quinta-feira, 9 de abril de 2020

Passeios Kids: pedalando com criatividade, inovação e transformação de tempos e espaços




O vídeo acima, do PASSEIOS KIDS, página no Facebook, foi indicação de minha colega e esposa Elisabete Brasil Roig, professora de Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de um belo exemplo de criatividade, inovação e transformação de tempos e espaços.
Em tempos de isolamento social, cada vez mais é necessário inovar, ou seja, transformar conceitos antigos em coisas novas, como o caso de pegar uma bicicleta com rodinhas e as travando com tênis diante de uma TV, transformando o espaço de confinamento da casa numa pequena academia improvisada.
Ah, muitos dirão que é o Ovo de Colombo, que depois de posto é fácil, mas ninguém tinha pensado nisso antes. E muitas ideias criativas são de fato e tão-somente um olhar criativo sobre o que sempre esteve ali, esperando uma reciclagem de ideias.
Outra ideia incrível, que dialoga com a de cima, envolvendo o País Chamado Infância, alusão a livro do escritor e médico Moacyr Scliar é essa a seguir, valendo-se de sucata e muita criatividade também: Pedaço de papelão, lã, lápis de cor e pronto. Mais que uma brincadeira, algo sério. Brincadeira é algo sério. O brincar, o lúdico é um exercício natural de criatividade que deve seer sempre incentivado em qualquer idade:



"Para toda a problemática eu tenho uma solucionática": soluções de informática educativa em tempos de confinamento/isolamento social




O vídeo acima, trata-se de entrevista do famoso jogador de futebol dos anos 1970, Dadá Maravilha, multicampeão por onde passou, principalmente pelo SC Internacional, Clube Atlético Mineiro e Seleção Brasileira de Futebol. Dario, Rei Dadá, Dadá Maravilha ou simplesmente Dadá era um goleador nada, mas com consciência das limitações técnicas. Não tinha a elegância de um Zico, Sócrates ou Falcão. Mas poucos como ele dentro da grande área fez tantos gols. Era oportunista no sentido esportivo, de estar sempre bem colocado, de saber se movimentar pelo capo, de ler o jogo.
Dadá ficou famoso, dentro e fora dos gramados, principalmente pelo seu imenso carisma, simpatia e pelas frases de efeitos que criava a cada entrevista. Numa dela disse que além de Dadá Maravilha, somente helicóptero e beija-flor paravam no ar, numa alusão a sua incrível impulsão pro cabeceio, quase sempre certeiro e gooooool. Foi uma lenda viva do futebol, naqueles tempos românticos, sem chuteiras coloridas, cortes de cabelos estilosos, tatuagens, direito de imagem, salários milionários, transferências para o exterior, ser tratado como popstar.
Todavia, Dadá soube brilhar por sua presença de espírito e bom humor, como no caso do título dessa postagem, extraído de uma dessas divertidas entrevistas: "PARA TODA A PROBLEMÁTICA EU TENHO UMA SOLUCIONÁTICA". Eram os anos 1970 e na TV havia uma outra personagem, dessa feita, ficcional, chamada ODORICO PARAGUASSU, da telenovela O BEM AMADO, do genial Dias Gomes (vide a seguir vídeo com algumas cenas e falas da personagem fictícia e comparem com a da figura real do futebol brasileiro).
Na referida telenovela, um prefeito de cidade do interior da Bahia criava diversas palavras, num neologismo hilário, crítico, político, em tempos de Censura Federal em tempos de regime autoritário, que lembra a famosa frase do Rei Dadá.



Discursos e neologismos, realidade e ficção à parte, cabe usar estas frase de efeito, num contexto de pandemia global, isolamento social e formas de adaptação a novas formas de interação, seja escolar, profissional e/ou social.
De fato, "Para toda a problemática terá de fato uma solucionática"? Problemáticas temos várias, "solucionáticas" nem tanto. A informática para uns é a nova varinha mágica que tudo resolve, para outros, sem o conhecimento básico, parece o desmontar de uma bomba-relógio prestes a explodir! Nem 8 nem 80... Mexer com informática não é tão complexo como decifrar um enigma grego, lá da Esfinge: "Decifra-me ou te devoro!" Também não é lâmpada mágica de um gênio com direito a três pedidos a serem realizados no simples estalar de dedos.
Como professor e blogueiro educacional, trouxe estes dois vídeos acima pra uma provocação e reflexão, justamente sobre PROBLEMÁTICAS & SOLUCIONÁTICAS EM TEMPOS DE CRISE, não apenas de saúde pública, mas de governança, de crise ética e moral, econômica e social.
Por PROBLEMÁTICA, atualmente, podemos pensar a educação virtual em tempos de isolamento social.
Por SOLUCIONÁTICA, podemos pensar em formas adequadas, simples e eficientes, de resolver questões de educação sem a presencialidade, em um tempo de excepcionalidade.
Há que se, primeiro, analisar a problemática antes de imaginar "solucionáticas". Analisar o problema é essencial para planejamento de possibilidades de uso de tecnologias com fins didáticos, de formação, de ensino e aprendizagem. Nem tudo que pode funcionar no modelo presencial, inclusive, as TIC - tecnologias da informação e da comunicação, efetivamente funcionará no modelo à distância e por um tempo ainda indeterminado. O próprio planejamento precisa pensar em práticas variadas, numa escala de tempo reduzido. Não há, de forma alguma, querer transpor o modelo de aula presencial de 50 minutos para o meio virtual e em EAD. Seria uma problemática criando mais problemas, seja da falta de acesso e conexão ideal de toda a turma, seja capacitação do professor para uma metodologia jamais utilizada nesse grau de tempo integral em nenhum tempo e espaço desse planeta.
Tudo é muito recente nesse Admirável Mundo Novo das TIC, mídias e redes sociais digitais que passaram a ser usadas de forma generalizada pela educação. Cada um explorando possibilidades, alguns de forma improvisada, outros trocando ideias, implementando projetos, outros valendo-se de plataformas que, por melhor que sejam, não foram pensadas nem desenhadas para absorver uma demanda ampla nem totalizante. Nenhum site, plataforma e sistema consegue dar conta de uma demanda dessa monta, assim de supetão. Seria como liberar o trânsito das ruas e estradas para todo mundo ao mesmo tempo. Haverá gargalos naturais, sobrecarga de sistemas e lentidão de conexão, pois é impossível de, da noite para o dia, encaixar um quadrado dentro de um círculo.
A melhor solucionática é não criar mais problemas para a própria problemática. A melhor problemática é adaptar-se às possíveis soluções de forma simples, gradual e planejada com todo cuidado para não sobrecarregar, não apenas o sistema digital mas o sistema imunológico do paciente, que poderá ser o gestor, o educador, o educando, a família e a própria sociedade. Muita calma nessa hora., pois não existem soluções mágicas nem problemas que não possam ser resolvidos com organização, troca de experiências, planejamento e criatividade.
Para ampliar a reflexão, seguem algumas "Lives" que fiz com alguns colegas, chamados de professores jurássicos, que como eu, estão trabalhando com tecnologia na educação, que são blogueiros educacionais há décadas, formadores de professores ou já foram, e que sabem que o BURACO ELETRÔNICO é bem mais embaixo, mas que é possível pensar além da caixinha, eletrônica ou não.

"Isto não é uma escola": Do surrealismo de Magritte 3.0 ao imediatismo da Educação Digital em tempos de isolamento social (brevíssima reflexão)

Live: Educação, Ciências e Blogues como ambientes de ensino e aprendizagem

Reaprendendo a ser Professor e Aluno em Tempos de Isolamento Social: reflexão a partir de uma peça de humor

Educação em Tempos de Crise: "Live" entre o "Professor Digital" José Carlos Antonio (SP) e "O Urbanauta" José Antonio Roig (RS)

quarta-feira, 8 de abril de 2020

"Sempre Teremos Paris": cinema e educação e a dupla reflexão (imagem e projeção a partir de cena final do filme Casablanca)



O vídeo acima, cena final do clássico do cinema Casablanca, encontrei no YouTube, após um papo com amigos virtuais e, coincidentemente, logo após, ler postagem de minha mãe, em que mencionava o referido filme, um dos preferidos dela.
O título desta postagem é justamente uma alusão a frase emblemática em que Rick se dirige à Ilsa, em sua despedia, de que, embora distantes, cada qual seguindo um rumo em suas vidas, sempre teriam Paris em sua memória, imaginário e coração.
Paris, a cidade luz, a capital dos amantes, é também um símbolo neste filme de um local idealizado na memória que nos serve de refúgio.
Pensando como professor, há que lembrar que "Sempre Teremos Paris", quando nos valemos de nossa economia sentimental, nossa bagagem artística e cultural para darem suporte ao nosso fazer pedagógico. Que essa relação de amor entre professores e alunos permanecerá quando estes seguirem seu rumo, deixando o professor em sua eterna Paris: o período escolar. Um tempo e espaço que ficará guardado na memória dos alunos, referente a seus bons professores, aqueles que souberam mostrar a luz do conhecimento aos seus pupilos, enquanto tiveram sobre seus cuidados escolares. Mas há um momento de despedidas, embora a vontade seja de ficar. Há que se incentivar a independência e voos mais longos dos educandos.
Entretanto, "Sempre Teremos Paris" em nossa história e memória, e guardo com muito carinho as lembranças dos grandes professores que me ensinaram muito mais do que conteúdos curriculares, que foram parte de meu lar durante aquele período e se mantém presentes em minhas recordações de eterno aprendiz. Afinal, todo aluno é em parte a projeção, o reflexo, da imagem de seus professores.
O Cinema ou a Sétima Arte, como é denominado, pode ser esse grande aliado do fazer pedagógico, quando o professor vale-se de cenas ou filmes completos para relacioná-los ao seu conteúdo programático, não importando qual disciplina ministre, pois o cinema possui filmes e cenas maravilhosas para praticamente qualquer conteúdo que seja abordado: matemático ou filosófico, químico ou literário, científico ou sociológico, linguístico ou biológico, físico ou histórico etc.
Abaixo, seguem outras duas cenas, uma mais restrita do filme Casablanca, e outra, uma releitura do seriado Os Simpsons, com um final alternativo para o clássico:





domingo, 5 de abril de 2020

Discurso Yoda: uma metáfora para a educação [o que faz de um bom professor um mestre Jedi?]




O vídeo acima DISCURSO DE YODA, encontrei por acaso no YouTube, nos vídeos correlatos de outro que pesquisava e me fez refletir sobre a condição humana em geral e o papel do professor, em sentido mais estrito.
Lógico que é uma peça de ficção, sci-fi, a moderna ficção científica, mas que une a questão espiritual do mestre Yoda com a praticidade de um piloto de caça espacial, o jovem e impetuoso Lucky Skywalker, e sua nave avançada. Todavia, justamente por isso que considero essa cena uma boa metáfora para a educação, tanto de jovens como de adultos, em qualquer tempo e espaço, sideral ou não, usando tecnologia digital ou não.
Logo que vi essa cena me perguntei: Afinal, o que faz de um bom professor um mestre jedi? E ao refletir sobre as falas, fui anotando algumas questões:
1. A questão do tamanho do desafio e a sabedoria popular do "tamanho não é documento", desde os tempos bíblicos, vide Davi e Golias ou dos tempos míticos, de a astúcia do Odisseu e o gigante Polifemo de um olho só, visto que não devemos julgar algo apenas pelo tamanho, pois as aparências enganam;
2. Que a força interior pode ser uma grande aliada, sabendo canalizar a energia para a matéria (seja a disciplina dada, seja persuadindo ou convencendo o alunado para a importância da informação que gera conhecimento mútuo), que se aprende ensinando e vice-versa;
3. Sobre o possível e o impossível, mais que isso, sobre o ideal e as possibilidades que dispomos naquele momento (luta-se pelo ideal, mas não se aguarda de braços cruzados, aproveita-se a oportunidade via criatividade), pois nem sempre conseguimos movimentar mundos e fundos, seja pela força do pensamento de um jedi, seja pelo poder de argumentação e arregimentação de recursos humanos e financeiros de um professor, gestor escolar etc;
4. Tentar encontrar a Força interior, com pequenos gestos que gerem grandes realizações, projetos simples e eficazes, ideias que possam cativar um público, mas sempre lembrando: de nada adianta belos discursos sem que se tenha em contrapartida pequenas ações que possam se multiplicar aos poucos, gradualmente, sempre em frente;
5. Reverter o próprio ceticismo e depois o do grupo, lembrando a cena em que Lucky diz: "- Eu não acredito!", com espanto mesmo depois do mestre Yoda ter conseguido movimentar sua nave, tirando-a do lodaçal, haja visto que o fracasso muitas vezes é uma tentativa mal planejada;
6. Buscar a autoestima e a autocrítica na exata medida, pois não se consegue estimular alguém quando nem mesmo o próprio acredita no que diz, e, por fim,
7. Mestre é aquele que está um nível acima, pela vivencia as coisas e possui experiências a compartilhar, pois ninguém se torna um Jedi, seja na ficção como no cotidiano, apenas com discursos, mas com ações e realizações.
Eis minha breve reflexão sobre uma cena que permite usá-la como uma metáfora da educação, em que o bom professor poderá se tornar um mestre jedi aos seus alunos, por mais incrédulos e céticos que eles possam ser no início de uma jornada.

sábado, 4 de abril de 2020

"Isto não é uma escola": Do surrealismo de Magritte 3.0 ao imediatismo da Educação Digital em tempos de isolamento social (brevíssima reflexão)




A imagem acima, uma releitura crítica da famosa tela do pintor surrealista René Magritte, encontrei no Facebook do meu amigo e colega Robson Garcia Freire, educador do RJ, residindo atualmente em João Pessoa (PB), Brasil, que tinha achado na página de Guillaume Soulez, e é uma fantástica possibilidade de debater sobre educação formal, educação a distância e a tentativa de educação on-line em tempos de isolamento social.
O termo surrealidade invadiu à própria realidade contemporânea, seja na política, economia e agora na saúde pública, em tempos de pandemia, que traz notícias e imagens que lembram as mais doidas distopias. O mundo parece ter se tornado, em alguns casos, totalmente surreal.
Porém, o que une o surrealismo de Magritte (versão original a seguir), nessa versão 3.0 de sua obra clássica, ao imediatismo de todos quererem fazer educação digital, conectada, mesmo sem muita experiência no ramo, é justamente que, como na famosa tela do artista belga, que dizia que "Isto não é um cachimbo", podemos também refletir sobre a imagem acima, de que um notebook como símbolo dessa conexão entre a escola e seus professores e do outro lado da tela, seus alunos e pais, mediados pelas TIC, mídias e redes sociais, não é de forma alguma uma escola, sob o ponto de vista convencional. É apenas uma representação limitada e parcial do real. E para usar um termo técnico e próprio da informática: trata-se de quando muito, uma simulação de escola, pois é impossível transpor a metodologia e tecnologia utilizada numa sala de aula e na escola como um todo, para um período de confinamento, de restrição de saída às ruas, de falta de convívio social.



Nenhum professor e escola, por melhor que sejam, e estrutura que tenham, poderão dar conta de demandas de alunos que, ainda que tenham já desenvolvido algumas atividades on-line, nunca foi dessa forma, totalmente à distância. Um computador com conexão a internet, por melhor que seja, não é uma escola, nem dará conta de aspectos pedagógicos, didáticos, metodológicos, afetivos e avaliativos do processo pleno de ensino e aprendizagem.
Todos estão se adaptando a uma excepcionalidade, tendo que aprender a dirigir um carro novo em pleno movimento. Educar requer tempo adequado para planejamento, organização de material, troca de saberes etc. Mais que isso, requer experimentação de novas possibilidades com o devido suporte técnico. Requer também conhecimento de edição de vídeos e áudios, que demandam tempo. Tendo como analogia o cinema, pode-se lembrar que um longa-metragem demanda meses para sua gravação e edição, antes de seu lançamento; um curta-metragem de 2 a 5 minutos demora horas ou dias para sua finalização. E isso que, feito por profissionais da área! Como então querer que professores dominem ferramentas, equipamentos, recursos tecnológicos, aplicativos complexos, além do planejamento natural de suas aulas? Há que se repensar toda a prática escolar em tempos de educação fora do espaço convencional. Há que o professor receba capacitação continuada, equipamentos adequados, conexão eficiente e muito mais. E do outro lado da tela pressupor que o aluno disponha também de equipamento e conexão adequadas. E isso, se pensarmos em escolas particulares que tanto a instituição, professores e alunos possuem uma outra realidade, bem diversa da maioria das escolas da rede pública, seus professores e alunado.
Portanto, antes de todo mundo sair por ai fazendo videoaula amadora, no imediatismo exigido pela situação e sua surrealidade; convém, primeiro estimularas trocas de experiências entre os professores, seja por grupo de WhatsApp, emails, "Lives" nas redes sociais digitais. De o professor pensar atividades iniciais mais simples e gradualmente, a medida que irá se familiarizando com alguns recursos, ir incorporando-os ao seu fazer pedagógico; estabelecendo trocas com outros educadores e com o possível suporte da instituição, quando houver.
Eu, comecei de forma gradual: na primeira semana utilizei-me do livro didático, do aplicativo da escola que todos os alunos tinham instalado no celular, do e-mail e do grupo de whats para passar tarefas, de leitura de páginas de conteúdo à resolução de questões; na segunda semana, mandei gabaritos em PDF, mapas mentais e podcasts (arquivos de áudio) para explicar o conteúdo; na terceira, passei a fazer videoaulas em plataforma da escola, com momentos de 20 minutos, usando de forma compartilhada na tela slides, mapas mentais e livro didático junto aos alunos; mais adiante penso em produzir vídeos e disponibilizá-los via YouTube, ou fazer Hangouts (app que se instala no celular e permite videochamada de até 100 pessoas, recursos liberado gratuitamente neste período de pandemia). Apesar de ter longa experiência com educação a distância, sei que meus alunos não possuem isso, então, muita calma nessa hora: QUALIDADE acima da quantidade e bom senso acima do imediatismo e do atropelo.
Que a surrealidade do mundo lá fora, não contagie a educação, pois de fato um computador, por melhor que seja, nunca será o substitutivo pleno para a escola, quando muito um paliativo, e em alguns casos, mera simulação para se tirar uma boa fotografia e expor como novidade e suposta adaptação supersônica à situação excepcional.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Simuladores: ótima postagem do blog Dicas de Ciências para atividades com os alunos




A imagem acima SIMULADORES, trata-se de atividade e popularização das Ciências que encontrei justamente no blog DICAS DE CIÊNCIAS, de minha colega e amiga Andrea Barreto, professora no Rio de Janeiro (RJ), Brasil e que indico para utilização com alunos.
Diversos tipos de simulações para que sejam tratados diversos conceitos da Física e das Ciências em geral.
Seguem link para a referida postagem e para o referido blog:

SIMULADORES

DICAS DE CIÊNCIAS

Live: Educação, Ciências e Blogues como ambientes de ensino e aprendizagem




O vídeo acima refere-se a Live feita no Facebook, em 02/04/2020, cujo tema envolvia EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E BLOGUES COMO AMBIENTES DE APRENDIZAGEM. A conversa promovida pelo PROFESSOR DIGITAL José Carlos Antonio, de Santa Bárbara do Oeste (SP), com o apoio do URBANAUTA José Antonio Klaes Roig, de Rio Grande (RS), teve como convidada a professora Andrea Barreto, do Rio de Janeiro (RJ), editora do blog DICAS DE CIÊNCIAS.
A conversa girou em torno desses tema: educação, ciências e uso de blogues pelos professores, já que os três professores "jurássicos", são blogueiros educacionais há décadas e tendo seus blogues como fonte de referência para outros educadores e alunos.
José Carlos Antonio mantém o blog PROFESSOR DIGITAL, que tem seu conteúdo referenciado em diversos TCCs, dissertações e teses por outros educadores e pesquisadores.
José Antonio Klaes Roig é editor do blog EDUCA TUBE BRASIL que serve como repositório digital de diversos audiovisuais (clipes, curtas, documentários, slides, peças publicitárias, cenas de filmes etc) que recebem uma resenha e proposta de uso pedagógico e serve como suporte indireto a diversas educadores, que inclusive sugerem materiais para o acervo.
Andrea Barreto promove o ensino das Ciências via blog DICA DE CIÊNCIAS, que além de popularizar as Ciências de modo geral e estimular seus alunos, de modo específico, ainda vale-se do imaginário do cinema, das tecnologias e do cotidiano para produzir suas postagens, algumas delas fruto de solicitações de outros professores.
O blog, ou diário virtual, ainda é uma ótima ferramenta de interação entre professores, professores e seus alunos, escolas e comunidade. É um pequeno canal de comunicação, onde é possível armazenar a produção escolar de um professor, de sua turma, da escola, sendo de fácil acesso, utilização e custo zero. É como utilizar um e-mail, só que a mensagem pode ficar restrita (por meio de senha) a um grupo ou aberta ao mundo.
O blog, que surgiu como diário virtual de adolescentes, foi depois utilizado por diversos professores como ferramenta de produção, divulgação ou armazenamento de vídeos etc. Depois passou a ser usado por jornalistas e celebridades, até que se banalizou ao ponto de, como o YouTube, passar o termo "blogueiro", como o "youtuber", a ser mencionado de forma pejorativa por causa das polêmicas causadas por blogueiros e youtuber, nada educacionais, que difundiam Fake News, preconceitos e discriminações em busca de likes, visualizações, fidelizações e monetizações.
A maioria dos blogueiros educacionais produz e compartilha sua prática escolar sem fins lucrativos, de forma diletante mesmo. Alguns, por causa de um material diferenciado, que requer edição, pesquisa profunda e muita criatividade, acabam se destacando e se tornando verdadeiros popstars, com milhões de visualizações, com monetização e destaque nacional. É a exceção, não a regra. Mas o importante é que o blogue pode ser uma ótima ferramenta de interação, produção e divulgação de conteúdo educacional referenciado pelo próprio professor. Ou seja, um espaço de aprendizagem e também de ensino, seja em tempos de crise (COVID-19 ou não) ou em tempos de normalidade.
Na conversa acima, o blogue educacional foi um dos temas e em próximos eventos esse assunto será retomado.

domingo, 29 de março de 2020

Tudo ficará bem: canção em homenagem a quem está em quarentena e aos que estão na linha de frente de combate à pandemia




O vídeo acima Andrà Tutto Bene (Tudo ficará bem), de Cristóvam, recebi via WhatsApp e é uma bela canção para homenagear quem está em quarentena, isolamento social e os que estão na linha de frente do combate à pandemia e traz como lema: Juntos Somos Um Só, valorizando esse momento em que todos precisam ajudar uns aos outros a superar momento tão trágico para a Humanidade.
Este videoclipe é a essência desse momento que estamos vivendo, isolados uns dos outros, mas conectados via redes sociais. Um trabalho colaborativo entre Pedro Varela (diretor do vídeo) e Cristóvam (autor da música e letra, português dos Açores), que solicitaram às pessoas em quarenta, em confinamento ou isolamento social que lhes enviassem vídeos, imagens de suas casas, de sua rotina em tempos de COVID-19, e o resultado belo, singelo, poético, filosófico, social e magnífico está aí: um audiovisual para marcar esse tempo e espaço, mas para ficar também para a posteridade, para demonstrar que, como em outras distopia da sci-fi: O dia que a Terra parou; Guerra dos Mundos; O dia depois de amanhã; Ensaio sobre a cegueira; The Walking Dead; Resident Evil e outros filmes sobre epidemias e pandemias, a humanidade sobreviverá e esperamos que o processo civilizatório se transforme, desde então. Que valorizemos acima de tudo a arte, a cultura, a educação, a ciência e a tecnologia. Que fanatismos, ignorância e trevas voltem para onde nunca deveriam ter saído. Sobreviveremos pois a humanidade tem resistido a todo tipo de calamidade, embora nunca tenha passado por uma experiência como essa. De o mundo literalmente parar. Mas como diz o clipe: Juntos Somos Um Só.
O futuro da EDUCAÇÃO e da SOCIEDADE é a COLABORAÇÃO, a troca de saberes, seja sobre vírus ou outro assunto que fale à humanidade.
Além de Cristóvam, Bono Vox e a banda U2 também lançaram música com tema semelhante, vide link abaixo:

Bono, do U2, lança música em homenagem a médicos e enfermeiros italianos

#FiquemEmCasa #PoesiaTodoDia #PoesiaCantada #ArteEmTodaParte #Tmj #JuntosSomosUmSó #TudoFicaráBem

sábado, 28 de março de 2020

Cartomante: letra "premonitória" da MPB e atualíssima em Tempos de Isolamento Social e Autoritarismos: textos, contextos e pretextos!




O vídeo acima Cartomante, foi indicação de minha prima bibliotecária e trata-se de um clássico da MPB - Música Popular Brasileira, de autoria de Ivan Lins na voz inesquecível de Elis Regina, a Pimentinha, uma das maiores intérpretes do cancioneiro brasileiro.
A letra traz subentendido a luta pela liberdade de expressão em tempos ditatoriais, como é o caso do contexto de produção da referida canção: estávamos mergulhados na ditadura de 1964. A canção é de 1978 (vide mais abaixo interpretação do compositor e grande letristas Ivan Lins).
A Cartomante, ouvida nesses tempos de COVID-19 parece como um receituário de bem viver, se cuidar e cuidar dos seus em tempos de isolamento social, e pode ser utilizada como tal, desde que não nos esqueçamos das suas origens, seu texto, contexto e pretexto de escrever por linguagem figurada, simbólica, cifrada em tempos de Censura rígida.
A palavra poética tem entre suas inúmeras funções a de dizer o indizível e o proibido, quando o direito à opinião é interditado, proscrito, perseguido e censurado. A Poesia é o que mantém nossa humanidade e preserva nossa sanidade mental. E quando ela se vale da música, torna-se universal e atemporal, como no caso dessa fabulosa canção, atualíssima para a ocasião. Se fosse feita sob medida talvez não fosse tão oportuna e se torna-se panfletária. Arte é aquilo que sobrevive aos discursos de uma época, é aquilo que transcende ao seu autor.
Rico material para tratar de história e sociedade, memória e filosofia, poesia e sociologia, arte e cultura etc.



Em tempos de COVID-19, um CONVITE+2020 à reflexão poética, filosófica, artística, cultural e social.

Reaprendendo a ser Professor e Aluno em Tempos de Isolamento Social: reflexão a partir de uma peça de humor




O vídeo acima Reaprendendo a ser Professor e Aluno em Tempos de Isolamento Social, trata-se de Live que eu, José Roig, editor do blog Educa Tube Brasil e do canal de vídeos Educação 3D+, fiz no Facebook para tratar de sobre a Educação e Tecnologia na atualidade e realidade.
Algumas sugestões de como ser aluno e professor em tempos de COVID-19. Um CONVITE-2020 para reflexão a partir da assistência de um vídeo/esquete de humor do ator Diego Almeida que compartilho no link a seguir:

"Aula on line na Quarentena!!!": Peça de humor para descontrair [e refletir] em tempos de isolamento social e 11 sugestões de um professor digital

sexta-feira, 27 de março de 2020

"Aula on line na Quarentena!!!": Peça de humor para descontrair [e refletir] em tempos de isolamento social e 11 sugestões de um professor digital




O vídeo Aula on line na Quarentena!!!, é uma peça de humor do criativo e talentoso ator Diego Almeida, que por diversas vezes reproduz em seus esquetes, paródias da sala de aula e da vida de professor. E em tempos de COVID-19 e isolamento social, ele não poderia de deixar de lembrar das aulas on line que se tornaram quase febre nas redes sociais digitais.
A piada, o humor sempre é algo de real, com elementos de exagero. Ela deve ser vista como isso, um material para provocar riso, mas também para propor reflexões sobre as situações destacadas.
Como professor, além de blogueiro e formador de futuros professores, tenho discutido há anos a questão do uso das mídias e redes sociais digitais, das TIC - Tecnologias da Informação e da Comunicação e dos multimeios em geral como suporte, apoio e ferramentas de interação dentro e fora do espaço escolar formal.
Já estabeleci, nesses anos todos, diversos projetos em parceira com outros professores e alunos e estão documentados neste blog educacional e em meu canal de vídeos no You Tube: Educação 3D+.
Em diversas Lives com outros professores, tenho discutido sobre a importância de estabelecer essas trocas de saberes entre professores em si e com os alunos. Que é um momento de, diante do quadro de anormalidade, se pensar novas formas de ser professor e ser aluno. Reaprendermos a ser professores e alunos, usando as tecnologias. Muita calma nessa hora! Quem nunca usou, não conseguirá, do dia pra noite, literalmente, se tornar um professor digital. É humanamente impossível. Até mesmo quem, como eu e outros, já tem uma trajetória na EaD, sabe que é bem diferente do que estamos vivenciando, isolados em casa, tendo que lidar com o lado afetivo, pedagógico, ético, social e psicológico. Estamos trabalhando muito mais que em tempos de normalidade, pensando adaptações de conteúdo, estratégias de interação, trocas de experiências, autoavaliação e muito mais.
Mas uma coisa é certa: depois que a pandemia passar (e esperamos que não demore!), nem a escola nem a sociedade serão as mesmas. Heráclito que o diga, o célebre filósofo grego que dizia que diante de um rio nem nós nem as águas são as mesmas quando da segunda vez, pois tudo flui e tudo se transforma. A EDUCAÇÃO e a SOCIEDADE precisarão se transformar quando o isolamento cessar, tentando tirar lições de tudo isso:
1. Que as tecnologias precisam ser utilizadas de forma adequada na educação e não de forma apressada;
2. Que não basta ter máquinas, faz-se necessárias novas metodologias para novas tecnologias;
3. Que o famoso "homescholling" (escola em casa) é bonito na teoria, mas na prática não tem tanta eficácia, pois os pais e/ou responsáveis são educadores, sim, mas não professores, pois falta-lhes didática, conhecimento de causa, qualificação profissional para isso;
4. Que professor precisa ser reconhecido e acima de tudo valorizado (financeiramente, plano de carreira, cursos de formação, capacitação continuada), pois só dar máquinas não resolve a situação se não pensarmos a máquina como ferramenta de apoio e não bengala digital (como disse João Monlevale);
5. Que o aluno por si só não tem também como estudar por conta própria, sem o apoio capacitado do professor, pois jogar videogame, assistir filmes, baixar apps etc não pressupõe maturidade pra organizar tempo e espaço de estudos de forma autodidata;
6. Que por melhor seja a plataforma de ensino a distância, a AFETIVIDADE, o olhar e a presença física são insubstituíveis, usemos óculos VR, WhatsApp, Hangouts ou o que for (e essa sugestão serve para professores e pais e/ou responsáveis também [nosso mestre Jarbas Barato Novelino até destacou isso da AaD, afetividade a distância, tão necessária como a EaD;
7. Ter lideranças capacitadas e equilibradas em tempos de crise para gerenciá-las e não criar outras é fundamental, pois são essas que devem auxiliar os professores, sugerindo caminhos, possibilidades ou incentivando a colaboração com alunos e cooperação com outros professores de forma equilibrada e não meramente marqueteira pra publicar em redes sociais;
8. Que mandar material por meio digital requer tranquilidade, QUALIDADE mais do que quantidade!, pois o aluno precisa primeiro aprender a organizar seu tempo e espaço (virtual) para essas tarefas e atividades;
9. Que os alunos precisam entender que professor estar em isolamento também precisa de tempo para se organizar, ler materiais enviados e não pode estar respondendo em seguida emails e mensagens de zap zap, tipo: recebeu meu trabalho? tá tudo ok? falta algum ainda? (imagine o professor com diversas turmas e alunos saber quem fez o quê! Tudo requer tempo, planilhas, softwares etc;
10. Crie com SIMPLICIDADE, pois é ela que permite a CONTINUIDADE: pense indicar leituras do livro didático [poucas páginas inicialmente e aumentando gradualmente], que sejam leituras enriquecedoras e não apenas pra vencer conteúdos; use mapas mentais simplificados, resumindo o conteúdo por imagens, palavras-chave, frases curtas (lembrem-se que é uma geração audiovisual que pensa por imagens e sons); faça podcasts (arquivos de áudio direto do celular e compartilhe no grupo do Whats da turma (se tiver) e, POR FIM, e não por último,
11. Seja acima de tudo HUMANO, afetivo, divertido, quebre o gelo, descontraia, e, quando dominar recursos mais sofisticados como SALAS DE AULA VIRTUAIS, ai sim, entre 15 e 20 minutos, converse com seus alunos, explicando conteúdos, conceitos, ideias que já foram tratadas pelos outros materiais mas que requerem a interação, as trocas de saberes, o incentivo à participação dos alunos.
E como disse o professor MARCOS MEIER, num texto em seu blog, inspirado na experiência de outro professor: ELOGIE DO MODO CERTO. Não pela INTELIGÊNCIA (que leva ao medo e a perda desse status quando as atividades aumentam em grau de dificuldade), mas elogie pelo ESFORÇO, pela dedicação, interesse e criatividade do aluno. Traga-o para o lado certo da FORÇA! Da Educação!

“CirqueConnect”: conteúdo digital do Cirque du Soleil oferecido a quem está em isolamento social




A imagem acima é do CIRQUE DU SOLEIL, grupo canadense que incorpora elementos de dança, teatro, esportes, música e muito mais em suas apresentações pelo mundo e que em tempos de COVID-19, resolveu oferecer àqueles que se encontram em isolamentosocial por causa da pandemia, alguns de seus espetáculos de forma on line, no portal "CIRQUECONNECT", link ao final desta postagem, em que serão disponibilizadas apresentações diversas.
Segundo notícia de O DIÁRIO CARIOCA:

"(...) dia 27 de março às 15h00 (horário Local do Canadá), o “CirqueConnect” irá estrear com um especial de 60 minutos , com momentos únicos de espetáculos icônicos como: KURIOS – Cabinet of Curiosities, “O” e LUZIA , para os fãs desfrutarem até ser seguro retornarmos às salas de espectáculo. O público de todas as idades terá lugar na primeira fila, com ângulos nunca antes vistos, que só podem ser vistos em uma tela de TV.
O CirqueConnect é composto por várias ofertas multimídia como um especial de 60 minutos: Cirque Du Soleil abre o seu cofre de gravações dos espetáculos ao vivo e convida os fãs a assistirem alguns dos momentos mais icónicos de KURIOS – Cabinet of Curiosities, “O” e LUZIA ; uma experiência de realidade virtual: faça o download do aplicativo Cirque Du Soleil VR para subir ao palco e entrar no coração dos momentos mais emocionantes do Cirque Du Soleil ; Conteúdo de Séries e Tutoriais: com títulos como Cirque it Out e Color Me Cirque, o público poderá fazer os exercícios físicos como um artista do Cirque Du Soleil e aprender técnicas de maquiagem dos profissionais ; – Música: Sente e aproveite, cante com a gente ou dance com uma variedade de videoclipes e playlists dos espetáculos do Cirque Du Soleil; a programação familiar do Cirque Du Soleil inclui Luna “Petunia”, da Netflix, uma série infantil de aventura, amizade e aprendizado que se passa na terra fantástica de Amazia, e também Big Top Academy, uma série infantil original de ação, centrada num grupo extraordinário de jovens acrobatas em que um dia sonham em se tornar artistas de Circo."


CIRQUE CONNECT - CONTEÚDO DIGITAL DO CIRQUE DU SOLEIL

Bela iniciativa de compartilhar arte e cultura em tempos de coronavírus. Depois que essa pandemia passar, compartilhar conhecimento deverá ser uma iniciativa mundial, não apenas na área da saúde, mas da educação, da tecnologia, em toda parte.



segunda-feira, 23 de março de 2020

Educação em Tempos de Crise: "Live" entre o "Professor Digital" José Carlos Antonio (SP) e "O Urbanauta" José Antonio Roig (RS)


EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE: LIVE EM 22/03/2020 ENTRE O PROFESSOR DIGITAL E O URBANAUTA

Parte 1



Em 22/03/2020, domingo, dois professores que trabalham com tecnologia em seu cotidiano, José Carlos Antonio (Santa Bárbara do Oeste, SP), editor do blog Professor Digital e José Antonio Klaes Roig (Rio Grande, RS), o Urbanauta, editor do blog Educa Tube Brasil, fizeram uma Live no recurso chamado Whereby, cujo tema foi EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE.
Como tanto no Facebook como pelo YouTube não foi possível adicionar mais de um participante na mesma tela, o José paulista recomendou ao José gaúcho o recurso digital Whereby. Literalmente tivemos que aprender a usar uma nova ferramenta em tempo real para suprir uma limitação temporária.
Essa conversa inicial, a partir da experiência profissional e social de cada um, há a intenção que se torne ação continuada em EM TEMPO DE CRISE, agregando outros convidados que possam compartilhar suas práticas, anseios, angústias sobre o momento atual, sobre os desafios, as soluções através das tecnologias, refletindo sobre paradigmas e rupturas de, em tempos de COVID-19.
A conversa foi composta de duas partes (por conta da queda de sinal), e que reproduzimos acima (parte 1) e logo a seguir (parte 2):

Parte 2



domingo, 22 de março de 2020

Caverna de Platão 3.0 e o COVID-19 (Live no Facebook e reflexão compartilhada)




O vídeo acima, CAVERNA DE PLATÃO 3.0 E O COVID-19, foi o título para uma Live (Teste) no Facebook, aberta a amigos, colegas e interessados para refletir sobre Tempo e Espaço em Tempos de Coronavírus, e foi melhor que o esperado, pela interação e que compartilho aqui em meu blog educacional, por ter sido a primeira naquela rede social. E a primeira vez a gente nunca esquece ;-)
Não somos ilhas, embora pareçamos agora, como comparei a astronautas confinados em espaços diminutos, como a ISS - Estação Espacial Internacional, tendo que lidar com a lei da gravidade, em amplo sentido: falta de espaço pra se locomover a gravidade da situação, da exposição a um vírus e suas implicações sociais.
No vídeo em questão, uso minha bagagem artística e cultural para refletir sobre a importância de manter a sanidade através de atividades diversificadas no tempo e espaço limitados.
Como na Caverna de Platão 1.0, da alegoria original, e depois a 2.0, da Televisão que transformou o mundo numa aldeia global; agora temos a Caverna 3.0 e as sombras das Fakes News e da desinformação.
Uma LIVE para provocação e reflexão em tempos de pandemia. Uma forma de contribuição ao processo de autoconhecimento e aprendizagem.

sábado, 21 de março de 2020

A Menina de Plástico: belo curta-metragem escolar com temática ambiental (sustentabilidade e reciclagem)


LA NOIA DE PLÀSTIC from JAUME MARTIN on Vimeo.



O vídeo acima LA NOIA DE PLÀSTIC (A Menina de Plástico) é um belo e profundo curta-metragem indicado pelo colega e amigo Jaume Martin, professor da Escola Sant Josep Oriol, de Barcelona, Catalunha, Espanha.
O vídeo tem produção e direção dele próprio em conjunto com outros professores e alunos do ensino fundamental. Os alunos, inclusive, são responsável pela autoria da canção, além de atores. Múltiplas funções.
O curta traz a temática ambiental de uma forma criativa e original, na figura simbólica de A MENINA DE PLÁSTICO que percebe tudo ao seu redor, sendo composto desse material, da massa de alimentação às roupas, flores, copos, talheres, roupas até a água. Um sonho e ao mesmo tempo uma constatação do impacto desse material no cotidiano e da importância da reciclagem e controle.
Ao final, uma cena emblemática do retorno à Natureza, diante das águas do mar, em que A Menina de Plástico, retoma sua condição natural, encerrando com frase e mensagem: "Talvez ainda tenhamos tempo".
Um curta-metragem magistral que serve para diversas utilizações: leitura de imagens e escrita criativa (em produção textual); como proposta de reflexão em ciências ou educação ambiental, nas artes, reciclando materiais para produção de vídeo; pensar ações de sustentabilidade, enfim, onde a imaginação levar professores e alunos.
Como consta na apresentação do vídeo: "Os alunos do ensino fundamental de Sant Josep Oriol criaram uma história que mostra que nossa vida cercada por plástico não é sustentável. O uso e abuso de plástico leva a um verdadeiro pesadelo para uma garota e todos os seus colegas".
Vídeo estudantil é um ótimo recurso de conscientização, além de diálogo entre professores e alunos.
Parabéns a todos os envolvidos nessa produção!

Influência!: vídeo criativo sobre causa e consequência, ética e moral, influência e responsabilidade social




O vídeo acima, Influência!, foi indicação de meu aluno Christovam Hyattes Gaya Pereira, estudante do ensino médio de Rio Grande (RS), Brasil que encontrou a partir de tema para Redação que sugeri à turma sobre "REDES SOCIAIS DIGITAIS: Influências e Intolerância".
Um vídeo de um jovem criativo sobre influência e responsabilidade, causa e consequência, ética e moral, ação e reação.
Material audiovisual para refletir sobre as influências positivas e negativas que cada um pode receber, seja no mundo comum ou no meio digital, e promover um debate em Produção Textual.