domingo, 12 de abril de 2026

A moça e o elevador: educação, alteridade ou insegurança? [pontos de vista sobre um tema] #redação #enem #sociedade




Ao assistir ao vídeo que intitulei de A MOÇA NO ELEVADOR, no Instagram do Dr Táki Cordás [supervisor científico USP], a primeira sensação é de empatia plena com a situação narrada por ele: sobre a suposta falta de educação e alteridade de uma moça com um senhor de idade [situação que tem se normalizado no cotidiano, não apenas das grandes cidades].
Porém, ao ler atentamente os comentários [e sempre faço isso, quando vou postar algo, para ter uma visão panorâmica do tema], percebido a opinião, principalmente de diversas mulheres, sobre a situação em si, o que ampliou meu ponto de vista e outras perspectivas de abordagem sobre o fato em questão devem ser observados - principalmente, se fosse uma redação dissertativa-argumentativa para o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio, do MEC - Ministério da Educação do Brasil, vestibulares, concursos etc -; que é o medo que mulheres sentem de estar sozinhas em locais fechados com homens; muitas delas, jovens, seguindo orientação de outras mulheres mais experientes, que já pssaram por situações de constrangimento e violência.
Sem tirar o mérito do Dr. Cordás, sobre a falta de educação em locais públicos e privados [fato que existe e que tambpem me incomoda demais], mas esse elemento extra também precisa ser analisado, caso o tema de um concurso ou exame trate, por exemplo, da "falta de empatia das pessoas". Quais seriam as causas disso? Falta de princípios elementares de cordialidade que não são mais ensinados em casa pela família? Distanciamente social após a pandemia? Hiperconexão com multimeios e pouca conexão com seres humanos?
Além disso, o fato concreto é que muitas mulheres estão evitando contato com estranhos, justamente por medo do que lhes possa ocorrer; e é um medo natural, diante das milhares de denúncias de violência sexual, abuso emocional, feminicídio no Brasil.
Muitas dúvidas, perguntas, pontos de vista para se debater em sala de casa, sala de aula, no ambiente de trabalho, na sociedade em geral. Estamos ficando mal educados ou temos medo demais?... Uma provocação filosófica e sociológica do Educa Tube Brasil para seus seguidores e visitantes.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sábado, 11 de abril de 2026

Projeto Gutenberg: uma das primeiras bibliotecas digitais do mundo com milhares de obras em domínio público [gratuitas]




O Project Gutenberg [Projeto do Gutenberg] é considerado uma das primeiras bibliotecas digitais do mundo, que dispnibiliza de forma gratuita, em domínio público, milhares de obras, principalmente de literatura clássica.
No acervo contam mais de 75 mil e-books, que podem ser baixados e lidos gratuitamente, cujo foco, conforme apresentação na plataforma digital, é em obras clássicas d eliteratura que estão em domínio público, ou seja, que não tem questões envolvendo direitos autorais.
O acervo foi digitalizado por milhares de voluntários que permitiram a criação de esse espaço virtual de conhecimento universal.
Alguns dados sobre esse incrível projeto:

✓ 100% grátis - Sem taxas, sem registro, totalmente gratuito;
✓ Não são necessários aplicativos - apenas navegadores Web regulares ou leitores de eBook necessários;
✓ 50+ anos - E-books gratuitos pioneiros desde 1971.

Abaixo, link para acessar à plataforma digital:

PROJECT GUTENBERG

Observação:
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domingo, 5 de abril de 2026

Cena belíssima do filme "Marcelino Pão e Vinho" [1955]: cinema, educação, literatura, espiritualidade, sociedade e motivação




A cena belíssima do filem espanhol "Marcelino Pão e Vinho", de 1955, dirigido por Ladislao Vajda, baseado no famoso livro de mesmo nome escrito por José María Sánchez Silva, e que encontrei, primeiro, no Linkedin do enfermeiro Adriano Siqueira, e depois procurei no YouTube.
De acordo com a sinopse do referido filme, encontrada na Wikipédia: "Em uma vila espanhola, o padre franciscano Luís conta a uma menina doente a lenda de Marcelino: um bebê deixado na porta do mosteiro e que, após várias tentativas frustradas de entregá-lo para adoção, acaba sendo cuidado e criado por doze frades da irmandade."
A cena em questão, de uma singeleza profunda, fala de amor, esperança, igualdade, fraternidade, em que um pedaço de pão dado por um menino à imagem de Jesus, entalhada em madeira, proporciona ao espectador uma simbologia com a redenção e ressurreição, num sentido amplo de compaixão para com o próximo, sem preconceito nem discriminação. A ingenuidade de uma criança como exemplo de esperança num futuro melhor. Filhos são espelhos de seus pais. Aprendem com os adultos sobre valores e limites, se assim forem ensinados. A crise de uma sociedade se deve, muitas vezes, a falta de valores e limites bem definitos. Nem todos sabem dividir o "pão nosso de cada dia".
Meu pai, que era jovem, quando o filme estreou, colecionou o álbum de figurinhas e este continua na família, em meu acervo pessoal.
Para quem se interessar, o filme completo está logo abaixo, conforme link e vídeo no YouTube:



Observação:
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MEC Livros: biblioteca digital com acesso gratuito a clássicos e obras contemporâneas via GOV.BR




Uma belíssima e necessária iniciativa do Governo Federal do Brasil, por meio do Ministério da Educação, da criação da biblioteca digital, denominada MEC LIVROS que permite acesso gratuitos há mais de 7 mil livros, de clássicos e obras contemporâneas mediante cadastro no GOV.BR.
Conforme notícia no portal RT Brasil: "A iniciativa reúne títulos nacionais e internacionais em um ambiente online voltado a estudantes, professores, pesquisadores e leitores em geral. Coordenada pelo MEC, com participação de instituições parceiras do campo do livro, da leitura e da literatura, a plataforma incorpora obras do portal Domínio Público e amplia esse acervo com novos títulos selecionados a partir de critérios técnicos e curatoriais. A organização do catálogo considera a diversidade literária, cultural e linguística, além de apoiar práticas pedagógicas na educação básica. O acesso à plataforma é público e livre, podendo ser feito por computador, tablet ou celular. As obras estão disponíveis em formato digital e podem ser lidas diretamente no sistema, mediante login na conta gov.br."
Abaixo, imagem e link para acesso à referida plataforma:



MEC LIVROS: BIBLIOTECA DIGITAL

Aqui, acesso direto à plataforma:

MEC LIVROS - ACESSO DIRETO

Lá dentro, sugiro o livro CAPITÃES DA AREIA, de Jorge Amado, um clássico da 2ª fase do modernismo brasileiro, mais conhecida como fase regionalista, e que serve como repertório sociocultural para a Redação do ENEM também:



Observação:
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sábado, 4 de abril de 2026

Física intuitiva no balé da água com a vassoura e o coletor: primeira Lei de Newton [ inércia e a força centrípeta ] no dia a dia




Encontrei o vídeo que denominei de FÍSICA INTUITIVA no Instagram de Master Limpeza, e considero o desenrolar das imagens um quase balé entre o trabalhador, a vassoura, a água e o coletor.
Posteriormente, conversando com o colega e amigo Vagner Aguzzi, mais conhecido como Xiru, e professor de Física, já que ou das linguagens e humanas, que me explicasse quais princípios da Física estavam envolvidos naquela cena.
Xiru me comentou que que ali estavam presentes a Lei da inercia e o movimento circular, que acaba saindo em linha reta, por causa da força centrípeta, resultado da Primeira Lei de Newton. Ou seja, o trabalhador, por experiência e intuição, tem internalizada as leis da física em seu dia a dia, fazendo movimento que se assemelham a uma dança, a um balé, num "algoritmo" único.
Segue a explicação técnica sobre o referido movimento, dado pelo professor Xiru: "Ao girar o rodo em semicírculos, ele utiliza a força centrípeta para direcionar a água. Em vez de uma força linear única, ele cria uma série de impulsos que aproveitam a direção tangencial do movimento. Utilizando a inércia ele recolhe a água com facilidade".
Assim, como os praticantes de Le Parkour usam tambpemas leis da Física no seu contidiano: força, velocidade e impulso; todos nós, ainda sem o conhecimento teórico e formal, introjetamos o conhecimento prévio do dia a dia, ao se distanciar para conseguir ter impulsão pra um salto etc. Física viva, física leiga, física intuitiva, física no cotidiano.

