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segunda-feira, 20 de abril de 2026
Manual do Mundo: canal de vídeos de divulgação científica no YouTube com experimentos diversos, de forma didática, divertida e acessível
MANUAL DO MUNDO é um canal de vídeo no YouTube, com produção de Iberê Tenório, que é um divulgador de experimentos científicos que populariza diversos conceitos e curiosidades científicas, por meio de uma linguagem acessível e de experimentos simples, didáticos e divertidos, que intimulam o interesse de crianças, jovens e adultos pela forma de abordagem. O canal também conta com a contribuição de Mari, com vídeos diversos.
O Manual do Mundo também está no Instagram: instagram.com/manualdomundo
Abaixo, link de acesso ao referido canal no YouTube:
MANUAL DO MUNDO
O divulgador científico tem um relevante papel nos futuros pesquisadores e cientistas que, quando criança ou jovens, se interessaram por ci~encias graças a essas figuras humanas. Carl Sagan, reconhecido astrofísico, e também um dos maiores divulgadores científicos, por meio da série COSMOS, na TV dos anos 70 e 80, do século XX, contou certa vez que se interessou por ciências em geral e astrofísica, em particular, graças aos filmes e histórias de ficção científica que estimularam sua curiosidade para pesquisar, desde menino. Portanto, ser divulgador científico e, consequentemente, também divulgar outras pessoas que agem assim é uma ação social necessária para deixar acesa a chama da curiosidade que levará ao conhecimento das próximas gerações.
Abaixo, um dos meus vídeos preferidos do Manual do Mundo, sobre a placa Arduíno, que permite programação e primeiras noções de robótica:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
quinta-feira, 26 de março de 2026
Gogo Board: O básico para começar a programar a placa Gogo [robótica educacional]
Indico para quem deseja começar a trabalhar com robótica educacional o vídeo "O básico para começar a programar", do canal da Escola SESI de Ensino Médio Arthur Aluízio Daudt [SESI RS], e que é um relevante material com dicas para iniciar na programação em robótica com uso da GogoBoard.
Como material complementar, recomendo também o canal LITE [Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação], da Univali, recomendado no referido vídeo, com outros vídeos sobre o tema robótica educacional, imagem e link a seguir:
LITE - Univali
O LITE, conforme apresentação no canal do YouTube, é: "[...] um espaço que integra a pesquisa o desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos voltados a atividades educacionais. Inclui pesquisas de Graduação, Mestrado e Doutorado realizadas no escopo do Grupo de Informática na Educação da Univali. Promove também atividades de extensão destas pesquisas para a sociedade, em especial para o público escolar. O LITE busca incorporar o estilo de trabalho do movimento maker oferecendo oportunidades para seus integrantes desenvolverem o seu potencial criativo aliado ao aprimoramento do conhecimento científico. Dentre as principais linhas de ação do Laboratório está a produção de tecnologia que estimule o desenvolvimento do Pensamento Computacional".
Recomendo também o vídeo e o canal do professor André Raabe sobre a Placa Gogo e o curso dividido em 3 módulos: básico, intermediário e avançado:
Apresentação do curso sobre a placa Gogo - André Raabe
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 8 de março de 2026
O mundo entre o esforçado e o estratégico: mais que um vídeo motivacional
O vídeo que intitulei "Entre o esforçado e o estratégico", a partir das legendas do referido, encontrei no Instagrem de Erick Moura Fiis e serve para tratarmos além da questão motivacional, seja no ambiente laboral, escolar, familiar ou social. Podemos pensar a questão da inteligência emocional diante do avanço da inteligência artificial, do pensamento estratégico frente ao robotizado. Da criatividade diante do utilitarismo e mecanicismo das relações interpessoais.
Pessoas que pensam "fora da caixa", fora dos algoritmos, modelos padronizados, chatbots e tudo mais são entidades humanas que precisam ser valorizadas, pois estarão sempre, no mínimo, um passo a frente, daqueles que simulam procedimentos,ejam eles humanos, robôs, aplicativos etc.
Valorizar, não apenas o esforço, mas o pensamento estratégico, panorâmico, incentivar a retenção de talentos e o estimulo aos habilidosos frente às máquinas é uma necessidade da sociedade do século XXI, para que não fique limitada a cópias da cópia, da cópia. Ou como diziria o poeta Edgar Allan Poe: "Um sonho dentro de um sonho dentro de um sonho".
Precisamos destacar peixes que saiam do aquário; pássaros fora da gaiola; humanos dentro de padrões repetitivos de organização.
Para isso, é necessário estimular a troca de saberes, a criatividade, a autonomia, a liderança.
O mundo tem máquinas demais, mas precisa de humanos sendo humanos, aprendendo com erros, corrigindo algoritmos biológicos, promovendo o bem comum. A metodologia d eprojetos proporciona isso, ao reunir diversas mentes para resolução de problemas, cada qual com seu olhar, experiência de vida, e forma de ver o mundo ao redor.
Afinal, todos nós sabemos que existem várias formas de fazer algo, diversos caminhos para se chegar a um mesmo lugar, mas existem aquelas que requerem esforços, outras estratágia; e há as que ambas as habilidades e a reunião de competências são necessárias para serem enfrentadas e superadas.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 27 de dezembro de 2025
Automação: curta-metragem japonês sobre relacionamentos robotizados no cotidiano #CinEducação
O curta-metragem Automation [Automação], de 2017, com roteiro e direção de Kenjo McCurtain que retrata, conforme sinopse no YouTube, a história de "Hiro, um funcionário tímido e desiludido, compra uma empregada robótica para lhe fazer companhia. No início, a robô traz alguma diversão e conforto à sua existência solitária, mas rapidamente a falta de um elemento humano acaba por isolá-lo ainda mais."
Um curta que promove reflexão sobre, não apenas inteligência aritifical e robótica no cotidiano, mas também sobre relacionamentos robotizados, sejam eles amorosos, ou não, que vão se tornando mecanizados, repetitivos, tediosos, dolorosos no dia a dia, como um algoritmo em auto reverse.
Mais um ótimo audiovisual que serve para apoio a atividades de produção textual: leitura crítica, interpretação de texto e escrita criativa, entre outras possibilidades.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 28 de março de 2025
Eu não sou um robô [2021]: curta-metragem brasileiro e a educação robotizada, mecanizada e automatizada
O vídeo acima, Eu não sou um robô é um curta-metragem brasileiro de 2021 de Gabriela Lamas que conta a história de Tânia, uma jovem que "após falhar num teste para diferenciar humanos de robôs", começa a questionar a própria realidade. Um curta que recebeu diversos prêmios, dentre eles o de "Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Filme Pelo Júri da Crítica na Mostra Gaúcha do 49º Festival de Cinema de Gramado", no Brasil e que recentemente teve seu argumento muito semelhante em outro audivisual que foi premiado com o Oscar 2025 de melhor curta-metragem, justamente com o mesmo título, só que inglês [I'm Not a Robot], de Victoria Warmerdam em uma coprodução entre a Bélgica e a Holanda; e com uma premissa na mesma linha, e, acusado por uns de suposto plágio, vide curta abaixo e os comparem:
Transpondo o universo da ficção pra realidade, e nesta, para o ambiente da educação, devemos cuidar para que o processo de ensino-aprendizagem não se torne robotizado, a partir de muita tecnologia no cotidiado escolar, mas pouca metodologia e didática diferenciada e humana, que leve em conta as habilidades e competências de crianças e jovens, não apenas em relação ao manuseio das tecnologias digitais.
Alguns especialistas temem que as inteligências artificiais superem e substituam a inteligência humana. Que os humanos percam nas interações com máquinas suas principais habilidades, herdadas de seus antepassados. Um ótimo "papo-cabeça" para aulas de filosofia, sociologia, produção textual.
O curta-metragem brasileiro discute as relações mecanizadas e a desumanização das pessoas diante das telas, com uma cena final impactante, sobre os estrangeiros [estranhos] na própria terra. O curta holandês também tem situação parecida e também um final impactante e diversos do curta brasileiro, e iniciando e concluindo com a canção Creep, da banda Radiohead, numa bela versão de Scala and Kolacny Brothers, áudio a seguir, que finaliza com verso profundo: "Eu não pertenço aqui", sensação presente em muitos hoje em dia, numa sociedade cada vez mais robotizada e idiotizada pelos algoritmos, viralização, fidelização, monetização:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
sábado, 1 de março de 2025
Os 60 anos de Os Jetsons: seriado de animação e ficção científica dos anos 1960 tornando-se realidade no século XXI
O vídeo acima, O que era ficção nos Jetsons virou realidade, trata-se de reportagem especial da Band TV sobre os 60 anos de aniversário [1962 - 2022] de um dos seriados de animação mais populares dos anos 60, que tornou-se ícone da alta tecnologia e imaginação da ficção científica, com seus carros voadores, robôs domésticos, telechamadas e outras tecnologias que em 1962 eram pura ficção e hoje, em sua maioria, no século XXI, tornaram-se realidade, partes do cotidiano de donas de casas, estudantes, professores, trabalhadores em geral.
Os Jetsons eram uma família futurista vivendo em 2062, exato um século após a criação do próprio desenho animado. Alexa, chatGPT, drones e outras tecnologias dos filmes e animações do passado são equipamentos populares na atual geração. Em tempos de internet das coisas, inteligência artificial, smarTV, smartphone etc, falta apenas o carro voador. Drones de pequeno porte estão a caminho, nos próximos anos, décadas e séculos, quantos avanços que hoje são mera sci-fi poderão se transformar em aplicativos e equipamentos corriqueiros?
Cada geração possui a sua tecnologia, seu conhecimento, suas formas de comunicação, e este audiovisual que conheci através do colega e amigo André Fereira [vulgo Planta] num encontro sobre robótica com alunos do EJA - Educação de Jovens e Adultos e permitiu uma ótima roda de conversa sobre robótica, programação, tecnologia, educação e sociedade.
E por falar em robótica, este blog educacional indica o Curso sobre a Placa Gogo, do professor André Rabbe, como uma ótima iniciação à robótica educacional, no vídeo abaio, e que possui o referido curso dividido em diversos vídeos correlatos:
Observação:
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quinta-feira, 15 de julho de 2021
Princesa Máquina, as futuras engenheiras e o pequeno programador: vídeos para tratar de lógica de programação entre as crianças
O vídeo acima, Princess Machina [Princesa Máquina] é uma propaganda de empresa de brinquedos, direcionada às meninas, futuras engenheiras, destacando a liberdade de escolha, além daquela imposta pela sociedade, como um modelo padrão. Programação é também coisa de menina, de mulher... além dos estereótipos das Princesas da Disney e do bricnar somente com bonecas.
A sequência de imagens é muito didática das relações entre o lúdico e o prático, entre o conhecimento autodidata e aquilo que pode ser aprendido e ensinado uns aos outros.
Conectando ao mesmo tema, a programação, segue vídeo Primo, uma indicação antiga do meu colega e amigo Robson Garcia Freire. Um vídeo incrível, logo a seguir que, conforme apresentação do mesmo no portal Vimeo, trata-se de: "Uma interface de programação tangível lúdico que apresenta lógica de programação para crianças em nível pré-alfabetizadas. O objetivo do jogo é guiar um robô sorridente chamado CUBETTO ao seu destino, criando sequências de instruções usando blocos de instrução coloridos e intuitivos. Ao criar esses algoritmos simples as crianças aprendem os fundamentos lógicos de programação, necessários para codificação mais avançada, mais tarde, na vida":
Aprende linguagem de programação será no futuro tão importante como estar alfabetizado, e neste brinquedo que simula uma máquina, um kit com blocos de madeira em que a criança encaixa um circuito, cada bloco tendo uma função, a criança já está aprendendo as primeiras noções de lógica de programação.
O processo de ensino-aprendizagem requer muito disso, de ter uma lógica que desperte na criança, no jovem e até no adulto o interesse para os mecanismos que tornam informação em conhecimento. O educador, seja pai ou professor, de certa forma, precisa conduzir seu filho por esse "efeito dominó", em que uma peça derruba outra que movimenta outra e assim por diante, durante toda a vida. Entre o algoritmo dos programas e o algoritmo das pessoas, há uma pedagogia e uma tecnologia próprias.
Observação:
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terça-feira, 25 de maio de 2021
Luz Verde: curta de animação que é mais que uma história de robôs, mas uma ideia luminosa, redentora e encantadora
O vídeo acima, Green Light, é um curta de animação, com direção de Seongmin Kim que vai cativando e supreendendo o espectador a cada cena.
A narrativa conta a história de uma menina, chamada Mari, sobrevivente de uma guerra nuclear que destruiu o ecossistema e que faz tudo para reconstruí-lo com a ajuda de um soldado robô danificado, encontrado em cidade abandonada.
Quando ela o conserta, acaba contando com seu apoio para abrir portas trancadas onde encontram preservadas espécies de plantas dentro de recipientes iluminados pela luz verde. A cor, justamente é uma soimbologia com a cor da esperança, da vida, da renovação.
Um curta que mostra inicialmente, na mansão abandonada e encontrada por Mari, além do soldado robô, um cartaz de uma outra menina de mãos dadas, justamente com um robô.
Interessante a forma como o robô gigante, perto da menina, consegue com seus dedos enormes estabeleceruma forma de comunicação com Mari, usando chaves de fenda para digitar no teclado de uma antiga máquina datilográfica. Um novo meio de comunicação se estabelece entre ambos.
Um audiovisual paar refletir sobre o uso indevido da tecnologia científica e a esperança na renovação da natureza, através do plantio que Mari e o robô fazem.
O final da animação é lírico, emblemático e reconfortante. Um vídeo belo e fundamental nesses tempos sombrios.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 3 de maio de 2020
Professor Digital versus Professor Robotizado: docência humanizada e inteligência artificial na educação
A imagem acima, "PROFESSOR DIGITAL VERSUS PROFESSOR ROBOTIZADO: docência humanizada e inteligência artificial na educação", elaborei especialmente para esta postagem, em função de notícia que li, com links ao final, para a reportagem, parceria da Agência Pública com o jornal Folha, que trata sobre faculdade que substituiu professores humanos por robôs, valendo-se da Inteligência Artificial para a correção de textos, sem que os alunos soubessem.
Antes de adentrar ao tema em questão sobre docência humana e inteligência artificial na educação, gostaria de pedir a assistência e reflexão sobre O Discurso de O GRANDE DITADOR (1940), filme de Charles Chaplim, numa nítida crítica ao autoritarismo e totalitarismo, em que diz entre outras coisas que, "Mais do que máquinas, precisamos de humanidade":
Sem querer entrar no mérito da notícia, cujos link's seguem ao final desta postagem e cada um faça seu juízo de valor, o objetivo desta breve reflexão é pensar numa questão que me acompanha desde que era apenas estudante e leitor de ficção científica, primeiro as de Júlio Verne, depois as de H.G. Wells, Lovercraft e Isaac Asimov e seu famoso "Eu Robô!" [vide cena do interrogatório de uma máquina por um humano, sobre as emoções humanas]. Nestes livros e filmes, a questão da Inteligência Artificial já estava presente e, muito antes deles, em Mary Shelley e seu Frankenstein, e antes disso, lá na mitologia grega. Contudo, mais do que máquinas, todos eles tratam da condição humana perante às novas tecnologias.
Todavia, cada vez mais a realidade imita a ficção, dando vida a diversas invenções, fruto da imaginação e das teorias científicas correntes à época da produção dos mais variados textos literários.
Faz tempo que digo, em postagens em blogues que nem estão mais ativos e neste aqui, de que "PRECISAMOS HUMANIZAR AS MÁQUINAS E NÃO ROBOTIZAR AS PESSOAS", ao mesmo tempo que falo que não temo que as máquinas, os algoritmos e a Inteligência Artificial venham a substituir os bons professores. Porém, os burocratas do saber, que propõem aos alunos práticas mecanizadas, repetitivas, sem alma, conteudistas preocupados apenas com dias letivos e horas aulas dadas em espaços e tempos que ainda simulam as escolas do século XIX, em pleno século XXI, estes sim, correm sério perigo de EXTINÇÃO e/ou substituição por softwares, aplicativos, programas e outros recursos tecnológicos. O próprio YouTube, que considero uma pequena máquina do tempo, poderá ser utilizado, tanto como aliado eficiente para complementar aulas ou como mero substitutos do professor que adotam o "enrolation", usando TV, internet etc para preencher tempos e espaços e não para promover leituras críticas e escritas criativas junto ao alunado.
O professor que for um burocrata do saber e que tenha uma prática escolar mecânica e repetitiva, provavelmente, se substituído por uma máquina, nem terá essa situação percebida pelo alunado que se acostumou com essa metodologia e didática.
Neste tempo de isolamento e distanciamento social, em que muitas escolas e professores estão se adaptando a nova realidade e que todos estão reaprendendo a ser professores e alunos, aquele MITO de quem a HOMESCHOOLING e a EAD poderiam substituir escolas físicas, ensino presencial e os professores mostrou-se uma falácia, já que os pais e/ou responsáveis, por mais bem interessados que seja, não tem formação nem bagagem multidisciplinar para dar conta da formação continuada de seus filhos.
Toda tentativa de substituir um professor humana por máquina será uma simulação, como um jogo de computador. Um jogo de futebol para videogame, parece muito com o real, imita com impressionante semelhança a fisionomia dos jogadores humanos, seus trejeitos, dribles, comemorações. Mas não há emoção maior que assistir um jogo do que em um estádio de futebol; uma peça num teatro, uma aula diante de alguém de carne, osso, memórias, histórias, empatia, ironia, afetividade e muito mais. Vide entrevista de Sofia, uma Inteligência Artificial que imita o humano, mas apesar das respostas curiosas para as perguntas, é apenas um programa rodando sobre uma base de dados, como um enxadrista digital valendo-se de todas as jogadas já feitas por todos os jogadores de xadrez do mundo, mas que um jogador criativo poderá a colocar em xeque mate, com algo novo.
O bom professor sabe como poucos diferenciar o criativo e original, da cópia e da simulação; conhece o estilo de escrita, desenho, produção de seu alunado, ainda que sejam turmas cheias ou pequenas. Seu conhecimento de mundo, de vida e das pessoas, das turmas que convive diária e semanalmente fazem do educador um especialista nisso, algo que a IA parece só descobrir quando vê textos plagiados, tipo "ControlC + ControlV".
Enfim, o PROFESSOR DIGITAL, aquele que vale-se de multimídias, redes sociais, vídeos diversos, clipes, cenas de filmes, recortes de revistas, livros impressos ou digitais, campanhas de publicidade, e todo tipo de artefato artístico e cultural em seu fazer pedagógico, este jamais correrá risco de substituição por uma entidade robótica, androide, qualquer tipo de simulação humana de EDUCADOR, que independente da área de estudo, é um filósofo, um contador de histórias, um ator social e muito mais.
Entretanto, o professor robótico, mecanizado, focado apenas na memorização, vulgo, "decoreba", que não desacomoda o aluno, tanto da sala de aula convencional - em saídas de estudos ou atividades em ambientes diversas dela, como laboratório de informática, de ciências, biblioteca escolar etc -, este está com os dias contados, pois já sofre concorrência acirrada de Google, YouTube, youtubers, influencers digitais, coachs, app's e outros mais.
Tive ótimos professores que utilizavam de tecnologia em sala de aula: quadro, giz, rádio, TV, revistas, recortes, livros, livros didático, além de saídas de estudos e foram maravilhosos. A própria tecnologia deve sempre ser aliada, ferramenta, auxílio e não bengala, como disse João Monlevale. A criatividade sempre será o diferencial entre um professor, digital ou não.
Para complementar essa reflexão, indico a reportagem, acima mencionada, nos dois links abaixo:
Faculdades da Laureate substituem professores por robô sem que alunos saibam
Laureate usa robôs no lugar de professores sem que alunos saibam
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sábado, 10 de agosto de 2019
Engenharia robótica: "O que é preciso para ser uma engenheira robótica?", no canal Computação sem Caô
O vídeo acima O que é preciso para ser uma engenheira robótica? | Computação sem Caô, descobri no Facebook e trata-se de, conforme apresentação no You Tube:
"O Computação sem Caô é um projeto que busca democratizar o entendimento da ciência da computação no Brasil. Como funcionam as tecnologias que usamos no dia a dia? O que faz um cientista da computação? O que são algoritmos? O que é o pensamento computacional? Quais as as grandes questões científicas da área hoje? E as implicações éticas do uso de tecnologias? São algumas das questões que o projeto explora/aborda em vídeos curtos, de linguagem jovem. O Computação sem Caô é realizado pelo Olabi e apresentado por Ana Carolina da Hora, cientista da computação em formação pela PUC-RJ e moradora de Caxias, na Baixada Fluminense. O projeto foi contemplado pelo edital de divulgação científica Serrapilheira Camp, do Instituto Serrapilheira".
Abaixo, link para acessar o referido canal:
Computação sem Caô
OLABI MARKER SPACE NO FACEBOOK
Ainda, dentro do tema robótica, e da popularização das ciências, indico a seguir um vídeo impressionante, que encontrei no Facebook, e que mostra como um "Rato robô", após 3 tentativas dentro de um labirinto, na 4ª vez, o ratinho robótico se transforma em um velocista como Usain Bolt, memorizando o percurso em apenas 3 segundos atravessando o mesmo, por conta da Inteligência Artificial:
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Singularidade e Simplicidade: aluno do 5º ano de escola pública cria exoesqueleto com material reciclado
O vídeo acima, Singularidade, descobri no Facebook e trata-se de uma ideia criativa, original e incrível do aluno Roger que é um menino do quinto ano de escola pública do município de Glorinha, no Rio Grande do Sul, Brasil, que construiu para a Mostra Pedagógica da escola um exoesqueleto totalmente feito com material reciclável (papelão, seringas, isopor etc).
Um exemplo fantástico de como a tecnologia pode se integrar ao cotidiano escolar, sem precisar de grandes recursos financeiros e humanos, basta ter criatividade, orientação, dedicação e oportunidade para experimentações. Como este blog sempre destaca: são projetos em que a simplicidade vigora que permitem a continuidade de ações individuais e coletivas.
Reciclar materiais e ideias, incentivar a pesquisa e a criatividade no ambiente escolar é também trabalhar em prol de um meio ambiente mais sadio, justo e humano.
Vejam abaixo, vídeo reportagem sobre os avanços tecnológicos incorporados à medicina (como robótica, engenharia da computação e inteligência artificial), sobre "Exoesqueleto criado por engenheiros [que] faz pessoa com deficiência voltar a andar"
Lembro-me que em 1991, quando adquiri meu primeiro videocassete (hoje uma peça de museu) e loquei meus primeiros vídeos em VHS (outra peça de museu), um deles era Isto é Pelé, sobre a vida do atleta do século e outro, o filme canadense Exo Ma: O Homem de Aço [1977, disponível completo no YouTube], uma ficção científica que contava a história de um cientista que fica tetraplégico e que usa um exoesqueleto para combater o crime, uma produção mais modesta, semelhante a megaprodução Robocop. O filme, segundo apresentação no YouTube, o filme seria "baseado na história do Invencível Homem de Ferro, sendo divulgado na época que o filme seria um piloto para série do Homem de Ferro". Naquele 1991, quando assisti o filme, o exoesqueleto ainda estava mais para ficção científica do que para realidade:
Abaixo, os 10 Exoesqueletos mais avançados do mundo, que encontrei no YouTube:
sexta-feira, 8 de julho de 2016
A autêntica banda de Heavy METAL (em todos os sentidos) formada só por robôs e a robótica na educação
O vídeo acima de Banda de Robôs tocando a música "Iron Man" do Black Sabbath, descobri via Facebook do colega e amigo Fábio Beilfuss, educador de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se da banda Compressorhead, formada por gente, digo, robôs, de peso, peso pesado, para ser mais preciso.
Uma autêntica banda de Heavy METAL, muito metal e circuitos integrados, e que serve para mostrar a inventividade humana, tocando Iron Man (neste caso um icônico e irônico "Homem de Ferro"), criando simuladores de bandas de rock famosas como a Black Sabbath, sem o emblemático ex-vocalista Ozzy Osbourne, que chegou a morder um morcego vivo em show no Rock in Rio, décadas atrás.
Imaginem um baterista com quatro braços, um guitarrista e um baixista com 78 dedos etc.
Que a robótica tem cada vez mais ampliado seu espaço no cotidiano, até mesmo na educação, é uma constatação, e aprender programação estimula o raciocínio lógico, mas desde que não percamos o foco em nossa humanidade. Em se tratando de educação, o ensino não deve ser robotizado, mecanizado, mas deve pensar a robótica como uma atividade integradora entre professores e alunos, como deveriam ser também a arte, a cultura, e outras áreas do conhecimento humano. A metodologia deve ser o carro-chefe (a locomotiva) principal e a tecnologia seus inúmeros vagões de possibilidades...
A robótica e a programação podem ser usada de diversas formas na educação esse termo no pesquisar do Google e inúmeros projetos se tem acesso. Façam sua pesquisa: "Robótica e programação na educação" e vejam os resultados.
A seguir uma batalha de gigantes entre robôs e humanos:
Apesar da simulação de banda de rock, nada como os originais, com Ozzy Osbourne de vocalista ou em carreira solo, como nos videoclipes abaixo de Iron Man e Dreamer:
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terça-feira, 17 de maio de 2016
A evolução dos robôs no cinema e televisão durante quase 100 anos
O vídeo acima The Evolution Of Robots In Movies and TV (A evolução dos robôs no cinema e na TV), descobri no Twitter, via Tecnovedosos e trata-se de incrível animação de Elisa Solinas, com produção de Jesus Díaz, e ilustração de Scott Park, e mostra em poucos minutos quase cem anos da evolução da imagem dos robôs no cinema e na televisão, a partir de seus principais personagens em seriados e filmes.
É um verdadeiro e fascinante passeio pelo imaginário sobre a ciência e tecnologia, e pela história do própria cinema e da televisão e da fantasia humana.
Se teremos um dia robôs dotados de uma inteligência artificial que rivalize com a humana, é algo que por enquanto o cinema e a TV indicam e alguns estudos científicos também. Entretanto, máquinas sempre precisarão de uma programação, que ainda que sejam programadas por outras máquinas, não poderão substituir de todo a experiência e inventividade humanas.
E como diz o editor deste blog, dentro de um contexto tecnológico educacional: "Precisamos humanizar as máquinas e não robotizar as pessoas".
Um bom vídeo para uma aula de introdução à robótica, bem como aulas de ciências, história, sociologia e filosofia, tratando justamente da questão da evolução humana e a dos robôs, seja nas ciências como na ficção.
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domingo, 15 de maio de 2016
Estudantes de fonoaudiologia usam projeto de robótica em terapia com crianças autistas
O vídeo acima Projeto da Unesp usa a robótica para estimular a linguagem em autistas, descobri na rede social via revista A Rede Educa, e trata-se de "projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília (SP, Brasil) que utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência é relatada nesta reportagem da TV Unesp".
Um belo exemplo do que alguns chama de "poder jovem", que a educação precisa melhor se apropriar, sabendo utilizar esse interesse e conhecimento que os jovens vão atrás, compartilham, socializam entre si e com os demais. O professor do século XXI precisa ser esse articulador desses saberes em sala de aula, como um mediador, em que seus alunos passam a ser monitores e apoiadores de diversas iniciativas que usem as TIc (Tecnologias da Informação e da Comunicação) no ambiente escolar.
Abaixo, segue na íntegra a matéria de A Rede Educa, sobre o projeto:
"Pioneiro no país, um projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência, realizada desde 2015 pelo Laboratório de Estudos das Alterações de Linguagem Infantil (Leali), tem adotado a robótica em terapias com crianças e adolescentes portadoras de Transtornos do Espectro do Autismo. Coordenado pelas pesquisadoras Andréa Regina Nunes Misquiatti, professora do Departamento de Fonoaudiologia da Unidade e coordenadora do Leali, e Maria Claudia Brito, pesquisadora CNPq SET-Nível A e do Laboratório, o projeto é o primeiro a utilizar esse tipo de intervenção terapêutica.
A iniciativa se deu a partir de um projeto que vem sendo realizado por Maria Claudia, que envolve o desenvolvimento e a adaptação de dispositivos robóticos e mecatrônicos para favorecer as interações sociais de pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo. O trabalho tem financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é desenvolvido em parceria com a empresa Pete – Educação com Tecnologia, de São Carlos (SP).
O Programa tem entre seus objetivos principais utilizar a robótica para favorecer as habilidades sociais, comunicativas e cognitivas de crianças e adolescentes. As situações e atividades são planejadas, registradas e analisadas por meio de procedimentos metodológicos de pesquisa científica.
Nas sessões de terapia fonoaudiológica são utilizados kits de robótica — compostos por peças, sensores, motores e controladores, além de um ambiente de programação com interface amigável e acessível — tanto em sessões individuais e em grupo.
De acordo com Maria Claudia, os dados coletados e analisados até o momento têm evidenciado resultados significativamente positivos. “Já é perceptível o aumento da atenção compartilhada, habilidades sociais no trabalho em grupo, desenvolvimento da coordenação motora fina, motivação e engajamento nas atividades propostas”, comenta a pesquisadora.
Com esses resultados já observados, o projeto mostra que as contribuições da colaboração multidisciplinar da Fonoaudiologia e da Robótica para o desenvolvimento de conhecimento científico e práticas em tecnologias de inovação podem melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida da população. É o que evidenciam os relatos dos próprios participantes: “Isso é magnífico” (paciente de 11 anos); “Sempre quis fazer jogos de computador” (paciente de 14 anos); “Finalmente irei construir uma máquina, eu queria isso desde pequeno, vou construir uma máquina que transforma bactéria em dinossauro” (paciente de 12 anos). (Luiz Gustavo Leme, do jornal da Unesp)".
Dentro do mesmo tema, e nos vídeo correlatos do You Tube, indico abaixoa ótima série "Autismo", com médico Drauzio Varela, que passou na TV, em compilação de todos os episódios:
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
Como a robótica pode ser usada na sala de aula e a Internet das Coisas
O vídeo acima, Como a robótica pode ser usada na sala de aula, descobri via Revista Educação e trata-se de reflexão de como "com a montagem de kits e ajuda de cursos, crianças aprendem lógica", no caso a lógica da programação através da robótica.
De acordo com Leon Levi, programador e coordenador de projetos, o objetivo pricipal da robótica educacional é aumentar a motivação do aluno para a prática da ciência e não necessariamente ensinar tecnologia, visando a integração das matérias do currículo escolar. Os princípios da ciência são mostrados através das atividades.
A empresa disponibiliza nos kits de "robótica educacional" a questão da internet das coisas, que trata-se des dispositivos embutidos nas máquinas que fazem as máquinas "dialogarem entre si", seja através de sensores que percebem movimentos e emitem comandos a outras máquinas e a dispositivos controlados por humanos. O conceito de "internet das coisas", até algumas décadas atrás era mais estudo de cientistas e de filmes de ficção científica, como O Exterminador do Futuro e Transformers. Hoje já faz parte do cotidiano de muitos equipamentos, empresas e escolas.
Para a pesquisadora Nicola Chan, a robótica é uma tecnologia que pode ensinar muito às crianças, como matemática, ciências da programação, biologia, usando a imaginação.
Pensando a robótica, mas antes de tudo, a programação lógica em si, recomendo alguns programas que permitem aprender brincando como o Super Logo, o Scratch e o E-Toys, vejam abaixo links para os mesmos:
Scratch: imagine, programe, compartilhe - software para criação de HQs, jogos e animações
Etoys - Squeakland (software gratuito para animações)
Projeto Logo
terça-feira, 30 de abril de 2013
A incrível precisão japonesa: a individualidade em prol da coletividade
O vídeo acima, Incrível precisão japonesa, descobri por acaso no You Tube e trata-se de um belo exemplo de trabalho em equipe, pela sincronia dos movimentos complexos. Evidentemente que há um mestre (um maestro) nos bastidores, comandando os exercícios (só se ouve sua voz e gritos), mas a grande estrela do show é a equipe de jovens. O bom educador é aquele que consegue motivar um grupo para um trabalho coletivo que tenha sintonia e sincronia, em prol de um objetivo em comum. Que a individualidade esteja a serviço da coletividade, como no vídeo acima. Eis aí o papel da arte e da cultura na educação.
Nos vídeos correlatos (abaixo), achei também a incrível e divertida dança de robôs ao som da canção Thriller, de Michael Jackson.
Vejam outros vídeos com robôs, acessando o link abaixo, para o canal de vídeos do Robin Lab - Robotic Intelligence Laboratori at Universitat Jaume I (Castelló, Spain):
RobIn Lab - Robotic Intelligence Laboratori at Universitat Jaume I (Castelló, Spain)
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