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domingo, 17 de outubro de 2021
Aprenda Mais: plataforma do Ministério da Educação, que oferece 90 cursos gratuitos e autoinstrucionais, com o objetivo de capacitar estudantes
A imagem acima é da plataforma APRENDA MAIS, do Ministério da Educação do Brasil, e que descobri via postagem Instagram.
Trata-se de um espaço digital que oferece 90 cursos gratuitos e online, de forma autoinstrucional, em 12 áreas distintas do conhecimento, com o objetivo de capacitar mais de 820 mil estudantes até 2025.
Conforme matéria no Instagram do MEC:
"A Plataforma Aprenda Mais oferece cursos com uma média de 40 horas de duração, nas seguintes áreas de conhecimento: ambiente e saúde; ciências exatas; ciências humanas; desenvolvimento educacional e social; gestão e negócios; idiomas línguas e literatura; informação e comunicação; produção alimentícia; produção cultural e design; recursos naturais; segurança e turismo, hospitalidade e lazer."
Para acessar á plataforma, basta digitar no navegador o endereço “aprendamais.mec.gov.br” e lá fazer um cadastro para acesso ao ambiente virtual de aprendizagem.
É possível acessar com cadastro prévio, como visitante ou criando um cadastro, clicando no canto superior direito da página inicial da plataforma.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
Aula de natação em EAD: divertido e criativo vídeo em tempos olímpicos, pandêmicos e distópicos [Modernidade Líquida]
O vídeo acima, Natação EAD, descobri no Tik Tok com o título de "Aulas de natação em EAD", o que o torna mais irônico, divertido, criativo e crítico, levando-se em com esses tempos de Jogos Olímpicos, pandemia e quase distopia.
Fazer um paralelo entre a EAD, na natação como no ensino remoto ou híbrido, é bem pertinente, pois na prática, tem sido evidenciado que as tecnologias são auxiliares, ferramentas de apoio, mas não suprem o ensino presencial, tanto que a "modinha" do homescholling, que supunha-se que tomaria fôlego na pandemia, simplesmente sumiu da pauta de pais conservadores que insistiam no tema.
Negacionismo é não considerar a importância da educação em todos os sentidos, em desmerecer o papel social e essencial do bom educador que, como um bom treinador, dá suporte ao aluno [atleta do saber] em sua trajetórias nas escolas, em suas Olimpíadas do Conhecimento, através das diversas provas, atividades, trabalhos, interações. O bom aluno é como o atleta de alto rendimento: aquele que se dedica, estuda, treina em busca de melhores resultados, de bater seus próprios recordes.
A própria Educação Física é o exemplo mais cabal de que as tecnologias não substituem o fator humano, nem o convívio sociointerativo no plano presencial. O condicionamento físico [mente sã em corpo são], cada vez mais é uma necessidade diante de longo período de confinamento social.
Que a EAD foi importante nesse processo de ensino-aprendizagem durante a pandemia, é inegável, mas igualmente inegável que uma modalidade de ensino não é superior a outra, uma não anula a outra, e que, com a própria pandemia, muitos educadores puderam conhecer diversos recursos audiovisuais, digitais, portais, plataformas, aplicativos etc, que podem ser recursos interessantes, na pós-pandemia, nessa travessia entre as duas margens da educação: a presencial e a remota.
O ensino híbrido poderá ser essa "A Terceira Margem do Rio", alusão ao título do conto do escritor João Guimarães Rosa.
O humor é um grande recurso de crítico social, como são memes, tirinhas, HQs etc. E o referido audovisual se presta a essa breve reflexão que é um pequeno mergulho no ambiente educativo. E uma provocação socioeducacional nessa "Modernidade Líquida" que ficou evidenciada durante o período pandêmico em curso, e que Zygmunt Bauman teria muito refletido, se estivesse entre nós...
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 26 de junho de 2021
"O golpe na aula online!": audiovisual de humor para reflexão sobre a educação em tempos de pandemia, tecnologia remota, ensino híbrido etc
O vídeo acima, "O golpe na aula online!", é uma peça de humor que encontrei no Tik Tok e depois, pesquisando, achei no YouTube para carregar para meu blog educacional como forma de reflexão sobre educação, tecnologia e pandemia.
O vídeo mostra uma aula digital de um professor e seus alunos. É uma ironia, uma obra de humor e como tal precisa ser analisada em com contexto de pandemia que já dura mais de um ano e meio. Contexto esse que impactou por demais as relações interpessoais, principalmente no que tange o Planeta Educação.
Não estávamos preparados para enfrentar uma pandemia nessa escala mundial, ninguém estava. O mundo não estava preparado para isso. Entretanto, todos, de uma forma ou de outra, precisaram se readaptar, se reinventar, lembrando máxima do evolucionismo, atribuída a Darwin, mas que é de autoria de Leon C. Megginson, professor da Louisiana State University nos Estados Unidos, em que disse: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.
De fato, em plena pandemia, não apenas pessoas físicas, mas jurídicas, perceberam que sobreviveria não o mais forte, rico, inteligente, mas aquele que conseguisse se adaptar às transformações tecnológicas, sociais, políticas, econômicas. Antes da pandemia, já se tinha essa sensação, observando os impactos das TIC no cotidiano, mas era algo mais gradual e não em escala mundial como desde janeiro de 2020.
Professores, alunos, pais, trabalhadores em geral, a sociedade regional, nacional e mundial, todos precisaram rever seus conceitos e pré-conceitos sobre as tecnologias, sobre a própria educação. Ficou público e notório que nenhuma máquina e/ou Inteligência Artifical poderá substituir adequadamente o bom professor, o contato presencial, a empatia, a alteridade, as trocas de saberes na escola, na sala de aula ou em saídas de estudos. O homescholling provou isso, em discurso sem a devida prática, pois aprender em casa é algo acessório e complementar, jamais o principal no processo educacional. Assim como as máquinas, os aplicativos, os dispositivos eletrônicos são ferramentas de apoio, aliados ao processo de ensino-aprendizagem, mas não se autocontrolam, sem a intervenção humana, principalmente se não forem agregadados à experiência de vida, à bagagem sociocultural e afetiva do professor em diálogo com a do aluno.
Humor à parte, quem lida com educação a distância, quem é professor digital bem sabe a complexidade de "trocar o pneu com o caro em movimento", expressão muito utilizada em Lives sobre o tema de "educação na pandemia", pois envolve muito mais do que acesso à tecnologia, ao uso de dados pelo aluno e professor. Há que se ver que novas tecnologias requerem nvas metodologias, que o tempo e espaço digitais são totalmente diversos do tempo e espaço presencial. Que a conexão, a estrutura logística, que os equipamentos, aplicativos etc podem facilitar ou dificultar a vida escolar. Não basta apenas planejamento, há que se ter suporte técnico, formação continuada, espaço para trocas de saberes e resolução de problemas.
Enfim, a pandemia veio para mostrar muitas coisas referentes às relações humanas e também essas relações com a própria tecnologia digital, que poderá ser uma ótima aliada ou não, sem o devido planejamento, infraestrutura, adequação e readaptação a um novo modelo de ensino, seja remoto ou híbrido.
Há que se pensar em uma nova pedagogia, durante, e, principalmentem na pós-pandemia; já que não voltaremos á normalidade, quando tudo isso passar, como não retornamos ao mundo anterior à revolução francesa, à revolução industrial, ao 11 de setembro e muito mais... O mundo mudou e precisamos mudar, como disse ex-presidente norte-americano. Frase que dialoga com as ideias do professor Megginson, que se comunicam com as de Darwin e assim por diante...
O vídeo acima, poderá ser utilizado numa dinâmica de grupo, justamente para promover um debate entre professores, professore e alunos, professores e comunidade escolar sobre a Educação 3.0, muito além da pandemia.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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sábado, 27 de fevereiro de 2021
Whiteboard: lousa branca digital para aulas online mais criativas e interativas via aplicativo Microsoft Teams [e JamBoard do Google Drive]
O vídeo acima, Microsoft Teams: Whiteboard, encontrei no YouTube e é um ótima recursos para tornar as aulas online, mais criativas e interativas, através do aplicativo Microsoft Teams, pois ele este recurso (lousa branca) já vem inserido no mesmo, permitindo que o professor possa utilizar vídeos, textos, imagens, animações etc em suas intervenções digitais.
A lousa branca permite que um professor insera uma rquivo em PDF e use a caneta e marca texto digital, para destacar, selecionar, digitar sobre o material, dinamizando sua aula virtual, seja em produção textual, matemática, artes etc.
É um recurso de fácil utilização, por ser intuitivo, como o é um paint brush, só que com maiores funcionalidades para dinamizar as aulas remotas do professor digital, permitindo que o aluno também interaja com a mesma, a partir de permissões que o educador dê aos que estarão acompanhando aquela atividade.
O vídeo em questão é bem didático e recomendo também outro, sobre o mesmo tema (lousa digital), logo a seguir:
Em tempo: Quem quiser utilizar um recursos semelhante, tem a JAMBOARD, a lousa digital do Google, dentro do Google Drive / Gmail, que indico vídeo logo abaixo:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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sexta-feira, 24 de julho de 2020
Como ver animais em 3D pela casa usando a realidade aumentada do Google Pesquisa para fazer criativas projeções e expedições entre o mundo real e o virtual
O vídeo acima, Como ver animais em 3D? - Google usa realidade aumentada para criar projeções, achei no YouTube no canal Tecnologia Descomplicada, depois de receber um outro semelhante, enviado por minha prima Rejane Klaes, via WhatsApp.
Trata-se de recurso do Google, através de seu instrumento de pesquisa, sem a necessidade de fazer download de nenhum, apenas o navegador, onde se coloca o nome de certos animais como tubarão, dinossauro, gato, leão cachorro etc, e dentre as opções, surge a "Veja em 3D" que permite projetar, girar ou aproximar essa imagem via câmera do celular em formato realidade aumentada, proporcionando a criação de fotos e vídeos criativos dentro de casa ou noutros ambientes, desde que o smartphone tenha sistema Android ou iOS compatível com RA da Google, nos formatos ARCore ou ARKit.
Conforme o Tecnologia Descomplica, a lista de animais em 3D que aparecem no Google inclui os seguintes animais:
terrestres: tigre, panda, leopardo, leão, guepardo, cabra, cavalo, urso, lobo, pônei, guaxinim, veado-de-cauda-branca, ouriço-terrestre, píton-real;
aquáticos: pato-real, jacaré norte-americano, tubarão-branco, tartaruga-verde, polvo comum, peixe-diabo-negro;
aves: arara, pinguim-imperador, águia;
domésticos: rottweiler, gato, buldogue francês, pug, golden retriever, zwergspitz;
dinossauros: Tiranossauro Rex, Velociraptor, Triceratops, Espinossauro, Estegossauro, Braquiossauro, Anquilossauro, Dilophosaurus, Pteranodon e Parasaurolophus.
Ótimo material para professores de Ciências em geral e de Biologia em especial, além dos de Artes, História, Literatura, para as contações de histórias com crianças e jovens e muito mais.
Observação: Caso em seu celular não apareça tal recurso, provavelmente seu equipamento não seja compatível com esse recurso.
Aproveitando o tema da Realidade Aumentada (elementos virtuais que aparecem em nosso mundo), trago um vídeo interessantíssimo de Heryk Slawski, do canal Sisqualis / Google for Education, sobre Realidade Virtual (experiência imersiva em outro mundo) que é proporcionada pelo Google Expeditions, em um minicurso, intitulado Da Lua ao Fundo do Mar, que permite expedições em sala de aula, usando o celular que tenha o giroscópio, um sensor de movimento, sendo possível baixar para o celular os app's Google Cardboard (para visualizar conteúdo) e Câmera Cardboard (para fotografar paisagens), sendo necessário ter o Cardboard para fazer o pareamento com o celular:
Duas formas, uma mais simples e outra que requer um equipamento adicional, mas ambas proporcionam expedições divertidas, criativas e relevantes ao mundo virtual e à realidade aumentada. Um ótimo recurso para utilização, tanto nesses tempos de confinamento e distanciamento social, como quando do retorno às aulas presenciais.
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quinta-feira, 15 de junho de 2017
Filosofia na Educação: curso gratuito e online da USP, dirigido a educadores
O vídeo acima, trata-se do primeiro de um total de 28, do Curso online e gratuito FILOSOFIA NA EDUCAÇÃO, disponibilizado no You Tube pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a Univesp, que é vinculada à USP - Universidade de São Paulo e que descobri no Twitter da colega e amiga Christiane Angelotti, que é editora de livros de literatura Infantojuvenil, de Educação e Publisher no site educativo Para Educar, de São Paulo (SP), Brasil.
Segundo a apresentação do mesmo, o curso tem como Objetivos da disciplina: "Oferecer aos participantes informações relativas a entendimentos do que seja Filosofia e relativas à relação entre Filosofia e Educação".
Conforme o Canal do Ensino: "O método do curso de Filosofia da Educação é o de Licenciatura, sendo o professor coordenador da disciplina o prof. Marco Antônio Lorieri. O objetivo da matéria é falar sobre a Filosofia e seu relacionamento estreito com a educação, além de trazer conhecimento base para aqueles que não possuem conhecimentos profundos sobre a filosofia".
Abaixo, o lista das 28 aulas que podem ser acessados pelo You Tube, através do canal de vídeo da UNIVESP:
Aulas 1 e 2– O que entender por Filosofia part.1 e 2
Aulas 3 e 4 – Relação Filosofia e Educação part. 1 e 2
Aulas 5 e 6 – A Filosofia que pensa a Educação part. 1 e 2
Aulas 7, 8, 9 e 10 – Antropologia filosófica e Educação part. 1, 2, 3 e 4
Aulas 11, 12, 13, e 14 – Teoria do Conhecimento e Educação part. 1, 2, 3 e 4
Aula 15 – O Ethos é a morada do homem
Aula 16 – Caráter reflexivo da ética
Aula 17 – Felicidade: O outro nome do bem comum
Aula 18 – Ética no contexto escolar
Aulas 19, 20, 21 e 22 – Política e educação part. 1, 2, 3 e 4
Aulas 23, 24,25 e 26 – Estética part. 1, 2, 3 e 4
Aula 27 – Retomada articulada dos conteúdos trabalhados nas aulas de…
Aula 28 – Retomada articulada dos conteúdos trabalhados nas aulas de…
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
EAD como alternativa de estudo para pessoas com deficiência, via Canal Futura
O vídeo acima EAD é uma alternativa para pessoas com deficiência, do Jornal Futura, do Canal Futura, como o próprio título indica, destaca a importância de ambientes de educação a distância, que permite o estudo de pessoas portadoras de alguma necessidade especial.
Um bom material para desmistificar a própria EAD, e mostrar a questão da acessibilidade, interatividade.
Graças ao conceito de acessibilidade, muitos recursos do cotidiano, tela touch, teclado virtual, sintetizador de voz, sensores de movimentos, etc foram pensados primeiros na área educação especial e hoje estão incorporados ao ambiente dos jogos eletrônicos, automóveis, telefones celulares etc.
Conforme apresentação do vídeo, no Canal Futura:
"Um curso à distância pode ser uma porta de entrada para a pessoa com deficiência que busca ingressar no mercado de trabalho e precisa de uma especialização. As reservas com relação aos cursos à distância já diminuíram consideravelmente, até porque o número de instituições que oferecem essa modalidade de ensino é cada vez maior. É um fato que a tecnologia é um meio de integração e garantia de acesso à educação, especialmente para pessoas com algum tipo de necessidade especial. Recursos como leitores de tela para pessoas com deficiência visual, intérprete de libras para surdos, por exemplo, facilitam a vida de jovens e adultos que desejam o diploma universitário. Outra coisa é fato: é preciso investir em novas tecnologias e aprimorar a já existente. Aqui no Brasil, rádio, televisão e o sistema de correspondências já foram meios utilizados para se obter diferentes níveis de formação. Hoje o que se fazia em grupos fechados se abriu para o mundo graças à internet. Segundo a Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), o nosso país é o único que acompanha o crescimento do mercado EAD, mas sabe-se que as instituições on line crescem, principalmente no âmbito privado, no mercado norte-americano, por exemplo".
E o conceito de EAD não precisa apenas se restringir a portais institucionais. O blog educacional pode ser um pequeno ambiente de EAD, permitindo que professores e alunos possam interagir de forma restrita entre eles (através da permissão estrita aos integrantes do blog), ou entre professores, alunos e comunidade, seu o conteúdo do blog for disponibilizado do forma aberta, pública, a todos.
Muitos educadores (blogueiros educacionais) tornaram-se direta ou indiretamente, através de seus blogs, formadores à distância, quando publicam suas práticas escolares, suas reflexões e interagem com seus visitantes. E o blog, por ser de simples uso e manutenção, permite essa interação entre escola e sociedade.
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sexta-feira, 22 de julho de 2016
A evolução da tecnologia através dos videogames: uma breve reflexão
O vídeo acima A evolução dos games de F1, encontrei no Facebook do amigo Savio Machado, de Pelotas (RS), Brasil e trata-se de ótimo material audiovisual para discutir os avanços tecnológicos .
É inegável o quanto a tecnologia deu um grande salto, desde os anos 1970, quando muitas das ideias que vagavam pela ficção científica e hoje vagam pelo cotidiano. Seriados de TV, filmes, desenhos animados, HQs etc, traziam ideias incríveis para o futuro, pós ano 2000. Muitas delas já existem e foram até superadas (como os jogos eletrônicos acima), outras estão a caminho, algumas precisarão de mais tempo.
Lembro-me de nos anos 1970, em programa televisivo dominical, uma reportagem falava de estudos em universidades norte-americanas de digitalizar ruas de cidades, algo que hoje é corriqueiro em videogames como GTA, Driver e outros. Naquela época era algo ainda incipiente, coisa de ficção científica. Imaginem então pensar tamanha tecnologia para a época ser pensada em jogos eletrônicos em que se pode visitar cidades sem sair de casa, jogos de estratégia que restauram ambientes históricos com incrível precisão, sem falar em todas essas possibilidades, através da VR (realidade virtual e a realidade aumentada).
Abaixo, um outro vídeo "Top 20 NEW PlayStation VR Games You NEED To Look Forward To look forward to in 2016 and beyond", que mostra as novas possibilidades a partir de um incrível realismo das imagens que confundem o espectador desavisado, tomando a cópia pelo original:
Os jogos eletrônicos e a tecnologia da realidade virtual poderão revolucionar a educação, seja na forma presencial como à distância, permitindo uma comunicação entre professores e alunos, simulando qualquer ambiente pedagógico e conteúdo educacional, proporcionando expedições virtuais e estudos de casos em tempo real, online ou não.
Alguns céticos dirão que tudo isso é idealização, sonho, como eu pensei, quando menino, nos anos 1970, até tornar-se realidade virtual, aumentada e real no cotidiano dos jovens da atualidade. Entretanto, a tecnologia avançou demais, e a educação precisa acompanhar esse desenvolvimento, pois se a TV, o telefone, a própria internet mudaram demais dos anos 1970 para cá, a educação em si, continua ainda muito vinculada a "dogmas" e "tradições" do século XIX, tanto na estrutura física como em metodologias e didáticas. Lógicos que existem educadores e escolas que já estão no século XXI, em didáticas e metodologias avançadas, usando ou não as TIC, mídias e redes sociais, mas são casos pontuais e nem tanto estruturais.
A Finlândia é ainda a exceção à regra... O aluno deve ser o centro da escola, mas muitas vezes o universo jovem é desconhecido pelos educadores e gestores escolares, que na dúvida, preferem proibir fones celulares e outros aparatos tecnológicos corriqueiros para o alunado, fora do espaço escolar. Conhecer este mundo, estabelecer um diálogo do passado com o presente, destacar o que cada geração tem de melhor, debater possibilidades de ações coletivas são caminhos que podem transformar as pessoas mais que seus equipamentos.
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quarta-feira, 16 de março de 2016
Mídias na Educação (Conteúdo dos ciclos disponível gratuitamente no portal do MEC)
A imagem acima é da área de acesso aos conteúdos dos ciclos (básico,intermediário e avançado) do CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO, oferecido pela MEC (Ministério da Educação do Brasil) aos professores da rede pública e que podem ser acessados e baixados gratuitamente no link a seguir:
MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - CONTEÚDO DOS MÓDULOS
O conteúdo é ótimo e pode servir de apoio ao professor no uso criativo das mídias no seu fazer pedagógico.
Para os professores que desejam a certificação, faz-se necessário primeiro efetuar a inscrição, que inicia no ciclo básico, vai para o intermediário e depois torna-se especialização no ciclo avançado.
Abaixo segue maiores informações sobre o referido curso, objetivos, conteúdo, instituições participantes e email de contato:
"Mídias na Educação é um programa de educação a distância, com estrutura modular, que visa proporcionar formação continuada para o uso pedagógico das diferentes tecnologias da informação e da comunicação – TV e vídeo, informática, rádio e impresso.O público-alvo prioritário são os professores da educação básica.
Há três níveis de certificação, que constituem ciclos de estudo: o básico, de extensão, com 120 horas de duração; o intermediário, de aperfeiçoamento, com 180 horas; e o avançado, de especialização, com 360 horas.
O programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed), em parceria com secretarias de educação e universidades públicas – responsáveis pela produção, oferta e certificação dos módulos e pela seleção e capacitação de tutores.
Entre os objetivos do programa estão: destacar as linguagens de comunicação mais adequadas aos processos de ensino e aprendizagem; incorporar programas da Seed (TV Escola, Proinfo, Rádio Escola, Rived), das instituições de ensino superior e das secretarias estaduais e municipais de educação no projeto político-pedagógico da escola e desenvolver estratégias de autoria e de formação do leitor crítico nas diferentes mídias".
INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES
Contato via email: midia.educacao@mec.gov.br
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Curso de Gestão de Sala de Aula para professores da rede pública (gratuito e online)
O vídeo acima Curso Gestão de Sala de Aula para professores, descobri no Twitter e é destinado a educadores do ensino básico da rede pública do Brasil, com inscrições abertas até 12 de agosto de 2015, online e gratuito. Período das aulas: 15/08 a 04/12/15.
O objetivo do Curso, promovido pela Fundação Lehmann, é a "Formação de professores com foco na prática em sala de aula".
Aos interessados, maiores informações no link abaixo:
CURSO GESTÃO DA SALA DE AULA
Pensando a gestão da sala de aula em suas variados possibilidades, o Educa Tube indica o ótimo vídeo (logo abaixo) Gestão da sala de aula, que trata-se de entrevista/conversa da Univesp TV, entre o jornalista "Ederson Granetto e o professor Celso dos Santos Vasconcellos sobre as estratégias para a gestão da sala de aula e a importância da relação aluno-professor para ampliar a participação dos alunos na sala que leva à construção do conhecimento".
Celso Vasconcelos destaca as três grandes dimensões da educação: o trabalho com o conhecimento, a organização da coletividade (organização da disciplina em sala de aula) e relacionamento interpessoal.
Um ótimo material para refletir sobre a Educação 3D, ou seja, as três grandes dimensões do saber que são a gestão de espaço, tempo e atores sociais em uma comunidade escolar e social.
Para acompanhar o trabalho do professor Celso Vasconcellos, o Educa Tube Brasil recomenda o link abaixo, para o sítio do referido educador:
CELSO VASCONCELLOS - PORTAL
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sábado, 18 de abril de 2015
Caracteristicas de um docente em educação virtual, pelo prof. Ángel Valentin
O vídeo acima, Caracteristicas de un docente en educación virtual, desocbri via Twitter do colega e amigo Francisco Velasquez, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e trata-se de fala do professor Àngel Valentin sobre a capacidade do educador se comunicar no ambiente virtual, por forma escrita, o que normalmente no ambiente presencial ocorre pela fala, e que requer novas estratégias lingúísticas, pois tempo e espaços digitais são diferenciados. Requer um feed back maior.
Já declarou Pierre Lévy que virtual é o potencialmente real.
Uma atividade, tanto no mundo presencial como no digital, se elaborada de forma dinâmica, em que promova a troca de informação por copnhecimento, modula esse tempo e espaço. As coisas podem passar mais rápido ou se arastar, dependendo do conteúdo a ser disponibilizado e explorado.
Para coorborar com a fala do professor Àngel Valentin, recomendo link abaixo, de postagem antiga no Educa Tube, em que destaca justamente o pensamento do escritor de ficção científica Isaac Asimov, prevendo o impacto da Internet na sociedade do futuro e na educação em geral.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Isaac Asimov mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc."
Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet na sociedade e na educação
Para completas esta postagem, requer pensar que independente do espaço e tem po educacionais, se presenciais ou digitais, o mais importante sempre será a metodologia e a didática empregadas pelos educadores e neste ponto, a emoção, o afeto, o exemplo são essenciais para promover esta empatia, e o link abaixo, do portal Universidad 3.0, que traz uma notícia que também corrobora com as palavras de Ángel Valentin e Isaac Asimov:
La neurociencia demuestra que el elemento esencial en el aprendizaje es la emoción
Francisco Velasquez @professorcronus
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Educação e ciência a todo o Mundo e quase sem custos, via Internet
O vídeo acima Internet abre educação e ciência a todo o Mundo e quase sem custos, encontrei via Twitter de Jorge F. Borges, editor do blog TIC, Educação e Web.
Trata-se de reportagem do programa Learning World ("Mundo a Aprender"), do canal Euronews, com tradução do português de Portugal,que visitou Reino Unido, Grécia, Estados Unidos e Egito, para analisar "As novas tecnologias [que] têm vindo a invadir de forma progressiva as salas de aula nas últimas décadas. Já são muitos, aliás, os cursos que se podem tirar à distância, por exemplo, via vídeo-conferência. O ensino tradicional é ainda, contudo, a prioridade e, em tempos de crise, as despesas com livros e material são uma das maiores dores de cabeça para pais e estudantes. Mas… e se toda a informação necessária para o ensino fosse disponibilizada gratuitamente, sem restrições de tempo ou espaço, apenas dependente de uma ligação à internet?".
Outro conceito é de conhecimento aberto, não apenas versões pagas restritas pela conta de direitos autorais, mas disponíveis a todos, bastando um simples clique na tela. Algo que de fato está revolucionando a aprendizagem e a própria sociedade, mas ainda é um caminho longo, árduo e que requer investimentos, principalmente nesse espírito de comunidade, de trocas, de aprendizagens mutuas em que todos podem ensinar e aprender com todos (algo bem freireano, para citar o educador brasileiro Paulo Freire e seu pensamento por uma Pedagogia da Autonomia).
O referido programa aborda temos como o Open Book (livro aberto, plataforma aberta de publicação de trabalhos), Wikipedia (a enciclopédia digital, coletiva, online e gratuita), o compartilhamento de pesquisas e informações no mundo virtual, os videogames como recursos pedagógicos etc.
São apresentadas "três reportagens que mostram ser possível aprender, ensinar ou aprofundar os conhecimentos científicos sem ser necessário pagar pelos tradicionais livros didáticos ou monografias especializadas. Basta uma ligação à internet".
Ligação esta que ainda encontra-se precária na maioria das escolas de países chamados emergentes, como o próprio Brasil, em que o custo é alto e a velocidade é lenta, quando deveria ser justamente o contrário: baixo preço e alta velocidade para surtir de fato efeito na sala de aula, na escola e fora dela. Algo que precisa ser mudado na lógica da ele lógica, sem fio ou não...
Conforme mostra o vídeo: "Desde 2008 – curiosamente no início da crise global que mergulhou boa parte do Mundo desenvolvido na austeridade – um grupo de acadêmicos dedicou-se a uma nova plataforma de estudo gratuito pela internet. Chamaram-lhe "Open Book Publishers" (em tradução livre: "Editores Livro Aberto"). Já tem mais de 40 títulos publicados e alguns de autores bem conhecidos, como é o caso de Noam Chomsky (linguísta, filósofo e ativista político norte-americano). É usada em salas de aula de mais de 120 países, muitos deles subdesenvolvidos. Na Grécia, um dos países mais pressionados pela crise global, a “Open Book” é um sucesso. Veja acima porquê".
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Construa uma Escola na Nuvem: O Desafio de Sugata Mitra
O vídeo acima Construa uma Escola na Nuvem, descobri nas redes sociais e trata-se de apresentação ao TED 2013 do pesquisador educacional Sugata Mitra, reconhecido mundialmente por conta de seu projeto Buraco no Muro, em que colocou um computador com internet entre o muro que separava a empresa em que trabalhava e uma das maiores favelas de Nova Deli, Índia, observando os resultados da interação de crianças com equipamento e língua (inglesa) que desconheciam. Uma metodologia que Mitra denominou de Ambientes de Aprendizado Auto-Organizáveis (AAAO) em que as crianças são convidadas ao desafio de aprenderem sozinhas - sem o auxílio direto de um professor - mas interagindo uns com os outros, ensinando e aprendendo de forma coletiva.
No vídeo em questão, mais que uma proposta, trata-se de um desafio que Mitra pede ao público: "ajudem-me a projetar a Escola na Nuvem, um laboratório de ensino na Índia, onde crianças podem explorar e aprender umas com as outras - usando recursos e monitoria da nuvem".
Sua fala inicia com um questionamento essencial neste século XXI: "Qual o futuro da aprendizagem?" E em seguida rememora a história da educação e da escola, considerando a primeira como a grande máquina administrativa burocrática criada pelo império britânico, 330 anos atrás e que ainda continua atual e imutável sob diversos aspectos, dentre eles, de que a escola continua sendo a máquina feita para produzir pessoas para a outra máquina, uma engrenagem social, que me lembrou o documentário Escolarizando o mundo: o último fardo do homem branco.
Mitra, em sua fala, declara algo que todos sabemos: a está escola obsoleta e sistema de ensino desatualizado. Espaço e tempo escolar do século XXI ainda tenta reproduzir espaço e tempo do século XIX e as TIC, ainda, penso eu, são vistas como ferramentas de repetição, mecanismos de robotização e nem tanto de criação. Prova disso está na assertiva de Sugata de que é preciso "saber ler com discernimento", pois do livro impreso ao e-book, ainda falta ler e interpretar um texto - independente do veículo em que está expresso - de forma clara, o que nem sempre ocorre, haja a vista as falsas polêmicas que ocorrem no cotidiano, fruto de leituras rasas sobre temas complexos.
Há de fato que a "educação preparar pessoas para um mundo que ainda não existe, para trabalhos que ainda não foram inventados" e equipamentos que ainda são ficção científica. E para isso, o sistema de ensino, a escola, os gestores públicos e escolares, os professores e a comunidade escolar precisam dialogar, conhecer uns aos outros, sem o qual será impossível estes desafios serem superados.
Pensar a escola na nuvem, perdoem-me o trocadilho, mas parece algo ainda nebuloso para boa parte dos educadores que ainda resistem a utilizar as TIC - Tecnologias da Informação e da Educação de forma pedagógica e não apenas recreativa em seu fazer pedagógico.
Mas a ideia que Sugata Mitra, a partir de suas experiências, nos brinda é de que ocorre "o aprendizado como o produto da auto-organização educacional" também, quando crianças e jovens, e também adultos são desafiados a tarefas em grupo, utilizando o que alguns denominam de "inteligência coletiva" que é essa soma de saberes que se organizam através de trocas de informações que gerem conhecimento mútuo. Algo extremamente relevante em um modelo civilizatório, ás vezes excludente, individualizante e consumista.
Há que se ter, apesar disso, o incentivo do professor para que esse processo seja acompanhado, como o próprio Mitra o fez, para que possa ser avaliado e dado continuidade... Afinal, já dizia Paulo Freire: "Ninguém nasce feito, é experimentando-nos no mundo que nós nos fazemos" e conforme texto atribuído ao escritor José Saramago: "Sabemos muito mais do que julgamos, podemos muito mais do que imaginamos".
Construir uma Escola na Nuvem é um dos grandes desafios da educação do século XXI, a medida que possibilita uma interação ampla, além do espaço e tempo tradicionais, permitindo que o professor crie pastas e material pedagógico para ser utilizado extraclasse e extracurricularmente em proveito de todos, estimulando estas trocas de saberes entre alunos, professores, escola e comunidade escolar. Imaginem disponibilizar vídeos e áudios, imagens e textos e tudo mais, produzido no ambiente escolar e fora dele, não apenas aos alunos, mas a outros professores da escola e inclusive aos pais e/ou responsáveis pelos alunos, que poderão não apenas acompanhar o processo de desenvolvimento escolar do aluno, como faz parte deste processo de escolarização além da própria escola, no ambiente familiar. Algo desafiador e inspirador, que Sugata Mitra nos convida a construir coletivamente, mundo afora.
Observação: Ativem legendas na barra inferior esquerda da janela do vídeo acima.
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quarta-feira, 26 de março de 2014
VRUM: Aprendendo Sobre o Trânsito (jogo educacional brasileiro)
O vídeo e a imagem acima são do jogo educacional brasileiro VRUM: Aprendendo Sobre o Trânsito, que descobri através do portal UOL Educação: "(...) o game ensina a maneira certa de agir em diversas situações da vida no trânsito. O enredo do jogo acompanha um jovem que acaba de completar 18 anos e precisa tirar sua primeira habilitação. O jogador irá participar de aulas na autoescola, exames no Departamento Nacional de Trânsito (Detran) e, quando conseguir sua permissão para dirigir, vai realizar diversas missões pela cidade vivenciando o trânsito. Voltado para alunos da 6ª a 9ª séries do ensino fundamental, todo o conteúdo é baseado nas Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito do Denatran".
Conforme dados no próprio portal do jogo: "VRUM - Aprendendo sobre o trânsito é um jogo digital de caráter educativo que possibilita a crianças e adolescentes absorverem as principais regras de trânsito de forma divertida e intuitiva. Seu conteúdo é baseado nas Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) especificamente para os alunos da 6ª a 9ª séries do ensino fundamental. O jogo utiliza estratégia de simulação em ambiente tridimensional colocando o jogador em situações da vida real como pedestre, motociclista e motorista. O jogador terá que reagir às situações seguindo as regras de trânsito enquanto cumpre missões espalhadas pela cidade fictícia de Santa Fé".
VRUM foi premiado internacionalmente: "(...) foi o único game brasileiro entre os vencedores do 2013 International Serious Play Award, prêmio que elege os melhores jogos e simuladores voltados a educação do planeta".
Quanto ao conteúdo educativo: "O jogo VRUM apresenta um amplo conteúdo educativo relacionado ao trânsito, transmitindo ao jogador, de forma divertida, mais de 30 regras de trânsito além de estimular a reflexão sobre os diversos aspectos de trânsito, com foco na construção de uma cultura de paz no espaço público e do respeito entre todos os componentes do trânsito".
É possível baixar uma versão Demo gratuita no nos links abaixo:
BAIXAKI
TECHTUDO
ZIGG
SUPERDOWNLOADS
Para baixar versão integral é necessário uma licença. Tal ativação pode ser feita pelo Manual de Instruções (clique aqui), requerendo conexão com a internet.
Para instalar o jogo, você precisa de um computador com as seguintes configurações mínimas: Processador: Dual Core de 2 GHz (ou superior); Memória RAM: 2 Gb (ou superior); Resolução de vídeo: 1024 x 768 (ou superior); Placa de vídeo (on board ou off board): 256 Mb (ou superior); Espaço livre em disco: 1 Gb; Sistema Operacional: Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 (versões MAC-OS e Linux estarão disponíveis em breve).
Maiores informações, acesse o portal do jogo, no link abaixo:
VRUM: APRENDENDO SOBRE O TRÂNSITO - JOGO EDUCACIONAL
Um jogo que o Educa Tube Brasil recomenda, pois diferente da lógica de outros games por ai, estes se você comete infrações de trânsito é penalizado e não o contrário, como nos demais. Um jogo que educa para o bom convívio em sociedade.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Tabela Periódica em 118 vídeos produzidos pelos professores da Universidade de Nottingham
A imagem acima, trata-se de ótima iniciativa dos professores da Universidade de Nottingham, Inglaterra, de elaborarem 118 vídeos com todos os elementos da TABELA PERIÓDICA, e que descobri graças ao portal Canal do Ensino: Guia de Educação.
O material foi produzido pelo jornalista Brady Haran e outros químicos que trabalham na Universidade de Nottingham, e disponibilizados ao mundo.
Os vídeos tem duração de em torno de cinco minutos cada e ao serem ativados é possível na função CC (closed caption ou legenda oculta) trocar o idioma das legendas. Um ótimo conteúdo para professores e alunos de Química.
Para assistir aos vídeos, basta clicar no link abaixo:
TABELA PERIÓDICA EM 118 VÍDEOS
Abaixo, um dos vídeos do acervo digital, sobre o elemento químico Hélio:
A seguir, link para o canal de vídeos Periodic Videos, no You Tube:
TABELA PERIÓDICA EM VÍDEOS
domingo, 25 de agosto de 2013
Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet na sociedade e na educação
O interessante vídeo acima Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet, descobri por acaso no You Tube, mas é um ótimo material para reflexão sobre tecnologia, educação e sociedade.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Isaac Asimov mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc."
Isaac Asimov, autor de livros como Eu Robô (adaptados para o cinema) entre outros sucesso, consegue com muita propriedade analisar as implicações inter, multi e transdisciplinares da tecnologia na educação, quando diz que cada aluno teria a sua escola particular (via internet, fazendo suas pesquisas), surgindo disciplinas novas como "física esportiva", aprendendo uns com os outros, além da escola, da sala de aula e do professor. Diz ainda que educação não é um processo por terminar, que ele é contínuo, o que vem ao encontro de Paulo Freire e sua Pedagogia da Autonomia, quando disse que "educar é ter a consciência do inacabamento", pois tanto aluno como professores precisam aprender a aprender sempre.
A educação e a sociedade precisam aprender com a ficção científica, incorporando conceitos que já foram futuristas, mas hoje já fazem parte do cotidiano. Se a tecnologia já atingiu, está para atingir e em alguns casos já ultrapassou os limites da ficção científica, tornando-se parte deste cotidiano, como a internet, o telefone celular, a TV digital, os videogames com sensor de movimento etc; por outro lado, a educação ainda precisa se reinventar para chegar ao patamar pensado por escritores de ficção, cientistas, educadores e outros pensadores.
Ainda temos alunos robotizados na sala de aula e máquinas sendo tratados como seres humanos, em que travamos diálogos mecânicos em bancos, lojas, supermercados e outros locais. Precisamos inverter esta "rede lógica", pensando a tecnologia educacional também como ferramenta de inclusão social.
Dentro do tema da internet, indico abaixo, vídeo com a canção Pela internet, de Gilberto Gil, que é uma criativa e bem humorada releitura deste tema.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Telecursos (Ensino Fundamental e Médio) - Canal de Vídeos no You Tube
Imagem acima do Canal de Vídeos no You Tube que contém os Telecursos de Ensino Fundamental e Médio, veiculados pela televisão aberta, e que podem ser acessados, clicando no link abaixo:
TELECURSOS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Um canal com mais de 9 mil inscritos, mais de 22 milhões de visitas e mais de 1.800 vídeos que podem ser encontrados na guia PESQUISAR, bastando colocar nome da disciplina.
Uma ótima oportunidade de complementar os estudos e/ou de aprender à distância.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
e-Unicamp: conteúdo digital
A imagem acima, trata-se do portal e-Unicamp: conteúdo digital, que foi indicação via Facebook da colega e amiga Márcia Cristina Alves, educadora do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, representante do Rioeduca.net, da 9ª CRE - SME - RJ.
O portal tem diversos vídeos, como o I Feel Good (logo abaixo), que trata-se de apresentação de música, realizada para a disciplina Atividade Rítmica/Dança, pelo Professor Odilon José Roble. Módulo II, RedeFor.
Sobre o Portal:
O Portal e-Unicamp foi concebido com o objetivo de disseminar o conhecimento gerado pela Instituição por meio da disponibilização de vídeos, animações, simulações, ilustrações e aulas, materiais criados pelos próprios professores da Unicamp e de acesso livre ao público. O projeto é resultado de esforço relevante, no sentido de aproximar a comunidade da produção técnico-científica que as disciplinas dos cursos de graduação da Unicamp refletem.
O Portal e-Unicamp foi desenvolvido com o intuito de impulsionar o uso de tecnologias educacionais que permitem a criação de novos relacionamentos entre professores, alunos e a comunidade em geral, visando a instigar a aprendizagem e disseminar o conhecimento a todos de forma simples e gratuita.
Todo o conteúdo disponível no Portal estará sob licença do Creative Commons e das condições estabelecidas pela Lei 9.610/98 quanto aos direitos autorais.
O acesso aos materiais poderá ser feito de forma livre e sem custo. Não há necessidade de se inscrever ou de outras formalidades, mas somente observar e estar de acordo com as condições previstas nos Termos de Uso. No entanto, não inclui a assistência dos autores para esclarecer eventuais dúvidas, e as informações apresentadas podem não refletir o amplo conteúdo das disciplinas.
A oferta, a consulta e o uso dos materiais didáticos disponibilizados não geram compromissos de nenhuma espécie entre o Portal e-Unicamp e o usuário.
A estrutura oferecida segue uma tendência mundial que possibilita ampliar a relação institucional com a comunidade, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), por meio do projeto MIT OpenCourseWare, o qual disponibiliza à comunidade mundial conteúdos didáticos de suas disciplinas em vários formatos.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Skype e Educação: Instale o Messenger Plus para Skype e grave suas conversas online com seus alunos
O vídeo acima, trata-se de Tutorial de download, instalação e uso do comunicador Skype, que pode ser uma ótima ferramenta de interação extra-classe do professor com seus alunos e do educador com seus colegas.
Recentemente, descobri uma outra ótima possibilidade: poder gravar estas conversas e atividades online, bastando instalar o aplicativo Messenger Plus para Skype.
Esta é uma indicação para os educadores que desejem usar o Skype em atividades com alunos e/ou outros educadores, ultrapassando as fronteiras reais e adentrando às fronteiras digitais da comunicação.
Alkém de conversar e gravar é possível compartilhar a tela do computador, ou seja, o professor enviar a imagem de sua tela do computador aos alunos para destacar um texto, um vídeo, uma imagem etc. Maravilha! Pode programar um encontro digital em sala de aula, e efetivar a conversa, cada um em sua casa, numa verdadeira atividade de educação a distância.
Ao instalarem o Messenger Plus para Skype, é adicionado ao comunicador diversas funções, dentre elas a de gravar esta conversa (áudio e vídeo). Já pensou dialogar a distância com outros colegas e seus alunos e registrar isto em vídeo? É bem simples. Primeiro, logicamente, é preciso ter o Skype instalado; depois, só ir no Google e digitar "Messenger Plus para Skype" (a versão do Baixaki normalmente é a primeira e funciona bem, indico abaixo desta postagem o link); depois de baixada a versão, é só clicar em executar, escolher idioma e concluir. Quando abrir o Skype, uma coluna no canto direito estará visível, e só clicar no primeiro dos recursos, que é o gravar. Este recursos possibilitará salvar o vídeo em formato AVI na pasta Documents do Windows. Pronto! Fica a dica.
Repassem aos colegas, por favor! :-)))
O Skype em Sala de Aula já é utilizado por diversos educadores, mundo afora, de forma criativa e motivadora. Imaginem programar um Cine Pipoca com os alunos, para assistir um pequeno vídeo ou um longa-metragem educacional, usando o chat do Skype para interação e discussão e gravando tudo, não apenas como atividade didática, mas como acervo digital e histórico da disciplina, professor, turma e escola. Enfim, diversas são as possibilidades de interação e uso do Skype na Educação.
Vejam abaixo, vídeo ilustrativo do Professor Weslley, de Matemática e Física, editor do Canal de Vídeos no You Tube "Explica Já", sobre formas de utilizar o Skype na Educação, através do compartilhamento de dados, telas, usando câmera do telefone celular, etc.
Abaixo, links para baixar o Skype e o Messenger Plus para Skype:
DOWNLOAD DO SKYPE
DOWNLOAD DO MESSENGER PLUS PARA SKYPE
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
e-Professor: aprendizagem em rede e Web TV
A imagem acima é do portal e-Professor, que me foi indicado via Facebook da colega e amiga Elis Zampieri, professora da educação especial e coordenadora pedagógica da APAE de Curitibanos, SC, Brasil, editora do blog Sobre Educação.
Conforme dados coletados no referido portal: "O e-professor nasceu de um trabalho de conclusão de curso na primeira turma de pós-graduação em Design de Multimídia da Universidade Anhembi Morumbi em 1999. Idealizado como trabalho final e acompanhado de monografia, o projeto teve como ponto de partida, o resultado da pesquisa que revelou a dificuldade do professor - do ensino básico à pós-graduação - em incorporar o uso de tecnologias (na época NTICs) na sua prática cotidiana de aulas."
No e-Professor há, além de cursos e oficinas, também a Web TV, com diversos vídeos que podem ser utilizados por educadores, como o belo curta de animação O ÚLTIMO TRICÔ, logo abaixo, que achei na Galeria do portal, e é considerado por este como uma analogia à gestão escolar, e que proponho em seguida também a minha reflexão educacional, tecnológica e social.
De certa forma, educar, além de estabelecer um diálogo com educando (e com outros educadores), lembra também a sina de Penélope, em sua mítica ilha de Ítaca, enquanto aguardava o regresso de seu marido e rei Ulisses, vitorioso na Guerra de Tróia, que durara dez anos, e que levará mais 10 anos para concluir seu retorno ao lar. Enquanto isso, para não aceitar a morte de Ulisses e não ser obrigada a casar novamente, Penélope promete que assim que termine uma grande tapeçaria, enfim, escolherá o sucessor ao trono de Ítaca. Como estratégia para aguardar seu amor, tudo que fazia de dia, desfazia, desfiava à noite, precisando recomeçar tudo na manhã seguinte e assim por diante... Um pouco mais de 20 anos são o tempo que um professor (25 se mulher, 30, se homem) para exercer a sua profissão, antes da aposentadoria. Lembrando frase da educadora Sonia Bertocchi, editora do blog Lousa Digital: "Professor se aposenta, educador jamais".
De certa forma, o bom educador, ciente de seu amor pela profissão, aguardando ou não o retorno de Ulisses (ou do reconhecimento profissional e salarial) tem a consciência de que educar é um ato de recomeçar a cada dia, reconstruir-se e reconstruir suas práticas pedagógicas. Às vezes, querendo ter o controle da situação, como a personagem na animação, mas sendo dominada pelo produto de seu trabalho, que ora torna-se maior do que imaginava... Educar é desafiador e um desafio constante... E quando isto ocorre, é preciso escolher entre o tricotar com as agulhas ou o recortar, com a tesoura... Todo educador precisa ter essa dupla missão na vida de seus educandos: ora incentivar a produção, ora fazer os devidos recortes de espaço e tempo no conteúdo, avaliar se é necessário continuar, ampliar um trabalho ou cortar partes desnecessárias. Esta orientação é essencial e insubstituível e nenhuma máquina, por mais bem programada que seja, conseguirá simular a experiência humana, com seus risco, rabiscos, linhas e entrecruzamentos, transformando informação em conhecimento...
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