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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

"Metamor... vozes", a poesia, e meu depoimento, enquanto professor, escritor e poeta, no projeto "Escritas na Biblioteca"



Meu depoimento sobre a Bibliotheca Rio-Grandense [a mais antiga do Rio Grande do Sul], e sua importância em minhas leituras e escritas. Agradeço aos organizadores do projeto "Escritas na Biblioteca" pelo convite e oportunidade, enquanto professor, escritor e poeta. Aos livros tudo devo. São máquinas do tempo e portais pra outra dimensão: do conhecimento, da arte e da cultura.
Um belo projeto, em que tive o privilégio de meu depoimento ser o 7º de uma série com outros escritores da cidade do Rio Grande, no litoral sul do RS. Agradeço à Prefeitura Municipal, à Secretaria de Cultura e Economia Criativa, ao Núlceo de Literatura de Rio Grande e à direção da Bibliotheca Rio-Grandense, local que desde jovem frequento, sou sócio, ali muti li, estudei, pesquisei e escrivi minha dissertação de mestrado e tese do doutorado em Letras, área: História da Literatura [FURG].
Concluo a participação, lendo o poema de minha autoria "Metamor...vozes", presente em meu blog de experimentações literárias Control Verso, link a seguir:

METAMOR.. VOZES, no blog ControlVerso

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 13 de abril de 2025

Buscador Machado de Assis: plataforma de pesquisa que contém toda a obra literária do bruxo do Comes Velho




A imagem acima é do BUSCADORMA, plataforma digital desenvolvida por Rodrigo Leite Caldeira para pesquisas sobre a obra do grande escritor brasileiro Machado de Assis, apelidado de o bruxo do Cosme Velho, referência ao bairro onde morou, na cidade do Rio de Janeiro.
No link a seguir é possível pesquisar sobre a obra dele, receber dados estatísticos na tela e ainda baixar arquivos em formato word:

BUSCADORMA - BUSCADOS MACHADO DE ASSIS

Fica essa dica valiosa para professores e estudantes, não apenas de Literatura.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Praia Formosa: textos de pessoas negras do Brasil colonial narrando suas próprias histórias [cinema e pesquisa nos arquivos públicos]




O vídeo acima, se trata de divulgação do filme de longa-metragem PRAIA FORMOSA [já nos cinemas], que trata pesquisa nos arquivos públicos sobre "textos nos quais pessoas negras do Brasil colonial narrassem suas próprias histórias". Conforme a descrição do referido vídeo no Instagram da Olhar Filmes: "Apesar dos poucos registros encontrados em processos jurídicos e policiais, esses depoimentos revelam pessoas em plena luta por suas liberdades, utilizando os meios possíveis naquele momento para assumir o protagonismo de suas próprias vidas. Agora, os textos são enunciados e declamados. No filme, ganham corpo, voz, pele, roupas, nuances, olhares, respiros. As palavras, agora, têm vozes — pessoas que as escolheram, bocas que as pronunciam."
No fragmento em questão a narração de:
- Prudêncio (@alanrocha8) lê abaixo-assinado de 1872 citado no artigo “A escola de Pretextato dos Passos e Silva: questões a respeito das práticas de escolarização no mundo escravista”, de Adriana Maria Paulo da Silva.
- Teodora (@eujenifferdias) lê carta de Teodora da Cunha Dias de 1867 citada no artigo “Cartas, procurações, escapulários e patuás: os múltiplos significados da escrita entre escravos e forros na sociedade oitocentista brasileira”, de Maria Cristina Cortez Wissenbach.
- Ignacio (@nizaj_oficial) lê testamento de Ignacio Gonçalves do Monte de 1763 citado no livro “Diálogos Makii de Francisco Alves de Souza: Manuscrito de uma congregação católica de africanos Mina, 1786”, org. Mariza de Carvalho Soares. Ed. Chão, 2019.
Um ótimo material para tratar de memória, história e cultura africana no Brasil. Um audiovisual fundamental para se conhecer o contexto histórico e social do país e a realidade de pessoas escravizadas naquele tempo.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 13 de outubro de 2024

"A mulher na ciência": série de animação destacando a participação feminina nas Ciências em geral