Observação:
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sexta-feira, 3 de abril de 2026

O filtro, o vídeo viral e a programação mental: metáfora visual e percepção humana #neurociência #psicanálise #inteligenciaemocional




A animação digital "Metáfora Visual e Percepção Humana", que rebatizei de "O filro e a programação mental", encontrei no Instagram de Djessica Surita, especialista em desenvolvimento, e mais que um audiovisual motivacional é um ótimo material para trabalhar outros temas como: inteligência emocional, autoconhecimento, liderança, neurociência, psicanálise, percepção visual, desenvolvimento pessoal e profissional, filosofia, interpretação de textos, criatividade, etc.
Ao vê-lo, pela primeira vez, a questão mencionada do filtro e a realidade, lembrou-me justamente do pensamento filosófico de Immanuel Kant sobre a ideologia, que é uma espécie de filtro, como as lentes coloridas de um óculos que nos fazem ver o mundo conforme a coloração da lente que estamos usando. Por lentes entenda-se princípios religiosos, valores familiares, culturais, profissionais, éticos, morais, etc. Somos o que vemos e vemos a partir do que somos. Ou como diria também Anaïs Nin: "Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos". De fato: somos o reflexo daquilo que vemos, vivemos e com quem convivemos. Costumo inclusive dizer para colegas e amigos, por exemplo, que "entendo o aluno quando conheço seus pais e/ou responsáveis".
De Anaïs trago outro aforisma que se encaixa com o tema de percepção: "A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo". Uma frase que tem o contexto social, mas que se encaixa perfeitamente na arquitetura dos videogames [abrindo e fechando fases] e na física quântica e os multiversos. Todos temos, em tese, um "gato de Schrördinger" nos aguardando a cada decisão que tomamos.
Para quem nunca ouviu falar desse experimento mental, ele foi pensado em 1935, pelo físico austríaco Erwin Schrödinger, para ilustrar conceitos envolvendo a mecânica quântica, quando aplicada a objetos macroscópicos. O gato, preso no interior de uma caixa hermeticamente fechada, pode estar tanto vivo como morto, dependendo do olhar do observador para se atribuir algum valor à realidade.
De certa forma, mal comparando, nosso futuro é um gato de Schrördinger aprisionado na caixa encefálica, podendo realizar os sonhos ou não a partir da visão de mundo que tenhamos, da nossa autoestima, inteligência emocional, autocontrole e outras habilidades e competências para ver, observar, interpretar e enxergar o mundo [social, do trabalho, dos estudos...] em suas múltiplas possibilidades e variedades. Somos personagens sociais de um livro vivo [a vida], mas podemos ser também os autores, narradores de nossos caminhos.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Barroco redacional, gongorismo linguístico, romantismo condoreiro e redação contra-argumentativa [uma viagem no tempo]




O caso da redação da Fuvest que foi zerada por conter uma série de eruditas, arcaicas e pouco objetivas despertou diversas sensações neste editor de blog que coincidentemente é professor de Língua Portuguesa, Produção Textual, Literatura e Filosofia.
Observem, primeiro, a página 4 da postagem destacada do perfil Redação On Line, no Instagram, com a íntegra da referida redação.
Inicialmente, ao ler as primeiras frases, senti-me como lendo um texto literário ou poema barroco, lá do século XVII, ao estilo de Luis de Góngora, justamente pelas hipérboles gongóricas produzidas pelo jovem autor.
Porém, ainda na introdução do texto, a expressão condoreira me remeteu à poesia romântica do século XIX, do condoreirismo de Castro Alves. Todavia, o texto redacional requer clareza, objetividade e sequência lógica de ideias, mais do que o empilhamento de conceitos, citações, repertórios e palavras. Para isso se pede que tenha organização e estrutura adequada.
Mais que isso, necessita ser argumentativo, ou seja, que tente convencer [pela razão dos dados concretos] ou persuadir [pela emoção da bagagem sociocultural]. O texto em questão, considero-o contra-argumentativo [no sentido de ser contrário à própria argumentação lógica], justamente pois é impossível convencer alguém que, em pleno século XXI, é remetido ao linguajar dos séculos XVII e XIX, e que a persuasão é feita por uma erudição confusa que parece-me tentar mais impressionar [e consegue] pela erudição do que pela argumentação em si.
Comento sempre com meus alunos que redação, por conta das 30 linhas, deve ser um texto simples e inteligível, em que as palavras estão a serviço das ideias e não o contrário. É preciso demonstrar ao avaliador que o autor domina a técnica da escrita, sim, mas tambpem que entendeu o tema e que, de forma equilibrada, apresentará o tema, o problema, posicionando-se de forma impessoal e indicando as causas do problema [argumentos], que serão detalhadas no desenvolvimento 1 e 2. Por fim, na conclusão, retomar a ideia/tese, propondo uma intervenção que conste qual será a ação necessária [O que deve ser feito?]; qual o agente [Quem deve fazer?]; o meio [Como deve ser feito?]; o detalhamento [Onde e quando?] e a justificativa, que é a frase final, valorizando a ação, em benefício da solução do problema.
O texto redacional de unm barroco gongórico e de uma romantismo condoreiro tornar-se um exemplo de contra-argumento que não convence nem persuade. E, por conta disso, o zero "duplo carpado" foi bem aplicado. Redação não é espaço para preciosismo literários, mas para clareza, objetividade e lógica.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 29 de março de 2026

A farofa, o ventilador, a metáfora e a interpretação textual [Redação para o Enem]




Esta postagem que intitulei de "A farofa, o ventilador, a metáfora e a interpretação textual", como os termos indicam, é uma provocação do blog Educa Tube em função de postagem no Instagram do perfil Português Legal a partir da provocação inicial do Mateux Carneiro sobre a curiosa e emblemática frase: "Restaurante que serve farofa não tem ventilador".
Lendo a postagem original do Mateux, principalmente, os comentários em seu perfil, amplificando a interpretação inicial, percebe-se a necessidade do ensino de figuras de linguagem como ironia, sarcasmo, metáfora, metonímia, paradoxo, etc.
Mais que isso, é um rico material para promover reflexão com alunos sobre a importância de entender os níveis sintático [organização e função das palavras], morfológico [estrutura, origem e derivação das palavras] e semântico [múltiplos sentidos de uma palavras] dentro de um texto, que são essenciais, não apenas para a leitura, mas também para a escrita clara, objetiva e direta de uma redação, pois a metáfora serve como um exemplo de uma explicação em um texto.

Observação:
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sábado, 28 de março de 2026

GEO-FS: O Simulador de Voo Acessível que roda direto no navegador, baseado em mapas reais e de uso gratuito em aulas interativas e interdisciplinares




o GEO-FS é um simulador de voo acessível que roda direto no navegador, sem a necessidade de instalação de aplicativo, baseado em mapas reais e de uso gratuito, para que que seus usuários possam ter a sensação de voo sobre diversas cidades domundo, através de um controle realista, com vários tipos de aeronaves disponíveis para essa viagem simulada.
Ótimo para aulas interdisicplinares de Geografia e História, Literatura e Artes e temas transversais como tecnologia, meio ambiente e muito mais.



Uma espécie de Google Maps e Earth para simulação de voo bem interessante.



Abaixo o link para acesso à pagina do simulador, para a escolha da aeronave, cidade etc e começar uma viagem:

GEO-FS - Free Online Flight Simulator

Aqui, link para a versão Beta 4.0 [ AQUI ].

