sábado, 30 de junho de 2012

Educação: Um jogo de palavras "Além da Imaginação" (filosofia, curta-metragem, videoclipe, linguagem e sociedade)




O vídeo acima Wordplay (Jogo de palavras), trata-se do episódio 3, da nova temporada de 1985, do seriado The Twilight Zone (no Brasil, conhecido como Além da Imaginação), dirigido por Wes Craven e roteiro de Rockne S. O'Bannon, e conta a história de "Um homem (Robert Klein), quando pressionado a aprender os nomes da nova linha de produtos de sua empresa, começa a perceber que todos ao seu redor passam a usar um vocabulário que ele desconhece."
"Twilight Zone" [Além da Imaginação] é o avô de "Black Mirror", pode-se dizer, sendo um seriado produzido por Rod Serling, trazendo a cada episódio histórias fantásticas que podem ser vistas como críticas ao cotidiano, como nesse caso, em que um adulto, de repente, para de entender todos ao redor. Hoje, pode-se comparar com aquele que não se atualizam nas tecnologias, por exemplo, mas serve a diversas interpretações, dependendo do recorte que o professor queira dar. É possível abordar a questão da própria linguagem, que vai se alterando com o tempo,das transformações sociais e tecnológicas e muito mais.

Vejam ao final desta postagem a sinopse de Wordplay (Jogo de Palavras), encontrado no blog Postcards From The Zone.

Dito isto, cabe, antes de tudo, salientar que por muito tempo procurei pelo referido vídeo (que assisti quando tinha vinte anos de idade), para usá-lo em projetos que tratam do processo de ensino-aprendizagem, por conta deste curta-metragem narrar a história de alguém que um dia passa a não ser entendido pela família, amigos, colegas de trabalho, enfim, todos aqueles que passam a falar um novo idioma, incompreensível para ele, na medida que as palavras passam a ter outros sentidos. Literalmente um jogo de palavras. Uma inversão do sentido normalmente utilizado, até então.
Apesar de ter encontrado inicialmente apenas a versão em inglês, no You Tube [e recentemente, em 2020, a legendada], este fato não impede a compreensão da história, justamente por ser tratar, como o título pressupõe, de um Jogo de palavras. Trata-se da busca pelo entendimento do outro, de um exercício de alteridade na diversidade. Não é preciso ter uma "bola de cristal" para entender o sentido das imagens e da narrativa acima. Mas, antes de tudo, é preciso ser um bom leitor de imagens.
Atualmente, há diversos jogos de palavras e choque de linguagens, entre pais e filhos, professores e alunos, cada qual falando o seu idioma particular, às vezes até um incompreensível "dialeto tribal" para os que estão de fora daquele grupo social. E, no que tange as tecnologias, mídias e redes sociais no ambiente escolar, ainda muitos profissionais do saber evitam entender estas linguagens, como faz a personagem do vídeo, até que, sem outra saída, ele recorrerá à cartilha do filho para poder compreender os novos significados que as palavras possuem em seu cotidiano. O que lembra também aquela piada do "Joãozinho do Passo Certo", que sempre achava que todos no batalhão marchavam errado e somente ele que estava certo em seu pisar, marchar... Viver em comunidade é estabelecer um diálogo entre gerações e entre saberes. Ir além da imaginação e utilizar-se do imaginário do aluno para trabalhar conteúdos educacionais.
O educador do futuro precisa conviver com essa multiplicidade e saber estabelecer uma forma interlocução. Cabe ao educador do século XXI saber usar em seu favor, e no benefício da aprendizagem mútua, um novo jogo de palavras, mais significativas, motivadoras e reflexivas. E para isso não é preciso o uso de uma bola de cristal, mas que uma tela de ou que aparenta cristal líquido, como das mídias e redes sociais, ou da televisão, como algumas das ferramentas que poderão favorecer esta interação.
O mais interessante é que só recordei deste episódio da série "Além da Imaginação", quando elaborei o projeto Clipes que parecem Curtas, que utilizei com alunos do ensino fundamental e depois médio, videoclipes que possuíam uma narrativa literária e cinematográfica. Um deles, Crystal Ball (Bola de Cristal), da banda Keane (videoclipe abaixo), de 2006, quando assisti pela primeira vez tive uma reação intertextual imediata com Wordplay. Acredito até que o citado episódio tenha servido de inspiração ao videoclipe, pois desde as primeiras cenas iniciais da casa são parecidíssimas, do homem se despedindo da esposa e filho e indo para o trabalho de carro, do escritório e outras coisas mais que me deram a sensação de dejá vú.
No referido projeto, passava estes videoclipes e pedia aos alunos que me contassem a história narrada, mesmo que contada numa língua estrangeira, trabalhando com a questão da linguagem, das formas de linguagem verbal e não-verbal, com a narrativa, a interpretação de texto e a produção textual. No caso do clipe Bola de Cristal, os alunos criaram finais alternativos e a experiência foi muito satisfatória a todos.
Daí em diante, tentei sem sucesso localizar Wordplay (Jogo de palavras), pois desconhecia título, ano, atores, diretor e tudo mais, lembrava-me apenas da história em si e do seriado; até que, enfim, graças a pesquisa na filmografia da série e o resumo de cada episódio, achei na Wikipedia o que tanto procurei.
Entre o episódio de seriado de 1985 e um videoclipe de 2006, 21 anos se passaram, mas a relação INTERTEXTUAL permanece, tanto que se observarmos, a primeira cena do clipe, na imagem abaixo (print da minha tela do computador), à esquerda, e a primeira imagem do episódio do seriado à direita, são semelhantes, duas casas em que um ai de família, com esposa e filho tem uma vida rotineira indo para o trabalho e retornando pra casa, percebendo certas mudanças, quando a IDENTIDADE, (clipe) e LINGUAGEM (no episódio). Há outros detalhes que deixo a cargo do espectador perceber e comparar e aqui nesta postagem deixar seu comentário.



Abaixo, o belo videoclipe Bola de Cristal da banda Keane, que se visto junto com o vídeo Jogo de Palavras pode promover uma rica intertextualidade, aproximando professores e alunos, pais e filhos, pois ambos tratam de temas atuais, como a questão da individualidade, da identidade, da afetividade, do distanciamento e da perda de laços fraternos, algo que é recorrente hoje, quando se trata de mundos virtuais.
Material também para refletir e motivar. E para tratar não apenas de linguagens invertidas, mas de lógicas invertidas, seja na rede de computadores, na rede social digital ou na sociedade em geral. Para tratar também de valores humanos, da importância da comunicação e do diálogo na família, escola e sociedade.
Se pararmos para refletir, com o passar do tempo, as palavras e as coisas que estas nomeiam passam a ter outros significados, às vezes, compostos, outras opostos ao sentido original. Um dos exemplos mais cristalinos é a palavra AVATAR (é uma manifestação corporal de um ser imortal segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo), portanto, de origem religiosa e que foi apropriada recentemente pela tecnologia, como sinônimo de perfil, real ou imaginário de quem ingressa nas redes sociais e até título de filme, usando os mais impressionantes efeitos visuais. Por incrível que pareça teologia e tecnologia também se comunicam, ainda que de formas diversas.
Para ampliar a leitura desta postagem, o Educa Tube lança um desafio aos professores de inglês, para, com seus alunos, traduzir e legendar este vídeo e colocá-lo no You Tube, como exercício prático, utilizando a tecnologia como o facilitador deste trabalho, junto ao ensino da língua inglesa, em questão. Caso aceito o desafio, o Educa Tube também agradeceria o envio do link do vídeo para anexá-lo a esta postagem, ampliando os horizontes educacionais. Inter e multidisciplinaridade.



SINOPSE DE WORDPLAY (JOGO DE PALAVRAS) - TRADUÇÃO LIVRE DO EDUCA TUBE:

Direção: Wes Craven, Roteiro: Rockne S. O'Bannon, Elenco: Robert Klein, Annie Potts, Primeira exibição: . 04 de outubro de 1985.
Bill Lowery (Robert Klein), um vendedor veterano de equipamentos médicos, é jogado em uma espécie de limbo, quando sua empresa começa a vender uma nova linha de produtos com nomes bastante difíceis. Depois de passar uma noite no sofá, adormece enquanto a aprendia. O dia de Bill começa a tomar um rumo estranho. Primeiro, sua mulher Kathy (Annie Potts) começa a usar as palavras em sentido diferente. Bill acha isso engraçado, mas Kathy apenas dá de ombros. O próximo a agir um pouco estranho é o seu vizinho de porta, que chama seu cachorro uma "enciclopédia". No trabalho, Bill ouve colegas mais jovens falando mal dele, dizendo: "você não pode ensinar a um cachorro velho novos trombetas", enquanto o seu colega mais velho brinca como os garotos também usando expressões confusas. Então chefe de Bill usa a palavra "throwrug" (ou algo nesse sentido) no lugar de aniversário, e, finalmente, o que realmente alarma Bill é um jovem que lhe pergunta onde ele pode levar sua namorada para um "dinossauro" . De volta para casa, Bill é saudado por Kathy, que em vez dos comentários normais de como o seu filho não está se sentindo bem - ele não comer nada de seu "dinossauro". Neste ponto, Bill ainda reluta em acreditar que algo deu terrivelmente errado no seu canto do universo, começa a descobrir que as palavras passam a ter outras significações a todos, menos a ele. Deste ponto em diante, a situação piora progressivamente para o pobre Bill. Em vez de apenas uma palavra estranha não faz sentido aqui e ali, ele é incapaz de compreender praticamente tudo o que é dito a ele - e seu nome misteriosamente muda para outro. Finalmente percebendo algo está muito errado, Bill volta para casa, onde ele é recebido por sua esposa preocupada, que tenta explicar-lhe que seu filho está bastante doente. Bill suspeita de pneumonia, e se apressam a levar a criança ao hospital, onde os médicos iniciam um procedimento de emergência. O procedimento é um sucesso, e filho de Bill vai viver - um fato que percebemos apenas a partir do rosto feliz de Kathy, como, também, todos os personagens ainda falam o jargão. De volta a casa e um pouco aliviado, Bill passa uma noite confortável com sua esposa, então foge para o quarto de seu filho e começa a olhar para os seus livros escolares - determinado a se adaptar e aprender a língua.

Fonte: http://postcardsfromthezone.blogspot.com.br/2005/12/103-wordplay.html

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Escritores da liberdade (cinema, literatura e educação)





As cenas acima (no You Tube), do filme Escritores da liberdade, de Richard LaGravanese, conheci através de indicação do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador de Itaperuna - RJ - Brasil, e editor do blog Caldeirão de ideias.
Se fosse apenas um filme, produto de ficção, já seria fabuloso por si só, pela mensagem que contém, mas sendo inspirado em uma história real, o considero fenomenal.
Ainda mais pela problemática que aborda, servindo para tratar também de metodologia e didática, e que o incluo na série de filmes cujo marcador CinEducação propõe justamente sua utilização no ambiente escolar, seja discutindo formas de interação com alunos, seja na formação docente.
Escritores da liberdade é ambientado no ano de 1994, no 1º ano do ensino médio, de uma escola de periferia estadunidense, onde a professora Erin Gruwell, iniciante no magistério, escolhe por causa de seu idealismo e do programa de integração, a referida escola, onde existe problemas com gangues de alunos de origem afro, asiáticos e hispânicos.
"A luta verdadeira deve nascer aqui, na sala de aula", diz a profª. Erin, em cena inicial.
No primeiro contato em sala de aula: testando limites, não pode ser mais desalentador. Alunos desinteressados, fruto de um sistema que não lhes oferece uma oportunidade. O choque de realidade. A lógica vigente de deixá-los sumirem (evasão, violência, desistência). Quem desiste de quem? O aluno da escola ou esta dele, primeiro? A escola é uma prisão? Tribos, gangues, disputas pelo espaço. Divisão de território no bairro, na escola, na sala de aula. Algumas questões que desfilam, enquanto a professora Erin tenta dar aula de literatura.
Quando ocorre pancadaria generalizada no pátio, atrás da professora surge um mosaico com o símbolo da paz (16 min). Apesar de contraditório e paradoxal é um tanto também simbólico, pois como tenho dito: muitas vezes a educação tem avançado enquanto teoria, mas ainda possui uma prática extremamente conservadora. Uma resistência a tudo que seja inovador. Mais pelo desconhecimento do que outra coisa. Nem tudo que é novo é de fato inovador. O datashow, por exemplo, parece-me um show datado, à medida que for somente usado para reproduzir slides de terceiros, como era feito com o antigo retroprojetor
Não bastassem todos esses problemas, o pai de Erin lhe diz que é professora em um presídio, e não dá aula pra alunos mas sim criminosos. Professor também nos EUA não é uma profissão bem remunerada, se comparada a outras. A educador, apesar de tudo, inicialmente tem o apoio do marido.
Uma das estratégias que ela utiliza é a de colocar música para os alunos. Tupac Shakur, para falar de poesia. Mas é contestada pelos jovens, que não a consideram como alguém do local. Não a veem como um igual, até pelo fato de Erin usar boas roupas, joias no trabalho.
Um dia, ela perde a paciência. E ai redistribui os alunos, mudando-os de lugar na sala, principalmente por causa de Jamal, o engraçadinho da turma. Novas fronteiras são estabelecidas. Mas os mesmos procedimentos de convivência persistem. Toda mudança requer tempo e observação, planejamento e interação.
A política da escola é não discutir o assunto (violência) em sala de aula.
Aos 29 min. (parte 3, acima), por conta de desenho de Tito, que faz caricatura de Jamal como um macaco, Erin manda que fechem os livros, e começa a falar da gangue mais famosa da história, que não apenas dominou bairros e cidades, mas países, para delírio dos presentes. Mas trata-se na verdade de descrever os atos do nazismo, que começaram assim, fazendo caricaturas de judeus como ratos e distribuindo em jornais, até chegar onde chegou. Extremamente didático este sermão que cala fundo a todos na aula, de latinos, negros a asiáticos, todos se identificam com o que a professora conta. O poder da retórica e do conhecimento de causa.
Aos 40 min., outra cena emblemática, quando no pátio, Erin percebe que os alunos vivem em guetos, propondo em sala de aula um suposto jogo. Com uma fita adesiva vermelha, divide a sala em duas e pede que a cada pergunta, os alunos deem um passo a frente, tipo: quem tem CD do Snoopy Dog; quantos viram o filme Boys in the hood; quantos moram nos conjuntos residenciais; quantos conhecem alguém que já foi preso, seja amigo ou parente... Em seguida, o questionário disfarçado, vai aumentando o grau: quantos passaram por reformatório ou cadeia; quantos sabem onde se consegue drogas; quantos estão em alguma gangue... Posteriormente, pede que fiquem na linha vermelha se perderam algum amigo por causa da violência das gangues; que fiquem na linha se perderam mais de um amigo, três, quatro ou mais... Um exercício de identidade, que a professora, mais do que tentar descobrir o perfil de sua turma, faz com que seus alunos saibam mais sobre o outro (alteridade) e descubram que todos têm coisas mais em comum do que pensam. Após essa dinâmica de grupo, Erin pede uma homenagem de todas as pessoas, aonde quer que estejam. Nada mais é preciso ser dito naquele momento.
Noutra metodologia que a professora propõe, através da observação e tentativa de interação, é a da escrita de diários pelos alunos. Mas não é obrigatória a tarefa. Quem quiser pegue seu caderno e se quiser que ela leia, deixe ao final da aula no armário, no fundo da sala. A primeira a pegar o caderno é a que quase não fala em aula.
No dia da entrega de notas, logicamente, a maioria dos pais da sala 203 estão ausentes. Das leituras dos diários, Erin descobre o motivo de cada um ser o que é fruto de famílias desestruturas, passando por diversas dificuldades. Conhecer o aluno é desafiador, e propor formas de expressão, um dos caminhos ao educador.
Um dos alunos escreve: "Ninguém liga para o que eu faço, por que vou ligar pra escola?" Toda rebeldia, no fundo, é uma forma de dizer, eu estou aqui, me vejam!
Sem recursos nem apoio, Erin começa a trabalhar em uma loja no shopping (trabalho temporário) para poder comprar material para os alunos. Compra o livro sobre um ex-integrante de gangue, promovendo de novo a identificação do aluno com o material proposto, a partir da própria vivência de cada um.
Com muita dificuldade, consegue liberação para um passeio com os alunos. É primavera, 1º ano, primeiro semestre. Visitam o museu do Holocausto, e o pai de Erin dá carona a alguns dos alunos. Mais uma vez força a identidade dos alunos com o que é retratado no local. Os jovens veem jornais de época, imagens, vídeos, réplicas de campos de concentração, de guetos. Um choque de realidade, além do tempo-espaço, pois um dos alunos, acostumado com a violência se impressiona com a história de um dos meninos prisioneiro do campo de concentração. Erin chega a trazer sobreviventes do Holocausto para falar com os alunos sobre o passado. Usar literatura e história, real e imaginário, outra estratégia da professora.
Ao poucos se cristaliza o poder da mudança. Muitos alunos adquirem o hábito da leitura e da escrita. No 2º ano, no outono, a afetividade entre professor e alunos fica evidente. Através das leituras de relatos dos próprios alunos, feitas por eles mesmos, há uma identificação de grupo, turma. Um deles diz: "Professora maluca. Ano passado foi a única pessoa que me fez ter esperança. Estou em casa."
Uma aluna afro, considerada modelo pela escola, resolve mudar de turma, por ouvir falar das aulas da professora Erin. É o reconhecimento. A Sra. Campbell, uma professora conservadora da instituição, não vê com "bons olhos" as experimentações da professora Erin, que em sua metodologia, doa o livro Diário de Anne Frank aos seus alunos. Das leituras, a identificação dos alunos com as restrições feitas aos judeus, confinados também em guetos. Uma das alunas lê o diário como se fosse um romance, com final feliz, mas quando descobre que Anne morre no campo de concentrações, se irrita, chora, se decepciona.
Erin, graças a arrecadação feita pelos alunos, traz a Srª. que escondeu Anne Frank em sua casa, em mais uma estratégia de interação, motivação e inclusão. Uma educadora que conquista o respeito e a admiração dos alunos, mas que também sofre com ressentimento de colegas conservadores, que dizem que estão há mais de 30 anos naquele método e não querem mudar. A resistência ao novo. O que vem de encontro ao que penso, que melhor ajuda quem não atrapalha. Por diversas vezes a Sra. Campbell tenta inviabilizar as ideias de Erin, sem conseguir seu intento.
Por fim, Erin e os alunos juntam os diários em um livro, conseguindo a doação de 35 computadores para que os seus "escritores da liberdade" possam organizar todo o material. Os alunos escolhem o título do projeto, que torna-se livro e inspira este filme, e posteriormente criam uma fundação (em 1999) para ajudar outros alunos na mesma situação. Uma história real, motivadora e inspiradora, que todo educador deveria assistir com seus alunos, todo pai deveria ver com seu filho. Toda a comunidade escolar deveria assistir para redefinir cada um o seu papel, enquanto professor, aluno, gestor escolar, gestão público...


O Educa Tube sugere também a leitura do artigo Escritores da Liberdade: Palavras que emancipam, (link abaixo) de autoria do prof. João Luís de Almeida Machado Doutor em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva) e editor do portal VITHAIS.

ESCRITORES DA LIBERDADE: PALAVRAS QUE EMANCIPAM

Bem como, indica link abaixo para o download do filme Escritores da Liberdade, via blog Baixar Filmes Completos:

ESCRITORES DA LIBERDADE

Assistam também O Diário de Anne Frank, clássico de George Stevens, abaixo:



Sinopse do filme no You Tube:

A épica adaptação para as telas assinada por George Stevens de um dos mais comoventes documentos surgidos após a 2ª Guerra Mundial: o diário de uma garota judia de treze anos de idade, chamada Anne Frank. Para escapar aos horrores da perseguição nazista, Otto Frank (Joseph Schildkraut) escondeu sua esposa (Gusti Huber) e suas duas filhas, Anne (Millie Perkins) e Margot (Diane Baker) em um sótão desocupado em Amsterdã por dois anos. Lá, também escondidos, estavam o Sr. e Sra. Van Daan (Lou Jacobi & Shelly Winters), seu filho Peter (Richard Beymer) e um dentista, o Sr. Dussel (Ed Wynn).
Em seu diário, Anne registra as dificuldades e medos das pessoas à sua volta que tentavam viver uma vida normal mesmo confinados no minúsculo sótão, estando todo o tempo sob ameaça de serem descobertos pela Gestapo.
O estresse e a tensão quase insuportável da situação são habilmente expostos neste filme marcante e tocante.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Filhos do Paraíso: dois irmãos dividindo o mesmo par de calçados para ir à escola (cinema e educação)




O vídeo acima, é trailer do belíssimo e comovente filme iraniano FILHOS DE PARAÍSO, do diretor Majid Majidi, que em 1999, juntamente com Central do Brasil, de Walter Salles Jr. e A vida é bela, de Roberto Benigni, disputaram o Oscar de melhor filme estrangeiro, sendo vencedor o filme italiano, da distribuidora norte-americana Miramax. Nada contra o filme de Benigni, que é uma delirante fantasia. Contudo, apesar de ser também escritor de ficção, creio que coisa mais fantástica que a realidade não há.
O filme iraniano é inspirado num fato real: dois irmãos (menino e menina) têm que dividir o mesmo par de tênis velho para irem à escola, visto que o menino, logo no início da película, perde o surrado par de sapatos da irmã, este recém vindo do conserto. Ou melhor, deixa num canto, enquanto compra legumes pro almoço,e um catador de lixo, vendo o péssimo estado dos mesmos, crê que tinha sido largado na rua, como lixo. Pode-se, com esta cena inicial, trabalhar questões como preconceito, discriminação, sociedade.
A partir daí, para fugir do castigo do pai, as crianças passam a dividir o par de tênis surrado do menino com a irmã menor, que estuda pela manhã, enquanto ele a aguarda chegar em casa, para calçar o mesmo par e ir correndo para a escola, no turno da tarde. O diretor da escola, vendo apenas a "ponta do iceberg" começa a ameaçar o menino de expulsão se continuar com os seguidos atrasos, mas é um professor de educação física que vê no aluno um talento natural para o esporte. Ver o todo, conhecer o universo do aluno, às vezes com uma conversa, facilita a estratégia de interação e o processo de ensino-aprendizagem. Avaliar às pressas, corre-se o risco de apressar a evasão do aluno.
Em função da observação do professor, por conta do corre-corre e troca-troca, o jovem acaba se destacando por sua velocidade e é inscrito numa corrida, onde o 3º lugar é justo um par de tênis novos - para os dois irmãos, muito melhor que os primeiros lugares: viagem à colônia de férias, que eles jamais tinham ido também. Cruel dilema, que não conto o final, evidentemente, para que todos vejam o filme. História tocante, simples e bem contada, mostrando outra faceta do povo iraniano, que comumente têm sua imagem associada pela mídia ao suposto fanatismo religioso, terrorismo e a opressão.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Educador, crie sua videoteca educacional



Educador, crie suas videoteca e audioteca, a partir do uso de softwares para baixar vídeos e músicas do You Tube, como por exemplo o aplicativo aTube Catcher (que pode ser baixado livremente pelo Baixaki.
Faça seu próprio acervo audiovisual para utilizar em sala de aula ou em laboratório de informática, sem a necessidade de conexão com a internet. É prático e possibilita a criação de um acervo digital no próprio computador pessoal, ou da escola.
Acima, vídeo aula de como baixar o aTube e instalá-lo em seu computador.
Abaixo, vídeo aula de como baixar vídeos e áudios e convertê-los para diversos formatos.
Como disse Pier Cesare Rivoltella, o educador do futuro deverá ser um mídia-educador. Saber incorporar as mídias dentro de um contexto educacional, seja utilizando pequenos vídeos (clipes, curtas, slides, etc), seja como introdução a uma atividade convencional, seja como dinâmica de grupo, auxilia e muito no processo de enino-aprendizagem de uma geração eminentemente audiovisual.
No You Tube encontra-se desde videoclipe, curta-metragem, vídeo aula, até filmes completos, documentários, séries etc.
Bom proveito a todos os educadores.

BAIXAR VÍDEOS E ÁUDIOS:


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Futebol e filosofia: humor é uma coisa séria!




Este divertido vídeo, um curta-metragem do grupo de comédia Monty Phyton, que batizei de Futebol e filosofia, encontrei por acaso, certa vez na web, e trata de forma humorada sobre Filosofia e Futebol, num hipotético jogo entre alemães e gregos e cujo juiz é Confúcio.
Publico no Educa Tube, dedicando o mesmo a dois amigos das redes sociais: o professor de filosofia Albio Fabian Melchioretto, de Blumenau - SC e o radialista e professor de História Fábio Beilfuss, de Rio Grande - RS.
Um vídeo que dá pra trabalhar questões como educação, filosofia, história, esportes na sala de aula ou no laboratório de informática, usando o humor para falar de algo sério. Afinal, depois de Sócrates, Aristóteles e Platão, na filosofia, apareceu outro trio talentoso (Sócrates, Zico e Falcão, em 1982), no futebol. Ao invés do campo das ideias, o outro trio, no campo verde dos sonhos, apesar de ter sido uma geração que não foi campeã, mas encantou o mundo pelo seu belo futebol. :-)
Afinal, há sempre uma filosofia nos esportes, principalmente os coletivos, e, em especial, no futebol.
Recentemente dei entrevista a Fábio, em seu programa de rádio, falando sobre Educação, tecnologia e suas múltiplas linguagens.
Posteriormente, Fábio fez-me a seguinte indagação:

- Dentro da atual conjuntura da educação, qual é a importancia do esporte para uma mudança do atual paradigma?

Abaixo a resposta, que vem de encontro ao vídeo acima, afinal, futebol é a grande metáfora da vida:

JOSÉ ROIG:

Acredito que o esporte tem grandes lições a dar aos educandos, pelo próprio espírito de organização, planejamento, e redenção que o mesmo tem.
Muitos são os exemplos de esportistas que superaram grandes desafios para conseguir seu objetivo de vida. Um dos exemplos mais emblemáticos é o caso de Cafu, ex lateral do São Paulo F.C., ex lateral e capitão da seleção brasileira de futebol na conquista do penta, nos EUA. Passou por mais de 5 clubes, diversas “peneiras”, até conseguir uma chance num grande clube. Assim é na vida, o jovem sem experiência de trabalho precisa ter essa persistência até conseguir o primeiro emprego.
É sabido que o esporte requer disciplina, e se modalidade coletiva, mais ainda, requer espírito de grupo, algo necessário no ambiente escolar, pois as boas práticas educativas, normalmente requerem projetos colaborativos para obtenção de sucesso. Existem diversos filmes que lidam com essa temática, um deles, chamado Um Sonho Possível, inspirado em fatos reais, mostra como um jovem sem lar, que é adotado por uma família de posses nos EUA, através do futebol americano, consegue superar seus limites. Neste filme, o papel da família é essencial, a começar pela mãe adotiva que percebe formas de ensinar, a partir da observação.
Este e outros filmes e vídeos, com foco educacional, divulgo em meu blog chamado Educa Tube, que é um espaço para indicar materiais de e para professores. Um espaço virtual mantido pelas sugestões de diversos educadores pelo país e exterior, que são responsáveis por cerca de 90% das sugestões do referido acervo digital. Trabalhar com a prática física e com recursos diversos, como vídeos e filmes (teoria e prática) são algumas das possibilidades de valorizar o espírito de equipe em uma turma, através do esporte.

Aqui, link para o filme no blog:

UM SONHO POSSÍVEL - Cinema, esporte e educação

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Mundo Sem Ninguém: documentário do History Channel sobre o que aconteceria ao planeta sem a presença dos humanos




Apresentação do vídeo acima, no You Tube:
O Mundo sem Ninguém - History Channel (Luciano Silva)
"As piramides talvez existam para sempre. As cidades vão desaparecer. Nossas maiores obras primas vão desmoronar e desaparecer. E nossas garrafas de plástico formarão enormes ilhas flutuantes vagando pelos oceanos por milênios.A medida que o aquecimento global e a exaustão dos recursos naturais se tornam mais prementes, é importante considerar como podemos reduzir nosso impacto sobre o planeta. O MUNDO SEM NINGUEM leva em conta a redução total do nosso impacto: o desaparecimento do ser humano"
.
Em abril de 2008, assisti a um documentário incrível, no canal por assinatura History Channel, intitulado O MUNDO SEM NINGUÉM, em que especialistas mostram o que aconteceria ao planeta Terra, caso a humanidade desaparecesse. É mostrada de forma didática como as coisas vão se deteriorando, de obras, construções a mídias, livros, e tudo que não foi gravado na pedra, graças a corrosão e intempéries, em função da falta de manutenção e conservação.
É um vídeo instigante de 120 minutos, em que são mostradas por etapas essas transformações: o que sobreviveria até 50 anos, após o desaparecimento da humanidade, depois 100 anos, 500, 1000, 10.000.
Um tema que me interessa muito e que já li e escrevi a respeito, em artigos de opinião e obra ficcional.
No conto A ESCAVAÇÃO, do livro Realidade Virtual (2004), ambos de minha autoria, já falei sobre essa questão, de uma civilização sobrepor-se a outra e deixar apenas vestígios do que já foi (algo meio bíblico: do pó viesses e ao pó voltarás?).
No documentário em questão, um dos entrevistados comentou que "é incrível que com todo esse avanço tecnológico, a humanidade ainda não criou uma forma de deixar sua história registrada e sobrevivendo, que não seja através da escrita na pedra" (ou algo nesse sentido), o que concordo plenamente. Se houvesse um hecatombe, daqui a meio ou um século, DVDs, CDs, vídeos, fitas de áudio, nada existiria mais, e se algum extraterrestre pousasse aqui, diria que esse mundo nunca teve vida inteligente (o que eu concordaria, se levado em conta os gastos assombrosos em armamentos e corrupção, e a ínfima parte de qualquer orçamento pra educação, saúde, segurança, etc. das populações de todos os países). Num panorama como este, os visitantes do além, quando muito, encontrariam ruínas de estranhos monumentos em pedra e seus "hieróglifos".
Saindo um pouco da ficção e adentrando na realidade circundante, li certa vez notícia que tratava da opinião de especialista, abordando um suposto fim da Sociedade de Consumo em que vivemos, a partir de radical mudança climática, que forçará também a mudarmos nosso modo de vida.
Enfim, um documentário para refletir e repassar aos amigos, colegas, alunos, para debater sobre o mundo ainda conosco e suas possibilidades de extinção (senão da humanidade, mas de seu modo inconseqüente de existência). Usem nessa discussão, palavras-chave como: tecnologia, informática, ambiente, ecossistema, educação.
Abaixo, as demais oito partes que se encontram no YouTube [não localizei um vídeo integral]:

















domingo, 17 de junho de 2012

Arquitetura da destruição (documentário)




O vídeo acima, Arquitetura da destruição, trata-se de "Documentário produzido e dirigido pelo cineasta sueco Peter Cohen e narrado por Bruno Ganz, que trata do uso da arte e da estética pela Alemanha nazista. Foi lançado originalmente na Suécia em 1989".
Um material relevante para trabalhar história e sociedade, aliado a cinema e literatura, respectivamente, apresentando aos alunos o filme Escritores da Liberdade e o livro Diário de Anne Frank, que se comunicam de forma intertextual com o documentário, ampliando o debate, como conteúdo curricular ou extra-classe.
Arte, cultura, propaganda, história, sociedade, totalitarismo, nazismo, facismo, eugenia, Segunda Guerra Mundial, holocausto são alguns temas relacionados.
Inclusive, na parte 11, quando trata da metáfora construída pelos nazista contra os judeus, comparando-os a vermes, insetos, para justificar o plano de extermínio, remeteu-me à leitura de A metamorfose de Franz Kafka e a cena de Escritores da Liberdade, em que a professora Erin critica duramente as ações de bullying contra um de seus alunos afro-descendente que é caricaturado na figura de um macaco. Erin compara aquele desenho às charges em jornais nazistas comparando judeus a ratos.
Enfim, um documentário que dialoga com cinema e literatura, com arte e cultura, com educação e sociedade.

Abaixo resumo do documentário Arquitetura da destruição pelo portal HISTORIANET:

TÍTULO DO FILME: ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO
DIREÇÃO: Peter Cohen
NARRAÇÃO: Bruno Ganz
Suécia 1992 - 121 minutos

RESUMO

Este filme é considerado um dos melhores estudos sobre o Nazismo. Lembra que chamar Hitler de artista medíocre não elimina os estragos causados por sua estratégia de conquista universal. O arquiteto da destruição tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. O nazismo tinha como princípio fundamental embelezar o mundo, nem que para isso tivesse que destruí-lo.

Esse documentário traça a trajetória de Hitler e de alguns de seus mais próximos colaboradores, com a arte. Muito antes de chegar ao poder, o líder nazista sonhou em tornar-se artista, tendo produzido várias gravuras, que posteriormente foram utilizadas como modelo em obras arquitetônicas.
Destaca ainda a importância da arte na propaganda, que por sua vez teve papel fundamental no desenvolvimento do nazismo em toda a Alemanha.
Numa época de grave crise, no período entre guerras, a arte moderna foi apresentada como degenerada, relacionada ao bolchevismo e aos judeus. Para os nazistas, as obras modernas distorciam o valor humano e na verdade representavam as deformações genéticas existentes na sociedade; em oposição defende o ideal de beleza como sinônimo de saúde e consequentemente com a eliminação de todas as doenças que pudessem deformar o "corpo" do povo.
Nasce assim uma "medicina nazista" que valoriza o corpo, o belo e estará disposta a erradicar os males que possam afetar essa obra.

Do ponto de vista social, o embelezamento é vinculado diretamente à limpeza. A limpeza do local de trabalho e a limpeza do próprio trabalhador. Os nazistas consideram que ao garantir ao trabalhador a saúde e a limpeza, libertam-no de sua condição proletária e, garantem-lhe dignidade de burguês, eliminando portanto a luta de classes.
A Guerra é vista como uma arte. Com cenas de época, oficiais, mostra-nos a visita de Hitler à Paris logo após a ocupação: O Fuher chega de avião durante a madrugada, visita a Ópera, o Arco do Triunfo, alguns prédios imponentes. Volta para a Alemanha no mesmo dia.
O domínio sobre a França, Bélgica, Holanda possibilitaram aos nazistas a pilhagem de obras de arte. Em 1941 a conquista da Grécia; nova viagem de Hitler, que tinha na beleza da antigüidade um de seus modelos.

O filme dedica ainda um bom tempo à perseguição e eliminação dos judeus como parte do processo de purificação, não só da raça, mas de toda a cultura, mostrando o processo de extermínio. É interessante perceber que, durante toda a guerra, mesmo no período final com a proximidade da derrota, os projetos arquitetônicos do III Reich tiveram andamento, pretendendo construir a nova Berlim, capital do mundo.

Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=102

sábado, 16 de junho de 2012

Pensadores da Educação

A imagem acima, trata-se de uma curiosa árvore do pensamento educacional, através dos séculos, e suas várias correntes. Para conhecer um resumo de cada pensador da educação, basta clicar no link abaixo e sobre o rosto dos pensadores da educação.
Ótimo material para professores formadores de futuros educadores trabalharem com seus alunos do magistério e curso normal.

Pensadores da Educação

http://educarparacrescer.abril.com.br/pensadores-da-educacao/?utm_source=redesabril_educrescer&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_educrescer

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Blog Ser Diferente é Normal

Imagem acima, do Blog Ser Diferente é Normal, de André Lima, do Rio de Janeiro - RJ - Brasil, que me foi indicado, via facebook, da coleg'amiga Lisandra Sandini Beutler, educadora do NTE de Santa Rosa - RS - Brasil.
O blog - Ser Diferente é Normal possui diversas indicações de filmes que os educadores podem utilizar no seu fazer pedagógico, alguns deles já destacados pelo Educa Tube.
O acervo é composto de filmes, documentários, livros e docs, vídeos do You Tube etc.

Para visitar o blog, basta clicar no link abaixo:

BLOG SER DIFERENTE É NORMAL

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Brasiliana USP (baixe mais de 3 mil livros)

 Imagem acima, da página inicial do site BRASILIANA USP, que conforme notícia do Catraca Livre, vide abaixo:

"A USP tem um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.
Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden."

Para acessar essa acervo digital, basta clicar no link abaixo:

BRASILIANA USP

http://www.brasiliana.usp.br/

Poe-se pesquisar por titulo, autor, assuto, ano e texto, conforme imagem acima.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O Líder da Classe: a história verídica de professor com síndrome de Tourette (cinema e educação)



O filme acima O líder da classe (Front of the class), que trata da história real de um jovem, Brad Cohen, com Síndrome de Tourette, que tem o sonho de se tornar professor, é um daqueles filmes que todo educador deveria assistir com outros colegas e com seus alunos, pois trata-se de uma lição de vida e de superação das limitações que não impedem de sonhar e sonhos realizar. Depois de várias tentativas, de trabalhar na construção civil com o pai, enfim, Brad tem a chance de ser professor da educação infantil, e só assistindo ao filme para ver o resultado motivador.
Foi uma belíssima indicação feita pela coleg'amiga Lilian Baungratz de Oliveira, educadora de Santo Augusto - RS e que repassei a outra coleg'amiga a Elisângela Zampieri, professora da educação especial de Curitibanos - SC, Brasil, que utilizou com suas turmas de alunos do magistério
Um filme motivador, ótimo para trabalhar com alunos e professores, pais e filhos.

Sugiro a leitura da postagem feita pela educadora Elis Zampieri, em seu blog Sobre Educação, link abaixo:

O LÍDER DA CLASSE, no Sobre Educação

Abaixo, vídeo Síndrome de Tourette na escola e o tratamento multidisciplinar


Fonte: http://youtu.be/lhJeObd9NrA


Veja também o link abaixo para documentário sobre professor com síndrome de Tourette, Brad Cohen (que inspirou o filme O líder da classe) no programa da OprahWinfrey


Documentário com Brad Cohen, por Oprah

Fonte: http://youtu.be/g25by01m9r4