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domingo, 1 de novembro de 2026

Entrevistando os Monstros que assustam as crianças: curta-metragem de animação em IA impactante, comovedor e surpreendente




Encontrei esse vídeo, MONSTERS – An AI Halloween Short Film made with Kling 4.0, inicialmente em versão legendada no Instagram de Eu Thaynara Morais, sobre Entrevista com os Monstros que assustam as crianças, e que as visitam à noite, mas o final avassalador, impactante e comovedor é também surpreendente, no estilo "plot twist", pois ficamos sabendo que os verdadeiros monstros são outros e mais próximos de nós que imaginamos. [ativem legendas e tradução no YouTube]
Essa poderosa animação em curta-metragem feita por IA [inteligência artificial] foi feita por Simon Meyer, em parceira com as produtoras PROMPTR e NO MORE, e trata da violência contra mulheres e abuso contra crianças dentro dos lares, o local que deveria ser um refúgio e se torna uma prisão em muitas situações. E como fala um dos monstros imaginários: "Criança deveria ter medo do escuro da noite e não da luz do dia". Simbólico, metafórico e tremendamente assustador, diante dos inúmeros casos de violência no mundo real.
Como apresenta Meyer, esse poderá ser o filme mais assustador que você poderá ver no Halloween. E que provoca uma profunda reflexão, principalmente com o dado final: "Uma em quatro crianças no mundo vive com uma mãe que sofreu violência do parceiro no último ano" [dados de 2025, e o curta é de 2026]. Audiovisual, terrivelmente atual, que deveria ser assistido e debatido por todos os educadores, sejam pais ou professores.
Impossível não ficar empático com os monstros imaginários e indignado com os monstros reais, nesse curta retratados.
Acima, a versão original de Meyer, que localizei em seu Linkedin, e abaixo a versão legendada, que encontrei no Instagram de Davision:



EM TEMPO: Complementando esta postagem, resgato uma postagem mais antiga [2013] em que trata de tema semelhante, vide link a seguir:

Os monstros de minha casa: documentário sobre a violência contra a criança

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

"Hoje eu recebi flores": contundente campanha contra a violência doméstica [e a guerra silenciosa contra as mulheres]




O vídeo HOJE EU RECEBI FLORES assisti durante uma palestra sobre violência contra as mulheres para jovens de escola, e é um material impactante e necessário de ser divulgado, junto com a campanha "Diga não à violência doméstica", por tudo que ela representa. O audiovisual demonstra de forma direta e didática todo o processo vicioso, gradual e exponencial sobre um tema relevante e inadiável, por todo impacto social que causa.
Para complenenbtar esta postagem, indico outro vídeo documentário fundamental para abrir o debate sobre o tema, lo go a seguir, intitulado "A guerra silenciosa contra as brasileiras":



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 5 de outubro de 2025

Vês o que eu vejo? (curta-metragem sobre igualdade de gênero e a consciência social sobre o abuso sexual)




O vídeo "¿Ves lo que yo?" [Vês oq eu eu vejo?] é um curta-metragem mexicano sobre a igualdade de gênero, produzido por Alberto De La Riva, Melannie Chavez e Alex Ochoa, com direção do primeiro e roteiro de Alberto e Melannie, e propõe um exercício de empatia e alteridade àqueles que convivem em sociedade, e, às vezes, parecem usar vendas nos olhos. Uma metáfora e simbologia universal e atemporal. O assédio sexual de mulheres é recorrente, e, ao final do curta, sabemos que no México chega a 77%, o que não deve ser muito diferente no Brasil.
Um audiovisual de orçamento reduzido, mas que de forma criativa e objetiva consegue passar uma mensagem essencial aos homens, em geral, e, ás mulheres, em especial, para que possam "tirar essa vanda dos olhos" entre assediadas e assediadores, pois nem tudo que é visível aos olhos é percebido pela mente.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

"Mais armas, mais feminicídio": campanha contra as armas de fogo e em defesa da vida das mulheres




O vídeo acima, Mais armas, mais feminicídio, descobri via Linkedin de Rosi Escobar, produtora audiovisual da cidade do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e trata-se de campanha contra as armas de fogo e em defesa da vida das mulheres expostas a violência urbana e familiar.
O audiovisual "Com apoio do AEQSE e do Coletivo Feminista 4D, esta é uma campanha realizada em parceria com a ONG CEPIA. Jacqueline Pitanguy, coordenadora, explica no texto abaixo o quanto armas de fogo em casa desrespeitam a disposição constitucional de coibir a violência intrafamiliar e oferecer apoio e proteção às vítimas da violência doméstica."
Confrme apresentação do vídeo, feita por Jacqueline PItanguy, "Pesquisa recente (DataFolha, Dezembro de 2018) indicou que 61% da população brasileira não querem esses instrumentos letais em suas casas. Essa porcentagem ultrapassa os 70% no caso das mulheres. Não se trata de paranoia: mulheres se sentem mais inseguras porque, de fato, estão mais inseguras".
Material de apoio para produção textual visando a redação para o Enem, abordando temas como violência contra a mulher, feminicídio, sociedade, cidadania, constitucionalidade, segurança pública e muito mais.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 19 de junho de 2016

Crônicas do Meu Silêncio: curta-metragem que parece documentário sobre violência contra a mulher




O vídeo acima Crônicas do Meu Silêncio(2015, descobri na rede social e trata-se de um curta-metragem usando a técnica do documentário em off de "Histórias que se cruzam. Silêncios que se reconhecem. Um manifesto sobre a violência contra a mulher retratado em três depoimentos baseados em situações cotidianas".
Com Direção de Beatriz Pessoa, e produzido pela Academia Internacional de Cinema, conforme demonstra a apresentação do vídeo no You Tube, "O Crônicas é um curta metragem feito por mulheres para mulheres".
Criativo vídeo por mostrar uma jovem no ônibus que é sucedida por outra que passa por ela na rua e entra em um apartamento e que depois desce novamente à rua e se cruza com outra num bar que acaba indo para uma estação de trem... Inicia em um ônibus e finaliza num trem, como algo que não é passageiro, mas constante, que circula na sociedade, transita entre nós... A simbologia de mostrar que a violência contra a mulher está em toda parte e que o silêncio das vítimas, neste curta, age como um fio condutor da narrativa, feita em off. Há que se quebrar esse silêncio e denunciar esses abusos...
Somos todos culpados quando silenciamos diante da violência que temos conhecimento e nada fazemos...

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Violência é violência, não importa contra quem (campanha contra a violência doméstica)




O vídeo acima #ViolenceIsViolence: Domestic abuse advert Mankind (Violência é Violência: Anúncio sobre abuso doméstico), criado pela Fundação ManKind Initiative, do Reino Unido, que combate a violência, mostra de forma clara como as pessoas intervém quando o abuso é feito por homens contra mulheres, mas quando a situação e justamente o contrário, além da omissão de todos, há quem ainda ache graça de um homem apanhar em público de uma mulher.
Uma experiência feita com câmera escondida, diante de um público na cidade de Londres, com a participação de um casal de atores se revezando, ora a mulher sofrendo suposta agressão, ora o homem, cada qual se revezando no papel de vítima e agressor e que serve para uma reflexão no ambiente escolar e na comunidade em geral.
Ao final, fica a certeza que "violência é violência" mesmo, não importa contra quem que seja...

sábado, 29 de março de 2014

Maioria Oprimida: curta-metragem que é exercício de alteridade contra sexismo e machismo na sociedade




O vídeo acima Majorité Opprimée (Maioria Oprimida), trata-se de curta-metragem de Eleonore Pourriat, que descobri nas redes sociais e é um ótimo exercício de alteridade, do colocar-se no lugar do outro. Mais precisamente, colocar o homem no lugar da mulher, passando pelas mesmas situações de sexismo, machismo e violência social e sexual a que elas estão expostas por conta deles.
Imaginem uma sociedade governada por mulheres, em que os homens são vistos como sexo frágil e tratados com descaso, omissão e violência.
Um ótimo material para debater a violência, o machismo, a discriminação na sociedade. E torna-se um exercício atualíssimo, levando-se em conta pesquisa recente feita no Brasil, em que 65% dos entrevistados acreditam que a mulher que usa roupas curtas e justas, além de se expor demais, assume o risco de ser violentada. Algo bisonho, ultrajante, sem explicação, em pleno século XXI.
Para ilustrar um debate e ironizar esta pesquisa e a situação em si, encontrei esta imagem abaixo.



Posteriormente à publicação deste post, achei esta imagem abaixo, também crítica e irônica sobre o mesmo tema de violência contra à mulher.