CRIADO (ABRIL/2009) PARA INDICAR VÍDEOS DE E PARA EDUCADORES, ALÉM DE SUGERIR DIVERSOS RECURSOS TECNOLÓGICOS COM FINS EDUCACIONAIS.
Imagens: 3 filmes indicados aos educadores: A Cor do Paraíso e Filhos do Paraíso, de Majid Majidi (Irã) e Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornattore (Itália).

terça-feira, 31 de maio de 2016

The Wall de Pink Floyd tocado no estilo oriental: música como linguagem universal




O vídeo acima Pink Floyd no estilo oriental, descobri via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se de forma criativa e peculiar de tocar a mítica e famosa música The Wall (um ícone da cultura musical ocidental) por conta de uma interessante orquestra do Azerbaijão.
Um exemplo de como a música é uma linguagem universal, que permite que sonoridades possam se adaptar a qualquer realidade e inclusive criar a própria roupagem...
A música, além disso, pode ser um grande elemento de interação e integração social, seja na escola como na própria sociedade.
Abaixo, a versão original da referida canção, pelo grupo Pink Floyd e que traz em si uma grande crítica social à própria educação tradicional, que muitas vezes castra a possibilidade de inovação, da criatividade. E que serve justamente para um debate sobre limites, valores e possibilidades...



segunda-feira, 30 de maio de 2016

Tecnologia vestível: Óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente




O vídeo acima Brasileiro cria óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente, como o próprio título indica é projeto de Wallace Ugulino que "desenvolveu o dispositivo em sua tese de doutorado na PUC-Rio. Equipamento mapeia o ambiente e indica pontos de referência por meio do som e de vibrações emitidas por um cinto e uma luva. Ferramenta é testada por alunos do Instituto Benjamin Constant" e possui parceria de Hugo Fuks.
Interessante a sobreposição de situações sem o equipamento e com ele, o que auxilia ao cego para o que chama de "obtenção de mapa mental", ou seja, que o deficiente visual possa elaborar de fato um mapa do que tem ao redor, para de fato vencer os limites.
Lembrando que muito da chamada tecnologia assistiva, pensada inicialmente para portadores de necessidades especiais, cegos, surdos, com problemas de coordenação motora etc, acabou sendo integrada à sociedade como um todo como a tela de toque, o teclado virtual (hoje em todos os telefones e smartphones), o sensor de movimento, etc.
O óculos em questão, como a descrição do próprio vídeo indica, no blog do Estadão, traz a informação de que:

"Classificado como ‘wearable technology’ (tecnologia vestível), o equipamento transmite dados sobre locais mapeados, indica pontos de referência e facilita o reconhecimento de ambientes ao fornecer informações por um alto-falante e também por vibrações emitidas por um cinto e uma luva. A ferramenta está em fase de testes, feitos por alunos do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro".
Conforme explica Ugulino: “Na fase inicial da pesquisa, a programação foi restrita a ambientes internos, o que possibilitou testar a funcionalidade dos dispositivos com mais segurança para os voluntários. A experiência no instituto consistiu em propor duas tarefas aos estudantes, que deveriam indicar em qual área do prédio estavam localizados o museu e a estátua de Dom Pedro II. Ao caminharem pelos corredores, as vibrações emitidas pelos cintos e luvas indicavam que os usuários estavam passando por pontos de referência e os óculos forneciam informações verbalizadas sobre o ponto de referência encontrado, seja ela uma porta ou um objeto no caminho”.

Para maiores informações, basta clicar no link abaixo:

Brasileiro cria óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente

domingo, 29 de maio de 2016

O aluno, o professor e o mundo: Antes de julgar alguém conheça sua história de vida




O vídeo acima, que intitulei de O professor, o aluno e o mundo, descobri via Facebook do colega e amigo Alexsandro Oliveira, educador de Rio Grande (RS), Brasil e é um curta-metragem que conta a história de um professor severo e um aluno que chega todo dia atrasado em aula.
Não pude identificar a nacionalidade do vídeo (aparentemente árabe), mas bem que poderia ser em qualquer parte do mundo. E, por isso mesmo, considero um bom material para propor uma reflexão sobre o contexto educacional, que vai muito além da sala de aula...
Seguidamente vemos de apresentadores de TV a celebridades, de personalidades do esporte a políticos, até ilustres desconhecidos, todos dando palpites sobre a educação, a maioria das vezes sem conhecimento de causa nem formação na área, e justamente por desconhecerem a realidade estrutural de uma escola, seus comentários são apenas "achismo" ou palpite furado...
Como bem comentou Alexsandro sobre o vídeo: "Muitas vezes caímos na armadilha de julgar os comportamentos dos outros, em especial de nossos alunos. Muitos comportamentos desviantes escondem dramas pessoais e familiares". E que destacou Angela Reis: "Amei a vida deste adolescente com certeza não é fácil tem que ajudar em casa as vezes não tem pai ou mãe tem que cuidar dos irmãos mesmo apanhando não desistia para dar o melhor a sua família e estudando vai vencer na vida e o professor agiu certo algo está errado vendo com seus próprios olhos entendeu que ele trabalhava e depois corria pra estudar mas aquele abraço disse tudo".
Eu mesmo, tenho diversas experiências de vida na educação, que ao conhecer um pouco da história dos alunos pude estabelecer produtivas estratégias de interação, já destacadas em outras postagens neste blog educacional.
Ou seja, julgar alguém sem conhecer sua realidade é fácil. Complexo é, conhecendo-a, estabelecer uma pedagogia que permita sua integração e interação ao convívio escolar, sem traumas nem conflitos. Antes de julgar alguém, o salutar seria conhecer um pouco de sua história de vida, contexto social. Muitos dos conflitos ocorridos dentro da escola são consequências de causas fora desta: abandono, descaso, drogas, violência familiar, etc., que repercutem na escola, que é incapaz de resolver seus próprios problemas estruturais, quanto mais os da sociedade desestruturada...
Mesmo assim, a escola e muitos educadores que têm essa visão panorâmica da sociedade e espírito de comunidade conseguem superar estes desafios, num exercício de alteridade, de colocar-se no lugar do outro, e a partir disso, estabelecer estratégias eficientes de comunicação, interação e inclusão...
No vídeo em questão, durante três dias um aluno chega sempre atrasado e é severamente castigado pelo professor severo, com uma régua, tipo antiga palmatória. No quarto dia, por acaso, enquanto o professor corre, este encontra o aluno andando de bicicleta na rua e começa a segui-lo, descobrindo que ele era jornaleiro, fazendo suas entregas, o que provavelmente fazia com que chegasse sempre atrasado.
Este curta-metragem lembra o filme iraniano Filhos do Paraíso (1999) - que indico abaixo desta postagem - em que dois irmãos dividem o mesmo par de tênis para puder ir à escola. A menina de manhã e o menino à tarde. Como a menina é menor, custa a chegar em casa para que o menino (maior) possa calcar o mesmo tênis e correr pra chegar em tempo na escola. Normalmente chega atrasado e o diretor sempre o repreende, até que o professor de educação física percebe o potencial do menino e começa a treiná-lo... E o inscreve numa corrida em que 1º lugar é uma viagem pra conhecer uma praia (e o menino nunca viu o mar) e o segundo (um par de tênis). E eis o dilema do aluno, entre o sonho e a realidade... Sem fazer mais spoilers, segue abaixo o filme na íntegra, que encontrei no You Tube e que tem um final emocionante e surpreendente:



A seguir, postagem feita pelo Educa Tube Brasil sobre Filhos do Paraíso, lançado no Brasil, em 1999:

FILHOS DO PARAÍSO: CINEMA E EDUCAÇÃO

sábado, 28 de maio de 2016

O artista que pinta com luz: uma brilhante ideia



O vídeo acima The artist who paints light (O artista que pinta [com] luz), descobri via Facebook de Mônia Gonçalves Coelho, educadora de São José do Norte (RS), Brasil e trata-se de vídeo espetacular e ideia genial de artista plástico italiano Christopher Scorpiniti ou CriscoArt, de Bolonha, Itália.
Crisco pinta seus quadros com uma tinta especial que muda de cor conforme escurece (algo que lembra aqueles óculos de grau e de sombra, que escurecem conforme surge o sol, e no caso de Crisco é o contrário, conforme anoitece).
Cores brilhantes, em duplo sentido, seja pela tonalidade e expressividade dos seus quadros, seja pela luz que emitem na escuridão. Criatividade e inovação...

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Drone Star Wars: fãs recriam perseguição entre X-Wings e TIE Fighters de forma criativa




O vídeo acima Drone Star Wars, descobri na rede social, através do portal Omelete, e trata-se de iniciativa do grupo Corridor Digital, que fãs da série cinematográfica Star Wars que recriam perseguição entre X-Wings e TIE Fighters com o uso de drones, colocando câmeras para gravação e depois adicionando efeitos visuais às réplicas das naves. Foram incluídos também "action-figures" do R2-D2 e dos stormtroopers.
Um belo exercício de criatividade e originalidade ao mesclar réplicas, drones e efeitos visuais, e que pode servir de inspiração para professores e alunos, ainda que sem tantos recursos (como um sofisticado e caro drone), mas que poderão pensar em adaptar, por exemplo, alguma batalha histórica com maquetes de papelão, bonecos (miniaturas) de borracha ou plástico, editando efeitos visuais e fazendo um pequeno vídeo ilustrativo de um conteúdo educacional, em parceria com os professores de história, artes, ciências etc. Basta uma ideia, e a parceria dos alunos na questões da edição de vídeos, incentivando e mediando a pesquisa histórica sobre prédios, vestuário, costumes etc.
Abaixo, o vídeo Re-Creating Star Wars with Drones!, que mostra de forma detalhada e didática como foi feito essa recriação:



quinta-feira, 26 de maio de 2016

Sempre ao seu lado: Entre a aparência e a essência das coisas e das pessoas




O vídeo acima Immer für dich da ("Sempre ao seu lado", tradução livre deste blog), descobri na rede social e trata-se de surpreendente e comovente propaganda comercial alemã de bolachas, e que pode ser visto também como um belo curta-metragem, por conta da mensagem que contém.
Inicialmente, um menino que parece gostar de brinquedos (boneca e caixinha de música) e roupas (sapatilhas, malha e saia de balé) de menina, é hostilizado por outros três meninos, sofrendo bullying, até que um dia, quando na parada junto a uma estrada, espera o ônibus para viajar, resolve enfrentar seus agressores.
Sutilmente, quando sobe no ônibus, o motorista faz um olhar e riso de espanto, e o menino abraçado à saia rosa de balé, senta-se feliz num banco ao fundo e segue viagem...
E o interessante é que quando a narrativa parece levar para uma leitura apenas anti-homofóbica, há a surpreendente ampliação e revelação de que o menino fazia isso também por amizade a uma menina enferma (irmã? vizinha? namorada? não fica claro nem é importante para a história contada e para o convívio em sociedade, eis a mensagem que o material publicitário que parece um curta-metragem deixa ao espectador...), justificando o slogan e título do comercial: "Sempre ao seu lado. Agora e depois".
Não importa nossa orientação sexual (sim, o termo é orientação e não opção, pois ninguém opta em ser o que é, disse-me uma vez uma amiga), o que importa, mais que a aparência das pessoas, sempre será, ou deveria ser, a sua essência, a solidariedade, amizade, civilidade e dignidade humana.
Com um belo final, o comercial toca fundo ao coração daquele que ainda se importa com seu semelhante, pois a mala que o menino trouxe à menina, continha mais que coisas pessoais dela; trazia junto o sonho que um dia se realizou, da menina tornar-se uma linda bailarina, como aquela da caixinha de música que o menino transportou... Pequenos gestos de amizade podem ser essenciais a quem mais precisa... Eis a lição de solidariedade, amizade e resiliência (de superação das adversidades)...

Abaixo, indico um belíssimo videoclipe, chamado Holocene, da Bon Iver, que é "uma banda folk norte-americana liderada e fundada por Justin Vernon no ano de 2007, em Eau Claire, Wisconsin. O nome da banda advém da junção das palavras francesas 'bon' e 'hiver', que significa 'bom inverno'."
Holocene ou Holoceno, refere-se "à época e série mais recentes do Cenozoico (Seus limites não estão definidos, mas é consenso geral que o Holoceno é o equivalente cronostratigráfico das modernas condições pós-glaciais")".



Um clipe que também parece um curta-metragem, e que mostra um menino saindo da caverna e caminhando por um mundo a ser redescoberto, com diversas imagens simbólicas, de subir a uma parede de pedras como se degraus e observar o voo de um pássaro, e que pode servir para uma oficina de interpretação e produção textual a partir da leitura de imagens, com alunos do ensino médio, unindo arte, cultura e linguagens visuais e verbais.

No clipe, nossa pequena humanidade renascendo? Saindo da caverna em busca de luz? Quem sabe...
O próprio comercial acima, "Sempre ao seu lado", poderá também fazer parte dessa oficina de criação verbal a partir da leitura de imagens...

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Mães com História: A vida de Thomas Edison e o papel de sua mãe Nancy em sua formação




O vídeo acima Mães com História, foi indicação da colega e amiga Elisabete Pereira, educadora de Viamão (RS).
Trata-se de surpreendente e comovente curta-metragem do canal History que conta de forma abreviada mas motivadora a história de vida de um dos maiores inventores da Humanidade, o norte-americano Thomas Edison e o papel decisivo de sua mãe em sua formação, conseguindo reverter uma rejeição escolar, com destacada participação em seus estudos, apesar das supostas limitações diagnosticadas.
Ao final do referido vídeo um depoimento de Edison sobre sua mãe Nancy: "Sou o resultado do que uma grande mulher quis fazer de mim".
Muito tempo depois disso, ainda vemos em pleno século XXI, escolas rejeitando alunos por causa de supostas limitações na aprendizagem e no ensino. E muitas mães sendo essa professora, incentivadora, motivadora de seu filho e aluno...
De 2005 a 2007, coordenei projeto inclusivo de informática na educação especial, em parceria com professores da área, trabalhando noções básicas de informática, jogos educacionais e projetos de aprendizagem e os resultados foram surpreendentes, com alunos surdos, cegos, com deficiência mental e alunos com altas habilidades. Pude contar com o apoio de professores especialistas na educação especial e eu especialista em TIC na educação, e ambos dependiam um do outro nessa parceria. Além disso, contei com cegos e surdos sendo monitores junto a outros alunos com deficiência visual e auditiva, respectivamente, bem como convidar alunos de alta habilidade para auxiliarem nas demais turmas. Todos acabaram aprendendo e ensinando uns aos outros. E pude constatar que o rendimento dos alunos, independente da deficiência que possuíssem, era fruto da participação da família. Os que mais superavam as limitações eram os que mais tinham a família como apoiadores.
Abaixo, indico um vídeo que encontrei nos correlatos do You Tube, de autoria de Thiago Rodrigo, que embora tenha um viés mais religioso, por conta de seu lirismo e mensagem, que lembra em parte as analogias poéticas do educador e escritor Rubem Alves, servem para uma reflexão sobre "O exemplo de Thomas Edison e sua Mãe" e as figuras criadas por Thiago, dos "parteiros e coveiros" com quem compartilhamos sonhos e projetos. Para ele, "não se deve compartilhar sonhos com quem não sonha com você", mas que podemos, sim, sermos um incentivador de pessoas, sermos um motivador de pessoas... E eu complementaria: Sermos doadores de memórias, como em filme de mesmo nome, em que alguém mais experiente, responsável por uma biblioteca de uma aldeia, se encarrega de repassar a seu aprendiz seu conhecimento de mundo, como todo educador, seja pai ou professor, deveria fazer com seus filhos e alunos, contextualizando o mundo atual à luz do seu passado...
Por sinal, falando de luz, a lâmpada elétrica foi uma das mais destacadas invenções de Edison, iluminando não apenas as ruas e casas, mas a própria ciência e a tecnologia...



Dentro ainda deste tema, recomendo o texto "Aproximação da família com escola apoia o aluno e transforma educação" (link abaixo), que encontrei no site Porvir, que dialoga e muito com este vídeo sobre Edison e o papel da família na formação e transformação do aluno.

Aproximação da família com escola apoia o aluno e transforma educação

terça-feira, 24 de maio de 2016

Grandes Poetas e o Teatro de Alunos na Olimpíada da Língua Portuguesa (MEC)




O vídeo acima Grandes Poetas, descobri na rede social, através do Canal Futura, e trata-se de atividade dentro da OLP (Olimpíada da Língua Portuguesa) 2016, iniciativa anual do Ministério da Educação do Brasil (MEC), para que os alunos possam conhecer os gêneros literários e ter conhecimento biográfico dos autores trabalhados. Uma "forma lúdica de aprendizado [que] é uma das propostas da metodologia da OLP".
No vídeo em questão, os alunos da escola municipal Sebastião de Almeida Ferreira, em Marataízes (ES), Brasil, usam o teatro para aprender sobre os poetas brasileiros. Ao brincarem de teatro, alunos do 5º ao 9º ano aprendem sobre grandes escritores brasileiros, como Cora Coralina, de uma forma divertida de unir literatura, arte, sociedade e educação.
Abaixo, link para o Programa Escrevendo o Futuro, iniciativa do MEC, que "entende a leitura e escrita como práticas sociais: a língua é viva e usada a todo instante, na família, na escola, no trabalho, na comunidade. Nesse sentido, contribui para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas de todo país, por meio de ações de formação para educadores envolvidos no ensino da Língua Portuguesa".

ESCREVENDO O FUTURO - MEC

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Ilusão de ótica pelas ruas de Paris



O vídeo acima Ilusão de ótica, foi indicação via Facebook de meu filho Allan, é uma criativa obra de arte encontrada pelas ruas de Paris, França, sobrepondo duas imagens de animais. À primeira vista, parecem duas girafas, mas mudando o ângulo de visão e a perspectiva, passa a ser a silhueta de um elefante.
Alguns traços, ângulos e perspectivas e tudo muda...
A arte está em toda parte e treinar o olhar para perceber certas ilusões no cotidiano, sejam artísticas ou não, é um belo exercício que todo educador, seja pai ou professor (de artes, história, geografia ou qualquer outra disciplina) poderá fazer com seus filhos e alunos.

domingo, 22 de maio de 2016

Acorde para a vida! Por que você existe? Os sonhos escolhem você...




O vídeo acima Acorde para a vida!, descobri no Facebook de Paula Dimussio, educadora de Rio Grande (RS), Brasil e mais do que um vídeo motivacional, encaro-o como um ótimo material para reflexão entre pais e filhos, professores e alunos, pela mensagem que traz, de autoconhecimento e autoavaliação. Não devemos de fato nos arrependermos pelas atitudes que tomamos, mas sim, pelas que deixamos de fazer, desejando-as fazer... Conheço muitos professores que, apesar de nem sempre terem o devido reconhecimento, são felizes a sua maneira por fazerem o que gostam, de trocaram experiências com seus colegas e alunos, de terem decidido por aquilo que desejavam, sem arrependimentos.E isso se reflete em suas didática e metodologia, na forma de verem a vida e de abordarem seu conteúdo programático, fazendo associações entre a teoria e a prática.
Além de saber lidar com as críticas e acreditar no próprio talento, desde que o tenha, logicamente...
O vídeo em questão, com imagens deslumbrantes e texto instigante, falado como se estivesse sendo cantado ao estilo rap, serve muito mais do que abertura e dinâmica de grupo. Fala ao fundo de nosso coração e permite que após sua visualização, falamos um bom debate sobre sonhos, expectativas, perspectivas, troca de experiências entre pais e filhos, professores e alunos, neste acordar para a vida e despertar para o mundo.
Como digo: somos mais que passageiros e sim tripulantes e condutores de nosso destino, que é fruto das escolhas e não-escolhas que fazemos durante a vida. Então, acordemos para a vida e deixemos de ser sonâmbulos quanto aos nosso sonhos, desejos e esperanças... Ainda há tempo, tudo tem o seu tempo, inclusive de sonhar e acordar...
Afinal, como o vídeo indica: "As pessoas não escolhem os sonhos, os sonhos é que escolhem as pessoas" e que cada pessoa na Terra tem um dom. Na sala de aula idem. Cada aluno possui um talento nato, que às vezes desconhece, e que o bom professor que tem o dom de caça-talentos, poderá auxiliar nessa descoberta: dança, música, teatro, literatura, esportes, etc.
Se o avião foi feito pra viver no ar, e o navio no mar, nós sonhos feitos para sonhar e realizar esses sonhos de inventar o fogo, a roda, o barco, o avião e tudo mais... Quem não sonha os próprios sonhos não pode realizar os sonhos da humanidade... A vida, mais que tudo, é o verdadeiro Dom que temos... E saber bem viver é fruto da persistência, resistência e resiliência...
Enfim: "Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas pode começar agora e fazer um novo fim".

sábado, 21 de maio de 2016

Nada se cria, tudo se copia: De Huxley a Pink Floyd, da Apple à Matrix




O vídeo acima 1984 Apple Macintosh, descobri via portal Blue Bus e trata-se de propaganda da empresa Apple, usando cenas do filme 1984, inspirado no livro homônimo de Aldous Huxley, que também lembra lendário videoclipe The Wall (1979), da banda Pink Floyd, logo a seguir:



Em 1984, ocorre justamente o comercial de lançamento do Apple Macintosh, vídeo dirigido pelo destacado diretor Ridley Scott (Alien, Blade Runner, etc), com o tema do livro de George Orwell, e segundo consta, foi ao ar apenas uma vez na TV americana.
The Wall mostra uma escola conservadora, em que um professor autoritário causa uma revolta geral em seus alunos.
Em tempo de medidas autoritárias de certos políticos, do papel tendenciosa da grande mídia e de alunos ocupando escolas, o mundo distópico proposto por George Orwell em 1984, um espelhamento do próprio ano de publicação 1948, que especulava sobre regimes fascistas surgidos antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, há que se pensar noutra Onda Fascista mundo afora, em conjunto com os mesmos antecedentes daquele conflito: refugiados, intolerância, discriminação, racismo etc.
Como dizia Aberlado Barbosa, o Chacrinha, apresentador de TV brasileiro, parafraseando máxima de Lavoisier (Na natureza nada se perde, tudo se transforma): "Na TV nada se cria, tudo se copia". E não apenas na TV, na literatura e na arte em geral, o original, de tão copiado, muitas vezes parece ser clichê, quando na verdade, a falta dessa perspectiva histórica por parte do espectador e leitor, seja aluno ou não, é que dão a falsa dimensão de cópia ao original, e de original à cópia. Exemplo disso foi certa vez, canção clássica da MPB, de Roberto Carlos, em nova versão da banda J Quest, para uma jovem que ouvia o original exclamou: Nossa, é a música do Jota Quest! Não! Era a versão do Jota Quest para canção original de Roberto Carlos. E assim como esses , existem inúmeros exemplos, o que valorizam mais o papel do educador, seja pai oi professor em dirimir essas dúvidas, separando o original de sua versão.
Dentro desse contexto, do Nada se cria, tudo se copia..., apresento logo abaixo, entrevista com Steve Jobs (fragmento do documentário "O Triunfo dos Nerds"), que fundou a Apple em 1976, e é considerado por muitos um gênio, por outros não (e que junto com Bill Gates), mudou a interface do mundo a partir da informática, dos sistemas operacionais, equipamentos e aplicativos inventados.



Por fim, dentro da temática do "Nada se cria, tudo se copia", cena emblemática da trilogia Matrix (1999), em que utiliza-se de conceitos da informática e da filosofia, com certos elementos distópicos de 1984, de um controle da população, só que dessa feita, por máquinas que se autocontrolam, se alimentam da força vital dos seres humanos e os mantém num estado de suspensão, através de um sofisticado sistema operacional de realidade virtual e realidade aumentada... Neste filme encontram-se elementos de a Caverna de Platão e outros mais, como a Realidade Virtual ainda não tão abrangentes como hoje... Atualmente, um passeio pelo mundo dito real e vemos pessoas conectadas a uma "matrix" através de suas telas abertas nas redes sociais...



Nada se cria? Tudo se transforma! Estas são algumas amostras da intertextualidade entre literatura, cinema, filosofia, política, informática... que se influencia, e permite recriações...
Exemplo disso está nessa cena emblemática do filme Piratas do Vale do Silício em que Steve Jobs descobre o mouse e o incorpora ao seu projeto de trabalho, recriando o conceito inicial e melhorando-o:



Assim deveria ser a educação do século XXI, intertextual com outras disciplinas, utilizando a arte, a cultura e a tecnologia de forma transversal...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Quando éramos cavaleiros: Um salto rumo ao desconhecido (com uma câmera na cabeça e uma ideia no coração)


When We Were Knights from GoPro on Vimeo.


O vídeo acima When We Were Knights (Quando éramos cavaleiros), descobri no Twitter e é um pequeno material para uma boa reflexão sobre vida e educação.
Trata-se da história do amor à aventura que uniu dois amigos que saltam de locais belos e perigosos, arriscando a própria vida e fazendo imagens espetaculares, deslumbrantes com câmeras GoPro (acopladas em seus capacetes).
E como este educador, sempre que pode, adapta os mais variados vídeos para a Educação, imaginei muitas coisas enquanto assistia ao voo desses dois amigos de aventuras.
Primeiro a própria questão da sair da zona de conforto, de arriscar, de conhecer novos horizontes (nem que seja por cima de montes e pontes), de ver além da superficialidade das coisas e das pessoas.
Em 2011, realizei o sonho de meu pai, de voar, gravando um salto de asa delta do alto dos 520 metros da Pedra Bonita, Rio de Janeiro, Brasil. Fiquei alguns segundos em silêncio, concentrado, antes do salto, respirando fundo e buscando lá no fundo da alma coragem para saltar. Depois desse receio inicial, o voo em si, foi uma das coisas mais incríveis que já fiz na vida, uma sensação de paz, e de sentir-me meio pássaro, meio gente, meio anjo lá no alto, até a aterrissagem (vídeo vídeo ao final desta postagem).
O segundo momento, ao ver o vídeo de "Quando éramos jovens", foi lembrar de meus estudos e pesquisas literárias, da visão panorâmica que Johann Wolfgang von Goethe, filósofo, escritor e poeta alemão teve do alto das montanhas do Alpes, vendo um vilarejo lá embaixo e do insight de que a história está viva nas coisas, ao vermos, tocarmos prédios históricos, monumentos, ruínas do passado, que como autênticos viajantes do tempo, chegaram até nós, que somos os visitantes.
E por terceiro, a imagem do professor Keating, personagem do filme Sociedade dos Poetas Mortos, em que convida seus alunos para subirem sobre as mesas e cadeiras de sua classe, em uma escola conservadora, para enxergarem as coisas melhor, do alto...
Portanto, educador, seja pai ou professor, ensine ao seu filho e aluno a sair da zona de conforto, de dar bons saltos para o futuro e aproveitar para observar a paisagem, refletir sobre ela e sentir a história viva nas coisas e nas pessoas que nos rodeiam... Eis a grande lição que devemos aprender com os bons educadores, sejam eles pais ou professores...
Carpe diem, aproveitem a vida! Sejam como os nobres cavaleiros da Távola Redonda, conversemos em círculo, com espadas e escudos, com dúvidas e certezas, trocando ideias, experiências de vida, sonhos, ideais. Que nossa sala de aula e casa possam ser uma pequena extensão do reino encantado de Camelot, Que possamos, como rei Arthur, retirar de uma pedra funda nossa espada mágica, Excalibur e usá-la com justiça e valor. Excalibur pode ser o giz e o quadro, o datashow e a caneta laser, o capacete e o sabre de luz, não importa... Arte, cultura, educação e sociedade podem ser um reino mágico, se os professores souberem unir a teoria à prática, valendo-se de sua história de vida, de suas aventuras quando também, jovens cavaleiros, contadas a seus aprendizes de guerreiros, os alunos do século XXI, que sabem dominar com maestria sabres de luz e smartphones, mas, como escudeiros, precisam da experiência desses cavaleiros e suas ricas jornadas pelo planeta Educação, o mestre, o maestro, o professor... Ó captain, my captain! ...
Enfim, a entre relação pais e filhos, professores e alunos, precisa desses saltos para o futuro. Algo como o cineasta Gláuber Rocha dizia: "Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", algo que o professor com seus alunos pode repetir, de um telefone celular na mão e um projeto de aprendizagem na cabeça, com saídas de campo no entorno da escola, ou na própria sala de aula, biblioteca escolar, teatro, etc, para dar vazão à criatividade. E a produção de material didático em coautoria, para acervo digital da própria escola, servindo de base aos que um dia virão estudar naquela instituição.

Abaixo, o salto e voo de asa delta que o editor deste blog educacional fez no verão de 2011, na Pedra Bonita, São Conrado, Rio de Janeiro, RJ, Brasil:



quinta-feira, 19 de maio de 2016

Games e a Educação no Conexão Futura (E o cérebro, entre o elástico e o plástico da Neurociência)




O vídeo acima, Games e a educação, encontrei na rede social é trata-se de interessantíssima entrevista ao programa Conexão Futura (20/11/2015), do Canal Futura, com especialistas em jogos na educação, como Maíra Pimentel, co-fundadora da Tamboro Educacional; Antonio Marcelo, game designer, pedagogo e fundador da Riachuelo Games; e Rafael Parente, fundador da Aondê Educacional e do Laboratório de Inovação Educacional.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Febre entre os jovens, os games podem ser uma alternativa para atrair mais a atenção dos estudantes para o conteúdo ensinado dentro da sala de aula. O uso dos jogos na educação pode aumentar o engajamento e, por consequência, o aprendizado dos alunos. Porém, muitos pesquisadores e educadores ainda tentam desvendar como utilizar esse potencial. Será possível aplicar o fascínio que os jovens tem pelos jogos para resolver questões também na sala de aula?"
Um programa muito esclarecedor para leigos e educadores interessados na gameficação, no uso de jogos analógicos ou digitais na educação, a partir de algumas ideias, conceitos e reflexões que são trazidas pelos pesquisadores e educadores.
A começar pelos conhecimentos da neurociências, de que o cérebro é elástico e plástico, e molda-se ao mundo em que vive e a situações em que é exposto. Que "a metáfora e elementos de jogos podem e devem ser utilizados no processo de aprendizagem da álgebra e da matemática"; que games vêm superando o orçamento do cinema, inclusive influenciando o cinema, em adaptações de jogos para a tela grande da sétima arte; que jogos que educam, e que se pode trazer o jogador para seu mundo (o mundo da educação, pela questão da linguagem, de como apresentar isso de forma dinâmica); de aplicar metodologia dos jogos no dia a dia.
Os entrevistados esclarecem ainda que todos os jogos geram aprendizagem, socialização, coordenação motora, desenvolvimento raciocínio lógico, etc. E que ampliar o olhar do aluno (penso, dentro de um contexto e perspectiva histórica, unindo jogo e educação, educação e sociedade), pois durante este processo ocorre operação, cooperação, trabalho em equipe. Que jogos tanto analógico como digital partem da mesma base, e podem conter uma narratividade (storytelling).
Por fim, que jogos trazem também o conceito da mobilidade, e que todo aluno tem hoje em dia um fone celular, em que usa jogos e aplicativos, que podem ser aliados ao processo de ensino-aprendizagem.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Como serão os filmes de realidade virtual em 360 graus (e a realidade do giro educacional)



O vídeo acima Como serão os filmes em realidade virtual, descobri via Twitter do portal Blue Bus e trata-se de vídeo produzido pelo Facebook em 360 graus (como fazem as fotografias do Google Street View, Maps e Earth, que permitem que o espectador possa passear pra cima, pra baixo, para os lados diante da tela em que é reproduzido o filme).
O vídeo foi divulgado pelo próprio Mark Zuckerberg em sua rede social, com cenas do Grande Terminal (maior estação de trens do mundo) em Nova Iorque, filmado usando câmera 360 surround. E como ele destaca, é uma prévia do que virá com filmes em formato realidade virtual, que permite além de ver a ação, fazer parte dela...
Do ponto de vista científico, tecnológico e cinematográfico será um incrível avanço. Mas como educador, 24 horas por dia, sempre penso nas possibilidades de tais tecnologias serem um dia incorporadas ao fazer pedagógico.
Já pensaram num giro educacional em 360 graus, nas aulas de geografia, de história, ciências e tudo mais que permitam esses passeios aos universos paralelos do conhecimento humano, da arte, da cultura, da ciência e tudo mais, com esse nível de realismo e interação?
Ainda que tudo na educação leve um tempo maior para ser incorporado ao contexto escolar, cabe lembrar que ao bom educador, do século XXI, é possível realizar estes giros através de expedições ao mundo real, sem ser no modo virtual, como pequenos passeios pelo entorno da escola, acompanhado por seus alunos, associando o conteúdo programático à realidade local, em que a tecnologia virtual pode ser o uso de telefones celulares, smartphones, câmeras digitais, bloco de anotações, cadernos desenhos etc, para que os alunos registrem o que seu olhar em 360 graus (pra cima, pra baixo, para os lados) percebe ao redor, reunindo após em vídeo ou slides essas imagens que podem ser pequenos filmes, fotografias, desenhos num vídeo documentário para divulgação na turma, nas demais turmas, na escola e na comunidade escolar, desse olhar estudantil. Além desses vídeos passarem a ser um acervo digital da própria escola.
Em tempo, expedições, sem mesmo aparato mas com efeitos semelhantes podem ser feitos por professores e alunos, através do Google Earth, do Google Maps e do Google Street View, inclusive sendo possível gravar em vídeo esses percursos...

terça-feira, 17 de maio de 2016

A evolução dos robôs no cinema e televisão durante quase 100 anos




O vídeo acima The Evolution Of Robots In Movies and TV (A evolução dos robôs no cinema e na TV), descobri no Twitter, via Tecnovedosos e trata-se de incrível animação de Elisa Solinas, com produção de Jesus Díaz, e ilustração de Scott Park, e mostra em poucos minutos quase cem anos da evolução da imagem dos robôs no cinema e na televisão, a partir de seus principais personagens em seriados e filmes.
É um verdadeiro e fascinante passeio pelo imaginário sobre a ciência e tecnologia, e pela história do própria cinema e da televisão e da fantasia humana.
Se teremos um dia robôs dotados de uma inteligência artificial que rivalize com a humana, é algo que por enquanto o cinema e a TV indicam e alguns estudos científicos também. Entretanto, máquinas sempre precisarão de uma programação, que ainda que sejam programadas por outras máquinas, não poderão substituir de todo a experiência e inventividade humanas.
E como diz o editor deste blog, dentro de um contexto tecnológico educacional: "Precisamos humanizar as máquinas e não robotizar as pessoas".
Um bom vídeo para uma aula de introdução à robótica, bem como aulas de ciências, história, sociologia e filosofia, tratando justamente da questão da evolução humana e a dos robôs, seja nas ciências como na ficção.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Arquitetura Escolar e os Espaços escolares para novos tempos




No vídeo acima, a professora da Unicamp Doris Kowaltowski fala sobre Arquitetura Escolar na TV Univesp, levando em conta fatores como "Acústica, iluminação, materiais que não sejam tão duros, uma arquitetura que contemple as especificidades locais" , além da funcionalidade deste espaço escolar. Trata do inovador e do tradicional na educação e as mudanças que ocorreram na arquitetura de algumas escola.
O referido vídeo encontrei no ótimo blog Arquitetando Ideias da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta em Porto Alegre (RS), Brasil, cujo tema era justamente os Espaços escolares para novos tempos, postagem feita por ela, a partir de indicação de outro post que fiz à Elenara, sobre Arquitetura da Aprendizagem.
Com alegria li a postagem do Arquitetando Ideias (link a seguir), que mostra "Como seriam espaços escolares para nossos novos tempos de tantas transformações". Uma bela postagem que recomendo por conta das diversas possibilidades de unir o espaço escolar a uma perspectiva mais eficiente, do ponto de vista arquitetônico como pedagógico. A arquitetura é uma arte que deve se incorporar aos espaços escolares, dentro de uma proposta de novas metodologias e didáticas, como algumas das experiências apontadas por Elenara, em que a construção do conhecimento está aliada à construção do próprio espaço escolar, arquitetonicamente adequada a inovações, tanto espaciais como educacionais. Mudar o espaço sem alterar a metodologia é como o editor deste blog sempre destaca: "Novas tecnologias requerem novas metodologias. Equipamentos que trazem em si o conceito da mobilidade, utilizados de forma fixa, acaba sendo uma contradição". E como destaca a prof. Doris, no vídeo mais abaixo: "Inclusão não é só construir rampas", há que se pensar o espaço muito além disso...

Espaços escolares para novos tempos, no Arquitetando Ideias

Dentro deste tema, pensando a questão dos espaços escolares, em sentido amplo, e pensando este espaço em que a Biblioteca Escolar deveria ser melhor explorado, tanto o exterior, como principalmente seu interior, indico um link do portal Publica, de Portugal, cujo tema é justamente "Uma viagem pela arquitetura das bibliotecas", vide link abaixo:

Uma viagem pela arquitetura das bibliotecas

Por fim, indico a seguir o vídeo Como a arquitetura contribui para o aprendizado, no programa Conexão Futura, do Canal Futura, uma entrevista realizada em 23/11/2015, com Doris Kowaltowski, arquiteta e professora Faculdade de Engenharia Civil Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas; Alexandre Delijaicov, arquiteto da Prefeitura de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo; e Tatiana Klix, repórter do site Porvir e apresentação de Cristiano Reckziegel: