CRIADO (ABRIL/2009) PARA INDICAR VÍDEOS DE E PARA EDUCADORES, ALÉM DE SUGERIR DIVERSOS RECURSOS TECNOLÓGICOS COM FINS EDUCACIONAIS.
Imagens: 3 filmes indicados aos educadores: A Cor do Paraíso e Filhos do Paraíso, de Majid Majidi (Irã) e Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornattore (Itália).

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uma Lenda Cega: "Vídeogame sem vídeo" cria "universo" auditivo para cegos (tecnologia inclusiva e social)




O vídeo acima, descobri no Twitter e trata-se de apresentação de A Blind Legend (Uma Lenda Cega), um "Vídeogame sem vídeo", que cria "universo" imersivo e auditivo para cegos.
Imagine alguém que não enxerga poder jogar, imaginando cenários, personagens, histórias apenas com sons e narrativas auditivas. Uma grande experiência imersiva de inclusão, graças a tecnologia com foco social.
Conforme notícia do portal R7:

"Na França, o jogo A Blind Legend ("Uma Lenda Cega") acabou de ser lançado após uma campanha de arrecadação por crowdfunding que obteve 40 mil euros (cerca de R$ 120 mil).
O jogo é rodado em computadores ou aparelhos móveis, sem nenhum gráfico. O jogador usa exclusivamente a audição para se orientar pelo cenário imaginário.
O criador do jogo, Nordine Ghachi, disse à BBC que o objetivo era colocar os gamers cegos e deficientes no mesmo patamar de qualidade dos gamers com visão"
.

Ainda conforme a notícia e a inclusão que promove através dos jogos:

"A Blind Legend conta a história de um cavaleiro que perdeu sua visão e precisa atravessar uma floresta para libertar sua mulher de sequestradores violentos.
O personagem é controlado pelo toque na tela do aparelho móvel ou por mouse, em um computador. Movimentos bruscos com os dedos simulam o uso de uma espada. A tela fica sem nenhuma imagem o tempo todo.
— É preciso usar fones de ouvido para obter a melhor experiência. É possível ouvir tudo ao redor: os barulhos da floresta, os pássaros voando no céu, o rio fluindo. O herói também é auxiliado por sua filha. Você usa a sua própria imaginação para criar seus próprios efeitos.
Após vários testes com usuários, o jogo recebeu o apoio de instituições como a Valentin Haüy, que auxilia pessoas com deficiência.
A Blind Legend tenta aperfeiçoar um gênero que ganhou força em 2010 com o jogo Papa Sangre, do estúdio britânico Somethin' Else. O jogo de suspense exclusivamente em áudio fez tanto sucesso que teve várias sequências.
Para Robin Spinks, do Real Instituto Britânico de Pessoas Cegas, o mercado potencial para esses jogos é gigantesco – engloba mais de 285 milhões de pessoas em todo o mundo.
— É maravilhosamente inclusivo. A maior parte dos cegos está excluído de games. Esse tipo de jogo estabelece um novo patamar para outros estúdios.
Nathan Edge, um jovem britânico de 20 anos com deficiência visual, diz estar feliz que este mercado esteja sendo ocupado por produtores independentes.
No passado, ele chegou a escrever cartas para os grandes produtores de games manifestando sua frustração, mas nunca foi atendido. Nathan diz que a experiência de isolamento de cegos pode ser muito frustrante.
— É um mundo que nos isola demais, às vezes. Você quer fazer o que as outras pessoas estão fazendo e jogar o que elas jogam, para poder falar com os amigos.
O jogo estará disponível para downloads gratuitos em inglês e francês no iTunes no ano que vem".


Abaixo, link para versão demonstrativa do mesmo (para download gratuito):

A BLIND LEGEND

Algo que me lembra o filme Vermelho como o céu, inspirado em fato real, de um menino que mesmo cego tornou-se sonoplasta do cinema italiano, vide link abaixo:

VERMELHO COMO O CÉU ( CinEducação)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

As incríveis "formas de vida" movidas a vento (o ar em movimento e o poder da imaginação)


Compilation from Strandbeest on Vimeo.


O vídeo incrível acima Compilation, encontrei via redes sociais no portal Cena Pop, trata-se da incrível compilação de diversos vídeos sobre a criativa obra de Theo James, artista holandês, especialista em cinética, que cria "formas de vida" que se alimentam de vento.
De acordo com a notícia do referido portal:

"(...) o artista holandês (...) está ocupado desde o ano de 1990 com um desafio pessoal: criar novas formas de vida.
Para mostrar seu avanço, ele alimenta uma página na internet que ganhou o mesmo nome de suas criaturas: Strandeest. É óbvio que essas “máquinas” não têm vida, mas vê-las se movimentando é algo realmente espantoso.
'Desenvolvi esqueletos que transformam o vento em energia para caminhar, assim eles não precisam se alimentar', explicou Theo.
Um vídeo oficial do projeto (abaixo) mostra parte do que ele conseguiu. Algumas das estruturas parecem criaturas gigantes, que se movimentam suavemente movendo suas pernas pela areia da praia".
A ideia de Theo é libertar a versão final dessas estruturas em praias e lugares que ventam bastante, para que possam viver livremente".


Um incrível exercício de imaginação, não apenas de seu autor, mas levando em conta a mecânica da natureza, a força dos ventos, o surpreendente balé feito a partir da casualidade, em que os espectadores chegam a crer que aquelas exóticas esculturas possam ter vida.
Pensando como educador, mais do que artista, e vendo estas imagens, penso que conhecer o meio e as forças que nele atuam, ajuda e muito em qualquer tipo de interação entre seres vivos e inanimados, ainda que manipulados pelo vento, como neste vídeo fabuloso. Todo educador, seja pai ou professor, deveria sentir o clima de sua turma/escola/família o que ajudaria e muito nesta interação...
Creio que este vídeo seja um ótimo material para professores de Ciências e Física analisarem junto com seus alunos.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Opção ou Orientação Sexual?




O vídeo acima, Opção Sexual?, descobri via redes sociais e é um divertido material para refletir sobre um assunto sério: a orientação sexual, ou seja, a sexualidade.
Lembro-me de certa vez, na própria rede social falar do termo "opção" sem me dar conta do que ele representa, na escolha, quando, pensando bem, trata-se mesmo de orientação sexual que é o aceitar uma característica nata de cada um.
Para quem pensa que é "opção" os entrevistadores perguntam: "quando foi que você escolheu ser heterossexual?" Logo vem o embaraço, a confusão, e a constatação de que ninguém opta por algo que lhe é natural.
O resultado da enquete feita com transeuntes foi: Opção (08); Nasceu (10); Indecisos (02), Sem-Vergonha (01).
Um bom material para discutir sobre sexualidade, orientação sexual, discriminação, preconceito, desinformação...

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Manoel de Barros: sua poesia em animação e documentário sobre sua arte




O vídeo acima Histórias da Unha do Dedão do Pé do Fim do Mundo, trata-se de animação com poemas de Manoel de Barros e desenhos de Evandro Salles. Um vídeo integrante da exposição "Arte para Crianças", que descobri via indicação indireta no Twitter de Helena Neviani, de Rio Preto, SP< Brasil, editora do Bê Neviani Blog. Conforme matéria do portal Pra Ler:

"São quase cem anos carregando água na peneira – afinal, é praticamente isso que faz o poeta. Como dizem seus próprios versos, algumas pessoas amam Manoel de Barros nos seus despropósitos. Ao mesmo tempo em que prega que poesia é um trabalho – a prova é o escritório no andar de cima de casa reservado para labutar as palavras – ele se diverte com a imaginação. São mais de 27 obras, que chegaram também a diversos outros idiomas.
Manoel de Barros já escolhia ser poeta desde a alfabetização conduzida pela tia, na distante e solitária meninice do Pantanal. Cada estrofe, ele não esconde isso de ninguém, traz até hoje um bocado da água e do solo daqueles primeiros anos. Para o eterno menino do mato, mas que não gosta de mosquito, a 'poesia é a infância da linguagem'”.
A animação Histórias da Unha do Dedão do Pé do Fim do Mundo, baseada em textos do autor, fez parte da exposição Arte para Crianças. A mostra reuniu diversos trabalhos, a maioria desenvolvida por 16 reconhecidos artistas contemporâneos. A exposição teve curadoria de Evandro Salles e patrocínio da Vale".


Um material que permite inspirar professores com seus alunos, para oficina de criação literária, seja com poemas e contos - de escritores e poetas conhecidos ou de talentos da turma -, sendo ilustrados pelos próprios alunos, para futura exposição aos demais colegas de escola e à comunidade em geral.
O Educa Tube recomendo aos professores que queriam trabalhar com a obra do poeta Manoel de Barros, o documentário (2008) logo abaixo, intitulado Só Dez Por Cento é Mentira, que é um belo material para inspiração, motivação e reflexão em sala de aula. O título é parte dos versos do poeta: "Noventa por cento do que escrevo é invenção. Só dez por cento é mentira". Barros escreveu também que "Tudo que não invento é falso". Versos para instigar um bom debate sobre arte e sociedade, história, literatura e memória.



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Parceiros na Aprendizagem: Rede Social para Educadores (Microsoft Educator Network)




O vídeo acima, descobri no Twitter e trata-se como o nome indica de Tutorial do PIL que é o portal Partners in Learning (Parceiros na Aprendizagem), uma rede social para educadores, criada pela Microsoft.
Ao acessar o link abaixo, pra referida rede social, o educador cadastra um perfil e tem acesso a diversos softwares, recursos tecnológicos, vídeos educacionais, notícias sobre educação, projetos, etc da Microsoft Educator Network.
O Educa Tube Brasil recomenda o acesso, visita e utilização.

MICROSOFT EDUCATOR NETWORK - PARTNERS IN LEARNING

Visitando o portal achei o interessante KODU, que é, segundo apresentação "é uma mistura de game e criador de jogos, em que o aluno atua jogando, mas apreende habilidades de programação de forma lúdica e intuitiva. Se você quer trabalhar habilidades diferentes e inovadoras com seus alunos, essa é uma boa dica!". Assistam ao tutorial do mesmo, logo a seguir:



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A Casa Redonda de Maria Amélia Pinho Pereira, a Péo, pedagoga, e o brincar na educação infantil




O vídeo acima Casa Redonda, apresenta projeto da Peo - Maria Amelia Pereira, pedagoga de São Paulo, SP, Brasil que afirma o brincar na educação infantil.
De fato, criança tem o direito de ser criança, de poder brincar, de conviver com outras crianças, de compartilhar experiências reais e imaginárias, de conhecer brinquedos antigos, pois educar é dialogar com a memória e o esquecimento. Do resgate de atividades e práticas relevantes.
Para Péo, o "brincar é a raiz da alegria para a humanidade" e seu trabalho descobri na rede social, através de texto de Marcus Lopes (link abaixo) e depois localizei o referido vídeo no You Tube, no interessante canal Memórias do Futuro: Olhares da infância brasileira.

PEDAGOGA REVOLUCIONA EDUCAÇÃO INFANTIL

O canal de vídeo Memórias do Futuro: Olhares da infância brasileira, possui temas como: brincadeiras com natureza e com corpo; oralidade e uploads.
Abaixo, link para o portal educacional:

MEMÓRIAS DO FUTURO: OLHARES DA INFÂNCIA BRASILEIRA

Neste portal, as escolas podem se cadastrar no projeto Caravana Tecnobrincante, que conforme dados do próprio site, trata-se de:

"Exposição multimídia itinerante com exibição de vídeos, brincadeiras tradicionais e tecnológicas, contação de histórias e cantigas. Durante 40 dias, a Caravana percorreu 19 comunidades do Mato Grosso do Sul em aldeias, escolas públicas, praças, centros comunitários, comunidades ribeirinhas e outros espaços culturais das cidades de Campo Grande, Corumbá e Amambai.
Durante a Caravana Tecnobrincante são exibidos os conteúdos audiovisuais produzidos pelos jovens do projeto. As comunidades compartilham suas histórias de vida e brincam em uma estrutura móvel que integra tradição, tecnologia, imaginação e alegria.
Para agendar uma apresentação da Caravana Tecnobrincante entre em contato por email ou ligue para:(67) 9979.6227, com Lia Mattos.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ensine seu filho a ser persistente (Aprenda com seu aluno a ser criativo)




O vídeo acima, Ensine seu filho a ser persistente, com a pedagoga Jeanine Rolim, descobri via Twitter de Marcos Meier, , Mestre em educação, psicólogo e professor de matemática de Curitiba, PR, Brasil, que além disso é palestrante nacional e internacional, e editor do portal "Marcos Meier: Educação e Psicologia".
Jeanine Rolim fala do tema: "Persistência - como ensinar as crianças a serem persistentes. Por que a persistência deve ser ensinada? Por que muitas crianças desistem logo do que estão fazendo?"
Um vídeo que veio ao encontro do que comentava nas redes sociais sobre experiência que tive recentemente com meu filho Allan, de 9 anos, quando nas férias de julho, levei-o a um "parque de diversões" com jogos eletrônicos em grande shopping center da capital (Porto Alegre, RS, Brasil) e lá ele jogou e não se deu muito bem num simulador de voo, dizendo que era muito difícil manter o voo virtual. Comentei com ele da importância de aprender com os erros, e que não se deve desistir apenas por conta de uma dificuldade, ainda mais quando esta é digital e permite ousadias sem maiores prejuízos a sua integridade física e emocional (claro que falei isto em uma linguagem acessível a um garoto de 9 anos!).
Pensando estes dois momentos, a interação com meu filho e o vídeo acima, penso em suas implicações e possibilidades educacionais, justamente quando sabemos que tanto o jovem como o adulto, diante da complexidade da vida real (os jovens) e da vida digital (os adultos), travam, desistem ao primeiro desafio, não tendo a devida persistência.
Todo educador, seja pai ou professor, é um tripulante que já tem muitas horas de voo, sejam reais ou imaginárias, muito mais do que seus filhos e alunos e, portanto, e por conta disso, deveriam assumir o comando da Nave-Mãe, em companhia de seus filhos e alunos, convidando-os para serem seus copilotos em voos, utilizando ou não simuladores (TIC, mídias e redes sociais), ou apenas breves passeios pelo entorno da escola.
Utilizando esta metáfora do voo, cabe dizer que, via de regra, passageiros são os alunos, durante certo período escolar, mas que os professores e os pais são eterno educadores por toda a vida, além da aposentadoria oficial, afinal, como bem me comentou certa vez a colega e amiga Sonia Bertocchi, educadora de São Paulo, SP, Brasil e editor do blog Lousa Digital: "Professores se aposentam, educadores jamais".
E pensando nessa longevidade do professor na escola, até a sua aposentadoria, cabe destacar que aqueles que são criativos conseguem mobilizar a criatividade nata do aluno, que poderá ser sim um coautor, um copiloto nessa jornada...
O professor não precisa dominar os multimeios e sim o seu conteúdo programático. Saber de onde veio, quem é e para onde vai em sua atividade escolar. O professor não precisa inventar um telescópio para dar aula de astronomia, da mesma forma que não precisa dominar estas tecnologias como um especialista, desde que delegue aos alunos, que sabem melhor que qualquer adulto e mexer nas TIC, mídias e redes sociais este papel social de parceiro, apoiador em projetos e atividades educacionais. O professor não precisa inventar todo o dia a Roda, mas fazer as pedras rolarem, e a imaginação dele e do aluno viajarem juntas pelo mesmo plano de aula e de voo, com as devidas escalas entre o embarque do ano letivo e seu desembarque ao final do mesmo.
Para refletir, debater e divulgar.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Arranquem a Introdução! Uma cena emblemática do cinema transposta para a educação




O vídeo acima, Arranquen la introducción, trata-se de cena antológica do filme Sociedade dos Poetas Mortos (1991), de Peter Weir, que conta a história ficcional de um ex-aluno de escola tradicional dos anos 1950, nos EUA, que retorna como professor de Literatura e surpreende a alunos, professores e direção da instituição de ensino por conta de seus métodos progressistas.
Ainda que seja ficção, é emblemática esta cena em que o professor, em sua primeira aula, pede a sua turma que arranque não só uma página, mas toda a introdução de um livro, espécie de manual de crítica literária que ensina como analisar uma poesia seguindo métodos rígidos como métrica, como seu poesia fosse uma ciência exata.
Mais que isso, o professor Keating contesta e desafia a metodologia antiquada de escola com seu gesto inusitado. Os alunos que têm empatia com o professor, fazem de forma imediata, por diversão, enquanto aqueles que não tem simpatia por ele, o obedecem também pelo respeito que todo professor deve ter. Apesar de tudo e até prova em contrário, o professor ainda é referência para o aluno. E um destes educandos é mero copista, anotando em seu caderno os rabiscos do professor no quadro, sem entender o sentido irônico daquele gesto.
A cena é didática e serve justamente para que se leve em conta que o livro e todo material didático - seja impresso ou atualmente, digital - é uma ferramenta a mais no processo de ensino-aprendizagem, mas não uma Bíblia que deve ser levada ao pé da letra, de forma rígida, sem contestações.
O gesto fictício do professor também ficcional nos serve para refletir sobre o papel social do educador, fazendo o aluno se sentir vivo dentro do processo de informação que gere conhecimento.
Este filme é fantástico por ter, não somente esta cena, mas diversas imagens e mensagens que podem e devem ser utilizadas na educação, como aquela em que alunos sobem nas mesas da sala de aula, a pedido do Senhor Keating, para poder ver melhor a "paisagem". Cena esta que emociona, e que não entro em maiores detalhes, recomendando sua assistência àqueles professores que ainda não viram o referido filme.
Como bem destaca Enrique Antonio Mena Caviedes, nos comentários do vídeo no You Tube: "Esta es la diferencia entre "Directivo" y "Líder". Pritchad es un directivo: Todo lo cuantifica. Le preocupa más la técnica que el contenido. Keating (Todo Gran Poeta) es un Líder: Todo lo significa. Se ocupa del contenido, más que de la técnica. Unos se dedican a la mantención del status quo, otros los rompen para crear un Nuevo Mundo".
Pritchad, no caso, é o professor e teórico que trata a análise poética como ciência exata, enquanto o novato Keating é o professor que humaniza esta análise crítica de um poema.
O Educa Tube sempre gosta de salientar que há grandes distinções entre o novo e a novidade, o antigo e o antiquado. Nem todo método antigo é antiquado, asism como nem toda a novidade (seja tecnológica ou pedagógica) é de fato algo novo, inovador.
O novo é aquilo que evidentemente deixa a antiga prática antiquada; e a novidade é aquele método, ferramenta, equipamento que nem sempre suplanta de forma irreversível, o que antes era moderno. Um exemplo disso na educação ainda é o projetor multimídia, vulgo datashow, que se for usado apenas para passar slides de forma convencional, como fazia o retroprojetor com suas transparências, é apenas novidade enquanto forma, mas nada inovador enquanto conteúdo.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Liberdade de expressão não significa liberdade de difamação (ética, senso crítico e autocrítica)




O vídeo acima Libertad de expresión no significa libertad de difamación, descobri na rede social e é campanha de Periodismo Responsable , junto a outros dois vídeos (veja mais abaixo) Libertad de Expresión no significa libertad de agresión e Libertad de expresión no significa libertad de distorsión .





Atualmente, navegando no mundo virtual, principalmente em períodos pré-eleitorais, tenho ficado impressionado como lendas urbanas, de repente, nas redes sociais, em listas de email, nos telejornais, e em revistas e jornais virtuais, tornam-se fatos consumados (embora jamais investigados a fundo, nem efetuado o devido debate de ideais), por conta de pessoas desinformadas ou mal intencionadas. Parece até paradoxal dizer que veículos de comunicação são muitas vezes os que mais desinformam o cidadão, por conta de suas disputas ideológicas, em que a lógica, o bom senso, a ética, o respeito ficam em segundo plano ou são quase inexistentes para alguns. O boato - como um rastilho de pólvora - se transforma em processo com trânsito em julgado (concluído e sem direito a recurso) por parte de (de) formadores de opinião e os chamados "calunistas de plantão", que como no filme Mephisto, fazem um pacto com o lado obscuro em troca de fama, dinheiro, poder.
Há inclusive, por parte de alguns destes "calunistas de plantão", que muitas vezes escrevem para revistas e jornais de grande circulação, uma postura infantilóide, "adolescêntrica" de ao serem contestados, reagirem de forma como uma criança mimada, que xinga, chuta, agride sem sequer estabelecer um diálogo razoável, mesmo quando não são ofendidos. Basta serem contrariados e as agressões são ato reflexo, inclusive o editor deste blog já foi ofendido por uma destas "celebridades da polêmica", apenas por lhe mostrar que havia uma contradição em sua opinião. Naquele momento, evidenciei na prática como alguns confundem a "liberdade de expressão" com a liberdade pra exprimir qualquer coisa, sem nenhum tipo de fundamentação, muitas vezes na base do "achismo", da "palpitação", do sentimento "anti" algo ou alguém, e que não lhes permite reconhecer o erro.
O erro faz parte da humanidade, da aprendizagem, da vida e não saber lidar com o contraponto, com o contraditório (princípio jurídico) torna alguns contraditórios a si mesmos e ao mundo real. E esta conduta tem sido presenciada em todas as camadas sociais e em todos os poderes constitucionais, comentando boatos "tribais" como se fossem fatos cabais.
Muitas das denúncias carecem de investigação, são apenas e tão-somente indícios sem provas cabais. Sequer são matéria de investigação de órgão competente, mas tem por parte de que se abriga atrás do escudo da chamada "Liberdade de expressão" para ter justamente a liberdade para difamar, injuriar, caluniar, agredir, distorcer os fatos.
Como educadores, sejamos pais ou professores, temos o dever de ensinar a filhos e alunos a não aceitarem apenas uma fonte de informação, como se faz com diagnóstico médico, que muitas vezes necessita de uma segunda opinião. Todos temos direito de ter opinião própria e parafraseando versos de canção de Raul Seixas e letra de Paulo Coelho: "Prefiro ser esta metamorfose ambulante do que ter a mesma opinião sobre tudo". A vida, o mundo, a sociedade são dinâmicos, e as coisas se transformam cada vez mais de forma ágil, e é necessário, como educadores, nos atualizarmos, nos capacitarmos, nos reciclarmos sobre conceitos, pré-conceitos e preconceitos, muitos deles, frutos da desinformação, em função das mudanças que ocorrem diariamente.
Antes de curtir, repassar, compartilhar uma notícia, é lei pessoal, sempre faço uma checagem da fonte (se é conhecida, reconhecida, vasculhando outros portais, blogs, redes sociais) pra confirmar sua autenticidade. Em seguida, autenticada a fonte da notícia, procuro pesquisar prós e contras sobre o tema. Verificar as variantes e as motivações do divulgador, pois tudo isso influência no discurso de seu emissor. Nós, como receptores, precisamos ter em mente este fato concreto que todo emissor tem uma motivação, e parafraseando Marcel Proust, assim como "Todo leitor é um leitor de si mesmo", não podemos esquecer que todo autor é também um autor de si mesmo, ou seja, que como narrador de um fato, quem conta um conto sempre aumenta um ponto.
Instrumentalizado com estes dados, ai poderemos fazer uma devida análise da notícia e de seu discursos ali presente.
Como educadores, podemos nos valer de recortes de notícias de vários meios de comunicação (impressos ou digitais) e de empresas das mais variadas tendências para construir este mosaico com os alunos de múltiplas visões de um mesmo fato ou boato.
recomendo uma atividade assim, de analisar recortes de notícias, sejam impressas ou digitais, para que se debate determinado tema, assunto, conteúdo escolar, favorecendo o debate de ideias.
Para quem desejar colocar esta ideia em prática, recomendo assistir primeiro ao filme O GRANDE DESAFIO (vide link para vídeo e resenha, logo abaixo), inspirado em fato real de professor que ensina seus alunos a debaterem entre eles e depois participarem de grandes debates com outras universidades dos EUA. Vale a pena. É motivador!

O GRANDE DESAFIO - CINEMA, EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Martín Restrepo comenta tendências para a educação : dispositivos móveis, storytelling, experiências transmídias etc




O vídeo acima Martín Restrepo comenta algumas tendências para a educação, descobri via Twitter do Instituto Claro e trata-se de entrevista do educador espanhol, comentando algumas das tendências para a educação, neste século XXI.
Conforme notícia no portal do Instituto Claro:

"Inspirados pelo conceito de mobile education, diversos pesquisadores estão sugerindo e implementando mudanças na forma como a aprendizagem se estabelece dentro e fora da sala de aula. Conversamos com Martín Restrepo, fundador da Editacuja e especialista no tema, a respeito de algumas transformações que devem ganhar força na educação nos próximos anos.
Para Restrepo, que também é consultor da versão brasileira do Horizon Report, as escolas devem estabelecer seu currículo tendo em foco grandes áreas de conhecimento e o desenvolvimento de projetos. Desta forma, elas seriam capazes, segundo ele, de transformar-se em incubadoras de projetos criativos onde alunos e professores têm a liberdade de criar e aprender juntos.
Entre as tendências de comunicação que podem ser aproveitadas para envolver estudantes em atividades de aprendizagem está o storytelling – que nada mais é que a habilidade de desenvolver narrativas para engajar – e as experiências transmídia, que utilizam aproveitam o melhor de cada mídia para contar uma história de forma integrada.
Restrepo aponta, ainda, a questão dos conteúdos abertos como fundamental para futuro próximo da aprendizagem, já que ela possibilita que professores e alunos recriem, remixem e compartilhem conteúdos educacionais, com as escolas convertendo-se em editoras".


Quem acompanha o trabalho do Educa Tube Brasil deve ter percebido o quanto este blog educacional defende muitos dos conceitos que Restrepo apresenta, como o uso de narrativas (escritas ou audiovisuais) por professores e alunos, do trabalho coletivo em coautoria, da aprendizagem significativa além da sala de aula, da utilização de metodologias diversas para espaços diferenciados de interação, da necessidade de processos de ensino-aprendizagem serem feitos na sala de aula, em espaços informatizados, na biblioteca escolar e em saídas de campo, seja no entorno da escola ou além, dando significação ao ensino formal do professor e ao conhecimento prévio que tem o aluno.
A mobilidade deve ser do usuário também e não apenas do maquinário, a convergência de multimeios deve ser pensado entre os atores sociais que são os alunos, professores, equipe diretiva, comunidade escolar, com o sentido não apenas tecnológico, mas pedagógico e social.
Pensar o termo redes sociais, além de experiências digitais, conectadas à internet e em tempo real, mas trabalhar este conceito com toda a escola, como um trabalho em rede educacional.
A fala de Martín Restrepo vem ao encontro do que o Educa Tube Brasil e traz novos conceitos, para práticas empíricas que o editor deste blog tem feito a algum tempo, como transmídia, por exemplo, que ver o mundo real como uma grande mídia que deve ser incorporada à educação.

sábado, 26 de julho de 2014

Carta aos meus avós: adaptação literária (texto de Saramago) e edição de vídeo




O vídeo acima Carta aos meus avós, descobri na rede social e é uma bela composição de André Raposo, de Portugal, adaptando a crônica "Carta a Josefa, minha avó", escrita por José Saramago.
Uma ótima ideia de unir um texto literário com vídeo do próprio André Raposo e sua avó, que poderá inspirar educadores a fazerem vídeos similares no ambiente escolar, em parceria com seus alunos, utilizando-se de contos, crônicas, poesias, com imagens de cenários da região, em uma bela composição para tratar de situações do cotidiano.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Quase Idênticos: experimento social em exposição de arte surpreende pelo resultado (Arte, Educação e Sociedade)



Eles Deram Chiclete para Só um Destes Gêmeos... por videosvirais

O vídeo acima, Quase Idênticos, descobri na rede social e trata-se de um experimento social que fizeram em uma exposição, fazendo perguntas simples sobre aspectos de dois irmãos, gêmeos idênticos, só que um sério e outro descontraído, mascando chicletes. Cada pessoa questionada tinha que apertar um entre dois botões, para indicar qual dos gêmeos correspondia àquela indagação. O resultado é surpreendente e tem muito a ver mais com a aparência do que com a essência das pessoas, até pelo fato que o mascar de chicletes, justamente, é o grande diferencial entre duas pessoas que se aparentam tanto, seja no sentido consanguíneo, como no estético.
Um ótimo material para refletir sobre a educação e a sociedade e discutir modelos, formas, metodologias de ensino-aprendizagem, às vezes, binárias, tipo questionários que tem só como opção o "sim" e o "não", o "bem" e o "mal", o "vilão" e o "heroi", o "um" e o "zero" etc.
Educar é muito mais do que replicar receitas de bolo da vovó, que deram certo em sua época e que hoje já não se sustentam mais, precisam ser atualizadas, recicladas, reorganizadas; ou de formas com verniz de modernidade, mas que são no "fundo do baú sem fundo da memória", apenas métodos arcaicos de padronização da escolarização, calcados demais na memorização por repetição condicionada de exercícios, fórmulas, cópias, do que na aprendizagem significativa, amparada na construção coletiva do conhecimento, nas trocas de experiências e na divulgação de descobertas.
Um vídeo pra discutir os estereótipos e os rótulos presentes tanto na escola como na sociedade em geral, inclusive na questão do chiclete, do boné, do fone celular e outras situações que fazem parte do cotidiano e identidade dos jovens do século XXI, que em boa parte são proibidas por professores formados no século XX e escolas criadas, estruturalmente, no século XIX.
Mascar chiclete, assim como opção religiosa ou política, cor de pele, corte de cabelo, orientação sexual e outras coisas mais não fazem de alguém um ninguém, não fazem de uma pessoa tanto vilão como heroi.
Vídeos como estes servem para que educadores e gestores escolares e públicos debatam formas de utilização de projetos semelhantes, adaptados a situações diversas, pois nada é de fato idêntico, nem mesmos os gêmeos assim chamados, pois se olharmos bem, as impressões digitais na ponta dos dedos, o fundo do olho e outros dados biométricos, assim como as impressões interiores, a identidade emocional de cada um é totalmente diversa.
Pensar projetos semelhantes sem levar em conta a realidade local e não promover as devidas adaptações é fazer mais receita de bolo, que pode até funcionar bem numa cozinha. Entretanto, escola não é educação culinária. Cada escola possui uma realidade local e cada professor e aluno possuem uma realidade individual.
Isto não significa que pessoas diversas não podem trabalhar de forma integrada, coletiva, tanto cooperativa entre educadores e colaborativa entre professores e seus alunos, respeitando a identidade de cada um.
Logicamente que existem traços semelhantes entre as pessoas, sejam físicos ou emocionais, e são estas situações que aproximam uns aos outros, seja no esporte, na cultura, na arte e na sociedade em geral.
O Educa Tube Brasil sempre reforça uma observação: "Quando conheço os pais entendo os filhos..." E esta assertiva é decorrente de interações no Planeta Educação e serve para que possamos analisar o que de fato é idêntico em essência e o que é tão somente em aparência.
Se os filhos são reflexos de seus pais, cabe à comunidade escolar debater suas semelhanças e diferenças e encontrar um denominador comum a todos, de uma forma ampla e não apenas limitada a apertar botões, como no vídeo experimento em questão. Algo que mostra que recursos tecnológico por si só não podem dimensionar fatores tão inerentes à condição humana.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

"Essa terra é minha": Animação que resume o conflito entre a Palestina e Israel em três minutos


This Land Is Mine from Nina Paley on Vimeo.

O vídeo acima This Land Is Mine (Essa terra é minha), foi indicação via Facebook do colega e amigo Robson Freire, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e residente atualmente na cidade do Porto, Portugal, editor do blog Caldeirão de Ideias.
Trata-se de animação, de Nina Paley que, conforme a Revista Forum, resume o conflito entre a Palestina e Israel em três minutos.
Segundo Nina Paley, em seu blog: “This land is mine é uma paródia da ‘Canção êxodo’”, que era “uma trilha sonora do sionismo americano na década de 1960 e 70, que visava expressar o direito judaico por Israel”. Para Paley, “colocar a música na boca de todos os partidos em guerra” está “criticando” a canção original.
Uma animação com forte senso crítico, demonstrando como aquela terra sempre esteve envolvida em conflitos, todos reclamando sua propriedade. Ao final da animação, surge O Anjo da Morte, considerado o "verdadeiro herói do Antigo Testamento, e agora também".
Um ótimo material que envolve arte, cultura, história, geografia e educação em geral.
Para maiores detalhes sobre a animação e os personagens nele apresentados, sugiro visitar o blog da autora, no link abaixo:

THIS LAND IS MINE - NINAPALEY.COM

Abaixo, link para a tradução da canção The Exodus Song, composta por Ernest Gold e interpretada pelo cantor e ator Pat Boone:

THE EXODUS SONG - TRADUÇÃO

domingo, 20 de julho de 2014

Educação colaborativa deveria ser como estes vídeos entre quatro, oito ou mais mãos tocando uma mesma canção




