terça-feira, 1 de abril de 2025

Vamos falar sobre transtornos mentais? [animação sobre saúde mental e o novo "Mal do Século"]




O vídeo acima, Vamos falar sobre transtornos mentais?, trata-se de relevante animação de Albert Einstein - Sociedade Beneficente Israelita Brasileira que trata dos diversos transtornos que afetam a saúde mental, e que são cada vez mais necessários serem analisados, abordados e tratados em todos os ambientes sociais, pois impactam a vida de milhões de pessoas, sobrecarregam o sistema de saúde e que precisam ser conhecidos e reconhecidos por todos.
O transtorno mental não é o novo "Mal do Século", exclusivo de uma única classe social, está presente em todas as áreas e os sinais, geralmente, são notados por outros e nem sempre pela pessoa abalada. Por isso, conversar sobre isso é fundamental na família, na escola, no trabalho e na sociedade.
No século XVIII, o chamado "Mal do Século" era vinculado a poetas e escritores do Romantismo, que tinham depressão e outros transtornos relativos à idealização da vida, do amor, da sociedade em plena transformação, vide Revolução Industrial. Atualmente, em plena 4ª revolução tecnológica, rumo à 5ª, com o avanço da Inteligência Artificial, novos sintomas estão presentes na indústria, na escola, na família, em toda parte, pelo processo de aceleração da sensação da passagem do tempo, em razão da hiperconectividade, dos algoritmos das redes sociais digitais, a pressão constante para cumprir metas e tudo mais.
Indico o clip abaixo [legendado], da banda Imagine Dragons, em que seu vocalista canta uma canção inspirada na sua própria experiência com problemas de saúde mental:



Para complementar esta postagem, segue vídeo sobre um autodiagnóstico preliminar, intitulado "COMO SEI SE TENHO UM TRANSTORNO MENTAL?":



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

segunda-feira, 31 de março de 2025

Animação estilo Ghibli do filme Interestelar: inventividade e criatividade humanas versus apropriação cultural pela inteligência artificial




O vídeo acima, TREND VIROU POLÊMICA! Studio Ghibli contra ChatGPT, tomou conta das redes sociais por dois fenômenos distintos: o primeiro, quando muitas pessoas passaram a usar um filtro do chatGPT que permite que fotos e vídeos lembrem os traços do famoso estúdio de animação japonês; no segundo momento, a declaração de Hayao Miyazaki, criticando o uso da IA para copiar o trabalho de dezenas, centenas de profissionais para criar um padrão reconhecido mundialmente que é, justamente, o do Studio Ghibli.
Miyazaki, produtor de obras incríveis como "A Viagem de Chihiro" e outras, do mesmo estúdio de animação, veio a público criticar o uso da IA sobre suas obras que ele considera tal situação como um insulto à vida humana e à criatividade.
No vídeo, logo abaixo, há uma animação no padrão Ghibli, em cima das imagens do filme Interestelar que pode ser, de alguma forma, considerada uma apropriação artística e cultural que a IA está normatizando e naturalizando. Fácil é adaptar ideia genial usando filtros e lucrar em cima disso. Quero ver, sem plagiar a criatividade humana, fazer algo de fato original. IAs não inventaram a roda, nem descobriram o fogo! Pra mim, IA é um mega banco de dados com um super processador. Sem acesso à produção humana, nenhuma IA deixará de ser apenas um cãozinho esperando comandos básicos, pra ser adestrado. O tal "aprendizado de máquina" é, dadas as devidas proporções, um sofisticado control C + control V, aceleradíssimo, diga-se de passagem. Podem imitar Shakespeare, Cervantes, Homero, Kafka, Poe, Woolf, mas jamais, do nada, serão gênios da palavra, da arte. Simulações apenas, podendo fazer em microssegundos operações digitais que as operações mentais dos humanos levaram séculos. Inteligência coletiva humana versus processamento avançado do conhecimento humano em segundos. Cópia sobre original. Filtro sobre ideas alheias. Paráfrases sobre conceitos já existentes.
Ainda que o resultado seja deslumbrante [vejam vídeo logo a seguir], é, de fato, desconfortável sabwr que nossa produção, em qualquer área, poderá ser livremente copiada e nada se ganhar, sequer reconhecimento por seu uso indevido.



Para complementar esta postagem, recomendo a leitura das reportagens logo abaixo:

O FIM DA CRIATIVIDADE

STUDIO GHIBLI DO CHATGPT VIRALIZA NAS REDES; SAIBA O QUE É A TREND E COMO FAZER

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 30 de março de 2025

Série "Adolescência": a saúde mental de jovens diante dos algoritmos das redes "antissociais" e o plano-sequência da vida real




O vídeo acima, Adolescência: Série mais vista na Netflix gera debate nas redes, é uma interessante reportagem que destaca a série mais vista na Netflix e, tudo indica, no mundo, neste início de 2025, impactando pais e professores pelo realismo do tema e pela excelência de questões técnicas como o plano-sequência que cada um dos quatro episódios nos brinda.
O referido seriado é um alerta a pais sobre uma realidade que muitos professores já percebem nas salas de aula, mundo afora, muitas vezes por fatores como alienação parental direta ou indireta, quando pais convivem na mesma casa com seus filhos, mas estão totalmente alheios ao que ocorre nos quartos fechados de seus filhos; trata também dos riscos que os algoritmos das Big Techs [megacorporações de tecnologia] expõe crianças e jovens aos discrusos de ódio, de intolerância, fake news; os riscos à saúde mental dessas crianças e jovens que ficam presas fáceis de todo tipo de pessoas, escondidas atrás de avatares, em supostos jogos eletrônicos inocentes como roblox, tigrinho etc; o ciberbullying e tudo mais que leva a uma masculinidade frágil e tóxica de alguns meninos que aderem às ideias dos chamados redpill's e incels, que são jovens frustrados que desenvolvem um ódio às meninas e mulheres que os rejeitam, tornando-se misóginos, machistas e violentos. Entre o plano-sequência cinematográfico do seriado e a falta de planos-sequência familiares e sociais para lidar com esse assunto, surge no vácuo de tudo isso, o discurso extremista de direita que visa capturar, abduzir, sequestrar, arrebatar corações e mentes infantis e juvenis para sua causa, que nada mais é que um projeto de poder, visando viralizar, engajar, fidelizar e monetizar à base de fake news em massa e distorções da realidade.
O seriado mostra como pais que foram vítimas de abusos, na infância e adolescência, de pais violentos e intransigentes, podem, tentando não ser a mesma coisa, tornarem-se permissivos demais, o que leva a um vácuo nas relações humanas, pois crianças e jovens criados sem limites nem valores são um terreno fértil a todos tipo de "sementes" em sua mente plantadas. Nem todos, mas sempre alguns youtubers, tiktokers, influencers que possuem milhões de seguidores - em sua maioria, crianças e dolescentes -, movimentam a rede antissociais com todo tipo de vídeos, muitoas vezes descolados da realidade, com o intuito de gerar polêmica pela polêmica, já que perceberam que tal Mecanismo os torna celebridades e milionários. As Big Techs já foram investigadas por escritotes sérios que desvendarem essa engenharia social presente nos algoritmos em livros como "A Máquina do Caos", de Max Fisher e "Engenheiros do Caos", de Giuliano da Empoli. Um documentário da Netflix, "O Dilema das Redes", já tinha abordado antes sobre o poder de indução das redes sociais entre os jovens usuários. O termo usuário, por sinal, só é adotado em duas áreas: na tecnologia e no tráfico de drogas, pelo poder viciante. Os algoritmos promovem dopamina e se tornaram a droga digital do momento.
Enfim, mais que um caso de saúde pública, parece, cada vez mais, se tornar um caso de polícia, com a necessidade urgente de regulação das Big Techs e da fiscalização dos algoritmos dessas megacorporações, mais ricas e poderosas do que qualquer nação, desestabilizando inclusive o processo eleitoral mundo afora. Não é uma tarefa fácil, já que parece que tais empresas já possuem sua propria bancada em diversos países, eleitas por fake news em massa que transitam nessas megacorporações livremente, pois essa engenharia social não possui um controle externo eficiente, ainda. Mas é um caminho sem volta a necessidade da fiscalização de empresas transnacionais que estão impactando na aprendizagem de toda uma geração, que hipnotizada diante das telas digitais está perdendo habilidades milenares, como escrita, conversação, diálogo, prática esportiva...
Um tema abrangente que requer medidas também abrangentes, eficazes e regulatórias.
Abaixo, resenha de Isabela Boscov, crítica de cinema, que considera "Adolescência", uma série brutal e extraordinária [com spoilers]:

Vejam também, mais duas resenhas relevantes, uma na perspectiva cinematográfica e a outra na esfera psicológica:





Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 29 de março de 2025

Crianças entrevistadas em 1966 imaginam como seria a vida nos anos 2000 e as respostas são surpreendentes




A reportagem acima da BBC, Em 1966, um grupo de crianças foi convidado a imaginar como seria a vida nos anos 2000, trata-se de entrevista que poderia estar datada, por conta de seus quase 60 anos de formulação de perguntas. Entretanto, para surpresa de todos, as respostas de jovens lá da década de 1960, imaginando como seria a vida no século XXI causam admiração, pois suas preocupações naquela época ainda são as nossas na contemporaneidade, como: "um futuro dominado por máquinas, a perda da individualidade humana, a rotina monótona e a falta de empregos devido à automação". Previsões que se concretizaram, em tempos de internet, robotização de máquinas e pessoas, redes sociais e antissociais, inteligência artificial e muito mais.
Falas como: as pessoas serão vistas como estatística, terá muito tédio, as máquinas estarão em toda parte são de uma precisão incrível.
Uma verdadeira cápsula do tempo que permite debater e refletir com os jovens do início do século XXI como será a vida daqui algumas décadas, com seus filhos e netos. Que tal? Um bom tema para produção textual sobre tecnologia, inovação e relações humanas.
Para ver a referida entrevista, basta clicar na imagem acima e ao entrar no Instagram de Catai Portal, arrastar para o lado.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sexta-feira, 28 de março de 2025

Eu não sou um robô [2021]: curta-metragem brasileiro e a educação robotizada, mecanizada e automatizada




O vídeo acima, Eu não sou um robô é um curta-metragem brasileiro de 2021 de Gabriela Lamas que conta a história de Tânia, uma jovem que "após falhar num teste para diferenciar humanos de robôs", começa a questionar a própria realidade. Um curta que recebeu diversos prêmios, dentre eles o de "Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Filme Pelo Júri da Crítica na Mostra Gaúcha do 49º Festival de Cinema de Gramado", no Brasil e que recentemente teve seu argumento muito semelhante em outro audivisual que foi premiado com o Oscar 2025 de melhor curta-metragem, justamente com o mesmo título, só que inglês [I'm Not a Robot], de Victoria Warmerdam em uma coprodução entre a Bélgica e a Holanda; e com uma premissa na mesma linha, e, acusado por uns de suposto plágio, vide curta abaixo e os comparem:



Transpondo o universo da ficção pra realidade, e nesta, para o ambiente da educação, devemos cuidar para que o processo de ensino-aprendizagem não se torne robotizado, a partir de muita tecnologia no cotidiado escolar, mas pouca metodologia e didática diferenciada e humana, que leve em conta as habilidades e competências de crianças e jovens, não apenas em relação ao manuseio das tecnologias digitais.
Alguns especialistas temem que as inteligências artificiais superem e substituam a inteligência humana. Que os humanos percam nas interações com máquinas suas principais habilidades, herdadas de seus antepassados. Um ótimo "papo-cabeça" para aulas de filosofia, sociologia, produção textual.
O curta-metragem brasileiro discute as relações mecanizadas e a desumanização das pessoas diante das telas, com uma cena final impactante, sobre os estrangeiros [estranhos] na própria terra. O curta holandês também tem situação parecida e também um final impactante e diversos do curta brasileiro, e iniciando e concluindo com a canção Creep, da banda Radiohead, numa bela versão de Scala and Kolacny Brothers, áudio a seguir, que finaliza com verso profundo: "Eu não pertenço aqui", sensação presente em muitos hoje em dia, numa sociedade cada vez mais robotizada e idiotizada pelos algoritmos, viralização, fidelização, monetização:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

quinta-feira, 27 de março de 2025

TV Garden: site que permite acessar diversas tevês de todo planeta em tempo real




A imagem acima, trata-se da página inicial da plataforma TV Garden, que permite que se acesse diversas TVs mundo afora. Basta digitar o endereço "tv.garden" no Google que entrará no site e lá escolher o país e dentro do menu, clicar sobre os nomes das TVs que forem listadas.
Muito interessante para conhecer novas culturas sem sair de casa, acompanhando a programação de cada local em tempo real.
É uma espécie de Google Maps das TVs.
Para acessar ao referido site, basta clicar no link logo abaixo:

TV GARDEN

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 23 de março de 2025

Jogos eletrônicos dos anos 1980 sendo testados por celebridades daquela época: videogame, jogos, tecnologia e sociedade




O video acima, O auge da tecnologia em 1980 no Atari (PS5 da época), encontrei no Instagram de Arthur Igreja e é uma preciosa viagem no tempo, não apenas para aqueles que lá viveram e experimentaram o máximo de tecnologia eletrônica de jogos de simulação para aquela época. Também é um ótimo material para um diálogo entre gerações, para mostrar aos jovens do século XXI, o avanço tecnológico e um pouco da história da cultura digital.
Atari, naquele tempo, era algo como o Playstation 5 de agora! Desejado pela maioria dos jovens, mas a resolução de imagens e a jogabilidade desses é risível, diante da qualidade de imagem e todos os recursos que se têm no momento. Algo como comparar os esportes reais como futebol, basquete e automobilismo do passado com às versões atuais e toda uma nova tecnologia ao dispor. São outros esportes, outra forma de jogar, de competir. Desse mesmo modo com os jogos eletrônicos do passado e os mais recentes; do mesmo jeito serve a comparação entre os efeitos visuais do cinema em stop-motion daquela época com CGI, e Inteligência artificial produzidos nesse instante.
Por fim, a educação também, embora quanto a disposição de mesas e cadeiras em sala de aula pouco tenha mudado das salas de aula do século XIX, têm-se novas metodologias, didáticas e tecnologias inseridas no cotidiano escolar.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 22 de março de 2025

Âncora: videoclipe que parece curta-metragem parecendo metáfora do verdadeiro amor ao mar e a alguém




O vídeo acima trata-se de o clipe Anchor [Âncora], da banda Novo Amor, pela sua narrativa visual e sequencial, parace com um curta-metragem, quase um contos de fadas moderno sobre o amor de um casal paradoxal: um pescador e uma suposta sereia que é captrada nas redes do barco daquele homem que a resgata, trata e a recupera, mas que percebe que, asim como o amor ao mar, o amor num sentido mais amplo [o amar algo ou alguém] requer deixar o outro ser retornar ao seu mundo natural, do contrário, será literalmente como "um peixe fora d'água".
Muitas vezes nos ancoramos em algo ou alguém, sufocando-os com superproteção ou relacionamentos tóxicos. Noutras, como no clipe, é preciso mergulhar em si, como a sereia faz na banheira, para se reencontrar.
Abrir mão da presença do ser amado, como o faz o pescador, levando de volta a mulher-peixe amada pra seu habitat, é uma breve e linda declaração de amor. Quem ama, liberta. A paixão que é prisão!
Mais um audiovisual para o projeto "Clipes que parece Curtas", que desenvolvo com alunos desde 2010, em que proponho uma leitura visual e uma posterior escrita criativa. Vejam vídeo explicativo do referido projeto em meu canal no YouTube "Educação 3D+", logo abaixo:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

Revoluções tecnológicas e as transformações culturais: uma engenharia social presente na série 1923 e na trilogia "O tempo e o vento"




O vídeo acima, "Série 1923: As 'Facilidades" Modernas e a Escravidão do Sistema", trata-se de cena da série 1923 que, conforme sinopse, é "[...] um spin-off da aclamada série 'Yellowstone', explorando a geração dos Dutton durante a era da Lei Seca e da Grande Depressão em Montana. A narrativa foca nas dificuldades enfrentadas pela família Dutton, abordando temas como seca, violência e a luta pela sobrevivência. A série é conhecida por sua cinematografia impressionante, suas atuações e por expandir o universo de 'Yellowstone', oferecendo aos fãs uma nova perspectiva sobre a história da família Dutton e suas origens".
"spin-off" é um termo para designar uma derivação de um filme ou série em outro(a) e lembra muito a história da família Terra-Cambará, na trilogia "O tempo e o vento" de Erico Verissimo, que conta a história de mais 200 anos de uma família e sua relação com o tempo e o espaço, divida em três partes: O Continente, O Retrato e o Arquipélago. Dadas as devidas proporções, Yellowstone também é uma das partes da trilogia estadunidense, formada também por 1883 e 1923, desenhando essa imensão visão panorâmica de um povo através de uma família, assim como fez o escritor brasileiro.
Detendo-me apenas na cena em questão, e com o foco nas revoluções industriais e tecnológicas, destacadamente a segunda, marcada pelos combustíveis fósseis, o automóvel e principalmente a energia elétrica que é retratada no fragmento acima, pode-se dizer que é um valioso audiovisual para aulas intertextuais entre literatura e história, geografia e sociologia, filosofia e produção textual entre outras, pois o diálogo das personagens, entre um vendedor de eletrodomésticos para um povo que não conhecia aquelas engenhocas, pode-se mal comparar aos tempos atuais e as mudanças comportamentais que a 4ª revolução industrial [internet, internet das coisas, computação em nuvem, inteligência artificial etc] está a trazer nessa nova modernidade que, como as demais revoluções, extinguirá profissões e trará novas tecnologias, equipamentos e transformações sociais e culturais, gerando novas demandas, como foram as dos eletrodomésticos e os equipamentos eletrônicos. A servidão moderna? Pausa para reflexão e provocação filosófica, literária, cinematográfica, sociológica, pedagógica e muito mais.
Cabe lembrar que, após a Segunda Guerra Mundial, uma outra revolução silenciosa ocorreu, quando boa parte da indústria bélica, em tempos de paz, promoveu a reconversão de sua linha de produção de armas, aviões tanques, bombas, munições etc para a confecção de eletro-domésticos, apresentados como a nova maravilha daquele século XX, da "independência" da mulher na cozinha e outros setores da casa.
Hoje, temos robôs giratórios que limpam a casa, assistentes virtuais que ligam e desligam equipamentos, câmeras, sensores e toda um a parafernália digital que se assemelha ao impacto do que é retratado na série 1923. Os mesmos temores e outros ressurgem para uma nova geração, e o mito de que as máquinas substituirão os humanos. E com certa razão! Mas só serão substituídos humanos em profissões braçais que robôs possam fazer o mesmo serviço mecanizado. A criatividade humana sempre será o diferencial num mundo em que as chamadas IA apenas simulam nosso comportamento, a partir de comandos prévios. Pessoas robotizadas serão trocadas por seres autômatos. Pessoas criativas, creio que não, pois serão essas que pomoverão a 5ª, 6ª, 7ª e outras mais revoluções tecnológicas futuras.
Abaixo, cena da trilogia O tempo e o vento, livro do escritor Erico Verissimo, adaptado para o cinema e televisão. Dos gaúchos aos cowboys, algumas semelhanças e algumas distinções podem ser conferidas, e alunos podem pesquisar ambas para alguma trabalho escolar interdisciplinar, pois a Família Terra-Cambará [Ana Terra, Bibiana, Capitão Rodrigo, Floriano lembram vagamente aos Dutton]:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 16 de março de 2025

A tecnologia em 2040: mais que uma peça de humor, uma breve pausa para reflexão sobre o cotidiano cada vez mais informatizado




O vídeo acima, A tecnologia em 2040, será? é uma peça de humor que encontrei no Instagram de Tudo Sobre IA e serve para uma breve reflexão sobre as diversas tecnologias incorporadas em nosso cotidiano, muitas delas a partir de sensores e comandos, e análise de dados biométricos: voz, fundo do olho, digital etc, e que já estão integrados na maioria dos equipamentos eletrônicos que contêm o conceito SMART [inteligente], seja telefones celulares, TVs, assistentes virtuais [Alexa, Copilot, Siri etc]... E nem precisamos aguardar 2040. Com o avanço das inteligências artificiais integradas aos diversos aparelhos eletrônicos na vida doméstica, escolar, social e profissional, imaginamos que daqui a uma década e meia muita coisa que era apenas ficção científica possa se tornar realidade.
Os pontos positivos são que muitas dessas tecnologias, que inicialmente eram apenas assistivas, pensadas para facilitar a vida de pessoas portadoras de alguma necessidade especial, foram em seguida incorporadas aos ambientes esportivos, de jogos eletrônicos, automobilismo e muito mais, de fato, auxiliando muito na locomoção, interação, comunicação.
Os pontos negativos são que, em alguns casos, aumenta o sedentarismo, a falta de contato humano off line, além de golpes digitais a partir da captura desses dados biométricos.
No vídeo em questão, mostra um jovem que por conta de uma anestesia, são voz não é reconhecida o que dificuldade seu ingresso na própria casa, e dentro dela, no manuseio de diversos equipamentos. Exageros à parte, entendo toda obra de humor, primeiro como uma crítica social, e no caso desse, não foge à regra, de promover a reflexão, inclusive, para os exageros de uma vida totalmente informatizada.
Material audovisual que serve tambpem pra tratar de língua, linguagem, mensagem e outras coisas mais.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 15 de março de 2025

O discurso final de uma mulher autista fantástica chamada Temple Grandin: cena de filme incrível que todo educador deveria assistir




O vídeo acima é uma poderosa cena do filme Temple Grandin, intitulado Discurso final de uma mulher autista fantástica!, que todo educador, seja pai ou professor, deveria assistir com seus filhos e/ou alunos. Um filme poderoso, como uma mensagem universal para refletirmos sobre aprendizagem, ensino, educação e sociedade.
Um filme que trata tambpem da importância da família no processo de aprendizagem. E de quanto não podemos julgar alguém pelas aparências.
Conforme sinopse, no YouTube: "Temple Grandin (TV Movie 2010) é um drama biográfico sobre a vida de Temple Grandin, uma mulher autista que se torna uma renomada especialista em comportamento animal. O filme, lançado em 2010, retrata a sua jornada única com um elenco excepcional, liderado por Claire Danes no papel titular. Com o apoio de Julia Ormond e Barry Tubb, o filme destaca as contribuições inovadoras de Grandin para o maneio de animais, a sua luta contra os estereótipos sociais e os seus inspiradores triunfos sobre a adversidade."
Um material muito mais do que motivocional, uma aula de filosofia de vida e de sociologia, que pode ser acompanhada, com o filme completo no YouTube, logo a seguir [ativem legendas e tradução]:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

quinta-feira, 13 de março de 2025

Nicolelis explica por que não precisamos temer a Inteligência Artificial: impactos das tecnologias na atualidade




O vídeo acima, Nicolelis explica por que não precisamos temer a Inteligência Artificial, trata-se de entrevista do neurocientista brasileiro ao jornalista Reinaldo Azevedo ao programa ReConversa que considero uma pequena aula sobre Inteligência Artificial, suas possibilidades e mitologias.
Nicolelis traz dados necesários ao debate educacional sobre os impactos das tecnologias em geral e da IA, em especial, junto aos jovens e crianças, comprometendo o raciocínio lógico, o vocabulário, e inibindo, contraindo habilidades básicas para os humanos.
É público e notório que o conhecimento geral está sendo substituído pela cultura inútil, que a aceleração das relações sociais, com pessoas cada vez menos lendo, assistindo vídeos mais longos e elaborados, preferindo clipes, jogos, vídeos curtos. O impacto j[a está sendos entido e a tendência que aumentará com o tempo, se os estímulos virtuais, digitais tiverem mais apelo que a busca pelo conhecimento de forma mais ampla, detalhada e consistente.
Uma geração inteira está sendo atrofiada em suas capacitades motoras, a partir de uma vida sendentária diante de telas. E as capacidades intelectuais, diante de estímulos visuais de uma vida gameficada, acelerada, descartável. Líquida, diria Bauman.
Com isso vemos a batalha entre memória e esquecimento, banalidade e conhecimento.
Interessante a ideia que Nicolelis fala da "igreja da tecnologia", de que trocamos a ideia do teocentrismo e do antropocentrismo e agora a máquina no centro desse mundo. O tecnocentrismo.
Nicolelis destaca os cardeais da sci-fi: Julio Verne, Isaac Asimov, Arthur Clarke e Kurt Vonegut e da importância da imaginação junto à tecnologia. Se pararmos pra pensar, a ciência influenciou à ficção científica, que depois influenciará a ciência.
Por fim, Nicolelis destaca algo que grandes pensadores concordam: as máquinas não substituirão a humanidade, pois a lógica dessas não se compara a imprevisibilidade humana. Serão substituídos aqueles que nã se informam, não se instruem, que ficam robotizados. Enquanto ferramentas, IAs são assistentes e assim devem ser encaradas.
Para complementar essas ideias, Nicolelis afirma e concordo que "[...] não existe inteligência que não seja orgânica", vide audiovisual logo a seguir:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 8 de março de 2025

Às Mulheres de Atenas e do Mundo: reflexão poético-filosófica sobre o Dia da Mulher e a realidade contemporânea




O vídeo acima, edição a partir da canção Mulheres de Atenas, de Chico Buarque, um clássico da MPB - Música Popular Brasileira, que serve à uma refinada crítica social e cultural por meio da irônia e simbologia. Uma aula de poesia, pelas rimas e repetições refinadas, pelas imagens poéticas, filosóficas e socioculturais promovidas.
A referida canção de Chico Buarque e Augusto Boal, conforme a Wikipédia, "composta em 1976 para a peça de Boal intitulada Lisa, a Mulher Libertadora. Foi lançada oficialmente no álbum Meus Caros Amigos, de 1976."
Felicitar pelo Dia das Mulheres é fácil; difícil é dar mesmas condições de trabalho, além de remuneração isonômica, igualdade de oportunidades, respeito às medidas protetivas e à maternidade, não atentar contra a integridade física, moral, sexual, e tanto mais. Uma luta milenar que segue sendo renovada a cada geração. Força e fé na boa luta pela liberdade, igualdade, fraternidade e diversidade na adversidade! Minha maior admiração a todas as mulheres que são mães, esposas, colegas, estudantes, profissionais e muito mais num mundo ainda patriarcal, machista, misógino e falso moralista. Diz um ditado popular: "Não está morto quem peleia", mas infelizmente os dados da lei Maria da Penha [tão combatida por feminicidas e abusadores!] demonstra que quem luta pelos seus direitos, de dissolução de uma relação tóxica, violenta, abusiva faz parte de uma terrível estatística de perseguição, ameaças e morte. A conquista dos direitos das mulheres é uma conquista da luta das mulheres, presas em galpão e incendiadas quando protestavam a favor de melhor condições de trabalho; das sufragistas pelo direito ao voto e representação; às mães pelo direito de amamentar seus filhos e de engravidar sem ser demitidas e tanta coisa que nos faz pensar que não vivemos mais em Atenas, como bem destacou Chico Buarque nessa canção que é um hino, para bom entendedor, pois usa a ironia como forma de crítica social e cultural, universal e atemporal, seja no Brasil ou no Afeganistão.
Material que serve como repertório sociocultural para uma redação para o ENEM sobre os direitos das mulheres na sociedades contemporâneas, por exemplo, e outros tantos temas relevantes.
Para complementar esta postagem, vejam que reflexão poderosa sobre o etarismo em relação às mulheres no Oscar 2025, mas que poderia ser, por essa perspectiva, em Atenas, Nova Iorque, Nva Déli, Beirute, Tóquio, Gaza, de toda parte!



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

Nossas ações precisam fazer sentido: interpretação de imagens, além do texto, analisando o contexto social




A imagem acima e link no título a seguir, "Suas ações devem fazer sentido para você e não para os outros!!", encontrei no Linkedin de Henrique Vieira, no grupo Gestão De Pessoas e Recursos Humanos [RH] e trata-se de um pequeno vídeo para uma poderosa reflexão sobre o poder da superação, a autenticidade, o foco nos objetivos de vida, estudo, trabalho, na disciplina, no espírito esportivo e muito mais. Entretanto, para fins pedagógicos, didáticos e metodológicos, o utilizarei para falar de produção textual a partir de linguagem verbal e não verbal, de leitura e interpretação de textos visuais e seus contextos sociais. Um vídeo que serve a uma aula de produção textual, tratando de coesão [sequência de ações, interligadas] e coerência [unidade de imagens produzidas], de inferência [referência à bagagem cultural] etc.
No caso do esporte, "Suas ações devem fazer sentido para você e não para os outros!!", deve ser lida no sentido sintático e literal, de não se importar com o que os outros pensam ou digam sobre seus hábitos, já que o foco é outro e os objetivos a serem atingindos a médio e longo prazo também.
Já a mesma frase, no nível semântico [comparativo, metafórico, simbólico] passa a ter outro sentido, significado, pois quando se escreve uma redação dissertativa-argumentativa para o ENEM, por exemplo, o sentido que se atribui às palavras e imagens produzidas em um texto precisa ser entendido e compreendido pelo leitor. Não há como delegar única e excluisvamente ao leitor o papel de interpretar o que se quis fazer ou dizer. Há a necessidade de ser claro, objetivo, direito, sem ambiguidades [palavras ou expressões com duplo sentido]. É preciso, portanto, que as ações e escritas façam sentido a ambos [emissor e receptor] para que haja a comunicação, que pressupõem uma mensagem, por meio de um canal, que requeira a decodificação do código produzido para causar um efeito significante em quem o recebe.
Mais do que um vídeo motivacional, esse audiovisual é um bom material inicial para tratar de Redação para o ENEM.
Reveja o vídeo no link abaixo e faça a suas reflexões e comentários aqui nesta postagem. Obrigado!

"Suas ações devem fazer sentido para você e não para os outros!!"

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

quarta-feira, 5 de março de 2025

Educar é a arte de conversar: o papel social dos pais e/ou responsáveis na pedagogia familiar




O vídeo acima "Pra educar é preciso ter conversas sérias", encontrei no Instagram de Apenas Karly [empreendedora, fotógrafa e mãe] e trata-se, obviamente, de uma brincadeira entre mãe e filha, mas serve para refletir sobre o papel social de pais e/ou responsáveis da educação de seus filhos, pois o ato de educar é o de estabelecer valores e limites desde o início às crianças e jovens. À escola compete dar instrução, formação, informação que gere conhecimento. Mas valores éticos e morais, limites de até onde vai a minha liberdade e começa a do outro, quem deveria repassar por meio de conversas, diálogos, deveriam ser os responsáveis pelos menores de idade, antes de adentrarem às instituições de ensino.
Muitos dos conflitos que ocorrem nas escolas são frutos da falta de diálogo entre famílias, de tempo excessivo de crianças e jovens diante de telinhas sem acompanhamento dos responsáveis, da carência do estabelicimento de regras mínimas de convívio social, da aprendizagem de palavrinhas mágicas como: por favor! desculpe-me! muito obrigado!
A escola é o espelho da sociedade e sempre comento com colegas que en tendo o aluno quando conheço seus pais e/ou responsáeis, pois o referido é reflexo daquilo que vê fora da escola e reproduz em seu interior, seja trejeitos, vocabulário, vestuário etc., que são representações culturais, assim como bullying e outras situações, que provavelmente, se conversadas com crianças e jovens, jamais chegariam ao ambiente escolar.
Conversar com os filhos, desde ainda quando eles sequer falam nosso idioma, estabelecer essa conexão de carinho e atenção evita muitas vezes o tratamento de sequelas por conta dessa falta de contato familiar. Não é delegando ás babás eletrôncias [videogame, smartphone, internet] ou às babás educacionais [professores] suas responsabilidades que teremos uma sociedade mais justa, igualitária, equilibrada. Cada um no seu quadrado, como diz a letra de certa canção. Cada um com a sua responsabilidade e função social.
Um pequeno vídeoque serve a muitas funções: ética e filosofia de vida, análise sociológica, introdução à pedagogia e aos estudos sobre linguagem, além de exemplo de metodologia e didática na abordagem com crianças etc.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 2 de março de 2025

“Uma sociedade pode ser melhor se a imaginarmos melhor": poesia, ética, moral, arte, cultura, inovação e sociedade




O vídeo acima, encontrei no Instagram do premiadíssimo e talentosos ator Antônio Fagundes e é uma indicação de leitura de um poema do livro "Vamos comprar um poeta", de Afonso Cruz que cabe como reflexão para a contemporaneidade, pois envolve valores éticos, morais, poéticos, filosóficos, sociais, artísticos e culturais, diria atemporais e universais.
O título é "Uma sociedade pode ser melhor se a imaginarmos melhor" e é uma bela homenagem à imaginação e àqueles que sonham e lutam por um mundo melhor, a partir de sua aldeia.
Fagundes que é um grande ator, emprestando sua voz a narrativas teatrais, cinematográficas, publicitárias etc, nos brinda com uma interpretação magistral de um texto genial.
Um texto que mostra sobre o utilitarios de ferramentas, talheres e outros apetrachos úteis, mas que só existiram, pois foram frutos da imaginação. Assim o é em todos os setores de uma sociedade, drones, uber, smartphone, smarTV, tecnologias assistivas, inovações tecnológicas só existem pela imaginação, normalmente, de uma geração anterior que não tinha ainda recursos tecnológicos para sua criação prática, apenas teórica. O sonho precede ao voo. Mas se não imaginarmos o voar ou se dependermos do nascimento de asas, nenhum ser humano jamais alçaria voo em artefatos mais pesados que o ar, o que parece um grande paradoxo e contradição às leis da natureza, como a da física e da densidade das coisas. Entretanto, Dédalo e ìcaro na mitologia grega, Leonardo da Vinci no Renascimento e outros tantos sonharam com esse voo [quase] impossível dos humanos, até que alguém imaginou algo que transgredisse o conhecimento vigente. É preciso primeiro sonhar, depois imaginar formas de, literal ou metaforicamente, "dar asas á imaginação".
Poetas e escritores de ficção parecem profetas, quando sonham muito antes coisas futuristas, como se fossem turistas que voltam de um tempo ainda não existente trazendo mágicas soluções. Porém, poetas, escritores, cientistas, professores são sonhadores que unem a teoria à prática, por meio da imaginação.
A omportância da arte e da cultura para uma sociedade, e como diz no texto: "Uma sociedade pode ser melhor se a imaginarmos melhor" e, complemento: se promovermos formas de que essa imaginação se torne realidade para todos, diminuindo as desigualdades socials, as injustiças, investindo na própria arte e na cultura de cada povo, cada região.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.