O vídeo acima La mujer en la ciencia: Florence Nightingale, trata-se de um dos episódios da série de animação “A mulher na ciência”, que encontrei no blob TIC, Educação e Web, de Jorge Borges, professor de Portugal.
A série em questão tem ilustrações e animação de projeto do profesor de bioquímica Iñigo Izal Azcárate, da Universidade de Navarra, Espanha, contando com do grupo Women for Science and Technology e outros.
Dentre as mulheres cientistas homenageadas estão:
A microbióloga Alice Catherine Evans (1881-1975), a enfermeira e estatística Florence Nightingale (1820-1910), a bióloga e divulgadora Rachel Louise Carson (1907-1964), a astrônoma Cecilia Payne-Gaposchkin (1900-1979), Margarita Salas (1938-2019), June Almeida (1930-2007), Isabel Morgan (1911-1996), Ada Lovelace (1815-1852), Gerty Cori (1896-1957), Maria Mitchell (1818-1889), Mary Anning (1799-1847), Ada Yonath (1939), Lynn Margulis (1938-2011), Janaki Ammal (1897-1984), Sofia Kovalevskaya (1850-1891).
Os demais episódios podem ser encontrados no link abaixo:

SÉRIE DE ANIMAÇÃO: A MULHER NA CIÊNCIA

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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 16 de abril de 2023

"Questione sempre!": Cena do seriado Cosmos que incentiva a pesquisa científica, o raciocínio lógico e senso crítico em sociedade




O vídeo acima, Questione sempre!, trata-se de cena do seriado Cosmos, em que defende a ideia de que o questionamento faz parte da ciência, da filosofia e da educação. Que exercer a racionalidade, o raciocínio lógico, a observação, a indagação, o senso crítico deveriam ser estimulados na sociedade.
Um vídeo faz um percurso da criticidade humana desde os primórdios até a atualidade, e é um ótimo audiovisual para uma dinâmica de grupo, para introdução a temas complexas que requerem justamente um questionamento mais amplo, uma visão mais aguçada, pesquisa, análise de dados, apresentação de resultados.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Arquivo Nacional do Brasil: acesso on-line para imagens, documentos, mapas e materiais diversos que podem ser pesquisados via WikiCommons




A imagem acima é do ARQUIVO NACIONAL DO BRASIL, em sua versão de acesso on-line que desobri via Twitter do próprio Arquivo Nacional.
Na referida plataforma é disponibilizado, conforme consta no perfil, parte do acervo para ser pesquisado on-line no WikiCommons. Segundo consta, "A iniciativa está inserida no projeto GLAM, da Wikimedia Foundation, cujo objetivo é disseminar #cultura e #educação na #internet".
] Através de pesquisa, é possível localizar diversas imagens, documentos, mapas e materiais diversos sobre a História do Brasil. Vide link a seguir:

COLEÇÕES DO ARQUIVO NACIONAL - BRASIL

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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Biblioteca Nacional Digital: Projeto Resgate Barão do Rio Branco




A imagem acima, é da página da BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL, como o nome indica, a versão online da Fundação Biblioteca Nacional, que entidade pública, criada para servir como repositório do patrimônio bibliográfico do país e que mantém uma infinidade de arquivos e documentos históricos do Brasil.
Dentro do acervo, há o Projeto Resgate Barão do Rio Branco, indicado pela colega e amiga Lúcia Xavier, que é pesquisadora brasileira residindo na Holanda.
Para saber mais do projeto, basta acessar o link a seguir:

PROJETO RESGATE BARÃO DO RIO BRANCO

Os professores de Linguagens e Humanas, em especial, e os demais, em geral, poderão valer-se do rico acervo para suporte de suas aulas. Na página inicial da instituição há um espaço para pesquisa do acervo digital.

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sábado, 1 de agosto de 2020

Lunavity: mochila desenvolvida por estudantes japoneses que permite o usuário saltar três vezes mais do que o habitual



O vídeo acima, Lunavity, foi indicação do colega e amigo Fernando Luis, músico, poeta e artesão de Rio Grande RS, Brasil, e trata-se de um sistema multi-rotor em formato de uma mochila que permite seu usuário saltar até três vezes mais do que o habitual.Algo que parece videogame, mais que é fruto de pesquisas de jovens cientistas.
Segundo dados de Yury Fedorovich,  foi "No festival SXSW em Austin, [que ] estudantes do Japão mostraram um protótipo de dispositivo Lunavity que parece uma mochila jato", que lembra um pouco a armadura do Homem de Ferro, dos heróis da Marvel, e, quem sabe, um dia esteja acessível no cotidiano.
Muitos dos equipamentos pensados pela ficção aos poucos estão sendo adaptados para a realidade. De nada adianta a inovação, sem o uso da imaginação.
Ativem legendas e tradução no YouTube para aproveitarem a explicação dos jovens desenvolvedores do referido protótipo, que foi apresentado junto à projeção de fundo que lembra mesmo um videogame, valendo-se das leis da gravidade.
Um bom material para tratar de ciências, tecnologia, pesquisa, estudo, inovação, física, matemática, ficção científica e realidade e muito mais.
Outra opção é usar o multiprojetor, tipo datashow,  como se projetor de cinema sobre uma parede, como no vídeo acima, servindo como cenário para curtas-metragens escolares, algo que já destaquei em postagem antiga no Educa Tube Brasil, via clipe da banda Willow, na canção Sweater, no link abaixo:

