O vídeo acima é fragmento de capítulo da telenovela brasileira GAROTA DO MOMENTO e traz uma fala da personagem Beatriz que, conforme sinopse do GShow o Instagram, "anha o prêmio de 'Personalidade do Ano e faz um discurso emocionante sobre igualdade".
O audiovisual com interpretação magistral da atriz Duda Santos e que me foi indicado pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, professora em Rio Grande, RS, Brasil.
Cenas de filmes, clipes, curtas, animações egtc, são parte do acervo deste blog educacional que acredita em cada linha e fala da personagem e da atriz, em defesa de um mundo mais justo, humano, igualitário, em que a educação seja valorizada junto com os educadores.
Quantas mais "Garotas do Momento" estão por aí reivindicando, defendendo, levantando bandeiras pela diversidade, equidade e contra a desigualdade social, de gêneros, o racismo, o machismo, o preconceito e muito mais... Que a vida imite a arte e que a arte continue sendo essa provocação estética, ética, filosófica e cidadã.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
O vídeo acima, Campanha turca contra LGBTfobia - cada um pode fazer a sua parte! Pense nisso!, foi-me indicado via Instagram pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, professora de Rio Grande, RS, Brasil.
Um vídeo simples, direto, objetivo, claro da luta pelos direitos iguais, contra o preconceito e a discriminação, que é simbolizado pelo ato de todos darem as mãos num transporte público em movimento. A vida e o tempo estão em movimento, como um trem, e alguns são meros passageiros e outros tripulantes de seu destino, de seu percurso. Não se deixar levar pelos olhares, pelos falares, pelos atos repressivos é fundamental numa sociedade que priorize a a diversidade em geral, e o respeito à orientação sexual, e a cada direito civil.
O mundo mudou, mas alguns teimam em viver em plena Idade Mídia, na Idade Média. Se cada um fizer sua parte contra a intolerância, o ódio, o preconceito e a discriminação, todos poderão avançar nesse viagem rumo a um lugar melhor de viver e conviver. Menos ódio, mais amor, por favor!
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O vídeo acima, Kiriku e a Feiticeira, uma animação de longa-duração [1h e 14 min], adaptada de um conto africano que conta a história de Kiriku "[...] um recém-nascido superdotado que sabe falar e andar. Ele é o salvador de sua aldeia, ameaçada pela feiticeira Karabá".
A animação, com roteiro e direção de Michel Ocelot, é dublada e traz uma bela história em que o menino Kiriku vai pelo interior da terra, cavando seus túneis e encontrando seres como animais, uma cobra gigante e outros. Numa dessas passagens, perdido, ao ajudar alguns pequenos animais contra seu predador, ele consegue reencontrar o caminho para casa.
Essa bela animação encontrei ao visitar o portal CEARÁ CRIOLO, que é "Um lugar de comunicação socialmente inclusiva, afetivamente sustentável e moralmente viável"; e junto do referido espaço e seus "afrossaberes", constam mais 16 desenhos e animações infantis cujos protagonistas são representantes da diversidade da cultura negra, conforme link a seguir:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O vídeo acima, Guilhermina e Calendário, que trata-se de primeiro desenho da TV aberta brasileira (TV Brasil) que tem a maioria de personagens negros. Animação que valoriza cultura negra será exibido na TV Brasil, no Dia das Crianças (12/10/2015, às 13 horas) e posteriormente, de segunda a sábado, na Hora da Criança.
A animação conta da história dos irmãos Guilhermina e Calendário que são, conforme apresentação da Revista Forum: "risonhos e muito imaginativos. Eles são negros e vivem às margens de uma praia na casa dos avós. Passam o dia brincando, fazendo descobertas e inventando coisas.Os irmãos Guilhermina e Calendário compõem uma família negra, muito parecida com milhões de famílias brasileiras, atualmente pouco representadas nos meios de comunicação".
E "trata-se de um dos primeiros desenhos do gênero com protagonistas negros na televisão brasileira".
O vídeo acima, Diversidade racial, trata de entrevista do menino Gustavo Gomes Silva dos Santos, de 11 anos, quando falou ao Repórter Brasil, da TV Brasil, sobre a discriminação contra negros, comentando também sobre preconceito e poesia.
