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sábado, 6 de março de 2021

Nossa origem - Série Evolução para Todes: Animação do LAAAE/USP ensina evolução humana para crianças [série de divulgação científica]




O vídeo acima, Nossa origem - Série Evolução para Todes, trata-se do episódio 2 de animação e série de divulgação científica que ensina eolução humana para crianças e é uma iniciativa do LAAAE - Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva, vinculado ao Instituto de Biociências da USP, que de acordo com o Jornal da USP, busca levar conhecimento sobre evolução humana, além de arqueologia e antropologia.
Ainda, segundo o Jornal da USP: "O diferencial da animação é a utilização de elementos da cultura brasileira na produção, iniciativa que é trabalhada por uma equipe multidisciplinar formada, além de cientistas, por profissionais de comunicação, marketing digital, design, programação, produção audiovisual, animação e educação em afro-alfabetização. O projeto é liderado pelas pós-graduandas Mariana Inglez, Lisiane Müller e Eliane Chim, do LAAAE, com a supervisão dos professores Rui Murrieta, do Instituto de Biociências, e André Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia, além de Rodrigo Oliveira, pesquisador colaborador. Também conta com o apoio do Insituto Serrapilheira de fomento à pesquisa e à divulgação científica no Brasil."
Ou seja, unir diversas áreas em uma produção interdisciplinar que envolve também a arte e a cultura brasileira, em animação de curta-metragem.
Abaixo, o episódio 1 da referida série:



Para acompanhar os demais episódios, recomendo o canal a seguir:



EVOLUÇÃO PARA TODES

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Primeiro arqueogame do Brasil: jogo de tabuleiro e estratégia sobre História e Arqueologia (Gamificação)





O vídeo acima, mostra que pesquisador da USP criou "O primeiro arqueogame do Brasil", que trata de jogo de tabuleiro e estratégia sobre a História Medieval. 

Uma ótima iniciativa de gamificação na educação, incorporando  o universo dos jogos ao da história e da arqueologia.

Como destaca o portal eCycle: "O jogo serve tanto para aprender mais sobre a arqueologia brasileira, quanto como ferramenta didática para professores em sala de aula".

O projeto é fruto de parceria entre pesquisadores de duas universidades: USP (Universidade de São Paulo) e da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina).

Para maiores informações, vejam o link a seguir:

Primeiro arqueogame do Brasil leva jogadores para o mundo dos sambaquis

 

sábado, 27 de julho de 2019

História em Blocos: estudantes e professores utilizam jogo Minecraft para reconstituir patrimônios históricos destruídos pela guerra


History Blocks from History Blocks on Vimeo.


O vídeo acima History Blocks é de um projeto fabuloso que visa reunir historiadores e pesquisadores junto com educadores e especialistas em Minecraft para uma restauração virtual de centenas de monumentos históricos destruídos em zonas de guerra. Mais que isso segundo o projeto, a ideia é de que professores possam "trabalhar junto de seus alunos para reconstruir, restaurar e preservar os Patrimônios da Humanidade destruídos pelos conflitos. E eles podem fazer isso usando uma das ferramentas mais versáteis e divertidas que existem: o Minecraft".
Para isso, o professor e a escola podem participar fazendo o download do plano pedagógico para ser aplicado na sua sala de aula, acessando o link abaixo:

HISTORY BLOCKS

Uma ideia incrível que une noções de geometria, matemática, lógica, arquitetura, história, filosofia, sociologia, literatura etc.
Mais de 30 países já adotaram o projeto que permite que os alunos aprendam a valorizar o patrimônio histórico e cultural, que pertence à humanidade.
Para saber mais sobre o projeto, basta também acessar o link abaixo, com a reportagem completa:

Alunos usam Minecraft para reconstruir patrimônios históricos destruídos no Oriente Médio

sábado, 11 de janeiro de 2014

Nanoarte, arquitetura e arqueologia: O que acontece quando se despeja alumínio líquido num formigueiro vazio


Une fourmilière en aluminium por Spi0n

O vídeo acima, Une fourmilière en aluminium (Um formigueiro de alumínio) ou O que acontece quando se despeja alumínio líquido num formigueiro, encontrei no site Muito Bom e o intitulei, para fins desta postagem de "nanoarte, arquitetura e arqueologia", por motivos óbvios. Alguém da Anthill ART faz experiências introduzindo alumínio liquido num formigueiro supostamente desabitado. Quando o alumínio solidifica ele escava o local e retira a curiosa mini escultura que se forma. Parece até uma pequena árvore de Natal, mas trata-se dos inúmeros caminhos que a incrível arquitetura de um formigueiro tem a partir do trabalho literalmente de "formiguinha" de seus habitantes. Algo que lembra o filme Vida de Inseto, vídeo trailer abaixo:



Dois vídeos para falar de biologia, ecologia, meio ambiente, sociedade, educação e muito mais...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O Menino de 2 Milhões de Anos : Documentário - NatGeo



O vídeo acima, O Menino de 2 Milhões de Anos, trata-se de Documentário do canal NatGeo é uma grande lição de vida e amor ao trabalho, ao mostrar a incrível descoberta feita por Matthew Berger, filho do paleoantropólogo Lee Berger.
Conforme apresentação do vídeo no You Tube:
"Um menino de nove anos faz uma das maiores descobertas arqueológicas da história quando tropeça no esqueleto de dois milhões de anos de um menino pré-humano, jogando tudo que achávamos que sabíamos sobre nossa origem pelos ares. Datado de pouco menos de 2 milhões de anos, a criatura teria vivido em um momento chave, envolto em mistério, na linha do tempo. É uma das maiores lacunas na cronologia evolutiva da humanidade, o momento em que os cientistas acreditam que os hominídeos estavam deixando seus atributos simiescos para trás. Agora, um homem controverso no centro de tudo isso luta por uma nova forma de fazer ciência e prova que o espírito da descoberta ainda vive. À medida que exploramos o mistério de como uma recém descoberta espécie pré-humana viveu e morreu, podemos começar a responder à pergunta de como nos tornamos humanos."
Um ótimo material para professores de história, e educadores em geral, poderem refletir sobre o conhecimento em si, e sobre as verdades absolutas que a própria História, com certas descobertas, tende a reorganizar.
E o mais interessante neste vídeo de 44 minutos é o fato de um menino encontrar o esqueleto de outro menino, este de 2 milhões de anos; de uma criança acompanhar e auxiliar seu pai no trabalho, aprendendo e ensinando; algo que a educação em geral precisa incorporar, de o educador ser aprendiz e o educando às vezes também educador.
E o mais interessante ainda é a postura ética e profissional de Lee Berger, paleoantropologista que após a descoberta, disponibilizou moldes dos fósseis para 74 cientistas, iniciativa inédita na área, e depois para todos que quisessem auxiliar na pesquisa. O conhecimento deve ser universal, e as trocas também.
O chamado astrolopitecus sediba prova que, apesar do conservadorismo de alguns, nada é definitivo, estamos sempre aprendendo e descobrindo coisas novas que vão, ora de encontro, ora no contraponto ao pensamento até então instituído. As características do sediba, com partes modernas e outras primitivas, coloca em cheque a própria visão da evolução. A ponta de um iceberg ainda e ser explorado. Ou como disse um pesquisador: estes fósseis são como âncoras para algo maior.
E o mais curioso de tudo é que os esqueletos foram encontrados perto de uma árvore. Ainda que não seja a árvore da vida, pode-se dizer que trouxe um novo olhar sobre a vida na Terra. E como bem declara Lee Berger, ao final do vídeo, é preciso "ver o mundo com olhos de criança, assim que as grandes descobertas são feitas, por que saímos do nosso caminho". Um conselho que curto, comento e compartilho além das redes sociais, e especificamente para os educadores e seus ambientes educacionais. Ter olhos de observador, manter o seu lado criança vivo, dialogando e dando vez e voz ao alunado, como Lee Berger fez com seu filho, e grandes descobertas podem ser feitas dentro da sala de aula e na comunidade escolar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O Mecanismo Antikythera: Primeiro Computador do Mundo (feito há 2 mil anos na Grécia Antiga): documentário do History Channel





O vídeo acima, O Primeiro Computador do Mundo, trata-se de documentário do History Channel, sobre o famoso, intrigante e instigante Mecanismo Antikythera, considerado o primeiro computador da humanidade, feito há 2 mil anos atrás, na Grécia Antiga, com fins astronômicos e matemáticos.
Antikythera é o nome da ilha do Mar Egeu onde pescadores de esponja encontraram em 1900-1901 o chamado Mecanismo de Antiquitera, um incrível dispositivo mecânico do século II a.C. que rastreava/mapeava os ciclos do sistema solar. Um achado arqueológico, fruto de um naufrágio nas proximidades, em que pesquisadores descobriram os resto de outro naufrágio, mais antigo ainda, datado de 2 mil anos atrás.
Apesar do referido mecanismo ter sido descoberto no início do século XX, apenas décadas atrás é que começou a ser melhor estudado, até que uma tecnologia própria foi inventada, a través de método fotográfico e de raio X em três dimensões para que muitos de seus mistérios pudessem ser decodificados.
Conforme notícia recente da France Press: "Supostamente operado por manivela e composto de engrenagens interconectadas, o mecanismo poderia ter sido usado para calcular eclipses e ciclos lunares. A tecnologia é comparável à de relógios astronômicos que só apareceram uns 1.600 anos depois."
Os gregos sabiam que 19 anos solares equivaliam a 235 meses lunares. O chamado calendário metônico, que a partir de discos dentados, foram feitos para calcular os ciclos e órbitas dos planetas, sol e lua.
Derek Price fez diversos estudos sobre o enigma do mecanismo. Em princípio, tratava-se de um achado em bronze antigo calcificado, mas equipamentos poderosos fizeram raio X. Um dos cientistas (Halland) construiu uma máquina especial para isso. Uma máquina de 8 toneladas foi levada a Atenas para estudar os fragmentos do mecanismo. A alta tecnologia a serviço da descoberta dos primórdios da tecnologia. Fantástico. Um raio X tridimensional. E como disse o cientista: "Como entrar num mundo submarino desconhecido", ou mergulhar literalmente no tempo. Após foi criado um modelo digital do mecanismo para estudar como o mesmo funcionava, até que recriaram um protótipo. Foram encontradas 27 engrenagens de possíveis 50 ou 60. Os números primos 19-127-223-53, foram fundamentais para desvendar a função do mecanismo.
Uma equipe de investigação internacional envolvida na pesquisa do que é considerado o primeiro computador da humanidade. Diversos pesquisadores das mais variadas áreas do conhecimento humano tentando desvendar o enigma. Conhecimento até da pintura e fotografia e da arqueologia para desvendar a tecnologia antiga grega, descobrindo até caracteres na inscrição do mesmo. O fragmento F é considerado a chave para a grande roda e todo o mecanismo, da máquina de prever o futuro... Previsões de eclipses lunares e solares, e seu horário. "A cor é vermelho fogo", "a cor é negra", frases das inscrições colocadas na rede (internet) e outros especialistas contribuindo para seu desvendar o enigma: inteligência coletiva.
Dois naufrágios, um antes de Cristo e outro em 1900, trazem a luz esta preciosidade. Sem esses dois eventos, tal conhecimento poderia ter sido perdido para sempre, como outros tantos que foram destruídos pelos conquistadores, que o que não entenderam acharam tratar-se de bruxaria, preferindo destruir à preservar. Até hoje acontece isso. O que não se entende, descarta, ou joga na vala comum de mitos, fábulas...
Outra descoberta feita pelos pesquisadores e que assombra o mundo, por conta da sabedoria dos gregos antigos é o conceito, hoje em voga, mas presente desde 2 mil anos atrás, de "quase tudo numa caixa", que nada mais é que o conceito moderno de notebook. O mecanismo Antikythera é o computador mais antigo do mundo, o avô do moderno computador.
Para refletir: Quanto conhecimento perdido, do mundo antigo, por causa de guerras, saques, incêndios, como o da biblioteca da Alexandria e outros mais.
Algo que sempre intrigou a arqueólogos, historiadores e outros pesquisadores era como os antigos conseguiam fazer cálculos tão próximos da realidade, só atingidos pelos modernos computadores... Eis aí talvez a ponta de um iceberg sobre o conhecimento antigo perdido no tempo, vindo à tona aos poucos...
Abaixo, outro interessante vídeo, sobre o Seminário do Grupo Ciência, Razão e Fé (CRYF), realizado por Christián Carlos Carman, Pamplona, Espanha, em 6 de fevereiro de 2012.



Em seguida, animação feita a partir dos estudos de pesquisadores, como Michael Wright, que mostra o funcionamento detalhado do Mecanismo Antikythera:



Segundo apresentação do vídeo acima, feita no You Tube:
"O aparelho era como uma calculadora astronômica complexa, capaz de indicar eventos passados ou futuros, tais como quando seria a próxima lua cheia, por exemplo ou a posição de determinado planeta num certo dia.
Composto por trinta engrenagens de bronze, feitas à mão, e organizadas de modo a representar mecanicamente a órbita da Lua e de outros planetas do Sistema Solar. Teria tido inicialmente uma caixa ou moldura de madeira, a cobri-lo".


Leiam abaixo também notícia recente, publicada pela agência France Press, em 05/10/2012:

Arqueólogos voltam a local do computador mais antigo do mundo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Projeto Sítio Arqueológico Escola (2006-2007) - Blog da Arqueologia Náutica



É com satisfação que divulgo o blog ArqueoNau, editado pelo Rodrigo Torres, graduado em Oceanologia, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural, mergulhador e viajante, para divulgar o Projeto Sítio Arqueológico Escola (2006 - 2007), no qual tive o privilégio de ingressar na turma de 2006; quando, além de atuar como multiplicador em informática educativa, coordenava o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) Rio Grande, da 18ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), vinculada à Secretaria Estadual da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, coordenando conjuntamente o Projeto de Informática na Educação Especial, com parceria com os professores da educação especial da EEEF Barão de Cêrro Largo, onde está implantado o NTE.
Naquela época, participei desse incrível curso de extensão, promovido pelo Museu Náutico e o LEPAN (Laboratório de Arqueologia) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Trabalhando com tecnologia educacional e cursando na época a especialização em História do Rio Grande do Sul (FURG), tive como colegas de curso diversos acadêmicos da graduação de História e Oceanologia, também da FURG.
Nos slides acima, apareço em algumas fotos, e principalmente na última, como o "homem régua", literalmente dentro d'água, para auxiliar os colegas nas medições dos naufrágios depositados em terreno ao lado do Yacht Club do Rio Grande e do Museu Oceanográfico, tudo aproximadamente cerca de 500 metros do NTE e da Escola Barão, onde trabalho.
No referido projeto, tanto nas edições 2006 como 2007, enquanto coordenador do NTE, cedi o laboratório do mesmo, para as atividades envolvendo a digitalização e digitação de dados das referidas medições, num programa chamado Surfer, para criaçãod e uma imagem 3D do terreno e do dados observados in loco.
Rodrigo Torres desenvolveu um projeto inter e multidisciplinar, com uma fase teórica e depois uma prática, dando aulas de história da navegação e da construção náutica, cartografia, topografia, etc, em que os envolvidos precisavam trabalhar de forma colaborativa, usando GPS, teodolito, régua, etc. pessoas com formações e vindos de áreas diversas, dentro de um objetivo em comum: conhecer aspectos da arqueologia náutica, ainda mais que a região de Rio Grande - RS - Brasil, possui um histórico incrível de naufrágios em sua costa.
O Projeto Sítio Escola é uma dessas grandes ideias que poderia servir de exemplo a professores, de trabalho interativo e inter e multidisciplinar, com seus alunos, mesclando teoria e prática, a partir da realidade local.
Atualmente, Rodrigo Torres cursa doutorado Nautical Archaeology Program da Texas A&M University, Texas/EUA. E desejo a ele o mesmo sucesso em suas atividades que teve por aqui. agradeço a oportunidade de ter podido participar desse curso que muito me auxiliou a conhecer outras áreas que convergem para minha prática educacional.

Blog da Arqueologia Náutica (link)

Apresentação do blog, pelo próprio Rodrigo Torres (extraído do ArqueoNau):

O Projeto "Sítio Arqueológico Escola: Arqueologia Náutica" consistiu na realização de dois cursos de extensão envolvendo estudos teóricos e práticos dentro da linha de pesquisa da arqueologia náutica. O projeto foi realizado no âmbito das atividades de extensão da Universidade Federal do Rio Grande/FURG como resultado de uma parceria entre o Museu Náutico e o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Arqueologia e Antropologia/LEPAN.

Enquanto atividade de extensão, o projeto tinha a proposta de: a) contribuir para a formação de equipes multidisciplinares para o estudo dos sítios arqueológicos de naufrágio; b) informar a comunidade sobre o desenvolvimento da pesquisa arqueológica na universidade e suas aplicações; e c) envolver acadêmicos, docentes e a comunidade em geral para a preservação do patrimônio cultural náutico da cidade do Rio Grande.

A primeira campanha, realizada em 2006, totalizou 96 horas, enquanto a segunda campanha, em 2007, totalizou 72 horas de atividades, estendendo a proposta inicial do projeto com ações em outros sítios de interesse para a cultura marítima da cidade do Rio Grande. O eixo principal do trabalho, entretanto, concentrou-se no estudo da arquitetura naval como fonte de informação arqueológica e na aplicação das técnicas de registro arqueológico e levantamento patrimonial em zonas litorâneas.

Durante exposições teóricas e práticas dirigidas foram abordados os seguintes tópicos: construção naval em madeira, prospecção e registro arqueológico, desenho, escala e cartografia, história náutica regional, arqueologia da paisagem portuária e topografia. Ao final do curso, os participantes apresentaram um ensaio com suas reflexões sobre tema: “cultura marítima, paisagem e patrimônio cultural”.

Como resultado do trabalho também foram produzidos croquis planimétricos, altimétricos, fotografias e um banco de dados a partir do uso de diferentes técnicas disponíveis ou adaptadas de levantamento patrimonial e arqueológico.

Ficha Técnica:
Rodrigo Torres - coordenador e ministrante
Beatriz Thiesen - ministrante
Martial Pouguet - ministrante
Vanderlise Barão - ministrante
Luiz Alberto Silveira da Rosa - participante (2006)
Maritza Dode - participante (2006)
Natália Centeno - participante (2006)
Aline Kucera - participante (2006)
José Roig - participante (2006)
Felipe da Costa Dias - participante (2006)
Diógenes Magno Laube - participante (2007)
Ricardo Leite - participante (2007)
Maira Eveline Schimitz - participante (2007)
Luiz Fernando Porto da Silva - participante (2007)
Arthur Katrein Mora - participante (2007)
Samila Pereira Ferreira - participante (2007)

Agradecimentos:
Ao Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) Rio Grande/18ªCRE.

Slides - Álbum Picasa:

http://picasaweb.google.com.br/116248603364816900870/ProjetoSitioEscolaSABSul_2008RodrigoTorres#slideshow/5479107350725436242