sexta-feira, 12 de maio de 2017

História de Amor: publicidade que parece curta-metragem alerta sobre perfis falsos na internet




O vídeo acima, Love Story (História de Amor), encontrei no Twitter do portal BluesBus e trata-se de contundente alerta sobre o preocupante perigo dos perfis falsos nas redes sociais, expondo crianças à pedofilia, ao abuso, ao bullying e muito mais.
O vídeo que já milhares de visualizações e que é uma produção de agência de publicidade para empresa de telefonia do México. Como se fosse um curta-metragem de ficção, o mesmo inicia com uma narrativa de dois adolescentes que se conhecem pelo ciberespaço e idealizam o seu par romântico, a cada troca de mensagem e da afinidade e identidade que vai se formando. Mas com uma grande surpresa ao final.
Cabe salientar que em algumas dessas situações, o final da história real é preocupante e requer que os educadores, sejam pais ou professores alertam seus filhos e alunos para essa triste realidade.

domingo, 16 de abril de 2017

Cartografia poética: o mapeamento da Europa através das mais expressivas obras de arte de cada país




A incrível imagem acima, que batizei de Cartografia poética, descobri via Twitter do jornal El País, da Espanha e trata-se de criativo mapeamento da Europa através das mais expressivas obras de arte de cada país, destacando mestres da pintura como Picasso (Espanha), Da Vinci (Itália), Monet (França), Munch (Noruega), Klimt (Áustria), Magritte (Bélgica) etc.
Uma iniciativa que pode inspirar algum projeto semelhante unindo professores de Geografia, História, Artes e outros mais, com seus alunos, para fazer algo semelhante no Brasil, não apenas na questão das artes plásticas, mas da música, do folclore, da cultura em geral, numa espécie de colagem e mapeamento artístico, histórico e cultural de cada sociedade.
Para saber mais sobre a ideia original, recomendo visita ao link da notícia no jornal, logo a seguir:

Obras de arte por países: el mapa de Europa con sus cuadros más famosos, via El País

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Mapeando o olhar: a Geografia poética dos mapas invertidos




O vídeo acima, que batizei de Mapeamento do Olhar, descobri no Twitter de ¯\_(ツ)_/¯‏ e trata-se de criativa animação em forma de GIF que une os mapas da América do Sul e da África, formando uma surpreendente cabeça de T-Rex, justo no berço da vida.
Uma beça ideia que resolvi fazer upload no You Tube para poder compartilhar em meu blog educacional como forma de refletir justamente sobre a poética do olhar as coisas além do seu sentido usual, tentando inverter este olhar para perceber outras possibilidades ao redor, seja na Geografia, na História, na Arte e em toda parte.



Quando compartilhei este vídeo e a imagem acima, do mapa do continente americano no Facebook, que lembra o formato de um imenso pato... (Donald?...), o colega e amigo Paulo Medeiros, educador de Currais Novos (RN) que reside e trabalha em Blumenau (SC), Brasil (que foi também meu orientando na especialização em Mídias na Educação), e que me indicou outros mapas, como do estado de Santa Catarina (SC), que lembra a silhueta da cabeça de uma mulher de pescoço longo e a de seu estado natal, o Rio Grande do Norte (RN) que colocada de cabeça para baixo parece um enorme elefante com tromba e tudo.





Como fotógrafo amador, vivo tirando fotos oblíquas, de pontos conhecidos das cidades em que visito e muitas vezes até moradores delas não reconhecem aquelas imagens, pois foge do lugar-comum, e provoca uma poética do olhar.
Este blog educacional e seu editor propõe a partir destas imagens e GIF um projeto a outros educadores, unindo arte, cultura, história, geografia, arte e muito mais, em pesquisas na internet, em visitas ás bibliotecas e em saídas de campo procurando captar imagens invertidas de outras coisas que possuam ser associadas ao conteúdo. Desafio feito, aguardando imagens para divulgação!