Um menino articulado, fruto das leituras desde menino, estimulado pela mãe.
Gustavo diz que "o mundo seria bem melhor se cada um respeitasse o outro". Um pequeno poeta e leitor, que adquiriu intimidade com as palavras, a partir das leituras estimuladas pelos pais.
Vítima de preconceito, segundo ele, "por ser esperto", por parte de algumas professores que o isolavam da turma por incomodar e atrapalhar o restante da turma, respondendo tudo. Quem já passou por situação semelhante, sabe o quanto existe a escola e professores progressistas, convivendo no mesmo espaço com uma escola conservadoras e professores que não se sentem á vontade com alunos considerados espertos ou acima da média.
Professores estanques, impedem o crescimento crítico de alunos diferenciados. Sorte que existem professores motivadores na trajetória de alunos como Gustavo, estimulando-os, valorizando-os, frente ao preconceito que nada mais é o desconhecimento.
Gustavo tem uma curiosa opinião sobre o preconceito: "A pessoa preconceituosa estava evoluindo e parou, retornando ao passado".
Estimulado pelas falas da tia, Gustavo pretende ser psicólogo e escritor.
Como dizia Paulo Freire: "A leitura de mundo antecede a leitura da palavra". E a leitura da palavra amplia horizontes, diz o editor deste blog educacional.
Para conhecer mais o menino Gustavo, vejam abaixo a entrevista original dada à TVT, quando na época tinha 10 anos, e que o tornou conhecido nas mídias e redes sociais, falando sobre a importância da cultura afro-brasileira no combate ao preconceito racial:
O vídeo acima Diversity & Inclusion – Love Has No Labels (Diversidade e Inclusão - O Amor Não Tem Rótulos), foi indicação indireta, via Twitter da colega e amiga Egui Branco, educadora de Curitiba, PR, Brasil e editora do blog Just Egui, destacada pelo portal VÍDEOS VIRAIS e trata-se de campanha para o "Valentine's Day 2015", o Dia dos Namorados, nos EUA.
De fato: "O amor não tem gênero. O amor não tem raça. O amor não tem deficiência. O amor não tem idade. Se você pensa assim, compartilhe esse vídeo" que mostra de forma didática, através de imenso telão que apresenta o Raio X de diversos casais, em que lá no fundo,a pesar das diferenças de cor de pele, religião, culturas, deficiências, orientação sexual e tudo mais, são todos iguais em essência, mesmo que tenham diferenças na aparência.
O preconceito, a discriminação e a intolerância são todos filhos do desconhecimento, da desinformação e ninguém deve ser impedido de amar, por conta de diferenças de opinião.
Normalmente, sem querer generalizar, são justamente pessoas que não sabem amar uns aos outros como a si mesmo, que só amam a si mesmo de forma egocêntrica fazem que os demais vivam e vejam o mundo com seus olhos míopes, no sentido ético e moral e não no sentido visual deste termo. Sem precisar rotular ninguém...
Trabalhar com diversidade e adversidades, é um nobre exercício de alteridade, de se colocar no lugar do outro, de vê-lo no Raio X da convivência social.
O amor verdadeiro não pode ser impedido por conta de aparências que não alteram a essência do ser humano...
Abaixo, videoclipe com a canção Same Love, de Macklemore e Ryan Lweis e participação de Mary Lambert, que ilustra o vídeo acima e trata de tema similar (do respeito à união entre pessoas que se amam, não importando as diversidades e adversidades), como se fosse um curta-metragem.
O vídeo acima Imagine Uma Menina Com Cabelos de Brasil foi indicação via Facebook da colega e amiga Suely Aymone, educadora de Uruguaiana, RS, Brasil e editora do blog Ufa! Bloguei!.
Trata-se de uma bela e divertida animação de Alexandre Bersot, ótima para trabalhar valores como nacionalidade, identidade cultural, diversidade, universalidade, valendo-se das canções Imagine, de John Lennon e de Assim falou Zaratustra, de Richard Strauss, fazendo uma paródia à famosa cena do filme 2001 - Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, quando a escova manual jogada ao céu demonstra a evolução para a chapinha elétrica.
Uma bela intertextualidade entre diversos gêneros, valendo-se de cinema, música, cultura, política, geografia, história etc.
O cabelo é literalmente o fio condutor da história destas meninas que estudam numa mesma escola e são marcadas pela forma de seu penteado, que lembra a geografia de seu país. Criativa e original a forma de abordar as características que uma pessoa carrega consigo de seu país e que não pode modificar facilmente. É possível, com este material, debater sobre diversidade e universalidade dentro e fora da escola.
O vídeo acima, Nos Olhos de Quem Vê, episódio 39 (2002) do famoso seriado The Twilight Zone (Além da Imaginação), foi mais uma de minhas garimpagens, quando procurava uma coisa e encontrei outra preciosidade no You Tube. :-))
Um vídeo do ano 2002 e reprisado recentemente na TV, que trata com delicadeza sobre a questão da identidade, da alteridade, da beleza e do ver as coisas com outros olhos...
Como diz o apresentador da série, citando ditado popular: "A beleza está nos olhos de quem vê". A própria questão da beleza, dos valores do belo, se analisarmos a história da humanidade, têm sido alterados com o passar do tempo, e mesmo assim, cada um tem a sua noção do que é belo ou não.
Existe a noção, senso comum, do que é belo, mas a beleza para um Fernando Botero é diversa da vista por Frida Kahlo, assim como de qualquer um. Enfim, como diz outro ditado popular: "Quem ama o feio, belo lhe parece".
Neste curta-metragem, uma moça agradável, chamada Janet Tyler, "paciente do 307", que se considera horrivelmente feia, quer a todo custo fazer mais uma operação plástica (já foram onze cirurgias) para modificar a sua face e sentir-se igual aos demais... Toda a construção do vídeo funciona entre claros e escuros, criando um clima intenso que tem seu clímax, justamente quando o médico e enfermeiros retiram as bandagens da face da mulher e se horrorizam com o resultado: sentem-se todos impotentes e decepcionados, pois ela não mudara em nada, continuava para ela e todos os demais, ainda muito feia.
Mas ai vem a grande surpresa e sacada deste filme, que é ao se ver no espelho, a mulher aparentemente é normal, e todos os demais é que possuem rostos deformados. Mas dentro da lógica da história contada - e todo filme, como livro tem sua própria lógica -, o conceito de beleza era o oposto do que imaginamos. Como naquele mundo imaginário, todos são deformados, este é o parão de beleza para a sociedade, e quem tem um rosto diverso - para nós considerado belo -, é o horroroso, por ser diferente e muito dos demais. Trata-se de outro conceito - além do de beleza - que é o de identidade, não individual, mas social, de grupo. A moça sem bandagens é muito diferente e não possui nenhuma identidade com aquela sociedade, e por conta disso, quer se mutilar - mesmo sem saber -, tornando-se uma igual, perante àquele mundo estranho. Quantas pessoas, nos dias atuais não se mutilam, querendo ter o rosto e corpo da Barbie ou de outra personalidade? Quantos homens não querem ter o físico do seu atleta ou herói preferido?
Ao final, a mulher, apresentada a um outro igual, um rapaz que possui a mesma "deformidade", descobre que assim como ela, existem outros, que vivem reclusos, para não chocar à sociedade.
Se pensarmos na questão da inclusão e da educação, este vídeo se presta a tal reflexão, pois os deficientes, sejam físicos, mentais, auditivos, visuais já foram considerados aberrações, confinados em guetos, não podendo conviver com a dita sociedade perfeita, bela e contraditória.
Pensar conceitos de beleza e identidade é levar em conta a questão do diferente, do outro. Mas, afinal, não somos todos diferentes, uns dos outros? Nem mesmo os gêmeos idênticos, são de fato iguais, além desta roupagem que chamam de corpo, cada um com uma alma tão diferencial...
Este curta-metragem, de apenas 21 minutos, penso que é uma "beleza" para tratar de educação, inclusão, educação especial, diversidade, alteridade e sociedade no ambiente escolar e na comunidade. Um filme que nos faz refletir sobre nosso conceito de belo e de identidade. E também sobre regimes totalitários que confinam o diverso em guetos.