segunda-feira, 10 de agosto de 2026
A poética do espaço: comercial simples, criativo e original que valoriza as pessoas mais que os veículos [marketing, publicidade, design e motivação]
Uma criativa, original e motivadora publicidade e campanha de marketing para veículo de 2003, que encontrei no Instagram de Arthur do Marketing que, mais do que destacar o espaço e o design dos automóveis da empresa, valoriza o espaço de seus ocupantes, cujo lema da campanha é "Quando projetamos nosso carros não vemos chapas de metal, mas imaginamos pessoas que um dia poderão dirigi-los".
Criativo, motivador, original. E assim deveriam ser pensados os espaços em geral, sejam das escolas, universidades, fábricas, escritórios, etc, considerando o fator humano, como durante o período Humanista que antecedeu ao renascimento, em que as igrejas góticas, como torres pontiagudas, dirigidas aos céus e a Deus, foram cedendo espaço para igrejas mais acolhedoreas, com arcos e colunas que permitissem as pessoas transitarem, circularem e ficarem durante os cultos nos templos.
Muitas vezes o diferencial é a simplicidade, sem a necessidade de grandes efeitos visuais, e esse comercial para o Saturn Ion comprova isso. Pessoas transitando pelas ruas em seus carros imaginários, de passeio, ônibus, etc, sendo de fácil reconhecimento pelo espectador, pela quantidade e disposição espacial de seus ocupantes.
Lembrei-me da Poética do espaço, de Gaston Bachelard, que de forma poética trata da filosofia presente nos espaços de convivência humana, cheio de simbolismos, metáforas e poesia, como no referido comercial.
Abaixo, pequena apresentação dessa póetica de Bachelard, fragmento do referido texto lido por Eliana Yunes, filósofa, especialista em leitura, ensaísta e crítica literária:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 9 de agosto de 2026
Redes digitais e crítica social por meio de propaganda atemporal e universal [conexões e contextualizações]
Mais uma propaganda genial para a IKEA [empresa de móveis e decoração] que serve para uma poderosa crítica às redes sociais digitais a partir de uma contemporização e contextualização, transpondo o conceito de rede social do século XXI para o século XVIII.
No material divulgado por Alberto Lima no Instagram, consta o título sugestivo de que IKEA TRANSFORMOU UM HÁBITO MODERNO NUMA CRÍTICA SOCIAL.
Imaginem se os produtores de conteúdo digital de hoje viajassem para o tempo da corte francesa, e se tornassem um pintor de fatos do cotidiano, no caso, naturezas mortas, como fazem hoje os influencers, fotografando pratos de comida etc, e essa tela fosse compartilhada presencialmente com todos de porta em porta, de casa em casa, para receber o sinal de aprovação [ou famoso dedo de "certinho", como os emoticons das redes digitais].
É uma peça de humor inteligente e crítica social ao fato de que resgistramos hoje as banalidades, mais do que conteúdos relevantes, deixando as pessoas com quem convivemos de lado. A conexão é com ilustres desconhecidos, e nem sempre com que está ao nosso lado. Um ótimo material pra aulas de filosofia e sociologia, entre outras.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 31 de julho de 2026
"As manchas do bullying": curta de animação e propaganda para campanha "Escolas Sem Bullying" da ABRACE - Programas Preventivos
O curta de animação As manchas do bullying, propaganda e campanha "Escolas Sem Bullying" da ABRACE - Programas Preventivos, encontrei inicialmente no Linkedin de Ludmilla Duarte e posteriormente no YouTube e trata-se de criativo, comovente e necessário vídeo para se discutir o bullying e suas implicações. Valendo-se da linguagem simbólica da mancha "viva" que acompanha o menino [e com ela a depressão, medo, ansiedade etc], associa-se também ao produto da publicidade de forma não ostensiva, sutil, delicada, pois, ao final do curta é informado ao espectador que dados indicam que essas manchas em uniformes escolares são sinais de que a criança ou jovem sofre algum tipo de bullying. E um dado alarmente constante na sinopse do vídeo: "De acordo com pesquisas, cerca de 7 milhões de crianças já sofreram alguma forma de bullying no espaço escolar. Além dos traumas gerados por essa forma de violência, o bullying é um problema silencioso que exige atenção e cuidado dos pais, responsáveis e educadores".
A cena final em que o menino aprende a como lidar com essas manchas e auxilia uma colega é didática, pois o audiovisual permite a abordagem de um tema complexo, sério, urgente e necessário.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 19 de abril de 2026
Mão Santa: Jogue o lixo no lixo! [de campanha ambiental à homenagem atemporal ao esportista Oscar Schmidt]
Um vídeo institucional JOGUE O LIXO NO LIXO!, da Prefeitura de Curitiba, capital do estado do Paraná, Brasil, foi produzido para comemorar em 1999 os 306 anos da cidade, tendo, à época, como tema a proteção ao meio ambiente [e o descarte correto do lixo no lixo]; e como protagonista, o premiadíssimo esportista e jogador de basquete Oscar Schmidt.
Como muito bom humor, Oscara senta-se num banco de praça, ao lado de um idoso, e começa a observar o talento inusitado da população para o basquete, fazendo movimentos e jogadas típicas do esporte e usando as lixeiras como cestas [de lixo] estilizadas. Uma campanha que rendeu pontos. Ou, usando o linguajar do basquete, cestas de 3 pontos, pela precisão de aliar a questão social à esportiva, numa bela metáfora com pitadas d ehumor, como é o caso, ao final, o famoso Mão Santa, que não costumava errar arremesso, não conseguir colocar um prosaico copo de plástico na lixeira. E ainda ter que ouvir do ancião que ele não era dali, poois não tinha o talento da população.
Brincadeiras à parte e qualquer outra conotação que alguns possam dar ao vídeo ou interpretá-lo sobre as inúmeras visões d emundo de cada um, é um material que de campanha institucional do passado, se torna uma bela homenagem atual e atemporal a um dos maiores esportistas do Brasil. Uma figura pública e humana incrível, que bateu todos os recordes e continuo humilde. Não por acaso, o sobrenome "SCHMIDT", tem como origem uma ocupação, que significa "ferreiro", um trabalhador, derivado da palavra alemã "Schmied". De certa forma, Oscar foi um ferreiro do esporte, forjando inúmeras conquistas diante de poderosos adversários, como o histórico título do pan-mericano de basquete de 1987 sobre a poderosa seleção de basquete norte-americana. Um feito incrível.
Oscar foi um patriota de fato, ao recusar convite pra jogar na famosa NBA, para poder continuar defendendo sua seleção nacional. O que dá uma dimensão à sua estatura ética, moral e social. Não foi apenas a fama que Oscar abriu mão, mas de uma fortuna que o basquete profisisonal norte-americano proporciona a quem faz parte de seu sistema. Oscar foi um gigante em todos os sentidos, ainda que tenha optado por não participar da vitrine mundial do basquete. O que demonstra seu gigantismo e talento imenso, reconhecido por todos os grandes esportistas.
Mais alguns números e feitos históricos do "Mão Santa", como era carinhosamente chamado pelos colegas e amigos, por conta da precisão de seus arremessos:
"[...] foi recordista em participações olímpicas (Moscou, 1980; Los Angeles, 1984; Seul, 1988; Barcelona, 1992; e Atlanta, 1996), e o único a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição". [https://santanafm.com.br/]
Para complementar essa postagem e homenagem ao Mão Santa, indico o vídeo legendado a seguir, com "Discurso Emocionante no Hall da Fama do Basquete", feito pelo Oscar Schmidt, quando de sua distinção. Um gigante em todos sentidos, jogando, discursando e lutando pela vida, por 15 anos, por conta de um tumor no cérebro. Acabou mais uma partida, mas Oscar deve estar noutro plano astral, fazendo suas cestas de três pontos e conversando com o ídolo e amigo Kobe Bryant:
Por fim, segue àqueles que nunca viram Oscar Schmidt jogar, um vídeo com alguns lances dele nos Jogos Olímpicos de 1992, nos EUA:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
Bolhas: belíssima publicidade em formato de curta-metragem, muito além de uma história de Natal
O vídeo acima, Bubbles [Bolhas], trata-se de publicidade de Natal, do ano 2024, da empresa Deutsche Telekom e possui o formato de uma curta-metragem de fantasia, que me foi gentilemnte indicado pela colega e amiga Josane Batalha Sobreira da Silva, professora de Campinas {SP}, Brasil.
O referido audiovisual apresenta duas meninas, cada uma vivendo em sua bolha, num mundo só seu, no caso, uma delas o mundo vermelho e a outra no mundo azul, cada uma presa aos seus valores, culturas, famílias e fronteiras, sem a possibilidade de atravessar para o outro lado, até acontece o imponderável encontro, quando cada uma traz um presente para a outra, numa noite de Natal, e trata-se de uma pedra que irá quebrar, romper com aquele mundo. Em seguida, uma legenda aparece: "as ligações começam quando as barreiras se quebram". Num plano mais aberto, o destaque para o slongan: "conectando seu mundo", já que se trata de empresa de telecomunicações. Genial. Comovente. Delicado. Belo.
Uma história universal em tempos de bolhas digitais, de outros tipos de conexões virtuais, de pessoas em que a tecnologia aproxima quem está distante, mas afasta quem está próximo. Mas a arte e a cultura são espelhos sociais que podem aproximar os diferentes, por conta a alteridade, da empatia, do colocar-se no lugar do outro, por meio de histórias curtas, de narrativas ficionais ou não, de recursos audiovisuais e muito mais.
Um belíssimo material para uma aula de interpretação textual. E escrita criativa, pedindo aos alunos que crie uma continuação para essa história. O que acontecerá com as duas meninas apenas as bolhas partidas?...
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
domingo, 1 de dezembro de 2024
A propaganda que nunca foi produzida: entre a ideia genial e os princípios [valores e limites na produção textual]
O vídeo acima, encontrei no Instagram de Daniel Haddad, Chief Investment Officer da Avenue, e trata-se de fragmento de entrevista com o genial e multipremiado publicitário Washington Olivetto que conta uma de suas maiores frustrações entre as campanhas que ele produziu e que não chegou a ser veiculada, já que o cliente do setor de alimentos adorou a ideia criativa, original, mas que ia de encontro a seus princípios éticos e morais, pois envolvia o incentivo à bebida, o que ele era radicalmente contra.
Um ótimo material para a introdução de uma aula de Filosofia para tratar de ética e moral, valores e limites. Para falar sobre sociologia, publicidade, sociedade, mundo. Sobre produção textual e a coesão e coerência entre as ideias e o texto em uma redação dissertativa, sobre utopias e distopias, sobre o ideal e o possível e muito mais.
Observação:
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domingo, 30 de junho de 2024
"Nossa vida é única": criativo vídeo publicitário que nos faz refletir sobre identidade e autoestima
O vídeo acima, NOSSA VIDA É ÚNICA, encontrei no Instagram de Ju Corazza, psicóloga e psicanalista, referente ao seu perfil Psicanálise Viva BR, e, considero uma publicidade bem criativa que permite uma breve reflexão sobre identidade a autoestima, como muito material audiovisual que divulgou neste blog educacional, sem fins lucrativos, visando ampliar debates em sala de aula, sejam eles animações, propagandas, cenas de filmes, videoclipes, curtas etc.
Na publicidade em questão, o tenista multicampeão Fernando Nadal, um dos desportistas mais vitoriosos do planeta, também cobiça algo que ele não tem, os longos cabelos de alguém que no início do vídeo também tinha uma "inveja" de algo que outra pessoa possuía. E finaliza com a frase emblemática: "Quando desejas te comparar, descobres o que te faz único".
Todos nós, de fato, possuímos talentos natos, embora nem todos descubram isso. A escola, como espaço de socialização, além de instrução, ensino e aprendizagem, é um local multicultural que permite que cada indivíduo se reconheça noutros, e se descubra ao mesmo tempo alguém único em sua identidade social. Cabe ao educador, seja pai ou professor, estimular o autoconhecimento.
Já tive o privilégio de descobrir talentos em jovens alunos, que nem eles mesmo sabia, na arte, esportes etc. Outros educadores também conseguem valorizar a inteligência coletiva e a identidade escolar, através de projetos de vida, trabalhos em grupo, saídas de estudos e diversas atividades.
Observação:
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segunda-feira, 27 de novembro de 2023
Passeio alegre: comovente comercial natalino de gigante da tecnologia com ares de viagem no tempo através da memória
O vídeo acima, Joy Ride [Passeio alegre], descobri no Instagram e trata-se de criativo e comovente comercial natalino de gigante da tecnologia, em formato de curta-metragem com ares de viagem no tempo através da memória.
Três amigas de infância, já idosas recuperam o espírito da juventude. Mais que uma produção de marketing e publicidade, uma produção audiovisual que toca fundo ao coração do espectador e que lembra muito do texto Filosofia da composição, do escritor e poeta Edgar Allan Poe, que demonstra como construiu seu poema mais famoso The Raven [O Corvo], apelando, além de questões estruturais poéticas, para temas profundos como amor, morte, perdas, redenção etc.
A publicidade natalina sempre traz mensagens emocionantes, despertando no consumidor o espírito de festas e agregando valor ao produto e à empresa. Neste caso, a mensagem de quem não há tempo perdido, e que este pode ser recuperado através da memória, numa viagem sem máquina alguma é uma das mais criativas e interessantes.
Trabalhar com esse diálogo entre gerações é o que o bom professor deveria sempre fazer com seu alunado, seja utlizando audiovisuais como esses, seja promovendo debates sobre temas comuns a ambos.
Segue abaixo, vídeo que analisa o texto de Poe, em que o escritor e poeta sugere começar um texto pelo seu fim, pois fica mais fácil escrevê-lo assim:
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sexta-feira, 13 de agosto de 2021
Cantada no supermercado: comercial de TV para tratar de argumentação, coesão, coerência, sentidos do texto e redação do Enem
O vídeo acima, Cantada no Supermercado, trata-se de publicidade comercial que achei muito criativa e que serve a uma aula sobre Leitura, Interpretação de texto e escrita criativa, trazendo elementos de convencimento e persuasão, que fazem parte de um bom debate e de uma potima argumentação [defesa de ponto de vista, de ideias].
Quem visita este blog educacional já precebeu que seu editor, por ser escritor, poeta e professor, se vale de diversas audiovisuais em seu fazer pedagógico, de clipes e curtas, a propagandas, slides, cenas de filmes, documentários etc.
Assim, ao ver o referido comercial no YouTube, chamou-me a atenção para sua estrutura, que poderia ser adaptada para questões envolvendo, desde a leitura e interpretação de textos verbais à análise de argumentação, visando intensivo para a escrita da Redação dissertativa-argumentativa do ENEM.
Vejam só, o rapaz encontra uma moça no corredor do supermercado e tenta a famosa "cantada", valendo-se em sua aproximação com uma ilustre desconhecida de seu poder de persuasão [abordagem emotiva e discursiva], apelando para certas supostas coincidências, um tanto quanto subjetivas, abstratas, indiretas, de eles se encontrarem e reencontrarem em diversos locais.
Em contrapartida, a moça, por força de convencimento [lado racional, analítico e crítico], comprovando que tais coincidências nada mais eram que fruto do recurso de indicações do aplicativo do banco, que sugeria aqueles locais a todo cliente, ou seja, evidências práticas, concretas, objetivas, diretas, o que normalmente, nesse tipo de abordagem se faz, colocando dados estatísticos, tabelas, gráficos, citações de especialistas para comprovar sua opinião.
Toda argumentação pode se valer desses dois planos de abordagem, por persuação [e bagagem sociocultural] e/ou convencimento. Tais elementos dão coesão [sequência lógica] e coerência [unidade à fala, ao texto].
Na redação, o poder da argumentação pode ser valer de ambas as situações: seja trazendo dados concetros, objetivos, comprováveis e pensados por terceiros; seja acrescentando elementos da vivência do autor, sua bagagem de livros, filmes, músicas, etc. Ambas são aliadas à escrita criativa.
Em tempo: O uso desse comercial não é merchandising disfarçado, pois este blog é sem fins lucrativos, não possui patrocínios, faz tudo de forma diletante, e seu editor nem possui conta na referida instituição bancária. O vídeo é meramente ilustrativo para um professor de Língua Portuguesa e de Produção Textual referenciar aos seus alunos, colegas e demais visitantes deste blog educacional.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 19 de novembro de 2017
Seu Darth: comercial que é convite ao diálogo entre as gerações e viagem à imaginação
O vídeo acima que intitulei de Seu Darth é um criativo comercial criado por empresa de jogos eletrônicos para anunciar o lançamento de Battlefront II e descobri na página do Facebook de Mob Nunes, professor e premiado produtor cinematográfico estudantil.
O comercial que na verdade é também um curta-metragem que promove um diálogo entre gerações, de professores com alunos, de pais com filhos, de mestres jedis com padawans, de gamers com cinéfilos ao contar a história de duas crianças que compartilham o amor pela série e saga Star Wars e que vão crescendo cultivando este imaginário até a adolescência, numa experiência de imersão naquele mundo de fantasia, assim como fazem os leitores diante de um livro.
O imaginário, através da arte e da cultura é uma grande forma de estabelecer uma linguagem universal com filhos, alunos, pais, outros professores e a comunidade escolar. Trabalhar com audiovisual, com cenas de filmes, vídeos diversos (comerciais curtas, animações, slides etc) é o que o editor deste blog educacional tem feito em sua prática pedagógico, sendo formador de professores no uso dos multimeios ou em projetos em parceria com educadores e seus alunos, pelo planeta Educação.
Games, cinema, tecnologia, arte, cultura são recursos tecnológicos e também pedagógicos, quando utilizados dentro de um planejamento que una a diversão com a aprendizagem. O próprio professor pode ser visto pelos alunos como um severo "Seu" Darth Vader ao mesmo tempo que os professores podem ver sua turma como uma stormtrooper, caso não exista empatia, sinergia, alteridade, interação e integração entre os meios e os fins. Os meios ou métodos educacionais utilizados pelo mestre (jedi ou não) e os fins pedagógicos, que é o objetivo principal que fazem pais matricularem seus filhos em uma escola.
Promover este diálogo entre gerações é essencial para jedis e padawans da galáxia Educação.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Criar coragem: campanha comercial estimula a empatia a partir do imaginário cinematográfico
O vídeo acima #CreateCourage - Rogue One: A Star Wars Story, foi indicação via Twitter do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro (RJ), Brasil e trata-se campanha da Globe Telecom, que é empresa de telecomunicações das Filipinas, em campanha comercial, chamada #CriarCoragem, inspirado na Rogue One, da série de cinema, para estimular a empatia e que sorteará uma viagem para a Star Wars Celebration em Orlando, Flórida, válida apenas para moradores das Filipinas.
O comercial que mescla narrativa de curta-metragem, mas sem diálogos, apenas com uma música ao fundo que lembra um videoclipe, mostra a rotina de dupla de dois irmãos, indo para a escola. O maior, um menino, usa jaqueta com capuz de stormtrooper e a menina, menor, um capacete e por onde andam chamam a atenção de todos.
Um ótimo material de sensibilização e de dinâmica de grupo, além de servir para propor reflexão sobre a empatia no cotidiano escolar e fora dele, a partir do imaginário infantojuvenil, o cinema e a literatura. De pais e professores conversarem com seus filhos e alunos sobre o imaginário de cada geração. De como pais e professores receberam e perceberam a série Star Wars no passado e seus filhos e alunos atualmente. Além da possibilidade de algum educador desenvolver algum projeto de interpretação e criação literária a partir das imagens do vídeo propondo uma análise de contexto das personagens, de histórias paralelas e finais alternativos. Quem sabe até um remake do mesmo, feito por professores e alunos.
Basta que todos criem coragem e usem a criatividade.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
A criança que existe em nós: Emotivo anúncio natalino de aeroporto internacional
O vídeo acima, Coming Home for Christmas (Voltando para casa para o Natal), descobri na rede social e é um comovedor anúncio produzido para o aeroporto de Heathrow, de Londres, Inglaterra.
Uma propaganda tocante sobre um casal de ursinhos carinhosos e idosos de pelúcia que volta pro lar e tem um final surpreendente que serve para falar de infância e velhice sobre memória, história e sociedade.
Todos sabemos que os ursinhos de pelúcia são talvez os primeiros amigos imaginários que as crianças têm, e do fato que todos nós quando idosos, nos tornaremos novamente crianças...
O lema final do anúncio diz: "Coming home, the best gift of all" (Chegando em casa, o melhor presente de todos). E é um fato. Por mais que adoremos viajar, conhecer outros lugares e pessoas, o retornar para a casa, para o lar, para a família, para o convívio dos amigos é único. Assim também fazem os alunos, que nas férias viajam, ou ficam em casa brincando, mas depois de um tempo já desejam, muitos deles, retornar ao segundo lar (a escola), para conviver com os amigos e colegas. Não é regra geral, mas muitos têm essa sensação. Principalmente aqueles que ainda mantém-se crianças apesar da idade cronológica que possam ter.
Um ótimo vídeo para trabalhar com o imaginário infantojuvenil e do adulto. Pequenos vídeos, independente do gênero, podem proporcionar uma sensibilização para atividades envolvendo grupos, proporcionando uma afinidade com o tema proposto.
terça-feira, 26 de abril de 2016
Corrida de Obstáculos: Propaganda para profundo exercício de alteridade e de humanidade
O vídeo acima The Obstacle Course (Corrida de Obstáculos), descobri na rede social e trata-se de tocante comercial e profundo exercício de alteridade e de humanidade, que nos faz experimentar o que passam pessoas discriminadas, agredidas e marginalizadas por conta de sua orientação sexual (LGTB). E que serve também para a pensar em qualquer tipo de discriminação, seja racial, religiosa, social, política etc.
Quem nãos e sentiu pelo menos uma vez excluído ou marginalizado na vida, que atire a primeira pedra. SE já passou por isso, ainda que de forma sutil, se identificará com o protagonista do vídeo, que é criação da agência de publicidade TBWA de Paris para a Inter-LGBT.
Conforme o portal Blue Bus: "O comercial começa com o bullying na escola, e conforme o tempo passa, a intimidação muda de figura, mas está sempre presente – você é alvo de piadas, de olhadores incriminadores, de violência física, de violência psicológica, é o motivo da raiva do seu pai e das lágrimas da sua mãe. Um pesadelo constante ao qual você precisa sobreviver praticamente sozinho. Para Angela Natividad, que fala sobre o filme na Adweek, quem olha de fora pode pensar que a luta por igualdade para as lésbicas, os gays, os bissexuais e os transexuais já está bem encaminhada, mas 'muitas das batalhas que ainda precisam ser vencidas são traiçoeiras e difíceis de ver'. 'Até que a sociedade progrida, nós continuaremos seguindo em frente'", finaliza referido o vídeo.
Recentemente, eu e meu filho passamos por um experimento social que foi assistir a um jogo de futebol na torcida do time arquirrival, como se fosse torcedor do mesmo, sem poder demonstrar alguma emoção além da esperada pela torcida azul (Grêmio), sendo os dois vermelhos (Internacional), ambos os clubes de Porto Alegre (RS), Brasil. Assistimos ao jogo no meio da torcida adversária, acompanhando uma prima gremista para conhecermos o estádio e ficamos "belos, recatados e do lar", sem poder nos manifestar, sob risco de sermos hostilizados. Se fosse o contrário, e a prima azul fosse ao estádio vermelho, aconteceria a mesma situação. Rivalidades esportivas e clubísticas à parte, a sensação de medo de cometer uma gafe e torcer pro time visitante fez nos policiarmos constantemente, sentindo uma pressão adicional e estressante. Algo que deu pra conversar com meu filho justamente sobre a situação que é o racismo, o preconceito, a discriminação política, religiosa e social contra minorias representativas. Naquele dia eu e ele éramos a minoria em um grande estádio de futebol, denominado de Arena, e ficamos com grande receio de sermos jogados aos leões, caso por algum deslize mostrássemos a nossa alma verdadeira e vermelha. Não pretendemos repetir esse experimento mais. :-)
Mas como educadores, sejamos pais e/ou professores, precisamos evitar estimular a criação desses obstáculos na vida de nossos filhos e alunos, refletindo sobre a condição e a dignidade humanas, sobre o sentido da alteridade, do colocar-se no lugar do outro, que é também um ser humano como nós e que não deve ser rotulado nem tratado por conta de suas orientações, sejam quais elas forem...
sexta-feira, 18 de março de 2016
Contra a intolerância, palavrões fofos e fofinhos (Humor, arte e propaganda criativa)
O vídeo acima Palavrões fofos, trata-se de divertida, criativa e original campanha publicitária, bem apropriada a esses tempos de intolerância generalizada, em que qualquer coisa é motivo para agressão, seja no esporte, na política, na religião etc.
Há que se valorizar as palavras, e sua forma artística de utilização. No comercial em questão, elas são usadas de uma forma humorada e criativa, que fez a colega e amiga Jenny Horta, educadora do Rio de Janeiro (RJ), Brasil, dizer na rede social, onde compartilhei o material que "Isso me lembrou meu avo: quando se irritava, mandava chupar um prego até virar parafuso! Nunca o vi falar um palavrão".
Algo que também me lembrou canção do grupo artístico e musical O Teatro Mágico (que mistura circo, teatro, música, dança, arte em geral), na canção "Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou", em que um de seus versos poéticos, diz textualmente algo que é a pura verdade e tem tudo a ver com a Educação: "Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!/ Com água e farinha colo figurinha e foto em documento!/ Escola é onde a gente aprende palavrão. [grifo deste blog]/ Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!".
De fato: Longe do ambiente familiar, em que os pais, apesar de alguns deslizes, normalmente não falam palavrões (antigamente, hoje nem tanto assim!), as crianças começam a ter noção com o mundo real, e não tão mágico, nem também tão trágico, mas autêntico, através da escola, onde os palavrões entre os alunos começam a ser compartilhados, socializados, além das demais brincadeiras e descobertas...
O palavrão faz parte da cultura de qualquer país, cidade, grupo social. É inevitável e, em algumas situações, quase inevitável. Experimentem tropeçar, cair, levar um tombo, um choque, cortar um dedo e não dizer algum palavrão fofo, fofinho ou algo mais! Impossível. É quase ato reflexo.
Mas evidentemente, ainda que culturalmente existente, e aceito com normalidade em certos locais, como estádios de futebol e outros, há também que saber respeitar o outro, a opinião alheia. E ai que essa propaganda, aliada ao videoclipe, proporciona uma reflexão sobre como podemos ser críticos sem precisar sermos grosseiros, sermos humorados sem a necessidade de apelar para a vulgaridade, as expressões chulas e de baixo calão, como tem ocorrido em diversas discussões, nas redes sociais, sejam elas digitais, atrás de uma tela, ou num grupo de colegas, amigos, parentes...
Saber ser divertido, criativo, mas acima de tudo humorado em situações de estresse, de tensão, às vezes, não é regra, pode desanuviar o meio em que vivemos, despressurizar o ambiente social, propiciando que a lucidez, a cordialidade e a civilidade possam de novo prosperar... Afinal, citando o eterno Pequeno Príncipe, de Exúpery: "És responsável pelo que cativas", e também pelo que incitas, agrides, ofendes, deprecias... É a famosa lei do eterno retorno: "Quem planta vento, colhe tempestades", que "Gentileza gera gentileza" e por ai vai... Como os versos finais desta bela canção de O Teatro Mágico: "Mas eu não sei na verdade quem eu sou/ Já tentei calcular o meu valor/ Mas sempre encontro sorriso/ e o meu paraíso é onde estou/ Eu não sei na verdade quem eu sou".
Não sabemos quem somos, mas descobrimos a nossa identidade, através das palavras, mas mais ainda de nossas ações... O que me lembra León Tolstoi, quando disse: "Queres ser universal, canta a tua aldeia!". Eis aí a receita ideal para professores e alunos saberem quem são e outros mais poderem conhecer essa visão de mundo que cada realidade local sabe cantar e contar, através de projetos, atividades e eventos educacionais...
segunda-feira, 7 de março de 2016
"Quem faz o quê em casa?": Propaganda que é uma lição de alteridade
Quem faz o quê em casa? Meninas e meninos são criados de forma desigual e na divisão das tarefas domésticas entre eles, elas sempre ficam com a maior parte. Dados da pesquisa, Ela vai no meu Barco- casamento na infância e adolescência no Brasil, realizada pela Promundo-Brasil e a Plan International, revelam que meninas ainda gastam grande parte do seu tempo arrumando a casa, lavando louça e cozinhando, enquanto os meninos estão na rua brincando e socializando. A prática, ainda "comum" em 21 cidades brasileiras aonde a pesquisa foi realizada, diminui o tempo dessas meninas em desenvolver suas aspirações, como emprego e educação, por exemplo. http://bit.ly/1RkcvxYPara refletir sobre o assunto, recomendamos esse vídeo, um comercial de uma marca de sabão em pó, direcionado para as famīlias na India, aonde 76% dos homens acreditam que "lavar roupa é trabalho de mulher". "Por que só a mulher tem que lavar a roupa suja?" Vale muito assistir <3 #março #MêsdaMulher #DireitosHumanos #Igualdade #Equidade
Publicado por Direitos Humanos Brasil em Terça, 1 de março de 2016
O vídeo acima, Quem faz o quê em casa?, foi indicação de minha colega e esposa Elisabete Brasil Roig, educadora em Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de propaganda publicitária de marca de sabão em pó que é também ótimo exercício de alteridade, do colocar-se no lugar do outro, e demonstra de forma didática que a mulher que é mãe, trabalha fora de casa e ainda tem as lidas domésticas sempre foi multifuncional e multifocal antes mesmo de equipamentos incorporarem estes funções e conceitos. E que num casal não deve haver apenas um que faz e o outro observa. Que as atividades devem ser divididas para evitar sobrecarga de alguém.
Direcionado inicialmente ás famílias na Índia, onde 76% dos homens acredita que "lavar roupa é trabalho de mulher", é também um vídeo universal, à medida que muitos homens, mundo afora, também consideram essa opinião como uma máxima milenar. Para refletir mais ainda o, a propaganda traz interessante slogan: "Por que só a mulher tem que lavar a roupa suja?"
Na divisão de tarefas, seja em casa, na escola ou no trabalho, o ideal é que seja equilibrada para não sobrecarregar ninguém.
Conforme apresentação do referido vídeo no Facebook, que este blog educacional, sem fins lucrativos, toma a liberdade de copiar o texto, a seguir:
"Meninas e meninos são criados de forma desigual e na divisão das tarefas domésticas entre eles, elas sempre ficam com a maior parte. Dados da pesquisa, Ela vai no meu Barco- casamento na infância e adolescência no Brasil, realizada pela Promundo-Brasil e a Plan International, revelam que meninas ainda gastam grande parte do seu tempo arrumando a casa, lavando louça e cozinhando, enquanto os meninos estão na rua brincando e socializando. A prática, ainda "comum" em 21 cidades brasileiras aonde a pesquisa foi realizada, diminui o tempo dessas meninas em desenvolver suas aspirações, como emprego e educação, por exemplo.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Querido irmão e a última viagem: Vídeo que nos faz esquecer que é um comercial
O vídeo acima Querido irmão (Dear Brother), descobri no portal Best of Web (Melhor da Internet) e trata-se de uma bela história de dois irmãos inseparáveis que se reúnem para a última viagem e é contada como se fosse um curta-metragem e que nos faz até esquecer que é uma propaganda comercial.
O irmão mais velho traz um misterioso pacote embaixo do braço e o caçula fica brincando com ele pelo caminho. Ao final, a grande surpresa que emociona a todos.
Uma propaganda que une criatividade, concisão, emotividade e afetividade. Trabalhar a sensibilidade de um grupo em projetos de aprendizagem e ensino é uma das formas de conseguir a empatia para uma atividade. Utilizar pequenos vídeos relacionados com o tema a ser desenvolvido em projetos de ensino e de aprendizagem, auxiliam no diálogo entre gerações. Trabalhar com material diverso, da mídia impressa a audiovisual, do abstrato ao concreto, favorecem a interação.
Não importa o gênero, se propaganda, curta-metragem, videoclipe, animação, cena de filme, slides. O que importa é que esse pequeno recorte permita a ampliação de horizontes em sala de aula, além do quadro e do giz e inclusive com estes. Os recursos são auxiliares do principal, que sempre será o conteúdo pedagógico a ser ministrado pelo professor.
Afinal, a vida passa como um filme... Para uns de longa metragem, para outros de curta duração. Mas o que fica de relevante é aquilo que sabemos cativar, motivar e marcar uns nos outros...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
"Rótulos são para latas, não para pessoas": Vídeo que nos faz esquecer que é um comercial
O vídeo acima "Rótulos são para latas, não para pessoas", descobri na rede social, mais precisamente no portal Best of Web e trata-se de nova campanha de empresa de refrigerantes, feita para o Oriente Médio e que tornou-se viral e nos faz esquecer que é uma propaganda comercial.
A ideia é ótima: Reunir seis pessoas que são desconhecidas entre si, colocando-as em uma sala escura e promovendo através desse "encontro ás escuras" uma amizade entre estranhos. Após alguns minutos em que cada um trocou informações sobre si (o que fazem, o que gostam, o que pensam), eis que acende-se a luz e a grande surpresa, pois os "rótulos" que cada um imaginou para os outros são na verdade estereótipos. Que as aparências enganam, que pré-julgamentos e pré-conceitos geram preconceitos, discriminação, racismo, fruto justamente do desconhecimento sobre o outro.
A luz promoveu um choque nos valores que cada um imaginou sobre o outro e o que ele aparenta. O rapaz do rosto tatuado é sensível; o que pratica esportes radicais e cadeirante etc. Uma surpresa atrás da outra para comprovar que as aparências realmente enganam.
Um belo experimento social (que poderia ser replicado no ambiente escolar) para refletir e demonstrar mesmo que "Rótulos são para latas, não para pessoas". Quem sabe em uma aula de filosofia, sociologia, história, geografia, ou qualquer outra disciplina, colocar alunos entrevistando uns aos outros para conhecer aqueles ilustres desconhecidos que chegam na sala de aula, e com o passar do tempo tornam se amigos. Para evitar situações como bullying etc. Fica a dica...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Uma Ponte Para Noel – Um Conto de Natal: "Quando você acredita a magia acontece"
O vídeo acima Uma Ponte para Noel, descobri no Twitter e trata-se de belo conto de Natal que mostra o amor de um pai pelo seu filho que deseja reconstruir a ponte de sua cidade para receber o Papai Noel. Mais que uma propaganda natalina é uma bela mensagem de união de uma comunidade em pro,de um desejo comum a todos. Um pai que sozinho não consegue realizar o sonho de seu filho recebe o apoio de uma moradora que desencadeia uma ação coletiva. Assim são as ações entre amigos, seja no mundo real como no virtual. E como diz a frase que encerra o comercial: "Quando você acredita a magia acontece". Assim ocorre também na educação quando professores e alunos sensibilizam-se com algo e se unem para realizar um desafio, uma atividade integrada, um projeto educacional.
Uma bela história que nos faz esquecer que é uma propaganda comercial. E não por acaso, a caravana de Noel traz dentro daqueles caminhões, pequenos palcos, como os dos saltimbancos da antiguidade que visitavam as pequenas aldeias, com diversas atrações artistas de dança, teatro, música etc. A arte e a cultura podem ser poderosas aliadas ao ato de educar, dentro e fora da escola, seja em uma pequena ou grande comunidade...
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
"Voltar para Casa": Comovente campanha publicitária que é um reflexo da família moderna
O vídeo acima Weihnachtsclip - #heimkommen (Voltar para Casa), descobri via Twitter de Paulo Lot, e trata-se de fato de "comercial de Natal mais emocionante e real até agora", pois conta a história de um pai idoso, que passa cada Natal sozinho, com os filhos espalhados literalmente pelo mundo, cada um com seus compromissos, mas que consegue reunir sua família, simulando sua morte.
Comercial alemão, criado pela agência Jung von Matt/Elbe, de Hamburgo, para a rede de supermercados Edeka, mostra filhos distantes e um pai solitário próximo ao Natal.
Surpresos e comovidos com o cartão noticiando o falecimento do pai, os filhos "Voltam para casa" e encontram a mesa posta para a ceia de Natal, com o pai de todos à espera da família perdida.
Um belo vídeo que valoriza o SER mais que o TER e que serve a uma profunda reflexão a que de fato devemos valorizar, e de que não podemos nos tornar escravos do tempo e dos compromissos... Uma lógica perversa e de difícil inversão em um mundo dominado pelo consumismo, individualismo, a pressa, o cumprimento de metas profissionais que fazem esquecer o que deve ser valorizado.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Proteja-se: Pendrive como analogia entre tecnologia, educação e saúde
O vídeo acima Proteja-se, via rede social, através do portal Comunicadores e trata-se de campanha publicitária, mas que serve a uma ampla analogia entre tecnologia, educação (sexual) e saúde pública.
Proteger-se do mundo virtual e no mundo real é uma necessidade e, utilizar-se da arte, da metáfora visual, da simbologia é um recurso que o educador do século XXI deve se apropriar em seu fazer pedagógico, visando atingir de forma objetiva um conteúdo educacional, associando-o a algo significante.
Afinal, como destaca o slogan da campanha: "Na vida real não é tão simples". Fato! Seja na educação, na saúde e na sociedade, nada é tão simples assim, mas a partir de estratégias audiovisuais, o professor pode estabelecer novas metodologias para o uso das tecnologias na educação.