quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Edição de imagens com discursos de Barack Obama o fazem parecer cantar Taylor Swift
O vídeo acima, Barack Obama Singing Shake It Off by Taylor Swift (Barack Obama canta "Deixar pra lá", de Taylor Swift), descobri na rede social e trata-se de divertida e criativa edição de imagens e áudio, a partir de discursos do presidente dos EUA, dando a impressão de que canta música de conhecida cantora também norte-americana.
Mais do que mostrar as possibilidades da tecnologia, ao editar - de forma intencional e humorada - som, imagem, etc, serve para mostrar aos jovens (filhos e/ou alunos), como de forma subliminar e/ou mal intencionada também é possível editar notícias, histórias, boatos que geram fatos, basta criatividade, seletividade e publicidade, sem a devida checagem de dados.
O mundo virtual, seja através de mensagens de correio eletrônico, postagens de fotos e vídeos em redes sociais e tudo mais, está repleto de manipulações de textos, imagens e áudio. Diversos poemas, contos, artigos de opinião atribuídos à celebridades - ainda que de boa qualidade -, não corresponde à verdadeira autoria; outras vezes, textos de autores consagrados são plagiados por ilustres desconhecidos, ou atribuída autoria a outra pessoa, ou jogados na vala comum do chamado "autor desconhecido".
Não existe essa figura de "autor desconhecido"; todo texto tem uma autoria, mas o que se deve dizer, quando não conhece quem produziu algo é "autor não identificado" por nós...
Enfim, toda edição de vídeo e áudio nos serve para mostrar o quanto somos criativos, fazendo paródias de situações reais, mas que poderão ser manipuladas e repassadas aos desavisados, como se fato concreto fosse, gerando uma rede de intrigas, calúnia e difamação. Ter crítica e , acima de tudo, autocrítica é essencial para evitar mal entendidos e/ou desinformação, mesmo quando se tenta se informar. Afinal, algumas edições, seja de imagens, textos e sons, são mais sutis e dissimuladas, com o sentido de (de)formar a opinião pública a respeito de algum assunto, mas nem todos percebem tal edição, manipulação.
Vejam também, criativa edição de imagens com clipes e shows de Michael Jackson, simulando cantar e dançar música do grupo Molejo:
Brincadeira de Criança (Música e edição de imagens)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Entre espelhos, telas e janelas (propaganda e reflexão social)
O vídeo acima, "Ficar Esperto", é divertida e inteligente propaganda de cerveja, que descobri via Facebook da colega e amiga Margarete Albernaz, educadora de Rio Grande, RS, Brasil e serve a diversas interpretações e reflexões diante de espelhos que agem como telas, nem sempre janelas...
Mais do que destacar supostas espertezas e malandragens entre os gêneros, é material que serve justamente para demonstrar as diferenças de pontos de vista entre as pessoas e o papel de espelhamento social que temos uns nos outros.
Como educador, escritor, poeta, e historiador literário, estou sempre lendo as coisas sob este olhar semiótico, da fenomenologia, poesia e tudo mais... E no vídeo em questão, pode-se analisá-lo das mais variadas formas, seja sociológica e antropológica, seja artística e cultura, histórica e pedagógica, tecnológica e muito mais.
As aparências enganam, os espelhos desfocam, para cada linha do horizonte, há também uma ponte para ver o panorama mais elevado, sobre outros aspectos, além de tempo e do espaço...
Há que se "Ficar Esperto", justamente para não se levar apenas pelas aparências, por pontos de vista rígidos que não se movem, nem se elevam... A vida, as pessoas, as coisas são muito mais complexas do que primeiro imaginamos.
Muitas vezes o espelho é substituído pelas telas dos smartphones, os inúmeros selfies, essa visão individualista, egocêntrica do mundo. Há que se pensar as telas mais como janelas para o mundo, para uma navegação mais cosmopolita, de ver o ciberespaço e a vida ao redor como uma aldeia global, com suas influências e interações.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
A bicicleta que é uma esteira (criatividade, inovação e sustentabilidade)
O vídeo acima, Uma bicicleta que é uma esteira, descobri na fede social, e trata-se do "Lopifit é uma maneira totalmente nova de se mover. Com a assistência elétrica que não leva mais esforço para caminhar como um passeio de A a B. A diferença é que, graças ao apoio de bicicleta para a verdadeira velocidade, enquanto você não precisa se ajustar.
A esteira onde você anda na atividade é posto em movimento por seu curso. Um sensor detecta a correia em movimento e o trabalho do motor que (como acontece com uma bicicleta elétrica) fornece o suporte. Você pode parar a fita e roda livre. Se o cinto para ou reduz o motor desliga-se automaticamente".
Na verdade é uma nova forma de utilização de um conceito, que a bicicleta, para ser usada em pé e não sentada, caminhando ao invés de pedalar. Algo que lembra um patinete que é impulsionado com os dois pés sobre uma esteira, e não um pé fixo e outro impulsionado no chão.
Muitas vezes, em questão de tecnologia é justamente isso, os conceitos ainda são os originais, mas criativo é a forma de sua utilização de outra forma. No caso em questão une tecnologia, meio ambiente, inovação, reciclagem (de ideias), sustentabilidade.
Com a câmera digital, muitas vezes a utilizei como scanner, na medida que na falta de tal equipamento, fotografei um texto, imagem, etc e enviei o arquivo digitalizado, via e-mail, ou carreguei para um computador para imprimir e anexar a alguma atividade.
Saber trabalhar com conceitos e formas criativas de sua utilização é algo que precisamos incentivar jovens e adultos.
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
De onde vem as coisas, a água, as cores, o dinheiro e tudo mais? (audiovisual e educação)
O vídeo acima De onde vem? (Uso consciente do dinheiro - Parte 1 de 3), como o próprio título indica, faz parte de uma série de três audiovisuais, com entrevista com crianças, tratando de diversos temas, dentre eles, a origem das coisas, da água, das cores, do dinheiro e tudo mais, e que serve para trabalhar com filhos e alunos certos conceitos e contextos, além da primeira impressão empírica que todos têm sobre tudo.
Algumas respostas são divertidas, outras criativas, mas o importante é demonstrar aos mais novos que existe uma pré-história, ocorrida antes deles perceberem o mundo atual ao redor. Faz-se necessário contextualizar tudo, ainda mais em um processo de ensino-aprendizagem, que começa na família, continua na escola e permanece por toda vida em sociedade.
Muitas das agressões que têm ocorrido nas redes sociais, digitais ou não, muitas vezes são fruto do desconhecimento de causa, de tema, de assunto, por conta de pré-conceitos, preconceitos e desinformação. saber a origem das coisas, estimular a pesquisa, o debate, a checagem de fontes, a veracidade dos fatos é essencial para estabelecer com o tempo o espírito crítico e a autocrítica de um cidadão, tenha ele 8 ou 80 anos... Nem 8 nem 80, como diz o ditado popular, o que se precisa é promover o debate de ideias, a divulgação de ideais, de informações que gerem conhecimento mútuo entre pais e filhos, professores e alunos.
E nestes quesitos este e os dois audiovisuais da série, de De onde vem?, servem a essas possibilidades educativas e sociais.
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
Com o tempo, pais se tornam filhos de seus filhos e vice-versa
O comovente vídeo acima, encontrei no Facebook, na página Biologia com o prof. Jubilut, e trata de a atitude de uma filha diante de sua mãe que não se lembra mais de quem é, sequer que é mãe da própria filha, confundindo-a com a própria mãe. Algo tocante, pois todos estamos sujeitos a viver isso, seja como filhos diante de pais, e pais diante dos filhos. Com o envelhecimento, a memória sofre lapsos, e a lição desta filha é estimular a memória da mãe, conversando, cantando cantigas de infância etc.
Certa feita, observando meu pai, antes de falecer, poetei que "Com o passar do tempo, os pais tornam-se filhos de seus filhos; e os filhos, país de seus pais", e este material acima ilustra bem esta delicada questão.
Memória, história, biologia são alguns temas que ele se presta, mas, acima de tudo, pra discutir as relações familiares na sociedade. Hoje, muitas crianças e jovens desconhecem o passado dos pais, sendo uma ótima forma de estreitar laços, mostrar através de fotos, vídeos, recortes de revistas ou simples contar de histórias, um pouco desse tempo perdido na memória, como resgate histórico e meio de interação social.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Modelo brasileiro de óculos de realidade virtual que transforma smartphone em ferramenta de imersão
O vídeo acima Beenoculus your mobile VR solution, descobri no portal Olhar Digital e trata-se de modelo brasileiro de console em forma de óculos de realidade virtual que transforma smartphone em ferramenta de imersão, via realidade aumentada. Uma junção de palavras como "Bee" (abelha) e "nóculo" (de binóculo).
Um projeto que une games e cinema, tecnologia e educação, um binóculo e um console de videogame, "tudo junto e misturado". Além do simples entretenimento é uma ferramenta que poderá revolucionar a educação, sim, pois com uma tela de 5 polegadas em realidade virtual que pode se transformar numa tela de 200 polegadas, via realidade aumentada. Imaginem as possibilidades de uso, ainda mais se no futuro puder acessar a internet, sites como Second Life, Google Earth, em experiências de imersão coletiva, algo que lembra o filme Matrix, e que poderá reinventar a própria matriz do ato de educar.
Ainda é cedo para prever resultados, mas tudo indica que este e outros equipamentos, se adaptados à educação, poderão ser recursos que forçarão a criação de novas metodologias de uso das tecnologias no ambiente escolar. O Educa Tube Brasil sempre reforça a ideia de que novas tecnologias - que trazem em si conceitos como mobilidade, portabilidade, convergência, imersão, etc - requerem novas metodologias de utilização, móveis não apenas enquanto maquinários, mas principalmente por parte dos usuários que precisam interagir uns com os outros, dentro e fora da sala de aula convencional, em saídas de campo no entorno da escola, "ao infinito e além"... Abaixo, íntegra do texto que apresenta o console Beenóculo, no portal Olhar Digital:
"Enquanto alguns modelos óculos de realidade virtual ainda parecem sonho distante para muita gente, os brasileiros já podem adquirir a tecnologia por um preço bem amigável: R$ 100. Trata-se do Beenoculus, primeiro modelo brasileiro de óculos imersivo.
Desenvolvido em Curitiba pela startup Beetech, o Beenoculus surgiu após uma frustação com o Oculus Rift, pioneiro do óculos de realidade virtual. "Fomos um dos primeiros a comprar o Rift, quando o projeto ainda estava no Kickstarter. Mas como ele demorou muito para chegar e estávamos cheios de ideias para desenvolver, só precisávamos do meio. E então pensamos: 'por que não criar nosso próprio óculos?'", conta José Everaldo Terrabuio Junior, um dos criadores do Beenoculus e atual chefe de inovação do produto.
Lançado na CES (Consumer Eletronics Show) deste ano, o Beenoculus chamou a atenção de diversas empresas que visitaram o estande da empresa. "Imaginamos que a feira iria olhar para gente e pensar que éramos 'só mais um óculos'. Mas acabamos com recorde de visitações, contatos na indústria de cinema e jogos e muitas bocas abertas. As pessoas não acreditavam no preço", revela o executivo.
Funcionamento
Fugindo dos fios e outras dependências externas, a companhia resolveu criar um gadget que ajudasse a popularizar a experiência de realidade virtual. Para isso, a Beetech optou por um modelo que se acopla ao smartphone.
Segundo Junior, o Beenoculus é compatível com a maioria dos celulares populares que possua giroscópio, incluindo nomes como os iPhone 5C, 5S, 6 e 6 Plus, Galaxy S4 e S5 e Moto G de segunda geração. Isso é possível porque a tampa do Beenoculus possui interior emborrachado, que permite adaptar diferentes aparelhos.
Em relação ao design, o óculos é semelhante ao Rift, porém, com algumas alterações que chamam a atenção. A primeira é o modo de acoplar o smartphone, que é feito por ímãs. Além disso, as lentes do Beenoculus permitem ajustar não só o foco, mas também a distância entre os olhos.
Desenvolvedores e foco na educação
Apesar de já ter batido a marca de 5 mil vendas em um mês, a Beetech espera também que os desenvolvedores abracem a ideia e criem conteúdo. "Queremos democratizar a experiência da realidade virtual não só no Brasil, mas no mundo. Em compensação, quando criamos o Beenoculus, pensamos em um ecossistema, não só o meio. Com o nosso kit SDK e uma aplicação legal, o desenvolvedor pode lançar o software num local no qual a chance de downloads é maior por conta do preço baixo", defende Junior.
O kit para desenvoledores custa R$ 500 e inclui além do óculos, um controle para games e um fone de ouvido, ambos com conectividade Bluetooth.
Atualmente, o Beenoculus já possui suporte a algumas aplicações, como o projeto "Homem Virtual", desenvolvido em parceria como a Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). A ideia é viajar por dentro do corpo humano, seguindo o conceito de "aprendizagem em primeira pessoa". No teste feito pelo Olhar Digital durante a Campus Party, foi possível visitar o interior da cavidade do ouvido.
Para iniciar a aplicação, é preciso "olhar" para o idioma desejado (a bandeira do Brasil ou dos Estados Unidos) e então, o vídeo começa, com explicações do funcionamento do ouvido. Em seguida, uma seta branca é exibida ao usuário e, ao olhar para ela, o usuário "avança", chegando até os ossículos do ouvido. Ao mirar na direção de cada um deles, o aplicativo diz qual o nome do osso.
De acordo com Junior, o principal foco do Beenoculus deverá ser o da educação, por meio do segmento dos "serious games" (jogos sérios). "Você consegue transformar uma brincadeira em algo de valor. Não queremos interferir nas diretrizes da sala de aula, mas sim gerar conteúdo adicional que crie interesse nas crianças e adolescentes", explica.
O Beenoculus está disponível para compra no site da empresa com prazo de entrega de 60 dias.
Outros avanços tecnológicos que imitam a ficção científica tem centrado suas pesquisas e possibilidades em torno do smartphone também, como a notícia abaixo, em que console transforma um telefone celular em microscópio, vide link abaixo:
Conheça o MicrobeScope, um microscópio para iPhone
Vejam também outro recursos que transforma um smartphone numa câmera polaroid, link abaixo:
Case 'transforma' smartphone em câmera Polaroid que revela fotos
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
CYMATICS: Ciência Versus Música, de Nigel Stanford
O impressionante vídeo acima, CYMATICS: Science Vs. Music, de Nigel Stanford, descobri via Facebook da colega e amiga Silvana de Oliveira, educadora de Rio Grande Rs, Brasil.
Como o próprio nome indica, é uma experiência envolvendo ciência e música. Conforme apresentação de Nigel, em seu portal, Cymatics "é a ciência de visualizar freqüências de áudio". Além disso, Cymatics é a primeira canção do álbum "Solar Echoes"(Ecos do Sol) e todos os experimentos do vídeo são reais, filmados "em resolução 6k em câmeras Red Dragon, e terminou em 4k / Ultra HD", encontrando disponíveis para download, no link abaixo:
CYMATICS E SOLAR ECHOES
Na verdade, este vídeo serve de forma indireta para demonstra não apenas o poder sonoro e físico da música, mas a influência da sonoridade, da musicalidade, harmonia também das palavras e ações em nossa vida, usando a arte, a cultura, a tecnologia... Música, ciência, física, geometria, arte, dança etc têm muitas coisas em comum, que podem ser articuladas em projetos de fato multi e interdisciplinares.
Um vídeo que ouso dizer que é um dos vídeoclipes mais revolucionário, desde que a banda de rock Pink Floyd e seu álbum The Wall (repleto de experimentações sonoras), surpreenderam o mundo com sinos, sirenes, som de sobrevoo de helicópteros, trens, trovões, tique-taque de relógios etc em suas canções.
Cymatics mostra teclado em chamas, bateria e prato em efeito câmera super lenta, uma mangueira de água sofrendo o impacto do som e fazendo esculturas líquidas no ar, enfim, homens vestidos com malha especial para resistir as descargas elétricas, numa espécie de "pirotecnia" peculiar. Mas tudo em Cymatics é possível de ser explicado pelas leis da física, geometria, matemática, mas que unem ciências exatas às humanas, em um resultado que é poético, estético, artístico e científico também. Uma sinergia.
Como bem disse a professora Silvana: "Imaginem só o poder que o som de uma palavra bem ou mal intencionada tem!", assim como o fogo, a água, a eletricidade, as palavras e ideias podem ser facilmente manipuladas pelos mais variados meios e multimeios, ora flertando como O Delicado Som do Trovão (sucesso da banda Pink Floyd), ora promovendo revoluções por minuto, seja na música, na arte, na sociedade.
Conhecer um ponto das leis da física que atuam sobre os elementos de uma sociedade é uma experiência única, que o vídeo em questão possibilita numa dinâmica de grupos, numa atividade educacional, num projeto pedagógico etc.
Abaixo, alguns videoclipes da banda PInk Floyd, que inspiraram esta postagem também, em especial o The Wall e sua visão única do método tradicional de ensino:
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Braigo: impressora braille feita com peças Lego, criada por jovem de apenas 13 anos
O vídeo acima, sobre um jovem inventor, descobri na página do Facebook da Intel, famosa empresa de processadores para computadores, que destaca as ideias e projetos de "Shubham Banerjee (...) um menino de 13 anos criador da Braigo, uma impressora braille usando peças de Lego e o chip Edison da Intel. Ele irá na Campus Party BR 2015, dia 04/02, às 14h30 dar uma palestra a todos os campuseiros!
Shubham, em apenas 2 minutos dá seu recado universal. Sua mensagem é simples, direta, objetiva e motivadora: que devemos ser menos individualistas e mais colaborativos, pois o mundo é muito menor por causa da internet, e que compartilhar ideias é essencial. Mais ainda, ter esse pensamento social, no enfoque das tecnologias, seja na educação ou na sociedade, como ele mesmo fez, vendo um folheto sobre deficiência visual e pensando em como poderia saber mais sobre o tema e pensar alguma invenção que beneficiasse quem necessita.
O Educa Tube Brasil, há tempos declara que o futuro, não apenas da educação, mas da sociedade é justamente este de compartilhar dúvidas e certezas em rede, sejam redes sociais digitais ou não. O trabalho de Shubham nos indica que o caminho é este, e que os jovens podem não apenas serem motivados, mas grandes motivadores dessas experiências, se lhes forem dados meios, condições, apoio, divulgação. Diálogo entre gerações é um dos meios de promover estas interações, e a tecnologia o meio, e não a finalidade em si, de atingir esses objetivos, tornando o particular e local em universal.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Mr. Selfie: animação para refletir sobre a atualidade
Mr Selfie from weareseventeen on Vimeo.
O vídeo acima, Mr. Selfie, descobri via Twitter da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil e editora do blog Arquitetando Ideias.
Trata-se de animação que aborda a relação que temos com nossos aparelhos de telefonia celular, atualmente pequenos computadores de bolso, chamados smartphones e sua dupla função de especular: primeiro como espelho, espelho meu, através de fotos e mais fotos de si mesmo (selfie) e de especular no sentido de acompanhar a vida alheia, através das redes sociais.
O vídeo em questão se foca naqueles que exageram na dose diante de telas que parecem espelhos e não janelas; do comportamento espelhado que alguns têm de ficar vidrados diante de telas sem observar o que se passa de concreto ao se redor.
Se o smartphone pode ser um grande aliado da educação, com todas as suas funcionalidade, de mobilidade, portabilidade, conectividade, gravar áudio e vídeo, fotografar, acessar internet, bloco de notas, jogos etc etc etc; o seu uso em demasia, além de atrapalhar a interação, além do mundo digital, pode ocasionar sérios problemas de audição, visão etc, quando da total exposição a interferência eletromagnética e outras coisas mais, pois muitos fazem como a personagem da animação, deitando com o aparelho telefônico do lado, embaixo do travesseiro etc.
Saudável, como tudo na vida, é ter um equilíbrio entre coisas e gentes, desligando, desconectando vez em quando essas ferramentas e olhando ao redor, conversando com os amigos, familiares, saindo para um pequeno passeio sem que o olhar fique restrito apenas a uma pequena tela... Olhando apenas a si mesmo...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Brincadeira de criança (música e edição de imagens)
O vídeo acima, Brincadeira de Criança, descobri na rede social e trata-se de criativa, divertida e original montagem de Gabriel Xavier, mesclando o áudio do Grupo Molejo e a canção título às imagens de diversos clipes e shows do cantor pop Michael Jackson.
Mais do que uma simples edição de áudio e vídeo, vejo como um ótimo exercício de alteridade, de mescla de culturas, da universalidade da arte, além de virtuosismo tecnológico, pois une num vídeo só, dois estilos de música, de idioma, dando unidade à diversidade. Parece de fato que Michael Jackson está cantando e dançando ao som da banda Molejo e seu sucesso Brincadeira de Criança. O pop e o pagode de mãos dadas numa divertida montagem que serve também para discutir em sala de aula arte, cultura, sociedade, diversidade etc.
Pode inclusive servir para mostrar como é possível, através da tecnologia, fazer montagens, truncagens com tudo e com todos, passando a falsa impressão de realidade, o que torna mais essencial o papel social do educador - seja pai ou professor - de estimular a pesquisa, checagem de fatos e fotos. Afinal, no mundo digital existem diversas edições de vídeo como esta, só que como esta que flerta com a brincadeira, há as que se pretendem ser expressão da verdade, manipulando dados, informações, evidências e tudo mais.
Há que sempre se incentivar este espírito crítico e investigativo do aluno, favorecendo o debate, estimulando a argumentação e contra-argumentação dentro e fora da sala de aula.
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domingo, 1 de fevereiro de 2015
Cordão umbilical: A vida por um fio, além das redes sociais digitais
O vídeo acima Cordão Umbilical, descobri no Twitter, visitando o portal de Vídeos ZERO FILMES, da produtora de vídeos de mesmo nome, que contém diversos audiovisuais, em sua maioria institucionais, como propagandas, campanhas, comerciais etc.
No vídeo em questão, trata-se de material institucional de companhia de telefonia, valorizando as pequenas coisas da vida, que nos conectam, sejam o próprio cordão umbilical, do início da vida, seja os trilhos de trem, os fios de luz, os cordões das calçadas etc.
Como o Educa Tube Brasil sempre reforça: projetos de vida e de trabalho eficientes são aqueles que traz em si a simplicidade e por isso mesmo propiciam a continuidade. E valorizar as redes que se formam no transcorrer da vida, estejam elas ligadas por fios digitais, de fibra ótica ou não é fazer as pessoas verem a vida, o mundo, seus amigos, e a si mesmo por outro ponto de vista.
Todo educador, seja pai ou professor, deve estabelecer estes vínculos afetivos entre filhos e alunos, utilizando-se do que chamo de a "Pedagogia do Exemplo e do Espelho", incentivando a crítica e a autocrítica, promovendo o debate e, acima de tudo, a regressão, não hipnótica, mas histórica para possibilitar o avanço educacional, tecnológico e social, reconhecendo o conhecimento agregado de todas as gerações que vieram antes de nós...
Nascemos ligados a um fio (cordão) e cortá-lo nos proporcionou sermos móveis, uma realidade e uma necessidade, ainda mais hoje que conceitos como mobilidade, portabilidade, conectividade fazem parte de nosso cotidiano familiar, escolar e social.
Estarmos ligados, conectados, não requer uma conexão banda larga, uma rede wifi, é preciso muito mais do que isso, e para que se efetive essa conectividade, a afetividade é e sempre será um fator essencial e principal, sendo as TIC, mídias e redes sociais, meios acessórios de interligação.
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sábado, 31 de janeiro de 2015
"A Culpa É do Teatro": curta vencedor do I Festival de Vídeo Estudantil de Rio Grande, RS (2014)
O vídeo acima, A Culpa É do Teatro foi o grande vencedor do I Festival de Vídeo Estudantil da cidade do Rio Grande, RS, Brasil, ocorrido em 2014, uma realização do Núcleo de Tecnologia Municipal da Secretaria de Município da Educação em parceria com o Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pelotas, através do projeto de extensão "Oficina de produção audiovisual nas escolas" e que o editor do blog Educa Tube Brasil teve o privilégio de intermediar estes dois pólos de ensino, apresentando-os um ao outro.
Conforme dados: "Esse projeto foi desenvolvido entre os meses de maio e dezembro de 2014, na cidade de Rio Grande, tendo como objetivo motivar a produção audiovisual desenvolvendo a leitura de diversos gêneros textuais e audiovisuais como atividades pedagógicas vinculadas ao currículo escolar".
Nesse primeiro ano de Festival estudantil na cidade, foram inscritos oito curtas, produzidos pelos alunos das escolas da rede municipal de ensino de Rio Grande. Foram eles: A culpa é do teatro (E.M.E.F. Frederico Ernesto Buchholz), A escola mal assombrada (E.M.E.F. Dolores Garcia), Ass.: Joana (E.M.E.F. Coriolano Benício), Família, um caminho para uma nova vida (E.M.E.F. Sylvia Centeno Xavier), Nada é impossível (E.M.E.F. Helena Small), O ataque do zumbi capenga (E.M.E.F. França Pinto), O estranho caso do cadáver na praia (E.M.E.F. Cristóvan Pereira de Abreu) e Pedro e Marina (E.M.E.F. João de Oliveira Martins).
O o mais interessante no curta vencedor foi a total interação entre professores e alunos, e inclusive entre instituições de ensino pública e privada, haja visto que o curta produzido por alunos e professores da E.M.E.F. Frederico Ernesto Buchholz contou com a cedência do Teatro do Colégio Salesiano Leão XIII para que fossem rodadas cenas externas e internas do referido vídeo, o que ampliou as possibilidades da narrativa e verossimilhança com o que era contado. Além disso, foram gravadas externas em prédios históricos da cidade, e adaptadas salas de aula e de setores da escola para filmagem da trama.
E mais interessante de tudo, foi a votação, feito somente por alunos das escolas, mostrando que muitos deixaram de votar no vídeo da própria escola para escolher de fato os que mais gostaram, algo que é uma grande lição de cidadania, de espírito esportivo e criticidade a ser seguida.
Atividades quem envolvam arte, cultura, cinema e educação promovem interação entre gerações, de pais e filhos, professores e alunos.
Parabéns a todos os envolvidos, seja o professor Josias Oliveira (UFPel, Pelotas, RS), idealizador do Festival Estudantil, já acontecendo a três edições na cidade vizinha de Pelotas; seja o Sr. André Lemes, Secretário Municipal de Educação do município de Rio Grande, que acolheu a ideia de imediato; seja pela professora Josiane David, coordenadora do NTM/SMEd, que coordenou o projeto e motivou professores da rede pública municipal a participarem com seus alunos; seja a todos os demais participantes e premiados, que valorizaram o evento e projeto com seus trabalhos criativos e diferenciados.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Fotografias: curta-metragem de animação
Photographs from B.Ki.Animation on Vimeo.
O vídeo acima, Photographs (Fotografias), trata-se de curta-metragem de animação que descobri na rede social e é ótima oportunidade para trabalhar com alunos, além da mensagem por trás de uma imagem, seja ela fotográfica e estática, seja em movimento, cinematográfica, mas principalmente pelo valor de colecionar bons momentos na vida, fotografando-os ou não.
Uma boa oportunidade também para trabalhar questões como as fotografias antigas dos álbuns de família até o de álbuns digitais atuais, das mensagens que uma animação ou um filme contém, nas entrelinhas, lidando com interpretação de texto e imagens.
Cada vez mais tenho observado filmes que abusam de efeitos visuais mas quase não têm história ou mensagem definida.
No curta em questão, conta a história de uma senhora que descobre no meio de entulhos uma antiga máquina fotográfica, tipo polaroid, e começa a refazer antigas imagens de sua infância, adolescência e maturidade.
Nossas lembranças são nosso maior tesouro, e propor a alunos que tragam fotos antigas de seus pais, avós, familiares e tentar reproduzir nos mesmos locais, com eles próprios como atores principais - como fez a personagem - seria uma ótima forma de estimular a troca de lembranças, o diálogo de gerações.
E para isso, utilizar antigos álbuns de fotografias, de figurinhas, desenhos animados antigos pode ser uma fonte de estimulação para esta conversação entre o mundo jovem e do adulto.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Olhe acima da tela e veja o mundo ao redor, além da Matrix digital
O vídeo acima, Look Up (Olhe para o alto), descobri na rede social, através do site Vídeos Virais, e é um convite à reflexão sobre o modo de vida atual, em que muitas vezes, por estarmos por demais conectados às telas, deixamos de ver a vida ao redor. Uma boa oportunidade de dialogar sobre como ver e viver a vida além do "espelho espelho meu" digital. Sem falsos moralismos, não é preciso radicalizar e jogar fora o celular, mas saber dosar as coisas, com equilíbrio, vez em quando se desligando, se desconectando das telas de TV e olhar mais para as janelas.
Hoje é mais fácil saber quem não possui um celular com conexão, por mais simples que seja. Entretanto, estar conectado não significa promover a interação social, que requer afetividade e muitas vezes um contato visual direto e real.
O vídeo traz diversos temas para serem explorados pelos educadores - sejam pais e/ou professores - com seus alunos e filhos. Principalmente, na questão de mostrar aos jovens como era a vida de seus pais e professores quando também jovens, sem tantos aparatos eletroeletrônicos, como videogames, computadores, internet etc. Falar sobre as tecnologias que existiam à sua época etc.
Como tudo na vida, há aspectos positivos e negativos em tudo. Assim como as TIC, mídias e redes sociais, até mesmo uma simples faca de cozinha para passar manteiga no pão, pode ser utilizada como arma letal. Tudo na vida requer bom senso, equilíbrio, crítica e autocrítica.
E para ampliar o debate, indico link (logo abaixo) sobre texto que encontrei no Pavablog, e que se comunica, dialoga com o vídeo acima:
Estudo comprova que a dependência em smartphones é prejudicial à saúde
Destaco a seguir, alguns fragmentos do texto indicado:
"‘Sem o celular, eu me sinto nu'. Muita gente já ouviu ou falou essa frase. Agora, um trabalho da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, comprovou que o vício pelo uso de smartphone pode levar a consequências físicas prejudiciais ao usuário, como alteração alteração da pressão sanguínea".
Uma sensação de quem usa celular já deve ter sentido, inclusive eu senti várias vezes sim, essa falsa nudez, sem falar no efeito da mensagem ou chamada fantasmas que temos vez em quando também, e ao olharmos para a tela do aparelho nem chamada nem mensagem existem.
Ainda conforme texto no Pavablog:
"Segundo o psiquiatra André Brasil, a pesquisa comprova a gravidade das alterações comportamentais que a dependência do celular provoca. 'A falta do aparelho causa estados parecidos com o viciado em cigarro. O usuário fica impaciente e irritado quando não tem o smartphone por perto', diz".
Por essas e outras coisa, frequentemente faço expedições ao mundo real, observando as coisas ao redor, sem a cabeça por demais baixa, diante de uma tela, sacando, evidentemente, o celular, quando for para fotografar algo inusitado: um pôr-de-sol, uma bela paisagem, algo peculiar.
Como educador e especialista em TIC e Mídias na Educação, logicamente, não ou contra o uso destes equipamentos, dentro e fora da sala de aula, mas como tudo na vida, reitero a necessidade do uso moderado, do bom senso, do equilíbrio de ações, de que o maquinário seja menos importante que o usuário. Do contrário, corremos o risco de criar e acreditar piamente numa Matrix digital (tal qual o filme de mesmo nome), em que é criado um mundo paralelo, em que as pessoas são sugadas de sua energia vital por máquinas as quais estão conectados, vendo um mundo irreal, um grande holograma em 3D.
E neste sentido, o vídeo se presta a boas reflexões, artísticas, históricas, filosóficas, sociológicas, pedagógicas etc.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Entre a dança das cadeiras e o efeito dominó, o real papel da rede social educacional
O vídeo acima, que lembra uma verdadeira rede social, descobri via Facebook da amiga Edilene Pouillies, educadora de São Paulo, SP, Brasil, a partir de compartilhamento inicial do Dr. Fábio Augusto.
Um ótimo material para uma breve reflexão, justamente sobre o verdadeiro espírito de uma rede social na educação, que é servir de apoio inicial, seja via TIC, mídias ou simples cadeiras. O usuário é o bem principal, e o maquinário, o acessório nesse efeito, que se não tiver liga, empatia, torna-se mero dominó de peças derrubando umas às outras.
Como educadores, temos que manter esse equilíbrio de ações para que o ato de educar não seja nem dança das cadeiras nem efeito dominó... E esse vídeo ilustra o papel das TIC na educação, como um apoio inicial (jamais uma bengala virtual). E por tecnologias sabemos que pode ser mais que internet, datashow, informática, mas lápis, cadeira, giz, saídas de campo, livros e tudo mais.
Como uma roda, sem chimarrão, cada jovem sustenta o corpo de seu colega à frente em seus joelhos. Se um deles não resistir à pressão e ao peso do outro, toda a roda pode ser exposta à queda.
Uma grande lição em poucos minutos, este vídeo nos disponibiliza, pois toda rede social deve ser calcada nas trocas de pesos e contrapesos, certezas e incertezas, descobertas e dúvidas entre seus integrantes...
Educar não é promover a dança das cadeiras, em que se toca uma música e retira-se uma cadeira de vez e ao parar a canção, todos tentam sentar-se ficando de fora aquele mais lento, de menor agilidade. Não deve visar a reprovação, evasão, nem a aprovação pela aprovação, mas estimular a aprendizagem e ensino qualificados de todos. Tampouco é efeito dominó em que um caindo, os demais tombam um atrás do outro...
Há que se buscar o equilíbrio de ações, projetos, atividades, metodologias, didáticas e interações, como no vídeo exemplifica muito bem., de forma divertida, criativa e humorada.
Observação: SE o vídeo não abri direto no blog, é possível visualizá-lo no link abaixo:
Uma curiosa rede social
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Ondulação: um único ato de cuidar cria uma onda interminável
O vídeo acima Ripple - Inspirational Short Film, intitulado "Ondulação", trata-se de curta-metragem, indicado via e-mail pelo professor Robert Betito, de Rio Grande, RS, Brasil e de acordo com portal Metamorfose Digital: "(...) é o nome desta peça, encomendada pelo Movimento Care & Share de Cingapura, que visa conscientizar as pessoas sobre os benefícios de cuidar e compartilhar com os demais. Tudo começa com uma família pelejando para pagar suas compras no supermercado e, infelizmente, o dinheiro contado não é o suficiente para comprar o bolo de aniversário que a pequena quer levar para o avô. Mas ainda bem que o gerente do mercado é um jovem bom e agradecido e oferece o brinde à família por um motivo especial".
Como a lei do retorno, aquilo que o menino recebeu no passado é retribuído ao homem que o ajudou. E encerra com uma bela frase: "a simple act of caring creates an endless ripple" (tradução livre do blog), ou seja, "um único ato de cuidar cria uma onda interminável".
Como uma onda, realmente, podemos motivar uns aos outros, pais a filhos, professores a seus alunos e assim por diante. Ainda que as mídias e redes sociais às vezes mostrem um lado negativo da sociedade, existem diversas pessoas que fazem a diferença, seja profissional como socialmente, e cabe a cada um divulgar essas ações, seja em blogs, perfis de redes sociais, ou num simples bate papo com amigos.
Muitas ações que fazemos, nem sempre temos a consciência da amplitude que ela toma. Pode parecer-nos apenas uma gota no oceano. Não importa. Seja uma poça d'água, um pequeno lago é formado de gotas e mais gotas. O importante não é sermos os melhores (sermos competitivos demais), mas fazermos nosso melhor, de forma coletiva e não tão individualista.
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