audiovisual para promover reflexão, debate, interpretação de texto e escrita criativa ao final.
Ativem as legendas e tradução nos ícones da janela de exibição do YouTube, no canto inferior direito da tela.


Observação: Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 19 de abril de 2025

Parece episódio do seriado Black Mirror: tecnologia 6DoF + IA que prometem imersão entre ficção e realidade




O vídeo acima encontrei no Instagram de Bubows IA e trata-se da tecnologia 6DoF, da V-Nova PresenZ que promete quebrar as barreiras entre a ficção e a realidade, permitindo que o espectador entre literalmente para o interior do filme, vendo cada detalhe das cenas, personagens, cenário etc. Uma junção de videogame, IA e cinema em três dimensões, usando óculos VR mais sofisticados, permitindo uma imersão total no filme, quem sabe no futuro em jogos. Segundo o texto, a tecnologia é compatível com óculos Meta Quest, PC-VR e em breve no Apple Vision Pro e fazem oarte do projeto Sharkarma e Weightless.
Algo revolucionário que lembra o episódio Hotel Reverie, da 7ª temporada do seriado Black Mirror [vídeo abaixo, COM SPOILERS], que mostra o lado sombrio e avançado das tecnologias, com o uso da IA favorecendo a interação entre uma atriz do presente e uma personagem do cinema do passado. A vida imitando a arte, em estilo high tech? Um episódio que lembra muito Casablanca e A Rosa Púrpura do Cairo, em sentido inverso, já que não é a personagem que sai da tela do cinema, apaixonada por uma espectadora, mas uma atriz do presente que se adentra à película digital e se apaixona por uma personagem do passado. Um episódio que trata de amor entre humana e IA e que serve para diversas reflexões sobre interações entre humanos e IAs e seus desdobramentos éticos e psicológicos.



Para complementar esta postagem segue cena do filme clássico A ROSA PÚRPURA DO CAIRO [1985], de Woody Allen, que é uma das referências do episódio Hotel Reverie. No filme de Allen que, conforme sinopse no YouTube: "Nos anos 30, uma garçonete de Nova Jersey tenta fugir de sua triste rotina assistindo filmes. Até que um dia, o impossível acontece e o herói de seu filme predileto sai da tela para declarar seu amor por ela, provocando uma verdadeira confusão".



Indico também outra referência do episódio de Black Mirror que é o outro clássico cinematográfico CASABLANCA [1942], com a cena final, que é aludido no Hotel Reverie, com uma das frases mais famosas do Cinema: “Nós sempre teremos Paris”, proferida pelo personagem Rick Blaine (Humphrey Bogart).



Como educador, fico sempre pensando nessas possibilidades no ambiente escolar. Imaginem uma saída de estudos "high tech" sem sair de fato da escola, apenas na sala de aula adaptada pra isso, em que professor e alunos podem ter aulas de história, geografia, artes, literatura, filosofia etc, in loco [nos ambientes retratados, antes em livros didáticos, vídeos do YouTube, filmes, jogos etc e que poderão ser acessadas mediante óculos VR, IA e imersão digital]. Uma pequena máquina do tempo a serviço da educação, da arte e da cultura.

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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 16 de março de 2025

A tecnologia em 2040: mais que uma peça de humor, uma breve pausa para reflexão sobre o cotidiano cada vez mais informatizado




O vídeo acima, A tecnologia em 2040, será? é uma peça de humor que encontrei no Instagram de Tudo Sobre IA e serve para uma breve reflexão sobre as diversas tecnologias incorporadas em nosso cotidiano, muitas delas a partir de sensores e comandos, e análise de dados biométricos: voz, fundo do olho, digital etc, e que já estão integrados na maioria dos equipamentos eletrônicos que contêm o conceito SMART [inteligente], seja telefones celulares, TVs, assistentes virtuais [Alexa, Copilot, Siri etc]... E nem precisamos aguardar 2040. Com o avanço das inteligências artificiais integradas aos diversos aparelhos eletrônicos na vida doméstica, escolar, social e profissional, imaginamos que daqui a uma década e meia muita coisa que era apenas ficção científica possa se tornar realidade.
Os pontos positivos são que muitas dessas tecnologias, que inicialmente eram apenas assistivas, pensadas para facilitar a vida de pessoas portadoras de alguma necessidade especial, foram em seguida incorporadas aos ambientes esportivos, de jogos eletrônicos, automobilismo e muito mais, de fato, auxiliando muito na locomoção, interação, comunicação.
Os pontos negativos são que, em alguns casos, aumenta o sedentarismo, a falta de contato humano off line, além de golpes digitais a partir da captura desses dados biométricos.
No vídeo em questão, mostra um jovem que por conta de uma anestesia, são voz não é reconhecida o que dificuldade seu ingresso na própria casa, e dentro dela, no manuseio de diversos equipamentos. Exageros à parte, entendo toda obra de humor, primeiro como uma crítica social, e no caso desse, não foge à regra, de promover a reflexão, inclusive, para os exageros de uma vida totalmente informatizada.
Material audovisual que serve tambpem pra tratar de língua, linguagem, mensagem e outras coisas mais.

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quinta-feira, 13 de março de 2025

Nicolelis explica por que não precisamos temer a Inteligência Artificial: impactos das tecnologias na atualidade




O vídeo acima, Nicolelis explica por que não precisamos temer a Inteligência Artificial, trata-se de entrevista do neurocientista brasileiro ao jornalista Reinaldo Azevedo ao programa ReConversa que considero uma pequena aula sobre Inteligência Artificial, suas possibilidades e mitologias.
Nicolelis traz dados necesários ao debate educacional sobre os impactos das tecnologias em geral e da IA, em especial, junto aos jovens e crianças, comprometendo o raciocínio lógico, o vocabulário, e inibindo, contraindo habilidades básicas para os humanos.
É público e notório que o conhecimento geral está sendo substituído pela cultura inútil, que a aceleração das relações sociais, com pessoas cada vez menos lendo, assistindo vídeos mais longos e elaborados, preferindo clipes, jogos, vídeos curtos. O impacto j[a está sendos entido e a tendência que aumentará com o tempo, se os estímulos virtuais, digitais tiverem mais apelo que a busca pelo conhecimento de forma mais ampla, detalhada e consistente.
Uma geração inteira está sendo atrofiada em suas capacitades motoras, a partir de uma vida sendentária diante de telas. E as capacidades intelectuais, diante de estímulos visuais de uma vida gameficada, acelerada, descartável. Líquida, diria Bauman.
Com isso vemos a batalha entre memória e esquecimento, banalidade e conhecimento.
Interessante a ideia que Nicolelis fala da "igreja da tecnologia", de que trocamos a ideia do teocentrismo e do antropocentrismo e agora a máquina no centro desse mundo. O tecnocentrismo.
Nicolelis destaca os cardeais da sci-fi: Julio Verne, Isaac Asimov, Arthur Clarke e Kurt Vonegut e da importância da imaginação junto à tecnologia. Se pararmos pra pensar, a ciência influenciou à ficção científica, que depois influenciará a ciência.
Por fim, Nicolelis destaca algo que grandes pensadores concordam: as máquinas não substituirão a humanidade, pois a lógica dessas não se compara a imprevisibilidade humana. Serão substituídos aqueles que nã se informam, não se instruem, que ficam robotizados. Enquanto ferramentas, IAs são assistentes e assim devem ser encaradas.
Para complementar essas ideias, Nicolelis afirma e concordo que "[...] não existe inteligência que não seja orgânica", vide audiovisual logo a seguir:



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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

GTA no mundo real: genial simulação do jogo eletrônico e o Passaporte Literário com alunos visitando prédios históricos




O vídeo acima, O cara simplesmente transformou o bairro todo num GTA, encontrei no Facebook de Valmir Alemida e é uma genial simulação do famoso jogo eletrônico GTA - Grand Theaf Auto que reproduz uma cidade real Los Angeles, que no jogo se chama Los Santos, para que jogadores do mundo inteiro possam dirigir automóveis, motocicletas e outros veículos, fazendo missões em seu território imaginário.
O realismo do GTA original é tão grande que o goleiro Lloris, da seleção francesa, quando se mudou de Paris para Los Angeles, simplesmente comentou que já conhecia a cidade, de tanto jogar o referido simulador.
Veja no link abaixo:

GTA NO MUNDO REAL

Lembro-me, quando jovem, nos anos 70/80, de ver no programa Fantástico, uma experiência de pesquisa de uma universidade norte-americana, que estava fotografando [o termo escanear ainda não era utilizado], documentando cada rua e prédio de uma grande cidade, e que dizia que um dia aquele banco de dados poderia simular uma cidade real. Esses dias vieram com jogos como GTA, Rede Dead Redemption [que simula o Velho Oeste] e outros mais.
No vídeo de Valmir, o processo é reverso: de pegar amigos, veículos e simular nas ruas de um bairro cenas e movimentos presentes no jogo, de forma criativa e hilária.
O bom educador é aquele que simula ambientes virtuais em locais reais e etc, valendo-se de equipamentos e de saídas de estudo com seus alunos.
No projeto Passaporte Literário [vídeo abaixo em meu canal Educação 3D+], costumo levar alunos do ensino médio para essas saídas de estudo em ambientes que lembram períodos históricos e literários, como Barroco, Romantismo, Realismo, Modernismo, visitando com eles casarios históricos como igrejas, museus, hotéis, cafeterias, bibliotecas, lares de idosos etc.



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