O vídeo acima Four Hands Guitar (Guitarra a quatro mãos) e os vídeos mais abaixo são frutos de um bate-papo online e em tempo real via Twitter com o professor, músico e poeta Marcello Gouvêa Duarte, de São Carlos, SP, Brasil, editor do blog Poemas versus Poesias e editor do portal educacional pETe: educação com tecnologia.
Four Hands Guitar é música composta por Jerry Reed, interpretada por Antoine Dufour e Tommy Gauthier em uma única guitarra.
Além de uma divertida apresentação, trata-se de uma talentosa forma de interação entre duas pessoas, no caso, dois músicos que conseguem dar uma unidade na sua diversidade e que me remete à figura do professor e seu aluno, que poderiam interagir de forma semelhante; não necessariamente apenas através da música, mas de diversas formas artísticas e culturais como teatro, dança, esportes, cinema, literatura, desenho etc.
Imaginem só a sintonia e sincronia necessárias para que duplas e quartetos como nos vídeos abaixo consigam tocar juntos sem que a canção sofra interrupções. Algo que remete ao ato de educar que precisa, sim, para obter belos resultados - como os vídeos em questão - promover esta sintonia e sincronia entre tempos e espaços diferenciados e diversos como são os de professores e de alunos. Para isso há a necessidade de planejamento, organização, ensaios, colaboração, empatia, objetivos em comum.
Para assistir e refletir sobre música, sociedade e educação.
Vejam no link abaixo a canção Tico Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu, clássico da Música Popular Brasileira (MPB), apresentação na Universidade da Flórida (EUA), em 2009, feita a quatro mãos (entre um homem e uma mulher), pelo "Duo Siqueira Lima - FERNANDO (Brazil) & CECILIA (Uruguay), iniciativa do Brazilian Music Institute (Instituto de Música Brasileira). Percebam que cada músico, tanto o homem como a mulher, possui estilo diferente, mas ambos atuam em acordes diversos sem perder a unidade.

BRAZILIAN MUSIC INSTITUTE 2009 - TICO TICO (Guitar Four-Hand Exchanging)

Por fim, mais abaixo, a mesma canção Tico Tico Fortissimo, pelo Guitar Quartet, em que quatro pessoas (três mulheres e um homem) interagem em duas duplas, com um resultado sempre divertido, talentoso e encantador:



quarta-feira, 16 de julho de 2014

Crianças da pré-escola aprendem a programar computadores (vídeo da UPFTV)




O vídeo acima Crianças da pré-escola aprendem a programar computadores, descobri nas redes sociais e trata-se de notícia da UPFTV, divulgando projeto pioneiro no Rio Grande do Sul, realizado pelo Mutirão pela Inclusão Digital da UPF - Universidade de Passo Fundo, que ensina os pequenos a programar computadores.
Um projeto de extensão da UPF em parceria com a Escola Municipal de Educação Infantil Cantinho Feliz que, pelo que observei, utiliza o G Compris, um software livre educacional com diversas atividades para crianças de 2 a 10 anos de idade.
Uma das professoras envolvidas no projeto fala do ensino da lógica do computador, da motricidade ampliada, da aprendizagem colaborativa, da alfabetização digital, das redes de relacionamento destes nativos digitais frente à sociedade da informação, redes que se iniciam também na escola e se ampliam na comunidade; e fiquei a pensar sobre a sequência lógica da educação, utilizando ou não as TIC, em algo que tenho sempre reiterado de que a construção do conhecimento se assemelha e muito com a construção civil, se levarmos em conta que fundamento deve iniciar de baixo pra cima (alicerces, fundações, ensino fundamental), enquanto que o acabamento é feito de cima para baixo (reboco, pintura, ensino médio e superior).
Há que se potencializar ações que permitam nativos e imigrantes digitais se relacionarem de forma adequada, cada qual comhecendo um pouco do mundo do outro, incentivando a produção coletiva, a resolução de problemas, o debate de ideias, ainda que na mais tenra idade, pois este é o futuro da sociedade, que o Educa Tube tanto defende...
E já que o software educacional mencionado no vídeo é o G Compris, segue abaixo link para postagem que este blog fez sobre o referido recurso pedagógico e tecnológico, que vem instalado no sistema operacional Linux Educacional, mas que pode ser baixado para versão Windows também (inclusive com link para download):

GCompris: software livre educacional com diversas atividades para crianças de 2 a 10 anos de idade

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Desenhos animados sobre meio ambiente para crianças (Canal de vídeos no You Tube)






As imagens acima são do portal chamado Desenhos animados sobre meio ambiente para crianças, que encontrei nas redes sociais e trata-se de canal de vídeos no You Tube que, como o próprio nome indica, disponibiliza cerca de uma centena de vídeos e animações dirigidas ao público infantil com temas sobre o meio ambiente.
Abaixo, destaco um dos vídeos do referido canal, chamado Gotinha em Gotinha, canção do DVD Vem Dançar com a gente, do grupo Palavra Cantada, que formado por Sandra Peres e Paulo Tatit com vários CDs e Dvds gravados especialmente para o público infantil:



Abaixo link para o canal de vídeos:

DESENHOS ANIMADOS SOBRE MEIO AMBIENTE PARA CRIANÇAS

A seguir, link para site oficial do grupo Palavra Cantada:

PALAVRA CANTADA - SITE OFICIAL