domingo, 21 de julho de 2019

A voz do coração: cena que é metáfora do maestro/mestre descobrindo talentos em sua turma



A cena acima, do filme francês A Voz do Coração considero pequena metáfora do papel do professor como Maestro/Mestre, regendo sua turma, e dando o espaço/compasso, no devido tempo, aos talentos naturais de um coral num projeto educacional!
O filme que já foi resenhado por este blog educacional, conforme link a seguir, conta a história de um professor de música num internato para meninos e como sua metodologia e didática transformam aquela turma de alunos indisciplinados:

A Voz do Coração (Cinema, música e educação)

Abaixo, indico vídeo com compilação de cenas do referido filme e que servem para refletir sobre o papel da arte e da cultura na educação:


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sábado, 20 de julho de 2019

A arte do movimento: "O Carrossel de Pierre Avezard" e a mágica arte do brincar




O vídeo acima O Carrossel de Pierre Avezard é uma preciosidade que o colega e amigo Fernando Luís (músico, poeta e artesão em Rio Grande RS) me brindou e que publico nessa postagem especial e espacial, neste 20 de julho de 2019, em que o mundo comemora os 50 anos da viagem à Lua, o Brasil o nascimento de Alberto Santos-Dumont, pai da aviação e que eu comemoro o nascimento de meu pai, o artista plástico Zeméco, que um dia incorporou o espírito espacial de Dumont e Armstrong quando quis voar, fazendo par de asas e se jogando do alto de um casario histórico em sua pequena São José do Norte (RS) Brasil (aqui, link dessa história que lembra Saramandaia de Dias Gomes, mas com algumas décadas de antecipação: Uma Vida de Artes: A História de Vida de José Américo Roig, o Zeméco).
Toda essa intertextualidade para apresentar o vídeo: "O Carrossel de Pierre Avezard (1902-1992) [que] é um conjunto móvel de figuras de madeira e metal construídas com latas de conservas e outros materiais de desperdício. Possui uma réplica de 12 metros de altura da Torre Eiffel, um átomo de molécula gigante, flores e plantas de metal entre outros objetos fantásticos.
Pierre Avezard, chamado Petit Pierre, gostava de dizer que ele nasceu antes do previsto. Sem mesmo o buraco das orelhas, por tanto surdo e meio cego, foi-lhe confiado o 'Ofício dos inocentes': pastor. A invasão das máquinas na vida do homem deixava-o perplexo e passava os seus dias analisando o movimento dos aparelhos com os quais se visse. Solitário e fascinado pela velocidade a que mudava o mundo, começou a construir este carrossel que ainda hoje continua a girar com ensurdecedor rangido de ferros".

Mais um vídeo para valorizar a arte do brincar e do criar seus próprios brinquedos.
Meu pai, o seu Zeméco, era também, além de desenhista e pintor um inventor de brinquedos em madeira, lata, sucata... Daí a carinhosa intertextualidade da vida e obra com o vídeo de Avezard, com Santos-Dumont e seu voo e com a viagem à Lua e ao mundo da imaginação que meu pai me legou, quando tornei-me escritor de ficção e poeta, além de professor.
A vida imita a arte e vice-versa, e no caso de meu pai, nos dois sentidos! Abaixo, link para o blog que criei em 2006 para ser acervo digital de sua vida e obra:

VIDA E OBRA DO ZEMÉCO

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Tecnologia artesanal: memória dos jogos, reciclagem, criatividade e inovação




O vídeo acima, que intitulei de TECNOLOGIA ARTESANAL, como o próprio nome indica é uma provocação educacional e me foi indicado pelo colega e amigo Fernando Luis, músico, poeta e artesão com sucata.
Provocação, pois, diante da tecnologia digital, cada vez mais presente no cotidiano, seja familiar, escolar, empresarial e social, há que se resgatar o conhecimento agregado que proporcionou o desenvolvimento tecnológico e humano, que tem muito a ver com a criatividade, a imaginação, a inovação e, mais que tudo, ao fato chamado adaptação que tem a ver com a teoria da evolução, de que evoluirá não o mais inteligente nem o mais forte, mas aqueles mais adaptável às mudanças sejam quais forem e a história da Humanidade está ai registrada, seja na escrita rupestre ou na via digital para nos lembrar disso.
O vídeo em questão é uma simulação artesanal de jogo digitais, como o Tetris [entre outros mais], das peças coloridas nos variados formatos e cores que o usuário/jogador precisava ir acomodando no tempo e espaço. Aqui, na versão artesanal, feita provavelmente com material reciclável, como papelão, é uma indicação dessa imaginação humana. Do como é possível simular a tecnologia high tech com baixo custo e um resultado semelhante. Isso é criatividade e inovação: tornar novo algo antigo, seja enquanto forma ou conceito.
Um sonho antigo que este educador tem é de um dia - não muito distante - ministrar uma oficina de criação de brinquedos antigos, a partir de sucata e materiais recicláveis, como latas de leite em pó, de óleo, papelão, plástico etc [O Tetris do vídeo, parece-me feito com placas de eucatex, e pintado ou colado papel colorido].
Enquanto esse dia não chega, para que eu possa produzir um vídeo autoral para este blog, fiquemos relembrando e nos encantando com o vídeo acima, que é de grande valia a ambas as gerações: de pais e professores que já foram alunos e de alunos que podem aprender com seus pais esses trabalhos manuais, além dos digitais.
Pais e filhos, professores e alunos podem muito aprender e ensinar uns com os outros, sejam nos campos manuais como digitais.
Um vídeo que dá pra trabalhar questões como meio ambiente, reciclagem, educação ambiental, além de história dos jogos, memória social, arte e cultura e muito mais.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Entrelaços: "a ordem dos fatores não altera o produto" (breve reflexão sobre metodologia e didática no ambiente escolar)




O vídeo acima, descobri por acaso no Facebook, e inicialmente achei apenas interessante a forma de entrelaçamento de cadarços nos tênis, mas depois da sucessão de diversas possibilidades de entrelaços, passei a refletir como o educar é muito parecido com isso, quando a metodologia e a didática promovem a aprendizagem e o ensino.
Vejam só, como naquela máxima matemática e mágica, de que "a ordem dos fatores não altera o produto, pensei o quanto podemos fazer a mesma coisa - dar o mesmo conteúdo - de forma diferenciada, dependendo de fatores como série, ano, idade, localidade, cultura e muito mais.
O método é composto do tênis, dos cadarços e do usuário que o entrelaçará, como num enunciado. Já o entrelaçar é a enunciação, a própria didática. A forma como isso fará, que pode ser convencional ou inovadora, poderá ser burocrática ou criativa; poderá ser individual ou coletiva; cooperativa (todos no mesmo nível de conhecimento) ou colaborativa (necessitando de um mediador).
A ordem dos fatores metodológicos pode não alterar o produto: ensino, mas que a didática e o entrelaçar de conteúdos de forma criativa, inovadora divertida e inspiradora podem ser relevantes, significativas e surpreendentes para todos, isso é um fato a ser pensado e debatido em formações de professores.
Eis minha breve contribuição para uma ampla reflexão.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

"Um, Dois, Três, Brincando": documentário sobre o Projeto "Reinventando o Espaço Escolar" que transformou a educação infantil da rede pública de Joinville (SC) Brasil




O vídeo acima "Um, Dois, Três Brincando", foi indicação via WhatsApp pela colega e amiga Ieda Duval, educadora ambiental de Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de relevante documentário educacional "sobre como a rede municipal de ensino de Joinville transformou seus espaços de educação infantil por meio do projeto 'Reinventando o Espaço Escolar', formando uma rede de apoio que conta com gestores, professores, funcionários, auxiliares, comunidade escolar e principalmente as crianças".
É senso comum de que a educação e a própria sociedade precisam se reinventar para dar constas dos desafios deste século XXI. Não é mais possível pensar o mundo ainda com uma ótica do século passado. O mundo se transformou, a escola precisa acompanhar essas mudanças e o referido documentário mostra como escola e comunidade têm contribuído para essa transformação.
Tenho acompanhado a distância algumas ações da rede pública de educação de Joinville, e já divulguei aqui neste blog educacional algumas delas, como sobre a experiência abaixo, no link logo a seguir:

CEI Raio de Sol (Joinville, SC) e Os espaços sustentáveis através da arte e educação

sábado, 13 de julho de 2019

"Como ter ideias criativas" e "O que é um clássico?" Dois vídeos incríveis de um canal fabuloso: Antofágica




O vídeo acima Como ter ideias criativas é mais um material incrível de um canal fabuloso chamado Antofágica, que trata sobre arte cultura e muita literatura!
O referido vídeo tem narração de Livia Piccolo e edição de Diogo de Nazaré, e parte da frase de Pablo Picasso: "Bons artistas copiam, grandes artistas roubam".
Mais que isso, é um exercício de intertextualidade, de influência e de criatividade sobre as relações entre cinema, literatura e artes visuais em geral.
O canal Antofágica se transformou um belo oásis no meio de um deserto de canais nem sempre aconselháveis, de influenciadores digitais e youtubers polêmicos.
Como sempre digo: tratar de arte cultura é o que preserva nossa humanidade e mantém nossa sanidade mental.
Outro vídeo maravilhoso é O que é um clássico? (a seguir), uma grande aula em um pequeno espaço virtual.
Nele, Lívia demonstra a importância de gênios como Beethoven e Shakespeare na arte (e cultura) ocidental e mundial.

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"Se as coisas ficam só para você, é como se elas não existissem. É preciso contar", disse Paulo Niemeyer Filho, neurocirurgião. Digo isso de outra forma, seguidamente, a professores, em minhas andanças pela Educação, sobre seus projetos educativos que devem ir além das paredes da sala de aula, pra motivar outros educadores; e aos alunos, sobre que nossa identidade se manifesta a partir do que falamos e contamos. Calados, somos corpos que andam... entre corpos que andam... Nossa criatividade aparece no contato com o outro, quando passamos a contar nossas sonhos, projetos, ideias etc.
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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Num piscar de olhos: curta de animação sobre o amor, conduzido de forma delicada e simbólica




O vídeo acima In a Heartbeat (Num piscar de olhos, tradução livre), descobri via Twitter do colega e amigo Julio Sosa, professor de História em Rio Grande (RS) Brasil e é um curta-metragem de animação de 2017, de Beth David e Esteban Bravo, premiado em diversos festivais e com produção do College of Art and Design.
Na breve sinopse do vídeo no YouTube, consta essa apresentação que traduzi livremente: "Um garoto que está no armário corre o risco de ser expulso pelo seu próprio coração depois que ele sai de seu peito para perseguir o garoto dos seus sonhos".
Um tema que gera debates e que é conduzido de forma delicada e simbólica pelos idealizadores, mostrando o amor de um menino por outro. Um tema complexo que requer uma abordagem adequada sobre o amor, acima de paixões político-ideológicas, preconceitos e discriminações.
Como contribuição ao debate, indico logo a seguir um vídeo, que descobri via portal Janela da Rua, em que CRIANÇAS REAGEM A IN A HEARTBEAT, em sua maioria de forma natural. Um dos meninos que assistiu o curta chega a dizer que "Não é errado nem certo, é o coração que escolhe as pessoas..." Certa vez poetei que "O Amor não se escolhe, ele que faz as escolhas por nós".



quarta-feira, 3 de julho de 2019

Reviravolta: clipe que parece mais um conto infantojuvenil só com imagens e símbolos




O vídeo acima Breathturn (Reviravolta), de Hammock, considero pequena obra prima, pela simbologia das imagens. Um clipe que parece um curta pela sua narrativa visual, contando a história de um menino sonhador que colecionava pássaros de papel, feitos de origamis, a partir de livros e jornais jogados no lixo.
A reviravolta talvez simbolize o que digo sobre o papel da arte no cotidiano: está em toda parte e é o que preserva nossa humanidade e mantém nossa sanidade mental diante de tantos fatos, nada nobres.
E quando passei esse clipe para meus alunos do 2º ano do Ensino Médio - como introdução a aula sobre poesia Simbolista e questões sobre símbolo e signo, significante e significado -, dois alunos contribuíram muito para ampliar o sentido dessa ação pedagógica. Christovam traduzindo adequadamente o título do clipe e Larissa, comentando sobre Tsurus: "Tsuru é uma ave sagrada do Japão. É o símbolo da saúde, da boa sorte, felicidade, longevidade e da fortuna. ... Diz a lenda japonesa que se a pessoa fizer 1000 tsurus, usando a técnica do origami – arte secular de dobrar o papel, com o pensamento voltado para um desejo, ele poderá se realizar".
A partir daí, deixei a cargo das turma tentar, através da linguagem simbólica do clipe, me contar a história que era cantada através de acordes e despertares. Do menino que fazia mil tsurus para realizar seu sonho que acolheu um pássaro de verdade com a asa quebrada, colocando-o numa cesta junto aos tsurus para voltar a voar,, do avião de metal que passa lá no céu e muito mais.
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Sobre o Hammock: "é um duo de Post-Rock proveniente de Nashville, Tenessee. Sua música é uma combinação de sons atmosféricos, guitarras suaves e batidas eletrônicas leves, usadas aqui e ali. Um projeto musical basicamente instrumental, tão suave que pode muitas vezes ser confundido com música de ninar, mas que traz em suas melodias experimentais um alto grau de sentimento" [Fonte, aqui].
Pequenos vídeo assim, servem desde uma dinâmica inicial de grupo, bem como para uma oficina de leitura de imagens e escrita criativa.
Utilizo muito desses clipes em projeto, batizado justamente de CLIPES QUE PARECEM CURTAS (2010), conforme vídeo abaixo:



O meu projeto, Clipes que parecem Curtas, foi elaborado em 2010 e é uma proposta pedagógica, de utilização de música e cinema na educação. Recentemente descobri esse vídeo abaixo, do Canal da MIX, com o mesmo nome destacando em 2015, justamente, clipes que podem ser visto como curta-metragem:



Para quem se interessar fazer Tsurus, segue o vídeo abaixo:



segunda-feira, 1 de julho de 2019

Alimentando Pombos: uma reflexão sobre a abordagem com grupos de trabalho e/ou de estudo




O vídeo acima, Alimentando Pombos, recebi de uma colega pelo WhatsApp e trata-se de um vídeo de humor que serve para tratar de algo serio: Educação.
Pensemos o audiovisual como uma alegoria de um educador - seja ele pai ou professor - que interage com um grupo [podendo ser filhos e/ou alunos] e que numa primeira abordagem é o paizão (distribuindo milho) e em um segundo momento se transforma no vulgo sargentão [com sua metralhadora giratória verbal ou literal].
Nem 8 nem 80. Nem paz e amor, tampouco ódio e intolerância.
Há que se ter acima de tudo na vida o equilíbrio de ações e reações. É a pedagogia do cotidiano.
Sempre comento que o domínio de classe se consegue com o domínio, primeiro, do conteúdo, com didática e metodologia adequadas com planejamento, interação, avaliação e autoavaliação.
Não se deve alimentar pombos, mas sim estabelecer uma troca de saberes com filhos e alunos, um diálogo didático, uma conversa entre gerações. Quando se estabelece de antemão as regras de convívio social, a convivência se torna mais harmoniosa e saudável para todos seja um grupo de trabalho ou de estudos.
O referido vídeo, como essa amiga me comentou, pode ser também visto como uma metáfora da própria avaliação de um professor que às vezes tem uma aula amena, mas uma prova com um elevado grau de dificuldade que não foi exercitado em aula. Alimenta uma prática escolar moderada, mas depois cobra co excessivo rigor.
Um bom material para refletir sobre prática e avaliação.

domingo, 23 de junho de 2019

Professor: um poeta popular (Décimas por los profesores, por Jorge Ibañez)




O vídeo acima Décimas por los profesores, foi indicação do colega e amigo Fernando Luis artesão, músico e poeta de Rio Grande, Rio Grande do Sul Brasil e trata-se de comovente declamação de Jorge Ibañez de poema em homenagem aos professores, a quem ele ao final diz ser o professor um poeta popular.
Em meu fazer pedagógico e em minhas andanças pelo planeta Educação tenho visto justamente isso: poetas populares, que fazem magia com seus alunos, sejam professores de Filosofia, Literatura, Artes, das áreas das Ciências Humanas, sejam de Física, Matemática, Química e toda a área das Exatas.
Aquele que demonstra ao seu aluno a magia de sua cátedra, que dá sentido ao conteúdo programático de sua disciplina, que faz o aluno ver o mundo com seus olhos de pura poesia, independentemente da área do conhecimento, é um poeta, sim. E suas palavras são versos que encantam seu alunado, são música para quem deseja aprender e trocar saberes.
Poeta não é somente aquele que faz versos, livres ou não, mas aquele que com seus atos poéticos, éticos, filosóficos, interpreta um papel social relevante nesse grande teatro mágico da Educação, seja em atividades em sala de aula, em saídas de estudos, em projetos colaborativos e tudo mais. O professor é um ator social num palco, chamado sala de aula, em que a plateia é seu alunado.
Aquele que busca a Poesia de sua profissão todo dia e que percebe que a arte está em toda parte, que ensinar é uma arte poética e filosófica, sim, este é um grande Poeta, ainda que nem saiba disso.
Para ilustrar essa divagação, indico logo abaixo, um grande poeta, músico, artista Fernando Anitelli que com seu grupo O Teatro Mágico, mescla arte, cultura, poesia, circo, teatro, dança, música e muito mais em eu/nosso cotidiano:



sexta-feira, 21 de junho de 2019

O Valor das Coisas: Não dê apenas presentes, esteja presente e seja o presente...




O vídeo acima "O VALOR DAS COISAS: Então, eu quero um dia inteiro com você", de Marcos Piangers, autor de O Pai é pop, descobri no Facebook e é uma ótima reflexão de um pai que também é educador.
Piangers reflete sobre a condição do pai e a relação com sua filha, além de tratar de O VALOR DAS COISAS, pois atualmente podemos dizer que a crise da sociedade contemporânea é uma crise de limites e valores, de pais e/ou responsáveis estabelecerem com seus filhos limites e valores e não apenas delegarem para as escolas, além da instrução, a própria educação.
O vídeo acima dialoga com o abaixo, de O Pai Invisível, do cantor e compositor Kledir Ramil, que também recomendo a leitura do livro, que trata de sua relação com seus filhos adolescentes:



Duas visões de pais e educadores, que vivem além do planeta Educação, e que servem como estímulo a professores e pais.
Lembro-me que tempos atrás, em relação ao valor das coisas, estipulei uma mesada para meu filho, já que ele também não conhecia o valor dos brinquedos e achava tudo barato. Com 50 reais, ele viu que pouca coisa conseguiria comprar, precisando primeiro aprender poupar. Foi algo didático e pedagógico.
Tratar de valores humanos e limites sociais é uma necessidade a qualquer tempo e em qualquer espaço.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

A dança das árvores com o vento. Um impressionante quebra-cabeça vivo e um belo balé da natureza




O vídeo acima, encontrei na rede social e trata-se de um impressionante e aparente quebra-cabeça vivo e gigante, mas que na verdade é um balé fabuloso da natureza em que árvores literalmente dançam com a força do vento. Imagens aéreas capturadas pelo fotógrafo Dimitar Karanikolov.
Um belíssimo material para trabalhar noções de educação ambiental, meio ambiente, além de geografia e muito mais.
Para tratar de danças e muDanças climáticas também. Afinal como sempre digo: a arte está em toda parte.
A começar pela sinfonia dos pássaros...

domingo, 9 de junho de 2019

Afinal, o que é um livro? A evolução da escrita, dos formatos e o papel das editoras nesse caminhar




O vídeo acima Afinal, o que é um livro? é mais um vídeo incrível do canal Antofágica, que discute e reflete sobre temas literários e que considero uma preciosidade tanto para alunos como professores de Literatura, pelo cuidado, produção, imagens e mensagens que passa ao visitante. Um belo portal de arte, cultura e educação, com roteiro e narração de Lívia Piccolo.
Como consta na apresentação do referido vídeo: "Os livros vão muito além de um simples objeto de papel com letras e figuras impressas. Eles nos levam longe, permitem viver outras vidas, mexem com a nossa imaginação, transmitem conhecimento e entretém. O livro como conhecemos faz parte de uma linha evolutiva de milhares de anos. Se hoje ele é visto como o guardião mais confiável das histórias e do conhecimento, é importante lembrar que nem sempre foi assim. E como será no futuro? Qual o papel das editoras e dos criadores nesse caminhar?"
E essas perguntas que são exploradas pelo Antofágica neste vídeo. Abaixo, imagem e link para o referido canal no YouTube:



ANTOFÁGICA: CLÁSSICOS PARA NOVOS TEMPOS - CANAL NO YOUTUBE

Vejam também outros relevantes vídeos da Antofágica, logo a seguir:







Sobre Kafka, recomendo uma leitura extra, no link abaixo:

Robert Walser: o escritor que fez a cabeça de Kafka

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Um luxo de lixo: reciclando pneus velhos e transformando tudo em arte




O vídeo acima, encontrei no Facebook e é de fato um luxo de lixo, já que os artesãos se valem de velhos pneus de borracha para transformarem tudo em obras de arte. Através de trançados, as peças vão criando vida. E o resultado é fantástico para a arte e pro meio ambiente.

Inclusão educacional e social e a dança em cadeira de rodas: ser parte de um todo, ser tratado como todos




O vídeo acima A inclusão é um direito de todos!, que encontrei no Facebook e fala por si só no que se trata da inclusão que é muito mais que a mera interação e adaptação de pessoas com necessidades especiais a um ambiente escolar e social. Incluir é de fato permitir que o outro se sinta parte do todo, como nesse momento mágico, basta ver a alegria no rosto dessa criança dançando em cadeiras de rodas, vestida como os demais e se divertindo como todos.
Ser parte de um todo e ser tratado como todos, respeitando suas peculiaridades. Isso é inclusão. E a arte e a cultura são poderosos aliados nesse processo de unir a escola à sociedade e vice-versa.

domingo, 2 de junho de 2019

Caverna do Dragão: quando a arte, a cultura e a publicidade dialogam com a nostalgia e a imaginação




O vídeo acima Caverna do Dragão, trata-se de uma criativa peça publicitária de empresa fabricante de automóveis e causou uma comoção nas redes sociais, ao dramatizar um possível final para o seriado animado de mesmo nome, que fez sucesso na televisão brasileira nas décadas de 80 e 90.
Uma animação que se tornou cult e que trouxe esperanças nos antigos fãs da possibilidade de um filme ou um live action com as personagens do seriado. A reconstituição foi muito fiel as crianças que na trama original tiveram que enfrentar diversos obstáculos num mundo estranho, tentando retornar para casa. Os atores lembram muito as personagens do desenho animado e são eles: Sheila (Samantha Heck Müller), Hank, Eric (Alex Paulo Lopes Conrado), Mestre dos Magos (Giovanni Venturini), Presto (Fhelipe Gomes) e Bobb (Thiago Doncev). Vejam imagem dos mesmos abaixo:



O comercial consegue capturar a essência dos principais personagens, com efeitos visuais incríveis e propondo um final alternativo, em que as crianças e jovens retornam para o mundo real, chegando num parque de diversões, deixando em aberto esse material audiovisual para alguma sequência: o policial a cavalo e seu olhar avermelhado bem que poderia ser O Vingador.
O mais interessante da publicidade, além de resgatar o imaginário infantojuvenil de uma geração que hoje é consumidora do produto oferecido, é também ser originalíssimo, ao inovar no próprio final que difere do original e cultuado seriado.
Professores podem usar de sua bagagem artística e cultural, de sua memória sentimental para dialogar com o universo imaginário de seus alunos, valendo-se de cinema, literatura, filosofia, e muito mais em seu fazer pedagógico.
Há uma HQ brasileira, em que jovem desenhista, a partir do roteiro original, desenhou o capítulo final que não chegou a ser produzido, pois a série foi cancelada antes. Vejam logo a seguir, conforme link:

VERDADEIRO FINAL CLÁSSICO DA CAVERNA DO DRAGÃO ILUSTRADO EM QUADRINHOS

Caverna do Dragão teve uma teatralização, no cinema, igualmente inspirado no jogo Dungeons & Dragons.
No YouTube encontra-se um arquivo de mais de 8 horas com todos os 26 episódios originais que foram ao ar na TV nos anos 1980, vide link abaixo:

CAVERNA DO DRAGÃO - TODOS OS EPISÓDIOS

Sobre o seriado de animação, segue a sinopse encontrada na internet:
"A série foi transmitida na televisão originalmente entre os anos de 1983 e 1986, e contava a história de 6 jovens perdidos no reino de D&D. Apesar do enorme sucesso no mundo a série foi cancelada antes da exibição do último episódio. Desde então surgiram mil e umas versões e possíveis roteiros mostrando o desfecho de toda a história, mas nenhum definitivamente retratou o ocorrido, até que recentemente foi revelado que Michael Reaves, um dos roteiristas da série havia escrito o roteiro do episódio final que não havia sido animado, este foi disponibilizado em seu blog na forma de texto.
Tudo isso mudou em 2010, quando um cartunista brasileiro Reinaldo Rocha resolveu transformar o roteiro"
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Tal roteiro ilustrado ´mencionado e consta link nesta postagem.
Para completar esse tema, segue o vídeo "Porque nunca fizeram um filme de Caverna do Dragão?", logo a baixo, deixando aberta uma possibilidade de filmagem futura: