CRIADO (ABRIL/2009) PARA INDICAR VÍDEOS DE E PARA EDUCADORES, ALÉM DE SUGERIR DIVERSOS RECURSOS TECNOLÓGICOS COM FINS EDUCACIONAIS.
Imagens: 3 filmes indicados aos educadores: A Cor do Paraíso e Filhos do Paraíso, de Majid Majidi (Irã) e Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornattore (Itália).

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sou a natureza: Sou as decisões que tomo (vídeo publicitário que lembra clipe)




O vídeo acima, Soy la naturaleza, encontrei na rede social e foi criado por Die Rabauken para o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, sigla em inglês) e traz frase emblemática ao final: "Sou as decisões que tomo".
Vídeo institucional que lembra em parte o videoclipe The Scientist, da banda Coldplay, que conta uma história detrás para frente, e que busca fazer refletir sobre a importância de valorizar a natureza humana, o meio ambiente e uma vida saudável...
De fato: Somos as decisões que tomamos, e mais que isso: estamos tomando as decisões hoje para o futuro de nosso filhos, netos e descendentes, que herdarão um mundo construído ou destruído por nós...
Ambos, o vídeo promocional e o videoclipe lembram um curta-metragem, por conta de sua linguagem visual.
Cada vez mais, ao educador do século XXI, faz-se necessário ser também um bom contador de histórias, seja criando as suas, seja divulgando material de terceiro ou adaptando o conhecimento formal à arte e cultura, como forma de dialogar e passar um conteúdo criativo ao aluno.
Abaixo, vídeo original The Scientist, da banda Coldplay para a devida comparação:



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O presente: vídeo animação adaptado de tirinhas que tem final surpreendente




O vídeo acima, The Presente (O Presente), um dos vídeos de animação mais vistos e premiados em 2014, foi indicação via Facebook pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande (RS) Brasil, e é encantador pois trata de algo comum a todos: a relação de pais e filhos, que também pode ser estendida a professores e alunos.
O vídeo adaptado de obra de Jacob Frey inicia com um menino vidrado em um jogo eletrônico, possivelmente de guerra, que de repente recebe um presente inusitado da mãe: um cão de estimação. Todavia não é um cão comum, tampouco o menino o é... Ambos tem algo em comum que os identifica e aproxima.
Um rico material para tratar de limites e limitações, sobre inclusão, interação, interação, alteridade...
Conforme apresentação do vídeo, feito pela Revista Pazes: "Vídeo internacionalmente premiado mostra, de modo belo e emocionante, o quanto a integração entre o homem e os animais pode auxiliar o humano a superar as suas limitações e, até mesmo, a reumanizar-se.
O vídeo foi feito sob inspiração de uma tirinha feita por um brasileiro, Fábio Coala. Trata-se de um ilustrador e quadrinista brasileiro de talento reconhecido.
Em 2012, no blog Mentirinhas, criou em 2012 uma tirinha que correu o mundo, chamada 'Perfeição'"
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Abaixo, link para a tirinha que inspirou o vídeo:

MenTirinhas: Perfeição

domingo, 31 de janeiro de 2016

"Nós Somos o Mundo": Arrepiante versão de canção de 1985 na voz de jovens da favela Vila Ipiranja, Niterói (RJ) Brasil




O arrepiante vídeo acima "We are the world" More Project - Vila Ipiranga Niterói, descobri via Facebook do colega e amigo José Henrique Freitas, educador do Rio de Janeiro (RJ) Brasil, e trata-se de sensacional versão de canção tema da campanha USA for África, promovida por diversos artistas da música, em 1985, para angariar fundos para combater a fome do continente africano.
Nesta versão, os protagonistas são jovens da favela Ipiranga, em Niteroi, (RJ) Brasil, que com a beleza de suas vozes e o encanto desse arranjo, conseguem rivalizar com a canção original, cantada por popstars mundiais.
Algo que vem ao encontro do que o Educa Tube Brasil sempre prega: "De que podemos ser universais a partir do particular", desde que sejamos autênticos a nós mesmos, ainda que nos utilizemos de obras (canções, vídeos, fotos, etc) de outros (todas devendo ser referenciadas, ou seja, determinada a autoria).
De 1985 a 2015, 2016, 30 anos, três décadas se passaram! De lá para cá, no campo da tecnologia, muita coisa mudou, com a popularização dos jogos eletrônicos, dos computadores pessoais, depois os fones celulares até chegar aos smartphones, a internet aproximou as pessoas que estavam distantes e jamais se conheceriam sem a rede mundial de computadores, mas também afastou um pouco aqueles que estão próximos, mas conectados ás telas. Apesar disso, há muita coisa boa acontecendo que, infelizmente, nem nem sempre é divulgada pela "pauta impositiva" das TVs, que insistem em destacar o lado mais sombrio da sociedade.
"Nós Somos o Mundo" e o mundo pode estar mais próximo de nós, quando divulgamos projetos como este, e outros mais, que existem e não são poucos, mas que ás vezes até passam desapercebidos pela própria comunidade em que estão inseridos. Eis ai o papel social de uma rede social, seja digital ou não: compartilhar descobertas, valorizar o que é relevante, criativo, interessante, significativo e significante.
Tomo a liberdade nesta postagem de copiar e colar na íntegra a manifestação do professor José Henrique Freitas sobre o referido vídeo, pensando-o num contexto educacional:

"Uma escola onde as crianças realizem, se esforcem, vencendo limites, percebendo possibilidades. Onde produzam conhecimento, beleza e sentido, onde o entorno seja preenchido pelo conhecimento formal, mas numa perspectiva de realização. Nesse caso, musical, mas pode ser de qualquer natureza. Um currículo que permita se orientar pelo sentido e significado do que se pretende produzir".

Fato: Tanto a música, como a dança, a literatura, o cinema, o esporte e qualquer outra manifestação artística, cultural, histórica e social podem e devem fazer parte das atividades curriculares e extracurriculares de uma escola comprometida com o aluno e com a sociedade. Até pelo fato que esta geração é eminentemente audiovisual, adora cantar, dançar, praticar esportes, se conectar etc.
A seguir, versão original (legendada em espanhol) de "We Are The World", liderados pelo popstar Michael Jackson, em 1985:



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Múltiplas perspectivas do olhar: Da sucata à arte pura


VOCE NAO VAI ACREDITAR

VOCE NAO VAI ACREDITAR O QUE É ISSO!! KKK

Publicado por Thiago e Júnior em Quinta, 24 de dezembro de 2015


O vídeo acima, que intitulei "Da sucata à arte pura", foi indicação via Facebook de minha esposa a professora Elisabete Domingues Brasil Roig, de Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de uma criativa instalação que necessita o ângulo certo para que um amontoado de coisas possa ter uma imagem concreta, no caso, um rosto humano.
Assim funciona a aprendizagem e o ensino, cabendo ao educador fazer o aluno ver que um amontoado de informações, dependendo do ângulo de visão pode gerar conhecimento geral ou cultura inútil.
Um trabalho genial de artista que consegue fazer com que um mosaico de sucata possa tomar a dimensão de uma obra de arte, se colocados no ponto certo.
O olhar crítico é esse que consegue captar em um amontoado de notícias, aparentemente desconexas, algo maior, separando o joio do trigo, o boato do fato.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Carl Sagan fala sobre a educação nas escolas: Da teoria à prática escolar




O vídeo acima Carl Sagan habla sobre la educacion en los colegios , encontrei nas redes sociais e como o nome indica, trata-se de pequena fala do cientista, conhecido mundialmente por suas pesquisas e a série de TV Cosmos, que popularizou às ciências e, em especial, a astronomia, aos leigos, na década de 1970.
Conforme a Wikipédia: Carl Sagan "(Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 — Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano. Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas, e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica", dentre eles o sucesso Contato, adaptado ao cinema.
No referido vídeo acima, Sagan, entrevistado junto a outros renomados cientistas, discute o papel da educação nas escolas e principalmente do sistema educativo, que para ele, naquela época, ainda no século XX, tinha uma atitude de dissuasão. Sua fundamentação é clara e consistente, a partir de suas observações. Os alunos que perguntam demais, que se destacam demais, nem sempre são estimulados neste senso crítico, algumas vezes até vistos como contestadores. A forma de trabalhar com essas questões é o grande desafio da educação e do educador do futuro. O futuro para Sagan era o século XXI. Hoje, já no século XXI, continuamos a repetir situações do século XX. Os professores que conseguem trabalhar com o aluno de forma mais independente, autônoma, crítica têm conseguido obter ótimos resultados.
Saber incentivar a pesquisa, estimular a participação em aula, valorizar o trabalho em equipe são questões atemporais na educação.
Da teoria para a prática, eis vídeo a seguir, em que Sagan demonstra de forma fascinante como ensinar às crianças. No caso é o "Capítulo 7 de Cosmos, intitulado "El espinazo de la noche". Sagan regressa à escola em que estudou para compartilhar com as crianças as descobertas das sondas Voyager":



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Uma aula de humanismo de uma sobrevivente do Holocausto (Fragmento do documentário Humans)


Documentário: "Humans"

Essa história é fantástica:

Publicado por Não Me Kahlo em Domingo, 13 de dezembro de 2015


O vídeo acima, com Francine Christophe, uma sobrevivente do Holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial, foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de contundente e comovente depoimento ao documentário HUMANS, que para o editor deste blog educacional é uma verdadeira aula de humanismo, tão necessária nesses tempos de intolerância, em que alguns esqueceram tudo isso, outros desconhecem e outros "cultuam" um perigo sombrio da história da Humanidade.
Apesar dos pesares, a resiliência faz com que muitos superem todas as adversidades e sejam uma lição de vida aos demais, como o caso da menina Francine, de 8 anos, que remete à outra menina, Anne Frank, e seus Diários que comoveram o mundo, quando vieram à tona, após aquele pesadelo do nazi-fascismo.
Lembrar para nunca esquecer, recordar para jamais repetir!!!
Para ver, rever, refletir, debater, repassar entre pais e filhos, professores e alunos.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sonhos de Dalí: Uma experiência em Realidade Virtual




O video acima Dreams of Dalí: a virtual reality experience (Sonhos de Dalí: Uma experiência em Realidade Virtual), encontrei na rede social e trata-se de iniciativa de museu nos EUA (Dalí Museum, em St. Petersburg, Flórida) de criar tour virtual pela obra do pintor Salvador Dalí, com efeito incrível, em 360 graus.
Conforme matéria do site Gazeta do Povo: "Na exposição 'Dreams of Dalí', o visitante recebe óculos de realidade virtual que possibilitam adentrar na obra 'Reminiscência Arqueológica do Ângelus de Millet'.
Através da tecnologia, o visitante consegue se mover pelo cenário e enxergar até mesmo o que está fora da perspectiva na pintura. A exposição será aberta em 23 de janeiro e segue até o dia 12 de junho/2016.
Mais informações no site abaixo:

DREAMS OF DALÍ

Com o avanço da tecnologia, a realidade virtual promete muitas possibilidades, inclusive educacionais, incorporando futuramente ao cotidiano escolar elementos em 3D e 360 graus, realidade virtual, realidade aumenta, drones e muito mais. Independente da tecnologia, cada vez mais avançada, caberá ao educador do século XXI saber adaptar sua metodologia a novos contextos tecnológicos, sejam virtuais, digitais ou não.
A inovação dependerá muito da criatividade, do uso da arte e da cultura, e do compartilhamento de descobertas entre professores e alunos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

"O impacto da cultura digital em nossas vidas", por José Luiz Goldfarb




O vídeo acima, "O impacto da cultura digital em nossas vidas", descobri nas redes sociais e trata-se de entrevista ao programa Análise Direta, de José Luiz Goldfarb, ativista cultural, ex-curador do Prêmio Jabuti de Literatura e pesquisador de São Paulo, SP, Brasil.
Goldfarb, um especialista em redes sociais, aponta tendências, faz sugestões e radiografa a cultura digital e seus impactos no cotidiano de todos, mesmo que nem todos percebam essas implicações.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Resiliência Humana: "Seja resiliente e ajude seu filho a se tornar uma pessoa resiliente"


É possível ensinar resiliência a adultos e crianças.Assista o filme e veja exemplos de pais resilientes.Muito se discute sobre a educação das crianças e sobre elas terem acesso a tudo, sem passar por muitas frustrações. Além disso, os tempos difíceis de hoje, onde há uma série de adversidades para se encarar diariamente, ser resiliente – conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas (choque, estresse etc.) – se tornou uma característica importante pessoal e profissionalmente. O que muitos não sabem é que a resiliência pode ser ensinada, inclusive para crianças.A chegada da adolescência faz com que atitudes resilientes se tornem ainda mais importantes, pois a pessoa com essa característica, em geral, não se coloca em situações perigosas ou vulneráveis.“Superar frustrações, entender que algumas situações podem colocá-la risco, perceber seus comportamentos e reações são coisas que as crianças podem fazer. Mas isso só é possível se elas forem orientadas pelos responsáveis e aceitas no meio em que vivem”, completa Águeda Thormann, mestre em Mídia e Conhecimento e professora do Curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação Nossa Senhora de Sion (ISE SION).Participação dos pais no processoPara Águeda, alguns pontos favorecem o desenvolvimento da resiliência e os pais têm um papel importante. Um ponto fundamental é que a criança seja bem-vinda e desejada na família. Outros pontos importantes são o entusiasmo, a forma otimista de encarar os fatos, e as frustrações.“O adulto resiliente com certeza foi exposto a frustrações na infância. Os pais precisam entender que tirar todas as pedras do caminho do filho é um desserviço. Deixar que o filho se frustre e mostrar como ele conseguiu vencer essa etapa é o que fará a diferença em sua formação”, completa Águeda, que destaca ainda o reforço positivo como uma ferramenta importante na formação da autoestima.Outra confusão é achar que resiliência é um comportamento que se adquire e faz com que a pessoa aja da mesma forma em todas as situações. Isso não é verdade, pois crianças e adultos podem ser resilientes em casa, mas não tolerarem nenhuma situação adversa na escola ou no trabalho, por exemplo.Características na adolescênciaA chegada da adolescência faz com que atitudes resilientes se tornem ainda mais importantes, pois a pessoa com essa característica, em geral, não se coloca em situações perigosas ou vulneráveis. “O adolescente que possui essa qualidade avalia as situações sem se alienar. Além disso, ele se conhece, percebe a si mesmo e os outros e se torna capaz de analisar antes de agir”, conta Águeda. Isso vale para ofertas de drogas, má influência de amigos e comportamento na internet.Confira dicas para ajudar seu filho a se tornar resiliente:-Desejar o filho é o ponto de partida.-Oferecer amor e presença. Pessoas resilientes foram muito amadas na infância.-Participar ativamente da vida de seu filho.-Colocar-se a serviço da criança, disponível para as necessidades que ela tem.-A escola oferece o estímulo à parte cognitiva. Escolha uma boa escola, que estimule adequadamente seu filho.-Seja você uma pessoa resiliente, para desenvolver o autoconhecimento e a estruturação, pois a criança busca nos modelos que ela possui.Seja resiliente e ajude seu filho a se tornar uma pessoa resiliente.#resiliencia_humana #resiliência #criefilhosresilientes #ensinamentos #aprendizagem #sejaresiliente #vida #criecomamor #crieparaomundo

Publicado por Resiliência Humana em Segunda, 18 de janeiro de 2016


O belo vídeo acima sobre Resiliência Humana, encontrei na página do Facebook da colega e amiga Rozelaine Nunes, educadora de São José do Norte, RS, Brasil.
Trata-se de uma surpresa feita por escola aos pais, destes, durante uma reunião de pais fazerem a mesma prova que seus filhos estavam participando em sala ao lado. O resultado é comovente e inspirador, ao demonstrar justamente que pais são os espelhos para os seus filhos, que o afeto, o interesse, a participação e o "coleguismo" na hora dos estudos auxilia e muito aos filhos a superarem os desafios, tanto escolares como da vida.
Ser um pai resiliente ajuda, de fato, a seu filho tornar-se um aluno, uma pessoa e um cidadão resiliente.
Conforme a página da comunidade Resiliência Humana, no Facebook, onde encontra-se originalmente o referido vídeo:


"É possível ensinar resiliência a adultos e crianças.
Muito se discute sobre a educação das crianças e sobre elas terem acesso a tudo, sem passar por muitas frustrações. Além disso, os tempos difíceis de hoje, onde há uma série de adversidades para se encarar diariamente, ser resiliente – conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas (choque, estresse etc.) – se tornou uma característica importante pessoal e profissionalmente. O que muitos não sabem é que a resiliência pode ser ensinada, inclusive para crianças.
A chegada da adolescência faz com que atitudes resilientes se tornem ainda mais importantes, pois a pessoa com essa característica, em geral, não se coloca em situações perigosas ou vulneráveis.
'Superar frustrações, entender que algumas situações podem colocá-la risco, perceber seus comportamentos e reações são coisas que as crianças podem fazer. Mas isso só é possível se elas forem orientadas pelos responsáveis e aceitas no meio em que vivem', completa Águeda Thormann, mestre em Mídia e Conhecimento e professora do Curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação Nossa Senhora de Sion (ISE SION).

Participação dos pais no processo

Para Águeda, alguns pontos favorecem o desenvolvimento da resiliência e os pais têm um papel importante. Um ponto fundamental é que a criança seja bem-vinda e desejada na família. Outros pontos importantes são o entusiasmo, a forma otimista de encarar os fatos, e as frustrações.
'O adulto resiliente com certeza foi exposto a frustrações na infância. Os pais precisam entender que tirar todas as pedras do caminho do filho é um desserviço. Deixar que o filho se frustre e mostrar como ele conseguiu vencer essa etapa é o que fará a diferença em sua formação', completa Águeda, que destaca ainda o reforço positivo como uma ferramenta importante na formação da autoestima.
Outra confusão é achar que resiliência é um comportamento que se adquire e faz com que a pessoa aja da mesma forma em todas as situações. Isso não é verdade, pois crianças e adultos podem ser resilientes em casa, mas não tolerarem nenhuma situação adversa na escola ou no trabalho, por exemplo.

Características na adolescência

A chegada da adolescência faz com que atitudes resilientes se tornem ainda mais importantes, pois a pessoa com essa característica, em geral, não se coloca em situações perigosas ou vulneráveis. “O adolescente que possui essa qualidade avalia as situações sem se alienar. Além disso, ele se conhece, percebe a si mesmo e os outros e se torna capaz de analisar antes de agir”, conta Águeda. Isso vale para ofertas de drogas, má influência de amigos e comportamento na internet.

Confira dicas para ajudar seu filho a se tornar resiliente:

-Desejar o filho é o ponto de partida.
-Oferecer amor e presença. Pessoas resilientes foram muito amadas na infância.
-Participar ativamente da vida de seu filho.
-Colocar-se a serviço da criança, disponível para as necessidades que ela tem.
-A escola oferece o estímulo à parte cognitiva. Escolha uma boa escola, que estimule adequadamente seu filho.
-Seja você uma pessoa resiliente, para desenvolver o autoconhecimento e a estruturação, pois a criança busca nos modelos que ela possui.


Seja resiliente e ajude seu filho a se tornar uma pessoa resiliente"
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Não julgue quem caiu no buraco: A experiência de um é uma aprendizagem de todos, se compartilhada


Não julgue quem caiu no buraco. A experiência dele, se aprendida por quem viu, salvará a vida de muitos. Caio Fábio.

Publicado por Daniel Nascimento em Quinta, 12 de novembro de 2015


O vídeo acima, Não julgue quem caiu no buraco, encontrei ao visitar a página do Facebook do colega e amigo José Henrique Freitas, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Aparentemente é um prosaico vídeo de uma manada de zebus(?) que tentam atravessar uma estrada e um deles se afunda em um buraco, necessitando da ajuda humana para sair daquela situação. Os demais animais só observamos, e em um segundo momento, já superado aquele desafio pelo primeiro, o resto da manada começa a dar saltos sobre aquele buraco.
O vídeo conta com a legenda de texto atribuído a Caio Fábio: "Não julgue quem caiu no buraco. A experiência dele, se aprendida por quem viu, salvará a vida de muitos", e que ilustra de forma cristalina a o que as imagens do vídeo demonstram.
A experiência de vida é tudo, sejamos animais humanos ou não, e a aprendizagem pelo erro, ainda que aparentemente invisível, serve de inspiração/motivação àqueles que nos seguem, seja qual for a rede social, digital ou não... Aprendemos com os erros, com os obstáculos que aparecem no caminho e como educadores, agimos como o batedor que vai a frente do exército, batendo seu bumbo. Quando este batedor silencia, sinal que ou foi capturado ou morto pelo exército inimigo. Por isso que o bumbo é essencial ao batedor. Por isso que quando um educador silencia diante dos desafios do mundo e da educação, os demais que o seguem perdem a orientação.
Todo o professor é um orientador, esteja seu aluno escrevendo um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ou não. Sua experiência de vida, os inúmeros buracos que saltou, rios que atravessou, desafios que superação são sua bagagem que devem estar a serviço de seu fazer pedagógico, orientando seu alunado. Toda a experiência relevante deve ser compartilhada por pais aos seus filhos, por professores com seus alunos.
Aprendemos com os erros e ensinamos com nossa experiência por esta estrada da vida...
O vídeo acima, ainda que prosaico, me fez ter essa breve reflexão sobre o papel social de todo educador, seja ele pai ou professor.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Criatividade e inovação: "Mãe usa batalha naval para ensinar tabela periódica a seus filhos"




A imagem acima e as demais abaixo, encontrei nas redes sociais, e trata-se de iniciativa de "Mãe [que] usa [o conceito do jogo] batalha naval para ensinar a tabela periódica a seus filhos".



Conforme a matéria da Revista Galileu, que pode ser lida na íntegra, no link a seguir:

"(...) a americana Karyn Tripp decidiu inovar na hora de ensinar química a seus filhos: transformou a tabela periódica em um mapa de batalha naval. Os jogadores devem circular linhas de dois a cinco elementos para demarcar suas embarcações, e então brincar usando as coordenadas, como em um jogo normal.
Para Tripp, a brincadeira virou uma forma divertida de ensinar os elementos, mesmo para quem ainda não aprendeu o que eles significam. 'Minha filha de oito anos não sabe química, mas gostou muito do jogo', contou a mãe, orgulhosa. 'Adoro meu tempo com eles, pois posso vê-los crescer, explorar e aprender'".




Uma ideia criativa, simples e inovadora de uma mãe, primeira educadora de seus filhos, que usa o imaginário dos jogos para estabelecer uma divertida conexão com o conhecimento. Uma forma divertida de aprender e ensinar brincando, e que pode ser adaptada pelos demais educadores, sejam pais e/ou professores ao seu fazer pedagógico - e a sua pedagogia do espelho -, seja na sala de casa como na sala de aula. O lúdico e o didático em diálogo criativo entre pais e filhos, professores e seus alunos.

Mãe usa batalha naval para ensinar tabela periódica a seus filhos

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Acessibilidade: Pesquisadores criam tablet em Braille para levar texto e imagens a deficientes visuais




O vídeo acima Refreshable Braille Device | MconneX | MichEpedia (ativem as legendas e a tradução nos recursos no canto inferior direito da janela do referido), descobri na rede social, através do portal Gizmodo, e trata-se de tablet com display em braille que permite que deficientes visuais possam ler textos e imagens, devido a interessante técnica.
Conforme portal Gizmodo: "Pesquisadores da Faculdade de Engenharia e da Faculdade de Música, Teatro e Dança da Universidade de Michigan criaram uma nova forma de criar os pontos para aparelhos desse tipo. Ela usa um sistema pneumático para formar as letras em Braille — são pequenas bolhas preenchidas com ar ou fluídos".
Sempre bom lembrar que equipamento criados visando inicialmente a acessibilidade de pessoas com deficiência, depois de algum tempo, a chamada tecnologia assistiva, passou a ser incorporada ao cotidiano de todos. Vide touch screen (tela sensível ao toque), teclado virtual, display interativo, sensor de movimento etc. Provavelmente o moderno smartphone não tivesse todos esses recursos, não houvesse pesquisas relacionadas à acessibilidade.
Para saber mais sobre o tablet em braille, recomendo clicar no link abaixo:

Pesquisadores criam tablet em Braille para levar texto e imagens a deficientes visuais, via Gizmodo

domingo, 10 de janeiro de 2016

Querido irmão e a última viagem: Vídeo que nos faz esquecer que é um comercial




O vídeo acima Querido irmão (Dear Brother), descobri no portal Best of Web (Melhor da Internet) e trata-se de uma bela história de dois irmãos inseparáveis que se reúnem para a última viagem e é contada como se fosse um curta-metragem e que nos faz até esquecer que é uma propaganda comercial.
O irmão mais velho traz um misterioso pacote embaixo do braço e o caçula fica brincando com ele pelo caminho. Ao final, a grande surpresa que emociona a todos.
Uma propaganda que une criatividade, concisão, emotividade e afetividade. Trabalhar a sensibilidade de um grupo em projetos de aprendizagem e ensino é uma das formas de conseguir a empatia para uma atividade. Utilizar pequenos vídeos relacionados com o tema a ser desenvolvido em projetos de ensino e de aprendizagem, auxiliam no diálogo entre gerações. Trabalhar com material diverso, da mídia impressa a audiovisual, do abstrato ao concreto, favorecem a interação.
Não importa o gênero, se propaganda, curta-metragem, videoclipe, animação, cena de filme, slides. O que importa é que esse pequeno recorte permita a ampliação de horizontes em sala de aula, além do quadro e do giz e inclusive com estes. Os recursos são auxiliares do principal, que sempre será o conteúdo pedagógico a ser ministrado pelo professor.
Afinal, a vida passa como um filme... Para uns de longa metragem, para outros de curta duração. Mas o que fica de relevante é aquilo que sabemos cativar, motivar e marcar uns nos outros...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mulher das Estrelas: Brasileira da Nasa cria ONG para transformar crianças pobres em "pequenos Einsteins"




O vídeo acima AME: Associação Mulher das Estrelas, descobri via Twitter do portal BBC Brasil e trata-se de bela iniciativa educacional e social de Duília de Mello, astrofísica brasileira que trabalha da NASA (Agência espacial dos EUA) que criou a ONG Mulher das Estrelas para transformar crianças pobres em 'pequenos Einsteins'.
Duília, astrônoma que trabalha há 13 anos na NASA, quando criança, era fã dos seriados da TV Perdidos no Espaço e Star Trek e quando adulta resolveu realizar um antigo sonho. Conforme BBC Brasil: "Ela é pesquisadora do Goddard Space Flight Center (centro que gerencia as comunicações com os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional) e especialista na análise de imagens do telescópio Hubble. Na Nasa, Duília foi responsável pela descoberta da supernova SN 1997D e participou também da descoberta das chamadas bolhas azuis - as estrelas órfãs, sem galáxias".
No vídeo acima, ela conta como surgiu a ideia de criar o A.M.E., através de fã-blube de três meninos que criaram uma comunidade no orkut, que enviavam perguntas para ela responder. E conta também sobre seu projeto ASSOCIAÇÃO MULHER DAS ESTRELAS, e os incentivos da educação das crianças brasileiras mais carentes para as carreiras de astronomia e demais carreiras científicas que a AME pretende realizar no Brasil.
Mais detalhes sobre a carreira e ideias da astrofísica brasileira podem ser acompanhadas na entrevista que deu à BBC Brasil, conforme link abaixo:

Brasileira na Nasa cria projeto para estimular interesse de crianças pela ciência

A seguir, link para o portal da Ong AME. que "tem por finalidade estimular as crianças e os jovens a descobrirem os seus talentos e utilizá-los na escolha da carreira":

ASSOCIAÇÃO MULHER DAS ESTRELAS / A.M.E.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Doña Ubenza: videoclipe de animação (arte, cultura e história das mulheres indígenas)




O vídeo acima Doña Ubenza foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande RS, Brasil e trata-se de belo clipe de animação, com canção de Mariana Carrizo, da Argentina, para destacar o valor das mulheres indígenas e da ancestralidade continental.
Um ótimo material para tratar de arte, cultura e história latino-americana. Conhecemos muito da cultura dos EUA e parte d Europa, mas tão pouco de nossos hermanos latinos da América.
E se perceberem, a animação é feita com tecidos que serve para confeccionar trajes típicos da região. Arte e artesanatos interligados numa produção audiovisual e digital.
É a arte e a cultura que nos tornam universais a partir da realidade local, e conhecer o que nosso vizinhos fazem é essencial.
Abaixo, link para canal de vídeos de Mariana Carrizo, e em seguinte, breve histórico que encontrei sobre a cantora, em seu canal:

MARIANA CARRIZO - Canal de vídeos

MARIANA CARRINO - BREVE HISTÓRICO:

Cantante natural de la Copla Popular .
Nacida en el departamento de San Carlos, pueblo de los Valles Calchaquíes provincia de Salta, Argentina. Desde niña se destacó interpretando las melodías autóctonas, anónimas, populares e improvisadas de su lugar.
Realiza su presentación primera en público a los 8 años de edad en el primer festival del Poncho en la localidad de Molinos, Valles Calchaquíes de Salta, luego en la escuelita donde concurría y cualquier acontecimiento popular que le fuera posible.
Desde entonces ha recorrido largos caminos llevando el canto y la cultura de Salta y todo el Noroeste Argentino a través del Canto con Caja convirtiéndose en referente de identidad genuina para los jóvenes que se inician en el folclore y en sus sueños.
Asimismo una ferviente luchadora por la preservación y revalorización del Canto Ancestral de la Copla y todo lo que a esa expresión cultural refiere. Coplera, Cantante, recopiladora, poeta, improvisadora, productora, son algunas de las cualidades que describen a la artista Calchaquí de Salta, Argentina.
www.marianacarrizo.com.ar

CONTATO:
produccion@marianacarrizo.com.­ar
contrataciones@marianacarrizo.­com.ar

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A janela do hospital & a boneca viajante de Kafka (Intertextualidade entre cinema e literatura)




O vídeo acima A Janela do Hospital, descobri no Facebook do amigo Antonio Marcos, de Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de comovente e surpreendente curta-metragem que trata de amizade, solidariedade e acima de tudo de imaginação, de fabulação.
A história é simples: dois idosos dividem o mesmo quarto de hospotal. Um tem uma espécie de bandagem e proteção nos olhos, que o deixa cego, enquanto o outro, deitado mais próximo à janela, aguarda para submeter-se a delicada cirurgia. Desta breve convivência surge a amizade. O que nao exerga depende do vidente para saber o que acontece lá fora. Um diálogo entre o concreto e o abstrato, a cegueira crítica e a imaginação, o pessimismo e o otimismo.
A forma como vemos o mundo e como narramos nossas percepções aos outros, depende muito de nossa história de vida.
Quando a enfermeira pergunta se Murray está pronto ele responde: "Pronto? Quem está pronto para essas coisas?" Então a enfermeira diz que está na hora, e Murray retruca: "Bem, se já é a hora, já é a hora". Algo que me lembra diálogo meu com uma colega que dizia que não estava pronta pra determinada coisa, ao que contra-argumentei: "Ninguém está pronto para nada, amiga. Nem pra nascer, viver, casar, separar, morrer. Simplesmente precisamos enfrentar as coisas quando elas acontecem".
A surpresa, ao final (não querendo fazer spoiler) é o retrato dessa fabulação que tanto pais como professores, enquanto contadores de histórias devem manter, como uma chama acesa, em cada filho e aluno.
E o mais interessante foi que no mesmo dia que descobri esse vídeo, encontrei também no Facebook esta imagem (logo abaixo), intitulada Kafka e a boneca viajante e um incrível texto que julguei ser ficção, mas para grande surpresa, após pesquisa, verifiquei tratar-se de realidade e de título de livro, e que reproduzo na íntegra, a seguir e que possui uma bela intertextualidade entre o cinema (curta-metragem), a literatura, a história e a história da literatura:



Franz Kafka e a boneca viajante

"Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular. Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Nao tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia : 'Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo'.
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra (Kafka e a Boneca Viajante) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: 'minhas viagens me transformaram…'
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta. O bilhete dizia: 'Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente'"
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Fato. Tudo que se ama, às vezes pode-se perder, mas se feito com amor, em amor, doutra forma retornará, seja através do reconhecimento e gratidão dos filhos e alunos, seja na satisfação própria em ter feito o seu melhor e contribuído para um mundo melhor, ainda que de forma individual, ou compartilhada com seu grupo social.
Entre uma janela de hospital e uma boneca viajante estão fabulações, imaginações, contações de histórias que fazem-nos mais humanos e mais depositários de nossa humanidade, de geração à geração. E estimular cinema, literatura, arte e cultura em geral, em atividades educacionais e sociais é essencial para que, ainda que ás vezes solitários, sejamos solidários com outros que passam pelo que já passamos e conseguimos superar. Viver é um grande desafio diário. Nem todos que enxergam veem o mundo ao redor, seja nos pequenos detalhes do cotidiano e na poesia dos dias, seja em coisas mais complexas, que requerem esses contadores de histórias para nos ver naquelas situações. Entre a filosofia e a pedagogia, está a arte e a cultura a nos interligar...

Observação: