terça-feira, 14 de julho de 2020

"Voca Pampa": Céu, Sol, Sul, Terra e Cor (grupo vocal gaúcho e bela apresentação com distanciamento social)



Para aquecer os corações, Neste friozinho de rachar, Só ouvindo uma bela canção, Do nosso Rio Grande do Sul, Tomando um bom chimarrão!

Publicado por Wilson Rosa da Fonseca em Quinta-feira, 9 de julho de 2020


O vídeo acima, Céu, Sol, Sul, Terra e Cor, é uma bela apresentação do grupo Voca Pampa, de uma das canções mais famosas da MPG - Música Popular Gaúcha, dessa feita, em tempos de pandemia e isolamento social, em que os integrantes do grupo vcal mantém certo distanciamento durante a tomada das cenas pelo pampa do Rio Grande do Sul.
Como este blog tem destacado, mais do que nunca, em tempos de pandemia, a arte e a cultura é que preservam nossa humanidade e mantém nossa sanidade mental. Arte e cultura são linguagens universais e atemporais.
Música, dança, poesia, literatura, história, memória são formas de manter essa humanidade e preservar a sanidade...
Uma belíssima apresentação e arranjo vocal nesta terra de O Tempo e o Vento.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

"Travelers": viajantes do tempo e as pandemias, entre a ficção e a realidade, a educação e a sociedade (Episódio 05 da 2ª Temporada)




A imagem acima, da série de TV canadense TRAVELERS, sobre viajantes do tempo, comecei a ver recentemente, em função de comentário de amigos no Facebook Elenara Stein Leitão (de Porto Alegre, RS) e Paulo Ricardo Correa (Rio Grande, RS). Elenara foi além, me sugerindo ver o episódio 05 da 2ª temporada, intitulado "JENNY" (cena abaixo), em que é tratado o surgimento veloz de uma pandemia muito semelhante a do COVID-19.



Jenny é referência à paciente zero, de onde prolifera o vírus gripal, uma também viajante do tempo.
Apenas um detalhe: o referido episódio foi produzido em 2017 e levado ao streaming em 2018, mas dadas as devidas proporções entre arte e realidade é bem curiosa a coincidência e recomendo pra quem quiser verificar na plataforma de streaming Netflix.
Todavia, é apenas isso, daquelas estranhas coincidências entre a vida e a arte... E um bom seriado sobre viajantes do tempo e as implicações éticas, históricas, morais e sociais dessa situação.
O roteiro conta a história de um grupo inicial de cinco "travelers" (viajantes) que vêm do futuro pós-apocalíptico para assumir os corpos de pessoas que já estão com a morte certa (uma espécie de invasores de corpo, outro clássico da sci-fi), mas seguindo rigorosos protocolos de cumprir uma missão específica, sem provocar outras transformações e vindo isso, confinados no século XX, assumirem o restante da vida do hospedeiro (alusão a outro filme de sci-fi).
Os cinco viajantes, que tem sua transferência do futuro para o nosso presente, requer a localização exata do alvo, possibilitada pelos smartphones e GPS do século XXI. Cinco "travelers" fazem parte de um grupo de elite multifuncional, pois há um líder que assume vida de um policial do FBI, uma médica, um engenheiro, uma estrategista e um historiador e especialista em tecnologias.
Algo interessante que, trabalha com os valores humanos (da inteligência coletiva desse grupo) em diálogo com a Inteligência Artificial, que é o "Diretor" (IA) que coordena essa expedição dos viajantes do tempo em missão especial.
Ficção científica à parte, é um bom seriado que recomendo àqueles que buscam entretenimento e também reflexão sobre os PROTOCOLOS, seja na questão da saúde, da ética e da moral.
A partir de postagem e comentário sobre o seriado e o episódio recomendado, destaco comentário da professora Flávia Landgraf lá no Facebook que trago fragmento aqui para o Educa Tube Brasil, para promover um diálogo intertextual, interdiscursivo e para favorecer a pluralidade de vozes em uma rede social e num blog educacional:

"A 'coincidência' com a realidade mostra o rigor na qualidade com que os criadores da série se utilizam para colocar esse episódio no ar.
Quanto maior for a semelhança entre ficção e realidade, significa que o autor se utilizou das melhores fontes sobre o assunto. Por que Star Trek, por exemplo, coleciona uma legião de fãs até hoje, mesmo após 50 anos que foi criada? Porque o Gene Roddenberry era um misto de nerd com visionário, e muito bem assessorado pelas pessoas mais informadas no assunto. A parte que eu menos gosto, por atuar na educação na área das ciências, é quando eu vejo um filme ou um série com riqueza nos detalhes científicos eu fico imaginando que nem todo mundo vai conseguir atingir e dimensionar o que está vendo, a não ser que passe por aquilo na vida real. Se as pessoas aproveitassem esse tempo pra estudar as melhores fontes sobre os vírus, certamente o Cassino* não estaria com a praia cheia todos os finais de semana. As pessoas evitariam de ficar amontoadas nas filas para entrar nos estabelecimentos comerciais. Se recusariam a sair na rua sem todo o equipamento de proteção, ao invés de apenas colocar um pedaço de pano na cara (e olhe lá).
Começariam a evitar abraços e proximidade, mesmo com as pessoas da casa ... e mesmo assim saber que não vão ter a garantia de não se contaminarem.
Hoje no planeta Terra só está livre do covid-19 quem precisa viver dentro de uma bolha que não admita nem 0,0001% de contaminação no ambiente.
(Desculpa pelo textão, mas é que está ficando cada dia mais difícil ver nesse pandemônio todo que estamos incluídos e ficar sem falar nada.)"
[Prof Flávia Landgraf, Rio Grande, RS, Brasil].

Um comentário que deixei na íntegra, pois traz dados relevantes e demonstra a intertextualidade entre a realidade e a ficção, entre a vida e a imaginação, como este blog tem trazido de forma recorrente, e que mais recentemente até produziu postagem sobre as tecnologias de Star Trek na educação e na sociedade (link abaixo):

Professor quântico: do teletransporte da ficção para a realidade da educação em tempos de pandemia

Enfim, um ótimo material para professores de Química, Física, Biologia trabalharem de forma inter e multidisciplinar e também intertextual com seus alunos, usando, seja um episódio de seriado, um filme, uma reportagem, um audiovisual para discutir temas da contemporaneidade. A própria questão dos PROTOCOLOS que os viajantes do tempo seguem é algo que pode ser discutido nas aulas de Filosofia, Sociologia e História, seja do ponto de vista da saúde, da ética, da moral, da política e da sociedade, ampliando os discursos, a interdisciplinaridade e intertextualidade.
Afinal, maior viajante do tempo é o professor, que já foi aluno e hoje diante de suas turmas é um "Diretor", promovendo essas viagens com seu alunado, seja na sala de aula, em saídas de estudo, em atividades virtuais ou presenciais, incentivando que informações se transformem em conhecimento.

sábado, 11 de julho de 2020

Professor e ex-catador de latinhas cria incrível computador reciclado de apenas R$ 22 para auxiliar estudantes durante pandemia




O vídeo acima, Cearense ex-catador de latinhas vai cursar ciências da computação em Harvard, é sobre uma reportagem de programa dominical da TV Brasileira que destacou o trabalho de um, hoje professor Ciswal que criou computador de apenas R$ 22 (vinte e dois reais) para ajudar estudantes durante a pandemia, conforme outra reportagem no link abaixo, mostrando todo o talento e a tecnologia social oferecida por Ciswal:

Ex-catador, professor radicado no Ceará cria computador de R$ 22 para ajudar estudantes durante pandemia

O cearense Ciswal Santos, ex-catador, conseguiu graças a venda de latinhas fazer curso de eletro-eletrônica e eletrotécnica na Faculdade de Tecnologia do Cariri e também licenciatura em Física pela UFCE. Uma trajetória de vida que me lembrou instantaneamente de O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO, que tornou-se filme da Netflix. Alguém que consegue superar as limitações e consegue inovar e promover transformações com muita força de vontade, talento, resistência e resiliência.
Abaixo, outra entrevista com o professor Ciswal Santos, onde conta "o que o levou a não conseguir completar uma prova de Física":



O relato de Ciswal sobre a prova e a caneta preta mostra a realidade de muitos alunos pelo país. Fato que demonstra a necessidade de valorizar o ensino público universal, que permite que outros talentos como Ciswal possam transformar seus sonhos em realidade. Um jovem que conseguiu superar suas limitações e se formar em três faculdades.
Vejam a seguir outra reportagem sobre esse professor incrível, dedicado e exemplar:

Professor cria computador de R$ 22 para ajudar jovens de baixa renda nos estudos

sexta-feira, 10 de julho de 2020

A VIDA É UM CURTA: iniciativa individual que poderá tornar-se projeto audiovisual escolar (Cinema em Casa / Cinema na Educação)




O vídeo acima, A PEQUENA VIAGEM INTERIOR, foi produzido por José Antonio Klaes Roig com seu smartphone dentro de sua residência em 09/07/2020, é um curta-metragem de 25 segundos e também o teste nº 1 do projeto A VIDA É UM CURTA, que elaborei e pretendo levar para a educação, a partir de inspiração decorrente de ter assistido a série FEITO EM CASA (Homemade), na Netflix, que mostra diversos curtas-metragens elaborados por cineastas durante o confinamento na pandemia do COVID-19, a partir de suas casas, seus móveis e utensílios, vide trailer abaixo:



Valendo-me dessa ideia, reuni, numa composição, diversos colecionáveis que tenho, além de "mimos" que recebi em minhas visitas ao Planeta Educação para compor cenário e personagens em pequena escala e curta duração e simular um pequeno drone sobrevando esse ambiente entre o terreno e o lunar.
Fica aqui registrada a ideia de que professores possam trabalhar com seus alunos a questão do audiovisual, a partir do confinamento social na pandemia e os conteúdos escolares. E me coloco como apoiador daqueles professores que quiserem adotá-lo em suas escolas, desde que com o devido crédito a este autor.
Parafraseando o grande cineasta brasileiro e baiano Glauber Rocha: "Uma ideia na cabeça e um smartphone na mão". Cinema em casa, cinema na educação. ;-)
Abaixo, o segundo curta que produzi de forma artesanal para o projeto A VIDA É UM CURTA, intitulado "O Trem da Leitura", reunindo justamente um livro pra ler e de montar, tipo quebra-cabeças, cujo título é "Uma Viagem de Trem", que se transforma em pequena trilha para um trenzinho movido a corda se movimentar. Além disso, como cenário, utilizei além da mesa de vidro da sala de minha casa, alguns enfeites como miniaturas de esculturas de Brasília, o Cristo Redentor e uma dupla de passistas do Carnaval carioca, todas peças de meu acervo pessoal:



quinta-feira, 9 de julho de 2020

Gamificação na educação: e se a cultura dos jogos invadisse o imaginário da vida real?




O vídeo acima, Subway Surfers In Real Life | Future Gaming, é uma forma criativa e divertida de mostrar a cultura dos games invadindo o imaginário da vida real. Como ótimo edição de vídeo e recursos visuais adicionados, esse material serve para uma breve reflexão sobre a gamificação na educação.
O termo "GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO" é referente ao uso de elementos de jogos nas aulas, tornando o aprendizado mais atraente, associativo e envolvendo, promovendo uma coautoria do professor com o aluno, ambos explorando as múltiplas possibilidades dos jogos (online, de tabuleiro, cartas etc) no ambiente escolar, seja em aulas de geografia, história e literatura, como nas de física, química, biologia e outras mais...
Incorporar a linguagem dos games, dos videoclipes, dos curtas-metragens, dos seriados online, de forma direta, produzindo material próprio ou indireta, valendo-se da produção de curtas, clipes, músicas, cenas de filmes é uma das formas metodológicas de tornar sua didática mais atraente, interativa e colaborativa nesse diálogo de gerações, pois todo o professor de agora, já foi um gamer, no sentido mais amplo do termo, não apenas eletrônico.
Eu, particularmente, dentro das possibilidades, já usei os jogos em meu fazer pedagógico: o vôlei literário foi uma forma de estimular o conhecimento revisional antes de uma prova, levando a turma pra quadra de esportes da escola, dividindo-a em dois grupos. Aquele que perdia o ponto na quadra, tinha a possibilidade de recuperá-lo ao responder uma questão da prova. E toda a turma se envolveu,seja os atletas em quadra ou a equipe de apoio fora dela, auxiliando nas respostas das questões formuladas com base no conteúdo da disciplina de Literatura. Em Produção textual, utilizei do basquete, da bola e da cesta pra tratar das distinções entre Memória e Diário. Cada aluno, em fila indiana teve 30 segundos pra contar uma recordação do passado e depois fazer um arremesso à cesta. E gostaram tanto que teve mais de uma rodada. Na segunda, eles tinham mais foco na memória do que no arremesso. E aí, comentei que escrever uma Redação, por exemplo, ao invés dos 30 segundos terão 30 linhas para focar no teve a argumentar. Que o diário pode ser um exercício de escrita ou de prática desportiva como aquela. Memória é algo passado, diário, algo presente.
Já vi o colega da matemática dar uma aula com um tabuleiro de xadrez e peças gigantes em que jogava com seus alunos, exercitando o raciocínio lógico e matemática a questão da geometria na disposição das peças e de seus movimentos, ângulos, graus e tudo mais.
O professor de Física pode usar o Subway Surfer para tratar das leis de Newton, da questão da inércia, dinâmica das forças e muito mais...
Entre os jogos de linguagem e a linguagem dos jogos, há mais coisas que podem supor nossas vãs tecnologias e metodologias. E muita coisa a ser explorada, adaptada, reinventada por professores e alunos. Conhecer o universo do outro, estabelecer esse dialogo entre gerações de jogadores do passado com os do presente, entre pais e filhos, professores e alunos é essencial, enriquecedor e relevante.
O Second Life (Segunda Vida) pode ser um ambiente de criação de ilhas por disciplinas, de forma inter e multidisciplinar, para interação em tempos de pandemia, ou extraclasse, quando da "nova normalidade".
É possível dar uma aula de Filosofia junto com História, usando o Assassin's Creed - Odyssey e a Festa dos Filósofos, como já indicado em outra postagem deste blog, vide link a seguir:

Mitologia, Filosofia e História através de Games como Origins (Egito), Odyssey (Grécia) e Sindicate (Era Vitoriana): criativos jogos de linguagem

Abaixo, texto da Revista NOVA ESCOLA sobre esse tema tão interessante e necessário à reflexão escolar:

Dicas e exemplos para levar a gamificação para a sala de aula

Surfermos nessa onda, nessa trilha, nesse trilho, nessa rede social, digital ou não, que é a escola...

terça-feira, 7 de julho de 2020

Projeto Meninas SuperCientistas, de Marcela Medicina, em bate-papo com o canal "Mas você só estuda?", de Joyce Casimiro




O vídeo acima, Projeto MENINAS SUPERCIENTISTAS, é um bate-papo com a Marcela Medicina, idealizadora do projeto Meninas SuperCientistas, que é também aluna do bacharelado em matemática aplicada e computacional da UNICAMP e que conversa com Joyce Casimiro, do canal "MAS VOCÊ SÓ ESTUDA?", já destacado anteriormente neste blog, AQUI.



Essas duas jovens talentosas e dedicadas à pesquisa científica, conversam nessa LIVE sobre esse projeto incrível, chamado Meninas SuperCientistas que, como consta na apresentação do referido vídeo no YouTube, "(...) é um projeto educativo e inspirador, que tem como objetivo incentivar meninas a seguirem carreira nas áreas STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). O evento é organizado completamente por mulheres, para que as participantes sintam-se representadas e tenham em quem se espelhar, afinal toda menina pode ser o que ela quiser!"
Conforme vídeo e conversa, o projeto, antes da pandemia, era composto de uma programação variada como: visita ao Museu Aberto de Astronomia (MAAs) e ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), onde está o Sirius, o acelerador de partículas, a maior infraestrutura científica do país. Além de palestras, oficinas e muito mais.
Esse Protagonismo Jovem e Feminino é algo que tenho destacado muito com meus alunos (De Anne Frank a Malala, de Severn Suzuki a Greta Thumberg entre outras), divulgando diversas iniciativas promovidas por jovens como elas: talentosas, dedicadas, interessadas em fazer diferença e contribuir para um mundo melhor.
Abaixo, imagem da página do projeto e link para o mesmo:



MENINAS SUPERCIENTISTAS

Segue também imagem e link para a canal "Mas você só estuda?"



MAS VOCÊ SÓ ESTUDA?

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Frequência: cinema, música, física e filosofia entrelaçados em um filme criativo e genial




O vídeo acima, FREQUÊNCIAS - Frequencies ('OXV: The Manual'), descobri na íntegra no YouTube, trata-se de filme independente de 2013, com roteiro e direção de Darren Paul Fisher, nessa produção conjunta da Austrália com o Reino Unido que trata, entre outros assunto de livre-arbítrio, moral, entrelaçamento quântico, física, filosofia, linguagem, metafísica e muito mais.
O filme é muito criativo e genial, e fez sucesso em festivais de cinema fantástico, pois consegue proporcionar ao espectador vários planos de "leitura" de imagens, ideias, conceitos, situações e provocações que promove.
Segundo a ideia geral, cada pessoa nasce com uma frequência, alta ou baixa. Os de alta frequência, como os alunos Marie Curie Fortune são incapazes de se envolver amorosamente; já os de baixa frequência como Zak, de Isaac Newton Midgeley, possuem maior capacidade para amar. Entre eles, o amigo em comum, "Theo" (Theodor Adorno), que aproxima o possível casal, desde a adolescência quando todos frequentaram uma escola diferenciada.
Uma espécie de distopia, tendo com o protagonistas que têm nome de famosos cientistas e filósofos, numa espécie de história de amor física e filosófica e poder das palavras e da música, que inclusive possuem frequências que influenciam uns aos outros.
Durante o filme, sabemos sobre o tal "Manual OXV", que é subtítulo do próprio filme, que é uma "antiga tecnologia", justamente sobre a importância das palavras e as frequências que podem interferir nos padrões humanos, criando entrelaçamento quânticos, de alta ou baixa frequência, favorecendo ou não o amor. Algo bem mais amplo e complexo que emoção versus razão.
Sem criar "spoiler", o EducaTube Brasil recomendo a professores, não somente de Física e Filosofia, mas todos e seus alunos, assistirem ou indicarem esse filme, que é possível ser visto (por enquanto) na íntegra, no próprio YouTube e neste blog educacional e quem sabe, promover uma Live, unindo Física, Filosofia, Arte e outras áreas do conhecimento.
Não é um filme inicialmente fácil de entender, para aqueles que veem as coisas de forma literal, sem compreender a proposta metafórica, simbólica e criativa de propor reflexão sobre temas complexos. Mas a partir do conhecimento básico de sua proposta, o entendimento e o entretenimento passarão a se entrelaçar, de forma quântica ;-)
Para complementar essa postagem, segue matéria que dialoga com a mesma:

Saiba o que acontece em seu cérebro quando você lê poesia

domingo, 5 de julho de 2020

AnimaFlix e AnimaCriança: canal de vídeo e seriado com conteúdos de entretenimento infantil




A imagem acima é do ANIMAFLIX, um canal de vídeo no YouTube, destinado a reunir animações para entretenimento infantil, no estilo Netflix, desenvolvidos pela produtora de conteúdo infantil Animaking.
Vide link para o referido canal:

ANIMAFLIX - CANAL DE ENTRETENIMENTO INFANTIL

Lá também consta o ANIMACRIANÇA (imagem e link a seguir), onde as crianças são as contadoras de histórias sobre lendas brasileiras. Assisti alguns episódios e as imagens e vozes das crianças são encantadoras.



ANIMACRIANÇA - SÉRIE DE ANIMAÇÕES SOBRE LENDAS BRASILEIRAS

Abaixo, a compilação de todos os episódios do seriado AnimaCriança:



sábado, 4 de julho de 2020

Minhocas: Por que não pode cavar pra cima? (curta-metragem de animação no canal ANIMAFLIX e série ANIMACRIANÇA com Lendas Brasileiras)




O vídeo acima, Minhocas - Por que não pode cavar pra cima?, descobri via Twitter e é um curta-metragem de animação bem interessante, pois trata da perspectiva familiar e as perguntas que as crianças fazem, sob o ponto de vista das minhocas.
Um vídeo divertido, com direção de Paolo Conti, que localizei no canal ANIMATRIX (imagem e link a seguir), e que trata de uma minhoca criança e suas curiosidades sobre o mundo de cima e a aventura decorrente disso.



ANIMAFLIX- CANAL DE ANIMAÇÕES

Vejam também, logo abaixo, o ANIMACRIANÇA sobre Lendas Brasileiras, com 7 episódios completos:



sexta-feira, 3 de julho de 2020

A emoção vem antes no rádio: do universal ao particular e o projeto Rádio Escola


Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sexta-feira, 3 de julho de 2020


O vídeo acima, A emoção vem antes no rádio, postagem de Luciano Pires no Facebook, recebi via messenger por amiga e considero bem ilustrativo das mídias em geral e seu impacto no cotidiano. No vídeo em questão, mostra o delay entre aquele que acompanha num local público, munido de seu rádio de pilha e a torcida em volta, assistindo ao jogo Brasi 2 x 0 México num telão, via sinal de televisão e som é mais rápido que a imagem.
O rádio é uma das mídias mais longevas, que enfrentou o surgimento da TV, depois da internet e continua com um amplo raio de audiência, principalmente no interior do Brasil, onde o sinal de TV e a internet ainda não chegaram. O rádio poder ser uma ótima ferramenta de comunicação, entretenimento e educação.
A própria rádio em alguns locais atua como ambiente de educação à distância por conta de programas educacionais, em rádios comunitárias.
Tive o privilégio de em 2012 orientar a professora Rosilene Marcelino, de Major Gercino, Santa Catarina, Brasil, e eu projeto na especialização em Mídias na Educação, cujo título do TCC foi "RÁDIO: UMA IMPORTANTE MÍDIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE ARTES". A postagem abaixo, mostra um pouco desse belo projeto da professora Rosilene que tornou-se ação educativa relevante.

Projeto Rádio Escola: do local ao universal (Mídias na Educação)

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Desenhe e componha canções com algumas Inteligências Artificiais online, de forma lúdica, prática e artística




O vídeo acima, AutoDraw: Fast Drawing for Everyone (Desenho rápido para todos, tradução livre), que recomendo ativarem legendas e depois a tradução, nos comandos no canto inferior direito da janela do mesmo.
O referido vídeo trata-se do AutoDraw, que descobri por acaso depois de uma brincadeira da colega Faby Cruz, de Rio Grande (RS), Brasil, que enviou um vídeo em que seu esposo e filho brincavam com a Alexia, uma Inteligência Artificial, perguntando a ela como estava, e a previsão do tempo. Aí, resolvi brincar coma Cortana de meu notebook e depois pesquisar sobre outras IA que pudesse "dialogar".
Da pesquisa, encontrei, através do portal CANALTECH, matéria que era também um convite: "Quer brincar com Inteligência Artificial? Confira os melhores aplicativos". Não me fiz de rogado e fui testar as IAs, dentro elas, primeiro o AUTODRAW do Google, que é um site (autodraw.com) que permite que o leigo faça rabiscos e deixe que a IA, usando o conceito de "machine learning" (aprendizagem de máquina), busque em seu banco de dados figuras aproximadas. Uma incrível ferramenta que pode ser utilizada de forma lúdica pra brincar com crianças, como também usada n a criação de logomarcas, cartões, cartazes e o que a criatividade desejar. O aplicativo é interativo e bem semelhante ao Paint Brush, podendo os desenhos serem baixados e compartilhados nas redes sociais. E mais: não precisa ser baixado, basta acessar o endereço do site.
Abaixo, imagem da interface do aplicativo e tutorial do mesmo:





Outro aplicativo de Inteligência Artificial que encontrei via CanalTech e achei bem lúdico, prático, divertido e eficiente é o QUICK, DRAW!, ferramenta também desenvolvida pelo Google, que mistura desenho, jogo de tabuleiro e de adivinhação, tudo junto e misturado, permitindo o usuário elaborar seus rabiscos em alguns segundos, enquanto a IA tenta descobrir o que é rabiscado.



Pra quem gosta de brincar de músico ou com música, tem também o Giorgio Cam, inspirada no compositior Gorgio Moroder e o Cam, de câmera fotográfica. Dessa junção, foi denominada a IA, que via "machine learning" compõe algumas músicas, a partir de fotos feitas por smartphones, reconhecendo as formas dos objetos e coisas e compondo por conta delas canções, conforme o vídeo abaixo demonstra:



quarta-feira, 1 de julho de 2020

"Qual professor marcou a sua vida?" [depoimento do prof. Zé Roig sobre como aprendeu conceitos como autoria, originalidade e outros em sala de aula]




O vídeo acima, Qual professor marcou sua vida?, é o resultado de uma campanha da FDG - Fundação de Desenvolvimento Gerencial (Gestão Educacional), de Nova Lima, Minas Gerais, Brasil, que vi no Linkedin, e me interessei em aderir, produzindo esse audiovisual em homenagem à professora Maria Lúcia Pinheiro, minha professora de Artes no Ensino Médio, no início dos anos 1980, lá em São José do Norte, cidade vizinha de Rio Grande (onde resido atualmente), ambas no extremo sul do Rio Grande do Sul e às margens da Laguna dos Patos.
No referido vídeo, conto um pouco do papel artístico, educacional e social dessa professora em minha trajetória acadêmica, de trabalho e de vida, pela influência que dois conselhos delas me proporcionaram: um sobre a questão da cópia e da originalidade e outro sobre a questão da autoria e da identidade. Tais conselhos foram fundamentais em minha trajetória acadêmica, pois sempre procurei tanto na graduação como na pós-graduação lembrar de ser original e autoral e isso me proporcionou relativo reconhecimento, tanto como pesquisador como atuando como professor, escritor e poeta.
Como comento com meus alunos, muitas vezes, só iremos dar a dimensão exata dos conselhos de nosso educadores, sejam eles pais, responsáveis ou professores, quando já na idade madura. Tive o privilégio, ainda no ensino fundamental, como a professora Ada Espírito Santos, de Geografia (sobre limites, além dos geográficos) e no médio, com a professora Maria Lúcia Pinheiro (sobre originalidade e autoria), de aprender muito mais que o conteúdo programático e curricular de suas disciplinas; aprendizagem de vida que seguiu na graduação, com o professor Péricles Gonçalves, em Direito Constitucional (sobre clareza e concisão) e na pós-graduação, com minha orientadora de mestrado e doutorado, profa. Dra. Raquel Souza (sobre a poética do espaço e do devaneio), entre outros diversos professores, mestres e doutores fantásticos que tive, e que educaram meu olhar e minha consciência artística, educacional e social.
A todos eles, e a cada um deles, serei terna e eternamente grato, por tudo que representaram e ainda representam ao meu fazer pedagógico e literário, e em minha vida cidadã...
Da mesma forma que, além desses professores reais, que tive o privilégio de conviver e ser aluno, devo aos professores da 7ª Arte (O Cinema), algumas influências também, como o professor fictício John Keating, do filme Sociedade dos Poetas Mortos e seu Carpe Diem (aproveite o dia!) e à professora real Erin Gruwell, do filme Escritores da Liberdade (e seu diálogos com seus alunos através de diários e de O Diário de Anne Frank).
De John Keating (vídeo abaixo), sigo seus passos em saídas de estudos por locais históricos da cidade, nas aulas de Literatura, levando os alunos para experiências imersivas, sem óculos VR, mas pela realidade local, visitando casarios, museus, livrarias, bibliotecas, igrejas, cafeterias, hotéis antigos que retratem períodos de escolas literárias, de pequenas viagens no tempo, dentro do projeto PASSAPORTE LITERÁRIO, de certa forma, pelo método peripatético dos filósofos clássicos gregos, de dar aula caminhando e conversando com seus discípulos.



De Erin Gruwell (vídeo a seguir), herdei a questão do incentivo à leitura, a produção de resenhas literárias e a distribuição de livros, também presente no Passaporte Literário, podendo melhor conhecer cada aluno, através de suas escritas e leituras.



Abaixo, um pouco do projeto Passaporte Literário, que iniciou em 2018, com alunos do ensino médio da escola em que atuo, como professor de Literatura e Produção Textual:



Observação: Quem quiser deixar nos comentários deste blog também algum depoimento sobre "QUAL PROFESSOR MARCOU SUA VIDA?", fique à vontade, pois estas reflexões podem ampliar os horizontes de muitos alunos e dar o reconhecimento a outros professores que tentam fazer sempre o seu melhor...

terça-feira, 30 de junho de 2020

Distanciamento social: não basta desenhar, tem que filmar e publicizar como nessa campanha criativa do Uruguai sobre o coronavírus



Desenhando, aliás, filmando a importância do isolamento e também do distanciamento social...

Publicado por José Antonio Klaes Roig em Quinta-feira, 25 de junho de 2020


O vídeo acima, trata-se de campanha do Uruguai, defendendo o DISTANCIAMENTO SOCIAL como uma das formas de combater o COVID-19 e é outro vídeo que encontrei no Twitter, carreguei para o Facebook e de lá trouxe, via código Embed, para este blog educacional pela relevância do assunto.
Parece que para certas pessoas, não basta mais desenhar, tem que adicionar movimento, como o cinema [que é a fotografia em movimentação], pois parece incrível como o "Elementar, meu caro Watson!", não é compreendido por alguns, que preferem descrer da Ciência e acreditar em Fake News, das mais absurdas possíveis, negando as evidências dessa grave crise de saúde pública mundial.
Não se trata de "uma simples gripezinha", como alguns leigos, de forma inconsequente, fizeram crer inicialmente e os números alarmantes fazem com que medidas mais sérias sejam tomadas, até que uma vacina seja disponibilizada. Enquanto esse dia não chega, o DISTANCIAMENTO SOCIAL, o isolamento, o confinamento, a quarentena e o lockdown são as medidas mais acertadas, conforme a evolução do contágio em determinada região.
É de fato um efeito dominó a propagação do coronavírus, e todo cuidado é pouco nesse momento delicado da história da Humanidade, pois jamais teve tanta gente confinada em suas casas. Dados indicam que mais de um terço da população mundial, e os demais, gravitam entre aqueles que mantém a máquina funcionando: médico, enfermeiros, e outras profissões; aqueles que não tem outra forma de subsistência nem tem recursos para ficar em casa; e os que, tendo condições para isso, se recusam a ver a gravidade da situação.
Neste momento, conscientizar às pessoas quanto às formas de contágio e os cuidados com higiene, além de manter o distanciamento social àqueles que precisam se deslocar pelas ruas é tão importante como a alfabetização. Uma alfabetização por meio digital se faz necessária, através de campanhas como está do governo uruguaio, que com bom senso e responsabilidade, assumiu seu papel social.
Um material para pode promover reflexões nas aulas de biologia e química e nas de ciências em geral, além de nas aulas de produção textual (uma aula sobre linguagem não-verbal, sem uma única palavra, escrita ou falada).

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Poesia em Imagens: A arte, a escrita e a linguagem universal das flores, frutas, legumes e outros materiais


"Se o sol não aparecer, aproveite a chuva!" Que lindeza essa linguagem das flores, frutas e legumes, da Vírgola. #PoesiaEmImagens #ArteEmTodaParte via Yvi M. Carneiro.

Publicado por José Antonio Klaes Roig em Domingo, 28 de junho de 2020


O vídeo acima, "Se o sol não aparecer, aproveite a chuva!", assinada pelo pseudônimo VÍRGOLA, conforme aparece no canto inferior do referido vídeo, lembra muito a técnica da FLORIOGRAFIA, a linguagem a escrita das flores, só que ampliada com a utilização de frutas, legumes e outros materiais, encontrei no Twitter de Yvi M. Carneiro e achei bem interessante publicar no meu Facebook e de lá copiar o código Embed aqui pra este blog educacional, para tratar de linguagem verbal e não-verbal, de poesia, artes e produção textual.
Material que batizei de "POESIA EM IMAGENS", pode ser utilizado em projeto integrada de Língua Portuguesa com Artes e Produção Textual, justamente para tratar de diversos tipos de linguagem: verbal, não-verbal, poética, artística, literária, simbólica, codificada, metafórica, de sinais e muito mais...
A própria Libras é poética, pelos gestos práticos, objetivos, diretos e pelos sinais que nomeiam coisas e gentes, por exemplo. Todos deveriam aprender Libras, para conhecer a língua e poder melhor interagir com alunos e outras pessoas surdas no cotidiano. É um exercício de cidadania, de aprendizagem, de inclusão, acessibilidade, de bagagem cultural e social.
Segue abaixo, imagem de alguns slides de uma aula de Introdução aos Gêneros Literários, em especial, ao Lírico, em que utilizei o conceito de FLORIOGRAFIA, da escrita com flores, que, segundo Juliana Kang @floriografia, é palavra que significa “a linguagem das flores” e "Foi criada na Era Vitoriana (1837-1901), quando as flores eram usadas como um meio de comunicação representando mensagens codificadas – permitindo que sentimentos fossem expressos de maneira discreta. Cada flor possui um significado diferente e é essa peculiaridade que o projeto Floriografia tenta retomar".





Incorporar arte e cultura, independente do componente curricular é uma ótima maneira de dialogar com o aluno, já que a arte está em toda parte e a poesia vive em nós todos os dias, das mais variadas formas, basta educar o olhar.

Observação: No Twitter, o vídeo possui trilha musical de fundo, da canção Felicidade de André Geneci. Essa faixa, por conta de direitos autorais, foi silenciada quando carregada para o Facebook, mas aqui no blog, o som não foi silenciado.

domingo, 28 de junho de 2020

Professor quântico: do teletransporte da ficção para a realidade da educação em tempos de pandemia




O vídeo acima, TELETRANSPORTE, encontrei no canal NERDOLOGIA, canal do, hoje famoso, biólogo Átila Iamarino que comenta sobre o recursos utilizados na ficção científica e buscados pela ciência, de teletransportar coisas e gentes.
Segundo o portal Inovação Tecnológica, em sua postagem "Teletransporte é realizado pela primeira vez envolvendo matéria", "No ano passado, os cientistas confirmaram que as informações podem ser passadas entre fótons em chips de computador mesmo quando os fótons não estão fisicamente ligados - eles teletransportaram uma operação lógica inteira". Entretanto, o "Teletransporte envolvendo a matéria" é mais complexo, pois "Experimentos realizados por uma equipe das universidades de Rochester e Purdue, nos EUA, mostraram agora que o teletransporte também pode ser possível entre elétrons".
Porém, entre teletransportar, em microescala, fótons e depois elétrons, e tentar desmaterializar pessoas e reorganizar suas moléculas noutro local, há mais coisas que podem supor nossa vã tecnologia, por enquanto...
Todavia, essa notícia, que envolve transporte e trata de computação quântica e do quanto a informática, a internet e muito mais poderão se transformar num futuro bem próximo me fez refletir, enquanto educador, sobre as transformações da Educação em tempos de pandemia, e a impossibilidade de promover de forma instantânea e automática o TELETRANSPORTE entre o professor convencional e o professor digital, pois, como a computação quântica, requer investimentos, pesquisa, testes, avanços tecnológicos (e pedagógicos e metodológicos) até que os resultados possam ser comprovados e tenham sucesso efetivo.
Por enquanto, nem internet quântica, tampouco computadores quânticos têm escolas, professores e alunos. Nossa realidade, ainda está bem longe da sci-fi, embora é inegável as mudanças que têm ocorrido nas tecnologias e metodologias deste século XXI.
Inegável também a mente privilegiada do escritor Gene Roddenberry que, lá nos anos 1960, imaginou em seu seriado Star Trek diversas tecnologias que hoje estão presentes no cotidiano social e educacional, do comunicador sem fio ao moderno celular, iPad, tablet; da Enterprise à ISS; sem falar na tomografia computadorizada, o escâner para digitalizar imagens, só faltando o phaser e teletransporte... Conforme podemos ver no vídeo a seguir, do CanalTech, sobre 10 tecnologias de Star Trek que são realidade [Top Tech]:



Todavia, Láctea ou não, cabe pensar o conceito de "Teletransportar o professor convencional para o meio digital", principalmente na atualidade, em função das medidas de isolamento, distanciamento e confinamento social em decorrência do coronavírus, o que forçou muitos professores tentarem se teletransportarem sem um preparo, uma formação, uma capacitação da Frota Estelar ou da própria instituição, literalmente tendo que adaptar material impresso e método expositivo tradicional para o meio digital, com videoaulas, hangouts, Lives, podcast's etc.
Porém, educação e ficção científica são campos diversos e nem tudo que funciona bem numa, funcionará adequadamente noutra. Ótimos professores convencionais não necessariamente conseguirão se teletransportar pro meio eletrônico, assim de supetão. Pra tudo requer treinamento, experimentação, capacitação continuada. Até mesmo no universo da sci-fi, o Capitão Kirk, o Senhor Spock e o Doutor McCoy precisaram passar por inúmeros testes para se tornarem oficiais da nave Enterprise, em sua missão de ir onde nenhum homem tinha ido antes...



Transposta essa metáfora televisiva para o mundo real e o ambiente escolar (vide imagem acima criada por este educador e blogueiro), nunca nenhum professor, sequer a Humanidade foi submetida a um confinamento tão amplo e drástico. Ninguém recebeu um treinamento de guerra e já teve que se teletransportar para um mundo novo, inclusive aqueles que já tinha experiência com os multimeios. Esse "Admirável Mundo Novo" é de fato novo, literária e literalmente, pra todo mundo. E qualquer tentativa apressada de tentar dar conta dos dilemas, complexidades e peculiaridades deste momento, será mera ficção... científica.
Estamos todos aprendendo e reaprendendo a viver nessa nova realidade. Alguns mais adaptáveis, outros nem tanto. Alguns conseguiram se reinventar, se fragmentar e se reorganizar melhor que outros. Mas o Senhor Scott na mesa de comando do teletransporte é também a figura daquele gestor que precisa coordenar essa transposição, auxiliando o corpo docente para se materializar n outra realidade de forma eficiente.
Mas quem disse que o professor já não ativou seu TELETRANSPORTE EDUCACIONAL há décadas atrás?
Lembro dos professore que tive, tanto no ensino fundamental e no ensino médio, nas décadas de 1970 e 1980 que levavam minha turma para SAÍDAS DE ESTUDO, da escola aos locais mais variados, fazendo o aluno se transportar da TEORIA para a PRÁTICA, numa época que internet, computador pessoal, scanner, iPad, tablet, jogos eletrônicos eram apenas sci-fi, assim como: fones de ouvido sem fio (Tenente Uhura), tradutor universal (Google), assistentes pessoais (virtuais), GPS, cartões de memória e a própria teleconferência, que eram uma prática usual nos episódios do seriado e muito distantes da minha realidade de aluno.
Mesmo assim, os professores do passado teletransportavam seus alunos para outros mundos, quando traziam revistas, jornais, que levavam suas turmas para bibliotecas e outros locais públicos, favorecendo a aprendizagem e o ensino e que me influenciaram a fazer o mesmo com meus alunos, em saídas de estudo que intitulei de PASSAPORTE LITERÁRIO, conforme link abaixo.
. Portanto, saber teletransportar-se e transportar junto os demais é um requisito nem tão tecnológico assim, mas mais metodológico e didático, de exercitar a imaginação, a criatividade, o desprendimento do bom PROFESSOR. Conheço muitos professores que promovem divulgação científica, ao transportar seus alunos da sala de aula para o mundo real, em expedições imersivas a locais os mais variados, independentemente da área do conhecimento: livrarias, museus, bibliotecas e outros locais.

Passaporte Literário: experiência imersiva na realidade local em 3D e 360 graus, no EducAção 3D+

A autêntica Rede Social não-digital que se forma a partir da adesão do primeiro seguidor, o primeiro elo de uma ligação maior



Deu um frio na espinha, só de olhar, mas que bom que, graças ao trabalho em equipe (os dois homens), e o menino pôde ser...

Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sábado, 27 de junho de 2020


O vídeo acima, encontrei no Twitter e carreguei-o para o Facebook para gerar o código Embed para trazer aqui para meu blog.
Essa "engenharia" digital, fiz para poder refletir sobre o sentido da autêntica, legítima REDE SOCIAL não apenas digital, mas acima de tudo, social.
Confesso que ao ver pela primeira vez, e em todas as demais, a sensação é a mesma: Deu um frio na espinha, só de olhar! Mas que bom que, graças ao trabalho em equipe dos dois homens que surgem na janela, sua calma, perícia e coragem, e o menino pôde ser resgatado com todo cuidado que exigia a situação. Sem o apoio do segundo homem, talvez o primeiro não tivesse força para sustentar a criança por um braço e girar o corpo para retornar à janela, e a tragédia seria maior.
Este breve vídeo de alguns poucos segundos, que parecem horas para quem sente empatia com a situação, é uma metáfora da importância da solidariedade, e como o movimento coletivo, e não apenas individual na nossa sociedade humana, às vezes, tão individualista, pode realizar façanhas, atos de bravura, de desprendimento, de arriscar a própria vida em favor do próximo...
Este segundo adulto é o exemplo autêntico, legítimo da REDE SOCIAL que se forma, a partir da adesão de outro, o chamado PRIMEIRO SEGUIDOR, a uma causa que deveria ser de TODOS.
Um audiovisual que me lembrou outro, mais antigo, que reflete também sobre a importância do primeiro seguidor na formação de uma rede social. Vídeo mais voltado para o humor, mas que complementa a mensagem desta postagem, de fazer refletir sobre as redes sociais, digitais ou não, que são formada por pessoas e não por máquinas. Hardwares e softwares auxiliam a vida, o trabalho e a sociedade, mas o fator humano é o bem principal e tudo mais deveria ser encarado como mero acessório.
Vejam abaixo, link para a outra postagem, mencionada anteriormente:

O PRIMEIRO SEGUIDOR E A REDE SOCIAL, no EducaTube Brasil