sexta-feira, 31 de março de 2017

Biblioterapia: Clínicas em Portugal e no Brasil em que biblioterapeutas receitam livros aos pacientes




O vídeo acima Biblioterapia foi indicação via Facebook da colega e amiga Vera Guidi, arte educadora de São Paulo (SP) Brasil sobre a "terapia através dos livros orientada pela psicóloga e biblioterapeuta Cristiana Seixas".
Vera me indicou após eu ter divulgado no próprio Facebook, notícia do Nexo Jornal, que encontrei no Twitter da amiga Christiane Angelotti, de São Paulo (SP), sobre Clínica que em Portugal oferece atendimento com biblioterapeutas, que receitam livros para seus pacientes (vide link abaixo):

Como funciona a biblioterapia: uma tentativa de cura pela leitura

Todas as ações que envolvam livro e leitura são destacadas por este blog educacional, e esta bela iniciativa, pois como diz a citação introdutória do vídeo acima, de autoria de Marc-Alain Ouaknin: "Ler um texto é ler-se a si mesmo". O que dialoga com citação de Marcel Proust: "Todo o leitor é um leitor de si mesmo".
Segundo Cristina Seixas, biblioterapeuta trata a literatura como instrumento terapêutico em escolas, espaços culturais, hospitais, comunidades etc. Rodas de leitura são usadas com objetivo terapêutico. Para cristiana: "Não importa nessas rodas saber o que o autor quis dizer, mas o que o leitor entendeu".
De certa forma, toda leitura é uma terapia e uma autoajuda, ainda que nem tenha essa intenção, pela sabedoria, beleza, conhecimento que passa ao leitor. Uma biblioteca, um sebo ou uma livraria é como um pequeno universos paralelo em que quem ama os livros perde a noção do tempo e do espaço, como quem ingressa noutra dimensão. Livros e educação devem ser irmãos. Por uma pedagogia literária que incorpore a arte e a cultura no cotidiano escolar, pois bem disse Humberto Queiroz: "Ensinar não é apenas transmitir conhecimento, ensinar é acima de tudo: AMAR o que se faz".
Pensado a leitura também como propriedade terapêutica, recomendo o vídeo a seguir, que encontrei no You Tube, sobre "pesquisa realizada em 2012 pela bibliotecária do CETAD/UFBA - Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas, Ana Rita Andrade, concluiu que o hábito da leitura traz benefícios psicológicos a usuários de drogas, além de proporcionar a inclusão social dessas pessoas que na maioria das vezes se encontram em situação de exclusão. O processo de leitura também contribuiu para a externalização de sentimentos e reflexões, o que ajudou no controle do uso de drogas":



segunda-feira, 27 de março de 2017

Comunicação mutante: Lévy repensando educação e meios de comunicação em um contexto social e cultural




O vídeo acima Entrevista com o filósofo e professor francês Pierre Lévy, encontrei no Twitter de Christiane Angelotti, editora de livros de Literatura Infantojuvenil, de Educação em São Paulo (SP) Brasil e Publisher no site educativo Para Educar.
Trata-se de entrevista para o Jornal Futura (Canal Futura) com aquele que "foi um dos primeiros teóricos a analisar as interações entre internet e sociedade e defende que a educação do século 21 deve formar cidadãos que saibam utilizar criticamente as informações disponíveis na rede e a utilizem pelo bem coletivo".
Lévy fala de como a educação pode utilizar as novas ferramentas da comunicação na formação do indivíduo do século XXI, de como as pessoas precisam aprender a classificar os dados e como compartilhá-los. Também comenta a capacidade de utilizar todas as ferramentas, de redes sociais à memória na nuvem além de compreender o contexto social e o cultural em que está inserido.
Outra fala interessante de Lévy é sobre a mutação da comunicação (vide abaixo) por conta das transformações tecnológicas como a informática, o computador e estes interligados entre si, pois esta conexão promoveu um novo meio de comunicação entre as pessoas mundo afora.
Para o filósofo e professor, a Internet contém atualmente a memória da Humanidade, e de fato, se pensarmos os buscadores de conteúdos (Google, Bing etc) e os canais de vídeo (You Tube, Vimeo, Facebook etc), contém não apenas vídeos, textos, imagens, canções, filmes etc de acervos particulares mas um acervo digital coletivo em constante expansão; seja acervo de material do passado (museu digital) como do produzido no tempo presente. Algo que podemos tratar, conceitualmente como uma grande máquina do tempo, pois é possível encontrar quase tudo no ciberespaço, dependendo da pesquisa...



sábado, 25 de março de 2017

Praticante de parkour recria jogo de plataforma para a vida real (educação e tecnologia)




O vídeo acima Jason Paul Arcade Run - Freerunning in 8bit descobri via portal Somente Coisas Legais e trata-se de iniciativa de "Jason Paul, um praticante de parkour, [que] realizou o sonho de muito fanático por videogame. Ele se tornou o herói de um jogo de plataforma. Ao melhor estilo arcade, ele pula de um lado para o outro vencendo obstáculos e vilões".
Um vídeo para refletir sobre educação, tecnologia, jogos prática esportiva, educação física e muito mais, pois unem o universo dos jogos, das brincadeiras à sua simulação no mundo real.
Dá pra tratar com pais e filhos, professores e alunos sobre o avanço das tecnologias, comparando a inovação trazida pelos jogos e muito mais.
Recomendo também, do mesmo portal o link abaixo, com tema semelhante:

11 Jogos de videogame levados para a vida real

sexta-feira, 24 de março de 2017

Brincar com elementos da natureza: metodologia de Gandhy Piorski e a sua poética educacional


Brincar com os elementos da natureza from AIUÊ : produtora de conteúdo on Vimeo.



O vídeo acima, Brincar com os elementos da natureza, descobri via Twitter de Christiana Angelotti, editora de livros de Literatura Infantojuvenil, de Educação em São Paulo (SP), Brasil e Publisher no site educativo Para Educar.
Trata-se do Programa pelo direito de ser criança, que destaca a metodologia desenvolvida por Gandhy Piorski, especialista de Fortaleza (CE), Brasil que trabalha com os quatro elementos propostos por Bachelard: a terra, o ar, a água e o fogo. Uma poética metodologia valorizando o meio ambiente, as brincadeiras, o imaginário e a realidade local.
Um belo exemplo de como unir arte e cultura na educação.
Abaixo, recomendo o livro de Gandhy Piorski sobre suas experiências e vivências na Educação:

BRINQUEDOS DO CHÃO: A NATUREZA, O IMAGINÁRIO E O BRINCAR

A seguir, sinopse reproduzida do portal da Editora Peirópolis sobre o referido livro:

Este livro inaugura uma série que explora a imaginação do brincar e sua intimidade com os quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar, e revela a voz livre e fluente da criança em sua trajetória de moldar a si própria, tão esquecida nos estudos sobre a infância.
Assim como o brinquedo, interessam ao autor, artista plástico, teólogo, pesquisador da infância e do imaginário, a brincadeira e seu universo simbólico; a experiência da criança quando, em comunhão com a natureza e em sua vivência transcendente, brinca e significa o mundo.
O primeiro volume é dedicado aos brinquedos da terra, que caracterizam, na produção material, gestual e narrativa da infância, a investigação da matéria e as operações da imaginação no forjar a elaboração e o enraizamento dos papéis sociais na casa, na família e no mundo.
O estudo desdobrou-se também em várias exposições de brinquedos colecionados ao longo dos anos, e seu corpo teórico vem repercutindo em diferentes espaços em que a criança é tema de interesse.

Gandhy sabe nos guiar aos labirintos destes caracóis-crianças que nos levam para dentro de nós mesmos a dialogar com a pedra, o barro, a chuva, o animal, o vento, a madeira, os trastes, os elementos, o minúsculo e, por conseguinte, o cósmico (ou mesmo, cosmogônico).”.
Marcos Ferreira-Santos, professor de mitologia e livre-docente da USP

Com o mesmo rigor da busca de um menino para matar sua curiosidade, Gandhy foi com maestria atrás da compreensão do universo infantil. Raras são as pesquisas dos saberes e imaginação da criança: só por isso este livro já é um presente.
Ana Lucia Villela, pedagoga, presidente do Instituto Alana

segunda-feira, 20 de março de 2017

Química Acessível: debatendo o ensino da química para cegos




A imagem acima é do blog QUÍMICA ACESSÍVEL, da professora Cristiana Passinato, do Rio de Janeiro (RJ) Brasil e como indica o subtítulo do mesmo, pretende "debater o ensino de química para cegos".
Uma ótima iniciativa que o Educa Tube Brasil divulga e apoia, pois além de envolver a questão da educação propriamente dita, é um blog que envolve a questão da acessibilidade, da inclusão, da audiodescrição e da educação especial, e por dirigir seu conteúdo a deficientes visuais.
Abaixo, link para o referido blog educacional:

QUÍMICA ACESSÍVEL: DEBATENDO O ENSINO DE QUÍMICA PARA CEGOS

O blog pode ser acompanhado também pelo Twitter e Facebook, conforme endereços a seguir:

https://twitter.com/quimicacessivel/
https://www.facebook.com/quimicacessivel/

No blog há também Entrevista com a audiodescritora Rosa Matsushita (sobre livros didáticos).
Rosa Matsushita é jornalista e audiodescritora especializada em tradução de imagens estáticas e dinâmicas em diversas mídias, como filmes, livros didáticos e paradidáticos, teatro, seminários, shows, missas, museus, exposições, fotos e casamentos.

domingo, 19 de março de 2017

"Nós queremos nossa infância de volta: Juntos, nós podemos ter esperança (6 anos de Guerra na Síria)




O vídeo acima UNICEF: seis anos de guerra na Síria, descobri no Twitter e trata-se de campanha do UNICEF, fundo das Nações Unidas para a criança e é uma comovente ação humanitária, mostrando Ansam, de 10 anos, e outras crianças sírias cantando e brincando entre os escombros das ruas e casas.
Uma campanha edificante, no seu duplo sentido, por defender o direito das crianças serem crianças e por uma metáfora sobre a reconstrução dos valores, dos prédios e da dignidade humana.
A letra de canção pede que alguém escute: "Nós queremos nossa infância de volta. Juntos, nós podemos ter esperança". Um grande exercício de resistência e resiliência em um cenário trágico, em ruínas, por causa de uma estúpida guerra. Todas as guerras são estúpidas, é verdade. Mas ver crianças, mulheres, idosos sofrerem com ataques a escolas, hospitais, casas é mais devastador ainda.
Diz a letra que "Com dor, medo e lágrimas, nós escrevemos esta canção". Mesmo assim, a esperança no futuro é a grande mensagem que fica por conta da imagem das próprias crianças, o futuro que representam. O Educa Tube Brasil divulga essa campanha em solidariedade às crianças e à população civil da Síria, vítima de um confronto desumano, torcendo para que essa triste realidade seja resolvida.
Além disso, como um blog educacional que valoriza a arte e a cultura local e universal, apesar da tristeza é inseparável o sentimento também de beleza, pela poesia da letra a força das imagens, a mensagem que o vídeo contém. A pipa voando no céu é outra imagem de liberdade apesar dos pesares...
Mais que isso, ver como certas ações desenvolvidas no vídeo podem ser replicada em escolas, usando a arte a cultura, como a música, a dança, a pintura, a poesia e muito mais. Crianças pintando carcaças de carros velhos e as paredes das casas destruídas usando pincel, giz, balões e baldes com tinta, causam um efeito visual incrível. Uma técnica que pode ser empregada para pintar o muro da escola e outras áreas abandonadas no entorno dela, em algum projeto de recuperação de espaços públicos, que possam ser usados pela coletividade, usando grafite etc.
Um vídeo para tratar de resistência e resiliência humana, e também sobre o poder de arte e da cultura, da educação e da sociedade organizada, exigindo que a dignidade humana seja a regra, jamais a exceção.
Para saber mais sobre a situação das crianças na Síria, segue abaixo link para o portal do UNICEF Brasil:

UNICEF: O fundo do poço: o sofrimento das crianças na Síria atinge o pior nível

sábado, 18 de março de 2017

Um pequeno universo de possibilidades: fita adesiva faz qualquer superfície ser compatível com Lego




O vídeo acima NIMUNO LOOPS - TOY BLOCK COMPATIBLE ADHESIVE TAPE, encontrei na rede social, no portal PavaBlog e trata-se de matéria sobre fita adesiva, desenvolvida pelo estúdio de design Nimuno (através de campanha de financiamento coletivo), que ao ser aplicada sobre qualquer superfície torna-a compatível com as peças tipo Lego.
Mais que o produto em si, o que interessa a este blog educacional é a criatividade e alguns conceitos que permite serem utilizados: da portabilidade, de colocar em qualquer lugar as peças incentivando a decoração, o brinquedo e a questão estética. Mais que isso, da possibilidade de fazer incríveis cenários usando peças Lego, já prontas, ou apenas a fita para que sejam construídas outras peças em sua trajetória. Da interação do brinquedo ao espaço, seja escolar como familiar.
Por fim, de mostrar como se pode construir algo brincando, construir o próprio brinquedo e sobre ele refletir o pequeno "universo de possibilidades" que ele permite a uma mente criativa, ou um grupo de pessoas criativas em um espaço mútuo de convivência.
Mais que o tempo, o espaço escolar deve ser pensando em suas inúmeras possibilidades, dependendo de cada faixa etária, de cada atividade proposta, de cada conteúdo a ser discutido etc.
Alguns anos atrás, observando meu filho brincar de montar peças Lego, comentei com ele que ler e depois escrever se assemelhavam muito ao brinquedo Lego, de peças coloridas de montar. Daí surgiu tempo depois a oficina (sem fins lucrativos) Lego Poema: Poesia de montar em blocos, que levei às escolas da rede pública da região de Rio Grande (RS) Brasil.
Para saber um pouco mais desta oficina, segue link para entrevista sobre a referida:

Lego Poema ou Poesia em Blocos de Montar: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento

sexta-feira, 17 de março de 2017

Festo: Parecem animais espaciais, mas são robôs ultrassônicos que podem voar



O vídeo acima Parecem animais espaciais, mas são robôs que podem voar, foi indicação via Facebook do colega e amigo Gilnei Coutinho Veleda, educador de Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de incrível tecnologia por controle remoto que simula pássaros, borboletas e até animais que não são voadores como pinguins.
Segundo o vídeo, divulgado pelo jornal El País, os robôs são movidos a um sistema ultrassônico que impede que se choquem com algum objeto.
Um pequeno exemplo das tecnologias experimentais que poderão ser usuais no futuro nem tão tão distante assim.
Um bom exercício que pais e filhos, professores e alunos poderiam fazer é conversar sobre a noção de futuro que os jovens hoje têm em comparação a que os adultos tinham quando também jovem. Quais eram as tecnologias que pais e professores usavam quando eram alunos, e quais as que os atuais alunos imaginam estar usando daqui um tempo. Uma atividade que pode ser feita utilizando fotos e desenhos antigos, textos e muito mais sobre a visão que o passado tinha do futuro, bem como a que o presente tem deste futuro qjue logo virá.

quinta-feira, 16 de março de 2017

"Arquitetura da mente" (Archiatric) em uma criativa e didática animação




O vídeo acima ARCHIATRIC (Arquitetura da Mente), descobri via Twitter de Simony Thomazini e trata-se de criativa animação feita por Federico Babina, arquiteto italiano conhecido por outros trabalhos instigantes, que mescla arquitetura e ilustração a outros temas, como Cinema, alfabeto, etc, como em: Archizoo, Archibet, Archilife, Archiportrait, Archist.
Vídeo que conta com a música de Elizabete Raspall, e que apresenta diversos comportamentos humanos estilizados em forma de habitações, algo que me lembra a Poética do Espaço do filósofo Gaston Bachelard que compara o corpo humano a uma casa, com escadarias que levam ao sótão e ao porão.
No caso da referida animação, demonstra as características principais de cada comportamento, de forma didática e até poética, ainda que as ilustrações demonstrem que cada situação seja bem delicada e requer um tratamento específico, como a demência, o autismo, a depressão, o transtorno bipolar etc.
Um vídeo interessante para se compreender de forma visual o que representa cada situação.
Do mesmo Babina, achei no You Tube outra bela animação, chamada ArchiDirectors que presta uma linda homenagem a arquitetura no cinema:



quarta-feira, 15 de março de 2017

Incríveis fotografias realistas de miniaturas de carros sob perspectiva forçada em escala 1/18



O vídeo acima Carl Model Photography descobri na página DeMilked no Facebook e trata-se da incrível coleção de modelos de carros em miniatura com que Michael Paul Smith criou uma série de fotos histórias realistas, produzida na escala 1/18 pela Animal Studio.
Um efeito que lembra a chamada "perspectiva forçada", usada pelo cinema, de fazer parecer coisas próximas como gigantes, usada em filmes e seriados de TV, como o Terra de Gigantes.
Mais interessante ainda é que as miniaturas dos carros e das casas tem como pano de fundo um cenário natural, colocado em perspectiva para dar a impressão de estar também na escala 1/18.
Um material que serve para reflexão sobre a importância das coleções, sejam de álbuns de figurinhas, selos, aeromodelismo, miniaturas, livros, revistas, etc. pois fazem parte da cultura, da memória e da história de cada um.
Em 2016 participei de duas exposições de colecionáveis, ambas no extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil: uma ao ar livre numa rua, junto a uma praça em São José do Norte, em que os expositores trouxeram discos, livros, HQs etc. Outra em Rio Grande, com grupo de colecionadores de álbuns de figurinhas, que trouxeram relíquias e trocaram mais do que recordações.
Neste blog tenho por diversas vezes comentado sobre a importância da troca de experiências entre professores e alunos, pais e filhos, cada qual falando um pouco de seu mundo ao outro.
O vídeo acima, permite que se fala sobre escala e proporção nas aulas de matemática, sobre memória nas de história, sobre cultura nas de sociologia, sobre fotografia e cinema nas de artes, e tudo junto e misturado em algum projeto de aprendizagem que promova a troca de experiências e exposição de coleções sejam de fotos da família ou do arquivo da escola, seja outro tipo de exposição de colecionáveis de professores e alunos.
Imaginem só o momento interessante que seria professores e alunos, pais e filhos expondo suas coleções na escola. Quanto memória e quanta história a ser compartilhada uns com os outros. Quanto acervo que vem passando de geração em geração, assim como o conhecimento humano. Fica sugestão ai aos professores que desejem organizar alguma exposição neste sentido. E que mandem aqui pro blog para a divulgação sejam de fotos ou vídeos.

terça-feira, 14 de março de 2017

Arte reciclada: Pneus de borracha dão vida à esculturas e a arte com rolhas de vinho



O vídeo acima Pneus reciclados em esculturas de borracha, descobri no Facebook do amigo Fernando Luis, músico de Rio Grande (RS) Brasil e editor do blog Zé Urbano.
Trata-se da incrível técnica e arte de Blake McFarland, artista plástico e escultor de San José, Califórnia, EUA, que usa moldes para cobrir com borracha de pneus reciclados, conseguindo assim fazer criativa esculturas, literalmente dando vida à imaginação, pois os animais e demais trabalhos são verdadeiras obras-primas.
Além disso, é uma atividade que serve de inspiração a projetos envolvendo meio ambiente reciclagem de sucata e lixo etc.
Abaixo, um vídeo que esclarece como são feitas as esculturas (basta ativar as legendas e a tradução):


Pesquisando mais, encontrei o site de Blake MaFarland, em uma apresentação do trabalho do mesmo intitulada Sobre a Arte Reciclada, onde conta alguns detalhes da produção destas incríveis esculturas feitas com pneus reciclados. Cada escultura leva em torno de um mês para sua conclusão, por conta dos incríveis detalhes. Blake é um artista eclético e se diz amigo do meio ambiente, pois sua arte utiliza-se de pneus 100% reciclados, além de fazer quadros usando rolhas de garrafa de vinho também recicladas, valendo-se de cerca de 200 a 4 mil rolhas em cada um dos quadros. Segundo seu portal: "Blake começou sua carreira artística pintando cenário oceânico com acrílicos. Depois de alguns anos ele desejava algo mais original".
A arte de Blake me lembra a de dois irmãos e funcionários de escola pública, chamados Marcos José e José Marcos, que fazem móveis, barcos outras obras usando garrafas de plástico, tipo PET, reciclando-as também.
E que remete ao projeto executado por Jairo A. Cordeiro que encontrei no You Tube, de "Barco ecológico feito de garrafas PET", só que o dos irmãos não se valia da armação de arame/metal, mas apenas era amarrada com fio de nylon:



Blake é um artista se diz inspirado pelo "movimento verde" e abaixo podem ser vistas outras obras nas artes plásticos como as pinturas e o link para a arte com rolhas de garrafa de vinho:



Wine Cork Art: Arte com rolhas de vinho

Para saber mais sobre o artista, segue o link para a sua página na internet:

BLACK MCFARLAND

segunda-feira, 13 de março de 2017

“Não precisamos de mais tempo. Precisamos de um tempo que seja nosso”, reflexão sobre a contação de histórias




O vídeo acima O nosso tempo é um bicho que só tem pescoço, descobri na rede social, através do portal Pensar Contemporâneo, que destaca fragmento de palestra de Mia Couto, escritor moçambicano, que sempre é um privilégio assistir, refletir e compartilhar neste blog educacional.
Mia nos provoca com algumas frases reflexivas que parecem versos de poesia (e são! certamente), como: “Não precisamos de mais tempo. Precisamos de um tempo que seja nosso”, e partir disso, começa a divagar sobre a importância da contação de histórias feitas por pessoas e não apenas por máquinas ou de forma robotizada, algo que remete à própria educação que precisa ser humanizada e não calcada apenas na memorização.
Diz Mia, de forma poética e filosófica: "Lembro as histórias que meus pais contaram: a casa em que vivi, a cozinha em que fui menino e a rua em que fui mundo".
Os educadores do século XXI, sejam pais ou professores, precisam ter a consciência de que a contação de histórias, sejam elas narrativas literárias ou histórias matemáticas, físicas químicas, biológicas, etc, precisam de um enunciado que desperte o interesse, a curiosidade, a magia da informação que se transforma em conhecimento.
O Educa Tube Brasil, desde sua criação em 2009, vem defendendo a importância que a arte e a cultura, a tecnologia e o meio ambiente sejam incorporados ao fazer pedagógico de forma inter e multidisciplinar, de forma transversal pois todas perpassam a grade curricular. Além disso, este blog educacional, mostra como diversos educadores, mundo a forma tem feito projetos incríveis, criativos e originais de forma simples, pois é a simplicidade que permite a continuidade. E mais que isso, da necessidade que novas tecnologias, se incorporadas à pratica escolar, requerem novas metodologias em sua utilização, pois esta geração já traz embutida em si os conceitos que o maquinário traz de fábrica: mobilidade, portabilidade, interatividade, intuitividade, convergência.
Então, se maquinário e usuário (a geração audiovisual) já se comunicam entre si de forma dinâmica, cabe à escola e à família aprenderem a se comunicar, sem que seja preciso tornarem-se especialistas em tecnologia, nada disso. Basta que os educadores (pais e professores) sejam bons contadores de histórias cada qual em sua área estabelecendo pontes com os filhos e alunos, e com os próprios colegas de escola e vizinhos, pois a rede social tem que se estabelecer além do meio digital. A primeira rede social é a família, depois vem a escola e mais adiante a comunidade.
As novas estratégias didáticas e metodológicas na educação precisam levar em conta que o mundo e as tecnologias mudaram bastando do século XX para o XXI, mas a escola ainda continua reproduzindo métodos do século XIX.
Parafraseando Mia Couto, em sua fala, digo que a Escola, os professore, os alunos e a comunidade precisam de mais tempo que seja seu, para debater, discutir refletir e propor caminhos a partir da realidade local de cada um. É um desafio que só poderá ser resolvido com a maior participação de todos. A educação não precisa de mais tempo, tipo maior carga horária e dias letivos, mas que este tempo seja melhor aproveitado, de forma que o professor possa trocar experiências com outros colegas de escola e doutras escolas, que haja tempo para a direção e professores se autoavaliarem também, e não tão-somente ao aluno. E a contação de histórias, de experiências bem sucedidas de professores aos professores, do que não foi possível realizar, de formas criativas para a resolução de problemas etc, podem ser um dos caminhos para que o tempo dinamize o espaço escolar.

domingo, 12 de março de 2017

O professor e a produção de vídeo estudantil (cinema e educação)




O vídeo acima O professor e a produção de vídeo estudantil, foi indicação via Facebook do professor Josias Pereira, coordenador do I Congresso Brasileiro de Produção de Vídeo Estudantil, realizando em 2016 na cidade de pelotas RS, Brasil, onde o palestrante, o professor e ator Claudio Garcia, do Rio de Janeiro (RJ) fala sobre sua experiência na área, como a inserção do audiovisual em sua prática pedagógica, sobre roteiro, trabalho em equipe, aspectos tecnológicos edição de vídeo e áudio etc.
Segundo os organizadores, o "Congresso Brasileiro de Produção de Vídeo Estudantil é um congresso de abrangência que agrega pesquisadores e professores em torno de pesquisas teóricas e práticas sobre a realização de produção de vídeo estudantil.
O congresso oportuniza professores e alunos, depois de capacitados, a realizarem vídeos de ficção e documentários repensando seus espaços, suas trajetórias e sonhos. Oportuniza alunos a terem voz ativa, já que a escolha do tema e a sua exceção é realizada por eles próprios. Neste momento muitos destes jovens pensam na sua cultura local e dão vida a lendas urbanas e histórias locais em um roteiro cinematográfico".

O Congresso Brasileiro de Produção de Vídeo Estudantil teve sua primeira edição no ano de 2016 na cidade de Pelotas-RS. Agora em 2017 a cidade de Guaíba-RS sediará o evento. Aos interessados em participar, breve terão maiores informações no site do evento, no link abaixo:

II CONGRESSO BRASILEIRO DE PRODUÇÃO DE VÍDEO ESTUDANTIL

O Educa Tube Brasil indica também o canal de vídeo no You Tube, com inúmeros vídeos sobre produção audiovisual, logo a seguir, como suporte a professores e alunos interessados em cinema na educação:

PRODUÇÃO VÍDEO ESTUDANTIL

Abaixo vídeo apresentação do referido canal: