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quinta-feira, 28 de maio de 2020
A casa e seu dono: delicada animação e contação de história com EVA (a simplicidade que permite a continuidade)
O vídeo acima, A casa e seu dono, considero daquelas pequenas lindezas e grandes delicadezas que encontramos, às vezes, quase por acaso nas redes sociais digitais, embora também ache que nada é por acaso nessa existência, tampouco o acaso.
Um audiovisual criativo e original que encontrei no Facebook de Valéria Vargas Mello, professora de Rio Grande (RS) Brasil e que se trata da adaptação de um poemas de Elias José, como um pequeno conto de fadas para alfabetização e letramento digital, produzido pela bibliotecárias Cíntia Martins Bodim e divulgado em seu canal, com a participação e edição de Diogo Bodim.
Um material que me remeteu a citação de Robert Frost: "Seremos conhecidos pela delicadeza de onde paramos".
No vídeo em questão, um curta-metragem que me lembra a frase do cineasta Glauber Rocha: "uma ideia na mente e uma câmera na mão". Neste caso, uma contação de historias gravada, aparentemente, por uma câmera digital ou um telefone celular ou smartphone. Mas o conceito está ali, "da simplicidade que permite a continuidade", como sempre defendo, de utilizar materiais de fácil acesso como EVA, palitos de sorvete etc e ir contando uma história, tanto em prosa como em verso, de que cada casa tem seu ocupante, num jogo poético e alfabético de palavras e rimas, com seus variados personagens.
O efeito é lúdico, mágico, poético e artístico. Mas também pedagógico. Algo simples de ser planejado e executado. Fácil de ser repetido e compartilhado. Mais do que reciclar coisas é preciso reciclar ideias e se reinventar quando recontar uma história.
Storytelling e artesanato, reciclagem de produtos e de ideias, metodologia e didática. Ressignificação dos espaços escolares e principalmente a biblioteca... Enfim, múltiplas possibilidades de que um audiovisual possa se integrar ao cotidiano escolar; das TIC, mídias e redes sociais se interligarem, da produção, execução e divulgação dos resultados.
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domingo, 30 de dezembro de 2018
O tipo de amigos que necessito: humor, produção audiovisual e reflexão educacional e social
O vídeo acima The kind of friends I want in 2019 ("O tipo de amigos que necessito em 2019", tradução livre do blog), foi indicação de meu filho Allan (de 13 anos), via WhatsApp, que apesar do lado de humor do material, este me serviu para uma breve reflexão, logicamente, sobre educação.
Primeiro, um bom material para abrir uma discussão sobre bullying no ambiente escolar e social, mas ao mesmo tempo para trabalhar também outros conceitos presentes em ambos os ambientes: a sincronia, a empatia, a alteridade, a solidariedade, a amizade, o coleguismo, o profissionalismo, a colaboração etc.
O bullying mesmo, muitas vezes, é reflexo do que filhos veem em seus pais, familiares, vizinhos, conhecidos... Há que se trabalhar valores e limites no e do convívio social. De que certos tipos de brincadeiras que expõe ao ridículo, que não é aceita pelo outro, que o incomoda ou prejudica devem ser evitadas. Que em alguns momentos da vida familiar, escolar e social há que se ter essa sintonia e sincronia, como o vídeo propõe no revezamento de ações para impedirem que um dos alunos caia no chão.
Educar é essa sincronia de ações para evitar que o aluno se acomode demais ou que leve tombos desnecessários, e deveria começar pela família, ser ampliada pela escola e continuada pela sociedade.
Por fim, que projetos escolares, familiares, profissionais e sociais requerem esse planejamento antes da execução, como no vídeo em questão, que deve ter sido, primeiro, roteirizado, definindo local, tempo de duração, atores, quem faria tal ação, que dirigiria, gravaria e editaria tudo mais, para depois publicar essa peça de humor no YouTube. São passos que necessitam de uma organização planejamento, tipo uma storytelling, saindo da teoria rumo à prática. Trabalhar com arte e cultura no ambiente escolar através de audiovisuais poderá ser uma ótima forma de interação e integração entre professor e aluno, teoria e prática, conteúdo programático e significação...
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Vitória Régia: entre encantos e letras (Storytelling com a Cultura Inglesa e a indígena)
O vídeo acima Entre encantos e letras, a história da "Vitória Régia" sendo contada em outra língua, foi indicação via Facebook da colega e amiga Carla Kalindrah, arte educadora do Rio de Janeiro (RJ), Brasil e trata-se de iniciativa da Cultura Inglesa de contas histórias e lendas indígenas em parceria com a Biblioteca Popular Municipal Anísio Teixeira, de Icarái, Rio de Janeiro.
A contação de histórias é essencial ao ser humano, desde os tempos imemoriais, e dizem os expert em profissões do futuro que a criatividade da contação, seja em qual área do conhecimento for, será fundamental neste século XXI.
Abaixo, mais um vídeo desse interessante projeto, "A lenda da índia Naiá", recontada na língua inglesa mostrando a diversidade cultural brasileira.
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