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sexta-feira, 27 de março de 2026

Tabela Periódica Inclusiva em Libras: material criativo e relevante para o estudo de Química produzido pelo IFMG Campus Bambuí




A TABELA PERIÓDICA INCLUSIVA, um material criativo e relavante para o estudo da Química, encontrei no Linkedin da professora Francilma Éverton e trata-se de produção da professora Alda Ernestina com apoio dos professores e professoras de Ciências e Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas gerais [IFMG], Campus Bambuí e, de fato, é uma proposta inclusiva ao ensino de química, e que merece ser divulgado e valorizado, visto que, como destaca a educadora Francilma: "A proposta traz a representação dos elementos químicos em LIBRAS, fortalecendo não apenas a aprendizagem, mas principalmente o acesso, a inclusão e o respeito às diferentes formas de comunicação dentro da sala de aula".
Iniciativas criativas e inclusivas para um ensino significativo.
Abaixo, link para a versão interativa da referida tabela, bastando clicar sobre os elementos para visualizar o respectivo sinal em Libras:

TABELA PERÍODICA INCLUSIVA EM LIBRAS - VERSÃO INTERATIVA NA WEB

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Gogo Board: O básico para começar a programar a placa Gogo [robótica educacional]




Indico para quem deseja começar a trabalhar com robótica educacional o vídeo "O básico para começar a programar", do canal da Escola SESI de Ensino Médio Arthur Aluízio Daudt [SESI RS], e que é um relevante material com dicas para iniciar na programação em robótica com uso da GogoBoard.
Como material complementar, recomendo também o canal LITE [Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação], da Univali, recomendado no referido vídeo, com outros vídeos sobre o tema robótica educacional, imagem e link a seguir:





LITE - Univali

O LITE, conforme apresentação no canal do YouTube, é: "[...] um espaço que integra a pesquisa o desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos voltados a atividades educacionais. Inclui pesquisas de Graduação, Mestrado e Doutorado realizadas no escopo do Grupo de Informática na Educação da Univali. Promove também atividades de extensão destas pesquisas para a sociedade, em especial para o público escolar. O LITE busca incorporar o estilo de trabalho do movimento maker oferecendo oportunidades para seus integrantes desenvolverem o seu potencial criativo aliado ao aprimoramento do conhecimento científico. Dentre as principais linhas de ação do Laboratório está a produção de tecnologia que estimule o desenvolvimento do Pensamento Computacional".
Recomendo também o vídeo e o canal do professor André Raabe sobre a Placa Gogo e o curso dividido em 3 módulos: básico, intermediário e avançado:

Apresentação do curso sobre a placa Gogo - André Raabe

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Meme, jargão futebolístico, análise tática e Redação para o Enem: "tudo junto e misturado"




Recentemente, entrevista após o jogo, dada pelo treinador Roger Machado, por conta de seu linguajar, muito calcado em jargões do esporte, em especial, o futebol, que possue diversas expressões típicas, como: estado anímico, jogo posicional etc, e mais jogador canhoto de pé trocado e outras que Roger, um especialista da área, nos brindou, viralizando de imediato, conforme imagem acima.
Deixando de lado a "zoeira", o meme e a viralização imediata, tal fato demonstra o quanto a falta de conhecimento técnico leva leigos a brincarem com coisa séria, como se quem fala com propriedade sobre o tema, por experiência d eprofissão, estivesse simplesmente "Rolando Lero", eonrolado, inventando termos [neologismos], o que demonstra falta de interpretação e conhecimento básico sobre o assunto, antes de sair palpitando ou causando "palpitações". O vídeo em questão é uma obra de humor, acredito, e tem que ser lido como tal. Afinal, humor é coisa séria, pois sempre flerta com a crítica social.
Porém, cabe destacar também a análise de outro cidadão [vídeo logo a seguir], dessa vez, alguém que entende do tema, e sobrepõe a fala de Roger as imagens de campo, ilustrando bem o que o treinador disse, deixando a fala mais inteligível, e aí vem o que eu, como professor de Língua Portugesa e Produção textual digo a meus alunos: - Não basta dizer, tem que se fazer entender pelo outro, procurando pra cada ideia e conceito, trazer exemplos, preencher com explicações e repertórios socioculturais que façam sentido a quem está lendo ou ouvindo. Ou seja, didatismo, metodologia, clareza, objetividade, coesão [sequência de ideias] e coerência [unidade e não contradição].
Enfim, uma "pedagogia" futebolística. Na escrita redacional é preciso ser um pouco "canhoto de pé trocado", ao inverter a lógica da análise, além do jogo de palavras superficial, que enrola, enrola e nada diz. É preciso posicionar-se noi campo das letras e ideias, organizando, como um esquema tático, os blocos de introdução, desenvolvimento e conclusão, asism como um time no gramado com defesa, meio-campo e ataque. Cada peça tem uma função sintática e semântica no desenrolar e desenvolver do texto e do jogo para que tudo, ao final, tenha coesão e coerência, sentido e objetivo. Vence aquele que souber ser simples, eficiente e que seja compreendido em suas ideias, ainda que "fora da curva" do senso comum. É preciso saber jogar o jogo com continuidade e progressão [elementos coesivos]. Continuar sempre tratando do memso tema e progredindo, trazendo, acrescentando fatos novos que colaborem ao entendimento e corroborem com as ideias apresentadas durante todo o texto ou jogo de palavras.



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quarta-feira, 25 de março de 2026

Contando e cantando em inglês numérico [música, matemática, linguagem, criatividade, humor e IA]




O vídeo que intitulei de INGLÊS NUMÉRICO - e encontrei no Instagram - é uma dessas peças de humor que comprovam como a criatividade humana é insuperável., mesmo em tempos de inteligência artificial], pois as chamadas IAs jamais criarão algo do nada, de forma imprevisível, como o audiovisual em questão. Elas sempre terão um banco de dados da produção humana para se guiar, imitar, copiar, simular. IA é uma espécie de Caverna de Platão 5.0, que aprende com o que está nessa imensa caverna digital que denominamos de internet. Fora desse "quarto chinês", como na filosofia foi definida a experiência para saber se as máquinas pensavam como nós, a partir de ideias do matemática Allan Turing, a criatividade humana sempre estará um passo a frente. Desde que não fique robotizada pelos algoritmos e fake news das redes sociais digitais.
Por isso, o papel social fundamental do bom professor, de provocar reflexões, estimular o senso crítico, incentivar a leitura de livros e de mundos, proporcionar a cidadania e a emancipação do aluno.
Um vídeo com múltiplas funções, pois permite discutir aspectos da linguagem, traz elementos da matemática, do humor; além de flertar com a música, cantando e contando números em inglês. A intérprete mantém uma entonação perfeita e o ritmo de uma conhecida canção, o que, aos desavisados, talvez "passe batido", mas aos conhecedores do idioma de Shakespeare, não.
Humor é coisa séria e posso provar com esse audiovisual e postagem.

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segunda-feira, 23 de março de 2026

"A arte de escolher" por Sheena Iyengar ao TED: como nossas decisões, por mais triviais que sejam, impactam o nosso viver




Uma palestra motivacional, divertida e reflexiva A ARTE DE ESCOLHER, de Sheena Iyengar ao TED, inicia comentando sobre uma escolha prosaica ocidental [colocar açúcar no chá verde], mas que não é bem recebida noutra cultura, a oriental. [ativem as legendas e tradução, nos ícobes no canto inferior direito da janela de exibição do vídeo]
Um curioso relato ao TED Global, sobre encontros e desencontros culturais que servem para debater as escolhas na perspectiva individual e coletiva dentro das sociedades, sejam elas familiares, escolares, profissionais etc. O elemento cultural é o diferencial a cada grupo humano e saber disso é essencial, inclusive, na elaboração de projetos comunitários, colaborativos e cooperativos.
Mais que isso, para se ter a consciência que toda escolha individual é mediante pelo elementos culturais coletivos e associativos entre a identidade individual e coletiva e est´pa presente nas coisas mais simples e complexas do cotidiano, como a escolha da roupa, comida, escola, profissão.
Assim como nossas ideias, por mais originais que possam parecer, são mediadas pelo contexto em que vivemos [família, escola, grupos sociais], nossas escolhas idem, do trivial ao mais profundo e a pesquisa de Sheena comprova isso que a filosofia e sociologia já discutem faz tempo. Sócrates já dizia que o ser humano é um animal sociável.
Escolhas, então, são atos coletivos, ainda que possam parecer individuais. E muitas vezes, pelo excesso de possibilidades, nem sempre nos damos conta que as oportunidades possam ser reduzidas, como no caso das sete bebidas oferecidas a um jovem russo, que ao verificar que todas eram refrigerantes ocidentais, não havia escolha em si, já que todas eram refrigerantes. Algo que é perspicaz e relevante ao senso crítico, afinal, quando o que está disponível é o "mais do mesmo", haverá de fato alguma escolha a fazer, no sentido mais estrito do termo?
E torno a trazer da filosofia a questão de que quando não fazemos escolhas, estamos também escolhendo nada fazer, que não deixa de ser uma escolha, ainda que aparentemente improdutiva.
Recomendo a todos que acompanharem o referido vídeo, aguardarem a parte que virá após o encerramento de sua palestra, quando o entrevistador fará uma pergunta a palestrante cega, que contará um fato pitoresco sobre esmalte pra unhas que se tornou outra pesquisa informal sobre escolhas a partir da questão visual que ela não possui. Uma fala que vale cada minuto.

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domingo, 22 de março de 2026

A técnica Feynman de estudos em quatro passos simples e eficazes [educação, didática e metodologia]




Muito se fala de técnicas de estudos, pelos métodos mais variados, mas uma que chama a atenção, pela aparente simplicidade e eficácia é a chamada TÉCNICA FEYNMAN, alusão ao sobrenome de seu autor, "Richard Phillips Feynman (1918 — 1988) físico teórico norte-americano do século XX, um dos pioneiros da eletrodinâmica quântica e que ficou conhecido pelos seus trabalhos no ramo da formulação integral da mecânica quântica. Pelas suas contribuições para o desenvolvimento da eletrodinâmica quântica, Feynman recebeu o Nobel de Física em 1965 junto ao Julian Schwinger e Shin'ichiro Tomonaga." [Wikipédia]
O método Feynman parte de 4 passos para obter um resultado satisfatório em qualquer área do conhecimento e que todo educador, seja pai ou professor, deveria pelo menos ter ciência e consciência dele, como uma das maneiras de facilitar o processo de ensino-aprendizagem de seus filhos e alunos.
No material acima, que encontrei no Instagram de Sabedorial Exponencial e segue alguns detalhes a respeito:
Parte do princípio de que ao invés de tentar decorar regras,m fórmulas, equações, nomes, datas etc, tente de fato aprender por associação, memorizando não como simples "decoreba" que depois de um tempo some, mas tentando entender o tema, partindo para o segundo passo: tentar ensinar a uma criança, por meio de linguagem simples o que aprendeu. É notório que quando tentamos explicar algo a alguém, tentanmos de diversas maneiras, direita, indireta, por meio de comparações, metáforas, simbologias [passo 4]. Em seguida, no terceiro passo, identifique o que não entendeu e tente descobrir, pesquisando, conversando com quem sabe, buscando outras fontes de informação. E, por fim, o asso 4, já mencionado anteriormente, use de criatividade, comparando algo abstrato a um fato concreto, ou vice-versa, valendo-se de analogias, metáforas, símbolos, signos. Freud fazia isso com os complexos e síndromes na psicanálise, associando à mitologia grega [Complexos de Édipo e Electra], aos contos de fadas, como seus discípulos fizeram com a Síndrome de Peter Pan e o Complexo de Cinderela, entre outros.
Sem conhecer esse método, quando eu estava no ensino médio e nem imaginava ser professor, os utilizava de forma intituitiva com meus colegas para ensiná-los a escrever redações, ter pensamento matemático, entender escolas literárias e períodos históricos.
Tentar entender o mecanismo de algo e não apenas memorizar dados é o caminho mais produtivo para que a informação de fato se torne conhecimento.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.