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quarta-feira, 4 de agosto de 2021
Aula de natação em EAD: divertido e criativo vídeo em tempos olímpicos, pandêmicos e distópicos [Modernidade Líquida]
O vídeo acima, Natação EAD, descobri no Tik Tok com o título de "Aulas de natação em EAD", o que o torna mais irônico, divertido, criativo e crítico, levando-se em com esses tempos de Jogos Olímpicos, pandemia e quase distopia.
Fazer um paralelo entre a EAD, na natação como no ensino remoto ou híbrido, é bem pertinente, pois na prática, tem sido evidenciado que as tecnologias são auxiliares, ferramentas de apoio, mas não suprem o ensino presencial, tanto que a "modinha" do homescholling, que supunha-se que tomaria fôlego na pandemia, simplesmente sumiu da pauta de pais conservadores que insistiam no tema.
Negacionismo é não considerar a importância da educação em todos os sentidos, em desmerecer o papel social e essencial do bom educador que, como um bom treinador, dá suporte ao aluno [atleta do saber] em sua trajetórias nas escolas, em suas Olimpíadas do Conhecimento, através das diversas provas, atividades, trabalhos, interações. O bom aluno é como o atleta de alto rendimento: aquele que se dedica, estuda, treina em busca de melhores resultados, de bater seus próprios recordes.
A própria Educação Física é o exemplo mais cabal de que as tecnologias não substituem o fator humano, nem o convívio sociointerativo no plano presencial. O condicionamento físico [mente sã em corpo são], cada vez mais é uma necessidade diante de longo período de confinamento social.
Que a EAD foi importante nesse processo de ensino-aprendizagem durante a pandemia, é inegável, mas igualmente inegável que uma modalidade de ensino não é superior a outra, uma não anula a outra, e que, com a própria pandemia, muitos educadores puderam conhecer diversos recursos audiovisuais, digitais, portais, plataformas, aplicativos etc, que podem ser recursos interessantes, na pós-pandemia, nessa travessia entre as duas margens da educação: a presencial e a remota.
O ensino híbrido poderá ser essa "A Terceira Margem do Rio", alusão ao título do conto do escritor João Guimarães Rosa.
O humor é um grande recurso de crítico social, como são memes, tirinhas, HQs etc. E o referido audovisual se presta a essa breve reflexão que é um pequeno mergulho no ambiente educativo. E uma provocação socioeducacional nessa "Modernidade Líquida" que ficou evidenciada durante o período pandêmico em curso, e que Zygmunt Bauman teria muito refletido, se estivesse entre nós...
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 20 de junho de 2021
A sincronia perfeita de crianças da educação infantil [jardim de infância], em escola na China [pedagogia do movimento]
A imagem acima, refere-se a vídeo que encontrei primeiro no Twitter, depois no Facebook da página Mídia Ninja, e que trata-se da impressionante sincronia que crianças da educação infantil na China proporcionam, unindo coordenação motora, lateralidade, disciplina, trabalho em equipe e muito mais.
Segundo dados, o vídeo viralizou primeiro no app Tik Tok e é um bom material para reflexão sobre a educação em sentido amplo e essa pedagogia do movimento.
Para assisti-lo, basta clicar no link abaixo, que remete à página da Mídia Ninja, no Facebook:
A sincronia dessas crianças do jardim de infância na China é impressionante!
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
Autismo ao lado: curta-metragem dramático e educativo sobre adolescente ingressando em escola pública, em que professor e alunos aprendem a entendê-lo
O vídeo acima Inside Autism (Autismo ao lado, tradução livre), que descobri no YouTube e trata-se, conforme apresentação do mesmo, "um curta-metragem dramático [e educativo] sobre as lutas de um adolescente com autismo ao ingressar em uma escola pública, e o professor e os alunos que aprendem a entendê-lo."
O referido curta foi produzido, dirigido e editado por Tane McClure, da McClureVideo.com, da Califórnia, EUA.
É possível ativar as legendas e a tradução, através dos ícones constantes no canto inferior direito da janela de reprodução do YouTube.
O curta inicia mostrando o impacto de um dia na vida de James, um adolescente com autismo, ingressando numa escola pública, a começar pelo conhecimento dos padrões de comportamento do jovem, que professor e colegas precisarão aprender para conviver, passando a seguir para a fase de contato e comunicação; acompanhando a rotina e a questão da visualização por imagens, de ideias e conceitos.
O professor, a turma e a escola se adaptam a nova realidade proporcionada pelo novo aluno, adicionando placas identificadoras, como forma de estabelecer uma comunicação com o mesmo, ou seja, inclusão na prática.
Na cena sobre a bola de basquete, fica evidenciada a questão de que, se a linguagem é um jogo, o jogo pode ser uma forma de linguagem também.