Luz, câmera, ação! 1 esteira, 2 paredes, 3 projetores e um videoclipe genial

terça-feira, 7 de julho de 2020

Projeto Meninas SuperCientistas, de Marcela Medicina, em bate-papo com o canal "Mas você só estuda?", de Joyce Casimiro




O vídeo acima, Projeto MENINAS SUPERCIENTISTAS, é um bate-papo com a Marcela Medicina, idealizadora do projeto Meninas SuperCientistas, que é também aluna do bacharelado em matemática aplicada e computacional da UNICAMP e que conversa com Joyce Casimiro, do canal "MAS VOCÊ SÓ ESTUDA?", já destacado anteriormente neste blog, AQUI.



Essas duas jovens talentosas e dedicadas à pesquisa científica, conversam nessa LIVE sobre esse projeto incrível, chamado Meninas SuperCientistas que, como consta na apresentação do referido vídeo no YouTube, "(...) é um projeto educativo e inspirador, que tem como objetivo incentivar meninas a seguirem carreira nas áreas STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). O evento é organizado completamente por mulheres, para que as participantes sintam-se representadas e tenham em quem se espelhar, afinal toda menina pode ser o que ela quiser!"
Conforme vídeo e conversa, o projeto, antes da pandemia, era composto de uma programação variada como: visita ao Museu Aberto de Astronomia (MAAs) e ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), onde está o Sirius, o acelerador de partículas, a maior infraestrutura científica do país. Além de palestras, oficinas e muito mais.
Esse Protagonismo Jovem e Feminino é algo que tenho destacado muito com meus alunos (De Anne Frank a Malala, de Severn Suzuki a Greta Thumberg entre outras), divulgando diversas iniciativas promovidas por jovens como elas: talentosas, dedicadas, interessadas em fazer diferença e contribuir para um mundo melhor.
Abaixo, imagem da página do projeto e link para o mesmo:



MENINAS SUPERCIENTISTAS

Segue também imagem e link para a canal "Mas você só estuda?"



MAS VOCÊ SÓ ESTUDA?

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Resumo da trajetória de "Uma cientista em construção" até chegar no doutorado e seu blog "Mas você só estuda?"




O vídeo acima, Resumo da minha trajetória até chegar no doutorado, descobri no WhatsApp do grupo dos "PROFESSORES ONLINE" e trata-se de breve e relevante depoimento de Joyce Aparecida Casimiro, de Divinópolis, Minas Gerais, Brasil, do canal do YouTube "Mas você só estuda?", que resolveu contar um pouco de sua história de vida e de estudos, lá do ensino fundamental até o doutorado, contando esse percurso com suas peculiaridades, mas que serve, de forma universal, para incentivar àqueles alunos que desejam uma carreira, que não bastam sonhos, é preciso talento e, acima de tudo, dedicação.
Achei curiosa a forma que Joyce relaciona o algoritmo da matemática com algum ritmo da música nesse processo, além de questões pessoais que podem motivar outros alunos em sua jornada pedagógica e de realização pessoal e profissional. Nada é fácil nem vem pronto, por mais que se goste do que faz, que tenha talento e se dedique. Há também que contar com um pouco de sorte, de resiliência, de empatia, de reinvenção pessoal e muito mais.
Recomendo o vídeo e o canal da Joyce, como espaço virtual de conhecimento.



Abaixo, link para o canal da Joyce:

MAS VOCÊ SÓ ESTUDA?

domingo, 3 de março de 2019

DIDAPS INES: canal no YouTube sobre material didático em Libras na área de Ciências




Acima, vídeo de apresentação do grupo de pesquisa "Desenvolvimento de Instrumentos Didáticos Acessíveis na Perspectiva Surda" (DIDAPS), um canal de vídeos no YouTube que me foi indicado via WhatsApp pela colega e amiga Cristiana de Barcellos Passinato, educadora do Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
No DIDAPS encontram-se diversos vídeos direcionados à comunidade surda, portanto, é um grupo de produção de material didático em Libras na área de Ciências, vinculado ao INES - "Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), órgão do Ministério da Educação, tem como missão institucional a produção, o desenvolvimento e a divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos na área da surdez em todo o território nacional, bem como subsidiar a Política Nacional de Educação, na perspectiva de promover e assegurar o desenvolvimento global da pessoa surda, sua plena socialização e o respeito às suas diferenças".
Vide a seguir imagem do e link para o referido canal:



DIDAPS INES

Vejam abaixo o Elemento Químico - Sinalário Ilustrado de Química em Libras - SinQui / INES:



Segundo a apresentação do vídeo acima: "Sinal e conceito de Elemento Químico em Libras, criado no grupo Sinalizando Química – SinQui – , que desenvolve trabalhos na criação de sinais de conceitos químicos em Libras, atuando como linha de pesquisa do DIDAPS/INES. Liderado pelas professoras de Química Joana Saldanha e Jomara Fernandes e pelas professoras de Libras Vanessa Lesser e Bárbara Carvalho".

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

"O tronco e o jacaré": animação sobre a lógica e o achismo, a teoria e a prática




O vídeo acima É jacaré ou tronco?, descobri no Linkedin e trata-se de uma animação criativa, humorada e crítica para refletir sobre questões sobre teoria e prática, sobre lógica e achismo, questões complexas e sobre falsas polêmicas entre outras coisas...
Mais que uma brincadeira, é uma coisa séria, pois atualmente, em pleno século XXI, temas que haviam sido superados como terra plana, vacinação e outras mais retornaram em forma de falsa polêmica por pessoas que travam uma batalha sem sentido contra a ciência e o bom senso, armadas apenas do senso comum, de contradições, ódio e intolerância.
Muito disso, deve-se também a postura não adequada de formadores de opinião, de youtubers que flertam com a polêmica pela polêmica como forma de chamar a atenção pra seu canal, ter curtidas, compartilhamentos e inscrições que geram influência digital, dividendos e patrocínios, às vezes milionários até alguns religiosos conservadores que levam ao pé da letra suas doutrinas e dogmas, amparados em crenças e até superstições.
Não há como ser contra o pensamento científico que trouxe tantas melhorias à vida das pessoas, desde o saneamento básico à eletricidade e a rede social digital. Há que se ter criticidade sem ser refratário à pesquisas altamente referendadas e comprovadas, algumas há séculos.
As coisas podem ser troncos ou jacaré, à primeira vista, mas a partir do pensamento científico, por teoria, experimentação e comprovação, tudo passa a ter outra compreensão e contestar o que é público e notório passa a ser um contrassenso sem tamanho.
Trabalhar com a ironia e o humor, a arte e a cultura é algo essencial para despertar a criticidade. Um ótimo material para uma aula de filosofia.
Para ampliar essa questão, recomendo o artigo abaixo, que encontrei na rede social:

La complejidad de definir bien un problema: empecemos por lo básico, su taxonomía

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Projeto de aluno da rede pública facilita diagnóstico do câncer de pele a partir de simples exame de sangue




O vídeo acima da TV Brasil, descobri na rede social e trata-se de relevante iniciativa de Lucas Coutinho, aluno de 17 anos, da 3ª série do ensino médio da rede pública estadual de Vitória, no Espírito Santo, Brasil, que desenvolveu projeto, com apoio inicial da professora, para facilitar diagnóstico do câncer de pele através de um simples exame de sangue (usando biomarcadores e mapeamento genético), e teve reconhecida sua linha de pesquisa pela universidade de Harvard (EUA), sendo pré-selecionado para bolsa de estudos em programa de intercâmbio que estimula o empreendedorismo jovem.
Um exemplo de como, se incentivado, o aluno interessado ou despertado o interesse para a pesquisa pode, com dedicação e criatividade, superar limites e realizar grandes desafios... Como Lucas, existem outros alunos desenvolvendo diversas ideias criativas e relevantes, nem todas divulgadas, nem todas incentivadas...
Cabe ao educador e ao gestor escolar esse olhar de descobridor e incentivador de talentos em sala de aula, para projetos que vão além do tempo e do local de ensino e aprendizagem.

domingo, 8 de maio de 2016

O dicionário do cérebro: Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras (mágicas ou não)




O vídeo acima The brain dictionary (O dicionário do cérebro), descobri na rede social, através da Revista A Rede Educa e trata-se de "Atlas interativo [que] mostra reações do cérebro às palavras".
De acordo com a revista: "Um uso potencial do estudo que gerou o mapa, realizado por cientistas dos EUA, seria criar um decodificador de linguagem para que mudos portadores de certas doenças pudessem falar por meio de um computador".
Conforme Jack Gallant, neurocientista da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos): “Nosso objetivo foi construir um atlas gigante que mostrasse como um aspecto específico da linguagem é representado no cérebro”.
E o mais impressionante: “É possível que essa abordagem seja usada para decodificar informações relacionadas a palavras que uma pessoa está ouvindo, lendo ou até mesmo pensando”, avaliou Alexander Huth, autor do estudo. Ou seja, "Um uso potencial do conhecimento obtido por essa linha de pesquisa seria gerar um decodificador de linguagem para que pessoas portadoras de certas doenças falassem por meio de um computador".
Os cientistas desenvolveram um site interativo (em inglês, vide link abaixo) onde o público pode explorar o atlas cerebral.

MAPA SEMÂNTICO

Algo que me lembrou o conceito de Web Semântica, desenvolvido pelo filósofo e pesquisador da cibercultura Pierry Lévy, sobre uma linguagem universal a partir de símbolos e imagens, em que os computadores saberão "traduzir" conceitos.
No vídeo em questão, acima, também remete a este poeta, educador e escritor ao uso poético das palavras, que tanto poetas, escritores e educadores fazem, tornando-as mágicas para seus leitores e alunos.
É muito importante para todo educador, seja pai ou professor, o funcionamento do cérebro e da aprendizagem a partir do uso da linguagem, seja ela verbal ou não-verbal.
Um vídeo e pesquisa que mostram que o cérebro e intertextual e mostra o poder das palavras e da contação de histórias, algo que os escritores, poetas e educadores já sabiam de forma intuitiva. :-)
Para mais detalhes sobre este significante estudo, que envolve não apenas educação, filosofia, arte, cultura, mas medicina, ciências, tecnologia, etc, o Educa Tube Brasil recomenda a leitura do artigo na íntegra, no link a seguir:

Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras

Na história da Humanidade, várias foram as formas de recriar a mitológica e bíblica Torre de Babel, local onde todos falavam a mesma língua. Uma das mais famosas talvez tenha sido o Esperanto, "língua artificial criada pelo médico e estudioso de línguas polonês Ludwig Lazar Zamenhof 1859-1917, por volta de 1887, para ser língua de comunicação internacional [Possui gramática muito simples e regular e utiliza as raízes das línguas europeias mais faladas, além de raízes latinas e gregas.]".
Com o avanço das tecnologias, cada vez mais chegamos próximo a uma linguagem universal, se não por uma web semântica, pelos simples tradutores online, que ainda precários, muitas vezes, permitem pessoas das mais variadas partes do globo terrestre, das maias variadas culturas e dialetos se comuniquem pela rede mundial de computadores, nossa Torre de Babel digital.
Ter um dicionário do cérebro, bem utilizado por pesquisadores e educadores, poderá não apenas mapear as reações dos cérebro às palavras, como proporcionar a estes meios de estabelecer estratégias de interação mais eficientes, geográfica e pedagogicamente falando, principalmente com pessoas que possuem deficiências ou limitações que impedem essa comunicação, tornando as palavras literalmente em magia...

Observação: Para ativar as legendas do vídeo "O dicionário do cérebro", basta clicar no ícone em forma de pagina com linhas, no canto inferior direito da janela do mesmo, e após no ícone da engrenagem para a tradução dessas legendas, escolhendo o idioma apropriado ao leitor.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

YouTube Educação: Todas as formas de ensinar; seu jeito de aprender




A imagem acima refere-se a PLATAFORMA YOUTUBE EDU!, que como o nome indica é canal de vídeos relativos à Educação, pertencente ao YouTube.
Um canal que se propõe ser um auxílio a "uma pesquisa para um projeto, precisando de ajuda em sua tarefa escolar ou apenas querendo aprender algo novo".
Conforme apresentação do canal: "Se você é professor, no YouTube Edu você poderá submeter suas videoaulas para publicação, ou ainda escolher outras aulas para utilizar com seus alunos! O projeto é uma parceria entre a Fundação Lemann e o Google, para a criação de uma página exclusiva do YouTube, na qual professores, gestores e alunos podem encontrar conteúdos educacionais gratuitos e de qualidade, em Português. A curadoria dos vídeos foi feita por professores especialistas e altamente capacitados, selecionados pelo Sistema de Ensino Poliedro e coordenados pela Fundação Lemann. Os conteúdos disponíveis são voltados para os níveis de Ensino Fundamental e Ensino Médio, englobando as disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências (Química, Física e Biologia), História, Geografia, Língua Espanhola e Língua Inglesa".
Abaixo, link para o referido canal:

PLATAFORMA YOUTUBE EDU

sábado, 19 de março de 2016

Kiddle: Google lança sistema de buscas de sites para crianças




A imagem acima, é do KIDDLE, que é o novo sistema de busca do Google, direcionado para crianças, que impede que as mesmas acessem algum conteúdo adulto.
Conforme o site Incrível:

"O Kiddle tem as mesmas opções do Google, mas adaptadas para crianças. Por exemplo, no lugar do fundo branco, exibe uma imagem espacial com um robô.
As três primeiras páginas exibidas pelo buscador são voltadas para crianças. As outras são mais direcionadas a adultos, mas são filtradas.
Um teste que o Educa Tube Brasil fez com o buscar, colocando a palavra "pornografia" comprovou a eficiência do site de buscas, por conta do bloqueio do referido tema.
Abaixo, link para o site de buscas direcionado às crianças:

KIDDLE

Abaixo, no link, um material complementar:

O guia completo para os pais que querem proteger os seus filhos na Internet

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

QEdu: Portal de dados que auxilia cidadão a acompanhar educação brasileira




A imagem acima, é do portal QEdu, que descobri via Canal do Ensino, e é uma iniciativa para ajuda o cidadão a acompanhar educação brasileira, através de dados variados como: Saeb, Ideb, Prova Brasil, Censo Escolar e outras metodologias de avaliação que o Brasil adota para medir a qualidade da educação no país.
Como destaca o Canal do Ensino: Para "facilitar o manuseio de dados oficiais, que são públicos, que a Fundação Lemann e a Meritt Informação Educacional produziram o QEdu , um sistema on-line em que o cidadão comum pode consultar, de maneira intuitiva, esses dados e acompanhar a evolução do ensino no Brasil".
Abaixo, link para o referido portal, necessitando um cadastro prévio para acesso aos dados:

QEdu

domingo, 2 de agosto de 2015

O Lego da Vida e os padrões de modularidade na natureza (Teoria em Construção)


O lego da vidaPesquisadores testam teoria da evolução para entender como surgem os módulos que constituem os vertebrados.

Posted by Pesquisa Fapesp on Quarta, 22 de julho de 2015


O vídeo acima Teoria em Cosntrução: O Lego da Vida, foi indicação via Facebook da colega e amiga Andrea Barreto, do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e editora do blog Dicas de Ciências.
Trata-se de breve vídeo com Fapesp, Gabriel Marroig, professor do Instituto de Biociências da USP e Diego Melo, doutorando no mesmo instituto, dois "Pesquisadores [que] testam teoria da evolução para entender como surgem os módulos que constituem os vertebrados".
Mais que isso, os pesquisadores tratam dos "padrões de modularidade que existe na natureza", pois bem destaca Marroig, do potno de vista da ciência semrpe é bom começar "do mais simples para o mais complicado", mais complexo.
Do ponto de vista da educação, em geral, tal princípio é idêntico, e o educador deve saber lidar com estes padrões de modularidade que existem no processo de ensino-aprendizagem, levando em conta o método intuitivo com o experimental, o teórico com o prático.
Pensando intuitivamente e posteriormente adaptando uma teoria como suporte ao fazer pedagógico foi que em 2013, justamente usando o conceito de "modularidade na literatura", evidentemente noutra área do conhecimento e igualmente, também intuitivamente buscando do "simples ao mais complexo", que o educador e escritor José Antonio Klaes Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, observando seu filho de 8 anos de idade, à época, que criou a oficina de criação literária, denominada LEGO POEMA, conforme link abaixo:

Lego Poema ou Poesia em Blocos: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento

sexta-feira, 27 de março de 2015

Ultrassom ou edição de imagens? Bebê de 14 semanas supostamente bate palmas em exame




O vídeo acima, Clap your hands, baby announcement, que descobri via Portal G1, cujo título da notícia é "Ultrassom mostra feto batendo palmas enquanto mãe canta".
Já na primeira visualização que fiz do referido vídeo, postado no You Tube dia 26/03/2015 e que já obteve até a publicação desta postagem mais de 146 mil visitas, tive a impressão matricial - nada jato de tinta ou laser, muito menos 3D - de que se tratava de edição de imagem.
Segundo a notícia e a apresentação do vídeo no You Tube, "Casal alega que ultrassom mostra seu bebê de 14 semanas batendo palmas enquanto a mulher e o médico cantam 'Se és feliz e sabes disso, bata palmas'".
O vídeo foi gravado e postado pelo pai, Jean Cardinal, que declarou: "The experience is one I'll never forget, the baby clapped three times, then the doctor rewound and scrubbed it while we sang. No mystery. It was amazing. Trolls won't get me down! " (A experiência é algo que nunca esquecerei, o bebê bateu três vezes, em seguida, o médico rebobinou (?) e esfregou-o enquanto cantamos. Não há nenhum mistério. Foi incrível. Trolls não vão me derrubar!). Tradução livre do blog.
Se for real, este bebê não nascerá com cordão umbilical, nem cabo USB, mas já com sistema sem fio (wi fi).
Brincadeiras a parte, segundo depoimento, nos comentários do You Tube, de Magd El Din M Aly, que se declara obstetra: "This is repetition of a single accidental movement (Esta é a repetição de um único movimento acidental!) E também tenho a mesma impressão "matricial"...
Um material para que educadores, sejam pais e/ou professores, refletirem com seus filhos e alunos sobre a autenticidade ou não do que é publicado no mundo virtual, sejam fotos, animações, vídeos, notícias etc, sugerindo pesquisas sobe os dados de uma notícia que foge ao convencional.
Mesmo que o fato, supostamente extraordinário, seja noticiado por uma site conhecido, a própria coluna de publicação, denominada "Planeta Bizarro", indica a classificação das imagens como algo fora do comum.
Apesar da cada vez maior precocidade das crianças, como no vídeo abaixo, em que Bebê ensina adulto a usar o iphone, há que sempre exercer a criticidade sobre tudo que é publicado no mundo digital:

Bebê ensina adulto a usar o iphone: aprendiz de feiticeiro?

Em contrapartida, sabemos também que existem recursos para editar duas ou mais fotos e dar a falsa impressão de movimento, o chamado GIF (imagem animada); assim como, a partir de um movimento único é possível fazer uma simulação maior. Comprovação disso é a junção da canção Brincadeira de Criança, da banda Molejo, com a dança e movimentos da boca do cantor Michael Jackson, dando a falsa impressão de que o segundo canta e dança a canção do primeiro, vide link abaixo, já publicado anteriormente neste blog:

Brincadeira de criança (música e edição de imagens)

Em vista de tudo, com a palavra os cineastas e os médicos...

quinta-feira, 13 de março de 2014

Alunos e Educadores Coletores e Fabris: Uma Odisseia no Tempo e Espaço da Educação

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O vídeo acima Primeiro Engenheiro, trata-se de cena do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, dirigido e produzido em 1968 por Stanley Kubrick (um ano antes do homem ir à Lua) e é um dos melhores filmes já feitos, pois mescla com perfeição o moderno com o clássico, o antigo e o novo, o antiquado e o inovador. Há cenas no filme dessa passagem dos primeiros primatas ao passeio em órbita, da música clássica à tecnologia dos satélites. Mas no caso específico desta postagem, o referido vídeo é meramente ilustrativo de uma fabulosa postagem feita em sua página do Facebook pelo colega José Carlos Antonio, educador educador de Santa Bárbara do Oeste, SP, Brasil e editor do blog Professor Digital, que reproduzo na íntegra (com imagem e texto), logo abaixo, sobre o que ele denomina "alunos-coletores e alunos-fabris", que serve também de reflexão sobre "professores-coletores e fabris":



ALUNOS-COLETORES E ALUNOS-FABRIS, POR JOSÉ CARLOS ANTONIO

A escola ainda não sabe ensinar seus alunos a "aprenderem como se aprende". Mas podemos lhe ensinar isso também. #Educação
Nossos alunos são "alunos-coletores" e nem chegaram ainda ao estágio de "alunos-fabris".
Deixei seis exercícios como tarefa para uma dada classe na semana anterior a do carnaval. Uma aluna "X" me manda um e-mail ontem, onze dias após a entrega da tarefa e a três dias da data de entrega, por intermédio do meu "plantão de dúvidas online", dizendo que não sabia fazer nenhum deles. Simples assim. Sem dúvidas, sem propostas de resolução, sem marcas de qualquer percurso anterior na busca de soluções.
Respondi dando novas instruções sobre o que ler, estudar e observar para que se tenha uma ideia sobre como fazê-los. Não tive nenhum retorno ainda... Desconfio que não terei e que a aluna "abandonará" a tarefa e ficará à espera de "respostas" coletadas de mim ou de outra fonte.
Não, isso não é uma crítica à aluna, mas sim ao sistema de ensino que a convenceu de que "resolver problemas é coletar respostas certas e entregá-las ao professor".
Em outra classe, outra aluna "Y", também tinha que resolver vários problemas. Para um deles ela encontrou uma resposta no Google que pensou que serviria e a entregou. Ficou brava quando descobriu que a resposta encontrada não era a do problema proposto e que o que ela deveria fazer era "construir uma solução para o seu problema" e não buscar uma resposta pronta, que nem sempre existe (na verdade, em situações realistas, elas quase nunca são encontradas "prontas").
Outra aluna "Z", da mesma classe da aluna "Y", propôs uma solução para o problema em classe. Verificamos que era uma solução possível e que, portanto, já não tínhamos mais um problema, pois agora tínhamos uma solução: o caminho para a resposta. A aluna "X" se rebelou de vez, pois agora já não tinha mais um problema e ainda tinha uma resposta que não servia antes e menos ainda serviria agora. Ela concluiu que seu trabalho de pesquisa fora inútil e que questões desse tipo, que exigem a construção de soluções, não são boas questões.
Que culpa tem a aluna "Y"? Nenhuma! Foi isso que ela aprendeu que era "aprender": dar respostas certas, encontradas já prontas, seja lá qual for a forma como elas são obtidas. E se não servirem como respostas é porque o problema está na pergunta ou em quem a faz.
E a aluna "Z" que resolveu o problema em sala? Porque não o resolveu em casa, quando poderia ter feito o mesmo raciocínio que fez em sala? Talvez porque tenha aprendido o mesmo que as alunas "X" e "Y" e somente agora lhe tenha caído a ficha de que ela mesma pode resolver seus problemas; que não precisa ser uma "aluna-coletora" e pode evoluir para uma nova raça de alunos: o "aluno-fabril", aquele que aprende a construir ferramentas (cognitivas) para resolver problemas práticos.
O ano sempre começa com uma multidão de Xs e Ys, alunos-coletores que, aos poucos, vão migrando para a espécie aluno-fabril dos Zs. É preciso ter paciência, persistência, metodologias diversas, didáticas e práticas inovadoras e, claro, um pouco de sorte para acompanhar essas transformações no tempo próprio de cada um, sem entrar em desespero. E, enquanto isso, professor... tome pragas e maldições.
Mas essa estória toda não é um desabafo, ela serve apenas para ilustrar nosso problema educacional: é preciso lutar muito para evoluir a nossa escola, que produz o aluno-coletor, para outra que produza o aluno-fabril. Imagine então a dificuldade que será criar uma escola que poderá leva-lo a tornar-se um aluno-sapiens-sapiens?
Mas é justamente isso que fazemos nós, os professores: transformamos pessoas e escolas!

Posteriormente, após comentários em sua página, José Carlos fez estes complementos:

Os professores coletores foram alunos coletores e agora reproduzem novos alunos coletores que, futuramente, podem vir a ser outro professores coletores. É preciso ir quebrando o ciclo, minando a estrutura, "transformando aos poucos". Por isso a escola é a rocha mais inercial que eu conheço.
Onde alguns veem abandono outros veem liberdade de cátedra; onde uns veem problemas outros veem desafios... Eu sempre fui do time desses "outros", por isso posso me dar ao luxo de não perder meu tempo reclamando de quem, de fato, não me governa.



BREVE REFLEXÃO DO EDUCA TUBE BRASIL:

Como bem afirma Rubem Alves: "O que marca o nascimento de um educador é ter olhos para ver o que nunca se viu." Ou se viu, não soube expressar de forma contundente e clara como faz José Carlos Antonio, em seu texto.
É público e notório que precisamos urgentemente reinventar a roda, a escola e a sociedade, para sair desse modelo de linha de produção, mecanicista e de memorização, que mesmo com o advento das tecnologias da informação e da comunicação ainda esta alicerçado no processo coletor de dados e não transformador de informação em conhecimento mútuo entre professores e alunos.
Há que se pensar e trabalhar o moderno e o clássico, e não o velho e o novo, mas o inovador e o antiquado nessa odisseia escolar, em que precisamos cada vez mais ver ela em 3D, ou seja, em suas três dimensões básicas: educacional, tecnológica e social.
Algo que vai além da discussão entre nativos e imigrantes digitais, mas de conteúdos e atividades relevantes ou descartáveis. Uma odisseia no Tempo e no Espaço Escolar que requer uma profunda reflexão.
Mais do que datashow, há que se pensar o "show datado" da mudança de equipamentos e tecnologias, mas a manutenção das mesmas metodologias para resolução de problemas tão complexos. O maior problema da educação só poderá ser resolvido pela própria educação. Não são problemas pontuais mas estruturais, que envolvem formação docente, capacitação continuada, infraestrutura, remuneração, plano de carreira, reconhecimento social, troca de experiências, avaliação e autoavaliação, crítica e autocrítica. Algo que o texto de José Carlos Antonio nos oferece, nos propõe e nos instiga...

Aproveito para recomendar, além do blog PROFESSOR DIGITAL, do colega José Carlos Antonio, outro belo texto, link abaixo:

A escola nativa digital e seus professores órfãos pedagógicos