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sexta-feira, 1 de maio de 2026
TIME: as escalas de tempo do universo e da evolução humana feitas em maquete luminosa em pleno deserto à noite
O vídeo To Scale: TIME [Para escalar: TEMPO] é um impressionante audiovisual que trata da escala do tempo do universo e da escala do tempo da evolução humana na Terra e que me foi gentilmente sugerido via Bluesky pelo irmão que a educação me proporcionou, o educador Robson Freire. {recomendo a ativação de legendas: não há em português, mas espanhol]
Um vídeo incrível do canal To Scale, de Wylie Overstreet e Alex Gorosh, que trabalham com escala, proporções, promovendo a divulgação científica pra leigos sobre as grandiosidades do universo, de forma didática e acessível.
Wilie e Alex foram em 2023 para o leito seco de um lago no deserto de Mojave [EUA], pra construírem "uma maquete em escala real do tempo: 13,8 bilhões de anos de evolução cósmica e o nosso lugar nela." 13,8 bilhões de anos equivalem à maquete de 6,9 km no deserto de Mojave, enquanto a evolução humana representa apenas alguns centímetros como uma pequena régua. Uma ideia ambiciosa e criativa, com o uso de drones e de luzes para iluminar o deserto à noite, numa bela, gigantesca e genial metáfora do próprio universo, com um resultado incrível, e que pode ser visto por completo em alta definição, no link a seguir para o portal:
TO SCALE SERIES
Abaixo, link para o canal de vídeos de Wilie e Alex, no YouTube:
TO SCALE - CHANNEL
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
quarta-feira, 22 de julho de 2020
O Mais Desconhecido: documentário épico reunindo 9 cientistas, cada um explicando ao outro sua área de uma forma poética e filosófica
O vídeo acima, The Most Unknown - Nine Scientists Meet for the First Time / O MAIS DESCONHECIDO: Nove Cientistas Encontram-se Pela Primeira Vez (tradução livre do blog), que assisti no streaming Netflix e encontrei na íntegra no YouTube (ativem legendas e tradução), e trata-se de um monumental, genial e épico documentário, de Ian Cheney, com duração de 132 minutos, que reuniu 9 cientistas das mais variadas e complexas áreas do conhecimento humano para conversar entre si, tipo um revezamento, tentando explicar ao outro um pouco de sua área de pesquisa e atuação, como: microbiologia, neurociências, geobiologia, psicologia cognitiva, física quântica, astrobiologia, astrofísica, físico de partículas e ecobiologia.
Inicia com uma microbiologista conversando com um físico de partículas tentando explicar um ao outro suas áreas, vendo coisas em comum, como o termo "massa escura". Ambos veem o mundo ao seu modo, mas cada qual, em algum momento, precisa valer de recursos da linguística (analogia), da literatura (metáfora) e da filosofia (reflexões abrangentes) para descrever seu campo de atuação de forma inteligível para o outro. Os dois se encontram num laboratório sofisticado, no subsolo, para evitar radiação de prótons e elétrons do universo, fato que me lembrou poesia e filosofia pura a partir dos diálogos entre ambos... Ele, o físico de partículas, diz que estavam num "silêncio cósmico" e ela, a microbiologista, comenta que os cientistas tentam com suas lanternas colocar luz na escuridão. Algo que me fez, de forma intertextual, lembrar automaticamente naquele momento de "Gaia Ciência" e "Assim Falou Zarathustra!", de Friedrich Nietzsche. Pura metáfora, poesia e filosofia que não cessa por aí, e se assim o fizesse, já era fabuloso.
Mas esses "encontros consonantais" entre 9 cientistas segue, sendo que o segundo, recebe um terceiro, uma psicóloga cognitiva que estuda os elementos da consciência que depois irá se revezar com um neurocientista que estuda a autoconsciência, num movimento duplo: interno e externo, que se repete em cada encontro. Quando um astrobiólogo se encontra com um astrofísico, fica mais evidenciado esse diálogo entre quem estuda a terra e os micro-organismos com o que pesquisa o céu, as estrelas e o universo. A analogia entre o espaço, massa escura, logo me remete a questão da neurociências e a massa escura da inconsciência. O astrofísico que estuda a formação das estrelas, troca a noite pelo dia, pois diferente de outras áreas, ele precisa da escuridão do céu, da noite para concluir sue trabalho e o sol, nesse caso, atrapalha... A astrobióloga convida o astrofísico para conhecer uma ilha e um vulcão em erupção, pois pra ela é como ir ao espaço e conhecer um pouco a origem das estrelas. Algo poético e filosófica também. O micro e o macrocosmos estão interligados, como dois espelhos em escalas diferentes.
Com a geobiologia e a ecobiologia acontecem fenômeno semelhante entre esses diálogos quase platônicos, em pleno século XXI. Algo que me remeteu ao livro "O Visível e o Invisível", de Merlau-Ponty, sobre o que vemos e cremos, e sobre o que não enxergamos e é para nós desconhecido, que tem muito a ver com o conceito de "massa escura", "buraco negro" etc. Então, algo fabuloso acontece: os dois cientistas fazem pequena expedição de submarino à escuridão do mar, ao fundo do oceano, como uma pequena cápsula espacial, que me lembras os escritos de Júlio Verne: "20 Mil Léguas Submarinas" e "Da Terra à Lua". Lá no fundo, veem estrelas... mas do mar... A pequena esfera lembra o submarino Nautilus, sem o Capitão Nemo, logicamente.
Mais adiante, surge um físico quântico dizendo que se sente meio que dentro do filme "Intertestelar" e os conceitos da mecânica quântica, de levar luz à escuridão. Seu laboratório o próprio comenta, possui diversas entropias [função de estado cuja variação infinitesimal é igual à razão entre o calor infinitesimal trocado com meio externo e a temperatura absoluta do sistema, vide Wikipedia]. O físico usa câmeras de vácuo e luz, num formato de pêndulo e construiu um relógio atômico mais preciso do mundo para poder calcular a idade do universo. Um incrível laboratório que tem seus dados de pesquisa acessados numa quantidade impressionante, tanto quanto o buscador do Google, com bilhões de acessos diários. O físico diz algo que me remeteu imediatamente às "Confissões" de Santo Agostinho, sobre o paradoxo: "Não sabemos filosoficamente o que é o tempo, mas podemos medi-lo"; o que é algo intertextual com a fala do teólogo da filosofia Patrística: "Que é, pois, o Tempo? Se ninguém me pergunta, eu o sei; mas se me perguntam, e quero explicar, não sei mais nada".
Do mesmo modo, lembrei de "A Máquina do Tempo", de H. G. Wells, enquanto o físico falava de matéria escura, energia escura, buraco negro etc.
A neurocientista faz também esse movimento entre o micro e o macrocosmos ao pesquisar as imagens do cérebro e tratar do tempo psicológico que é bem diverso do tempo cronológico dos relógios atômicos. A neurociência também estuda a percepção do tempo, filmando o cérebro do físico quântico, colocando sensores do tempo em sua cabeça. E lembrei dos "censores" do tempo da ditadura militar e o filme Agentes do tempo. A neurocientista brinca com o físico, ao dizer que o homem que construiu o relógio mais preciso do mundo, não tinha a percepção correta das imagens que lhe colocaram à frente dos olhos, pois não sabia medir, calcular o tempo psicológico. E logo me veio à mente a nave USS Enterprise, comandada pelo capitão Kirk, com apoio do Senhor Spock, Senhor Sulu, Checov, Tenente Uhura, o médico McCoy, o engenheiro Scott e aquela equipe multidisciplinar, que nem os 9 cientista desse fabuloso documentário, indo onde nenhum homem jamais esteve, nessa jornada entre as estrelas do céu e as do mar... Uma jornada do conhecimento cumulativo da Humanidade que fez os humanos chegarem às estrelas e ao interior da terra, dominar os mares, as terras e os ares.
Por fim, aparece a psicóloga cognitiva, falando sobre a cognição humana e um turbilhão de ideias me veio à mente, quando ela vai a uma ilha onde são realizadas pesquisas sobre o conhecimento com primatas, mais especificamente macacos. Lembro primeiro de A Caverna de Platão, em que vemos sombras e não imagens, e isso remete às cavernas reais e ao próprio universo infinito e tão desconhecido ainda, tanto quanto o fundo dos mares. Mas também lembrei de a ilha de José Saramago, em que dizia que para ver a ilha é preciso air da própria ilha. Nesse caso, em sentido inverso: pra pesquisar o conhecimento é preciso ficar ilhado. A ilha dos macacos, em Porto Rico, me lembrou o filme "O Planeta dos Macacos". E a questão que a psicóloga cognitiva fala sobre o ver e o não ver dos macacos, e também os humanos, que influenciam o conhecimento de mundo me trouxe de novo "O Visível e o Invisível", de Merlau-Ponty. A psicóloga diz que ser cientista é lidar com incertezas, pensar de outra forma e dali retornar ao início, fechando o círculo de encontros e revezamentos, ao visitar a microbiologista que iniciou o documentário, e pra variar, lembrei do clássico "O Tempo e o Vento", de Erico Verissimo, que conta a história de uma família e do Estado do Rio Grande do Sul, em tom épico, por duzentos anos, sendo que ao final do mesmo, descobrimos que quem narra a história é a personagem que iniciou contando a história da própria família, um descendente, remontando o quebra-cabeças e árvore genealógica, entrelaçada com a história de seu Estado: o microcosmos e o macrocosmos na literatura. Erico Verissimo se espelha em sua família e estado pra contar essa história num movimento de pêndulo, finalizando a trilogia com sete volumes, com a mesma frase que iniciara aquela epopeia familiar.
Enfim, "The Most Unknown" é um documentário em tons épicos, reunindo 9 cientistas que como num círculo se revezando, um entrevistando o outro, até que o círculo se fecha com o retorno à primeira das entrevistadas, nessa viagem científica entre o tempo e o vento... Mais que isso, esses "diálogos platônicos" nos fazem perceber muitas coisas em comum entre as diversas áreas científicas e elas se expressando muitas vezes por meio de instrumentos literário e filosóficos para poder tornar inteligível a leigos ou para não especialistas na área, que precisam valer-se de figuras de linguagem, por meio de analogias e metáforas. Muitas vezes, lembrei também de Carl Sagan a divulgação e popularização das ciências em geral, com sua série Cosmos e de Jacques Costeau, que formaram meu pensamento juvenil. Essa mistura de ciências com literatura com filosofia, Carl Sagan fez com maestria em sua "O Romance da Ciência" e "O Mundo Assombrado pelos Demônios: A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro" e "Pálido ponto azul: uma visão do futuro da humanidade no espaço" e "Os Dragões do Éden", entre outros livros e programas de TV, nos anos 1970, 80 e 90.
Um documentário que é possível de ser assistido na íntegra, nos links abaixo, na Netflix e no YouTube (ativem legendas e tradução), assim como na janela, no alto desta postagem, em meu blog educacional, e que todo educador - seja pai ou professor - do século XXI e seus filhos e alunos devem assistir, de preferência juntos, para debater ao final as inter-relações, intertextualidades, interdisciplinaridades, interdiscursividades e multidisciplinaridades...
THE MOST UNKNOWN - NETFLIX
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Carl Sagan fala sobre a educação nas escolas: Da teoria à prática escolar
O vídeo acima Carl Sagan habla sobre la educacion en los colegios , encontrei nas redes sociais e como o nome indica, trata-se de pequena fala do cientista, conhecido mundialmente por suas pesquisas e a série de TV Cosmos, que popularizou às ciências e, em especial, a astronomia, aos leigos, na década de 1970.
Conforme a Wikipédia: Carl Sagan "(Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 — Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano. Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas, e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica", dentre eles o sucesso Contato, adaptado ao cinema.
No referido vídeo acima, Sagan, entrevistado junto a outros renomados cientistas, discute o papel da educação nas escolas e principalmente do sistema educativo, que para ele, naquela época, ainda no século XX, tinha uma atitude de dissuasão. Sua fundamentação é clara e consistente, a partir de suas observações. Os alunos que perguntam demais, que se destacam demais, nem sempre são estimulados neste senso crítico, algumas vezes até vistos como contestadores. A forma de trabalhar com essas questões é o grande desafio da educação e do educador do futuro. O futuro para Sagan era o século XXI. Hoje, já no século XXI, continuamos a repetir situações do século XX. Os professores que conseguem trabalhar com o aluno de forma mais independente, autônoma, crítica têm conseguido obter ótimos resultados.
Saber incentivar a pesquisa, estimular a participação em aula, valorizar o trabalho em equipe são questões atemporais na educação.
Da teoria para a prática, eis vídeo a seguir, em que Sagan demonstra de forma fascinante como ensinar às crianças. No caso é o "Capítulo 7 de Cosmos, intitulado "El espinazo de la noche". Sagan regressa à escola em que estudou para compartilhar com as crianças as descobertas das sondas Voyager":
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Mulher das Estrelas: Brasileira da Nasa cria ONG para transformar crianças pobres em "pequenos Einsteins"
O vídeo acima AME: Associação Mulher das Estrelas, descobri via Twitter do portal BBC Brasil e trata-se de bela iniciativa educacional e social de Duília de Mello, astrofísica brasileira que trabalha da NASA (Agência espacial dos EUA) que criou a ONG Mulher das Estrelas para transformar crianças pobres em 'pequenos Einsteins'.
Duília, astrônoma que trabalha há 13 anos na NASA, quando criança, era fã dos seriados da TV Perdidos no Espaço e Star Trek e quando adulta resolveu realizar um antigo sonho. Conforme BBC Brasil: "Ela é pesquisadora do Goddard Space Flight Center (centro que gerencia as comunicações com os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional) e especialista na análise de imagens do telescópio Hubble. Na Nasa, Duília foi responsável pela descoberta da supernova SN 1997D e participou também da descoberta das chamadas bolhas azuis - as estrelas órfãs, sem galáxias".
No vídeo acima, ela conta como surgiu a ideia de criar o A.M.E., através de fã-blube de três meninos que criaram uma comunidade no orkut, que enviavam perguntas para ela responder. E conta também sobre seu projeto ASSOCIAÇÃO MULHER DAS ESTRELAS, e os incentivos da educação das crianças brasileiras mais carentes para as carreiras de astronomia e demais carreiras científicas que a AME pretende realizar no Brasil.
Mais detalhes sobre a carreira e ideias da astrofísica brasileira podem ser acompanhadas na entrevista que deu à BBC Brasil, conforme link abaixo:
Brasileira na Nasa cria projeto para estimular interesse de crianças pela ciência
A seguir, link para o portal da Ong AME. que "tem por finalidade estimular as crianças e os jovens a descobrirem os seus talentos e utilizá-los na escolha da carreira":
ASSOCIAÇÃO MULHER DAS ESTRELAS / A.M.E.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Site da NASA mostra imagens da Terra em tempo real, direto da ISS
O vídeo acima ISS HD Earth Viewing Experiment, trata-se de imagens da NASA em tempo real do planeta Terra, direto da Estação Espacial Internacional
No link abaixo é possível acompanhar em um mapa a movimentação da ISS no espaço:
ISS HD Earth Viewing Experiment
Pode-se até deixar mensagem no chat, fazendo login pela conta do Facebook. E fiz isso, citando título da canção de Louis Armstrong: "What a Wonderful World" (vídeo legendado a seguir):
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
A maior foto do Universo vista da Terra e 34 mapas estatísticos inusitados
O fabuloso vídeo acima Gigapixels of Andromeda [4K], descobri na rede social, através do portal Primmero e trata-se de, como o título indica, de a maior foto do Universo, vista da Terra.
Segundo o referido portal: "El 15 de enero recién pasado, la NASA lanzó una imagen de la galaxia de Andrómeda; la galaxia más cercana al Planeta Tierra. Esta verdadera obra de arte fue capturada, en parte, con el ESA Hubble. ¿Cómo lo lograron? Se tomaron 411 fotos y se montaron una al lado de la otra, para crear la fotografía más grande jamás tomada. ¿El resultado? Un archivo de 1,5 mil millones de pixeles que requiere alrededor de 4,3 GB de espacio en disco".
Algo para vermos nossa insignificância enquanto planeta e ser vivo diante da imensidão de apenas uma pequena área do universo.
Mais abaixo, link interessante para os professores de Geografia, com 34 mapas estatísticos para ver o mundo de pontos de vista inusitados:
Geografía como nunca antes la habías visto
segunda-feira, 31 de março de 2014
Planeta dos Idiotas, por Carl Sagan
O vídeo acima Planet Of The Idiots (Planeta dos Idiotas), a partir de fala de Carl Sagan, cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano, de forma crítica e irônica, demonstra como o conhecimento é um processo de superação de conceitos, pré-conceitos e preconceitos na História da Humanidade e o quanto ainda estamos em processo de evolução, portando-nos muitas vezes como perfeitos idiotas, bastando ver o que fazemos ao meio ambiente e a nós mesmos, enquanto civilização consumista, individualista e tudo mais.
Muito interessante o conceito de Carl Sagan sobre os telescópios que são mesmo, de certa forma, "máquinas do tempo", pois ao olharmos para o céu, estamos vendo o brilho de estrelas, muitas delas, que já não existem mais...
Ao olharmos para o nosso passado, podemos ainda ver o brilho de educadores que nos legaram suas descobertas e podemos em cima delas planejar nosso presente e inclusive mudar nosso futuro...
Para ver, refletir e repassar.
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domingo, 15 de setembro de 2013
O fato mais surpreendente: nós estamos no universo e ele está em nós
O belo e instigante vídeo acima The Most Astounding Fact (O fato mais surpreendente), de Neil deGrasse Tyson, descobri por acaso no You Tube e é motivador.
Conforme apresentação do referido, no You Tube: "Astrofísico Dr. Neil de Grasse Tyson foi perguntado por um leitor da revista TIME, 'Qual é o fato mais surpreendente que você pode compartilhar com a gente sobre o Universo?' Esta é a sua resposta."
Fascinante pensar com o Dr. Tyson, a partir de uma indagação de um leitor, nos proporcionar um rico e inspirador material, de que "nós estamos no universo e ele está em nós, pois através da morte das estrelas e suas explosões, é pulverizado no universo a vida, em todas as direções..." Literalmente, somos todos formados por pó de estrelas...
Um belo vídeo com a seleção de diversas imagens da Terra e do Universo, texto de Neil deGrasse Tyson e som da belíssima canção To Build A Home (Para construir uma casa), da Cinematic Orchestra com participação de Patrick Watson, vejam vídeo abaixo:
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