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terça-feira, 21 de abril de 2026
Nerdologia: canal de vídeos de análise nerd, científica e histórica de diversos aspectos da cultura pop
NERDOLOGIA é um canal de vídeos no YouTube que apresenta-se como divulgador de "análise nerd, científica e histórica de diversos aspectos da cultura pop". São diversos vídeos com base em estudos acadêmicos e constando referências, que serve como suporte a leigos sobre temas variados que podem se tornar repertórios socioculturais para a Redação do ENEM, concursos e vestibulares, entre outras situações de conhecimento geral.
Trata também temas amplos como tecnologia, comportamento e transformações sociais e foi recomendado no Instagram pelo Curso Redha.
Abaixo, link para acesso ao referido canal:
NERDOLOGIA
A seguir, alguns dos vídeos do Nerdologia que o Educa Tube Brasil recomenda:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 17 de janeiro de 2026
Brasileiro já nasce formado em marketing e gambiarra: Playstation 5 e o GTA da vida real
Se duas coisas destacam os brasileiros em geral são, justamente o marketing e a gambiarra e posso provar, por meio do vídeo no Instagram de Felipe Lucena, o Frida, em que ele apresenta a propaganda sensacional para uma revenda de veículos, em que CJ do BC simula com precisão o GTA - Grand Thief Auto para Playstation 5, com os mesmos trejeitos das personagens do jogo eletrônico, mesclando marketing, humor, cibercultura e arte.
Assim como Felipe, tive a impressão primeira de se tratar da simulação GTA em si, depois, algo produzido por IA [inteligência artificial], tamanha a semelhança com os trejeitos e efeitos visuais na tela, como no videojogo, o que demonstra uma fidelidade incrível ao visual, além de uma genial jogada de marketing, atingido outros nichos por meio das redes sociais digitais.
O marketing e engajamento brasileiro em diversas áreas tem sido sentido, nos festivais de cinema, no streaming, nos esportes. E a gambiarra é essa criatividade de fazer muito com poucos recursos, de propor inovação com sucata, ou reaproveitamento de peças, dando-lhes novas funções, e as redes sociais estão repletas desses exemplos divertidos, criativos e inovadores.
Incentivar o potencial de talentos como esses e outros é uma forma de valorizar outros talentos que não tenham tamanha visibilidade, mas que podem demonstrar suas habilidades e competências,s eja na sala de aula, no trabalho, na vida em geral.
Vejam abaixo uma cena do jogo original GTA e notem a semelhança com a simulação humana da simulação digital. ;-)
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 12 de abril de 2025
Redes sociais, cibercultura e jogos online: a "skin" da cantora Sabrina Carpenter e a paz mundial, no Fortnite!
Nem sabia, até agora quem era Sabrina Carpenter, do videoclipe Please, please, please, acima, e só descobri graças à indicação via Instagram da amiga Fernanda Amaral, jornalista, comunicóloga e revisora de São José [SC], Brasil que me indicou a matéria logo a seguir, sobre o que acontece no jogo online Fortnite, em que os jogadores que usam a "skin" da cantora, ao invés de tentar se eliminar no jogo, passam a dançar e confraternizar.
Brincadeiras à parte, mas agora creio que [ironicamente] Sabrina Carpenter até poderá salvar a humanidade, mais que John Connor, promovendo a paz mundial, pelo menos no Fortnite. Observem o hilário da situação, e como a cibercultura sempre surpreende, sendo um campo de investigação, pesquisa e articipação que o educador do século XXI precisa observar melhor:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
"O Caso Google Earth" e a batalha bilionária em torno da quebra de patente do algoritmo que transformou o mundo
O vídeo acima, Batalha Bilionária: O Caso Google Earth, trata-se de trailer de minissérie da Netflix que conta a incrível história de "[...] dois hackers alemães [que] lutam contra uma das maiores empresas americanas pelo reconhecimento de serem os verdadeiros inventores de uma das tecnologias mais importantes da era digital", intitulada por eles de Terravision, e que "inspirou" o Google Earth.
A minissérie, ou docudrama [documentário dramático], conta com 4 episódios e conforme sinopse da própria Netflix: "Na Berlim dos anos 1990, um artista e um hacker inventam uma nova maneira de ver o mundo. Anos depois, eles processam o Google por violação de patente."
Terravision foi oficialmente apresentado ao mundo em 1994 e o Google Earth em 2005, 11 anos após...
De acordo com o portal Olhar Digital: "A minissérie de quatro episódios é baseada em fatos reais e foi criada por Oliver Ziegenbalg e Robert Thalheim. Em 2014, a empresa ART + COM, com sede em Berlim, capital da Alemanha, processou o Google por violação de patente. A companhia alega as semelhanças gritantes entre os dois serviços de mapas".
A minissérie alemã, feita para a TV, conta com a participação de Mark Waschke no papel do artista Carsten Shlüter e Mišel Maticević, no do hacker e programador Juri Müller.
A minissérie e fascinante, como diria o Senhor Spock, até pelo fato de que há, no transcorrer dos episódios diversas referências a Star Trek, uma série icônica de TV, dos anos 60, criada por Genne Roddenberry, que influenciou gerações e antecipou diversas tecnologias, antes pura sci-fi, que depois se tornaram realidade como os comunicadores [smartphones], a estação espacial internacional [a sala de comando da Enterprise com norte-americanos, russos, japoneses, afros e até um vulcano, fruto da Federação de Planetas], algo revolucionário, inovador e originalíssimo para a época da Guerra Fria. Aguardamos ainda a invenção do teletransporte, embora, conste que cientistas chineses já conseguiram algo semelhante em escala "nanoscópica"... ;)
Fascinante pois Carsten e Juri imaginaram uma ferramenta e um algoritmo que depois tentaram vender na própria Alemanha dos anos 90, buscando a criação de uma Vale do Silício por lá, o que não foi bem recebido pelos céticos da época, principalmente a empresa de telefonia alemã. Pensar nos anos 90 em um portal que além de imagens de satélite pra ver do espaço até o chão onde se mora e além disso poder integrar diversas ferramentas de busca, de compra e venda, pequenas telas nos acentos dos aviões etc, era algo muito "Star Trek" para os homens e mulheres de negócios daquele tempo. Mais ficção científica do que realidade.
Juri e Carsten foram visionários, revolucionários e inovadores e pagaram um alto preço pela ingenuidade diante dos "Piratas do Vale do Silício", menção à região que ficou célebre e ao espírito dos empreendedores digitais daquela região. Entendedores entenderão e até recomendo justamente este filme para a TV, contanto também a vida de outros dois visionários Bill e Steve, casualmente que atendiam pelos sobrenomes de Gates e Jobs. Gates, literalmente abriu portas, portões e portais com seus softwares, enquanto Jobs, abriu novas formas de trabalho com seus equipamentos, hardwares.
Enfim, "Batalha Bilionária: O Caso Google Earth" e os "Piratas do Vale do Silício" são dois filmes essenciais, não apenas para tratarmos de alrotimos, linguagem de programação, mas para pensar tecnologia, inovação, inventividade, pensar "fora da caixinha", mudanças culturais e tudo mais.
Dois materiais que são um baita Cine Pipoca entre pais e filhos e Cine Educação entre professores e alunos, para um belo de um diálogo, roda de conversas, debate e reflexão entre gerações, pois a maioria dos pais da Geração atual vivenciou ou as transformações trazidas pelos "Piratas do Vale do Silício", nos anos 70, ou pelo que Carsten e Juri imaginaram lá nos anos 90.
Fica a dica de material para projetos envolvendo Arte e Cultura, Educação e Tecnologia, Memória e História no ambiente escolar.
Abaixo, trailer do filme [docudrama] "Piratas do Vale do Silício" [1999]:
Em tempo: Conforme sinopse no YouTube: "[...] Este filme é um 'docudrama' não autorizado feito para a TV, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro 'Fogo no Vale: O Nascimento do Computador Pessoal', por Paul Freiberger e Michael Swaine, este filme documenta a ascensão do computador pessoal e a rivalidade entre Apple Computer (Apple II e o Apple Macintosh) e Microsoft (DOS, PC da IBM e Windows)."
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José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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sábado, 13 de fevereiro de 2021
Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? por Pierre Levy (Humanidades digitais)
O vídeo acima Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? , descobri nos vídeos correlatos do YouTube e trata-se de interessantíssima entrevista de Pierre Lévy ao Ciclo de Humanidades 2020, em 03 de dezembro, cujo tema foi "Bem vindos à humanidade digital", um termo que me agrada muito, pois sempre digo que devemos "humanizar as máquinas e não apenas robotizar as pessoas".
Pierre Levy, como consta na apresentação do referido vídeo entrevista é "sociólogo, filósofo e pesquisador em ciências da informação e comunicação (CIS) que investiga desde finais dos anos 1980 o impacto da Internet sobre a sociedade, o conhecimento, a inteligência e a cultura." E a entrevista foi conduzida por André Magnelli, que é idealizador e fundador do Ateliê de Humanidades (Instituição de livre estudo, pesquisa, escrita e formação), um dos organizadores do Ciclo de Humanidades, junto com a BiblioMaison (biblioteca do Consulado da França no Rio de Janeiro) e a Embaixada da França no Brasil.
O Ciclo Humanidades é composto, segundo os organizadores, por uma série de conferências que buscam "refletir sobre questões clássicas e contemporâneas por meio de um diálogo aberto com a filosofia, a antropologia, a sociologia, a ciência política e a psicanálise e trabalhando ideias e debates de autores franceses ou francófonos."
Sobre o conceito de inteligência coletiva digital, Levy traz primeiro um percurso, do período oral para a escrita, até chegar aos tempos digitais.
Se pararmos pra pensar, o Google da Antiguidade foi a famosa Biblioteca da Alexandria, que continha à sua época, a maior parte do conhecimento da Humanidade. Quanta coisa foi perdida com diversos saques, incêndios e destruição? Quem sabe tivéssemos hoje as respostas para as construções da s pirâmides e outros enigmas do mundo antigo.
A história desse inteligência coletiva é fruto da comunicação, das trocas de saberes, hoje, mais visíveis em tempos digirais, de internet, internet das coisas, redes e mídias sociais, onde com simples cliques em sites de pesquisa é possível ter acesso a todo o conhecimento do mundo atual.
Neste século XXI, o professor precisa saber se conectar ao aluno e com ele, dar vazão a essa inteligência coletiva digital, que ocorre dentro e fora da escola, em tempo real ou remoto, de forma presencial ou com distancimento social por conta da pandemia da Covid-19.
A metáfora que Levy se vale, do formigueiro e da comunicação entre as formigas é bem interessante, sobre o "algoritmo" que rege aquela sociedade composta por insetos [lembrei do filme de animação Vida de Inseto], assim como outras ideias e conceitos que o pesquisador da cibercultura e pensador nos proporciona nesta entrevista.
Abaixo, indico matéria no site Ateliê de Humanidades, com mais detalhes sobre a referida entrevista:
ENTREVISTA COM PIERRE LEVY
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José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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