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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

"Eu sou, logo você é": nossas reações de hoje moldam as interações de amanhã [etiqueta social e profissional]




O vídeo acima, "Je suis donc tu es" [Eu sou, logo você é], de Maylis De Poncins é um curta-metragem francês de 2 minutos e trinta segundos que trata de "etiqueta social", ou seja, de boas maneiras de convício social, da gentileza que gera gentileza, em contrapartida ao mau humor que só promove um ambiente tóxico, e por assim ser, torna-se contagioso. Para quebrar esse círculo e ciclo vicioso, nada como a elegância de recuperar algumas palavras mágicas como: por favor, me desculpe, obrigado etc.
O referido vídeo foi me indicado via Instagram pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, professora em Rio Grande, RS, Brasil e é um belo material para abrir uma dinâmica de grupos, sejam alunos, professores, trabalhadores etc, tratando de ética profissional, etiqueta social, autoajuda, empatia, alteridade e muito mais. Enfim, um convite a autocrítica e ao autoconhecimento.
Abaixo, versão que encontrei no YouTube [ativem as legendas e tradução]:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Blobby: curta de animação sobre a estranha amizade de um idoso solitário e uma bolha com jeito de fantasma


Blobby from Laura Stewart on Vimeo.



O vídeo acima, Blobby [Bolha], é um curta-metragem de animação canadense, de 2014, envolvendo a técnica de stop-motion, com massal de modelar, bonco de pano etc, com direção Laura Stewart e trilha musical de Quinn Brander.
O curta conta a história da estranha "amizade" imaginária entre um idioso e uma bolha, a qual é alimentada pelo solitário ancião, como que acompanhado pelo fantasma da Solidão.
Uma melancólica metáfora para a realidade de boa parte dos idosos e que promove uma reflexão [em apenas 2 minutos] sobre a importância do acompanhamento e os cuidados na terceira idade, seja pela família ou por algum lar de idosos etc.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Distanciamento social: não basta desenhar, tem que filmar e publicizar como nessa campanha criativa do Uruguai sobre o coronavírus



Desenhando, aliás, filmando a importância do isolamento e também do distanciamento social...

Publicado por José Antonio Klaes Roig em Quinta-feira, 25 de junho de 2020


O vídeo acima, trata-se de campanha do Uruguai, defendendo o DISTANCIAMENTO SOCIAL como uma das formas de combater o COVID-19 e é outro vídeo que encontrei no Twitter, carreguei para o Facebook e de lá trouxe, via código Embed, para este blog educacional pela relevância do assunto.
Parece que para certas pessoas, não basta mais desenhar, tem que adicionar movimento, como o cinema [que é a fotografia em movimentação], pois parece incrível como o "Elementar, meu caro Watson!", não é compreendido por alguns, que preferem descrer da Ciência e acreditar em Fake News, das mais absurdas possíveis, negando as evidências dessa grave crise de saúde pública mundial.
Não se trata de "uma simples gripezinha", como alguns leigos, de forma inconsequente, fizeram crer inicialmente e os números alarmantes fazem com que medidas mais sérias sejam tomadas, até que uma vacina seja disponibilizada. Enquanto esse dia não chega, o DISTANCIAMENTO SOCIAL, o isolamento, o confinamento, a quarentena e o lockdown são as medidas mais acertadas, conforme a evolução do contágio em determinada região.
É de fato um efeito dominó a propagação do coronavírus, e todo cuidado é pouco nesse momento delicado da história da Humanidade, pois jamais teve tanta gente confinada em suas casas. Dados indicam que mais de um terço da população mundial, e os demais, gravitam entre aqueles que mantém a máquina funcionando: médico, enfermeiros, e outras profissões; aqueles que não tem outra forma de subsistência nem tem recursos para ficar em casa; e os que, tendo condições para isso, se recusam a ver a gravidade da situação.
Neste momento, conscientizar às pessoas quanto às formas de contágio e os cuidados com higiene, além de manter o distanciamento social àqueles que precisam se deslocar pelas ruas é tão importante como a alfabetização. Uma alfabetização por meio digital se faz necessária, através de campanhas como está do governo uruguaio, que com bom senso e responsabilidade, assumiu seu papel social.
Um material para pode promover reflexões nas aulas de biologia e química e nas de ciências em geral, além de nas aulas de produção textual (uma aula sobre linguagem não-verbal, sem uma única palavra, escrita ou falada).

domingo, 28 de junho de 2020

A autêntica Rede Social não-digital que se forma a partir da adesão do primeiro seguidor, o primeiro elo de uma ligação maior



Deu um frio na espinha, só de olhar, mas que bom que, graças ao trabalho em equipe (os dois homens), e o menino pôde ser...

Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sábado, 27 de junho de 2020


O vídeo acima, encontrei no Twitter e carreguei-o para o Facebook para gerar o código Embed para trazer aqui para meu blog.
Essa "engenharia" digital, fiz para poder refletir sobre o sentido da autêntica, legítima REDE SOCIAL não apenas digital, mas acima de tudo, social.
Confesso que ao ver pela primeira vez, e em todas as demais, a sensação é a mesma: Deu um frio na espinha, só de olhar! Mas que bom que, graças ao trabalho em equipe dos dois homens que surgem na janela, sua calma, perícia e coragem, e o menino pôde ser resgatado com todo cuidado que exigia a situação. Sem o apoio do segundo homem, talvez o primeiro não tivesse força para sustentar a criança por um braço e girar o corpo para retornar à janela, e a tragédia seria maior.
Este breve vídeo de alguns poucos segundos, que parecem horas para quem sente empatia com a situação, é uma metáfora da importância da solidariedade, e como o movimento coletivo, e não apenas individual na nossa sociedade humana, às vezes, tão individualista, pode realizar façanhas, atos de bravura, de desprendimento, de arriscar a própria vida em favor do próximo...
Este segundo adulto é o exemplo autêntico, legítimo da REDE SOCIAL que se forma, a partir da adesão de outro, o chamado PRIMEIRO SEGUIDOR, a uma causa que deveria ser de TODOS.
Um audiovisual que me lembrou outro, mais antigo, que reflete também sobre a importância do primeiro seguidor na formação de uma rede social. Vídeo mais voltado para o humor, mas que complementa a mensagem desta postagem, de fazer refletir sobre as redes sociais, digitais ou não, que são formada por pessoas e não por máquinas. Hardwares e softwares auxiliam a vida, o trabalho e a sociedade, mas o fator humano é o bem principal e tudo mais deveria ser encarado como mero acessório.
Vejam abaixo, link para a outra postagem, mencionada anteriormente:

O PRIMEIRO SEGUIDOR E A REDE SOCIAL, no EducaTube Brasil

sábado, 26 de outubro de 2019

Inclusão tecnológica e ação pedagógica entre amigos: alunos e professor se unem para presentear colega com fone celular




O vídeo acima, que descobri através do Twitter do Prof. Diogo de Andrade, trata-se de iniciativa do próprio professor junto com seus alunos de presentearem um colega (Lucas) com um fone celular já que este era o único sem tal equipamento na sala de aula.
Mais que uma ação entre amigos, encaro como uma ação coletiva de inclusão tecnológica e social, permitindo que Lucas se integre aos demais, dentro e fora da sala de aula.
Atualmente, o fone celular é quase um gênero de primeira necessidade diante das inúmeras possibilidades de interação e integração de alguém ao mundo real e digital. O podcast é um ótimo recursos para o professor produzir arquivos de áudio de suas aulas, ampliadas para disponibilizar aos alunos e outras tantas opções que a criatividade é o limite.
Mais que tudo a fala do professor Diogo é uma grande lição de vida através de um pequeno gesto de empatia, solidariedade, alteridade. Afinal ninguém está só quando há numa corrente do bem na rede social, digital ou não, que é a família, a escola, o trabalho e a própria sociedade que é um agrupamento que se forma por afinidades. Desde os primórdios da humanidade, os humanos se unem em tribos, vilas, cidades por afinidades e resistem a tudo, graças a solidariedade de alguns.
Um vídeo mais que motivador, redentor do humano que está em nós.
Parabéns ao professor Diogo com sua "Pedagogia do Afeto" e aos seus alunos e colegas do Lucas pela iniciativa comovedora e ação cidadã.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Skate como ferramenta de inclusão social e esportiva: tecnologia assistiva, criatividade solidária e adaptação à realidade local




O vídeo acima Prática do skate como ferramenta de inclusão social e esportiva foi indicação do colega e amigo Fernando Luis, músico, poeta e artesão com sucata de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e trata-se de belíssima iniciativa e projeto inclusivo de adaptar o skate para o cotidiano de crianças e jovens com deficiência motora possibilitando o princípio da equidade que mais amplo que o da igualdade, pois leva em conta justamente as limitações, tentando equiparar aos demais usuários, com as devidas adaptações.
Um projeto iniciado em Porto Alegre que tem mudado a vida das pessoas com limitações físicas, permitindo a interação e a prática esportiva e cidadã.
São exemplos assim de sensibilidade, acessibilidade, criatividade, originalidade e fraternidade que dão esperanças num futuro melhor para todos. O esporte é também uma linguagem universal e um poderoso elemento de integração.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Humano Demais: imagem que ilustra o princípio da equidade que é mais amplo que o da igualdade




O vídeo acima que encontrei em página no Facebook e mostra o pequeno Wyatt que apesar de cadeirante pode se divertir como todos na cama elástica graças o despojamento e encantamento do rapaz que lhe serve de instrutor.
Talvez uma imagem que ilustre como poucas o princípio da EQUIDADE que é mais amplo que o da Igualdade.
Por igualdade pressupomos igualdade de condições a todos; por Equidade, leva-se e conta certas adaptações para que alguém tenha acesso a algo como os demais.
Aquela imagem clássica (abaixo) dos caixotes para crianças conseguirem ver o que está atrás do muro da conta disso. Mas é uma representação pictoria. Esse vídeo é a Equidade ao vivo, a cores e em todos os sentidos.



domingo, 24 de fevereiro de 2019

A Cinderela do mundo real aos olhos mágicos de menina autista de 5 anos: a Noiva e seu conto de fadas moderno




O vídeo acima, 5-year-old gwith autism mistakes bride for Cinderella (Menina autista de 5 anos confunde noiva com Cinderela), descobri através da página do Facebook do portal CONTI OUTRA e tratasse de comovente e encantadora história de Layla Lester, uma menina autista de apenas 5 anos que confundiu a sessão fotográfica de casamento de Olivia Spark, com uma cena real do conto de fadas Cinderela, da Disney.
E o mais fantástico de tudo isso é a sensibilidade e o carinho da noiva Olivia em dar vazão ao imaginário de uma menina de 5 anos, independentemente de ter autismo ou não, seguindo um roteiro imprevisto e improvisado na hora para atender sua jovem fã (Vide imagem abaixo).



Sempre digo que o educador do futuro precisa, além de ser competente, dedicado, qualificado, precisa gostar do que faz ter empatia com o alunado, ser inventivo, intuitivo, imaginante. E foi o que Olivia fez, usar da sensibilidade e intuitividade que o momento requeria. O que comprova a própria fala de Olivia à CBS NEWs (EUA)< conforme o portal CONTI OUTRA: "Eu estava mais do que feliz em ser a Cinderela para aquela menina".
Só esse momento seria magistral, mas eis que Olivia e Layla continuam interagindo, desde esse primeiro encontro casual. O conto de fadas permanece e as duas se encontram com frequência, já que a Cinderela do mundo real se afeiçoou à sua pequena fã. Uma atitude digna de uma princesa de contos de fadas mesmo!
De acordo com Jessica, mãe de Layla, referindo-se à "Cinderela Olivia": "Ela é a epítome de uma verdadeira princesa. Ela é gentil. Ela é doce. Ela fez de tudo para tornar o dia de Layla especial, e quem faria isso além de uma princesa?". O que fica mais evidenciado já que a mãe afirma que a menina não costuma falar com estranhos. Só que Cinderela não é estranha ao universo imaginário infantil, não é mesmo?
Não bastasse tudo isso: o encontro casual, a interação decorrente dele, como uma princesa, Olivia e a sua família resolveram promover uma campanha coletiva de arrecadação de recursos, via site GoFundMe para poderem levar a Layla à Disney World e assim, possibilitarem que a menina conheça as demais princesas dos contos-de-fadas. Até a realização da reportagem, já tinha sido conseguido mais de 23 mil dólares, de um total de 50 mil (metal inicial).
Então, um encontro casual possibilitou a realização de um sonho infantil em 4 dimensões: o encontro inicial em si, a convivência, a campanha virtual e a possível viagem ao Mundo dos Sonhos de toda criança.
Sem empatia, solidariedade, alteridade nada seria possível. Para que os sonhos se tornem realidade é preciso que se acredite em si e no poder da imaginação, coisas que Olivia, Layla, Jessica e todos que aderiram a campanha têm de sobras.
Um conto de fadas moderno, tornando o termo acessibilidade numa forma universal e atemporal.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Escola Nova Esperança: catador de recicláveis fundou e mantém há 34 anos escola para crianças em vulnerabilidade socioeconômica em Olinda




O vídeo acima Catador de recicláveis funda Escola Nova Esperança , descobri no portal Razões para acreditar, a trata-se de ação relevante de Sebastião Duque, catador de recicláveis em Rio Doce, Olinda, Pernambuco, Brasil.
Sebastião fundou e mantém há 34 anos a referida escola para crianças em vulnerabilidade socioeconômica (antigamente chamadas de carentes). A escola que atende, desde 1984, "filhos de desempregados, catadores de lixo e pessoas de baixa renda do bairro. Atualmente, 80 crianças são atendidas, nos turnos da manhã e tarde. Duas professoras trabalham na escola, que tem espaço para sala de aula, sala de judô, biblioteca e parque com brinquedos. Sebastião, que só estudou até a alfabetização, fundou a escola para oferecer às crianças um futuro que ele não pode ter".
A imagem abaixo, mostra o fundador da Escola Nova Esperança:



Sebastião, da comunidade de Vila Aparecida, é daqueles humanos que transbordam humanidade e que fazem grandes ações com sua simplicidade.
De acordo com o portal Razões para acreditar: A escola possui, que atende crianças de 2 a 5 anos de idade, possui "uma estrutura improvisada, sendo que a maior parte do material utilizado vem de doações. Os responsáveis pelas crianças contribuem como uma quantia de 30 reais por mês, que é o dinheiro utilizado para pagar o salário das 4 professoras que dão aula na escola".
E o mais interessante: "Seu Sebastião mantém o lugar com o dinheiro que recebe através de seu trabalho e graças a ajuda de pessoas que já passarem pela escola e que serão gratos a ele a vida toda. Antes de ser catador, Seu Sebastião já foi palhaço e vendedor de raspadinha de gelo, mas que ama as crianças e que tem um carinho imenso por elas".
Mais um exemplo de que a SIMPLICIDADE permite a continuidade, e que grandes ações nem sempre precisam de grandes recursos, mas de vontade de mudar a realidade através da empatia, organização, colaboração, solidariedade e humanidade.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Humanos mantendo contato visual e sua humanidade: vídeo que é uma delicadeza e mensagem humanitária




O vídeo acima, que intitulei de Humanos mantendo contato visual e sua humanidade, descobri no Facebook e deve ser parte de alguma campanha para auxiliar a recuperação de crianças enfermas, pois retrata o cotidiano de seres humanos dos dois lados de uma vidraça de um prédio alto, que é um hospital infantil. O limpador de vidros segue sua rotina de limpar as janelas com água e sabão até perceber do outro lado uma criança careca (resultado do tratamento de quimioterapia ou radioterapia), e com naturalidade para a interagir com ela, brincando de fazer adereços com sabão. Logo aparecem outras crianças e a brincadeira toma outra dimensão, quando estes também interagem com a tela (vidro), também criando adereços para o limpador de vidros que se torna também um terapeuta involuntário.
Uma lindeza, delicadeza e beleza de vídeo e de mensagem: "Humanos fazendo contato visual e sua humanidade".
No âmbito da educação e sociedade, existem diversas ações terapêuticas e educacionais acontecendo em instituições hospitalares, desde os doutores do riso à educação hospitalar. Existem algumas indicações nos marcadores desse blog sobre isso. Recomendo visitação.
Num momento em que as defesas podem estar baixa, num processo de recuperação hospitalar, manter o alto astral é essencial, e bendito aqueles que doam-se às causas nobres e justas como essas e outras mais. Que doam sorrisos! Estes, sem sombra de dúvidas, são seres humanos diferenciados, pois valorizam a dignidade humana dos outros e de si mesmos! Ser solidário com quem pode estar solitário. Empatia e alteridade.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Natal sem filtros: dois experimentos sociais com crianças sobre empatia e interação social através do brincar e do se identificar com o outro




O vídeo acima Natal sem filtros, foi indicação pelo Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador carioca, residindo em João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Trata-se de campanha natalina de empresa de equipamentos eletrônicos e de experimento social com crianças, colocando os filhos a brincar em um ambiente, enquanto os pais ficam observando cada um a distância por monitores. Crianças portadores de necessidades especiais junto às demais, que interagem normalmente sem preconceitos, discriminação ou bullying. Crianças que não se conheciam e passaram a brincar sem limitações, respeitando justamente as limitações físicas e mentais dos novos amigos. As crianças, muitas vezes reproduzem os pré-conceitos de seus pais.
Experimentos assim, mostram na prática a importância da socialização de crianças, através, não apenas de brincadeiras como essa, mas do convívio sadio, gentil e fraterno numa escola. O brincar faz parte da experiência humana e o conviver com o diverso, idem.
Esse "Natal sem filtros" é uma grande mensagem e exemplo de como as crianças só usam filtros, quando manipuladas por adultos. Que em geral, a criança não faz distinções entre amizades, desde que cada um saiba interagir com o outro...
Da mesma empresa, vejam abaixo, outra interessante e comovente campanha sobre Uma visita inesquecível no Natal no hospital, que encontrei nos vídeos correlatos do primeiro:



Um Papai Noel que vai visitar crianças hospitalizadas, e que tira seu gorro e deixa que cortem seu cabelo e o raspem para se tornar igual aos demais pacientes. Identificar-se com o outro: uma belíssima mensagem de Natal e de solidariedade.
Parabéns aos que criaram essas belíssimas campanhas que tocam fundo o sino de Natal (e a consciência social) de cada um...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

O único presente que Papai Noel não pode entregar (Campanha de Natal da Cruz Vermelha)




O vídeo acima é campanha de Natal do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que aborda a separação de crianças de suas famílias por causa de conflitos armados mundo afora. A campanha foi criada por uma agência de publicidade e está sendo veiculada em diversos países, dentre eles o Brasil, pois "A única coisa que algumas crianças querem nestas festas é reencontrar a família. Há mais de 150 anos o Comitê Internacional da Cruz Vermelha trabalha para reunir famílias separadas por conflitos ou desastres naturais para que elas estejam juntas novamente".
No vídeo em questão, Papai Noel caminha por uma zona de conflito, entre soldados e destroços de casas e cidades até encontrada uma menina solitária. Comovedor, ainda mais que a caracterização do Papai Noel - perambulando por zonas de conflito, suado, com a barba descuidada, envelhecido e entristecido - parece-me por demais apropriada para quem estivesse convivendo com tanta destruição. Em tempos sombrios e sem brios, lembrar do espírito de Natal, do humanismo, da solidariedade são essenciais.
De fato, como destaca a campanha: "o único presente que algumas crianças querem para esse Natal é suas famílias".

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Presente Perfeito: um lugar que é creche e asilo para crianças de todas as idades




O vídeo acima Present Perfect - Idosos na pré-escola, de Ewan Briggs, encontrei primeiro no Twitter do Quebrando o Tabu, e depois fui procurar mais dados no YouTube.
Trata-se de iniciativa do Monte da Providência São Vicente, em Seattle, que abriga mais de 400 idosos junto a uma pré-escola, integrando essas crianças de todas as idades, numa convivência mútua. Segundo dados, 43% dos idosos vivem isolados da sociedade (pelos mais variados motivos), o que ocasiona a solidão e a depressão, além da decadência física e mental. O número de idosos com 65 anos ou mais deve aumentar nos próximos 25 anos. Nessa convivência, crianças e idosos podem muito ajudar uns aos outros. O imaginário infantil junto ao do adulto pode proporcionar experiências relevantes, de rejuvenescimento para uns e aprendizagem para outros.
Como demonstra citação destacada no início do curta-metragem: "Uma pessoa só é uma pessoa por causa das outras pessoas", provérbio Zulu. E a convivência prova isso. A sociedade avança quando as pessoas convivem em harmonia.
Abaixo, um vídeo que mostra uma experiência semelhante, ocorrida no Brasil, em que Crianças transformam o dia a dia de um asilo em São Paulo (SP):



sábado, 31 de março de 2018

Costurando esperança: extraordinário menino australiano que faz ursinhos para crianças hospitalizadas




O vídeo acima Costurando esperança, é uma preciosa indicação da colega e amiga Josane Batalha Sobreira, educadora de Campinas (SP), Brasil e trata-se de iniciativa de um menino australiano de 12 anos, chamado Campbell Remess, de fazer ursinhos de pano para crianças hospitalizadas. Uma atividade que requer desprendimento, organização , criatividade e solidariedade.
Sua mãe, que possui mais oito filhos, é sua maior incentivadora. Segundo ela Campbell faz ursinhos há cerca de três anos e já fez cerca de 800 desses. O primeiro ursinho levou várias horas para ser confeccionado, os demais levam cerca de uma hora para ficarem prontos. O próprio Campbell leva aos hospitais suas criações e algumas crianças comentam que muitas delas não sorriem faz tempo e que receber esse presente faz cada uma voltar a sorrir. Segundo Campbell, sua ação faz com que pessoas que erma negativas passem a ser positivas. O garoto não se resume apenas a produzir ursinhos, mas conversa com outras crianças que dão nome a seus presentes. Há toda uma pedagogia do afeto nesse atividade relevante e cativante. A ação desse menino é motivacional e comovente. Doa seu tempo aos que precisam, promove a empatia... A fala de Campbell: "Ser gentil, e não maldoso, vai mudar muito o mundo" tem uma incrível intertextualidade com o filme Extraordinário, que conta a história do menino Auggie Pullman, que assisti recentemente. No referido flme há uma frase do professor de literatura Sr. Browne, que já trabalhou em Wall Street e largou tudo para fazer o que gostava (dar aulas): "Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil", é preceito dado pelo professor a seus alunos, nos primeiros dias de aula. Uma das grandes lições de vida que um educador (seja pai ou professor) poderá dar a crianças e jovens. Um belo conselho para evitar conflitos e falsas polêmicas nas redes sociais (digitais ou não), digo eu.
Campbell Remess é também um ser humano EXTRAORDINÁRIO com sua ação humanitária e inspiradora. Como disse o pai de Campbell, a iniciativa desse garoto é o exemplo de como crianças podem também nos ensinar muitas coisas. O primeiro ursinho ele fez para o próprio pai e talvez daí tenha surgido essa vontade de ajudar ao próximo. Os ursinhos de Campbell são mágicos, pois funcionam como terapia, solidariedade e vontade sincera de ajudar ao outro.
Exemplos como o de Campbell, que existem por ai, mas nem sempre são devidamente destacados pelas manchetes de jornais e notícias de telejornais, renovam em nós a esperança na humanidade, através da criança que ainda existe em cada um e que revive através de ações diletantes como essa... Que costuram esperanças num mundo mais justo, igualitário e humano.
Abaixo, trailer do filme EXTRAORDINÁRIO, que é mencionado nessa postagem:



Ainda sobre o filme EXTRAORDINÁRIO, segue A incrível transformação de Jacob Tremblay (o atormirim do filme) em Auggie (a personagem do livro):



Depois de publicar esta postagem, eis que encontrei um menino real, também extraordinário, aqui no Brasil, vide reportagem emocionante logo abaixo, Extraordinário da vida real: Menino que já fez 17 cirurgias e sofreu bullying é exemplo de superação:



O menino chama-se Iarley Bermudes e tem um canal de vídeos no YouTube:

Iarley x1

domingo, 22 de outubro de 2017

Esporte, amizade e acessibilidade: futebol em 3D e em 10 D(edos), unindo o artesanal e o tecnológico



O vídeo acima Cego e Surdo Apaixonado Por Futebol “Vê” Os Jogos Com Ajuda Do Amigo, que tornou-se viral nas redes sociais, descobri via Twitter e depois o encontrei no YouTube.
Trata-se da incrível ação entre amigos, um que é torcedor do Santa Fé e outro do Millonarios de Bogotá, na Colômbia e mais que um ato de amizade e de amor ao esporte, é uma das formas de garantir a acessibilidade em uma sociedade, ainda que de forma pontual que acabou gerando manifestação mundial. Cada um faz (ou deveria fazer) parte de um todo, e a todos deveria ser garantido um tratamento igualitário, apesar das limitações. O conceito de acessibilidade a cada ano vem se ampliando e sendo incorporado ao cotidiano com pequenas e grandes ações. Algumas manuais e artesanais como as de Cezar Daza, melhor amigo de José Richard Gallego, que aos 9 anos de idade ficou surdo e aos 15, cego.
A mão de Cesar representa um time a a mão esquerda o outro e com essa metodologia e didática, os amigos que são rivais, conseguem assistir juntos um jogo de seus clubes de forma harmônica, integrada e acessível, no sentido mais amplo que este termo possa ter.
Abaixo, vídeo da Univison Deportes, com os dois amigos que são rivais quanto aos clubes que torcem, num exemplo de como o espírito desportivo e a solidariedade pode unir os diferentes, os divergentes:



Enquanto pesquisava, em busca dos vídeos acima, encontrei uma cativante reportagem do programa Esporte Espetacular, que dialoga com este tema, da acessibilidade, com a inclusão da alta tecnologia (via impressão 3D), proporcionando que a Gipulia, filha do jogador Roger, do time brasileiro Botafogo, do Rio de Janeiro (RJ), que nasceu cega, pudesse sentir (ver com as mãos) o gol de seu pai. E mais que isso: pudesse descrever o que "viu" com as mãos. Espetacular mesmo este outro vídeo comovente e cativante:



Dois exemplos de como a acessibilidade pode envolver do particular ao universal, do interno (estádio) ao externo (estúdio de TV), do artesanal ao tecnológico, do concreto ao abstrato, do singular ao plural, do recreativo ao educacional...
Não importa o meio, se algo que envolva uma tecnologia sofisticada, como a impressão 3D, ou algo mais simples e humano como a movimentação manual dos dedos da mão sobre uma prancheta que simula um pequeno campo de futebol. Gigantes são as três dimensões: da solidariedade, da acessibilidade e da amizade.

domingo, 19 de março de 2017

"Nós queremos nossa infância de volta: Juntos, nós podemos ter esperança (6 anos de Guerra na Síria)




O vídeo acima UNICEF: seis anos de guerra na Síria, descobri no Twitter e trata-se de campanha do UNICEF, fundo das Nações Unidas para a criança e é uma comovente ação humanitária, mostrando Ansam, de 10 anos, e outras crianças sírias cantando e brincando entre os escombros das ruas e casas.
Uma campanha edificante, no seu duplo sentido, por defender o direito das crianças serem crianças e por uma metáfora sobre a reconstrução dos valores, dos prédios e da dignidade humana.
A letra de canção pede que alguém escute: "Nós queremos nossa infância de volta. Juntos, nós podemos ter esperança". Um grande exercício de resistência e resiliência em um cenário trágico, em ruínas, por causa de uma estúpida guerra. Todas as guerras são estúpidas, é verdade. Mas ver crianças, mulheres, idosos sofrerem com ataques a escolas, hospitais, casas é mais devastador ainda.
Diz a letra que "Com dor, medo e lágrimas, nós escrevemos esta canção". Mesmo assim, a esperança no futuro é a grande mensagem que fica por conta da imagem das próprias crianças, o futuro que representam. O Educa Tube Brasil divulga essa campanha em solidariedade às crianças e à população civil da Síria, vítima de um confronto desumano, torcendo para que essa triste realidade seja resolvida.
Além disso, como um blog educacional que valoriza a arte e a cultura local e universal, apesar da tristeza é inseparável o sentimento também de beleza, pela poesia da letra a força das imagens, a mensagem que o vídeo contém. A pipa voando no céu é outra imagem de liberdade apesar dos pesares...
Mais que isso, ver como certas ações desenvolvidas no vídeo podem ser replicada em escolas, usando a arte a cultura, como a música, a dança, a pintura, a poesia e muito mais. Crianças pintando carcaças de carros velhos e as paredes das casas destruídas usando pincel, giz, balões e baldes com tinta, causam um efeito visual incrível. Uma técnica que pode ser empregada para pintar o muro da escola e outras áreas abandonadas no entorno dela, em algum projeto de recuperação de espaços públicos, que possam ser usados pela coletividade, usando grafite etc.
Um vídeo para tratar de resistência e resiliência humana, e também sobre o poder de arte e da cultura, da educação e da sociedade organizada, exigindo que a dignidade humana seja a regra, jamais a exceção.
Para saber mais sobre a situação das crianças na Síria, segue abaixo link para o portal do UNICEF Brasil:

UNICEF: O fundo do poço: o sofrimento das crianças na Síria atinge o pior nível

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Comer juntos: publicidade canadense sobre a importância da conexão muito além das redes sociais digitais



O vídeo acima Eat Together (Comer Juntos), foi preciosa indicação via Facebook, feita pelo colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro (RJ) Brasil e editor do blog Caldeirão de Ideias (um quase sócio do Educa Tube Brasil, desde a sua fundação pelas inúmeras sugestões que compartilha com este blog educacional).
Eat Together é um comercial canadense que critica a solidão em tempos de alta conexão digital, em que é preciso às vezes se desconectar do digital para se reconectar com o real pois vemos ao nosso redor, em toda parte, pessoas vidradas diante de suas telas de todos os tamanhos, alguns totalmente alheios ao entorno, como se vivesse aprisionado a uma Matrix.
A ideia do vídeo simples, bela e comovente mostra uma jovem desligada das tecnologias, vagando entre pessoas conectadas aos seus equipamentos eletrônicos, até que resolve romper aquele ciclo vicioso, colocando uma mesa no corredor do prédio de seu apartamento e convidando os vizinhos para jantar com ela.
Quanto de nós conhece o vizinho? Sabe seu nome? Trocou sequer meia dúzia de palavras? Alguns passam cabisbaixos que nem mesmo dirigem o olhar, quando mais um cumprimento.
Um vídeo para refletir sobre os Tempos Modernos que me lembra antiga postagem do Educa Tube Brasil (link abaixo) sobre a importância de "O primeiro seguidor e a rede social", pois é justamente este primeiro a seguir nossas ideias que gera o primeiro elo da rede e que impede que solitários sejamos considerados tão-somente o "louco da aldeia".

O PRIMEIRO SEGUIDOR E A REDE SOCIAL NO EDUCA TUBE BRASIL

Um ótimo material para pais e filhos professores e alunos, professores e colegas, gestores públicos e escolares debaterem sobre conexões, desconexões e (re)conexões sociais, digitais ou não.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Educação para o trânsito e para a sociedade: exemplo de cidadania e civilidade em túnel da Coreia do Sul




O vídeo acima Reação de motoristas sul coreanos quando acontece um acidente dentro de um túnel, descobri na rede social e como o título indica, mostra uma bela educação para o trânsito, além de exemplo de civilidade, solidariedade e cidadania.
Exemplo que precisam ser replicados, incentivados e divulgados.
Ainda que seja noutro país e noutra cultura, há muita coisa boa acontecendo no mundo que pode contagiar as pessoas e servir para uma reflexão sobre o social e universal acima do particular e do individual.
A exceção pode ser a regra àqueles que vivem em comunidade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Mantenha-se firme: Todo mundo sofre (arte, cultura e sociedade)




O vídeo acima Hold on (Mantenha-se Firme), descobri no You Tube e trata-se de campanha da organização não governamental Médicos Sem Froteiras, que "leva ajuda médico-humanitária a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição e exclusão do acesso à saúde".
Uma belíssima versão e um lindo arranjo musical da canção Everybody Hurts (Todo Mundo Sofre), da banda R.E.M., videoclipe legendado, logo a seguir:



Dois vídeos para lembrar a todos de nossa humanidade, e relembrá-los que todos sofrem, todos se machucam, mas tudo é possível de remediar. A arte e cultura podem ser terapêuticas no convívio social. A arte faz que vejamos o mundo com os olhos dos outros. A arte nos provoca o sentido da alteridade, do colocar-se no lugar do outro que sofre, que se machuca, que supera seus limites.
Aquele que ainda se apieda de seu semelhante, ainda conserva sua humanidade; aquele que consegue se ver refletido no outro, ainda é um ser humano. aquele que desce de sua torre de marfim e conhece a realidade de sua comunidade, mantém sua dignidade humana.
Um vídeo para sensibilizar àqueles que se consideram superiores aos outros, que promovem o bullying, o racismo, o preconceito e a discriminação...
Um outro mundo é possível, se cada um fizer a sua parte... Aquele que e solidário nunca estará solitário...

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Herói Todo Dia: Há Sempre Uma Maneira de Tornar a Vida Melhor (Saúde, educação e inovação)



O vídeo acima There's Always a Way To Make Life Better (Há Sempre Uma Maneira de Tornar a Vida Melhor), foi indicação via Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
Trata-se de campanha da agência de publicidade Ogilvy & Mather London, do Reino Unido, Everyday Hero (Herói todo dia) realizada em outubro de 2016, sobre inovação e cuidados com a saúde, em que mostra o dia agitado de um super-herói ao seu jeito, gente como a gente, sem nenhum super poder que não a alegria de viver, o amor ao trabalho e ao seu semelhante. Homens aranhas como esse, conheço às dezenas, que não trocam seu jeito de ser nem de viver por nada nem dinheiro algum. Muitos deles são educadores, sejam pais/mães ou professores(as), que acordam cedo, fazem mil coisas e ainda se divertem, alegrando a vida dos que com eles convivem. Pessoas que não esperam premiações, mas são inovadoras ao seu jeito, e que fazem seu trabalho, sem chamar a atenção, mas que possuem o reconhecimento daqueles que com eles convivem.
Inovamos quando fazemos coisas novas ainda que com coisas antigas, transformando-as. E este blog está repleto dessas indicações.
Pensando na saúde escolar e na saúde familiar, há que se pensar não apenas em um corpo saudável mas uma mente sadia, que exercite a solidariedade, a alteridade, a empatia, o espírito de viver em comunidade na sala de casa, na sala de aula, na sociedade. Ao professor e ao aluno devem ser dadas as condições mínimas para a convivência em um ambiente saudável a todos.
Existem sim seres humanos que tornam a vida melhor de seu semelhante, com simplicidade, criatividade, bom humor, alegria e gentileza... Nem todos somos super-heróis, mas podemos ser o que sonhamos. Ou parafraseando versos de canção da banda Engenheiros do Hawaii: "Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter". Sonhos que se tornem realidade, quando sonhados de olhos acordados, em conjunto, com planejamento, organização e espírito coletivo.