quarta-feira, 4 de julho de 2018

LOU: curta-metragem de animação que discute a questão do assédio escolar




O vídeo acima, LOU, foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se de curta-metragem de animação da Pixar que aborda a questão do assédio escolar.
O vídeo conta a história de um menino que inferniza a vida de seus colegas de escola, se apropriando de diversas coisas, até que conhece LOU que o faz sentir (literalmente) na pele os mesmo efeitos daquilo que faz aos outros. Com um final redentor, LOU é uma animação que trabalha com conceitos como empatia, alteridade, solidariedade...
Um ótimo material para a escola refletir e para que educadores, sejam pais ou professores, vejam com seus filhos e alunos.

domingo, 1 de julho de 2018

Historiador Comunica-Ação: portal educacional sobre História e Educação ambiental




A imagem acima é do portal educacional HISTORIADOR COMUNICA-AÇÃO, do colega Bread Soares Estevam, professor de História em São José do Norte e educador social em Rio Grande (RS), Brasil.
Um portal que trabalha com o conteúdo de história na perspectiva da educação ambiental e dos movimentos sociais.
Recomendo o portal, pois tive privilégio de ser banca da apresentação de TCC do Bread e percebi o quanto ele está envolvido com os temas que pesquisa e coloca em prática em seu fazer pedagógico.
Abaixo, link para visitação ao referido portal:

HISTORIADOR COMUNICA-AÇÃO

sábado, 30 de junho de 2018

Física na Escola: animações e simulações em Html 5/Flash (portal educacional)




A imagem acima é do portal FÍSICA NA ESCOLA, que me foi indicadio pelo colega e amigo Vágner Nunes, mais conhecido como Professor Xirú, de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se de portal educacional, que contém diversas animações e simulações, abordando as seguintes áreas: Mecânica - Campo gravitacional - Vibrações mecânicas e ondas Termodinâmica e física molecular - Eletrostática - Corrente elétrica - Semicondutores - Condutividade elétrica de líquidos - Condução de eletricidade e gás no vácuo - Campo magnético - Corrente alternada - Óptica Relatividade restrita - Física atômica - Física nuclear - Matemática.

Com exemplos práticos e associativos, o portal é um interessante material de apoio digital.
Abaixo, link para o referido portal educacional:

FÍSICA NA ESCOLA (Animações e Simulações)

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Comer juntos e a mesa ampliada: o local da autêntica rede social, além da digital




O vídeo acima, Eat Together (Comer juntos), com certeza não se chama "O outro par", título referente a um belo curta-metragem egípcio, já divulgado neste blog educacional. O vídeo acima encontrei na rede social é trata-se de uma campanha publicitária canadense, promovida pela empresa President Choice, com o seguinte lema: "É na mesa onde podemos transformar uma casa em uma casa, um estranho em um amigo e uma aldeia em uma comunidade. Mas mais do que tudo, comer juntos simplesmente nos conecta. E o nosso mundo". Ou seja, uma celebração ao convívio social, através da mesa que reúne as pessoas. Segundo os organizadores, grandes histórias começam à mesa.
O vídeo, que parece um curta-metragem, mostra o cotidiano de uma moça que por onde passa, se vê rodeada de pessoas vidradas em suas telas digitais.
O interessante nisso, mais que a crítica por si só é a proposição de algo para resolver essa questão: trazer uma mesa para o corredor do prédio de apartamentos e fazer uma ceia com os vizinhos, algo que se perdeu com o tempo e sequer, hoje em dia, conhecemos quem divide o mesmo espaço de moradia coletiva, desconhecemos seus nomes muitos sequer se cumprimentam ao passar pelos corredores.
Dentro do mesmo conceito, do "Comer juntos" a empresa Transformer Table (mesa transformadora, tradução livre), que comercializa mesas modulares, que podem ser ampliadas para receber mais pessoas para confraternização familiar. O vídeo abaixo, demonstra bem essa questão da menina que se sente isolada no ônibus escolar e na própria casa, com cada integrante diante de seus equipamentos eletrônicos:



Dois vídeos para refletirmos sobre as redes sociais, além das digitais: a família, os amigos, os colegas, os vizinhos, etc.
Um material para propor até uma produção textual a partir das imagens.

sábado, 23 de junho de 2018

Histórias de Inalar: projeto proporciona que a inalação se transforme em momento de diversão e inovação




O vídeo acima, Histórias de Inalar, descobri na rede social, através do portal Razões para Acreditar, e trata-se de projeto inovador que transforma a ato de inalação em um momento de diversão para as crianças.
Uma criativa ideia de unir o útil ao agradável, reinventando um outro jeito de transformar uma atividade de saúde em recreação.
Recentemente, algumas alunas da Pedagogia, em Seminário Integrado, trouxeram diversas práticas escolares, adaptadas de brincadeiras e brinquedos artesanais, unindo arte, cultura, música, literatura, jogos etc. Inovar é justamente isso: transformar ideias, reinventando novas práticas. A ideia do HISTÓRIAS DE INALAR é a de adaptar uma espécie de máscara de personagens infantis dos contos de fadas, animais etc, para o equipamento, chamado inalador, que sempre tem resistência de uso por parte dos pequenos. Além disso, esse kit contém também um fone e um aplicativo com áudio com uma história infantil, elaborada para o tempo exato da inalação (cerca de 12 minutos). Algo agradável e inovador à medida que transforma algo antigo em novo.
As histórias do projeto foram escritas pela escritora de histórias infantis Noemi Loureiro e com supervisão dos médicos especialistas da Clin Kids.
Para conhecer outras histórias, basta clicar no link abaixo:

HISTÓRIAS DE INALAR

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Experimento social: Pais e filhos fazem a mesma prova em um exercício de alteridade




O vídeo acima Pais e filhos fazem a mesma prova, descobri no YouTube e trata-se de um daqueles experimentos sociais que servem para refletirmos, como educadores - sejamos pais ou professores - sobre a própria educação.
No mesmo dia em que os filhos têm prova, pais se submetem a uma avaliação idêntica e sobre ela refletem e se autoavaliam. Colocar-se no lugar do filho, relembrar suas experiências enquanto aluno, tudo serve para que se valorize o processo de educar.
Um vídeo que fala por si e que comove àqueles que mesmo sendo pais, continuam sendo eternos aprendizes.
Todo professor ao meu ver, deveria pelo menos uma vez ao ano submeter-se a algum tipo de teste ou autoavaliação para nesse exercício de alteridade sentir-se como aluno e a partir desse experimento repensar a própria prática escolar.
Faço isso seguidamente ora fazendo cursos, ora observando alunos, pais e outros educadores e tudo me vale como fonte de inspiração para projetos de ensino e aprendizagem. Observar meu filho já rendeu diversos projetos pedagógicos com alunos e até professores. Vide links abaixo:

Lego Poema ou Poesia em Blocos de Montar: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento

Projeto "Conhecendo, construindo e encantando com poemas e poesias", da EMEF Barão do Rio Branco/ RS

O menino que queria voar (desenho e literatura) by Zé e Allan Roig

Ciranda Literária na Educação: Pedagogia do desapego e distribuição de livros por alunos em locais públicos

Clipes que parecem Curtas - Projeto unindo mídias, literatura e língua portuguesa

terça-feira, 19 de junho de 2018

Inclusão na prática cotidiana: meninos improvisam cadeiras de rodas para brincar com equidade com menino cadeirante




O vídeo acima, que batizei de inclusão na prática cotidiana, foi indicação de um grupo de alunas da Pedagogia, curso no qual sou tutor, e trata-se de propaganda canadense sobre a inclusão, em que meninos improvisam cadeiras de rodas para que um menino cadeirante pudesse jogar brincar com eles. Um pequeno material que serve para grandes reflexões: primeiro, sobre o fato que crianças e jovens são mais tolerantes e inclusivos que os adultos; que o esporte é uma atividade universal e integradora, que não se pode pensar de fato e de direito em inclusão se antes promover exercícios de empatia e alteridade (do colocar-se no lugar do outro sentindo o que ele sente, ainda que de forma parcial).
Que igualdade e equidade são conceitos que devemos aprender na convivência cotidiana: igualdade é dar as mesmas condições a todos; equidade é respeitar as diferenças de forma equilibrada pra atingir um objetivo. A imagem a seguir demonstra didaticamente as duas situações:



sábado, 16 de junho de 2018

Cena de Fahrenheit 451, inspirado na obra de Ray Bradbury e o poder "subversivo" dos livros




O vídeo acima, cena do clássico Fahrenheit 451, descobri no Facebook do Rafael Reinehr, médico e empreendedor cultural, que tive o privilégio de conhecer alguns anos atrás em um Encontro de Tuiteiros Culturais, em Bento Gonçalves (RS) Brasil.
Fahrenheit 451 é um clássico da literatura distópica de Ray Bradbury e foi adaptado para o cinema em 1966. Fala de um mundo onde os livros são proibidos e os bombeiros são responsáveis pela busca a incineração dos mesmos...
Um livro, um filme, uma cena que servem para refletir sobre estes tempos distópicos que nem precisam desses tipos de "bombeiros", já que cada vez mais os livros não mais tão lidos. Mas os escritores e poetas, ditos malditos, já foram perseguidos justamente por estas ideias "subversivas" que favorecem a criticidade.
Como disse minha colega Tati Lackmann: "Mais do que falta de leitura, o grande problema é a falta de interpretação de textos".
Valorizar a leitura de livros e de imagens é algo essencial, atemporal e universal...
Abaixo outra cena do referido filme em que ostra no ano de 1966, a ideia de uma TV futurista interativa como tempos hoje com as smarTV:



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Talvez amor: curta-metragem de animação que trata de memória, história e imaginação




O vídeo acima, que intitulei Talvez Amor, por conta da canção de fundo (Perhaps Love), na voz de Plácido Domingo e John Denver, é um belíssimo curta-metragem de animação que encontrei nos vídeos correlatos do Facebook, enquanto assistia a outro, e serve para tratar de memória, história, imaginação, afeto, arte, cultura e muito mais. br /> Elaborado em uma linguagem simbólica, permite diversas interpretação e adaptações, seja na forma lúdica com crianças ou na abordagem mais crítica com adolescentes e adultos.
A partir da leitura dos comentário do referido vídeo no Facebook, pude apurar que o "cantor John Denver sofria de depressão e cometeu suicídio. Morreu parece que pilotando um aeroplano", segundo uma manifestação.
A depressão e o suicídio têm tido números alarmantes, não apenas entre jovens, e é algo que deveria ser discutido na família e na escola.
Enfim, é um vídeo que permite múltiplas abordagens e é uma pequena declaração de amor, no sentido mais universal.

A Química do Amor em pleno Dia dos Namorados: uma aula diferenciada e interdisciplinar




O vídeo acima A Química do Amor foi indicação dos professores Renata Ongarato e Allan Magalhães, respectivamente, de Química e de Biologia meus colegas no Colégio São Pedro, escola de ensino médio de Rio Grande (RS), Brasil, onde leciono Literatura e Produção textual.
O vídeo foi apresentado aos alunos dentro da programação da escola, em aula interativa e interdisciplinar, no Dia dos Namorados (12/6) no Brasil e foi bem interessante a receptividade de todos inclusive os demais professores que interagiram ao final com todos os alunos, em outras atividades envolvendo o Amor nas mais variadas perspectivas.
A educação e o afeto, precisam andar de mãos dadas, na pedagogia do cotidiano, entre pais e filhos, professores e alunos neste processo de "educação sentimental" que envolve (ou deveria envolver) a família, a escola e a sociedade.
Abaixo, outro vídeo interessante em que Cientistas explicam química do amor através de comandos do cérebro:



terça-feira, 12 de junho de 2018

AMA: prenda a respiração e mergulhe profundamente nesse balé subaquático (underwater dance)




O vídeo acima de impressionante coreografía subaquática, descobri na página do Facebook da amiga Van Luchiari , uma talentosa cantora, compositora, poeta e escritora de Ribeirão Preto (SP), Brasil. Ao pesquisar nos comentários do referido vídeo, descobri que "A dançarina é uma mergulhadora de profundidade chamada Julie Gautier e também faz filmes. Esse vídeo foi feito na Itália na maior piscina do mundo. Ela dedica a todas as mulheres do mundo, mas ele foi inspirado nas mulheres japonesas que mergulham sem equipamentos para buscar ostras".
Fonte: https://mymodernmet.com/underwater-dance-julie-gautier/".
Segundo dados: "O curta-metragem estreou em mais de 40 exibições públicas em todo o mundo no Dia Internacional da Mulher (8 de março de 2018) e é dedicado 'a todas as mulheres do mundo'. A artista explica: 'Para mim, este filme é uma maneira de diga: você não está sozinho"."
Abaixo, o vídeo completo, intitulado AMA, de Julie Gautier:

AMA - a short film by Julie Gautier from Les films engloutis on Vimeo.



Vídeo e dança que me lembram, de forma intertextual, uma citação da grande escritora Clarice Lispector: "Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento", fragmento do livro "Perto do coração selvagem".

domingo, 10 de junho de 2018

Conectados: Campanha de escola para os pais largarem o celular quando estiverem com os filhos




O vídeo acima Conectados foi indicação de minha colega e esposa Elisabete Brasil Roig, educadora de Rio Grande (RS), Brasil, de material recebido pelo WhatsApp e trata-se de campanha de escola para que os pais larguem o telefone celular quando estiverem com os filhos.
Uma letra legendada e a vozes das crianças que emociona e sensibiliza, já em seus versos iniciais: "De corpo presente, cabeças ausentes/ Visitando um mundo paralelo".
Para refletir sobre as conexões nossos de cada dia, sejam elas afetivas ou digitais... Da importância da família dos pais e/ou responsáveis na formação e acompanhamento da vida escolar e social dos alunos. A autêntica conexão sem fio é aquela que permanece, mesmo após o corte do cordão umbilical.
Para conectar com o vídeo acima, recomendo o vídeo abaixo A participação dos pais na vida escolar dos filhos, relativo à matéria do Jornal Futura, do Canal Futura:



Recomendo, por fim, a fala de Sueli Gehlen Frosi sobre o Papel da família na educação:



terça-feira, 5 de junho de 2018

"Perguntas de um operário que lê", poema atemporal e universal de Berthold Brecht (Uma Poesia Todo Dia)




O vídeo acima Perguntas de um operário que lê, encontrei no YouTube e trata-se da edição de poema do dramaturgo Berthold Brecht e bem apropriado ao momento, já que nas redes sociais criou-se recentemente mais uma falsa polêmica a partir de comentário de uma jovem que criticou o fato de ex-presidente e ex-operário, justamente dizer que lê cerca de 55 páginas por dia..., algo que para ela é impossível de se realizar... Dali em diante, muitos prós e outros contras comentam da possibilidade ou da impossibilidade de atingir tal meta...
Sem discutir o mérito político e ideológico da questão, há que se convir que para quem não tem o hábito da leitura 2, 3 páginas já são um tormento... Mas dependendo do livro e do autor, o editor deste blog educacional, chega a ler quase 30 páginas em pouco mais de uma hora... Tudo é relativo... Assim como para um atleta, correr cem metros em menos de 10 segundos é algo provável, para quem vive uma vida sedentária é um desafio impossível de realizar... Todo texto depende de um contexto, assim como que toda crítica deveria ser antecedida de uma boa autocrítica...
Para quem não lê com frequência, não importa se 5 ou 50 páginas, se são 5 ou 55 palavras, frases, todas serão um martírio seja um estudante, um operário, qualquer cidadão...
Saber ler o mundo, não importa em quantas páginas, imagens ou palavras é essencial a qualquer cidadão...
Por sinal, "Perguntas de um operário que lê" é um texto atemporal e universal, que todos deveriam ler..., pois o mesmo destaca o papel dos trabalhadores, nem sempre valorizados, mas os legítimos construtores das grandes obras da Humanidade.

sábado, 2 de junho de 2018

Meu caminho: A linguagem do corpo unindo a música e às leis da física num balé encantador em um tablado giratório




O vídeo acima Celui qui tombe (Aquele que cai), foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de deslumbrante espetáculo musical e de dança de Yoann Bourgeois que une arte, cultura, as leis da física o lirismo, a poesia e o encantamento em uma belíssima coreografia...
O revezamento de movimentos e posições entre os dançarinos é estupendo e o desenho dos corpos no tablado giratório é algo que encanta, aliado a canção My Way (Meu Caminho), um clássico da música universal, na voz inconfundível de Frank Sinatra.
De certa forma, parece uma metáfora do viver, cheio de obstáculos a serem superando, alguns coletivamente outras de forma individual... Muitos ficam pelo caminho e poucos conseguem realizar seus sonhos...
Um belo material para múltiplas reflexões...

sexta-feira, 1 de junho de 2018

A Escola (do Rock) e o professor que descobre e adapta os talentos de seus alunos ao cotidiano escolar




O vídeo acima Épica cena do filme Escola do Rock descobri no YouTube, e como o nome indica, trata-se de fragmento do divertido filme Escola do Rock, que conta a história de uma escola de música, em que o professor é um roqueiro que adapta o talento de seus alunos (a maioria com formação em música clássica) à uma banda de rock.
Usando essa cena como metáfora da própria educação, podemos comparar essa situação do cinema ao cotidiano escolar, em que o professor precisa saber fazer a devida transição entre o classicismo, seja musical, literária, historiográfico e tudo mais, do ensino formal para as novas relações educacionais, incorporando o novo ao tradicional, adaptando o conhecimento prévio que o aluno tem aliado ao conteúdo que o professor precisa passar ao educando. Muito da didática deve-se à metodologia utilizada em sala de aula.
Saber respeitar as características de cada aluno, procurando estabelecer um trabalho coletivo (e a banda de rock é uma boa metáfora para isso) é algo essencial ao educador do século XXI. Afinal, a atual geração, este blog sempre destaca, é muito vinculada ao audiovisual, à música, à dança, aos jogos, etc.
Recomendo aos educadores, sejam pais ou professores, que assistam com seus filhos e alunos esse interessante filme.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

O papel do professor na escola inclusiva, por Maria Teresa Égler Mantoan, na Revista Educação




O vídeo acima Entrevista Maria Teresa Mantoan para a Revista Educação, foi indicação via grupo do WhaAppp sobre Inclusão, e consta de postagem no blog Química Acessível, e trata-se de material para reflexão sobre o "Papel do professor na escola inclusiva".
Maria Teresa Mantoan além de pedagoga é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped).
Mantoan é especialista, lançou o livro "Inclusão escolar - O que é? Por quê? Como fazer?" (Summus), e "ressalta a importância, os desafios e a obrigatoriedade, por parte das escolas, de acolher todos os alunos".
Abaixo, outra interessante entrevista de Maia Teresa Mantoan, no PROGRAMA CAPITAL NATURAL, com o tema Educação Inclusiva: