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domingo, 16 de agosto de 2026

Inteligência emocional: breve lição de como manter o autocontrole sob pressão e intensa provocação [liderança e gestão]




O vídeo é uma pequena aula de AUTOCONTROLE SOB PRESSÃO que encontrei no Instagram de Octávio Guidini e é bem ilustrativo de como com autoconfiança, autoconhecimento e calma é possível reverter um quadro de intensa provocação, usando as palavras do oponente contra si mesmo, como numa arte marcial. A oratória e a retórica eram ensinadas na Antiguidade greco-romana como artes, de bem falar em público e manter a força dos argumentos.
Ótimo material para trabalhar com formação de equipes, qualificação e etiqueta profissional, além de introdução a uma aula de Filosofia grega, por exemplo, para exemplificar o que são oratória e retórica, e de como manter o autocontrole é fundamental na maioria das situações e profissões. Vencer pela força das ideias e não apenas pela força das palavras.
Um belo material ainda para tratar de gestão de pessoas, liderança, motivação e muito mais. NUm tempo dominado pelas inteligências artificiais, nada como destacar e valorizar a inteligência emocional.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

“Não existem mais brasileiros na seleção”: um olhar chinês sobre o "Meu Brasil, não mais brasileiro", no futebol "algorítmico" atual




Viralizou um vídeo de uma chinesa comentando essa frase emblemática: “Não existem mais brasileiros na seleção” que, apesar de apararentemente contraditória, no sentido sintático, tem profunda coerência no sentido semântico, do significado e sentido das palavras, além do que elas nomeiam, ou dizem.
Como não localizei o vídeo original, reproduzo matéria do perfil Mente Empreendedora, no Instagram, que retoma essa frase. [cliquem ou arrastem a janela para acompanhar os desdobramentos da postagem original]
Ampliando o debate, fica evidenciado que a manchete chinesa não tratava da nacionalidade brasileira entre os jogadores da seleção de futebol do Brasil, mas se referia àquilo que representou, por décadas e inúmeros títulos, o futebol praticado por brasileiros: jinga, drible, irreverência, impresivibilidade, criatividade, originalidade. Ser brasileiro, no futebol, era algo único que todos tentavam imitar, mas só os nativos que conseguiam executar, como Garrincha, Pelé, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, etc.
Hoje, as habilidades [soft skills] que tornaram o chamado "futebol arte" uma característica do jogador brasileiro parece que se perdeu, já que muitos, ainda jovens, vão para o exterior e lá recebem "aulas" de tática [hard skills], perdendo em parte sua espontaneidade. Exemplo máximo, supostamente, é o caso do jovem Endrick, na seleção brasileira, durante a Copa do Mundo de 2026. Alguns comentaristas esportivos indicam que o motivo de o jovem talentoso estar sendo barrado pelo treinador Ancelotti é a indisciplina tática, pois não segue as orientações do Carleto, que pede pra voltar pra marcar, que eclama dele improvisar demais e ser imprevisível taticamente falando.
A seleção atual [salvo Neymar Jr., quando estava em condições de jogo, e Vinícius Jr, em lances ocasionais] não dribla mais, não faz jogadas diferenciadas, parecendo robotizada, sem criatividade, previsível, como na estreia do mundial contra o Marrocos, sendo facilmente dominada e não impondo nenhum perigo ao adversário, exceto quando Vini Jr. fez uma jogada individual e típica do legítimo futebol brasileiro, tão desejado e pouco encontrado. Falta também um pouco de inteligência, não apenas tática, mas emocional aos jogadores brasileiros em geral. Mas esse é um papo logo e futuro, que desenvolverei noutra postagem.
Saindo do campo do esporte e trazendo esse tema para os campos da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, uma pergunta retórica: Será que não estamos cobrando de alunos e colaboradores atitudes algorítmicas, robotizadas, mecanizadas demais [hard skills] e detrimento das habilidades naturais que já possuem [soft skills]? Será que a tática deve se sobrepor à técnica natural, que o resultado deve ter maior importância que o processo em si, que o rigor ao invés do talento, a repetição ao invés da criação? As IAs [inteligências artificiais] estão aí comprovando o quanto tudo ficou muito parecido, sendo copiado à exaustão por modelos de simulação. E o mais paradoxo disso que, escrever bem, por exemplo, é sinal de utilização de IA, não mais uma característica humana. Será que robôs desplugados, desconectados de uma rede de computadores poderá sonhar, imaginar, criar algo do zero?
Fica aqui essa provocação filosófica, poetica, tecnológica, mercadológica para que RHs, professores, alunos, pais, gestores, seja escolares, públicos ou privadas debatam entre si e com seu público específico.

EM TEMPO: Após postagem, um "insight" percorreu meu ser lírico e fiquei a refletir sobre o que "Matou o autêntico futebol brasileiro" e gostaria de ampliar essa provocação filosófica, sociológica e esportiva. Teria sido o excesso de faltas sobre jogadores habilidoso, como Neymar Jr., que abreviam sua carreira ou atuação nos gramados? Ou seria a conivência com a violência por parte da arbitragem? Seria o "politicamenet correto" levado para os gramados, de não poder "humilhar" com dribles os adversários, que acabam se irritando e agredindo jogadores dribladores, que acabam sendo intimidados pelos chamados "pernas de pau" ou voluntariosos sem talento igual? A falta de campinhos de várzea, parques com campos e quadras para a prática de esportes? O videogame e as redes sociais que afastam os jovens da prática da atividade física em geral e dos esporteds em especial? Ou, como dito anteriormente, jovens talentos indo cedo demais para o exterior e sendo moldados por outro estilo de jogo, totalmente diverso do que aqui era praticado? Algumas dúvidas e poucas certezas para contribuir com a discussão.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 15 de março de 2021

O Emprego: criativo curta de animação que discute as relações de trabalho na atualidade, na perspectiva da objetificação das pessoas [cinema e sociedade]




O vídeo acima, O EMPREGO (el Empleo), é um curta de animação de Santiago Bou Grasso, que discute as relações de trabalho entre as pessoas em que uns são objetos dos outros, na relação enyre explorados e exploradores, na perspectiva da objetificação das pessoas.
Na cena inicial, o protagonista acroda e toma café, usando seus familiares como móveis e objetos de decoração. NO percurso para o trabalho, se vale de outras pessoas atuando como coisas e, por fim, como uma surpresa no desenlace do curta, ele próprio, de protagonista, passa a mere figurante, literalmente sendo tratado como um capacho, um tapete na frente da sala de outro alguém. OU seja, quem explora acaba também sendo explorado nesse ciclo vicioso, tão presente na sociedade.
Um ótimo audiovisual para reflexão e provocação filosófica e social.
O emprego, descobri via indicação do colega e amigo Robson Freire, que me sugeriu o link abaixo:

15 filmes de animação infantil com exibição gratuita acompanhados de atividades pedagógicas

Para assistirem a outros curtas de animação, recomendo visitação ao portal abaixo:

TAKORAMA FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Remuneração do Professor: Gênero e Trabalho [ótima reflexão filosófica e sociológica de Rita Von Hunty]




O vídeo acima Remuneração do Professor, encontrei no YouTube e é uma ótima reflexão da drag queen Rita Von Hunty, domponto de vista sociológico, ao analisar questões de gênero e trabalho que influem decisiva e historicamente na forma de valorização ou não dos professores.
Um material para um amplo debate sobre trabalho, gênero, sociedade, envolvendo sociologia, filosofia, educação e sociedade e que recomendo aos visitantes e seguidores deste blog educacional.
Recomendo também o próprio canal Tempero Drag que possui diversos temas, centrados na sociologia, história e filosofia que servem pra propor outros debates e reflexões, com bons vídeos em torno de 5 minutos:

TEMPERO DRAG

Conectando o tema do primeiro vídeo, indico também outro, chamado O Futuro do Trabalho, logo a seguir:



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Incrível trabalho "manual" com os pés de um marceneiro etíope



O vídeo acima Amazing Ethiopia Sentayehu Teshale Works (Incrível trabalho do etíope Sentayehu Teshale), como o próprio nome indica, mostra a destreza que Sentayehu tem com os pés, trabalhando como marceneiro, fazendo bancos de madeira há 20 anos, sem usar as mãos. Percebam a força que seus pés e pernas têm para bater um prego com 0 martelo. Fantástica adaptação de alguém às limitações que a vida lhe impôs.
Mais que um vídeo motivacional, uma grande lição de humildade, força, persistência, resistência, competência e inclusão social.
Pessoas como Sentayehu são exemplos de superação que devem ser mostrados àqueles que dizem não ter talento para coisa alguma...
Todos têm ou descobrem uma aptidão na vida. E como lembra sempre o Educa Tube, entre o ideal e o possível, saibamos lidar com as nossas possibilidades.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Contrato de Risco (Stingray): seriado de TV, rede social, educação colaborativa, trabalho cooperativo, motivação e o contrato social

Imagem acima de STINGRAY ou Contrato de Risco, seriado que passou na TV aberta entre 1985 e 1987, e que lembrei recentemente por ser, ao meu ver o embrião de uma curiosa rede social, ainda que ficcional. Um homem misterioso que resolvia casos intrincados graças a ajuda de pessoas das mais variadas classes sociais e profissões, que lhe deviam favores. Favores estes nunca cobrados em moeda corrente. Apenas era pedido um favor futuro, caso necessitasse.
Atualmente, meu papel nas redes sociais tem sido este, de ajudar pessoas sem nada cobrar e quando preciso contar com o apoio também gratuito e generoso de amigos e colegas, tanto no mundo virtual como no real. Já perdi as contas de quantas vezes me pediram ajuda e de quantas solicitei auxílio à minha rede...
Cada vez mais tenho a convicção que o futuro da educação [colaboração] e da própria sociedade [cooperação] é compartilhar essas dúvidas e certezas, uns com os outros. E mais: que os educadores precisam saber trabalhar cooperativamente entre si e coolaborativamente com seus alunos... Trabalho cooperativo pressupõe mesmo nível de conhecimento e o colaborativo, em que necessite de um mediador. Hoje falasse tambpem da figura do mentor.
Lembrando os ensinamentos de Jean-Jacques Rousseau sobre o "Contrato Social": uma lei para ser efetiva, precisa ser fruto do desejo de uma comunidade. Nenhuma lei, por melhor que seja terá eficácia sem ser um apelo daquela sociedade, que fiscaliza e exige seu cumprimento. Do contrário, será mera lei fria, letra morta num pedaço de papel.
Vejam abaixo resumo da série Stingray ou Contrato de Risco e me digam se educar, cada vez mais, não é um contrato de risco que requer o acerto entre as partes (educador e educandos) para que o resultado seja satisfatório para todos...

SINOPSE DO SERIADO STINGRAY OU CONTRATO DE RISCO:

Stingray ou Contrato de Risco foi uma série de televisão, do gênero drama e crime, produzido e criado por Stephen J. Cannell, estrelado por Nick Mancuso como Ray, que morava na Southen California e dedicava sem tempo para ajudar as pessoas em dificuldades.
Ray era um sujeito meio sombrio e muito pouco era conhecido dele. Ele colocava anúncios em jornais oferecendo seus serviços em troca de outros favores quando os necessitar. Ray não cobrava dinheiro, mas extraia a promessa com antecedência de seu cliente que o reembolsaria em algum futuro próximo executando um outro favor, talvez fácil ou difícil, a pedido de Ray.
Quando a série tem início Ray, aparentemente já havia extraído várias promessas de outros clientes, o que lhe permitia solicitar vários outros favores ao longo dos episódios. Ray era um bom motorista, artista marcial, possuía memória fotográfica, adotar diversas personalidades e um excelente encobridor de seus rastros e de sua identidade.
Em várias ocasiões, os clientes e as autoridades do governo achavam que haviam descoberto sua verdadeira identidade, mas depois descobriam que estavam completamente enganados.
O espetáculo foi apresentado originalmente nos Estados Unidos pela rede NBC, entre 14 de julho de 1985 a 8 de maio de 1987, num total de 23 episódios, de aproximadamente 60 minutos cada e um telefilme em duas partes e no Brasil através da Rede Globo e também pela TV a cabo Sony.
A série foi introduzido por um episódio piloto, em duas partes intitulada "Stingray" que foi apresentada pela NBC, nos Estados Unidos, no dia 14 de junho de 1985, contendo 120 minutos de duração e narrava a história de uma promotora pública muito atraente que pede ajuda a Ray para lidar com um criminoso mexicano responsável por seqüestro e morte de várias pessoas.
A série semanal propriamente dita começou a ser exibida no dia 11 de março de 1986, com o episódio denominado "Anciente Eyes", que narrava as história de Ray na trilha de um pesquisador desaparecido, quando descobre uma fazenda de maconha, cujos proprietário matavam os trabalhadores quando a colheita acabava.
Este seriado não deve ser confundido com uma outra série de marionetes, também chamada "Stingray", produzida na Inglaterra na década de 60, que fez um enorme sucesso em diversas partes do mundo. O seriado Stingray a qual estamos narrando trata-se de uma produção norte-americana do gênero crime e investigação e que coincidentemente possui o mesmo nome.