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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Metodologia e didática a partir de cena bem humorada de instrução de utilização de equipamentos de segurança em voo comercial




O vídeo SE TODO COMISSÁRIO DE BORDO FOSSE ASSIM, NINGUÉM MAIS IGNORARIA AS INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA 🤣✈️, encontrei no Instagram de Milhas Uai e é um criativo modo de passar instruções a um grupo de viajantes pelo divertidíssimo comissário de bordo, transformando aqueles protocolos repetitivos da aviação comercial num esquete de humor impagável, cheio de caras e bocas, com metodologia e didática inesquecíveis. E o resultado é percebido pelos risos e a alegria dos passageiros. Uma forma original e instrucional de marcar presença sem ser burocrático e enfadonho. O enunciado [instruções] e a enunciação [o jeito estiloso de ser]. ;-)
Na educação e em qualquer outra área, existem diversas formas de passar um conteúdo, mas provavelmente ser autêntico é um dos caminhos mais eficazes, como no audiovisual em questão.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A Inteligência Artificial dominará o mundo? [Esquete de humor e ótima crítica social a partir de esquete impagável]




Encontrei esse vídeo incrível sobre se "As Inteligências artificiais dominarão o mundo", no Instagram de Lara Santana [atriz, humorista e triatleta], que interpreta quatros IAs que dialogam entre si, com frases hilárias e profunda crítica social ao momento em que vivemos. A parte que uma das IAs comenta que o seu usuário queria saber dela a própria opinião do filme que ele assistiu é o retrato de boa parte das pessoas que terceirizou os neurônios, delegando tudo às inteligências artificiais, robotizando a mente, e automatizando ao extremo a vida.
Um bom material para debater as implicações das tecnologias e a valorização da criatividade humana num mundo cada vez mais mecanizado. Uma bela crítica social e filosófica.
Eu, particularmente, creio que é uma nova revolução tecnológica, que como as outras [invenção da imprensa, carvão como força motriz, petróleo, energia elétrica, automação, robótica, computação, internet] extinguirá profissões e criará outras. Se a bolha das IAs estourará , como alguns especialistas dizem, pelo consumo extremo de água pelas datacenters e o impacto ambiente disso tudo, só aguardando pra ver. O que penso é que uma ferramenta tão poderosa não poderia ficar na mão de megacorporações, pelo impacto que elas podem ter no processo civilizatório e humano. Mas isso já é ponto de pauta pra um outro debate.
Abaixo, link para o canal de vídeo no YouTube de Lara:

LARA SANTANA - YOUTUBE

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

A poética do espaço: comercial simples, criativo e original que valoriza as pessoas mais que os veículos [marketing, publicidade, design e motivação]




Uma criativa, original e motivadora publicidade e campanha de marketing para veículo de 2003, que encontrei no Instagram de Arthur do Marketing que, mais do que destacar o espaço e o design dos automóveis da empresa, valoriza o espaço de seus ocupantes, cujo lema da campanha é "Quando projetamos nosso carros não vemos chapas de metal, mas imaginamos pessoas que um dia poderão dirigi-los".
Criativo, motivador, original. E assim deveriam ser pensados os espaços em geral, sejam das escolas, universidades, fábricas, escritórios, etc, considerando o fator humano, como durante o período Humanista que antecedeu ao renascimento, em que as igrejas góticas, como torres pontiagudas, dirigidas aos céus e a Deus, foram cedendo espaço para igrejas mais acolhedoreas, com arcos e colunas que permitissem as pessoas transitarem, circularem e ficarem durante os cultos nos templos.
Muitas vezes o diferencial é a simplicidade, sem a necessidade de grandes efeitos visuais, e esse comercial para o Saturn Ion comprova isso. Pessoas transitando pelas ruas em seus carros imaginários, de passeio, ônibus, etc, sendo de fácil reconhecimento pelo espectador, pela quantidade e disposição espacial de seus ocupantes.
Lembrei-me da Poética do espaço, de Gaston Bachelard, que de forma poética trata da filosofia presente nos espaços de convivência humana, cheio de simbolismos, metáforas e poesia, como no referido comercial.
Abaixo, pequena apresentação dessa póetica de Bachelard, fragmento do referido texto lido por Eliana Yunes, filósofa, especialista em leitura, ensaísta e crítica literária:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 2 de agosto de 2026

Entre o enunciado e a enunciação: Não pré-julguem alguém antes de ouvir toda a história [contação com final surpreendente]




O "Vídeo de homem indignado com mulher no cinema viraliza" encontrei no Instagram de Planeta Paula, da biomédica Ana Paula Miranda, de Joinville, SC, Brasil, e é um ótimo exemplo sobre ENUNCIADO [o que se diz, o que se conta, o fato em si] e ENUNCIAÇÃO [o como se conta, a maneira, o jeito, o estilo de contar uma história, seja ela qual for]. Ou seja, muitas vezes, o que importa é o como se conta e nem tanto o que se conta. E, no caso do rapaz, ele, aparentemente demonstra uma leve indignação com a postura de algumas mulheres [que ele denominada de "aproveitadoras"] em relação a homens ingênuos que fazem todas as vontades, como ele se intitula, a partir de seu exemplo e uma saída ao cinema do shopping com uma garota que gosta muito.
Um vídeo interessante e reflexivo que recomendo seu uso, pausando alguns instantes antes de seu final e "chá de revelação"; pois a surpresa será imensa para aqueles que pré-julgam o todo apenas conhecendo uma parte da história. E esse pré-julgamento sumário parece uma tônica nas redes sociais digitais, em que sem ler todo o texto, sem ouvir todo o áudio, sem paciência para esperar o desfecho de uma notícia, reportagem ou narrativa criativa como essa, muitos já saem exaltados, praguejando e condenando os outros, sem direito à defesa.
Após a pausa, ao dar continuidade ao vídeo, vejam os rostos das pessoas e promovam um novo debate sobre o referido audiovisual, discutindo justamente essa questão do pré-julgamento e da contação de histórias.
Um ótimo material para tratar de ética na filosofia, de comportamento na sociologia, de escrita e interpretação textual na Língua Portuguesa, sobre a arte da contação de histórias na literatura e muito mais.

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sábado, 1 de agosto de 2026

"Orgulho, Preconceito e Humor": cinema, paródia e inteligência natural em tempos de vídeos ultrarrealistas produzidos por inteligência artificial




O divertidíssimo vídeo, que encontrei no Instagram de Nelly Miss, produtora de conteúdo digital de São Petersburgo, Rússia, é uma paródia do filme Orgulho e Preconceito, adaptado de obra homônima de Jane Austen. Além disso, é uma criativa peça de humor. Apesar falada em russo, a mescla de cenais do filme com imagens do cotidiano, dão um contexto universal à colagem visual, numa genial edição de imagens.
Num tempo em que se confunde todo tipo de vídeo, como sendo gerado pela IA, já que cada vez mais ficam todos ultrarrealistas e de difícil detecção pelo olhar humano, esse pastiche é hilário, pois fica evidente à primeira vista que se trata apenas de algo produzido pela inteligência natural de um cinéfilo, num recorte de cena cinematográfica sobreposta a cena de uma residência simples.
Abaixo, recorte da icônica cena final, de Pride & Prejudice [2005], que aos 4 minutos é possível encontrar a cena original:



Aproveitando o clima de humor, indico a seguir o vídeo que encontrei no material correlato do YouTube, com o sugestivo título de Se orgulho e preconceito fosse brasileiro, com recortes de cenas sobrepostas a áudios da legítima "Sofrência":



Observação:
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quarta-feira, 29 de julho de 2026

"Comece algo novo": a vida é curta e os sonhos não têm prazo de validade [campanha publicitária e motivacional]




O vídeo "Comece algo novo" [Empieza Algo Nuevo] parece como muitos outros por aí, com foco motivacional e emocional, mas que após cenas repetitivas de idosos num parque toma outra direção e dimensão a partir da postura daquele idoso que sempre, dia a dia, retorna aquele local. Mas num dia em especial, ele retorna com algo novo e isso faz toda a diferença daí em diante.
Trata-se de inventiva, criativa, comovente e divertida campanha de marketing e publicidade para a IKEA Espanha, em 2013, que só vim a descobrir via Instagram do Artur do Marketing e depois achei no YouTube.
Uma inteligente campanha publicitária da agência S.C.P.F. para empresas de cadeiras que, mais do que vender um produto, foca na ideia de viver a vida a cada dia, de forma única, e no ideal de saber aproveitar cada momento, buscando novas experiências, conhecendo novas pessoas e lugares.
Enfim, um audiovisual motivador sem ser piegas, publicitário sem ser ostensivo, criativo e humano, num tempo em que ploriferam vídeos produzidos por IA em que tudo parece massificado, pasteurizado, feito por algoritmos. O algoritmo da vida é bem mais compelxo e imprevisível que o das inteligências artificiais. Um vídeo que valoriza, inclusive, a inteligência emocional, combate o etarismo, os estigmas e os estereótipos de idade.
Um ótimo material para uma dinâmica de grupos, para interpretação textual e escrita criativa de jovens e adultos, e mais que isso, para uma diálogo entre gerações.

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sábado, 25 de julho de 2026

É possível ler, mesmo sem saber ler? [letramento e criação literária com crianças]




O vídeo "É possível ler, mesmo sem saber ler?" é um momento mágico que demonstra como o imaginário pode influenciar o mundo de uma criança, que mesmo sem ler tenta interpretar imagens e recontar histórias. Uma audiovisual que lembra experiência que tive uns 10 anos atrás, ou mais, quando convidado para replicar um projeto de letramento, denominado Lego Poesia: poemas de montar, que fiz com alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental em escola pública municipal, ao transpor pra uma escola pública estadual [por alguma falha de comunicação] ao invés de alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental me deparei com alunos de 4 e 5 anos de idade, não alfabetizados.
Com apoio da professora regente da turma adaptei a oficina de escrita criativa para crianças não alfabetizadas, replicando os mesmos procedimentos, só que de um jeito diverso. Em vez dos alunos escolherem palavras aleatórias num livro, escolheram imagens e com elas, eu a a professora fomos escrevendo no quadro da sala de aula as ideias deles. Ao final, surgiu um conto de fadas, intitulado pelos alunos de O CASTELO MÁGICO.
Esse experimento escolar pode ser visitado no link abaixo:

O Castelo Mágico (oficina de criação literária com alunos de pré-escola)

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A Sinfonia da Natureza e a vida intertextual por um fio: uma fotografia de pássaros inspirando a arte musical e projeto coletivo




Quem nunca olhou para pássaros nos fios de energia elétrica, não os fotografou, ou não imaginou uma pauta musical que atirem sua câmera fotográfia ou celular ao ar. A arte e estética estão em toda parte, e o olhar imaginativo humano também. Porém, quando une uma bela foto [feita em 2009, pelo fotógrafo Paulo Pinto, em Santana do Livramento, RS] e o olhar de um músico [o compositor Jarbas Agnelli, 17 anos depois], a magia se completa com a sobreposição de notas musiciais ao posicionamento original e natural dos pássaros, formando uma bela e inesperada partitura, que só poderia surgir de uma maravilhosa sinfonia da natureza, projeto que se transformou na SINFONIA DA ENERGIA, com a participação de empresa de energia elétrica na promoção do evento.
Parece até roteiro de filme, mas é a vida intertextual, presente no cotidiano, e que somente olhares atentos percebem e registram. E, assim, que era prosaico torna-se artísticos e filosófico.
Da leituras de imagens da natureza [fotografias] surgiu uma bela canção [sinfonia] que foi batizada de "Birds on the wires" [Passáros nos fios], alusão à canção homônima de Leonard Cohen. Dali em diante, essa ação se tornou projeto coletivo, com o chamamento para que outros fotógrafos enviassem para Jarbas Agnelli fotos semelhantes de pássaros nos fios. Algo que remete a uma ideia que faz tempo que comento com meus alunos nas aulas de literatura: nem sempre o gênio é o que teve a ideia inicial, mas aquele que percebeu outras possibilidades. Exemplo: Shakespeare reorganizando as ideias de Marlowe de forma magistral; Machado de Assis se inspirando e superando José de Alencar e outros casos além da literatura, em que um outro olhar ressignifica uma obra, transformando-a, inovando-a. Ação colaborativa e cooperativa em prol da arte e cultura.
Valorizar esse olhar de observador de filhos e alunos, colegas e amigos, vizinhos e ilustres desconhecidos é necessária para preservar nossa humanidade e a própria sociedade.
Vejam mais detalhes dessa experiência incrível assistindo ao vídeo acima e à postagem da Agência Brasil, no Instagram, logo a seguir:



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sexta-feira, 24 de julho de 2026

A genialidade mora na simplicidade de pequenas ações e de grandes ideias e ideais: ação de marketing que estimula a doação




O vídeo que encontrei no Linkedin de Leandro Guerra, fundador da FAZ TEU FUTURO, é uma ideia genial e simples, ao mesmo tempo, algo que batizei de "A genialidade mora na simplicidade das pequenas ações e das grandes ideias e ideais", a partir dessa incrível companha de incentivar a doação, cujo conceito é “Swipe. Give. Watch the Change Happen” [“Deslize. Doe. Veja a mudança acontecer.”, tradução livre do blog].
Sabemos que uma imagem vale mais que mil palavras e nesse caso, cada imagem ali é redentora, inspiradora, motivadora: ao passar o cartão, reparte o pão, corta cordas, liberta, etc. Muito mais do que marketing. Uma pequena obra de arte.
Como o próprio Leandro destaca "Uma ideia genial que mistura generosidade com tecnologia: o conceito 'Swipe. Give. Watch the Change Happen' mostra como o ato de doar pode ser tão rápido quanto passar o cartão — e tão poderoso quanto transformar vidas."
Ainda, conforme postagem de Guerra, a campanha traz os seguintes conceitos:
1️⃣ Doação instantânea:
Com um simples deslizar, você apoia causas sociais diretamente de dispositivos interativos instalados em espaços públicos.

2️⃣ Transparência total:
A cada doação, uma tela mostra em tempo real o impacto gerado — seja uma refeição garantida, um abrigo providenciado ou um projeto financiado.

3️⃣ Experiência transformadora:
Além de facilitar a ajuda, a interação gera consciência e conexão emocional com quem precisa, criando uma cultura de empatia e ação.

Um conceito que poderia porsperar, valendo-se das tecnologias para promover a solidariedade.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

"Quantos estudantes talentosos passam silenciosamente pelas nossas salas?" - reflexão de Francilma Éverton sobre cena emblemática de Matilda: O Musical




Essa cena emblemática do filme MATILDA: O MUSICAL, da Netflix, encontrei no Linkedin da professora Francilma Éverton, junto de uma poderosa frase reflexiva: "Quantos estudantes talentosos passam silenciosamente pelas nossas salas?"
De fato, quantos de nós, professores, conseguem descobrir talentos natos entre seus alunos? Eu, particularmente, tenho conseguido perceber jovens talentosos, até pelo fato de ser, além de professor, escritor e poeta, com uma relação profunda com a arte e a cultura. Muitos alunos que desenham, escrevem prosa e poesia, que gostam de dança, música, esportes, etc.
Muito aluno, aparentemente dispersivo [e eu fui assim] tem algum um talento, e fica viajando noutra dimensão, quando sentado numa sala de aula convencional. Saber identificar esses talentos, e, mais que isso, proporcionar a todos essas descobertas, é um papel social da escola, entre tantos, como o da interação e socialização entre diferentes, da formação pata a cidadania e para o mundo, etc.
Abaixo, trailer do filme:

MATILDA: O MUSICAL



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sexta-feira, 17 de julho de 2026

O banqueiro anarquista: as "ficções sociais" de Fernando Pessoa em diálogo com as "realidades imaginárias" de Yuval Harari




A imagem de Fernando Pessoa ilustra vídeo-análise "Ler +. Ler Melhor - 'O Banqueiro Anarquista', de Fernando Pessoa" por Arnaldo Saraiva, via RTP, em 2011, tratando de um conto intrigante, irônico e paradoxal de Fernando, uma pessoa singular, sempre falando no plural, que li na adolescência e muito me impactou, trazendo diversos conceitos instigantes como o de 'FICÇÕES SOCIAIS", que são valores metafísicos que incorporamos ao cotidiano como o Estado, A Família, a Religião, e a maior delas, o Dinheiro, além da Pátria, a Arte e a Estética, a Cultura, a Tradição, a Filosofia, as Fronteiras, os Sonhos, os Desejos, etc. E que movem a humanidade desde sempre.
Recomendo o vídeo de Arnaldo Saraiva, no link, logo a seguir:

LER +. LER MELHOR - O BANQUEIRO ANARQUISTA, DE FERNANDO PESSOA

Já, na maturidade, ao ler algumas obras de Yuval Harari [Sapiens, Homo Deus, etc] e principalmente seu conceito de 'REALIDADES IMAGINÁRIAS" [link logo a seguir], foi impossível não ter uma experiência intertextual com a obra de Pessoa, pois são conceitos que dialogam e se assemelham, conforme vídeo a seguir, na descrição que Harari faz do que pra ele seriam essas "realidade imaginárias" que fizeram a humanidade deixar de ser meros primatas ou caçadores-coletores e dominarem o fogo, inventarem a roda, e evoluírem através das revoluções tecnológicas [Homo Deus], e isso que ele nem se debruçou à época sobre a IA [inteligência artificial] que ainda engatinhava, e mais se encaixava em temas de sci-fi [ficção científica]. Coisas que nos unem e são imaginárias: bandeiras [pedaços de pano que unem pessoas], fronteiras [a maioria imaginária que separam povos], moedas [atribuímos a metal, papel, cartão, pix e outros meios de escambo, valor de compra], etc.

REALIDADES IMAGINÁRIAS: Por que os humanos lideram o mundo? [Fala impressionante de Harari sobre conceitos como: Cooperação, Flexibilidade e Inteligência Coletiva

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quarta-feira, 15 de julho de 2026

O portão e a escada: divertida metáfora do que é Ideologia [visões diversas sobre um mesmo mundo]




O vídeo "Be patience whe you watching this" [Tenha paciência ao assistir a isso], encontrei no Instagram e é uma peça de humor que se presta a diversas interpretações. Sobre linguagem, filosofia e sociologia.
No vídeo em questão, comparo-o ao conceito de IDEOLOGIA [visão de mundo]. Cada uma das moças tem a sua, mas o mundo é maior do que cada um consegue observar. Todos veem o mundo e a realidade a partir de seu ponto de vista, sua cultura, história e vida. Por isso, tal vídeo serve para discutirmos o conceito de "ideologia" a partir de um toque de humor. Cada um quer passar a escada de seu jeito, menos do mais prático e objetivo, pois a ideologia, muitas vezes, é a tentativa de um impor uma visão ao outro. No vídeo, pelas caras e bocas, não se sabe se a [última, que não chega a contribuir com alguma ação, apenas vê as tentativas infrutíveras das demais, percebe um jeito diferente e objetivo de transpor o obstáculo, ou se chegando lá também tentaria de um jeito insólito atravessar a escada por aquele portão.
Um bom material para aulas de filosofia, sociologia e lógica.

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domingo, 12 de julho de 2026

Tela dividida: uma ideia na mente, uma câmera na mão e uma TV projetando imagens ao fundo [cinema em casa e acervo digital escolar]




Encontrei esse vídeo divertido e criativo no Instagram de D V Productions, monstrando em tela dividida o filme e o making of da criação de um curta-metragem doméstico, em todos os sentidos, bastando ter uma ideia [roteiro], uma câmera e uma TV funcionando como cenário de fundo, passando imagens. Ideia simples e interessante de fazer literalmente um estúdio de cinema em casa, a partir de recursos acessíveis, e que pode servir de inspiração a professores e alunos para produção de vídeos diversos, trabalhos criativos e materiais didáticos.
O audiovisual foi divulgando pela Nikon Índia, mas imaginem só uma aula de geografia, história, literatura, filosofia projetando imagens diversas na TV e professores e alunos podendo ser atores dessa produção Netflix artesanal.
Grande projetos podem nascer de ideias simples, acessíveis e que permitem sua manutenção e reprodução, sem a necessidade de grandes investimentos financeiros. Quantas aulas ficariam mais dinâmicas, com a participação dos alunos na colaboração da produção audiovisual de conteúdos educacionais. Sem falar que o professor e a escola poderiam criar no YouTube um canal, restrito ou aberto, para reunião desse acervo, funcionando como repositório institucional e material para reutilização na sala de aula com outras turmas e professores. Fica a dica: uma tela dividida entre o cinema e a educação!

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Literatura de Cordel na aula de Matemática: canal de vídeos no YouTube e criativa proposta interdisciplinar




A imagem acima é do incrível canal de vídeo no YouTube, intitulado Literatura de Cordel na aula de Matemática, que simplesmente cumpre o que promete, brindando quem visita o local com riquíssimo material audiovisual, artísitico, literário e cultural, numa proposta criativa, original e interdisciplinar.
Conforme apresentação do canal no YouTube: "Este é um espaço que propõem trabalhar com a poesia popular na aula de Matemática. O projeto Literatura de Cordel na aula de Matemática apresenta uma possibilidade para educandos e educadores trabalharem com a poesia popular nas escolas, permitindo por meio desse gênero literário discutir acontecimentos históricos, políticos e sociais no contexto das aulas de Matemática.
Projeto de Pesquisa-Extensão: Literatura de Cordel na Aula de Matemática está licenciado sob CC BY-NC-ND 4.0. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/© 2 por Jonson Ney Dias da Silva"

Abaixo, vídeo em cordel, sobre Pitágoras:



A seguir, link para o referido canal:

LITERATURA DE CORDEL NA AULA DE MATEMÁTICA

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

“Não existem mais brasileiros na seleção”: um olhar chinês sobre o "Meu Brasil, não mais brasileiro", no futebol "algorítmico" atual




Viralizou um vídeo de uma chinesa comentando essa frase emblemática: “Não existem mais brasileiros na seleção” que, apesar de apararentemente contraditória, no sentido sintático, tem profunda coerência no sentido semântico, do significado e sentido das palavras, além do que elas nomeiam, ou dizem.
Como não localizei o vídeo original, reproduzo matéria do perfil Mente Empreendedora, no Instagram, que retoma essa frase. [cliquem ou arrastem a janela para acompanhar os desdobramentos da postagem original]
Ampliando o debate, fica evidenciado que a manchete chinesa não tratava da nacionalidade brasileira entre os jogadores da seleção de futebol do Brasil, mas se referia àquilo que representou, por décadas e inúmeros títulos, o futebol praticado por brasileiros: jinga, drible, irreverência, impresivibilidade, criatividade, originalidade. Ser brasileiro, no futebol, era algo único que todos tentavam imitar, mas só os nativos que conseguiam executar, como Garrincha, Pelé, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, etc.
Hoje, as habilidades [soft skills] que tornaram o chamado "futebol arte" uma característica do jogador brasileiro parece que se perdeu, já que muitos, ainda jovens, vão para o exterior e lá recebem "aulas" de tática [hard skills], perdendo em parte sua espontaneidade. Exemplo máximo, supostamente, é o caso do jovem Endrick, na seleção brasileira, durante a Copa do Mundo de 2026. Alguns comentaristas esportivos indicam que o motivo de o jovem talentoso estar sendo barrado pelo treinador Ancelotti é a indisciplina tática, pois não segue as orientações do Carleto, que pede pra voltar pra marcar, que eclama dele improvisar demais e ser imprevisível taticamente falando.
A seleção atual [salvo Neymar Jr., quando estava em condições de jogo, e Vinícius Jr, em lances ocasionais] não dribla mais, não faz jogadas diferenciadas, parecendo robotizada, sem criatividade, previsível, como na estreia do mundial contra o Marrocos, sendo facilmente dominada e não impondo nenhum perigo ao adversário, exceto quando Vini Jr. fez uma jogada individual e típica do legítimo futebol brasileiro, tão desejado e pouco encontrado. Falta também um pouco de inteligência, não apenas tática, mas emocional aos jogadores brasileiros em geral. Mas esse é um papo logo e futuro, que desenvolverei noutra postagem.
Saindo do campo do esporte e trazendo esse tema para os campos da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, uma pergunta retórica: Será que não estamos cobrando de alunos e colaboradores atitudes algorítmicas, robotizadas, mecanizadas demais [hard skills] e detrimento das habilidades naturais que já possuem [soft skills]? Será que a tática deve se sobrepor à técnica natural, que o resultado deve ter maior importância que o processo em si, que o rigor ao invés do talento, a repetição ao invés da criação? As IAs [inteligências artificiais] estão aí comprovando o quanto tudo ficou muito parecido, sendo copiado à exaustão por modelos de simulação. E o mais paradoxo disso que, escrever bem, por exemplo, é sinal de utilização de IA, não mais uma característica humana. Será que robôs desplugados, desconectados de uma rede de computadores poderá sonhar, imaginar, criar algo do zero?
Fica aqui essa provocação filosófica, poetica, tecnológica, mercadológica para que RHs, professores, alunos, pais, gestores, seja escolares, públicos ou privadas debatam entre si e com seu público específico.

EM TEMPO: Após postagem, um "insight" percorreu meu ser lírico e fiquei a refletir sobre o que "Matou o autêntico futebol brasileiro" e gostaria de ampliar essa provocação filosófica, sociológica e esportiva. Teria sido o excesso de faltas sobre jogadores habilidoso, como Neymar Jr., que abreviam sua carreira ou atuação nos gramados? Ou seria a conivência com a violência por parte da arbitragem? Seria o "politicamenet correto" levado para os gramados, de não poder "humilhar" com dribles os adversários, que acabam se irritando e agredindo jogadores dribladores, que acabam sendo intimidados pelos chamados "pernas de pau" ou voluntariosos sem talento igual? A falta de campinhos de várzea, parques com campos e quadras para a prática de esportes? O videogame e as redes sociais que afastam os jovens da prática da atividade física em geral e dos esporteds em especial? Ou, como dito anteriormente, jovens talentos indo cedo demais para o exterior e sendo moldados por outro estilo de jogo, totalmente diverso do que aqui era praticado? Algumas dúvidas e poucas certezas para contribuir com a discussão.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Fala coloquial: esquete de humor e pequena aula sobre variação linguística




Encontrei no Instagram de Yuri Viana, youtuber e humorista, esse vídeo hilário, criativo e original relativo à FALA COLOQUIAL que serve para introdução a uma aula sobre variação linguística no tempo e espaço, da diacronia [processo histórico] à sincronia [processo linguístico em curso], além de outras questões como sotaque, pronúncia das palavras, regionalismos, gírias, jargões e muito mais que compõem o painel das variações: regionais, socioculturais e situacionais.
Se a língua não fosse uma ferramenta viva de interação e comunicação social, ainda estaríamos falando como no passado, conforme o vídeo bem demonstra, com todos os maneirismos e expressões, hoje consideradas antiquadas, arcaicas, anacrônicas.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.