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segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Estamos mais conectados do que nunca, mas a que custo? 📱🕸️ [redes sociais digitais e as teias da hiperconexão]
O avassalador curta-metragem de animação, intitulado "Estamos mais conectados do que nunca, mas a que custo?", encontrei no Linkedin de José Carlos Teixeira, especialista em tecnologia, recursos humanos e logística; curador do site Empreenda e Viva Bem.
Como bem destaca José Carlos: "A animação deste vídeo traz uma reflexão visual poderosa sobre a nossa relação atual com as telas. Fios invisíveis parecem nos prender aos smartphones e notebooks, criando uma barreira que nos afasta do que realmente importa: as pessoas que estão fisicamente ao nosso lado. O curta ilustra uma dura realidade: pais fisicamente presentes, mas mentalmente ausentes. Vemos momentos em família sendo substituídos pelo brilho das telas e a luta exaustiva para resgatar a atenção de quem está imerso no digital".
Teixeira ainda destaca que "a tecnologia deve existir para potencializar nossas vidas e facilitar conexões, não para nos isolar ou robotizar nossas interações diárias. Precisamos humanizar não apenas o software que desenvolvemos e utilizamos, mas também a forma como consumimos o ambiente digital."
De fato, é preciso preservar a saúde e o bem-estar dos usários frente aos maquinários cada vez mais sofisticados, com telas hipnóticas e rolagem infinita que estimulam a dopamina, como uma iemnsa teia de aranha, snedo os usuários moscas presas em seu emaranhado digital.
Um audiovisual que serve para debate na família, na escola, no trabalho e na sociedade em geral sobre a hiperconexão e os impactos sociais, psicológicos, escolares, mentais e profissionais.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 13 de setembro de 2026
Seja primeiro curioso antes de julgar algo ou alguém: cena impagável do seriado Ted Lasso, além do uso motivacional #CinEducacao
A cena do famoso e premiadíssimo seriado Ted Lasso, intitulada SEJA CURIOSO, NÃO JULGADOR, encontrei, primeiramente, no Instagram de Cinemáticos, de Muriaé, Rio de Janeiro, Brasil, depois busquei a cena completa no YouTube, denominada de Cena dos Dardos, e serve como pequena aula e grande lição do uso pedagógico do cinema na educação, em sentido amplo, além do possível uso motivacional.
Ainda que você não conheça a série, não seja fã, tampouco cinéfilo, é inegável o poder do cinema e da literatura, em especial, e da arte em geral, como autoajuda e motivacional, num sentido filosófico, sociológico, universal e atemporal, muito além de palavras motivacionais, descontextalizadas e utilizadas com fartura por influencers, coaches, mentores com outros fins, mais mercadológicos, o que não combina muito com o ambiente educacional.
Neste blog, o marcador #CinEducacao indica diversas cenas de filmes, filmes completos, seriados etc, que podem servir de aliados a uma prática escolar, uma dinâmica de grupo e outras possibilidades.
O editor deste blog, também escritor, poeta e professor, tem como base o que ele chama de pedagogia do exemplo ou do espelho. De conhecer os familiares para entender o aluno, de se espelhar em professores reais e fictícios [do cinema e literatura] como suportes ao seu fazer pedagógico.
Na cena em questão, Ted Lasso, personagem da série que trata de esportes e vida, está num bar com amigos e conhecidos, e faz um "ajuste de contas" com alguém que o julga sem o conhecer de fato, e, sem que este saiba dos seus antecedentes, do histórico de vida, das habilidades e competências, o resultado é divertido, professoral e magistral. Desconhecer seu alunado deveria ser um pecado capital do bom educador, que precisaria sempre, antes de tudo, descobrir em cada turma seus talentos natos e aqueles que podem ser incentivados, para poder criar um ambiente favorável a interação em grupo, valorizando habilidades coletivas e individuais, despertando talentos, muitas vezes desconhecidos pelos próprios alunos, em prol de uma troca de saberes sadia, ou a famosa inteligência coletiva. E como no jogo de dardos, seja preciso em seu alvo.
Assim como aquele que desconhece as habilidades de Ted e o menospreza, tentando levar vantagem. Por outro lado, Ted parece desconhecer as regras do jogo, dando linha e anzol ao que quer levar vantagem. Todavia, logo demonstra que sempre praticou aquela atividade, desde a infância e, embora, ninguém soubesse disso, esse dado é fundamental no desfecho da cena. Não pré-julgar alguém pelas aparências deveria ser o sétimo pecado capital: a presunção! Desse modo, conhecer o outro evitar bullying [como na cena retratada] e outras situações desagradáveis, eleva o autoconhecimento e a autoestima de quem com a gente convive, e promove o ambiente colaborativo e cooperativo na sala de aula que será essencial para ser replicado na família, no trabalho e na sociedade.
Portanto, conhecer o outro, "ser curioso e nem tanto julgador" [menção a verso do poeta Walt Whitman], é essencial ao educador do século XXI, seja ele pai, professor, gestor escolar, gestor público, gerente, encarregado, vizinho, amigo, colega, cidadão etc.
EM TEMPO: Para quem desejar conhecer melhor esse seriado incrível, segue essa resenha visual do canal OLHAR SINGULAR, logo abaixo, que traz um apanhado geral:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2026
As transformações educacionais e sociais: da máquina de escrever até a inteligência artificial por Jose Manuel Moran [do analógico ao digital]
Encontrei o vídeo Internet e IA, primeiro no Linkedin do professor, escritor, pesquisador e palestrante José Manuel Moran - espanhol por nascimento, brasileiro por adoção - e depois localizei no YouTube, para compartilhá-lo em meu blog educacional.
O vídeo em questão, considero tanto uma viagem no tempo, como uma breve história do uso das mídias e tecnologias da informação e da comunicação [TIC] na educação. Digo isso, pois a história do professor Moran se funde e confunde com a utilização das mídias e TIC na educação, principalmente pra mim, pois desde que passei a utilizá-las, como educador, uma de minhas principais referências na área foi justamente o prof. Moran, e, desde então, acompanho seu trabalho, projetos, vídeos e reflexões. Uma história viva de amor à educação, da troca de saberes e de experiências de vida e de trabalho, do tempo da máquina de escrever, hoje peça de museu, até a badalada IA. Seu depoimento é motivador às novas gerações de professores, por toda dedicação e bagagem sociocultural. Ótimo para uma aula inaugural. Praticamente um memorial de vida exemplar e de excelência.
Tomei a liberdade de copiar, logo a seguir, a manifestação escrita do prof. Moran no Linkedin, apresentando o referido vídeo que recomendo a todos os educadores, sejam pais ou professores, pis são questões e indagações necessárias e relevantes a todos nós:
"Refletindo sobre a minha trajetória de quase 40 anos na pesquisa em mídias e educação — desde a máquina de escrever até a descoberta da internet na USP, e agora com o avanço acelerado da Inteligência Artificial —, percebo que estamos vivendo uma transição sem precedentes.
A IA nos dá respostas instantâneas, mas a educação é sobre encontros, projetos de vida e vínculos reais. O gargalo do aprendizado hoje não é a falta de tecnologia, mas a escassez de espaço para a escuta, a empatia e a pedagogia da pergunta. A tecnologia é o meio. A transformação das pessoas é o fim. A IA traz eficiência, personalização e apoio 24/7. Mas ela não sente, não acolhe e não lidera com empatia. A transformação real acontece no equilíbrio: usar a inteligência da máquina para potencializar a sensibilidade, o pensamento crítico e a conexão humana.
Se muitos alunos confiam mais na IA do que nos seus pais e professores, onde estamos errando? 🤔
É necessário focar na educação básica e no desenvolvimento de competências humanas sólidas: aprender a pensar criticamente, saber avaliar informações, ler, escrever e fazer perguntas profundas.
Usar tecnologia de ponta com uma mentalidade atrasada não gera inovação. Precisamos de mais professores, líderes e educadores preparados para guiar pessoas em um mundo incerto.
Aprender é um projeto para a vida inteira, utilizando o melhor do potencial tecnológico para expandir e iluminar todo o potencial humano!
O futuro da aprendizagem é humano, híbrido e contínuo; construído agora, de mãos dadas entre a criatividade, o afeto e os valores fundamentais".
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segunda-feira, 21 de abril de 2025
"Educação não começa na escola, começa em casa. Não é uma questão de governo, mas de compromisso familiar" por Walter Longo
O vídeo acima, Educação não começa na escola, começa em casa. Não é uma questão de governo, mas de compromisso familiar, de Walter Longo, pensador, especialista em inovação, publicitário, administrador de empresas e escritor, trata-se de uma urgente e necessária reflexão sobre os papeis sociais de educadores, sejam eles pais ou professores, além dos gestores escolares e os gestores públicos. Não se pode confundir educação com escolaridade, e os papeis de pais na educação, com valores e limites aos filhos e o dos professores na socialização, instrução e escolaridade. Alguns pais terceirizaram a educação, primeiro pra escola, depois para as babás eletrônicas [videogame, smartphones, internet etc].
Walter Longo [link AQUI para seu site], com sua experiência de vida e de trabalho, coloca o dedo na ferida aberta da sociedade, que está adoecida e adoecendo alunos e professores. Como o título indica, educação precisa começar em casa e mais que compromisso governamental, deve ser dever e compromisso familiar.
O referido vídeo me foi indicado pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, professora em Rio Grande, RS, Brasil.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024
"Brain Rot" [cérebro podre]: expressão escolhida como termo do ano e que significa a perda de cognitividade por consumo excessivo de conteúdos superficiais
O vídeo acima, "Brain Rot", foi indicação do professor Rafa Barba, de produção própria em seu canal de vídeos no YouTube, destacando termo considerado a expressão do ano e que "significa a perda de cognitividade por consumo excessivo de conteúdos superficiais", ou seja, a substituição do conhecimento geral pela cultura inútil, pela banalidade, pela "modernidade líquida", diria Bauman.
A superexposição aos meios eletrônicos, em geral, e às redes sociais digitais, em especial, têm levado não apenas crianças e jovens, mas adultos e idosos a sofrenrem de transtornos e déficit de atenção, além de outros problemas de ordem de saúde mental. Tudo que é em excesso poderá ser nocivo à saúde.
O referido audiovisual é um ótimo material para um debate entre educadores, sejam pais ou professores, com seus filhos e alunos, sobre esse mundo extremamente conectado e o impacto no cotidiano familiar, escolar, profissional e social.
Já se percebe a diminuição drástica nos hábitos de leitura e de escrita, o que causa problemas de cognição, de organização de ideias, de argumentação e, inclusive, da brutal falta de interpretação textual, ocasionando desvios de conduta e o aprisionamento de alguns nas modernas Cavernas de Platão que são os grupos de WhatsApp em que proliferam fake news em massa, configurando-se em locais de realidades paralelas totalmente desfocadas do plano real.
Um vídeo essencial para se ver, rever, divulgar e debater sobre esse "Admirável Mundo Novo" e suas implicações no indivíduo e na sociedade.
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domingo, 21 de julho de 2024
Receita de longevidade do filósofo Michel Serres pra evitar a senilidade e contra a alienação e desinformação
O vídeo acima, incrível e relevante fala do filósofo Michel Serres sobre senilidade, alienação e desinformação, que me foi indicado por minha prima a Rejane Klaes, bibliotecária aposentada, residente em Porti Alegre, RS, Brasil.
Uma receita e uma aula magna de Serres como um antidoto ao que está aí exposto e imposto. Conselhos fundamentais para os dias atuais, tão alienantes, escapistas e permeados por uma engenharia social dos algoritmos das Big Techs que banaliza a informação, divulga e monetiza a cultura inútil em detrimento do conhecimento geral. Nas entrelinhas há uma dura crítica à indústria cultural que padroniza tudo e trata o espectador como um consumidor.
Memória e esquecimento, arte e cultura e muito mais.
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domingo, 10 de dezembro de 2023
Sábia reflexão de idosa sobre a dependência e o uso adequado dos equipamentos tecnológicos no cotidiano
Enocntrei o vídeo acima no Instagram e achei interessante a reflexão dessa idosa sobre os exageros da tecnologia no cotidiano, em que as pessoas ficam por demais hipnotizadas pelas telinhas sem conviver.
Não considero um discurso contra as máquinas,pelo contrário: um convite para humanizar os equipamentos e as relações humanas robotizadas, mediadas por espelhos, espelhos meus, muitos deles aprisionados pela vaidade, o narcisismo que são favorecidos por algortimos que criam toda uma engenharia social.
A questão não é deixar de usar os equipamentos tecnológicos, mas como toda tecnologia, ser usada com moderação, com controle e cuidado, evitando escapismos do mundo real. A televisão, quando surgiu, já foi acusada de atrapalhar o convívio familiar, por exemplo, pois as pessoas paravam pra ver filmes, telejornais, etc. Mas o foco era um só, hoje cada um tem sua telinha e muitas vezes deixa de interagir com quem est´pa ao seu lado, seja no estádio de futebol, num palco de shows, na escola, no almoço em família, num restaurante, em toda parte.
Como destacam o livro A MÁQUINA DO CAOS, de Max Fisher e o documentário DILEMA DAS REDES, da Netflix, a questão é que os usários [termo utilizado para definir quem se vale dos meios tecnológicos e redes sociais digitais] é somente empregado noutro ambiente, no que tangem ao vício, as drogas,a dependência química. Hoje, alguns têm notória dependência tecnológica. A questão não é deixar de usar essas ferramentas de interação, comunicação e produção de conteúdo, que criaram novas formas de convivência e de trabalho. Mas usá-las de forma adequada, evitando uma dependência emocional. Tudo é questão de saber ter limites. Mas tambpem entende a engenharia social envolvida nos algoritmos das Big Techs, que hoje são mega coprorações mais ricas e poderosas do que qualquer nação.
A reflexão da idosa serve para abrir um debate ou roda de conversas sobre educação, tecnologia e sociedade.
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quarta-feira, 22 de junho de 2016
Tempo de Criança: Curta-metragem sobre o cotidiano de uma menina quando a mãe está fora de casa
O vídeo acima Tempo de Criança, descobri no You Tube e trata-se de curta-metragem (2010), do diretor Wagner Novais, do Rio de Janeiro (RJ), Brasil e aborda "Uma construção poeticamente dramática sobre o cotidiano de uma menina que tem que ser grande quando a mãe não está em casa".
O elenco é composto por Ketellen Coutinho, Luciana Bezerra, Manoela Rosa, Pablo Vinícius, Roberta Valente, Rodrigo Cardoso.
Mais que uma obra de arte é um pequeno reflexo da sociedade em que boa parte das crianças não têm mais o direito ser criança, apenas e tão-somente criança, enquanto criança, mas passam a ser tratadas e se portar como adultos em miniatura.
Nessa Terra de Gigantes (parafraseando antigo seriado de TV dos anos 1970) e canção homônima da banda Engenheiros do Hawaii (anos 1980), as crianças ora são tratadas como hiperativos (e tomam remédio para isso) ora diagnosticadas com a síndrome do pensamento acelerado (que é uma espécie de reação as estímulos que sofrem via clipes, músicas, jogos, filmes etc).
Nem 8 nem 80. Muitas vezes, até mesmo especialistas esquecem que criança é criança, e como tal, possui uma agitação natural, uma curiosidade e busca por descobertas. Exemplo disso é a fase dos "porquês"... Por que a Terra é azul? E o sol amarelado? E as nuvens brancas? E a água incolor? E etc etc etc...
Muitas crianças que crescem sozinhas, muitas vezes com pais ausentes ainda que de corpo presente. Crianças que precisam trabalhar cedo, que são exploradas até por grandes empresas, que sofrem abusos emocionais e sexuais, que não podem estudar, que tem alienação parental (impedimento por um dos progenitores de conhecer e conviver com o outro).
Existem pais conscientes e outros que delegam à escola a educação de seus filhos. Pais que antes depositavam o futuro dos filhos na escola e hoje apenas depositam os filhos nela...
Existem crianças que passam sofrem violência doméstica, outras que passam boa parte do dia sozinhas, pois os pais precisam sair cedo para trabalhar fora e só voltam tarde... Crianças que acabam sendo educadas pela TV, internet, sem a mediação de pais ou professores...
Crianças que não apenas ajudam na lida da casa, mas que são responsáveis por ela e que acabam sendo pais substitutos de seus irmãos menores...
Enfim, há que se discutir Limites e Valores, sem esquecer de destinar um "Tempo de Criança", que deveria ser um tempo mágico e não tão trágico, como algumas crianças padecem, e envelhecem precocemente ao invés de amadurecer gradualmente...
Há, então, a necessidade urgente e permanente de um tempo reservado para todos sermos crianças com outras crianças... sejam eles filhos ou alunos...
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quinta-feira, 17 de março de 2016
Os fins NÃO justificam os meios (Breve aula de Direito sobre chavões jurídicos)
O vídeo acima, Os fins NÃO justificam os meios, descobri na rede social e trata-se de aula de Túlio Viana, professor da Faculdade de Direito da UFMG, que de forma clara e direta trata de ética, legislação e sua devida utilização no contexto judicial. Mas que pode ser pensada a questão da ética no contexto escolar. Não é possível empregar qualquer tipo de meio para atingir uma finalidade.
Ainda neste contexto, recomendo o vídeo Argumentum ad hominem - Falácias Argumentativas (argumento contra a pessoa e não o fato, que engloba insultos e xingamentos para desqualificar seu opositor), presentes dos discursos jurídicos aos debates na internet, na escola, na comunidade, em toda parte.
Como o professor Túlio demonstra: o debate deve ser sobre as ideia e não sobre a vida do autor dessas ideias. Neste vídeo (abaixo) é comentado o uso do "argumentum ad hominem", nas suas variantes "tu quoque", "ad hominem" circunstancial, "ad hominem" por associação.
Estes dois vídeos do prof. Túlio Viana lembraram-me este ótimo filme, chamado O Grande Desafio (The Great Debaters), inspirado em fato real, em que professor de oratória ensina seus alunos a argumentarem e contra-argumentarem para enfrentamento com as grandes universidades norte-americanas.
Neste contexto, do jurídico ao educacional, de político ao social, recomendo o filme "O Grande Desafio", como exemplo de como o debate de ideias pode ser estimulado em sala de aula, na escola, e na sociedade, de forma civilizada, argumentativa, com réplica, tréplica, direito de resposta, abordagem dos dois lados de uma questão, contraditório e outros princípios constitucionais que têm sido esquecidos no calor das paixões, sejam nas redes sociais digitais ou não.
O Grande Desafio: cinema, educação e sociedade (postagem no Educa Tube)
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
"Novas gerações têm poucas referências de autoridade", por Mário Sérgio Cortela
"Novas gerações têm poucas referências de autoridade" - por Mário Sérgio Cortela
Publicado por Mundo Nativo Digital em Domingo, 21 de fevereiro de 2016
O vídeo acima "Novas gerações têm poucas referências de autoridade", descobri via Facebook da página Mãe Com Filhos: Site para adolescentes/crianças e trata-se de interessante fala de Mário Sérgio Cortela, filósofo, professor e consultor que dispensa maiores apresentações, por ser um dos palestrantes mais reconhecidos atualmente.
Cortela trata de gestão de pessoas, e diz que o verdadeiro gestor é aquele evita o choque intergeracional (entre jovens e adultos, pais e filhos, professores e alunos) e promove a junção entre essas gerações, algo que o Educa Tube Brasil tem defendido em diversas postagens.
Fato! O diálogo entre gerações, mostrando a experiência de vida de pais e professores a filhos e alunos e aproveitando essa juventude, vontade de trabalhar coletivamente, das trocas de ideias e descobertas promovem uma empatia no ambiente social, seja a casa, a escola ou a comunidade em geral.
Entretanto, há que se discutir e refletir sobre questões como valores e limites, na atualidade, não apenas na família, na escola, no trabalho, mas em toda a sociedade. E este vídeo serve a esse propósito, pois discute de forma direta tais questões.
Concordo com a afirmação de que as novas gerações têm poucas referências de autoridade, e não apenas isso, há também um tempo cunhado pelo jornalista Leó Gershmann, de que há "ausência de perspectiva histórica" (ele se referia ao esporte e eu remeto ao cotidiano em geral, da política ao esporte, da arte à cultura, da história à memória coletiva).
Não podemos culpar essa geração pela falta de referências, tanto de autoridade como de historicidade, em todas as áreas, pois muitas vezes não lhes é oferecido o contraponto, o contraditório, as múltiplas perspectivas sobre um tema, seja na família, na escola, nas mídias, na sociedade em geral.
Fui criança e adolescente em plena ditadura militar, em que imperava forte censura, e mesmo assim, tive uma formação de conhecimento geral autoditada através de álbuns de figurinhas, almanaques distribuídos em farmácias, revistas de história em quadrinhos (em que aprendi a ler imagens antes mesmo de estra alfabetizado), pelos desenhos animados da TV (como a Arca do Zé Colmeia) tive minhas primeiras noções de meio ambiente, ecologia e educação ambiental; complementadas por seriados como Cosmos, de Carl Sagan, Tarzan, Elsa, a história de uma leoa etc.
Hoje, temos muita informação circulando no ciberespaço, alguns procedentes, outras inadequadas ou improcedentes, muitos boatos indo e vindo que nem bumerangues digitais, e cada vez mais o papel do educador, seja pai ou professor, será fundamental na organização desta informação que gere conhecimento mútuo.
Cabe aos gestores públicos e à sociedade reconhecerem, recuperarem e valorizarem o papel educacional e social, bem como a autoridade do gestor escolar e do professor perante o aluno, de o professor reconhecer no aluno um aliado e não adversário, de a comunidade ver a educação e a escola como centros de formação, primeiro para a vida e para a própria sociedade para que seja possível mudar essa matriz em vigor, em que aos professores é cobrado mais do que ensinar a resolução de problemas do conteúdo programático escolar e sim, resolver problemas da própria sociedade.
sábado, 15 de agosto de 2015
O que é mais importante para você? A imagem ou a vida?
O impactante vídeo acima O que é mais importante para você?, descobri na rede social e é otimo material para tratar de valores e limites éticos, políticos, sociais e educacionais, pois mostra uma situação vivida por uma jornalista, mas poderia ser aplicada a qualquer outra profissão e cidadão do mundo.
O vídeo mostra uma jornalista premiada por conta de uma fotografia, que antes de receber a premiação faz uma recapitulação do fato que promoveu aquele reconhecimento. Na verdade, a jornalista, em um local fictício de conflito, com o correspondente de guerra segue uma menina que foge das blas e explosões, escondendo-se num prédio bombardeado, que vem a ser também seguida e perseguida por um soldado que lhe aponta uma arma. Ao invés de socorrer, salvar a menina, a jornalista prefere apenas clicar aquele momento trágico. Algo que remete a chamada "Foto do Destino", na novela O Pintor de Retratos, do escritor brasileiro Luis Antonio de Assis Brasil, que conta justamente as peripécias de um jovem pintor de retratos, que vindo da Itália para o Brasil, se estabelece no Rio Grande do Sul, no final do século XIX, e acaba se tornando involuntariamente fotógrafo oficial de grupo envolvido na intitulada Revolução Federalista ou da Degola, no extremo sul do Brasil. Inspirado no grande fotógrafo francês Nadar, o jovem pintor clica o momento em que um soldado é degolado por outro, considerando aquela foto como a sua melhor e que lhe traria a fama. Na trama, quando conhece Nadal e mostra a foto ao seu mestre, este com repulsa o expulsa, dizendo que aquilo não é arte, mas barbárie.
Hoje, vemos em larga escala, pessoas preferindo clicar e filmar com seus telefones móveis brigas entre jovens do que apartar; fazem a famosa "selfie" diante de locais de tragédias, estejam as pessoas vivas ou mortas, expondo-se e expondo imagens degradantes; já houve caso de alguém preferiu filmar pessoa se afogando em rio, do que prestar socorro. Algo que deve ser criticado, pois demonstra justamente a falta de valores (humanos) e limites (éticos e profissionais).
Há que se discutir o uso adequado e equilibrado da tecnologia, na família, escola e sociedade...
Para ilustrar esta postagem coloco algumas imagens que descobri também nas redes sociais e que criticam essa postura e que servem para um debate sobre o que é mais importante para cada um, se o maquinário ou o usuário, se a imagem ou a vida:
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Mais do que um sinal: hologramas expulsam quem usa indevidamente vaga de deficiente
O vídeo acima Dislife: More than a sign (Mais do que um sinal), descobri via Twitter Deficiente Ciente, e trata-se de campanha de ONG da Rússia para conscientizar condutores contra o uso indevido de vagas destinadas a deficientes, através de projeção de vídeo com pessoas com deficiência em cadeira de rodas pedindo ao condutor que desocupe aquela vaga.
- Sim, eu sou real!, exclama a imagem holográfica ao "desavisado".
Simular o eal é uma das formas de conscientizar as pessoas para a realidade que alguns teimam em não reconhecer nem respeitar.
De acordo com a ONG Dislife "30% da população russa usa vagas de deficientes sem precisar. Para acabar com isso, a organização decidiu deixar alguns deficientes ocupando as vagas permanentemente".
Um exemplo de como tecnologia pode servir à sociedade de forma integrada em situações as mais variadas possíveis. E que serve para promover não apenas a inclusão digital, mas tecnológica e social.
O Educa Tube Brasil recomenda cvisita ao portal Deficiente Ciente, pelo relevante material nele disponível, link abaixo:
DEFICIENTE CIENTE: O BLOG DA INCLUSÃO E CIDADANIA
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Melhor prevenir do que remediar: três palavrinhas mágicas diariamente
O vídeo acima, que descobri na rede social e intitulei de Melhor prevenir do que remediar, é uma dramatização de algo que tem acontecido com frequência na vida real. E não apenas médicos, mas principalmente professores sabem muito bem que isso acontecesse cada vez mais, na mais tenra idade. E quando a escola assume o papel social de pais omissos, ausentes de corpo presente, permissivos e displicentes, estes muitas vezes se revoltam, superprotegendo os filhos. Muitas vezes justificando o injustificável, defendendo o indefensável.
Crianças sem valores nem limites, serão adultos, igualmente, sem valores nem limites. E aquelas três palavrinhas mágicas (desculpe, obrigado e por favor) nunca devem ser esquecidas, jamais deixarem de ser ensinadas.
Não basta dar bens materiais e não dar afeto. Não se compra respeito num consultório médico, numa farmácia. É preciso prevenir, do que depois remediar o futuro de crianças sem limites nem valores éticos, morais e sociais.
Educação começa em casa, instrução na escola, formação durante toda a vida... Eis as lições que o Tempo, nosso maior professor, poderá sempre nos dar...
domingo, 31 de agosto de 2014
Famílias Digitais: Que a tecnologia NÃO te roube a comunicação
O vídeo acima Que la tecnología NO te robe la comunicación Familias digitales , foi indicação via Facebook de minha colega e esposa Elisabete Brasil Roig, professora de matemática em Rio Grande, RS, Brasil.
Cada vez mais, em lugares públicos temos percebido essa conexão direta com o mundo digital e cada vez mais distanciadas as famílias do mundo real, cada qual em sua tela, enquanto a escola é o espelho social e digital do que acontece ao redor.
Um material para refletir sobre a postura de pais e filhos diante das tecnologias... E o nosso nível de interação e comunicação com os mundos real e digital.
Encontrei (logo abaixo) nos vídeos correlatos a este, outro chamado "La Familia Digital" que, segundo apresentação no You Tube: "forma parte de la labor de sensibilización y divulgación del Foro Generaciones Interactivas para resaltar la importancia de las nuevas tecnologías en la vida de padres e hijos".
Um vídeo produzido pelo portal Geraciones Interactivas da Espanha, e que nos mostra de forma irônica e divertida as relações familiares digitais, quando compartilhadas entre pais e filhos... Um bom material para tratar de teoria e prática (entre o que se diz e o que se faz) nessas relações familiares e as possibilidades tecnológicas no mundo atual.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Ensine seu filho a ser persistente (Aprenda com seu aluno a ser criativo)
O vídeo acima, Ensine seu filho a ser persistente, com a pedagoga Jeanine Rolim, descobri via Twitter de Marcos Meier, , Mestre em educação, psicólogo e professor de matemática de Curitiba, PR, Brasil, que além disso é palestrante nacional e internacional, e editor do portal "Marcos Meier: Educação e Psicologia".
Jeanine Rolim fala do tema: "Persistência - como ensinar as crianças a serem persistentes. Por que a persistência deve ser ensinada? Por que muitas crianças desistem logo do que estão fazendo?"
Um vídeo que veio ao encontro do que comentava nas redes sociais sobre experiência que tive recentemente com meu filho Allan, de 9 anos, quando nas férias de julho, levei-o a um "parque de diversões" com jogos eletrônicos em grande shopping center da capital (Porto Alegre, RS, Brasil) e lá ele jogou e não se deu muito bem num simulador de voo, dizendo que era muito difícil manter o voo virtual. Comentei com ele da importância de aprender com os erros, e que não se deve desistir apenas por conta de uma dificuldade, ainda mais quando esta é digital e permite ousadias sem maiores prejuízos a sua integridade física e emocional (claro que falei isto em uma linguagem acessível a um garoto de 9 anos!).
Pensando estes dois momentos, a interação com meu filho e o vídeo acima, penso em suas implicações e possibilidades educacionais, justamente quando sabemos que tanto o jovem como o adulto, diante da complexidade da vida real (os jovens) e da vida digital (os adultos), travam, desistem ao primeiro desafio, não tendo a devida persistência.
Todo educador, seja pai ou professor, é um tripulante que já tem muitas horas de voo, sejam reais ou imaginárias, muito mais do que seus filhos e alunos e, portanto, e por conta disso, deveriam assumir o comando da Nave-Mãe, em companhia de seus filhos e alunos, convidando-os para serem seus copilotos em voos, utilizando ou não simuladores (TIC, mídias e redes sociais), ou apenas breves passeios pelo entorno da escola.
Utilizando esta metáfora do voo, cabe dizer que, via de regra, passageiros são os alunos, durante certo período escolar, mas que os professores e os pais são eterno educadores por toda a vida, além da aposentadoria oficial, afinal, como bem me comentou certa vez a colega e amiga Sonia Bertocchi, educadora de São Paulo, SP, Brasil e editor do blog Lousa Digital: "Professores se aposentam, educadores jamais".
E pensando nessa longevidade do professor na escola, até a sua aposentadoria, cabe destacar que aqueles que são criativos conseguem mobilizar a criatividade nata do aluno, que poderá ser sim um coautor, um copiloto nessa jornada...
O professor não precisa dominar os multimeios e sim o seu conteúdo programático. Saber de onde veio, quem é e para onde vai em sua atividade escolar. O professor não precisa inventar um telescópio para dar aula de astronomia, da mesma forma que não precisa dominar estas tecnologias como um especialista, desde que delegue aos alunos, que sabem melhor que qualquer adulto e mexer nas TIC, mídias e redes sociais este papel social de parceiro, apoiador em projetos e atividades educacionais. O professor não precisa inventar todo o dia a Roda, mas fazer as pedras rolarem, e a imaginação dele e do aluno viajarem juntas pelo mesmo plano de aula e de voo, com as devidas escalas entre o embarque do ano letivo e seu desembarque ao final do mesmo.
Para refletir, debater e divulgar.
domingo, 22 de junho de 2014
Questão pedagógica: Entre o discurso e a prática (animação crítica e humorada)
O vídeo acima Questão Pedagógica, descobri no Facebook e trata-se, logicamente, de humorada charge e animação, de Maurício Ricardo, em forma de crítica entre o discurso e a prática, se formos levar tudo ao "pé da letra".
Se transpormos literalmente um contexto teórico e acadêmico para um contexto prático e cotidiano, sem as devidas adaptações, constatações, avaliações e estratégias, poderemos agir como a hipotética professora que, depois do aconselhamento superior, atuou rigorosamente como lhe foi dito (só que incorporando por demais jeitos e trejeitos daquele universo contraditório).
Entretanto, piada à parte, a crítica evidencia a situação complexa que muitos educadores enfrentam em seu cotidiano profissional, muitas vezes se achando isolados e impotentes diante de desafios e cobranças cada vez maiores como drogas, violência, descaso de alunos, omissão de pais e/ou responsáveis, pressão da própria sociedade...
Um vídeo para debater o papel social do educador, que antes de tudo é o de formador - passando instrução e conteúdos, mais do que resolvendo problemas sociais extraclasse -, embora muitas vezes atue acessoriamente como psicólogo, enfermeiro, pai substituto, terapeuta ocupacional etc.
A grande questão pedagógica em uma escola é (ou deveria ser de) como passar instrução, conteúdo, preparando o aluno para vida, através de didática e metodologia adequadas, dentro de um contexto tão complexo como o que vivemos atualmente.
Mais do que nivelar a discussão e as estratégias por baixo, há que se pensar formas enquanto instituição de ensino, e não apenas professores por si só, mas ações efetivas que comprometam pais e alunos, gestores educacionais e públicos, a comunidade, o ministério público e demais entidades para a resolução de problemas muito mais do que matemáticos, mas éticos, morais e sociais...
Sem o comprometimento da sociedade, cada vez mais o discurso ficará desassociado da prática, ou a prática cada vez mais associada a meios pouco condizentes com a melhoria de alunos, da educação e da própria sociedade...
Há que se tentar criar uma rede social educacional, envolvendo todas os órgãos e entidades que direta ou indiretamente têm vínculos e/ou responsabilidades com a Educação, sejam públicas ou privadas, jurídicas ou políticas...
Afinal, como o Educa Tube sempre destaca: educação é universal, ainda que particular, e as fronteiras federais, estaduais e municipais são apenas de ordem administrativa; o ato de educar é algo acima de fronteiras e deve sempre aproximar as pessoas...
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Esperando pelo Super-Homem (música, educação e sociedade)
O belíssimo videoclipe acima Waiting for Superman (Esperando pelo Super-Homem), da banda Daughtry, descobri no You Tube e é para mim um curta-metragem sobre estes heróis anônimos que fazem o bem sem nada pedir em troca, mas às vezes são confundidos e mal interpretados por seus atos, muitas vezes pelas próprias pessoas que são ajudadas, enquanto esperam pelo Homem de Aço...
No vídeo mostra como uma ação vista sem toda a sua amplitude pode confundir o herói com o agressor. A mídia muitas vezes, em seu afã de construir super-heróis e/ou salvadores da Pátria, não raras vezes faz o que Malcolm X já dizia na década de 1960: "Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo."
Um clipe para refletir sobre o papel social de todo educador - seja pai ou professor - de ver todos os lados de uma questão, evitando o maniqueísmo binário da atual Idade Mídia, em que existe apenas um ponto de vista, nem sempre mostrando o contraponto, levando a uma condenação prévia, antes mesmo do devido processo legal e do amplo direito à defesa. Muitas vezes vemos até o linchamento midiático antecedendo ao linchamento de fato, como recentemente aconteceu com uma mulher confundida com suposta assassina, fruto tudo de um boato infundado, divulgado nas redes sociais.
Mais do que esperar super-heróis, há que se valorizar os heróis anônimos que fazem suas boas ações diariamente, sem precisar de super poderes, nem capa ou máscara, sem interesses econômicos ou políticos...
Eu conheço muitos destes heróis, entre diversos educadores, que jamais recebem o mesmo tratamento dado aos falsos heróis, sejam da ficção literária, da jurídica, da política ou da própria sociedade... Mas são estes heróis anônimos que fazem toda a diferença no cotidiano...
Abaixo, videoclipe da mesma canção, tema do filme Homem de Aço:
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sábado, 26 de abril de 2014
Dirija devagar para não assistir ao próprio funeral (dois vídeos e um mesmo tema: educação para o trânsito)
O vídeo acima Eles acreditavam que se reuniriam com amigos, mas assistiram seu próprio funeral , descobri no You Tube e trata-se de criativa campanha sobre educação para o trânsito. Ao ultrapassarem o limite de velocidade, alguns foram convidados a assistir inesquecível evento, onde estavam presentes parentes seus que se despediam de cada "apressadinho" no volante, como se tivessem falecidos.
Muitas vezes precisamos adotar "terapias de choque" para conscientizar sobes os males, seja de dirigir alcoolizado ou em alta velocidade, sobre os danos causados à saúde pelo tabaco e outros mais. As propagandas antitabagismo já adotaram essa tática a algum tempo, estampando nos maços de cigarros imagens fortes de pessoas com sequelas daquele vício. Quem sabe, para coibir os abusos no trânsito seja necessário este tratamento de choque também com os condutores de veículos automotores, para literalmente sentirem na pele a perda de um ente querido, no caso, a si mesmos.
No mesmo sentido, o vídeo abaixo Dirija devagar, comercial sobre segurança no trânsito demonstra de forma didática que quem dirige em alta velocidade não tem tempo suficiente para pensar nas ações e reações ao volante, diante de situações limites. Prevenir antes de remediar...
Ou como postou alguém nos comentários do vídeo no You Tube: "Cuidado com a velocidade, pois a próxima vítima poderá ser você!".
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Os Caminhantes: cadeirante e paraciclista superando seus limites
O vídeo acima, Sobre Rodas / The Walkers (Os caminhantes), descobri nas redes sociais e trata-se de I Festival de Histórias Inspiradoras no YouTube, que mostra depoimento de Fred Carvalho, cadeirante e paraciclista que apesar das limitações físicas tornou-se um esportista e que sua superação dos limites é um exemplo àqueles que desejam seguir em frente, motivando outros e se auto motivando.
Um ótimo material para professores trabalharem a educação física, a educação especial, a inclusão social.
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quarta-feira, 26 de março de 2014
VRUM: Aprendendo Sobre o Trânsito (jogo educacional brasileiro)
O vídeo e a imagem acima são do jogo educacional brasileiro VRUM: Aprendendo Sobre o Trânsito, que descobri através do portal UOL Educação: "(...) o game ensina a maneira certa de agir em diversas situações da vida no trânsito. O enredo do jogo acompanha um jovem que acaba de completar 18 anos e precisa tirar sua primeira habilitação. O jogador irá participar de aulas na autoescola, exames no Departamento Nacional de Trânsito (Detran) e, quando conseguir sua permissão para dirigir, vai realizar diversas missões pela cidade vivenciando o trânsito. Voltado para alunos da 6ª a 9ª séries do ensino fundamental, todo o conteúdo é baseado nas Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito do Denatran".
Conforme dados no próprio portal do jogo: "VRUM - Aprendendo sobre o trânsito é um jogo digital de caráter educativo que possibilita a crianças e adolescentes absorverem as principais regras de trânsito de forma divertida e intuitiva. Seu conteúdo é baseado nas Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) especificamente para os alunos da 6ª a 9ª séries do ensino fundamental. O jogo utiliza estratégia de simulação em ambiente tridimensional colocando o jogador em situações da vida real como pedestre, motociclista e motorista. O jogador terá que reagir às situações seguindo as regras de trânsito enquanto cumpre missões espalhadas pela cidade fictícia de Santa Fé".
VRUM foi premiado internacionalmente: "(...) foi o único game brasileiro entre os vencedores do 2013 International Serious Play Award, prêmio que elege os melhores jogos e simuladores voltados a educação do planeta".
Quanto ao conteúdo educativo: "O jogo VRUM apresenta um amplo conteúdo educativo relacionado ao trânsito, transmitindo ao jogador, de forma divertida, mais de 30 regras de trânsito além de estimular a reflexão sobre os diversos aspectos de trânsito, com foco na construção de uma cultura de paz no espaço público e do respeito entre todos os componentes do trânsito".
É possível baixar uma versão Demo gratuita no nos links abaixo:
BAIXAKI
TECHTUDO
ZIGG
SUPERDOWNLOADS
Para baixar versão integral é necessário uma licença. Tal ativação pode ser feita pelo Manual de Instruções (clique aqui), requerendo conexão com a internet.
Para instalar o jogo, você precisa de um computador com as seguintes configurações mínimas: Processador: Dual Core de 2 GHz (ou superior); Memória RAM: 2 Gb (ou superior); Resolução de vídeo: 1024 x 768 (ou superior); Placa de vídeo (on board ou off board): 256 Mb (ou superior); Espaço livre em disco: 1 Gb; Sistema Operacional: Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 (versões MAC-OS e Linux estarão disponíveis em breve).
Maiores informações, acesse o portal do jogo, no link abaixo:
VRUM: APRENDENDO SOBRE O TRÂNSITO - JOGO EDUCACIONAL
Um jogo que o Educa Tube Brasil recomenda, pois diferente da lógica de outros games por ai, estes se você comete infrações de trânsito é penalizado e não o contrário, como nos demais. Um jogo que educa para o bom convívio em sociedade.
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