CRIADO (ABRIL/2009) PARA INDICAR VÍDEOS DE E PARA EDUCADORES, ALÉM DE SUGERIR DIVERSOS RECURSOS TECNOLÓGICOS COM FINS EDUCACIONAIS.
Imagens: 3 filmes indicados aos educadores: A Cor do Paraíso e Filhos do Paraíso, de Majid Majidi (Irã) e Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornattore (Itália).

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Pintura famosa de Edvard Munch "O Grito", animada ao som de Pink Floyd (intertextualidade)




O vídeo acima The Scream (O Grito), trata-se de criativa animação da famosa pintura O Grito (1893), de Edvard Munch, pintor expressionista norueguês, em que o animador romeno Sebastian Cosor dá vida unida a famosa canção "The Great Gig in the Sky" (1973), da banda inglesa Pink Floyd. Abaixo, versão de estúdio da canção The Great Gig in the Sky (O melhor show no céu, tradução livre do blog), do álbum The Dark Side of the Moon (O lado escuro da lua):



Saber ler uma imagem é tão importante como interpretar um texto escrito.
E o vídeo em questão é um pequeno exemplo de como a intertextualidade e a interdisciplinaridade podem funcionar na prática, a partir da junção de áreas distintas do conhecimento humano, através de sobreposição da arte plástica com a música, do cinema com a educação, pois é possível com um pequeno vídeo como este tratar de pintura, música, dança, história, tecnologia etc.
É possível trabalhar a questão da tecnologia em sentido amplo, que permitiu essa animação dar vida a uma obra de arte estática, incorporando a ela elementos sonoros, de movimento, graças a criatividade do autor. É uma releitura animada e sonora de uma obra fixa, de uma belíssima peça de museu.
O que era estático, tornou-se móvel, como a própria questão da metodologia e da tecnologia no cotidiano escolar devem ser pensados noutro contexto, de mobilidade, de outros ambientes de aprendizagem, além da sala de aula (laboratório de informátca, sala de vídeo, teatro, biblioteca, saídas de campo) que proporcionem a mobilidade do professor, dos alunos e dos equipamentos, não tão fixos à mesas e cadeiras e a salas de aula tradicionais. Que a sala de aula possa ser móvel, nesse sentido, podendo ser levada para um museu, um teatro, um palco, uma rua, qualquer parte.
Promover esse diálogo e mobilidade entre arte, cultura e sociedade com a comunidade escolar, diretamente entre professores e alunos, e indiretamente, convidando pais e/ou responsáveis para assistirem ao resultado dessas experimentações, é um dos grandes desafios do educador do século XXI, que precisa ser um mídia e arte educador. Afinal, público e notório que a arte é uma linguagem universal, que qualquer pessoa, independente do idioma e país em que viva será sensibilizada por uma canção, uma pintura, uma manifestação artística, que poderá ser o fio condutor de uma boa dinâmica de grupo, seja em um projeto de aprendizagem, numa atividade extra-curricular ou na prática escolar em geral.
Recentemente o Educa Tube Brasil destacou uma possível aula de história da arte através de um divertido videoclipe de uma banda pop, em que os integrantes desta se travestiam de personagens de famosas telas de grandes mestres da pintura universal, e igualmente trata-se de uma ação intertextual e interdisciplinar, comunicando-se música e artes plásticas, vejam logo a seguir:

A história da arte através de um criativo videoclipe

Para saber mais sobre a criativa e original animação de Sebastian Cosor, recomendo link abaixo (em inglês), do portal Open Culture (Cultura Aberta):

Edvard Munch’s Famous Painting The Scream Animated to the Sound of Pink Floyd’s Primal Music

Ainda sobre a intertextualidade das ates plásticas com a música, pesquisando sobre a obra de Munch, descobri que o pintor escreveu um poema, também intitulado O Grito (abaixo), que serve a um trabalho envolvendo igualmente a literatura:

“O Grito”

‘Estava andando pela estrada com dois amigos
O sol se pondo com um céu vermelho sangue
Senti uma brisa de melancolia e parei
Paralisado, morto de cansaço…
… meus amigos continuaram andando - eu continuei parado
tremendo de ansiedade, senti o tremendo Grito da natureza’
Edvard Munch

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Audiodescrição: recurso de acessibilidade transforma imagens em palavras e vice-versa




O vídeo acima AUDIODESCRIÇÃO em Festa de Casamento, encontrei por acaso no You Tube, enquanto ouvia canções, e trata-se, como apresentado, "de recurso de acessibilidade, de transformar imagens em palavras, para que a pessoa com deficiência visual transforme essas palavras em imagem mental" e este vídeo é um exemplo de inclusão e união entre a tecnologia e a sociedade, através de uma audiodescrição em um Casamento entre pessoas cegas, com padrinhos e convidados também cegos.
] A audiodescrição permite que deficientes visuais enxergarem pelos olhos de outra pessoa, que descreve as cenas como estivesse lendo um livro. A própria leitura de um livro é um exercício de imaginar algo que não se vê... Em que o aluno, seja cegou ou vidente, pode construir através da leitura de outro, todo um universo, como em um videogame, só que imaginando cenários, personagens, objetos etc, a partir de sua leitura de mundo. Um ditado visual e intertextual entre o que é contado por um e imaginado por outro.
Outros três exemplos de audiodescrição, são um belo curta-metragem, um blog que descreve imagens na web para quem não enxerga e a iniciativa de um pai que usa o WhatsApp paa contar histórias para amigos cegos, vide links abaixo, e uma pequena amostra das múltiplas possibilidades eque este recursos de acessibilidade permite:

"Carreto": Curta-metragem sobre inclusão com AD (áudio descrição)

As Meninas dos Olhos Audiodescrição: blog que descreve imagens das redes sociais para quem não vê

Pai decide usar Whatsapp para contar histórias para deficientes visuais

terça-feira, 30 de junho de 2015

“Há quem tenha medo que o medo acabe” por Mia Couto e a "cultura do Medo"


“Há quem tenha medo que o medo acabe” – Mia CoutoEm tempos de conservadorismo e retrocesso, de ataque aos direitos sociais e civis, tem se tornado hábito dos porta-vozes do atraso tentar, através do medo, impor sua ignorância e seus preconceitos ao conjunto da sociedade.Em uma das reuniões da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado Ivan Valente fez uso da palavra para se manifestar contra a redução da maioridade penal, afirmando que o Congresso Nacional deveria ser um espaço de legisladores e não de vingadores. Em sua fala, Valente mencionou um trecho de um famoso discurso do escritor moçambicano Mia Couto, intitulado “Há quem tenha medo de que o medo acabe”, numa referência a forma como os defensores da redução da maioridade penal fazem o debate, sempre apoiados em distorções que não levam em conta o conhecimento científico e os dados da realidade.Nesta semana, em que o tema voltou a ser discutido na Câmara e na mídia social, achamos que valia a pena relembrarmos Mia Couto, num alerta para que a sociedade não permita que nossa civilidade e humanidade sejam soterradas pelo medo e a ignorância.Mandato Ivan Valente – PSOL/SPPara ver a íntegra da fala de Ivan na CCJ, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=YqMALn2R8UYVídeo Mia Couto: https://www.youtube.com/watch?v=wSnsmM_3xrY&list=PLWyv0yoLVswgJua0UL52S10La8if__2gP

Posted by Ivan Valente on Domingo, 21 de junho de 2015


O vídeo acima “Há quem tenha medo que o medo acabe”, trata-se de fala do escritor moçambicano Mia Couto, proferida em Conferência sobre Segurança, no Estoril, Portugal, e que descobri via facebook do colega e amigo José Carlos Antonio, educador de Santa Bárbara do Oeste, SP, Brasil e editor do blog Professor Digital.
DE fato, conforme apresentação do vida na rede social, há que se refletir a questão de que "Em tempos de conservadorismo e retrocesso, de ataque aos direitos sociais e civis, tem se tornado hábito dos porta-vozes do atraso tentar, através do medo, impor sua ignorância e seus preconceitos ao conjunto da sociedade". E neste contexto e da "ausência de uma perspectiva histórica" (termo cunhado pelo escritor e jornalista Léo Gerchmann), pensar a questão do medo e seus desdobramentos, seja na "pauta impositiva" da mídia, que só destaca notícias negativas, seja na própria estratégia de marketing, de que tragédias dão maior audiência do que boas práticas educacionais, tecnológicas e sociais etc.
Basta ver os destaques das manchetes da mídia,seja impressa, digital, televisiva, radiofônica etc, sempre dando ao leitor, espectador e ouvinte uma sensação de medo. Zapeando canais à noite, são filmes de suspense e terror, muitos clipes apelativos, desenhos animados violentos etc, que "tudo junto e misturado", criam sim, uma cultura do medo, seja em micro como em macro escala.
Muitos discutem o endurecimento das leis, vide "dimuinição da maioridade penal", como se fosse uma solução definitiva para um problema que é estrutural e não apenas pontual. E "solução final" é uma ideia que remete a atitudes fascistas, que sabemos o que a História nos legou. Devemos antes debater e muito sobre questões estruturais da sociedade e não apenas medidas pontuais que não alteram esta estrutura, ás vezes, ancestral. Desconhecer toda a conjuntura e/ou interesses escusos por trás de medidas políticas ou meramente politiqueiras, sem um amplo debate com a sociedade é promover o medo, a vingança e não a justiça. Pessoas físicas, por serem humanas, sentem a necessidade da vingança, do antigo conceito do "olho por olho, dente por dente". Pessoas jurídicas, ainda mais se de direito público, como as instituições, devem garantir o amplo direito à defesa, coibindo falsos justiceiros e medidas populistas que visam interesses políticos ou geopolíticos.
A fala de Mia Couto, por si só, já é didática e permite ampliar o debate, seja na sala de aula ou na sala de casa...

sexta-feira, 26 de junho de 2015

WhatsAppeando sem parar: Humor e Reflexão sobre Tecnologia na Educação




O vídeo acima WhatsAppeando Sem Parar, descobri via Facebook da colega e amiga Ana Beatriz, educadora na UFPE, PE, Brasil e trata-se de propaganda de empresa de telefonia sobre o uso exagerado de comunicadores como o WhatsApp, e neste primeiro episódio é abordada de forma hilária a questão do uso no Restaurante, pelo grupo humorístico "Barbixas".
Ainda que pareça algo irreal, quem observa o cotidiano, vez em quando vê pessoas reunidas em grupos, conversando entre si, via redes sociais. Confesso que em um evento, para não atrapalhar uma palestra, conversei com colegas envolvidos com o tema: Tecnologias na Educação, via Facebook, Twitter e MSN, sem deixar de prestar atenção ao palestrante.
Mais de que uma crítica é um bom material para o debate das TIC (Tecnologias de Inofrmação e da Comunicação), das redes e midias sociais e dos comunicadores, tipo Messenger e o próprio WhatsApp na educação, como meios de atingir uma finalidade e não a finalidade em si.
Para se debater também sobre as possibilidades de estar conectado ao mundo virtual e também da necessidade de termos atividades off line, de estarmos off line.
A muitas possibilidades de educadores se conectarem a outros eduacadores, de forma online, mas também requer que sejam pensadas interações off line. Discutir a questão da super exposição digital com os alunos, dos cuidados que se deve ter com certos dados na internet etc.
Segue link sobre utilização do WhatsApp na Educação:

WhatsApp: Colégio usa aplicativo para se comunicar com pais de alunos e Projeto o utiliza para contar histórias a crianças

Pai decide usar Whatsapp para contar histórias para deficientes visuais

A Santa Ceia e as Redes Sociais: Reflexão sobre o Twitter, Facebook, Whatsapp Nossos de Cada Dia...

Abaixo, outro vídeo divertido, o Episódio 2: Futebol, de WhatsAppeando sem parar:



Por fim, o impagável Episódio 3: Vidente, de WhatsAppenado sem parar:



quinta-feira, 25 de junho de 2015

Lego Poema ou Poesia em Blocos: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento




O vídeo acima Lego Poesia: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento trata-se de entrevista de 23/06/2015, dada ao programa FM Café, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), sobre o projeto LEGO POESIA: Oficina de Criação Literária e Multiletramento, desenvolvida por José Antonio Klaes Roig (editor do blog Educa Tube Brasil), em parceria com as professoras Marilene Nichele, da rede pública municipal, e Daniele Medeiros, da rede pública estadual da cidade do Rio Grande (RS), Brasil.
Como o nome indica, o referido projeto oficina de criação literária para alunos do ensino fundamental. Tal oficina consistia em utilizar peças coloridas de montar (tipo Lego) e livros de histórias infantis para despertar o interesse pela poesia nos alunos de 4º e 5º anos da.
Amparada na Aprendizagem Significativa e na Flexibilidade Cognitiva (conceitos do Construtivismo), a atividade foi dividida em três momentos:
1º) Sensibilização dos alunos, mostrando o ato de ler (e o de escrever) através do jogo de montar peças coloridas, em que cada letra junta a outra forma sílabas, que formam palavras, frases e versos, textos, contos e poemas.
2º) Cada aluno pegou, em uma caixa, três peças coloridas de tamanhos e cores diferentes para tentar montar algo (objeto, animal etc.). Muitos alunos formaram figuras semelhantes, mas, para o imaginário de cada um, era uma escada, um telefone, um trem. Foi comentado sobre a questão do imaginar coisas e inventar personagens e causos, que não deixam de ser formas de montar e contar histórias.
3º) Cada aluno escolheu um livro infantil, alguns com texto apenas, outros com imagens. Solicitei que fechassem os olhos e abrissem o livro em qualquer página e, ao abrir novamente, que os olhos escolhessem uma palavra ou imagem. A seguir, no quadro da sala de aula, munidos apenas de giz, os alunos escreveram todas as palavras escolhidas. Por fim, com um grupo maior de palavras, foi feita uma pequena história e um poema.
No ano seguinte, surgiu na escola o projeto derivado “Conhecendo, construindo e encantando com poemas e poesias", organizado pela professora parceira, que expôs o resultado a pais, alunos e professores da escola através de atividade denominada "Varal da Poesia". Houve apoio de uma panificadora da cidade para estampar no papel de embrulho de pães os trabalhos poéticos (poema e poesias) dos alunos.
Abaixo, link para vídeo sobre o projeto derivado do Lego Poema ou Poesia em Blocos, desenvolvido pela professora Marilene Silva com seus alunos:

Projeto "Conhecendo, construindo e encantando com poemas e poesias" (arte, cultura, educação e sociedade)

A segui, link para texto produzido por José Roig, a convite do portal Rioeduca.net: maior rede de educação municipal da América Latina, pertencente à SME - Secretaria Municipal de Educação, do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, onde consta breve relato sobre o Lego Poesia, com algumas imanegs sobre o mesmo:

Lego Poesia: Oficina de Criação Literária e o Multiletramento

quarta-feira, 24 de junho de 2015

A regra é clara, mas às vezes alguns complicam tudo! (Esporte, futebol e educação)


Um time comemorou demais após fazer um gol em um campeonato infantil e deixou o adversário na bronca. Aí depois aconteceu de tudo: gol "antiético", protesto... dá uma olhada - http://bit.ly/1LqhT4e

Posted by UOL Esporte on Segunda, 22 de junho de 2015


O vídeo acima, que batizei de A REGRA É CLARA, é alusão a frase famosa do ex-árbitro de futebol e atual comentarista de arbitragem Arnaldo César Coelho, que apitou a final da Copa do Mundo na Espanha, em 1982. Mais que uma frase, tornou-se um jargão, ora usado no sentido objetivo, ora com ironia, para tratar de erros e acertos dos árbitros.
O referido vídeo foi compartilhado comigo e outros pais, pelo amigo e esportista Jandir Aragon, de Rio Grande, RS, Brasil, na linha do tempo do Facebook e trata-se, como lá comentei, de ótimo material para discutir as relações entre esporte, ética, educação e sociedade. Além do "Sobrenatural de Almeida", presente no chute falho do garoto com o gol aberto. Ato falho? Freud explica? E o mais incrível, o acesso de raiva do menino, depois do incidente.
Em suma, conforme apresentação do UOL Esportes: "Um time comemorou demais após fazer um gol em um campeonato infantil e deixou o adversário na bronca. Aí depois aconteceu de tudo: gol 'antiético', protesto..."
Como bem destaca, nos comentários do vídeo, o perfil Atletas Acwd Trevo (Projeto Esportivo): "Erros contínuos, mas os principais são dá arbitragem que autorizou o inicio do jogo sem o mínimo de atletas em campo e o principal do treinador adversário que deu o comando pro time dele atacar sem os outros meninos estarem prontos... Dai por diante foi só loucura..."
De fato, uma sucessão de erros por quem deveria, justamente, impedir que tais situações ocorressem, ainda mais em se tratando de crianças e jovens que tem no adulto seu espelho. Todo adulto é um educador que ensina, direta ou indiretamente, aos mais jovens pelo que chamo de a pedagogia do Espelho. Todos aprendem a falar, andar, viver, espelhando-se nos pais e/ou responsáveis.
Mais do que ter regras claras, há que ter igualmente critérios cristalinos para ambos, sem ter dois pesos e duas medidas, como muitas vezes observamos no cotidiano, seja em árbitros de futebol, juízes de direito, comentaristas de resultado, professores, pais etc.
O Educa Tube Brasil pensa que o erro faz parte da aprendizagemn; que errar é humano, já diz a longo tempo a sabedoria popular, mas que um erro não justifica outro, e outro, e outro, como no vídeo em questão.
O regramento esportivo, o ordenamento jurídico são necessários a qualquer convívio social, justamente para impedir a barbárie. Porem, mais do que regras, há que se estabelecer de antemão, quais são os critérios de avaliação, e assim feito, mantê-los iguais para os dois lados. Se for errar, que seja com ambos, e se acertar igualmente; não importa se num campo de futebol, numa sala de aula ou na sala de casa. E, constatado o erro, que ele seja desfeito o quanto antes e não o contrário: que um erro acabe indevidamente justificando outro e assim por diante, como no vídeo acima.
Mais que uma "pegadinha" ou "videocassetada", que são comuns em programas de humor, este flagrante de um jogo de futebol entre crianças serve a diversas observações, debates e reflexões entre pais e filhos, professores e alunos, pois há ali inúmeros elementos que possibilitam trabalhar conceitos e princípios como a ética, o espírito esportivo, o respeito às regras, o jogo limpo, o profissionalismo - ainda que em evento amador - etc.
Um ótimo material para todos os educadores - sejam pais e/ou professores - façam sua autocrítica, autoavaliação dentro das regras do jogo social em que todos têm o seu papel social na arbitragem de conflitos (e não na criação destes).

terça-feira, 23 de junho de 2015

Engenharia interessante: Modelos estruturais (Da teoria à prática na educação)


Structural Model

Structural ModelMeet www.interestingengineering.com

Posted by Interesting Engineering on Segunda, 6 de abril de 2015


O vídeo acima Modelo estrutural, descobri via Facebook da colega e amiga Ana Beatriz, educadora na UFPE, PE, Brasil, a partir de página Interesting Engineering (Engenharia interessante)e trata-se do que chamo da unir a teoria à prática, de forma didática.
Diversos princípios (conceitos) são apresentados como: Ligação de base, coluna, peça de montagem, ligação rotulada, viga, ligações rotuladas, ligação hipostática, contraventamentos, compressão, tração, pórtico indeslocável, ligação rígida, pórtico deslocável, momento, ligações rígidas, estrutura hiperestática, estrutura isostática e estrutura hipostática.
Ainda que não seja das exatas, mas das humanas, vejo que na vida em sociedade, vislumbramos algumas dessesas estruturas na prática, ainda que de forma intuitiva. Entretanto, pensando a educação no sentindo amplo e universal, este material serve para refletir sobre os diversos "modelos estruturais" de nossa sociedade, sejam eles rígidos, tradicionais e consevadores, sejam flexíveis, maleáveis, progressistas...
Transpondo as leis da física dos corpos às almas de algumas pessoas, assistimos, às vezes, pensamentos pontuais e monolíticos querendo ser estruturantes da sociedade, seja na estrutura do modelo familiar, da orientação sexual, religiosa, política, educacional etc.
Muitos, sem o devido conhecimento dessa arquitetura, não se sustentam em seus polêmicos modelos estruturantes de si mesmos, querendo levar e elevar aos demais.
A tentantiva de impor modelos generalizantes, redundantes e/ou reducionistas de uns a todos, não se sustentam por muito tempo, justamente por falta de base sólida, de alicerce e fundações concretas. Frutos de leituras rasas de mundo, a partir do próprio UMbigo.
A construção do conhecimento, o Educa Tube Brasil sempre destaca em diversas postagens, assemelha-se e muito à construção civil, justamente por que requer que o ensino básico (alicerce e fundação do próprio sistema nacional de ensino) seja sólido, planejado e bem executado, feito de baixo para cima. E que o acabamento, venha em sentido inverso, de cima para baixo, como em um prédio de diversos andares (graduação, especialização, pós-graduação etc).
Não basta ter teoria sem a experimentação, seja na engenharia como na educação; da mesma forma, só a prática sem o referencial teórico, carece tambem da devida sustentação e continuidade. Torna-se muitas vezes o modelo estrutural de um castelo de cartas que ao primeiro vento ou tremor, desaba...
Unir os fundamentos, os conceitos, os principios das Humanas às Exatas, e vice-versa, evitam vícios de construção, como rachaduras, fissuras, infiltrações, vazamentos, tombamentos etc.
Ainda que seja uma digressão, além do que o vídeo contém, acho que a metáfora da física, da engenharia civil à engenharia social, que é a própria Educação, é pertinente. Salvo alguma correção.

E já que abordei nesta postagens, temas como engenharia, física, construção civil, sustentabilidade e outros, recomendo a postagem abaixo, Construção civil e desenvolvimento sustentável, da Prof. Luciane Kawa, Química Especialista em Meio Ambiente, Sustentabilidade e Psicopedagogia, editora do blog Química, Meio Ambiente e Edificações:

Construção civil e desenvolvimento sustentável

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sala de Aula do Futuro – Um Mundo que nos Alcança (Tecnologia na Educação)




O vídeo acima Technology in Education: A Future Classroom (Tecnologia na Educação: Sala de Aula do Futuro), trata-se de criação de Daniel Nemroff e descobri via Twitter do colega Juan Domingo Farnos, educador de Santa Bárbara, Cataluña, Espanha, editor do blog Disruptive.
Um vídeo que se comunica com outros dois, links abaixo, intitulados Um dia de vidro e Um dia de vidro 2, que trazem em si o mesmo conceito de mobilidade e flexibilidade de transferÇencia de dados através de superfícies planas tipo vidro:

Um dia feito de vidro (versão brasileira)

Um dia feito de vidro 2

Se a Sala de Aula do Futuro será mesmo assim, há uma grande possibilidade, mas sempre torno a destacar que o importante sempre será a metologia a ser utilizada que dê sentido, significação às Tecnologias da Informação e da Comunicação a serem empregadas; pois datashow não transformou tanto assim o que antes era feito com o retroprojetor... As tecnologias se alteram em períodos cada vez mais curtos. Entretanto, com criatividade, usando tecnologias de ponta ou não, é possível, com uma metodologia criativa, inovar e transformar a sala de aula em um espaço de futuro...
A título de curiosidade, vejam como, se internamente a sala de aula é inovadora e feita de vidro, a escola retratada em seu exterior, não difere muito do padrão clássico... Independente da arquitetura interna e externa da escola, o importante sempre será a metodologia empregada pelos professores, não importa se tenha uma arquitetura externa tradicional e um interior high tech ou vice-versa.

domingo, 21 de junho de 2015

"Caminhão transparente": Mais que um conceito para reduzir acidentes nas estradas




O vídeo acima Samsung Safety Truck, descobri na rede social, através da Revista INFO Oline e trata-se de iniciativa de empresa de tecnologia, em mais uma iniciativa criativa e original, de possibilitar que recursos tecnológicos tenham também um caráter social.
No caso, o conceito de "Caminhão transparante" é uma iniciativa de acoplar em um Safety Truck (caminhão de segurança) rodando pelas estradas da Argentina, além de um painel de LDC em sua traseira, câmeras em sua dianteira, transmitindo imagens do trãnsito na estrada àqueles motoristas que desejem efetuar uma ultrapassagem segura.
Conforme notícia da Revista INFO Online: "O conceito de 'caminhão transparente', no entanto, não é novo, como lembra o site americano The Verge. Em 2009, designers russos já haviam introduzido a ideia. A diferença é que agora o projeto saiu do papel e, realmente, ganhou as estradas".
Da teoria à prática, um exemplo de tecnologia e iniciativa social que pode ser pensado este conceito de "transparência" na educação, pelos educadores, deixando mais claros os objetivos de seu conteúdo ao aluno, já no início do ano letivo, justificando o sentido de tudo que será usado, a metologia aliada a uma didática adequada a cada turma, dsiciplina e conteúdo, para uma ultrapassagem tranquila de ano e série naquele processo de ensino-aprendizagem.
Não podemos ficar estacionados no tempo, ou impedidos de seguir adiante por conta de pré-conceitos, preconceitos e resistência, seja na utilização de TIC, mídias e redes sociais no ambiente escolar, por conta do desconhecimento de suas possibilidades. Para isso existe as prórpias mídias e redes sociais em que professores do século XXI compartilham suas dúvidas e certezas, suas descobertas, metodologias e reflexões sobre seu fazer pedagógico.
O sentido da Tecnologia na Educação, mais do que o ver adiante, é divulgar o presente, as práticas escolares, às vezes feitas de forma convencional, mas que precisam ser divulgadas a outros educadores, escolas e comunidade, seja por meio de redes sociais, blogues etc.
Não somos caminhões, mas transportamos dentro de nós um vasto conhecimento que deve ser socializado com os alunos, não apenas no conteúdo a ser ministrado, mas nas experiências de vida, nos erros que geraram acertos, nos acertos que proporcionam adaptações a outras ideias, de terceiros ou não, do trabalho colaboativo com outros professores e com os alunos, em coautoria etc.
A estrada é longa, um caminho com curvas acentuadas às vezes ou com longas retas, túneis e tudo mais, assim como a vida, e saber dirigir por este trajeto educacional e social é um desafio maior, e se incorporarmos a ele outros conceitos doutras áreas do conhecimento, mais seguro será esse percurso...

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Slip: "A dança mais sublime do mundo" e os Desenhistas do Movimento




O vídeo acima, Slip, encontrei nas redes sociais, denominando-o, apropriadamente de "A dança mais sublime do mundo", o que o Educa Tbe Brasil concorda, por conta da incrível sincronia de movimentos entre o casal, que mantém-se unido até o trem passar e tudo se dispersas nesta belea coreografia de Phillip (Pac Man ) Chbeeb e Renee Kester.
Slip pode ser traduzido de diversas formas como escorregar, deslizar, desatardesequilibrar-se, salto um ponto etc.
Phillip é coreógrafo e dancarino e possui um canal de vídeos, com seu apelido, PAC MAN.
No referido canal é possível assistir diversos vídeos e criativas coreografias, mas a que mais me chamou a atenção é a intitulada Movement Designers (Desenhistas do Movimento, tradução livre deste blog), com uma incrível sequência de movimentos em uma coreografia criativa e original:



A dança, a música, e as artes em geral são incríveis formas de comunicação e expressão... E a atual geração, extremamente audiovisual pode ser sensibilizada, através delas, seja para uma atividade de educação física, como até para uma aula informal de física e ciências, através da intertextualidade deste e de outros vídeos, como o Educa TUbe Brasil já propôs noutra postagem, em parceria com o professor de física José Carlos Antonio, editor do blog Professor Digital, conforme link abaixo:

O corpo que entende a física: Le Parkour (o percurso) da teoria à prática (desportiva)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ensinar Exige Rigorosidade Metódica, In: Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire (canal de vídeos)




O vídeo acima Ensinar Exige Rigorosidade Metódica é mais um da série Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, produzido pelo Prof. André Azevedo da Fonseca, a partir da obra do grande educador brasileiro é um interessante projeto de divulgar o pensamento frereano, através de pequenos vídeos didáticos.
Conforme apresentação do prof. André Fonseca: "Para Paulo Freire, um professor verdadeiramente democrático é aquele que não apenas tolera, mas encoraja o questionamento, o debate e a crítica dos alunos ao conteúdo da matéria".
Fonseca, citando Freire, diz que o método mecânico, memorizador não estabelece relação com o mundo real, não há dialética, é maniqueísta, mero reprodutor do que já vem pronto, acaba idealizando o que não vê, para o bem ou para o mal...
De fato, na dinâmica ensino-aprendizagem frereana, o leitor precisa interferir no texto, duvidar do autor, sujeito da compreensão do livro que lê, e este leitor, quando aluno precisa desenvolver essa leitura crítica de mundo, respeitando os ciclos do conhecimento, que são o ensinar, o aprender e o pesquisar.
Pensando a questão do método, o Educa Tube Brasil ten destacado há tempos que só se consegue o domínio de classe se antes o educadro possui o domínio de conteúdo, aliado a uma metodologia adequada e uma didática que dialogue com o alunado. Este rigor é necessário justamente para que os objetivos sejam alcançados de forma eficiente, simples e contínua.
No canal do You Tube Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, é possível assistir também a outros vídeos produzidos pelo prof. André sobre a cada vez mais contemporânea obra de Paulo Freire.

O Educa Tube Brasil recomenda o portal educacional do Prof. André, no link abaixo:

Prof. André Azevedo da Fonseca

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Oceano Perpétuo: As correntes dos oceanos, em visualização criada pela NASA! E a obra de Van Gogh


As incríveis correntes dos oceanos, em uma visualização criada pelo Centro Goddard da NASA!Para mais vídeos incríveis curta a Revista Galileu

Posted by Revista Galileu on Quarta, 10 de junho de 2015


O vídeo acima, Perpetual Ocean (Oceano Perpétuo), encontrei no facebook e trata-se de "incríveis correntes dos oceanos, em uma visualização criada pelo Centro Goddard da NASA" e como bem destacou Herman Sales, nos comentários do referido vídeo: "Parece uma obra de Van Gogh". Realmente o movimento das correntes lembra os efeitos dos céus estrelados do pintor holandês.
Um ótimo material para aulas de geografia, ciências, bem como para tratar de temas como educação ambiental e meio ambiente.
Aliás, uma curiosa "intertextualidade" entre arte e meio ambiente.
Para assistir a outros vídeos interessantes, basta clicar no link abaixo, para a página da Revista Galileu, no Facebook:

REVISTA GALILEU - VÍDEOS

E para comparar a animação feita pela NASA, a partir de estudos das ondas dos oceanos, com a obra de Van Gogh, recomendo outras postagens do Educa Tube Brasil sobre o mestre holandês, logo abaixo:

Van Gogh Shadow: arte viva em animação 3D

Vincent van Gogh The Complete Gallery HD

Abaixo, um artista reproduz a obra do mestre Van Gogh e dá pra perceber melhor a "ondulação" de seus céus estrelados:

Art Reproduction (van Gogh - Starry Night) Hand-Painted Step by Step

Natureza Brincante e o Território do Brincar: Um encontro com a criança brasileira




O vídeo acima Natureza brincante, integrante do projeto Território do Brincar, que é iniciativa de mapear brincadeiras de criança que ocorrem pelo país, e que encontrei no You Tube e que conta com apoio do Instituto Alana.
Como direção de David Reeks e Renata Meireles, trata-se de um curta-metragem mostrando diversas brincadeiras de meninos do Lajedo e Peroba, no Ceará, Brasil, atravéz do trabalho de pesquisa de Gandhy Piorski, que segundo apresentação do vídeo: "tinha feito com eles ao longo de meses, [e] já estavam bem acostumados de mostrar as maravilhas que sabiam fazer".
Conforme narração, ótimo material para discutir a "relação entre o corpo da criança e o corpo da natureza", e mais que isso, entre o próprio ato de brincar e de educar, que requer justamente esse olhar de pesquisa, de observação, de percepção de possibilidades de todos aprenderem uns com os outros.
Registrar brincadeiras que existiam antes do ingresso dos jogos eletrônicos, do computador e da internet na vida das crianças é algo que se consegue obter ainda em áreas rurais, nem tanto nas urbanas, ams mesmo assim, é possível reeducar o olhar das crianças para outras possibilidades de brincadeiras, sem a necessidade de estar conectado a fios ou sem fios, mas à natureza, ao meio ambiente, ao entorno de sua casa, escola e comunidade.
Mapear e divulgar essas brincadeiras é algo inestimável para a cultura, a arte, a educação e a própria sociedade e conta com apoio do Educa Tube Brasil.
A partir de vídeos e inciativas como estas, professores de artes, história, geografia etc podem trabalhar em oficinas inter e multidisciplinares, com temas transversais como tecnologia e meio ambiente, entre outros.
Algumas falas são emblemáticas como: "As crianças têm a capacidade de falar organicamente, do fundo da alma e do coração deles"; que o "a brincadeira é o modo de experimentação primeira nossa, de se apropriar e desmontar o mundo" e que "o peso da matéria precisa ser real, pois a imaginação reconhece o percurso, se a matéria é falsa, a imaginação desconfia do percurso e não cria elos"; que "os adultos sentem-se ameaçados diante das crianças, que são incomodas, as crianças atrapalham a nossa qualidade um pouco prosaica de querer ficar cômodo num lugar"; então, estabelecer essa conexão sem fio com a alma e coração dos alunos e filhos é essencial ao educador do século XXI, seja ele pai e/ou professor; pois com base nesse conhecimento de mundo e imaginário infanto-juvenil é possível estabecelecer também estratégias de interação e de educação. Afinal, viver e educar, pensa o Educa Tube Brasil, é desacomodar-se e desacomodar o outro...
De fato: a brincadeira da autonomia à criança para se inserir no mundo.
Abaixo, Vídeo de estreia do Projeto Território do Brincar: UM encontro com a criança brasileira:



A seguir, link para o canal de vídeos do Território do Brincar:

TERRITÓRIO DO BRINCAR - CANAL DE VÍDEO DO YOU TUBE

terça-feira, 16 de junho de 2015

"Carreto": Curta-metragem sobre inclusão com AD (áudio descrição)




O vídeo acima Carreto, foi indicação via Facebook da colega e amiga Sabrina Sadoke Kehl, educadora em Armação de Búzios, RJ, Brasil.
Trata-se de curta-metragem com AD (áudio descrição), produzido por Cláudio Marques e Marília Hughes e foi um dos 11 curtas selecionados para integrar a primeira mostra inclusiva de cinema da Bahia.
Um curta encantador e comovente que fala amizade e solidariedade, como Sabrina destacou quando fez esta bela indicação, mas também de inclusão, de alteridade, de sociedade em sentido mais amplo.
Por ter áudio descrição, o referido vídeo já promove a inclusão de pessoas com deficiência visual, que podem ouvir a história narrada. Material para discutir as múltiplas deficiências existentes no cotidiano escolar e social.
O Edica Tube assistiu a primeira vez, apenas a áudio descrição para justamente fazer esta experi^Çencia de alteridade, posteriormente assistindo na segunda vez o vídeo completo. Professores podem trabalhar estas duas ou mais possibilidades com seus alunos, na questçao da inclusão, inclusive, o vídeo apenas com imagem para ouvintes e surdos possam ver e relatar o que entenderam da história.
Pensar a educação, requer pensar também a afetividade dela decorrente entre pais e filhos, professores e alunos e a comunidade escolar.
No início, a menina engatinha, pois não pode caminhar, e há nos fundos da casa do menino uma cadeira de rodas com defeito.
O menino, sansibilizado pela situação da menina, pega seu carrinho de mão, e leva a cadeira de rodas para o conseto> Passa por um, dois mecânicos recusa, e ninguém encontra solução. Eis que aí entra a ideia que o Educa TUbe Brasil sempre discute com colegas, amigos, em cursos, formações, palestras e atividades diversas: "Entre o ideal e o possível, lute-se sempre pelas condições ideiais, mas sem esquecer de neste período lida com as possibilidades, usando da criatividade, simplicidade, originalidade, promovendo a continuidade".
E no curta-metragem ocrre justamente isso: diante da impossibilidade do conseto da cadeira de rodas, o menino utiliza seu carrinho de mão, normalmente usado para "carreto", pequenos transportes de materiais diversos, para transportar sua amiga imposibilitada de caminhar.
Às vezes, com pequenas adaptações, podemos encontrar grandes soluções para os desafios do cotidiano.
Uma curta-metragem que serve como lição de vida àqueles que pensam a inclusão no sentido amplo, ainda que atuando de forma simples e eficaz.
Há que se conduzir, carregar, transportar quem pensa como nós nesta grande viagem da imaginação, que é o ato de educar. Sem querer, podemos também estar fazendo um pequeno "carreto" com nosso filhos, alunos, colegas, amigos, transformando coisas e transportando pessoas para o nossos ideais. E no vídeo em questão, o carreto torna-se um meio de transporte para a magia do cinema na educação.

sábado, 13 de junho de 2015

Olhe Para cima: Celulares inteligentes e Pessoas distantes (reflexão)




O vídeo acima Olhe Para cima - Celulares inteligentes e Pessoas distantes (Look Up), de Gary Turk, descobri no You Tube e é um convite à reflexão sobre o mundo em que vivemos, conectados ao vortual e desconectados da realidade às vezes.
A tela se torna mais espelho, e os selfies do facebook demonstram isso, do que janela para o mundo. O víível para uns é invisível para outros que passam a agir como pessoas robotizadas, enquanto a ciência tenta criar robôs humanizados.
A inteligência artificial e os tefenoes celulares inteligentes (smartphones). A realidade virtual e a realidade aumentada criando universos paralelos através dos jogos eletrônicos, um potencial a ser explorado pela educação.
Cada vez mais difícil saber o que é transitorio e o passageiro, no que tange às tecnologias.
Porém, pessoas cabisbaixas, sem olhar ao redor, acabam perdendo oportunidades por não observarem o mundo ao redor. O pretexto (a máquina), passa a ter mais importância que o contexto (a sociedade).
Vez em quando é bom faze expedições ao mundo dito real, desconectado do virtual, olhando para cima, para não nos distanciarmos das coisas que amamos.
Se os celulares são inteligentes, móveis, multifuncionais, seus usuários precisam agir da mesma forma, de forma inteligente, móvel e integrada à realidade.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

A história da arte através de um criativo videoclipe




O vídeo acima 70 Million, da banda franco-americana Hold Your Horses, descobri via Facebook do colega e amigo José Carlos Antonio, educador de Santa Bárbara do Oeste, SP, Brasil e editor do blog Professor Digital.
O criativo, divertido e originalíssimo videoclipe é uma pequena viagem através da história da arte e dos grandes mestres da pintura, conforme pode ser conferido no vídeo mais abaixo, intitulado Paintings Names of "70 Million", que divide em duas tela, e mostra a canção e interpretação da banda e os quadros originais.



Despertar o interesse dos alunos para a arte, em todas as suas formas e manifestações, é uma das estratégias que o professor do século XXI pode se valer, estimulando a pesquisa a partir de vídeos, clipes, músicas etc, inmterligando=as em seu fazer pedagógico, de forma individual ou interdisciplinar com algum arte educador.
Um clipe criativo, divertido, e simpoles de fazer, sem tantos efeitos visuais, apenas encenação de quadros; algo que vem ao encontro do conceito SSC (Simplicidade, sustentabilidade que permite continuidade), que o Educa Tube Brasil defende.
Vejam também, a seguir outro vídeo em que Hold Your Horses brinca com obras do impressionismo:



Outra descoberta do professor digital José Carlos Antonio é este vídeo que mostra a performance de duo formado por Danny Cudd e Markus Johansson que tocando um tambor de aço ao contrário, usando apenas as mãos e dedos conseguem extrair uma bela sonoridade, conforme a canção Once Again (Mais Uma Vez), de 2011, logo abaixo: