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sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Uma Vida Contigo: campanha "Help", mais que comercial de seguros; comovente lição de vida
Uma criativa campanha publicitária, intutilada Uma Vida Contigo, para companhia de segura espanhola, valendo-se da letra da canção "Help", dos Beatles de fundo, ilustrada por cenas de dois irmãos já idosos que compartilham o mesmo espaço durante a velhice. Mais que um comercial de empresa de seguros, cada detalhe desse curta-metragem fala com o espectador, valorizando a amizade, os momentos juntos de quem se ama, da solidariedade e muito mais.
Viver bem a vida e pensar no futuro, além de uma apólice de seguro, é aproveitar o próprio viver, principalmente, incutindo nos jovens a necessidade de planejar o futuro, que parece hoje bem distante, mas que chegará. Educação financeira, poupança, seguro, plano de saúde, convênios etc, são formas de organizar, planejar e otimizar o tempo e a própria existência.
Um vídeo belo, criativo e comovente que se encerra com uma frase poderosa e motivadora: No hay nada más humano que ayudar y ser ayudado. #UnaVidaContigo [Não há nada mais humano do que ajudar e ser ajudado].
Mais um material que encontrei no Instagram de Alberto Lima e que serve pra promover interpretação textual e escrita criativa com jovens e adultos.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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domingo, 9 de agosto de 2026
Redes digitais e crítica social por meio de propaganda atemporal e universal [conexões e contextualizações]
Mais uma propaganda genial para a IKEA [empresa de móveis e decoração] que serve para uma poderosa crítica às redes sociais digitais a partir de uma contemporização e contextualização, transpondo o conceito de rede social do século XXI para o século XVIII.
No material divulgado por Alberto Lima no Instagram, consta o título sugestivo de que IKEA TRANSFORMOU UM HÁBITO MODERNO NUMA CRÍTICA SOCIAL.
Imaginem se os produtores de conteúdo digital de hoje viajassem para o tempo da corte francesa, e se tornassem um pintor de fatos do cotidiano, no caso, naturezas mortas, como fazem hoje os influencers, fotografando pratos de comida etc, e essa tela fosse compartilhada presencialmente com todos de porta em porta, de casa em casa, para receber o sinal de aprovação [ou famoso dedo de "certinho", como os emoticons das redes digitais].
É uma peça de humor inteligente e crítica social ao fato de que resgistramos hoje as banalidades, mais do que conteúdos relevantes, deixando as pessoas com quem convivemos de lado. A conexão é com ilustres desconhecidos, e nem sempre com que está ao nosso lado. Um ótimo material pra aulas de filosofia e sociologia, entre outras.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 8 de agosto de 2026
Você pertence ou apenas se adapta aos espaços sociais em que convive e interage? Mais que uma pergunta, uma filosofia de vida!
O vídeo incrível que descobri no Instagram de Sol Moraes, com o sugestivo título de VOCÊ PERTENCE OU APENAS SE ADAPTA é um convite à reflexão sobre textos e contextos, sobre pessoas e lugares, sobre sensações e sentimentos e muito mais a partir de sucessão de imagens sem nenhuma palavra, a partir de linguagem universal e atemporal.
Como destaca Sol Moraes, na apresentação do vídeo: "Há lugares em que você consegue ficar, mas não consegue existir".
Pertencer e Adaptar-se são situações bem diversas, e que nos fazem pensar muito mais do que apenas lugares físicos, mas filosofias de vida. E que remete a conceitos como Inclusão e Interação. O primeiro é integrar-se a um meio e o segundo a ser tolerado, nem sempre estar integrado. Algo profundo que encaminha para outrso conceitos como Igualdade e Equidade. O primeiro, que significa tratar a todos de forma igual, inclusive os desiguais; já, o segundo, pressupõe adaptações para equilibrar as desigualdades, sejam sociais, físicas, intelectuais etc.
Na natureza, há o exmeplo mais nítidos de diversos animais que pertecenem a ela, inclusive seres humanos, como os povos originários; enquanto os colonizadores são aqueles que tentam se adaptar ao clima, local, costumes.
Para Sol, pertencer é chegar inteiro; adaptar-se, geralmente, indica a perda de parte em prol do outro, digo eu. Há, por aí, quintais e quintanares, poeticamente falando. Nem todos os locais são abrigo, alguns podem ser cavernas. Entretanto, muitos podem ser a acolhida que necessitamos. Tudo depende da soma de diversos fatores culturais e sociais.
Com as mudanças climáticas, parece que não pertencemos mais a esse mundo,e apenas tentamos nos adaptar para sobreviver.
Um vídeo simples, criativo e profundamente filosófico, que permite diversas possibilidades de uso em dinâmicas de grupo, formação profissional, atividades coletivas, artísticas etc.
E você? Pertence ou se adapta, seja à família, à escola, ao trabalho, à sociedade, ao mundo?
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terça-feira, 4 de agosto de 2026
Entre o texto e o contexto: a faixa de chegada como metáfora dos limites do meu entendimento comigo e com o mundo
O vídeo de humor que intitulei "Entre o texto e o contexto: a faixa de chegada como metáfora dos limites do meu entendimento" encontrei no Instagram de Arthur do Marketing é uma peça de humor que se presta a diversas interpretações.
Do ponto de vista literal, ser como crítica àqueles que confundem tempos e espaços, faixas amareladas de restrição com faixas de chegada de uma corrida. A situação corriqueira de uma corredora desatenta que faz toda essa confusão, comemorando a chegada de uma corrida contra si mesma sem perceber que se trata de um espaço isolado de um crime reflete o cidadão comum e também seu senso comum, confundindo "alhos com bugalhos", como diz a sabedoria popular.
Do ponto de vista semântica, da busca pelo significado das palavras, das ideias, dos termos de uma oração, seja ela visual, escrita, falada, fotografada, filmada, pintada etc, é entender a função que a linguagem possui, além da mera referencial [remeter a algo], mas também emotiva, poética, apelativa etc. Além do sentido figurado que as palavras possuem: irônico, metafórico, simbólico... Ou mais amplo, um sentido filosófico, ideológico, espirtual, ético, moral, social...
Interpretar o que palavras e imagens oferecem é uma competência para o século XXI, povoado de recursos tecnológicos que criam uma pós-verdade, confundindo o real com o fake. Saber não superinterpretar textos também é necessário, sem atribuir a uma obra, seja qual for, valores, ideias, conceitos que ao tempo da produção não existiam, é outra necessidade básica do leitor do século XXI; que não dá mais boa noite para o William Bonner, diante da TV ligada no telejornal, porém, conversa com chatbot [IA] como se estivesse tratando e convivendo com um ser humano.
Compreender que nenhuma linguagem é isenta, toda ela é todada de camadas e mais camadas do eu no mundo, de suas influências culturais, é essencial. Por isso que, desde 2009, este blog educacional sem fins lucrativos se vale de audiovisuais diversos para passar mensagens relevantes que podem ser adaptadas à educação de professores e alunos, como clipes, curtas, cenas de filmes, propagandas, slides, animações etc, abrindo um leque de possibilidades, não apenas sintáticas, mas, principalmente, semânticas. Assim sendo, a metáfora é uma das figuras de linguagem que permite a ampliação dos limites do meu entendimento comigo e com o mundo. Vemos o mundo na perspectiva do local e do tempo em que estamos, de preferência, em diálogo com outros tempos, espaços e sujeitos.
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domingo, 2 de agosto de 2026
Entre o enunciado e a enunciação: Não pré-julguem alguém antes de ouvir toda a história [contação com final surpreendente]
O "Vídeo de homem indignado com mulher no cinema viraliza" encontrei no Instagram de Planeta Paula, da biomédica Ana Paula Miranda, de Joinville, SC, Brasil, e é um ótimo exemplo sobre ENUNCIADO [o que se diz, o que se conta, o fato em si] e ENUNCIAÇÃO [o como se conta, a maneira, o jeito, o estilo de contar uma história, seja ela qual for]. Ou seja, muitas vezes, o que importa é o como se conta e nem tanto o que se conta. E, no caso do rapaz, ele, aparentemente demonstra uma leve indignação com a postura de algumas mulheres [que ele denominada de "aproveitadoras"] em relação a homens ingênuos que fazem todas as vontades, como ele se intitula, a partir de seu exemplo e uma saída ao cinema do shopping com uma garota que gosta muito.
Um vídeo interessante e reflexivo que recomendo seu uso, pausando alguns instantes antes de seu final e "chá de revelação"; pois a surpresa será imensa para aqueles que pré-julgam o todo apenas conhecendo uma parte da história. E esse pré-julgamento sumário parece uma tônica nas redes sociais digitais, em que sem ler todo o texto, sem ouvir todo o áudio, sem paciência para esperar o desfecho de uma notícia, reportagem ou narrativa criativa como essa, muitos já saem exaltados, praguejando e condenando os outros, sem direito à defesa.
Após a pausa, ao dar continuidade ao vídeo, vejam os rostos das pessoas e promovam um novo debate sobre o referido audiovisual, discutindo justamente essa questão do pré-julgamento e da contação de histórias.
Um ótimo material para tratar de ética na filosofia, de comportamento na sociologia, de escrita e interpretação textual na Língua Portuguesa, sobre a arte da contação de histórias na literatura e muito mais.
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quinta-feira, 30 de julho de 2026
O fim do mundo segundo "Os Simpsons" e a inversão dos valores: cena de seriado de animação provando que humor é coisa séria
O fim do mundo segundo "Os Simpsons" é uma cena emblemática desse seriado de animação longevo que tem sido "acusado" por teóricos das conspirações de "prever" vários situações históricas. Para alguém que ainda não tercerizou o senso crítico, e pensa "fora da caixa" do senso comum, é natural que um seriado de humor flerte sempre com o absurdo para fazer uma dura e inteligente crítica social, como foi o caso de "prever" a eleição de Donald Trump que, quando no contexto de produção da animação era algo escatológico, absurdo e surreal. Entretanto, com o passar do tempo, não foi a animação "Os Simpsons" que se tornou surreal, mas a própria realidade com a eleição controversa do bilionário. Algo como se o antigo programa de humor "Casseta & Planeta", dadas as devidas proporções, "prevesse" a eleição do humorista Tiririca para a presidência da República do Brasil e um dia ela se realizasse.
Mais que isso, esse recorte de um episódio do referido seriado de animação, que encontrei no Instagram de Psicanálise Raiz pode se tornar um ótimo material de análise e reflexão sociológica, filosófica, midiática, jornalística, artística e histórica, ao nos debruçarmos não apenas sobre o texto [imagem], mas o contexto histórico e cultural do período de produção e do contexto atual, em paralelo com momentos históricos que eram incompreensíveis ao seu tempo e que hoje parece-nos mais nítido como certas figuras chegam onde estão.
Outro exemplo em que a vida imita a arte é a eleição de Zelensky na Ucrânia e o episódio O Candidato Waldo, do seriado distópico britânico Black Mirror, que antecipou esse tipo de eleição midiática. Outros exemplos estão por aí, e quem quiser ampliar essa postagem colaborando com sugestões, ficarei à disposição.
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quarta-feira, 29 de julho de 2026
"Comece algo novo": a vida é curta e os sonhos não têm prazo de validade [campanha publicitária e motivacional]
O vídeo "Comece algo novo" [Empieza Algo Nuevo] parece como muitos outros por aí, com foco motivacional e emocional, mas que após cenas repetitivas de idosos num parque toma outra direção e dimensão a partir da postura daquele idoso que sempre, dia a dia, retorna aquele local. Mas num dia em especial, ele retorna com algo novo e isso faz toda a diferença daí em diante.
Trata-se de inventiva, criativa, comovente e divertida campanha de marketing e publicidade para a IKEA Espanha, em 2013, que só vim a descobrir via Instagram do Artur do Marketing e depois achei no YouTube.
Uma inteligente campanha publicitária da agência S.C.P.F. para empresas de cadeiras que, mais do que vender um produto, foca na ideia de viver a vida a cada dia, de forma única, e no ideal de saber aproveitar cada momento, buscando novas experiências, conhecendo novas pessoas e lugares.
Enfim, um audiovisual motivador sem ser piegas, publicitário sem ser ostensivo, criativo e humano, num tempo em que ploriferam vídeos produzidos por IA em que tudo parece massificado, pasteurizado, feito por algoritmos. O algoritmo da vida é bem mais compelxo e imprevisível que o das inteligências artificiais. Um vídeo que valoriza, inclusive, a inteligência emocional, combate o etarismo, os estigmas e os estereótipos de idade.
Um ótimo material para uma dinâmica de grupos, para interpretação textual e escrita criativa de jovens e adultos, e mais que isso, para uma diálogo entre gerações.
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quinta-feira, 2 de julho de 2026
Humor inteligente envolvendo aspectos culturais: futebol, publicidade, marketing e interpretação textual
Sempre digo a meus alunos que humor é uma coisa séria, principalmente se for inteligente, como no vídeo intitulado Incrível gol de Roberto Carlos pela Seleção [brasileira], em que supostamente ele "ensina" a como bater falta contra o Japão. Vídeo que encontrei no Instagram e depois no YouTube, nas vésperas do confronto pela Copa do Mundo de 2026 entre as duas seleções nacionais.
Mais que uma peça de humor, de publicidade ou marketing, é um rico material para promover uma atividade intertextual e de intrpretação de imagens, envolvendo Língua Portuguesa [em produção de texto] e Sociologia [analisando aspectos sociológicos das duas nações].
Utilizo com frequência de memes, tirinhas, HQs, charges, vídeos, clipes, cenas de filmes etc para tratar de temas envolvendo a língua e a linguagem, bem como a interpretação de textos, dinamizando o fazer pedagógico em sala de aula, e sempre é uma oportunidade de quebrar o ritmo formal e adentrar no imaginário, na arte e cultura que se prestam a diversas possibilidades de debates.
O audiovisual em questão serve para discutir aspectos culturais, como o jeitinho [secular] brasileiro e a disciplina milenar japonesa, humor, irreverência dos brasileiros e a filosofia oriental. Dá pra debater diversas possibilidades: memes versus animes; improviso e gambiarra versus disciplina tática e sociedade organizada. Enfim, rende boas reflexões no ambiente escolar ou numa mesa de bar. ;-)
Para complementar esta postagem, indico logo abaixo, à geração Y, uma cobrança espetacular de um dos maiores laterais da história, não apenas da seleção brasileira, e o efeito incrível que ele deu na bola numa cobrança de falta. Material que se presta a uma bola aula de física, em relação a movimentação de corpos no espaço. ;-)
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segunda-feira, 15 de junho de 2026
Quando o óbvio precisa ser dito: orientações médicas, interpretação textual e humor involuntário
Encontrei esse vídeo que flerta entre o texto injuntivo [instrutivo] e o humor, no Linkedin do médico Douglas Gomides e é de fato po exemplo mais claro de que O ÓBVIO PRECISA SER DITO, principalmente no que se trata de orientações médicas, pois as interpretações textuais podem ser literais, gerando textos de humor.
No vídeo em questão, jovem médica viraliza com vídeo contando essas histórias de consultório, em que pacientes confundem as indicações médicas, fazendo coisas imprevisíveis para um bom entendedor. Entretanto, há que se ter em conta que o bom educador, seja ele pai, professor, médico ou qualquer instrutor, precisa levar em conta os níveis de linguagem, entre o sintático, o morfológico e o semântico, e também o nível de interpretação do receptor. Nem sempre o que nos parece óbvio é para quem nos lê ou escuta, por isso é importante saber modular o discurso [a voz, o vocabulário], conforme o público que se convive.
Como escreveu Ivone Almeida, na postagem original: "O óbvio precisa ser dito em todas as áreas, pois aquilo que parece ser óbvio pra mim pode ser algo muito complexo para o outro." E digo justamente isso aos meus alunos, na questão do discurso que todo texto contém. E dou exemplo de "Alice no País das Maravilhas" e dos contos de fadas, que as crianças entenderão a mensagem moral da fantasia, enquanto o adulto compreenderá outras entrelinhas, entre a ética e outras referências. Podem existir múltiplas vozes em um texto: do autor, da personagem, da sociedade, e o leitor crítico, como o tempo, saberá distinguir cada uma delas.
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quinta-feira, 28 de maio de 2026
Sua ação faz a diferença: vídeo de curta-metragem com ideia genial [interpretação de textos e meio ambiente]
SUA AÇÃO FAZ A DIFERENÇA [Your Action Matters] é um vídeo curto que traz uma longa mensagem, da importância de cuidar da natureza, a partir de pequenos gestos com recolher o lixo. Vincular o recolhimento ao renascimento da natureza é uma ideia genial, com visual simbólico e universal que atinge todos os públicos. Um audiovisual da Agency21 que serve de motivação para eventos envolvendo interpretação de texto e meio ambiente, entre outras possibilidades de uso inteligente, criativo e inovador.
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domingo, 29 de março de 2026
A farofa, o ventilador, a metáfora e a interpretação textual [Redação para o Enem]
Esta postagem que intitulei de "A farofa, o ventilador, a metáfora e a interpretação textual", como os termos indicam, é uma provocação do blog Educa Tube em função de postagem no Instagram do perfil Português Legal a partir da provocação inicial do Mateux Carneiro sobre a curiosa e emblemática frase: "Restaurante que serve farofa não tem ventilador".
Lendo a postagem original do Mateux, principalmente, os comentários em seu perfil, amplificando a interpretação inicial, percebe-se a necessidade do ensino de figuras de linguagem como ironia, sarcasmo, metáfora, metonímia, paradoxo, etc.
Mais que isso, é um rico material para promover reflexão com alunos sobre a importância de entender os níveis sintático [organização e função das palavras], morfológico [estrutura, origem e derivação das palavras] e semântico [múltiplos sentidos de uma palavras] dentro de um texto, que são essenciais, não apenas para a leitura, mas também para a escrita clara, objetiva e direta de uma redação, pois a metáfora serve como um exemplo de uma explicação em um texto.
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