O vídeo acima, produzi no Tik Tok, a partir de aula que dei no ensino médio, cujo tema proposto para a escrita redacional foi "Como lidar com a falta de leitura entre jovens na 'era Netflix'". Usando os conceitos dos 4 Pilares do Pensamento computacional, adaptados para a Redação dissertativa-argumentativa para o ENEM, resolvi compartilhar em minhas redes sociais digitais.
Decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmo, eis os 4 pilares que podem ser adaptados à escrita redacional.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O vpideo acima, Como fazer um sanduíche, é um criativo e divertido vídeo que trata de linguagem de programação básica a partir de instruções para situações corriqueiras do cotidiano, como um pai seguindo literalmente os comandos solicitados pelos filhos.
Um audiovisual interessantíssimo, que conheci no #LaLearn do Instituto SESI de Formação de Professores, em Porto Alegre, RS, Brasil e é um ótimo material para introdução à linguagem de programação, ao raciocínio lógico e matemático e a organização do pensamento computacional.
No mesmo evento, assisti ao vídeo de animação logo abaixo:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O vídeo acima, 👀Bolivia Salt Flat magic.🤩 _ amazing photography _😍, descobri no Twitter e depois achei no YouTube e é uma incrível técnica fotográfica, inspirada em outra técnica cinematográfica, chamada "PERSPECTIVA FORÇADA", que é, como o nome indica, colocar atores e cenários em dois planos distintos, um mais próximoa câmera [parecendo gigantesco] e outro mais afastado [parecendo diminuto]. Técnica usada em diversos filmes (As Aventuras de Gulliver, A Odisseia, Fúria de Titãs etc] e seriados de aventuras e ficção científica [Terra de Gigantes, Viagem ao Fundo do Mar etc, antes do surgimemnto da computação gráfica, valendo-se da movimentação da câmera cinematográfica, que nada mais é que uma câmera fotográfica que dispara dezenas de fotografias por segundos, dando a falsa impressão de movimento. Cinema é magia e ilusão, em todos os sentidos.
Saindo do mundo da arte do cinema e da fotografia, e pensando esse conceito no plano, ângulo, foco da escrita da Redação, há que se pensar que a dissertatção-argumentativa, principalmente para o ENEM, requer que o aluno/candidato se posicione crítico e analiticamente sobre um tema, propondo ao final um aintervenção [solução]. E pra isso, requer que seu olhar crítico se valha, não apenas do entendimento do assunto, do conhecimento da estrutura redacional, da norma culta, das 5 competência da escrita da Redação. Há que incentivar ao aluno que ao se posicionar, faça sua PERSPECTIVA FORÇADA, escolhendo o melhor ângulo de visão, tentando com suas ideias, conceitos, contextualização, convencer [por deducação lógica, raciocício, dados cientítifos, estatísticos, citação de especialistas ou filósofos] ou por persuasão [bagagem sociocultural de livros, filmes, seriados, games, músicas, experiência de vida etc]. Como um fotógrafo que ecolherá uma imagem para capturar, o redator precisa ter a consciência que seu texto precisa iluminar a questão, trazendo dados relevantes, consistentes, pertinentes, provocadores, reflexivos, instigantes. Não pode desfocar a imagem, fugir do assunto, ou falar o óbvio, o previsível, o esperado... Tudo é questão de técnica. E a própria fotografia, tem em sua origem, a junção de dois termos gregos: Photos [luz] e grafia [escrita], ou seja, fotografar é literalmente "escrever com luz".
Portanto, quando alguem escrever, deverá iluminar seu textos com imagens poéticas, filosóficas, simbólicas, metafórias, para persuadr o leitor e com imagens concretos, objetivas, diretas e simples para convencer o avaliador. Um texto que seja ao mesmo tempo prático e criativo.
Escrever uma redação dissertativa-argumentativa requer justamente isso: aproximar o que esta distante e distanciar o olhar na percepção do que está próximo, através de uma escrita impessoal.
Abaixo, vídeo que explica melhor a técnica da Perspectiva forçada, adotada no grande clássico do cinema e da literatura [imagens e palavras], O Senhor dos Anéis, em que o direito Peter Jackson usou e abusou desse recursos de movimentação da camera entre dois planos, dois ângulos [ativem as legedas e tradução do YouTube, clicando nos ícones no canto inferior direito da tela de exibição do referido audiovisual:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O vídeo acima KIDS REACT TO WALKMANS (Portable Cassette Players), foi indicação via Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e edito do blog Caldeirão de Ideias.
Trata de vídeo que faz parte de uma série, chamada KIDS REACT, que como o nome indicado, mostra a reação de crianças a diversas coisas... No vídeo em questão, mostra a reação delas diante de um aparelho Walkman (leitor de música antiga), criado em 1979. (Ativem as legendas e a tradução, no canto inferior direito do vídeo). The Fine Bros é "uma página da web que grava as reações de crianças diante de objetos e dispositivos que eram utilizados habitualmente antes deles nascerem".
Acostumadas com uma série de recursos tecnológicos atuais para ouvi música como fones celulares, Shazam, Ipode, Mp4, diante de um anacrônico Walkman com botões, as crianças não sabem para que serve aquela "coisa". Um dos meninos, Derek comparra até o Walkman a um cubo de Rubik, aquele jogo de montar os lados coloridos de um cubo.
Este vídeo como outro, link logo abaixo, As crianças e a evolução tecnológica, que já disponibilizei no Educa Tube, em que crianças interagem com mídias antigas, demonstra que o mito da criança gênio das tecnologias é apenas isso: um mito. Mas é um mito tão arraigado que os adultos, sejam pais ou professores, temem as novas tecnologias, principalmente na educação. Mostrem a um jovem as tecnologias do passado e invariavelmente vão pensar que uma máquina datilográfica é uma espécie de microcomputador com "impressora embutida".
As crianças imaginam o walkman como walkie talkie, bip, boom box... A mesma disposição que eles têm diante de um smartphone e/ou tablet, frente a um walkman, não ocorre. Eles olham mas pouco mexem. São do toque na tela e não de apertar botões, como a nossa geração foi. E é simples perceber isso. Tudo é questão de interface. As antigas mídias não possuíam, logicamente, a mesma interface gráfica, visual, dinâmica do toque, que as crianças de hoje estão acostumadas. Tudo na verdade é questão de costume, de adaptação... E o vídeo demonstra que as crianças também agem como so adultos, em sentido inverso. Desanimando, se frustrando, não sabendo como usa uma mídia que não conhecem... E convenhamos: um walkman e uma fita de áudio k-7, para quem se acostumou a baixar músicas em mp3 e vídeos em mp4, via bluetooth é algo bem estranho mesmo. Toca em algo sólido, abrir uma gaveta e introduzir uma fita magnética e apertar um botão... Imaginem rebobinar fita k-7! Algo incompreensível para a atual geração.
Por fim, após diversas tentativas e um desânimo, uma das crianças diz: "Eu não posso imaginar viver os meus dias com essa coisa". Da mesma forma, eles poderiam dizer que não podem viver sem as tecnologias atuais. E pasmem! Para estas crianças, um walkman é algo muito difícil e complicado. Mesma expressão que os adultos usam para descrever ipad, iphone e tudo mais... O que demonstra que as tecnologias mudam, mas as pessoas nem tanto.
As crianças atuais têm talvez o mesmo desânimo de alguns adultos diante das novas tecnologias da informação e da comunicação. Cada geração tem a sua própria tecnologia, mas informação e comunicação são universais e atemporais, e um bom diálogo de gerações poderá dirimir as dúvidas de cada um a respeito, não apenas das tecnologias do tempo de cada um, mas das possibilidades de interação no presente.
O educador do século XXI não pode temer as tecnologias que fazem parte do mundo de seus filhos e alunos, sob pena de ficar parado no tempo e não poder mais se comunicar com ninguém. Mas deve ter essa consciência que é uma geração adaptada ao novo, mas que cabe ao professor tornar as TIC, mídias e redes sociais algo inovador na sala de aula. Talvez, conversando com os alunos e vendo juntos as diversas possibilidades...
Vejam abaixo, outra experiência similar:
O vídeo acima, A Quarta Tela,, foi indicação via Facebook da colega e amiga Egui Branco, educadora de Curitiba, PR, Brasil.
Trata-se de propaganda de empresa fabricante de telefones celulares que "explora a idéia de que o celular é a quarta tela criada na história moderna. A primeira foi a tela de cinema, a segunda a da TV, a terceira a do computador e a quarta, a tela do celular!".
Eu acharia um espaço para a tela do videogame, que mudou o comportamento de uma geração e influencia consideravelmente a atual, portanto, o celular seria a Quinta Tela, e que congregaria num só equipamento todas as demais telas já existentes, pois o smartphone permite em seu pequeno visor assistir TV, vídeos e filmes de cinema, acessar a internet e fazer funções de computador...
Evidente que o videogame atual nem se compara aos primeiros consoles, tipo Telejogo(vide abaixo desta postagem), da década de 1970 (comercializado no Brasil em 1977), em tela monocromática, com uma bolinha e duas barras e movimentos limitados, e que os atuais, que usam sensores de movimento precisam de uma tela de TV para sua projeção, mas se for assim, o próprio computador precisa de um monitor (seja exclusivo ou de TV, assim como os videogames), por este motivo, penso que o moderno celular seja a Quinta geração de Telas, mas não importa quantas são. O importante é a mensagem que o vídeo traz sobre a transformação de uma experiência inicial de cinema e TV com o público como mero receptor, depois com advento dos games, uma interação inicial usuário e maquinário, que se consolida com o computador aliada à internet, e que se multiplica e se torna uma experiência universal, via redes sociais, usando o smartphone, que nada tem a ver com o protótipo do fone celular, criado há 40 anos, que era grande, pesado, com raio de atuação limitado, com apenas um visor para mostrar a numeração do fone chamado ou recebido. < br/>
Apesar de todos esses avanços das telas, e pensado no contexto escolar, do cinema até o moderno celular, todas estas telas tem sido usadas mais com sentido recreativo do que pedagógico, salvo as exceções, que conseguem promover o diálogo entre arte e educação.
O vídeo abaixo mostra o TeleJogo, o avô dos modernos videogames:
Vejam também o documentário A História dos Videogames, logo abaixo, trabalho escolar de ótima qualidade realizado por alunos do 6º e 7º ano, em junho de 2012, da Escola Agnus Dei - EAGD, de Vila Prudente, SP, Brasil, que é um interessante material para professores tratarem de matemática, história, informática e tecnologia na sociedade (mais interessante ainda por mostrar que empresas copiam umas as outras, mesmo que depois queiram patentear como inventos únicos seus):
O jogo possui um rico potencial de interação social e educacional. Mas estamos na "primeira infância" (primeira tela?) de seu uso na escola, ainda mais como recreação do que como atividades integradoras do conhecimento formal via ludicidade, mas há diversas possibilidades
O vídeo acima, A Música dos Números Primos, ótimo documentário da BBC de Londres, que encontrei no You Tube e que recomendo aos professores de matemática, para motivar seus alunos para os fundamentos e importância da disciplina. Inclusive, mostrando a história da informática e da computação a partir da matemática.
Um ótimo material sobre o Universo Matemático e suas múltiplas possibilidades de uso educacional, demonstrando essa "musicalidade", harmonia, sinfonia dos números primos, utilizando as TIC e mídias como apoio.
Abaixo, apresentação do documentário no You Tube:
"A cerca de dois mil anos um enigma matemático confundia a cabeça das mentes mais fantásticas do mundo. Era um tipo de problema que necessitava de matemáticos corajosos o suficiente para enfrentá-lo, alguns entraram em desespero, outros ficaram muito bravos e alguns tentaram até o suicídio. Sendo ainda esse o mistério que fez parte da vitória britânica sobre o nazismo alemão, e que foi fundamental para a invenção do computador e que lançou luz sobre o comportamento dos átomos.
Qual é o grande mistério da matemática? O mistério que desafiou matemáticos durante séculos é o enigma dos números primos. Esse é o grande problema insolúvel da matemática.
Essa é a história de alguns que tentaram desvendar o segredo desses números."
E o Educa Tube, parafraseando slogan de propaganda do Canal Futura: "Não são as respostas que movem o mundo, mas as perguntas". E de fato, se analisarmos este documentário, o famoso e milenar enigma dos números primos, ainda sem solução, levou matemáticos, cientistas, intelectuais e outras mentes brilhantes, se não a sua resolução, mas por conta do enigma em si, a encontrar outras formas de ver o mundo, inclusive, gerando a computação, a informática e o mundo como o vemos hoje.
O instigante e fascinante vídeo acima, trata-se de palestra ao TED por "Henry Markram (que) é diretor do Blue Brain, um projeto de supercomputação que pode modelar componentes do cérebro dos mamíferos ao detalhe celular e simular a sua atividade em 3D. Logo ele vai simular um cérebro de rato inteiro em tempo real. Henry Markram afirma que os mistérios da mente podem ser desvendados. Doença mental, Memória, Percepção: São efeitos de neurônios e sinais elétricos e elementos. Ele planeja desvendá-los com um supercomputador que modele todas as 100.000.000.000.000 sinapses do cérebro."
Markram vê o cérebro como uma projeção do universo, em menor escala. E nos brinda com alguns conceitos como bolha de percepção, teoria do mundo intenso (autismo) e de que nós compartilhamos o mesmo tecido do cérebro.
Segundo ele, "99% do que você vê não vem através dos olhos", mas o que você infere com base no local que você está, a partir de cálculos que o cérebro executa como se fosse um supercomputador. A comparação do cérebro como um supercomputador e sua evolução, feita através de imagens é incrivelmente didática, apesar da complexidade do tema.
Termos como sinfonia da percepção, sinfonia do seu cérebro, padrão de tapeçaria, além de metáforas, geram poesia.
Confoirme Markham, neurônios são geradores elétricos e a matemática um recurso para entender essa linguagem entre sinapses, e as descargas elétricas que promovem reações químicas. Para ele, um laptop é necessário para calcular um neurônio, e 10 mil laptops para calcular e mapear todo o cérebro.
De fato: um vídeo fascinante e instigante, para ser visto e revisto e discutido em sala de aula por educadores de Física, Química, Biologia, Matemática, História, Literatura, Linguagem etc.
O vídeo acima, uma amostra do filme O Preço do Desafio (1988), foi indicação via Facebook da amiga e graduanda em pedagogia de Simone Prado, do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Trata-se de mais um filme da série CinEducação, em que o Educa Tube destaca as possibilidades didáticas e metodológicas da utilização do cinema na educação.
Jaime Escalante "é um professor de matemática numa escola em East Los Angeles, Garfield High, que se recusa a rotular seus estudantes de subúrbio como fracassados. Escalante é persuasivo, empurra, ameaça e inspira os garotos que estão lutando com as frações para se tornarem mestres da matemática".
Um professor que vem lecionar ciência da computação em escola que não possui computadores, que faltam recursos, que há mais alunos do que cadeiras e mesas, que há indisciplina, algo que remete inclusive ao filme Escritores da Liberdade, também resenhado e destacado neste blog (vide link abaixo).
Em O Preço do Desafio, como em qualquer escola, os alunos testam os limites do professor, e ai que se estabelece, desde o primeiro dia, as regras que o bom professor deve deixar claro, com espirituosidade, bom humor, mas acima de tudo, com conhecimento de causa e do conteúdo.
Uma das primeiras dificuldades é a linguagem. Nem todos falam a mesma lingua, uns inglês, outros espanhol. E o professor Escalante separa os dois grupos: os que falam espanhol, mais a frente, e os que falam inglês, mais atrás da sala de aula. Organizar o espaço escolar é uma das funções do professor, para em seguida estabelecer as estratégias de interação.
Na primeira aula, quando tenta conseguir atenção da turma, soa o sinal. Mas trata-se de alarme falso. No dia seguinte, o carro de Jaime é arrombado e seu rádio é furtado.
O professor Escalante é um idealista que larga empresa de computação para lecionar em escola de ensino médio, e enfrenta os valentões com humor e conhecimento de causa. Para se ter domínio da classe é necessário dominar primeiro o conteúdo, e o aluno percebe quando isto não ocorre. O bom professor dá sentido ao que deve ser aprendido e ensinado.
Na referida escola, um professor contratado para dar aulas de Educação física foi improvisado como professor de matemática, conforme diálogo na reunião de professores.
Escalante percebe que alguns pais decidem o futuro dos filhos e que a educação não é uma das prioridades. Para ele, a matemática nivela todos, independente das diferenças raciais e sociais. E como estratégia de interação com alunos problemáticos, elabora problemas matemáticos com situações inusitadas e divertidas do cotidiano daquele ambiente. Além da sala de aula tradicional, leva alunos à fabrica de computadores. Dá sentido ao que estão vendo na sala de aula. E logo propõe um curso de verão, para que os alunos possam participar do Exame Nacional de Matemática (espécie de Enem estadunidense).
A professora Raquel, do conselho diretor da escola sente-se incomodada com o professor novato (na escola e não na idade), que altera a "normalidade" da instituição. Toda mudança sempre incomoda aos acomodados. Alguns professores que não interagem e ainda mantém uma postura conservador, rotulam os alunos como fracassados e não lhes permitem superar os próprios desafios. Assim acontece em diversas escolas mundo afora, em que projetos individuais e pontuais, e não escolares e coletivos, quando obtém destaca além dos muros da escola, são apropriados como se coletivos o fossem. Há que se mudar esta lógica. Que o projeto seja primeiro da escola, depois dos professores e alunos.
Um filme que retrata um contexto do século XX, mais precisamente o final da década de 1980, traz cenas em que o professor apelida alunos, dá castigo, usa métodos antigos aliados a meios novos, o que atualmente é considerado intimidação. Entretanto, dadas as devidas proporções, o fato é que seus métodos obtém resultados satisfatórios e os alunos começam a melhorar seu rendimento escolar.
Quando Escalante tem um enfarte, seu substituto de matemática é um professor de música e não de cálculo, o que não impede que em seu retorno, os alunos se inscrevam no Exame Nacional de Matemática - Cálculo e se destaquem. Dos 18 alunos inscritos, os 18 se destacaram, o que chama a atenção de integrantes do Conselho de Educação, que suspeitam de cola, sendo todos submetidos a novo teste, mais complexo, em que todos são novamente aprovados. Em função disto, a escola Garfield, a cada ano, de 82 a 87 aumenta sua média de aprovação de alunos, no referido exame nacional.
Observação do Educa Tube:
O que este filme nos promove? No meu caso particular, uma reflexão sobre o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem, como o motivador e um dos responsáveis, junto com a escola e a comunidade, na superação dos desafios.
Assim como Jaime Escalante, todos conhecemos diversos outros professores apaixonados pelo que fazem, e que fazem a diferença justamente por respeitar as diferenças no ambiente escolar.
Educar não é fazer magia, mas a matemática - assim como outras disciplinas -, quando lecionadas por quem conhece o conteúdo e sabe ministrá-los de diversas formas, usando da criatividade, da originalidade, do bom humor, da espirituosidade etc, pode até fazer que a matemática torne-se uma "matemágica".
Mas o bom educador não deve ser o ilusionista que esconde o segredo de seu número. Ele deve revelar o truque que faz a informação tornar-se conhecimento mútuo. E que facilite o entendimento do processo de ensino-aprendizagem. Feito isto, o aluno passa a ser o aliado do professor, por passara entender o conteúdo e querer aprender mais.
Mas não se enganem. O aluno conhece o bom do mau professor. Do que utiliza-se de diversos recursos para sua prestidigitação, que não passa de mera encenação ou enrolação, usando ou não vídeos ou outros recursos tecnológicos.
Abaixo, link para download do filme O Preço do Desafio, no blog Baixar Filmes Completos:
A entrevista acima, com o professor João Mattar, concedida em 30/03/2011 a equipe do CTAE, descobri, vistanto o blog Special Games / Jogos Especiais, trata do uso dos games na educação. São 1 hora e 10 minutos de apropriadas sugestões de quem utiliza esses recursos, mostrando suas possibilidades. Os jogos são uma das inúmeras possibilidades que as TIC proporcionam de interação entre a inclusão tecnológica e pedagógica na educação. Conhecer o pensamento de quem trabalha e pesquisa com tal recurso é essencial, até para estabelecermos estratégias próprias de utilização.
O Special Games é um blog colaborativo, mantido por 4 educadores de 3 estados brasileiros: Rio Grande do Sul, José Antonio Klaes Roig (editor do Educa Tube); Santa Catarina, as professoras Elis Zampieri (editora do Sobre Educação) e Karyne Scheffmacker (editora do Aprendendo a aprender), e Rio de Janeiro, Ivanise Meyer (editora do Baú de Ideias).
O interessante, eficiente e prático recurso tecnológico acima, é uma dessas possibilidades que sempre comento com coelgas, cursistas e alunos, da "inteligência coletiva" em prol da rede social e de trabalho que utilizo seguidamente em meu fazer pedagógico e tecnológico. Descobri o online.converter, graças a duas colegas. Janaina Senna Martins, minha colega e multiplicadora de informática educativa no NTE Rio Grande - RS, e editora do blog Realidade Virtual, que estava editando uma apresentação de slides (via Power Point) e depois Movie Maker, e a música estava no formato WMA, mas precisava ser convertida para formato WAV para rodar bem. Depois de fazer download de alguns conversores e testar suas possibilidades, fez contato, via MSN, com a colega Geórgia Stella Ramos do Amaral, técnica de suporte do NTE Santa Cruz do Sul - RS - Brasil - e editora dos blogs Infinito Particular e (Des)Caminhos Poéticos, que indicou o recurso acima (imagem 1), chamado online.converter que, como o próprio nome indica, não precisa baixar nem instalar nada no computador e faz as conversões para os mais variados tipos de arquivos, via internet mesmo. Basta entrar no link do site, abaixo:
Feito isso, basta escolher o tipo de arquivo que deseja converter, se de áudio, vídeo, texto, imagem etc; e em seguida clicando na opção GO (imagem 2). Abrirá a janela PROCURAR em que o interessado selecionará o arquivo desejado em seu computador ou pendrive e confirmará a conversão. Pronto! Nada mais de incompatibilidade entre arquivos de texto, tipo .doc (word/windows) e .odt (writer/linux); nem problemas de música em formatos mp3, wav, wma; tampouco vídeos baixados em formato .flv que não rodam no PC, basta converter para AVI, DVD etc. Proporciona que arquivos pesados, com texto e imagem, em formato .doc possam ser convertidos no formato PDF (portable documento format) de forma simples e rápida, que além de preservar a autoria e permitir apenas leitura e impressão, permite que um arquivo fique mais leve para envio, via e-mail ou armazenagem em pendrive ou CD. E um detalhe aos interessados: essa conversão cria um arquivo novo, preservando o original, podendo ser encaminhado também por e-mail essa cópia. Seguidores e visitantes do blog Educa Tube, socializem essa informação aos demais educadores, pois poderá agilizar e muito a edição de material próprio, seja vídeos baixados ou gravados nos mais variados formatos, seja arquivos diversos como texto, imagem, música etc. Grato também às amigas e colegas Janaina e Stella por compartilharem não apenas dúvidas mas também certezas nessa aldeia digital.
Fonte: http://vimeo.com/12950955 O incrível vídeo acima, Narcissus Lament(ou Lamento de Narciso), de Liubo Borissov, foi indicação indireta, via Twitter, de Polyanna Ferrari, escritora, jornalista, Profa. PUCSP e pesquisadora em mídias sociais. Trata-se de um vídeo de apenas 30 segundos de um mosaico de imagens de pessoas frente a webcams, e como o título demonstra, o Lamento de Narciso, provoca algumas reflexões, pelo menos, para este educador. Dentre elas, que os jovens, mais que os adultos, utilizam-se das redes sociais de forma diária, trocando arquivos variados (fotos, vídeos, músicas etc), interagindo de forma simultânea com outros tantos, enquanto acessam orkut, facebook, msn, etc. Este é o mundo atual, em que as pessoas trocam informações a todo instante e cabe aos educadores promoverem no ambiente escolar, estratégias que possibilitem o intercâmbio educacional e cultural entre alunos e o próprio professor, além da comunidade escolar. É um desafio para o educador do século XXI. Recentemente (16/6/2010), assisti palestra no Seminário de TI na Educação, dia 16/6/2010, em Porto Alegre, um dos palestrantes (RUBEM SALDANHA - Gerente de Educação da Intel Semicondutores do Brasil. Mestre em Educação e Currículo na PUC-SP, na linha de pesquisa Novas Tecnologias aplicadas ao Currículo. Já atuou na gerência de Programas Educacionais da Microsoft, responsável pelos programas Desafio Digital, Aluno Monitor, Gestão Escolar e Tecnologias e Aprender em Parceria. Ex-consultor do Instituto Ayrton Senna no Programa Escola Conectada.), falou dos termos nativo e imigrante do mundo virtual. Que nativo é essa geração que nasceu já incorporada aos multimeios e, nós, os jovens da geração passada, os atuais imigrantes que vão se integrando aos poucos ao Mundo Digital. Mas, como o palestrante enfatizou - e eu endosso -, os imigrantes tem a seu favor o fato de dialogar, ou tentar, nos dois idiomas: o seu, do passado não tão remoto assim, e o atual, já não tão moderno assim, em vista de que tudo que diz respeito às TICs, em menos de seis meses já estão ultrapassados. O jovem, o nativo, visa mais o lado comunicativo e recreativo das TICs, enquanto o educador deve pensar nas possibilidades educacionais de ensino-aprendizagem destas ferramentas; principalmente se o professor criar a sua rede social, via Twitter, MSN, SMS, facebook etc.
Algummas das palestras do referido Seminário, podem ser acessadas, em arquivo PDF, no link abaixo:
O vídeo acima, produzido pela Microsoft, que mostra uma pequena visão do futuro que nos aguarda, assisti durante a apresentação de Emílio Munaro, Diretor de Educação da Microsoft Brasil, no Painel 1 - O Impacto da Tecnologia na Educação do Século XXI, no Seminário de TI na Educação: Aprendizagem, Empregabilidade e Cidadania, ocorrido em 16/06/2010, em Porto Alegre - RS - Brasil. Emílio Munaro mostrou aos presentes como o rádio levou 38 anos para atingir 50 milhões de lares; que a TV precisou de apenas 13 anos; a web, 5 anos, e o mp3, somente 3 anos. Falou dos 3 modelos de uso dos computadores na educação: - O conservador, com poucos computadores e atividades estáticas; - O reformador, com baixa qunatidade de computadores, acesso mlehor a internet, 1 professor especializado responsável por tudo, atuando como multiplicador (o mais vigente); - o transformador, com 1 microcumpoutador por aluno, PCs disctribuidos pela escola, acesso rápido, professores preparados e motivados, em que o multiplicador atua como Orientador Pedagógico. Que o terceiro modelo, além de ideal, requer a integração da tecnologia no currículo escolar, com o fim do laboratório de informática, como utilizado atualmente, tornando-o um portal como mídia social, promovendo a integração aluno-professor-escola-comunidade. Munaro ainda falou da questão da ligação entre o profissional com o pessoal (o que concordo, pois educador não é um "burocrata do saber", com dia, hora e local marcados para sua intervenção, já que a sua "pedagogia do exemplo" é constante, assim como sua qualificação deveria ser continuada); disse ainda que o currículo deve ser transformador; que a formação inicial do educador deve ser contínua, em serviço, promovendo a efetiva mudança de paradigma. O vídeo acima serve como reflexão sobre o futuro que nos aguarda e a nessidade de lembrarmos aquela citação de Charles Darwin:
"Não é a espécie mais forte que sobrevive, tampouco é a mais inteligente. É a mais adaptável às mudanças."
Na questão das TICs no ambiente escolar e na própria sociedade, os que sobreviverão são justamente aqueles que souberem adaptar o currículo escolar e a sua vida profissional às mudanças que estão em curso (e que salvo algum hecatombe ou previsão fatalista), é um processo irreversível, da cada vez maior integração dos multimeios ao cotidiano, mudando os próprios paradigmas sociais e educacionais. Reparem, no vídeo acima, entre as diversas possibilidades tecnológicas, o jornal do futuro, que poderá ser também uma unidade flexível de informação, transportando dados de um local para o outro. Incrível.
Observação: O Educa Tube agradece a colaboração de Eduardo Chaves, consultor na Educação e Tecnologia, e editor do blog Liberal Space, pela indicação da localização do vídeo acima, após contato via msn. Gracias pela inestimável colaboração.
Assistindo, dia 20/06/2010, na TV, a revista eletrônica Fantástico, da Rede Globo, Brasil, gostei demais da matéria sobre a cápsula do tempo, mostrando experiência feita por um professor de Curitiba - PR - Brasil, com seus alunos em 2000, pedindo que eles, reunidos na casa de uma das alunas, colocassem numa caixa de papelão suas expectativas para dez anos no futuro. Agora, em 2010, foi aberta a caixa e grandes surpresas para ambos. Muitos planos não se concretizaram, muitos deles tomaram novos rumos. A que queria jornalista tornou-se advogada e por ai vai. Uma das moças, nessa viagem ao túnel do tempo, lembrou emocionada da menina que foi e lamentou não ter dado mais atenção aos pais e, especial, à mãe, que se foi, e de ter dado mais importância aos Backstreet Boys (banda popular à epoca, entre os adolescentes). De fato, quando jovens, nem sempre damos importância aos conselhos de pais e professores, mas isso é normal, faz parte do que chamo de a "doce arrogância da juventude", quando acreditamos piamente que podemos fazer a diferença e mudar o mundo. Este ano, o programa Fantástico refez a experiência, agora com alunos de escola do Rio de Janeiro, coletando seus depoimentos, material diverso e expectativa para daqui mais dez anos. Aguardemos 2020 para a abertura dessa cápsula do tempo. Aproveito isso, para apresentar o interessante vídeo acima, Tecnologia en la educación, produzido pela Microsoft, projetando o futuro da própria educação, justamente para o ano 2020, a partir da expectativa de diversos pesquisadores. Vale a pena conferir, e também elaborar com seus alunos e consigo mesmo essa experiência de prever o futuro, sem esquecer de valorizar o passado e viver o presente. Pais e professores detém o que eu denomino de "A pedagogia do exemplo", que embora nem sempre seja percebida pelo filho/aluno no instante vivido, é recuperada em toda a sua intensidade, tempos depois. O importante é plantar no presente as sólidas e profundas raízes da educação para o futuro.
Conforme indicação do twitter, via Conteúdos Educacionais, socializo aos educadores a informação logo abaixo:
Estão abertas as inscrições do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2010
Educadores de todo o Brasil já podem enviar seus projetos e garantir sua participação
Estão abertas até o dia 02 de julho as inscrições para a quinta edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, que valoriza e reconhece os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizem tecnologia em processos de ensino e aprendizagem.
Para concorrer, basta acessar o site www.educadoresinovadores.com.br e seguir as instruções. Educadores de todo o Brasil podem se inscrever nas seguintes categorias:
1) Ensino Básico
Podem se inscrever duplas de educadores e gestores da rede pública de ensino, independentemente de sua área de atuação (ex. Português, matemática, física, etc.): Secretarias Municipais ou Estaduais de Ensino, incluindo os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs ou NRTEs), escolas públicas (municipais, estaduais ou federais), instituições de ensino sem fins lucrativos (ONGs, Fundações, etc).
Inovação em Comunidade Inovação em Colaboração Inovação em Conteúdo
2) Ensino Técnico
Podem se inscrever individualmente educadores que lecionem disciplinas relacionadas à Tecnologia da Informação em escolas técnicas públicas.
Educador Inovador de TI – Escolas Técnicas
Todos os projetos finalistas nas categorias de Ensino Básico estarão automaticamente concorrendo na categoria Educador Inovador, cuja votação para escolha dos finalistas contará novamente com o voto popular online. Premiação
O Educadores Inovadores conta com três etapas. Até o dia 19 de julho, doze projetos serão escolhidos e participarão da etapa nacional do Prêmio que será realizado em São Paulo no mês de agosto.
Aqueles que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com um Notebook contendo o sistema operacional Microsoft Windows e o pacote de aplicativos Office. Assim, poderão dar continuidade na criação de novas idéias, beneficiando cada vez mais pessoas e compartilhando o gosto e o conhecimento pela tecnologia educacional.
Após a etapa nacional, os responsáveis pelos projetos vencedores nas categorias destinadas à educação básica concorrerão com seus trabalhos no Fórum Regional da Microsoft, que será realizado em algum país da América Latina. Os classificados nessa etapa irão participar do Microsoft Worldwide Innovative Teachers Forum que, esse ano, será realizado na África do Sul. Em 2009, o Fórum Mundial foi sediado pela primeira vez no Brasil, em Salvador (BA), e premiou dois educadores brasileiros: o professor Lucrécio Filho de Oliveira, de Formoso do Araguaia (TO) e o educador Alex Vieira dos Santos. Na etapa nacional da premiação foram recebidos mais de 700 trabalhos.
Para acompanhar as novidades do Prêmio, confira: www.educadoresinovadores.com.br
Mais informações no Blog: http://educadoresinovadores.spaces.live.com
Siga no Twitter: www.twitter.com/eduinova
Para mais informações: Criax Comunicação Organizacional (11) 3817-4665 E-mail: contato@educadoresinovadores.com.br
Trecho histórico do filme Piratas do Vale do Silício. Bill Gates vende para a IBM, uma gigante da época, o sistema DOS, mesmo este ainda não existindo.
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=0Rvn71r_Oic
Apresentação do vídeo acima, no You Tube:
Trecho do filme mostra como Steve Jobs descobriu o mouse, a interface gráfica moderna e os ícones em visita ao centro de pesquisas Xerox. Jobs fez os engenheiros da Apple melhorarem o conceito, e eles acabaram projetando um modelo batizado Lisa, contribuindo mais tarde no desenvolvimento e no lançamento do Macintosh.
Observação do Educa Tube:
Os dois fragmentos acima, são do filme Pirates of Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício, 1999), produzido para a TV, e que considero um filme essencial, não somente para os educadores que utilizam-se das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC's) em seu fazer pedagógico; mas também para professores e alunos, pais e filhos entenderam um pouco do mundo em que vivemos, e a origem dessa revolução que tem como protagonista a própria informática. É um filme que sempre indico aos meus cursistas. E que assisti pela primeira vez em 2002, por indicação de meus tutores, quando fiz curso na área técnica da informática, para trabalhar em Núcleo de Tecnologia Educacional.
Indico também o artigo Piratas da Informática: Nos primódios da era da informação (link abaixo), do prof. João Luís de Almeida Machado, do portal Planeta Educação, que é Doutor em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).
O vídeo acima, descobri no You Tube, referente a entrevista realizada por Diego Mendes, em nome do Labomídia - Laboratório de Mídia do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina, com Prof.Dr. Pier Cesare Rivoltella - prof. de tecnologia da instrução e da aprendizagem da Faculdade de Ciências da Formação na Universidade Católica de Milão / UNICATT - falando de Mídia e Educação (Física) e o conceito de Mídia-Educação. Conheci, anos atrás, o trabalho e as ideias do prof. Rivoltella, através de uma reportagem sobre o mesmo, na Revista Nova Escola. O conceito de que no futuro o professor deve ser um mídia-educador vem de encontro ao que penso; e digo mais: além de mídia educador, também um arte-educador, mesclando os multimeios e as manifestações culturais, como dança, música, teatro, jogos, etc. Rivoltella, um educador italiano, mas conhecedor da realidade brasileira, fala de dar autonomia ao aluno, fazendo deste um autor responsável e não apenas um leitor crítico. Concordo plenamente, e digo o mesmo quanto ao educador, que deve ser um produtor de conteúdo próprio e não apenas um reprodutor de conteúdo alheio. Já publiquei anteriormente, no meu outro blog educacional Letra Viva do Roig, duas postagens sobre o prof. Pier Cesare Rivoltella, conforme links abaixo:
A animação acima, foi indicação feita por Flávio Tramontini, instrutor a serviço da Cisco Networking Academy, durante formação de outros instrutores (multiplicadores de NTEs) para atuarem no Programa Jovem Digital. O Programa Jovem Digital é uma iniciativa que visa a formar estudantes do Ensino Médio em tecnologias Microsoft, Intel e Cisco. A referida formação, realizada em Porto Alegre - RS - Brasil, destina-se a multiplicadores de informática educativa de Núcleos de Tecnologia Educacional do Estado do Rio Grande do Sul.
Apresentação do vídeo acima, no You Tube:
O filme ilustra por meio de animação 3D como a comunicação é feita entre dois comutadores na Internet. Hoje em dia é recomendado para todos em especial os profissionais da área de informática e tecnologia.
O vídeo acima é uma curiosa, divertida e interessante viagem pelo interior de um computador, para quem nunca viu como funciona a máquina. Uma indicação do colega Robson Freire, editor do blog Caldeirão de Ideias, da equipe do NTE Itaperuna, do Rio de Janeiro. O blog Caldeirão de Ideias foi premiado em 2008 com o Best Blogs Brzil e em 2009 com o Top Blogs,de melhor blog corporativo. Um blog educacional que é pra mim referência pela qualidade do visual e do conteúdo.
Vídeo acima, indicação via twitter do portal EducaRede Brasil(http://twitter.com/educaredebrasil), trata-se de entrevista com o filósofo Pierre Levy, para o portal Globo News, em que fala do conceito de Web semântica. Pierre Lévy fala de web semântica como uma linguagem universal, como representação da inteligência coletiva,via imagens,conceitos,ideias. Diz Lévy que ainda não se tem uma ferramenta para mapear e representar todo esse conhecimento na rede, que há que se criar essa linguagem. Uma linguagem para unificar o conhecimento; "espécie de sistema universal coordenado do espaço semântico". Pensei num Esperanto digital... Pensar por imagens, criar uma linguagem pra mapear os conceitos, um mapa (mental?) qualitativo de ideias que gerem significados... Um vídeo imperdível.
Apresentação do vídeo na Globo News (exibido em 28/08/09):
Pierre Lévy apresenta o projeto IEML. Filósofo quer resolver os problemas de operabilidade semântica e organizar o conhecimento coletivo. Veja entrevista exclusiva para o G1.
Descobri o vídeo acima, na página do programa Olhar Digital (exibido em 02/04/2009), e é um bom recurso para recuperar arquivos apagados acidental ou intencionalmente, através de busca no HD (logiamente, desde que não tenha sido formatado). Como o vídeo explica, quando deletamos arquivos, inclusive da lixeira, ele não necesariamente é deletado do HD. Fica apenas invisível a interface do sistema operacional. Há necessidade de fazer o download gratuito do software Free Undelete, link abaixo.
Apresentação do vídeo no Olhar Digital:
Recupere arquivos apagados do seu HD! Em alguns casos, ainda é possível "desfazer o estrago". Veja como
Quando você deleta um arquivo, ele não é literalmente apagado do seu HD. O sistema apenas desprograma alguns códigos, e isto faz com que ele se torne "invisível" dentro do seu computador.
Com o programa gratuito Free Undelete, você consegue recuperar seus arquivos em alguns casos. Para baixá-lo, é só clicar AQUI.
Também gravamos matérias que mostram como recuperar pen drives e cartões de memória danificados. Clique AQUI e assista!
Esta outra matéria mostra como recuperar HDs estragados. Veja como AQUI.