Um curta que mostra de forma didática e pedagógica uma das formas do autismo e que demonstra como é possível a convivência com adaptações, pois todos aprendem juntos, professores e alunos, em que o sentido da inclusão vai além do simples integrar alguém a um espaço físico e temporal. Requer que se aprenda e ensine ao mesmo tempo, supreando limitações de ambos os lados da questão. Se o autismo pode estar ao lado, todos precisam estar ao lado de quem precisa ser incluído e integrado ao ambiente sociocultural, como um exercídio de cidadania também.
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domingo, 20 de dezembro de 2020
O Ponto Futuro: futebol, educação e sociedade (jogada antológica da seleção tricampeã e uma breve reflexão)
O vídeo acima, Gol de Carlos Alberto em 1970 com narração do rádio - Brasil 4 - 1 Itália, como o próprio titulo indica, trata-se de uma jogada antológica da Final da Copa do Mundo de Futebol de 1970, entre Brasil e Itália.
Um lance genial que sempre me causou impacto pela beleza plástica, estética, poética da cena, bem como pela questão filosófica, desde que ouvi um comentarista de futebol [se não me falha a memória, Armando Nogueira], em uma de suas belas crônicas, referir-se aquela movimentação toda e o passe final que Pelé dá ao capitão Carlos Alberto Torres, como o "Ponto Futuro".
O "Ponto Futuro" é aquele passe feito no espaço vazio, sem marcação, esperando a aproximação de quem vem de trás, para chutar forte a gol.
Recentemente, em cerimônia de passagem das turmas de segundo ano do ensino médio para o Terceirão, como regente de uma das turmas, mostrei essa cena para que todos refletissem sobre a importância naquele momento de transição, de pensarem justamente nesse ponto futuro, já que Jairzinho na ponta, como uma metáfora do 1º ano, passa a bola para Pelé no centro (o hipotético 2º ano) que vislumbra a aproximação do Terceirão (personificado) pelo "Capita" do Tricampeonato Mundial, para fazer o gol. O gol que encerrou aquela magistral goleada. Por sinal, segundo consta, foi em 1970 que os jogos da Copa do Mundo passaram a ser televisonados a cores.
Educação e futebol possuem algumas coisas em comum, além da questão da educação física, da prática esportiva escolar. Há que se pensar na organização, no planejamento, no treinamento, na ocupação de espaços e tempos, na visão do todo, no trabalho em equipe, na superação de limites e muito mais.
O Futuro é algo que ainda está lá adiante, mas é um ponto que é preciso ter a consciência da existência no movimento diário de ir de casa para a escola e vice-versa. O "Ponto Futuro" é um posicionamento ético, poético, estético, filosófico e educacional.
O professor do século XXI precisa ter essa consciência do ponto futuro em seu fazer pedagógico, valendo-se de sua babagem cultural do passado em diálogo com a geração do presente. O professor, que já esteve naquela situação, quando foi aluno, é um dos mais qualificados para promover essa transição, propondo sempre uma reflexão para a importância da escola, da educação e do próprio viver em sociedade.
sexta-feira, 31 de julho de 2020
Genial edição de vídeo em comercial esportivo com incrível sincronia que lembra o clipe "Black or White" de Michael Jackson
O vídeo acima You Can't Stop Us (Você não pode nos parar), descobri no Twitter e é uma genial campanha de publicidade que automaticamente me lembrou, de forma intertextual, o clipe revolucionário Black or White, de Michael Jackson, que mesclava diversas imagens sobrepostas de rosto diversos que se revezavam. No caso do comercial, há uma sequência de imagens de atletas dos mais variados esportes, numa junção de cenas entre dois espaço que parecem um só. Uma colagem digital impressionante que mostra a sincronia de cenas e ações.
Abaixo, o clipe fantástico de Michael Jackson, com técnica que depois apareceu no cinema, na série Exterminador do Futuro:
Conforme a Wikipédia: "lançada em 11 de novembro de 1991, para o seu oitavo álbum em carreira solo, Dangerous, de 1991. É uma mistura de hard rock com dance e rap. É o single rock mais vendido e bem sucedido da década de 1990, bem como o que mais permaneceu em primeiro lugar. A música foi escrita por Jackson, com exceção do rap que intercala a canção, e promove a unidade racial. A canção ficou em primeiro lugar em mais de 18 países, tornando-se o segundo maior sucesso do cantor, atrás somente de "Billie Jean". Alcançou o topo da Billboard Hot 100, dos EUA, onde permaneceu por dez semanas consecutivas".
Conforme a Wikipédia: "lançada em 11 de novembro de 1991, para o seu oitavo álbum em carreira solo, Dangerous, de 1991. É uma mistura de hard rock com dance e rap. É o single rock mais vendido e bem sucedido da década de 1990, bem como o que mais permaneceu em primeiro lugar. A música foi escrita por Jackson, com exceção do rap que intercala a canção, e promove a unidade racial. A canção ficou em primeiro lugar em mais de 18 países, tornando-se o segundo maior sucesso do cantor, atrás somente de "Billie Jean". Alcançou o topo da Billboard Hot 100, dos EUA, onde permaneceu por dez semanas consecutivas".
sábado, 27 de junho de 2020
Pebolim humano em tempos de pandemia e distanciamento social (educação física e saúde pública)
Argentinos criam PEBOLIM HUMANO pra jogar futebol com distanciamento social.
Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sexta-feira, 26 de junho de 2020
O vídeo acima, PEBOLIM HUMANO, encontrei no Twitter e carreguei para o Facebook. Desconheço o autor, mas, segundo indicações, é atividade elaborada por argentinos para praticar futebol com o devido distanciamento social e trata-se de criativa prática esportiva , semelhante alguns treinamentos por zona, feitos no futebol de campo e futsal, agora adaptável à realidade do coronavírus.
Uma atividade esportiva que alguns professores de Educação Física, em escolas e clubes, já fazem com seus alunos e atletas, quando treinam marcação por zona, mas que agora tem um outro sentido, de saúde pública, de distanciamento social e de cuidados higiênicos.
domingo, 14 de junho de 2020
Uma crítica lúdica à sociedade contemporânea: conheçam o cartunista que desafia a ditadura do automóvel
O vídeo acima, O cartunista que desafia a estupidez do automóvel, [que resolvi rebatizar de "ditadura" ou invés de estupidez, pois parece-me mais algo imposto como modelo do que como ato instintivo apenas e explicarei melhor adiante], mostra a visita do cartunista Andy Singer ao Brasil, quando veio para lançar seu livro "CARtoons – Atropelando a ditadura do automóvel" [aí com o termo "ditadura", como concordo] a convite da Fundação Rosa Luxemburgo, uma entidade que descobri recentemente e que recomendo visita em seu site, link AQUI. A referida Fundação disponibiliza o livro “CARtoons – Atropelando a ditadura do automóvel” para download gratuito em seu site e segundo matéria, que li por lá, Andy Singer, através de sua obra, é considerado o cartunista inimigo número 1 dos carros, justamente por sua crítica, através de sua arte, ainda que de forma lúdica, sobre esse aspecto peculiar da sociedade contemporânea, do apego ao automóvel, de forma visceral, como a atual geração tem com os meios eletrônicos: videogames, smartphones, internet... Apesar de o carro só ter pouco mais de 100 anos de invenção, como Andy destaca, diante de mais de 2 mil anos de processo civilizatório, sua presença no cotidiano, principalmente das grandes cidades é quase assustador, pois as vias expressas e ruas ficam tomadas por esse tipo de veículo e suas desdobramentos, como engarrafamentos monumentais, poluição etc. Uma sociedade “viciada em carro”, como diz o autor do "livro [que] foi editado em uma parceria entre a FRL e a editora Autonomia Literária".
Se pararmos pra pensar, de fato, há um vício, presente na sociedade, e vemos isso em amigos, parentes, colegas e vizinhos que não vivem sem o carro, mesmo que seja só pra ir na padaria comprar pão há poucas quadras de casa ou até quase ao lado, e isso não é mera força de expressão. E pasmem! Há um paradoxo nisso, pois uma sociedade automobilizada é extremamente sedentária, pois mesmo se deslocando com carro, vive sem praticar esportes, caminhar, se locomove de forma sentada e só... Mais que isso é o atropelo quanto ao tempo, mais que o espaço, mas que incide no espaço por conta da pressa de fazer tudo correndo, acelerando o dia, a vida, o mundo... Pessoas estressadas no trânsito são estressadas em toda parte. Buzinam, são impacientes, mal o sinal ficou verde e parece que estão disputando o GRID de uma corrida de corrida de Fórmula 1. Muitas vezes parece ter mais carros do que ruas para se locomoverem. É um modelo insustentável. Há que se buscar meios alternativos, de transportes coletivos e nem tanto esse vício, digamos, pequeno burguês de ter um carro pra fazer tudo, sem buscar outras formas menos estressantes. Sem falar daqueles que atravessam sinais vermelhos, não respeitam faixas de pedestre, que usam o carro como uma arma letal...
O vídeo acima é interessante pelas imagens e falas de Andy e sua reflexão sobre esse momento da humanidade e serve para discussão em sala de aula sobre temas como acessibilidade, sustentabilidade, mobilidade urbana, nos componentes curriculares de geografia, história, sociologia , filosofia, produção textual, artes, educação física e outros mais.
Interessante também por trazer esse olhar externo, estrangeiro sobre o brasileiro, mostrando pontos negativos, mas também positivos de nossa cultura, além do carro, como o que ele denomina de "cicloativismo", dos ciclistas e suas campanhas de valorização do pedal, dos passeios e da importância das ciclovias como forma, não apenas de lazer mas de locomoção para o trabalho, estudo etc. Um olhar que compara o aqui com o lá e acolá, principalmente quando percebe que nossa cultura preserva as árvores no meio do caminho, em que ciclovias contornam árvores e arbustos, preservando-os do "abate". Pode parecer algo simples e corriqueiro pra nós, mas é grandioso pra um estrangeiro e isso demonstra que nem tudo está perdido em nossa sociedade, que existe muita coisa a ser valorizada, e é fruto de uma conscientização ainda lenta mas necessária...
Outra coisa sensacional na fala de Andy é, quando ao final, ele diz que "o bom de ser velho é poder ver as coisas mudando". Realmente essa perspectiva de tempo e espaço só é possível com o transcorrer da idade, da vivencia, da maturidade e por isso mesmo o papel fundamental do educador, seja ele pai ou professor, diante da atual geração, mostrando-lhes esse percurso, essa caminhada da humanidade... De que as coisas precisam de tempo pra se transformarem e que são com ações pequenas e graduais, que o mundo vai se transformando aos poucos...
Pra ilustrar um pouco dessa ditadura do automóvel, indico um filme espetacular de Francis Ford Coppola, TUCKER: UM HOMEM E SEU SONHO (1988), justamente sobre um idealista no meio das gigantes montadoras de carros norte-americanas e mais dois documentários QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO, de Chris Paine, sobre o surgimento de carros ecológicos, elétricos e GURGEL: OS SONHOS ENFERRUJAM, sobre carros de fibra e o movimento das grandes empresas de petróleo contra essas transformações, o que dá pra entender a tal DITADURA DO AUTOMÓVEL E DOS COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS no mundo contemporâneo.
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quinta-feira, 9 de abril de 2020
Passeios Kids: pedalando com criatividade, inovação e transformação de tempos e espaços
O vídeo acima, do PASSEIOS KIDS, página no Facebook, foi indicação de minha colega e esposa Elisabete Brasil Roig, professora de Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de um belo exemplo de criatividade, inovação e transformação de tempos e espaços.
Em tempos de isolamento social, cada vez mais é necessário inovar, ou seja, transformar conceitos antigos em coisas novas, como o caso de pegar uma bicicleta com rodinhas e as travando com tênis diante de uma TV, transformando o espaço de confinamento da casa numa pequena academia improvisada.
Ah, muitos dirão que é o Ovo de Colombo, que depois de posto é fácil, mas ninguém tinha pensado nisso antes. E muitas ideias criativas são de fato e tão-somente um olhar criativo sobre o que sempre esteve ali, esperando uma reciclagem de ideias.
Outra ideia incrível, que dialoga com a de cima, envolvendo o País Chamado Infância, alusão a livro do escritor e médico Moacyr Scliar é essa a seguir, valendo-se de sucata e muita criatividade também: Pedaço de papelão, lã, lápis de cor e pronto. Mais que uma brincadeira, algo sério. Brincadeira é algo sério. O brincar, o lúdico é um exercício natural de criatividade que deve seer sempre incentivado em qualquer idade:
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terça-feira, 7 de maio de 2019
Skate como ferramenta de inclusão social e esportiva: tecnologia assistiva, criatividade solidária e adaptação à realidade local
O vídeo acima Prática do skate como ferramenta de inclusão social e esportiva foi indicação do colega e amigo Fernando Luis, músico, poeta e artesão com sucata de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e trata-se de belíssima iniciativa e projeto inclusivo de adaptar o skate para o cotidiano de crianças e jovens com deficiência motora possibilitando o princípio da equidade que mais amplo que o da igualdade, pois leva em conta justamente as limitações, tentando equiparar aos demais usuários, com as devidas adaptações.
Um projeto iniciado em Porto Alegre que tem mudado a vida das pessoas com limitações físicas, permitindo a interação e a prática esportiva e cidadã.
São exemplos assim de sensibilidade, acessibilidade, criatividade, originalidade e fraternidade que dão esperanças num futuro melhor para todos. O esporte é também uma linguagem universal e um poderoso elemento de integração.
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terça-feira, 16 de abril de 2019
Desafio matemático: educação física contribuindo para os estudos de matemática
O vídeo acima DESAFIO MATEMÁTICO, descobri na página do Facebook Educação Física Escolar e achei bem criativo, interessante e divertido, pois une de forma interdisciplinar duas áreas: Educação Física e Matemática, através de jogos de raciocínio. Vejam a seguir a proposta de prática escolar realizada pela professora Tarcilene Idalgo de São Paulo, Brasil.
Consiste em:
Primeiramente criar "duas equipes de igual número. Aumenta-se a dificuldade a cada rodada.
Somará 10 pontos à equipe que:
1. Completar a tabela de 9 números em ordem crescente, colocando um cone em cada número, na respectiva ordem;
2. Realizar a Conta de apenas um algarismo mentalmente primeiro e colocar o cone no resultado da tabela;
3. Realizar a conta de dois algarismos (aqui à equipe escolhe um aluno para ser o escrivão, que ficará por conta de realizar as contas no papel em caso de dúvida).
4. Realizar a conta de três algarismos (com ajuda do escrivão).
5. Resolução de situações problema.
Os alunos adoraram participar dessa atividade e os alunos com maiores dificuldades sentiram-se seguros com a ajuda de um amigo para auxiliar à equipe.
[Por fim,]A professora aproveitou colocando prova de corrida, juntamente com obstáculos. À equipe que falasse o resultado primeiro ganhava um ponto e a que terminasse a corrida primeiro, com o resultado correto na tabela ganhava dois pontos!"
Interdisciplinaridade na prática escolar. Uma boa indicação que o Educa Tube Brasil recomenda.
sexta-feira, 22 de março de 2019
Equidade: Jogada de basquete escolar que vale 10. Pontos? Não! Sorrisos!
O vídeo acima, descobri na página Quebrando o Tabu, no Facebook, com a seguinte legenda: "Essa é a definição de ninguém fica para trás".
De fato, uma bela cena para ilustrar a ideia de equidade, que superior a da igualdade, já que esta pressupõe condições iguais entre desiguais e aquela, da utilização de recursos que promovam de fato o equilíbrio entre as partes.
No vídeo em questão, mais que o esporte em si e a vitória, foi a ação do menino maior, sensibilizado pela situação do menino menor, com problemas de coordenação, que ao ser auxiliado a arremessar a pesada bola de basquete e fazer aquela cesta solitária e solidária, foi tomado de um contentamento que até esqueceu do jogo em si, diante de sua superação individual. Uma cesta que valeu mais que 2 ou 3 pontos, mas 10 motivos para alegria e satisfação de todos os envolvidos.
pequenos gestos de empatia, alteridade, solidariedade contribuem para a vida em sociedade. Sociedade essa atualmente contaminada com a individualismo, o consumismo, carecendo da cooperação e da colaboração.
Um belo material para uma reflexão sobre o que é ser humano. Educação é mais que passar conteúdos, é interação, integração e inclusão social de todos. E o esporte é uma linguagem universal e socializadora, muito além da competição.
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domingo, 17 de março de 2019
O Preço da Grandeza: fantástica lição de vida do atleta e de superação do ser humano Kobe Bryant
O vídeo acima O Preço da Grandeza, é uma preciosa indicação do meu amigo e colega, meio-irmão por parte da Educação Robson Garcia Freire, educador carioca, residindo em João Pessoa, Paraíba, Brasil e editor do blog Caldeirão de Ideias.
Trata-se de mini documentário e lição de vida de Kobe Bryant, também conhecido como "The Black Mamba" foi um dos maiores jogadores de basquete do mundo! Aposentado, o astro da NBA a liga profissional de basquete dos EUA, conta um pouco de sua vida e sua trajetória no esporte a partir da compilação de diversas entrevistas reunidas nesse fabuloso audiovisual.
Bryant fala de sua ética profissional, do apoio da família, dos fundamentos do esporte, do condicionamento físico que se autoimpôs, do aprimorando das habilidades naturais, tentando superar os limites... Alguém que se reinventou usando a matemática a seu favor, treinando mais que seus adversários, buscando o grande salto de qualidade.
Kobe usa algumas metáforas para explicar sua vida, com profundos ensinamentos a quem, como ele, quiser chegar ao topo, mas não cair do penhasco, mantendo a resistência e a persistência.
Kobe foi segundo dados e a apresentação desse vídeo, "(...) um dos poucos atletas a ser escolhido no draft direto do ensino médio para a liga norte-americana, a NBA. Kobe, juntamente com o pivô Shaquille O'Neal e o vitorioso técnico Phil Jackson, levou Lakers a três campeonatos consecutivos na NBA, a chamada dinastia nos Estados Unidos - 2000, 2001, 2002. Após a temporada 2003-04, Shaquille O'Neal saiu do time e Kobe tornou-se a estrela principal do Lakers, sendo o cestinha da liga por duas temporadas consecutivas: 2005-06 e 2006-07. Nessas temporadas Kobe quebrou vários recordes pessoais e também da liga. Em 2006, fez 81 pontos num jogo contra o Toronto Raptors, segunda maior pontuação de todos os tempos, atrás somente dos 100 pontos de Wilt Chamberlain, marcados numa partida em 1962. Contudo, há analistas da NBA que defendem que a performance de Kobe foi melhor".
De acordo com esse atleta fenomenal, sua confiança vinha da preparação. Seu lema era: "não importa o quão duro você trabalhe, eu estou disposto a trabalhar mais duro que você" e que o adversário lhe inspirava a ser melhor, em aumentar sua competitividade, fazer sempre o seu melhor. Que com as derrotas, tirava ensinamentos, revendo as partidas na íntegra, pausando a imagem, colocando em câmera lenta pra descobrir as falhas, e corrigi-las. Que o cinema e os filmes de Rudy foram sua inspiração, além do também fenomenal Michael Jordan.
Bryant diz que treinou duro sem arrependimentos para quando parasse não tivesse arrependimentos. Dito e feito. Seu esforço valeu a pena e muitos prêmios e títulos. Seu sonho foi realizado: ser a melhor versão de mim mesmo, segundo ele mesmo, e de "todos os dias tentar ser melhor que no dia anterior". Algo fantástico que demonstra seu foco na carreira e nos objetivos de vida, finalizando com outra máxima: que que "o verdadeiro sucesso é fazer tudo com paixão e inspirar outra geração".
Uma lição de vida, não apenas para jovens e atletas, mas para qualquer ser humano, qualquer profissional, de que não basta gostar do que faz; há que se dedicar, planejar, treinar muito, superar limites para colher os frutos, seja pai ou filho, aluno ou professor.
Para ser grande há que se pensar igualmente grande e transformar sonhos em realidade, com muita força, fé e dedicação.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Exergames: interação de humano com computador através de motricidade, jogos lúdicos e raciocínio lógico diante de tela gigante
O vídeo acima Exergames, foi indicação via Facebook de Adriana Mendes, professora de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e trata-se, como descrito na apresentação do mesmo, de um novo desafio ao ensino da Educação Física, tantos para os níveis escolar e superior, pois essa tecnologia que faz parte da área da computação, conhecida como "Interação Homem Computador", visa integrar a mobilidade da prática esportiva aos jogos virtuais, incorporando uma tela interativa.
Nessa tela interativa, o aluno se torna um jogador que precisa trabalhar com a coordenação motora, o raciocínio, a lógica, além da própria ludicidade dos jogos em geral e da cultural digital, em especial, do universo dos videogames.
Ao invés de ter um Kinect que possui um sensor que reconhece movimentos, o jogador precisa se movimentar utilizando raquetes, bolas e a própria mão para arremessar em determinada área do telão.
Os jogos, em suas variadas formas, de digitais ou de cartas, tabuleiro, etc trabalham com o imaginário, com o raciocínio e com a questão lúdica, em qualquer idade, ativando a motricidade, lateralidade, e muito mais. E valer-se da cultura digital para desacomodar justamente crianças e jovens tão conectados a jogos eletrônicos em consoles, smartphones e tablets, que passam horas parados diante de telas sem se movimentar.
Como consta na apresentação do referido vídeo: "O jogo é o grande conteúdo da Educação Física e através dele é possível ensinar de forma lúdica os esportes, as lutas, as danças, as ginásticas e até mesmo ensinar o jogo com o próprio jogo. Exergames podem ser usados como ambientes virtuais de aprendizagem para o ensino de Educação Física escolar. No ensino superior, eles podem auxiliar na visualização dos conteúdos de disciplinas como Fisiologia do Exercício, Biomecânica e Aprendizagem Motora, além de possibilitar a iniciação esportiva e o ensino de diferentes esportes". (Fonte do texto: VAGHETTI, César et al. Exergames: Um desafio à Educação Física na era da tecnologia) Via. UNIGRA.
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sábado, 2 de fevereiro de 2019
Reinventando brincadeiras: pedra, papel e tesoura em estilo amarelinha com bambolês coloridos (criatividade e ludicidade)
O vídeo acima, que intitulei de Pedra, papel e tesoura foi indicação de um amigo e trata-se de uma atividade esportiva e recreativa que trabalha com o lúdico e com a expressão corporal, mesclando o clássico jogo de adivinhação com o jogo da amarelinha, feita por um percurso com bambolês coloridos.
Incrível, criativo, original e divertido, pois é uma nova brincadeira mesclando outras mais como citadas: amarelinha, trilha, pedra, papel e tesoura. Uma reinvenção através do imaginário infantojuvenil.
Esporte é vida. Incentivar a prática esportiva unida ao lúdico e o imaginário, melhor ainda. Uma inovação pela simplicidade, reciclando materiais e ideias, transformando-os em uma coisa nova.
Pensar novas possibilidades a partir do que se dispõe, dando-lhes novas funções, é o que digo de trabalhar entre o ideal e o possível.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Canções de Michael Jackson inspiram criativa coreografia de ginasta que recebe Nota 10: arte, cultura, inspiração e inovação
O vídeo acima Katelyn Ohashi - 10.0 Floor (1-12-19) , descobri via Twitter de Fernanda Amaral, amiga brasileira vivendo atualmente em Toronto, Ontário, Canadá.
Trata-se de performance impressionante da ginasta Katelyn Ohashi, da Universidade de Ucla, que fez numa rotina de solo baseada nas músicas de Michael Jackson, o rei do pop, que inovou os videoclipes e as coreografias, adicionando efeitos visuais fantásticos aos seus musicais.
Katelyn recebeu uma nota 10 mais que merecida, pois sua apresentação foi espetacular! Afinal, inovar como o editor deste blog sempre destaca: "é transformar algo já existem em alguma coisa nova, dando uma nova roupagem, sentido e significado".
Katelin Ohashi faz tudo isso ao unir esporte, arte, cultura com doses expressivas de criatividade, originalidade, ousadia e autenticidade. Imitar alguém sendo você mesma é uma façanha! Ter influências mas criar seu próprio estilo, mais extraordinário ainda. E o mais impressionante de tudo isso é que ela consegue tudo isso, imitando de forma estilizada um ídolo do Pop, criativo, original e autêntico. Um duplo desafio "carpado" esse de Katelyn.
Como me comentou no Twitter, a amiga Fernanda Amaral: "E ela volta e meia se atirava de espacate (perna completamente aberta até o chão) e não sentia dor. Fiquei muito impressionada. Já fui bailarina e eu fazia isso aos poucos, e não como ela faz nessa apresentação. 😱".
Depoimento de quem foi da área da dança, que comprova o grau de dificuldade dos exercícios, principalmente o "espacate".
Podemos ser criativos, originais e autênticos, criando um estilo próprio, inspirado em nossos ídolos, sim. E isso que digo que as máquinas, por mais avançada que esteja a Inteligência Artificial, ainda não podem superar a genialidade humana, pois gênios se reinventam, se recriam, inspiram uns aos outros, e não apenas tomam decisões a partir de comandos e bancos de dados já existentes... Ser humano é ousar a cada dia, pois rima com "ousadia".
sábado, 24 de novembro de 2018
O jogo do século: vôlei para idosos em uma experiência inclusiva, divertida e criativa
O vídeo acima, que intitulei de "O Jogo do Século", descobri via Facebook do colega e amigo Nerocy Miranda Filho, educador residente em Maringá, Paraná, Brasil e trata-se de uma atividade recreativa feita com idosos envolvendo coordenação motora e socialização. Um jogo de vôlei estilizado, com pessoas em idade avançada, sentadas em cadeiras e fazendo um balão de bola. Algo divertido, criativo e original, que lembra experiências inclusivas similares com pessoas portadoras de necessidades especiais, cadeirantes, cegos, deficientes físicos etc.
Como sempre digo, inovar é transformar ideias em algo novo e o vídeo acima traz em si esse conceito inovador, de proporcionar atividade física e mental a idosos, que muitas vezes vivem num mesmo espaço social, mas não convivem uns com os outros.
domingo, 11 de novembro de 2018
A corrida da vida e as lições que o esporte nos dá na grande maratona do viver
O vídeo acima, Marathoner heroically finishes Dallas Marathon with help of fellow runner | ESPN, descobri no Twitter e mostra um flagrante da final da Maratona de Dallas (EUA). A corredora à esquerda do vídeo chama-se Chandler Self e está completamente esgotada e quase não consegue se manter em pé, quanto mais correr estando apenas cerca de 180 metros da final. A outra jovem competidora de 17 anos é Ariana Luterman, uma aluna do ensino médio da Greenhill School, da equipe de revezamento, que não apenas ajuda a outra que corria sozinha, como também garante que esta chegue em primeiro lugar.
Chegar com dignidade - seja em qual for o local -, muitas vezes, é mais importante do que a posição que se venha a ocupar. Viver não pode se resumir a mera competição, de superação do outro, mas de superação dos próprios limites... De saber preservar a dignidade humana, a empatia, a alteridade e a solidariedade. Sempre!
Eis a grande lição que a vida e o esporte nos dão diariamente, sejamos meros espectadores ou corredores; sejamos profissionais ou amadores; sejamos pais ou professores.
O esporte é essencial para disciplinar o corpo e a alma, para promover a socialização e ensinar a saber perder e ganhar, desde a mais tenra idade. A prática de atividades físicas não pode se restringir à escola, em dias e horários previamente estabelecidos: caminhar, correr, nadar, praticar algum esporte é essencial para o desenvolvimento humano e social.
Nem sempre quem vence é de fato o merecedor, nem sempre perder é desabonador. O esporte ensina a todos que o espírito esportivo deve prevalecer junto a conceitos universais como liberdade, igualdade e fraternidade. E diria mais: de equidade, pois igualar os desiguais não significa promover a equidade que, conforme a Wikipédia: "Equidade consiste na adaptação da regra existente à situação concreta, observando-se os critérios de justiça. Pode-se dizer, então, que a equidade adapta a regra a um caso específico, a fim de deixá-la mais justa. Ela é uma forma de se aplicar o Direito, mas sendo o mais próximo possível do justo para as duas partes".
O conceito de inclusão tem a ver mais com a equidade do que com a igualdade, pois jamais seremos iguais a quem possui uma limitação ou deficiência, mas podemos adaptar os locais para permitir que TODOS convivam harmoniosa e socialmente. A escola é um local de socialização e de instrução escolar. A família deveria ser o espaço de educação ampla, de indicar limites e valores que são melhor trabalhados no ambiente escolar. Não há como "queimar" etapas, como num videogame e seu password. É uma corrida de longo percurso que todos terão que passar até entregar seu bastão à outra geração. Na maratona do viver, o vencedor não é o que chega em primeiro lugar - por motivos óbvios -, mas quem consegue manter-se ativo por mais tempo nesse trajeto, superando obstáculos, interagindo, caindo, tropeçando e se levantando, como no belíssimo e comovente vídeo acima, que lembra outra situação semelhante do esporte, ocorrida na maratona da Olimpíada de Los Angeles (EUA), em 1984, com a suíça Gabrielle Andersen, conforme a seguir:
Para saberem mais sobre a jovem corredora do primeiro vídeo, recomendo o link abaixo:
Ariana Luterman, a verdadeira campeã da Maratona de Dallas
domingo, 28 de outubro de 2018
Estamos todos conectados ao "Poder além da vida" (cinema, educação e sociedade)
O vídeo acima, da página Vida em Equilíbrio, foi indicação da amiga Ana Maria F P, via Facebook e trata-se de fragmento do filme "Poder além da vida". Há toda uma filosofia de vida por trás da história que é contada sobre um jovem ginasta que descobre através de um professor "a importância de se viver no presente, no agora", despertando para seu talento natural.
Uma cena fantástica em que um idoso faz um jovem perceber a vida acontecendo a sua volta, em seu entorno; e um filme que são uma metáfora sobre o papel da relação pai e filho, professor e aluno, em que cada um aprende e ensina o outro, da importância de valorizar o sensível, de despertar a potencialidade que cada um contém e às vezes nem sabe disso.
Como diz a personagem Sócrates ao jovem Millman, no início da cena: "Jogue fora o lixo que impede você de ver o que é realmente importante."
Um grande exercício de sensibilidade, de empatia, alteridade, de perseverança e de conexão com o mundo exterior.
"Poder além da vida" é um filme de 2006, em que "Dan Millman é um atleta que tem dinheiro, mulheres perseguindo-o e aptidões para participar das Olimpíadas. Mas um encontro com Sócrates, um homem que questiona tudo, faz sua visão de mundo mudar completamente".
Não por acaso o nome Sócrates (sem spoilers) remete ao grande filósofo grego que justamente respondia uma pergunta de seus discípulos com outra e mais outra...
Esse poder "além da vida", remete à vida que poderíamos ter se conseguíssemos perceber acontecendo ao redor, estejamos vidrados diante de telas de smartphones tablets, PC ou não...
O toque que Sócrates dá em Millman para despertar para o que acontece naquele parque, pode-se comparar ao toque que o bom professor dá em seus alunos para despertarem para a vida escolar e a social.
Um filme que indico para a série #CinEducação deste blog, pela riqueza de reflexão que proporciona ao espectador e ao educador, seja ele pai ou professor.
Abaixo, segue as duas versões do referido filme, dublado e legendado, que encontrei disponível no YouTube:
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Quando Le Parkour e Pega-Pega se tornam videogame natural num autêntico jogo 3D
O vídeo acima, descobri no Twitter, e trata-se de um inusitado Campeonato Mundial de Pega-Pega que mescla o ambiente de um jogo virtual com o Le Parkour.
O Pega-Pega todos sabem que é antiga brincadeira infantil já o Le Parkour, segundo a Wikipedia: foi "Desenvolvido como um método de treinamento que permite ao indivíduo, ultrapassar de forma rápida, eficiente e segura quaisquer obstáculos utilizando somente as habilidades e capacidades do corpo humano, o Parkour foi desenvolvido inicialmente na França em meados do final dos anos de 1980".
Uma atividade interessante ainda mais que muitos gamers ficam apenas atrás de telas e não desenvolvem mais nenhum tipo de prática desportiva, que muitos jovens têm uma vida sedentária, que leva à obesidade e, em certos casos, até a agorafobia (o isolamento do convívio social, vivendo literalmente num mundo paralelo).
Mesclar jogos eletrônicos e práticas desportivas é o ideal. Existem outros esportes interessantes como o de Orientação, usando tecnologias como bússola, mapa, além do senso de localização. :-)
Abaixo, mais um vídeo do WCT - World Chase Tag:
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Pai constrói para a filha uma incrível sequência de obstáculos que lembra cena clássica do cinema
O vídeo acima Dad Builds Daughter Obstacle Course, descobri no Facebook do amigo Fernando Luis, músico e poeta de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se, como o nome indica de incrível sequência de obstáculos construídos por um pai para sua filha se divertir.
Atualmente muito se comenta sobre o sedentarismo das crianças diante dos jogos eletrônicos, TVs, smartphones e tablets. As crianças e jovens precisam desenvolver atividades físicas, não apenas na escola com tempo e horário definidos. A família deve propor saídas para caminhadas, corridas, passeio ao ar livre pois o sedentarismo leva à obesidade e outros problemas de saúde.
O que este pai fez é propor um jogo em 3D, nada eletrônico, mas que envolve diversos movimentos de alongamento e coordenação... Uma atividade que lembra cenas de filmes de aventuras. Na vida, se aprende desde cedo a superar obstáculos e essa menina é fantástica em sua alegria e agilidade. Imagine para uma criança ter o seu pai como um criativo inventor de suas brincadeiras! Algo inesquecível, com certeza. Lembro até hoje dos brinquedos que meu pai construía em madeira, das pipas que fazia para empinarmos no campo de futebol da pequena cidade onde morávamos. Memórias inestimáveis que guardamos para sempre...
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