sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Ginasta ganha 10 ao som de canções de Michael Jackson: arte, cultura, criatividade, inspiração e inovação




O vídeo acima Katelyn Ohashi - 10.0 Floor (1-12-19) , descobri via Twitter de Fernanda Amaral, amiga brasileira vivendo atualmente em Toronto, Ontário, Canadá.
Trata-se de performance impressionante da ginasta Katelyn Ohashi, da Universidade de Ucla, que fez numa rotina de solo baseada nas músicas de Michael Jackson, o rei do pop, que inovou os videoclipes e as coreografias, adicionando efeitos visuais fantásticos aos seus musicais.
Katelyn recebeu uma nota 10 mais que merecida, pois sua apresentação foi espetacular! Afinal, inovar como o editor deste blog sempre destaca: "é transformar algo já existem em alguma coisa nova, dando uma nova roupagem, sentido e significado".
Katelin Ohashi faz tudo isso ao unir esporte, arte, cultura com doses expressivas de criatividade, originalidade, ousadia e autenticidade. Imitar alguém sendo você mesma é uma façanha! Ter influências mas criar seu próprio estilo, mais extraordinário ainda. E o mais impressionante de tudo isso é que ela consegue tudo isso, imitando de forma estilizada um ídolo do Pop, criativo, original e autêntico. Um duplo desafio "carpado" esse de Katelyn.
Como me comentou no Twitter, a amiga Fernanda Amaral: "E ela volta e meia se atirava de espacate (perna completamente aberta até o chão) e não sentia dor. Fiquei muito impressionada. Já fui bailarina e eu fazia isso aos poucos, e não como ela faz nessa apresentação. 😱".
Depoimento de quem foi da área da dança, que comprova o grau de dificuldade dos exercícios, principalmente o "espacate".
Podemos ser criativos, originais e autênticos, criando um estilo próprio, inspirado em nossos ídolos, sim. E isso que digo que as máquinas, por mais avançada que esteja a Inteligência Artificial, ainda não podem superar a genialidade humana, pois gênios se reinventam, se recriam, inspiram uns aos outros, e não apenas tomam decisões a partir de comandos e bancos de dados já existentes... Ser humano é ousar a cada dia, pois rima com "ousadia".

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Querido Papai: serei uma menina (comovente carta contra o machismo, a intolerância e o abuso moral e sexual contra mulheres)




O vídeo acima, Querido papai: serei uma menina, e que está na página do Facebook "Un País Feminista", foi indicação do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador carioca residindo em João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Um audiovisual comovente e universal que conta a história de uma filha, desde o nascimento até a idade adulta, destacando cada percepção do universo feminino: seus sonhos, angústias e medos, e serve para refletir sobre a trajetória e a condição humana da mulher. br /> Da fato, diante da onda de assassinatos de mulheres (chamado de feminicídio), há que se pensar no perigo que é para quem nasce e vive como uma mulher independente em um ambiente intolerante, que muitas vezes justifica o injustificável e defende o indefensável. Em que por maior currículo que tenha, por ser mulher, muitas vezes acabará ganhando bem menos que um homem, seja ele tão ou menos qualificado.
Um vídeo que é também um grito de liberdade contra o machismo, a intolerância, o ódio, o abuso moral e sexual. Uma forma de conscientização sobre a violência contra a mulher.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Nós acreditamos: curta-metragem e publicidade sobre bullying e mudanças sociais em busca de um mundo melhor




O vídeo acima We Believe: The Best Men Can Be (Nós acreditamos: os melhores homens podem ser) é um curta-metragem de empresa de lâminas de barbear e ao mesmo tempo publicidade e campanha de The Best Can Be contra o Bullying que me foi indicado via Facebook e trata-se de um ótimo material pare reflexão sobre educação e sociedade.
Inicia o curta-metragem com uma cena diante do espelho, de um homem com barba (afinal é uma empresa que fabrica barbeadores e lâminas para barbear), para depois suceder uma série de cenas envolvendo o bullying de crianças e jovens que serão os homens de amanhã... Uma sucessão de cenas de assédio moral, e que não é possível esconder mais. Por muito tempo isso foi tolerado, escondido ou muitos fingiram não saber e não ver... Mas os tempos mudaram e não é possível mais retroceder a essa época obscura. Muitos ainda "resistem" em aceitar que seus procedimentos não são mais toleráveis e nem é questão de "politicamente correto", mas de situações que são inaceitáveis e injustificáveis em pleno século XXI, como: racismo, discriminação, intolerância, sexismo, misoginia, assédio sexual e moral, preconceito, homofobia e tantas coisas dissimuladas no cotidiano.
Velhas desculpas e modelos antiquados de enquadrar comportamentos, sem aceitar a diversidade e a liberdade (o livre arbítrio) de cada um estão com os dias contados. O mundo mudou, mas muitos se recusam a perceber, ou percebendo, se recusam a aceitar. Mas é um caminho sem volta, e cada a cada educador - seja pai ou professor - ter essa consciência de que filhos e alunos devem ser criados para o mundo e não para si. E o mundo e a natureza possuem uma beleza, harmonia, sintonia e sincronia naturais. Cabe a humanidade entrar em sintonia e sincronia com o natural que existe em cada um, evitando modelos artificiais, impostos uns aos outros. Que cada um tenha a liberdade para fazer suas escolhas sem ter que prestar contas a tribunais de rede social que julgam de forma sumária, sem direito à defesa, condenando sem apelação muitos jovens a serem o que grupos ou pessoas decidem ser o melhor.
Assédio (bullying) é crime e deve ser tratado como tal.
O mundo mudou e as pessoas não estão mais aceitando passivamente e estão denunciando práticas seculares, milenares que não devem ser mantidas nem cultuadas, mas punidas, pois não deve ser mais aceitas nem escondidas da sociedade.
Eu acredito que o mundo está mudando, que a sociedade precisa mudar, que essa nova geração poderá fazer o diferencial, se conectada além dos equipamentos e redes sociais digitais. Ser humano é ser solidário com o semelhante, independente da classe social, cor da pele, crença, orientação sexual, nacionalidade etc. Ser forte não é agredir ou intimidar os demais, mas justamente defender quem é agredido e discriminado. Esse, sim, alguém humano demais. Como pais ou professores, precisamos ser espelhos (não distorcidos) para filhos e alunos, defendendo o bom senso, a lógica, a civilidade, a cidadania, a igualdade, liberdade fraternidade e, mais que tudo, a equidade, que é dar condições a que pessoas diferentes possam ter as mesmas condições de acesso à educação, saúde, segurança e muito mais. Uma sociedade justa não é aquele que todos são iguais, mas a que permite que os desiguais possam ter acesso também ao que é natural aos demais.
Como a mensagem final do curta diz: "É apenas nos desafiando a fazer mais, que podemos nos aproximar do nosso melhor. Para dizer a coisa certa, agir da maneira certa. Estamos agindo. Junte-se a nós".
Parafraseando título de filme antigo: "Render-se nunca, retroceder jamais".

Observação: Ativem legendas e tradução, a partir dos ícones na canto inferior direito da janela de reprodução.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Uma metáfora visual para o ato de educar: apoiar alguém a chegar ao outro lado do rio do Conhecimento




O vídeo acima Maravilhas da Natureza encontrei nos vídeos correlatos do Facebook, quando assistia a outro e me chamou a atenção, primeiramente, pela beleza e delicadeza da imagem: um cervo sendo ajudado por um ser humano a poder sair daquele lago congelado, como alguém preso numa areia movediça que não consegue por si só se deslocar... Depois, como todo educador, além de escritor e poeta, passei a refletir sobre a Natureza, tanto a relativa ao meio ambiente, como a humana e a do reino animal como um todo e as lições que esse grande algoritmo ambiental está nos revelando cotidianamente, mesmo quando passamos ser dar a devida atenção.
Então, passei a pensar esse vídeo como uma metáfora visual sobre o ato de Educar, com letra maiúscula, sim, pois representa mais do que passar conteúdos programáticos, mas de caminhar junto, mostrar caminhos, auxiliar os outros a conhecer melhor o terreno em que pisa, a se erguer após quedas, a se manter de pé e seguir em frente seu caminho, sem a necessidade de bengalas ou muletas, seja se a necessidade requisitar. Mas que - como pais ou professores - sejamos apoios e não muletas e bengalas aos filhos e alunos... Eles podem e devem se locomover por vontade própria, saber fazer escolher entre as bifurcações do viver, ultra´passar fases, al[ém dos passwords dos jogos eletrônicos, sabendo que a na Vida real, longe das simulações digitais, nem sempre temos uma segunda chance, que o "Game Over" pode ser algo sem volta seja na escola, no trabalho ou na sociedade.
A metodologia utilizada pode ser um grande diferencial na didática do professor. Conhecer o meio em que pisa é essencial. O planejamento, o material, a interação, a resolução dos problemas são partes de uma equação simples: A + P = E (aluno mais professor = educação).
No vídeo em questão, o que percebi exatamente isso: que a profissional de macacão responsável pelo resgate do cervo, ao invés de recolher o animal, preferiu ir guiando o mesmo até a borda do lago, suavemente, para não estressá-lo e deixá-lo à vontade para poder se reerguer e seguir seu caminho. Assim deveria agir o educador do século XXI: com sua pedagogia e metodologia, deixando que o aluno encontre sua autonomia, independência e cidadania, proporcionando que informação gera conhecimento e, assim, o aprendiz se emancipe a partir do apoio do mestre (professor).
Saber respeitar o meio ambienta, escolar e social, mantendo-se um eterno aprendiz é o desafio, não apenas do aluno mas do professor do século XXI.
Já dizia o grande educador Paulo Freire que "Educar é ter a consciência do inacabamento". Portanto, não cabe ao professor nem à escola uma formação integral, mas gradual confirme os níveis de ensino e aprendizagem, pois a Vida em transformação é que continuará formando o estudante, o profissional e o cidadão.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Tabela periódica na linha do tempo: animação que conta 300 anos de descobertas (1719-2019)




O vídeo acima, Tabela periódica na linha do tempo é um valioso material que me foi indicado via Facebook pelo amigo Fernando Luís, músico e poeta de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e trata-se de 300 anos de descobertas envolvendo os elementos da referida tabela.
Um ótimo material que abarca de 1719 a 2019 e que serve para professores e alunos de Química, mas também para professores de História, pois envolve o conhecimento humano atravessando gerações, a verdadeira inteligência coletiva além do tempo e do espaço. Uma memória universal.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

2 + 2 = 22 (Matemática alternativa, a escola sem criticidade e a arte que imita a realidade)




O vídeo acima Matemática alternativa, foi indicação via Facebook do amigo Fernando Luis, músico e poeta de Rio Grande, Rio Grande do Sul Brasil.
Uma distopia que retrata uma semana na vida de uma professora de uma escola que ao explicar a resposta correta de uma prova a um aluno vê sua vida a cada dia mais conflituosa. A grande ironia e sacada do curta-metragem, chamado Matemática alternativa, é de escolher uma ciência exata (matemática) para mostrar o absurda da situação. Naquele momento 2 + 2 equivale a 22 e não mais tendo como resultado o valor de 4. Assim tem sido grandes e falsas polêmicas envolvendo as redes sociais, sejam digitais ou não. Pessoas que não aceitam o óbvio e contestam a ciência em prol de uma crença, superstição ou até desinformação, também chamada de Fake News.
Cada vez mais o papel do professor em sala de aula e sua autonomia têm sido contestados por pessoas que querem impor sua visão de mundo aos demais. Cada vez mais os professores têm sido escolhidos como alvos de suposta doutrinação política, muitas vezes tais acusações infundadas são feitas por doutrinadores religiosos midiáticos com mandato eletivo, o que chega a ser irônico a trágico ao mesmo tempo, já que nenhum professor tenta impedir, cercear, delimitar ou determinar o que algum religioso (seja qual for a fé) deva dizer em seu templo.
E o mais irônico disso é que muitos que acusam os professores de doutrinação política na sala de aula, são de fato doutrinadores religiosos e políticos com mandato fruto dessa doutrinação, que avança além do templo, sobre rádios, TVs e jornais. E ninguém tenta cercear essa atuação...
A liberdade de credo e de cátedra (do professor ter autonomia em sala de aula) devem ser respeitados. Não se deve cercear o pensamento crítico, ético, filosófico de ninguém. Nem criar falácias e falsas polêmicas para obter dividendos políticos etc.
O vídeo em questão é daquelas coisas que justamente por parecerem absurdas, são ao mesmo tempo o reflexo do que a sociedade assiste, em partir de forma incrédula, noutra, de forma crédula demais... Nem 8 nem 80. Mas que 2 + 2 são 4 e que o final do curta-metragem é genial isso não há como negar.
Educar nada tem de doutrinária como alguns paranóicos tentam fazer crer. Educar é justamente permitir o senso crítico que impeça a manipulação de dados e fatos, que emancipe a aluno para que faça suas escolhas, que saiba pesquisar e estabelecer conexões entre o real e o imaginário.
Uma escola sem criticidade é um ambiente que só interessa justamente àqueles que desejam doutrinar as pessoas com suas discutíveis verdades, suposições, superstições...

Em tempo: No dia seguinte a esta postagem, encontrei no Facebook uma inacreditável notícia (vejam link abaixo) sobre a professora Diana Tirado, da Flórida, EUA, que foi demitida por não dar positiva a quem não fez os trabalhos. Notícia em que a arte imita a realidade ou vice-versa. De quando o inacreditável toma conta da sociedade. Quando a sociedade real parece se tornar uma distopia (que é uma representação ficcional, antítese da utopia, aquele lugar perfeito). De acordo com a Wikipedia: Na distopia "A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja por parte do estado, seja de instituições ou mesmo de corporações". E estamos vendo como o uso dos metadados registrados nos aparelhos eletrônicos como fones celulares, smartphones, smarTVs, tablets, etc podem ser nossa anilha digital, registrando tudo que fazemos e dizemos. A história da professora Diana Tirado parece distópica mas segundo o link abaixo, é bem real e se tornou até viral na internet:

Professora demitida por dar zero a alunos que não entregaram a lição de casa – agora, sua nota de despedida está se tornando viral

A seguir, vídeo reportagem sobre a situação (ativem legendas e tradução, nos ícones no canto inferior direito da janela de exibição):



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

DigitalEdu: IBM lança plataforma com séries educativas sobre uso da tecnologia (inteligência artificial, internet das coisas e muito mais)




A imagem acima é da IBM DigitalEdu, um site com séries educativas sobre uso da tecnologia (inteligência artificial, internet das coisas, Blockchain, Cloud, Ciência de Dados, Design Thinking, etc). Nesta plataforma educacional que abordará a Transformação Digital, há uma série, já com três temporadas, produzida por especialistas da IBM, e que pode ser acessada no link abaixo:

IBM DIGITALEDU

A seguir, o vídeo de apresentação do site, chamado Transformação Digital:



Segundo o portal da empresa: "O primeiro tema abordado será inteligência artificial, com aulas quinzenais mostrando como ela funciona. Os conteúdos serão divididos em níveis de dificuldade, do básico ao avançado" e que "A ideia, diz a empresa, é que tanto estudantes quanto professores e profissionais interessados na transformação digital dos negócios possam aprender com a plataforma".
Em matéria de inteligência artificial, a empresa tem ainda a plataforma de computação cognitiva Watson.
Sempre bom lembrar que a empresa inspirou o escritor Arthur C. Clarke a criar a personagem HAL 9000, que era uma inteligência artificial que comandava uma nave espacial em missão a Júpiter, no livro, que depois foi adaptado para o cinema por Stanley Kubrick, chamado 2001: Uma odisseia no espaço (vide vídeo abaixo do Omelete):



HAL, na verdade, era uma sigla com as letras que antecedem a da empresa IBM. Vejam cena com um dos protagonistas do filme: a inteligência artificial, em 1968, antes mesmo da chegada dos astronautas à Lua, em 1969. Um filme revolucionário, em todos os sentidos:



A seguir a "Conversa entre HAL e Bowman", legendada:



Por fim, uma interessante matéria sobre a empresa, em que diz que "A cada dez anos, a IBM se transforma em uma outra empresa" e que merece leitura:

"A cada dez anos, a IBM se transforma em uma outra empresa"

domingo, 6 de janeiro de 2019

Do conceito milenar das pernas de pau à armadura cosplay de um robô cinematográfico high tech (criatividade e inovação)




O vídeo acima Disfraz de robot, foi indicação de meu irmão Sérgio Antonio Klaes Roig, artista plástico de São José do Norte (RS), Brasil.
Na verdade, trata-se de um cosplay em que uma equipe monta essa incrível armadura que lembra os robôs gigantes do cinema, mas que no fundo, como meu irmão comentou, traz ali o conceito básico das pernas de pau com fantasia, tão presente no Carnaval, como os bonecos gigantes de Olinda, Pernambuco, Brasil. Digamos, numa versão high tech.
Ou seja, criatividade e inovação, no fundo é um "remake", a transformação de algo antigo numa versão nova.
Como é também, por exemplo, a incrível nave destroyer do universo Star Wars, um drone gigante composto de três drones comuns:



Dois ótimos vídeos para refletir com meus alunos nas aulas sobre tecnologia e inovação.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Pegaso 2018: A arte mecânica de Maurice Montero




O vídeo acima Pegaso 2018, foi indicação de amiga pela Facebook e trata-se de uma belíssima arte mecânica, do artista Maurice Montero, de Quito, Equador, que justamente é uma peça artística dotada de movimento semelhante ao cavalgar e abrir asas desse ser mitológico.
Uma belíssima escultura com um mecanismo que simula com elegância e delicadeza o movimento do cavalo alado, por meio de manivela, que lembra a técnica do stop-motion, no cinema. Criatividade e originalidade.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Paris 3D: animação virtual e jornada interativa pela cidade luz, da antiguidade até a Feira Mundial de 1889




O vídeo acima 3D Animated History of Paris: Take a Visual Journey from Ancient Times to the World’s Fair of 1889 , descobri no Twitter e como o título indica, trata-se de animação virtual e jornada interativa pela cidade luz (Paris), da antiguidade até a Feira Mundial de 1889. Um vídeo deslumbrante pela reconstituição de épocas, de prédios e tudo mais.
Conforme indica o Open Culture: "Uma das cidades mais famosas do mundo começou como um aglomerado de humildes cabanas, edifícios murados e construções baixas de madeira com telhados de colmo e pastagens cercadas - o assentamento de uma tribo celta conhecida como Parisii, que começou a habitar a região, em algum momento do século 3 a.C. No primeiro século, os romanos conquistaram e estabeleceram o que se tornaria a margem esquerda, e começaram a construir uma cidade impressionante e próspera, com um fórum, templos, casas de banho e teatros.
[...]uma 'jornada interativa no tempo' que retira centenas de anos de história para revelar modelos virtuais da cidade durante os períodos acima e durante a Idade Média, a Revolução Francesa e a Feira Mundial de 1889, com a recém-construída Torre Eiffel.
O projeto exigiu o trabalho de mais de 40 pessoas, incluindo vários especialistas sobre a história de Paris, por mais de dois anos"
.
Um rico material para trabalhar conceitos sobre história, memória, arquitetura, arte, cultura etc.
Lembro-me que anos atrás, quando coordenei um Núcleo de Tecnologia Educacional que formava professores da rede pública estadual do RS no uso das TIC e Mídias na Educação, participei de atividade integrada no laboratório do NTE com professores de história e geografia, usando datashow internet e Google Earth e Maps para visitar com os alunos de 7º ano da escola estadual onde o NTE funcionava, justamente a cidade do Rio Grande e depois Paris. O professor de História destacou aspectos logicamente históricos entre as duas cidades desde a disposição das ruas, a cultura etc e a professora de Geografia, analisou aspectos geográficos. Por fim, um dos alunos nos auxiliou na elaboração de pequeno vídeo sobre esse tour.
Utilizar multimeios, não apenas digitais para explorar o conteúdo das disciplinas é uma necessidade para o educador do século XXI, principalmente se quiser abordar e visitar eras passadas...
Vejam também a Roma Antiga, de 320 a.C., nessa História em 3D, logo abaixo:





E assistam também essa animação premiada que permite que você voe até a Londres do século XVII:



quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Tabela periódica interativa criada por professor de Química mostra o propósito prático e cotidiano de cada elemento




A imagem acima, encontrei na rede social, através do portal da Revista Galileu, e trata-se de criativa TABELA PERIÓDICA INTERATIVA, desenvolvida pelo norte-americano Enevoldsen que mostra através de exemplos, imagens e explicações (em inglês) o propósito de cada elemento no cotidiano.
Muito interessante para os professores de Química mostrarem o sentido de se estudar essa tabela e o significado prático de cada elemento.
De acordo com a notícia: Enevoldsen é formado em física pela Colorado College, nos Estados Unidos, e atualmente trabalha como engenheiro de softwares. "Quando era criança, gostava das tabelas periódicas com figuras, mas elas nunca tinham boas imagens de todos os elementos", disse ele à BBC.
E o mais interessante que ele comenta que: "Inspirado pelo livro Building Blocks of the Universe (Blocos de Construção do Universo, em tradução livre), de Isaac Asimov, que possui relatos da história e do uso dos elementos, o engenheiro desenvolveu a 'The Periodic Table of the Elements, in Pictures and Words' (A Tabela Periódica dos Elementos, em Figuras e Palavras)". Ou seja, a Literatura influenciando a ciência.
Para interagir com essa criativa produção, basta clicar no link abaixo, e ao clicar em cada elemento, aparece no canto superior da imagem dados sobre o mesmo:

TABELA PERIÓDICA INTERATIVA

Mais um detalhe interessante: "O site de Enevoldsen também disponibiliza a tabela em pdf em diversos tamanhos para serem impressas em casa — tudo de graça", veja a seguir:

TABELA PERIÓDICA INTERATIVA PARA IMPRESSÃO

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Brainy Mouse (Rato Atrevido): aplicativo e game para alfabetização de crianças com transtorno do espectro do autismo (TEA)




O vídeo acima é sobre o Brainy Mouse (Rato atrevido), aplicativo para alfabetização de crianças com autismo elaborado pela brasileira Ana Paula Sarrizo, em 2013, que após concorrer com 17 mil candidatos em toda América Latina, ganhou o “Prêmio Santander Universidades”, com este aplicativo que é um game para a alfabetização de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
Ana Sarrizo conta no vídeo sobre sua fundação nos Estados Unidos, e como ela desenvolveu "um jogo interativo que estimula a compreensão e desenvolvimento da linguagem, um dos maiores desafios para aqueles que convivem com os autistas".







Para saber mais sobre o aplicativo, recomendo os link abaixo:

Brasileira lança aplicativo para alfabetização de crianças com autismo

Brainy Mouse Foundation

Depressão é algo sério que requer cuidados: Discurso emocionante do lutador Uriah Hall sobre sua irmã




O vídeo acima Discurso emocionante de Uriah Hall no último UFC do ano, ocorrido em 2018, descobri no Twitter e trata-se de comovente fala do lutador, dedicando a vitória à sua irmã que encontra-se em depressão, valorizando seu apoio para que ele também resistisse e enfrentasse seus desafios.
Algo para refletirmos sobre um mal que tem atingido muitos jovens, principalmente, e que o professor, a escola, a família e a sociedade precisam se debruçar sobre esse tema delicado e necessário.
Há uma série de fatores que desencadeiam um processo depressivo, mas o importante é saber perceber e dar os devidos encaminhamentos, ainda no início. Ninguém sai de um processo de um processo depressivo sozinho. Requer atenção e tratamento.
Este vídeo é um exemplo e alerta sobre o tema.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Show de luzes em projeção gigante em 3D para o Réveillon e as possibilidades em menor escala no ambiente escolar




o vídeo acima. Réveillon Rio 2018, descobri na rede social e é uma ação publicitária de hotel histórico na praia da Copacabana, Rio de Janeiro (RJ) Brasil, em conjunto com grande loja de departamentos, com grande empresa de eletrônicos e de projetores multimídia, com empresa de VJ e com a secretaria de Turismo do Rio.
Trata-se, antes de tudo, de um grande evento, que requer uma grande infraestrutura, para que possibilite aquele resultado: um show de luzes através de uma projeção gigante em 3D, usando a fachada do hotel como imenso telão. Enquanto sucedem as imagens, também são tocadas músicas de carnaval e da cultura popular brasileira. O show de luzes e imagens lembra as apresentações que tiveram nas aberturas da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ambas no Brasil.
Em pequena escala com um projetor multimídia (datashow), uma parede de uma sala de aula ou muro de escola, um equipamento de som e muita criatividade é possível simular algo semelhante no ambiente escolar, reproduzindo fotos e vídeos produzidos dentro e fora da escola por alunos e professores. Basta, como dizia o cineasta Glauber Rocha: uma ideia na cabeça e uma câmera na mão; que poderá ser um tablet, fone celular, smartphone, uma câmera digital etc.
Produzir audiovisuais, além de documentar o fazer pedagógico de uma escola, possibilita a criação de um acervo digital, uma videoteca para professores e alunos que virão trabalhar e estudar naquela instituição, bem como, se compartilhado nas redes sociais, em blogs, canais de vídeo no YouTube, Vimeo, etc, inspirar a outros educadores e seus educandos.
Há muito projeto interessante e relevante sendo feito - e posso dizer isso, pois vivo visitando escolas e divulgando neste blog minhas descobertas -, entretanto, muita coisa fica restrita à escola, e, às vezes, apenas à sala de aula. Divulgar é preciso. Tanto quanto educar. Toda metodologia requer uma tecnologia: seja giz e quadro, como datashow e tela. O show da educação é que não poderá ficar datado...
Imaginem só um festival de vídeos estudantis, produzidos em parceria entre professores e alunos, e uma mostra no final do ano para divulgar à comunidade escolar, quiçá, até para o material ser votado e premiado por esta comunidade, valorizando o trabalho de professores e alunos. Uma escola pode criar seu festival de vídeos produzidos por turmas, grupos; pode a cada ano escolher uma temática ou deixar livre, pode criar categorias de premiação; enfim, estimular a criatividade de seu alunado. E ao mesmo tempo, documentar e divulgar a prática escolar daquela instituição.
Como no vídeo acima, uma projeção à noite na parede do muro da escola poderá ser uma bela festividade no calendário escolar.

domingo, 30 de dezembro de 2018

O tipo de amigos que necessito em 2019: humor, produção audiovisual e reflexão educacional e social




O vídeo acima The kind of friends I want in 2019 ("O tipo de amigos que necessito em 2019", tradução livre do blog), foi indicação de meu filho Allan (de 13 anos), via WhatsApp, que apesar do lado de humor do material, este me serviu para uma breve reflexão, logicamente, sobre educação.
Primeiro, um bom material para abrir uma discussão sobre bullying no ambiente escolar e social, mas ao mesmo tempo para trabalhar também outros conceitos presentes em ambos os ambientes: a sincronia, a empatia, a alteridade, a solidariedade, a amizade, o coleguismo, o profissionalismo, a colaboração etc.
O bullying mesmo, muitas vezes, é reflexo do que filhos veem em seus pais, familiares, vizinhos, conhecidos... Há que se trabalhar valores e limites no e do convívio social. De que certos tipos de brincadeiras que expõe ao ridículo, que não é aceita pelo outro, que o incomoda ou prejudica devem ser evitadas. Que em alguns momentos da vida familiar, escolar e social há que se ter essa sintonia e sincronia, como o vídeo propõe no revezamento de ações para impedirem que um dos alunos caia no chão.
Educar é essa sincronia de ações para evitar que o aluno se acomode demais ou que leve tombos desnecessários, e deveria começar pela família, ser ampliada pela escola e continuada pela sociedade.
Por fim, que projetos escolares, familiares, profissionais e sociais requerem esse planejamento antes da execução, como no vídeo em questão, que deve ter sido, primeiro, roteirizado, definindo local, tempo de duração, atores, quem faria tal ação, que dirigiria, gravaria e editaria tudo mais, para depois publicar essa peça de humor no YouTube. São passos que necessitam de uma organização planejamento, tipo uma storytelling, saindo da teoria rumo à prática. Trabalhar com arte e cultura no ambiente escolar através de audiovisuais poderá ser uma ótima forma de interação e integração entre professor e aluno, teoria e prática, conteúdo programático e significação...

sábado, 29 de dezembro de 2018

Conexões: Fazer o bem sem olhar pra quem. Fazer o bem pra si mesmo, ajudando alguém...




O vídeo acima "Tudo que você faz, volta pra você, de uma forma de uma outra", vi no Facebook do portal Razões Para Acreditar e de fato é uma animação que nos faz refletir sobre a importância de "Fazer o bem sem olhar pra quem. Fazer o bem pra si mesmo, ajudando alguém... Estabelecer conexões...", pois a lei do eterno retorno é ainda uma das poucas leis que ninguém consegue revogar. Aquilo que fazemos aos outros volta em dobro... Estabelecer conexões, empatia, colaboração e cooperação são os melhores caminhos, ainda que sejam os mais longos e por isso mesmo os mais duradouros.
Uma boa animação pra promover uma reflexão com pais e filhos, professores e alunos.