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segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Estamos mais conectados do que nunca, mas a que custo? 📱🕸️ [redes sociais digitais e as teias da hiperconexão]
O avassalador curta-metragem de animação, intitulado "Estamos mais conectados do que nunca, mas a que custo?", encontrei no Linkedin de José Carlos Teixeira, especialista em tecnologia, recursos humanos e logística; curador do site Empreenda e Viva Bem.
Como bem destaca José Carlos: "A animação deste vídeo traz uma reflexão visual poderosa sobre a nossa relação atual com as telas. Fios invisíveis parecem nos prender aos smartphones e notebooks, criando uma barreira que nos afasta do que realmente importa: as pessoas que estão fisicamente ao nosso lado. O curta ilustra uma dura realidade: pais fisicamente presentes, mas mentalmente ausentes. Vemos momentos em família sendo substituídos pelo brilho das telas e a luta exaustiva para resgatar a atenção de quem está imerso no digital".
Teixeira ainda destaca que "a tecnologia deve existir para potencializar nossas vidas e facilitar conexões, não para nos isolar ou robotizar nossas interações diárias. Precisamos humanizar não apenas o software que desenvolvemos e utilizamos, mas também a forma como consumimos o ambiente digital."
De fato, é preciso preservar a saúde e o bem-estar dos usários frente aos maquinários cada vez mais sofisticados, com telas hipnóticas e rolagem infinita que estimulam a dopamina, como uma iemnsa teia de aranha, snedo os usuários moscas presas em seu emaranhado digital.
Um audiovisual que serve para debate na família, na escola, no trabalho e na sociedade em geral sobre a hiperconexão e os impactos sociais, psicológicos, escolares, mentais e profissionais.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Tempestade: quando a arte e a criatividade humanas precisam provar que não são feitas por inteligência artificial #clipe #coreografia
O incrível clipe STORM [Tempestade] do rapper Yung Lean, com direção de Romain Gavras [2026], possui uma coroegrafia tão impressionante que foi acusado por alguns de ter sido produzido por inteligência artificial [IA], por conta da sintonia e sincronia dos dançarinos e essa obra-prima do GENER8ION [trocadilho alfabético e numérico com a expressão Generation], dos 4 minutos e 20 segundos até os 7 minutos e 04 segundos. Um verdadeiro CALEDOSCÓPIO vivo, que parece até ilusão de ótica, mas é pura magia e arte viva.
Para responder a seus detratores, o rapper resolveu reproduzir ao vivo, no VMAs 2026, a genial dança coreografada, sendo um marco para que possamos refletir sobre arte, cultura, autenticidade e simulação, não apenas na dança e na música, mas também no cinema, na literatura e todas as formas de talento humanos, hoje sob suspeita de manipulação digital.
Vejam a seguir o vídeo feito AO VIVO, para comprovar a genialidade da coreografia [a escrita corporal]:
Muitas pessoas têm sido acusadas de usar IA em suas obras, das mais variadas áreas, e nem sempre essas têm a oportunidade de fazer como Yung Lean. Eu mesmo, José Antônio Klaes Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, professor de Língua Portuguesa, Literatura e Filosofia, quando jovem, nos anos 80, fiquei em segundo lugar num concurso de redações, e só vim a saber, 20 anos depois, por comentário de uma integrante da banca julgadora, que meu texto foi considerado muito acima do nível de um jovem adolescente, e que, por não ter na época como checar se era plágio, pois não existia Google, fiquei com o prêmio de consolação de 2º lugar.
Ainda não existem formas fidedignas de comprovar que uma obra é produzida por IA, e quantas outras pessoas acabam sendo acusadas de um uso indevido que não fizeram. Somente pelo somatório de obras é que se pode perceber se é simulação ou genialidade. Um professor, um mesre, um capataz, um supervisor, com o tempo, consegue distinguir o talento da mera cópia, sem a necessidade de nenhum aplicativo. Só pela intuição, bom senso e olhar crítico. O brainstorm [a tempestade de ideias] que surge quando um mestre incentiva seus discípulos a exercitarem sua criatividade.
Parabéns a Yung Lean e ao GENER8ION pela concepção e execução de movimentos incríveis e extremamente criativos, frutos de uma inteligência natural.
Em tempo: Após publicar essa postagem, encontrei um video [Storm II] em ângulo mais aberto que demonstra toda a complexidade da apresentaçaõ e a torna mais genial ainda. Vejam a seguir:
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quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Pão e Circo: cena de aula sobre ditaduras no filme "O Homem Duplicado" #CinEducacao
A cena de The Enemy [O Homem Duplicado], filme de 2014, inspirado e adaptado do livro homônimo de José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura, é um daqueles momentos do cinema que serve para diversos recortes.
A cena em questão, é um bom material para reflexões inter e multidisciplinares, principalmente em aulas de Filosofia, Sociologia, Literatura e Língua Portuguesa [interpretação e produção textual].
Um bom repertório para redação. Uma alusão ao conceito "Paõ e Circo" do império romanco da Antiguidade, que parece-me, na contemporaneidade estar sendo substituído apenas pelo "Circo" das redes sociais digitais e seus algoritmos que privilegiam discursos de ódio, banalidades [do mal], cultura inútil em detrimento do conhecimento geral oferecido pelos verdadeiros influenciadores: professores, escritores, cientistas, pesquisadores etc.
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sábado, 26 de setembro de 2026
Como lidar com problemas de forma clara, direta e objetiva: paródia de cinema de ação e breve reflexão sobre o cotidiano
O vídeo "Perseguição no telhado (paródia de Cassino Royale) | O Retorno de Johnny English [2011]", busquei no YouTube, após ver postagem com a referida cena no Instagram de Entrelinhas da Mente [vídeo logo abaixo], propondo reflexão sobre "Quando o problema é o mesmo, mas sua forma de lidar com ele mudou", já que no referido audiovisual, numa comédia de erros, o espião Johnny English parodia os filmes de James Bond, perseguindo um suspeito que faz dezenas de acrobacias para fugir, enquanto Johnny vai por caminhos mais simples: ao invés dos movimentos arrojados do Le Parkour, simplesmente vai abrindo portas, usando elevadores etc.
Paralelo a isso, saindo do mundo da ficção e adentrando ao plano da realidade, precisamos ser mais diretos, objetos, práticos em nossas ações, sejam elas de escrita de uma Redação dissertativa-argumentativa para o ENEM, como na elaboração de um projeto, uma campanha, uma atividade, uma ação individual ou coletiva, usando o tempo e o espaço ao nosso favor e não dificultando ou colocando em rsico a própria integridade física e mental e a dos que conosco convivem.
Sejamos, portanto, mais Johnny English, nesse olhar pragmático de tempo e espaço, e nem tanto mirabolantes como o suspeito, saindo de forma atabalhoadas, pulando fases, atropelando tudo pelo caminho. Otimizemos o tempo, racionalizemos o espaço, planejamos as metodologias que facilitem nossa didática.
A seguir a cena reduzida, enquanto no alto da postagem esta a cena completa:
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segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Desconectado: clipe que parece curta e é pequena declaração de amor ao cinema e à vida
O videoclipe Disconnected [2012], da banda Keane, é um daqueles momentos que é um primor de realização audiovisual, além de um tributo ao cinema noir e de suspense e terror, valendo-se de uma narrativa visual criativa e divertida. Um material que indico no projeto CLIPES QUE PARECEM CURTAS, inciado por mim, editor do Educa Tube Brasil, em 2011, de usar esses vídeos que parecem histórias curtas para despertar no alunado o senso crítico, a interpretação textual e a escrita criativa.
A história contada e cantada mostra um casal, aparentemente desconectado um do outro, numa mansão assombrada pelas memórias de ambos, quando se tornaram fasntasmas um para o outro, um matando o amor do outro, um tentando enterrar esse "cadáver" vivo, de um amor que se desconetou com o tempo. No fim, tudo era um sonho, premonição, ou aviso do inconsciente que remete, não apenas a arte e cultra, ao cinema e à literatura, mas à filosofia, sociologia e psicologia.
Um clipe genial que teve no comentário de @kfactor09, no YouTube, há 9 anos a seguinte análise primorosa que replico logo a seguir:
"Esse vídeo é simplesmente genial. A maneira como revelam por que os dois estão em planos de existência diferentes é metaforicamente linda. Ele está tentando chegar até ela, mas ela está sempre fugindo e colocando barreiras atrás de si. Você acha que ele é apenas uma pessoa/marido ruim, mas o fato é que foi ela quem o “matou” e ele é quem não sabe que foi morto por ela. No final, você entende que a tentativa dele de voltar a ficar com ela é uma forma de assombrá-la pelo que ela fez. Mais uma vez, simplesmente genial" [Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com].
Usar recursos audiovisuais, mídias e TIC ao fazer pedagógico podem ser grandes aliados do educador do século XXI.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Valores, limites e lições de vida: (NÃO) Preciso do seu amor, mas não abro mão do seu respeito
O vídeo (NÃO) Preciso do seu amor, mas não abro mão do seu respeito é um precioso, divertido e relevante material para tratar de valores e limites na educação, seja no âmbito familiar, escolar, profissional e/ou social. Rossandro Klinjey, psicólogo, palestrante e escritor, que possui o dom da oratória e da retórica nos brinda com breves reflexões e profundas lições de vida, a partir da própria experiência e do passado com sua mãe. Amar, verbo intransitivo, é um exercício de ensino-aprendizagem constante.
Quem lida com o público, quem atua na educação, sabem bem o quanto a falta de valores e limites impactam na formação de crianças e jovens, repercutindo na fase adulta, do quanto saber se impor, educar pelo exemplo, ser um espelho e uma referência nessa memória afetiva é fundamental para o bom desenvolvimento de pessoas e cidadãos.
Abaixo, um pouco do histórico de Rossandro, extreído de seu perfil na rede social Linkedin:
Rossandro Klinjey é psicólogo, professor convidado do curso de Felicidade da UNICAMP e do Mestrado em Psicologia Organizacional da PUC-RS. Além disso, é consultor em educação e desenvolvimento humano, contando com mais de 5 milhões de seguidores em suas redes sociais.
É autor de sete livros, incluindo os mais recentes: As Quatro Estações da Alma, escrito em parceria com o filósofo e amigo Mario Sergio Cortella, obra indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura, e Vamos Conversar sobre Felicidade, coautoria com Lúcia Helena Galvão e Vanessa Rodrigues.
Rossandro atua como consultor da Rede Globo em temas relacionados a comportamento, educação e família. É também colunista da Rádio CBN, onde apresenta os quadros semanais O Divã de Todos Nós e Saúde Integral e uma coluna diária Refletir para Viver todas as manhãs no Jornal da CBN.
Com mais de 30 mil alunos em 32 países, Rossandro lidera as imersões do Instituto RK, oferecendo cursos transformadores como Aprendendo a se Amar e Parar de se Sabotar e Alma Leve: Aprendendo a Perdoar e Perdoar-se.
Em 2021, fundou a Educa, uma iniciativa voltada para o desenvolvimento de competências socioemocionais em alunos, pais e educadores, promovendo uma educação mais humana e integradora em centenas de escolas do pais.
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terça-feira, 25 de agosto de 2026
Machado de Assis Sincerão: por uma literatura filosófica e por uma filosofia poética, com sutileza, elegância e fina ironia
Encontrei essa postagem sobre Machado de Assis, o grande escritor brasileiro, no Instagram de Pense Filosofia BR e considero um interessante material para entender o contento de vida e de obra do "Bruxo do Cosme Velho", que mesmo contra tudo e contra todos, conseguiu ser o "Sincerão" com elegância, sutileza, fina ironia e humor inteligente se impor num mundo dominado por valores contraditórios. A obra de Machado de Assis abarca temas complexos como racismo, preconceito, discriminação, machismo, moralidade, falso moralismo, ética, filosofia, desigualdade social etc. Seus contos e romances são uma radiografia do século XIX, ainda presente estruturalmente em grande parte no século XXI, e que servem como repertórios socioculturais para vestibular, ENEM, concursos etc.
A obra de Machado de Assis envolve uma filosofia poética e uma literatura filosófica, pois é influenciada pelos textos clássicos de literatura e pelos grandes conceitos filosóficos que circulavam ao seu tempo, refletindo a realidade na ficção. Ler Machado de Assis é essencial para conhecer esse Brasil brasileiro, país continental que se recusa a ser Nação.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2026
As transformações educacionais e sociais: da máquina de escrever até a inteligência artificial por Jose Manuel Moran [do analógico ao digital]
Encontrei o vídeo Internet e IA, primeiro no Linkedin do professor, escritor, pesquisador e palestrante José Manuel Moran - espanhol por nascimento, brasileiro por adoção - e depois localizei no YouTube, para compartilhá-lo em meu blog educacional.
O vídeo em questão, considero tanto uma viagem no tempo, como uma breve história do uso das mídias e tecnologias da informação e da comunicação [TIC] na educação. Digo isso, pois a história do professor Moran se funde e confunde com a utilização das mídias e TIC na educação, principalmente pra mim, pois desde que passei a utilizá-las, como educador, uma de minhas principais referências na área foi justamente o prof. Moran, e, desde então, acompanho seu trabalho, projetos, vídeos e reflexões. Uma história viva de amor à educação, da troca de saberes e de experiências de vida e de trabalho, do tempo da máquina de escrever, hoje peça de museu, até a badalada IA. Seu depoimento é motivador às novas gerações de professores, por toda dedicação e bagagem sociocultural. Ótimo para uma aula inaugural. Praticamente um memorial de vida exemplar e de excelência.
Tomei a liberdade de copiar, logo a seguir, a manifestação escrita do prof. Moran no Linkedin, apresentando o referido vídeo que recomendo a todos os educadores, sejam pais ou professores, pis são questões e indagações necessárias e relevantes a todos nós:
"Refletindo sobre a minha trajetória de quase 40 anos na pesquisa em mídias e educação — desde a máquina de escrever até a descoberta da internet na USP, e agora com o avanço acelerado da Inteligência Artificial —, percebo que estamos vivendo uma transição sem precedentes.
A IA nos dá respostas instantâneas, mas a educação é sobre encontros, projetos de vida e vínculos reais. O gargalo do aprendizado hoje não é a falta de tecnologia, mas a escassez de espaço para a escuta, a empatia e a pedagogia da pergunta. A tecnologia é o meio. A transformação das pessoas é o fim. A IA traz eficiência, personalização e apoio 24/7. Mas ela não sente, não acolhe e não lidera com empatia. A transformação real acontece no equilíbrio: usar a inteligência da máquina para potencializar a sensibilidade, o pensamento crítico e a conexão humana.
Se muitos alunos confiam mais na IA do que nos seus pais e professores, onde estamos errando? 🤔
É necessário focar na educação básica e no desenvolvimento de competências humanas sólidas: aprender a pensar criticamente, saber avaliar informações, ler, escrever e fazer perguntas profundas.
Usar tecnologia de ponta com uma mentalidade atrasada não gera inovação. Precisamos de mais professores, líderes e educadores preparados para guiar pessoas em um mundo incerto.
Aprender é um projeto para a vida inteira, utilizando o melhor do potencial tecnológico para expandir e iluminar todo o potencial humano!
O futuro da aprendizagem é humano, híbrido e contínuo; construído agora, de mãos dadas entre a criatividade, o afeto e os valores fundamentais".
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segunda-feira, 17 de agosto de 2026
A Inteligência Artificial dominará o mundo? [Esquete de humor e ótima crítica social a partir de esquete impagável]
Encontrei esse vídeo incrível sobre se "As Inteligências artificiais dominarão o mundo", no Instagram de Lara Santana [atriz, humorista e triatleta], que interpreta quatros IAs que dialogam entre si, com frases hilárias e profunda crítica social ao momento em que vivemos. A parte que uma das IAs comenta que o seu usuário queria saber dela a própria opinião do filme que ele assistiu é o retrato de boa parte das pessoas que terceirizou os neurônios, delegando tudo às inteligências artificiais, robotizando a mente, e automatizando ao extremo a vida.
Um bom material para debater as implicações das tecnologias e a valorização da criatividade humana num mundo cada vez mais mecanizado. Uma bela crítica social e filosófica.
Eu, particularmente, creio que é uma nova revolução tecnológica, que como as outras [invenção da imprensa, carvão como força motriz, petróleo, energia elétrica, automação, robótica, computação, internet] extinguirá profissões e criará outras. Se a bolha das IAs estourará , como alguns especialistas dizem, pelo consumo extremo de água pelas datacenters e o impacto ambiente disso tudo, só aguardando pra ver. O que penso é que uma ferramenta tão poderosa não poderia ficar na mão de megacorporações, pelo impacto que elas podem ter no processo civilizatório e humano. Mas isso já é ponto de pauta pra um outro debate.
Abaixo, link para o canal de vídeo no YouTube de Lara:
LARA SANTANA - YOUTUBE
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sábado, 15 de agosto de 2026
[Brincando... de viver?]: plano-sequência artesanal simulando a vida e o passar do tempo em seriado [trabalho em equipe magistral]
Fazia um bom tempo que tinha visto esse incrível plano-sequência Kidding - The inside stuff [Brincadeira – Os bastidores], em tela dividida, mostrando os bastidores da criação, no Instagram de Caverna de Toth, mas não o localizava mais, até que descobrindo o nome do seriado Kidding [série de comédia dramática de 2018, protagonizada pelo ator Jim Carrey], encontrei o referido audiovisual [em tela dividida e em tela cheia] no YouTube e os divulgo agora nesta postagem com uma breve reflexão sobre a vida, o viver, o cinema, a arte, o trabalho e o cotidiano.
No primeiro momento, cabe a análise na perspectiva cinematográfica, do quanto uma obra precisa de uma equipe técnica de apoio nos bastidores para que a ilusão da sétima arte dê a sensação de realidade, por verossimilhança. O chamado Making off, em tela dividida demonstra esses efeitos visuais, feitos de forma artesanal para dar a impressão de lapsos de tempo, mudanças cronológicas amplas, ainda que tudo seja criado num mesmo espaço e tempo. Uma sequência genial que precisa ser planejada em cada detalhe para que o resultado seja magistral.
No segundo momento, a reflexão sobre o planejamento e organização que um professor deve ter em relação a cada aula, roteirizando sua metodologia e didática para que ambas causem um efeito especial no alunado. Os recursos digitais são aliados, meios, jamais o fim em si mesmo, pois do contrário, o resultado esperado não será atingido. Há que se tratar a sala de aula como um palco em que todos os participantes, mestre e alunos, são atores sociais, desempenhando um papel: que a informação gere conhecimento através das trocas de saberes e de experiências de vida.
Por fim, o terceiro momento, a reflexão sobre o mundo do trabalho e a importância fundamental do trabalho em equipe para o efetivo desempenho de uma profissão. Hoje, tudo está conectado, interligados, no sentido do maquinário [hardwares] e procedimentos [softwares], mas e os trabalhadores, colaboradores estão no mesmo ritmo que os algoritmos das máquinas? A etiqueta profissional, as habilidades e competências para o exercício daquela profissão estão sendo atingidos? Estão sendo oferecidos cursos de qualificação? Está bem remuneração e com condições de saúde física e mental o trabalhador em geral?
Não dá pra "Brincar de viver", ou viver numa eterna simulação, como um jogo. É preciso que o plano-sequência da vida também esteja em acordo com o projeto de vida de cada um, envolvendo as dimensões pessoais, sociais e profissionais. Para isso, requer pessoas que sejam diretores, conduzindo esse processo que envolve diversas pessoas num mesmo ambiente, seja ele familiar, escolar, laboral ou social. Fica aqui essa breve reflexão e provocação artística, filosófica e sociológica.
Para complementar esta postagem, indico o videoclipe da canção "Brincar de viver" [1983], com letra de Guilherme Arantes e interpretação de Maria Bethância:
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sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Uma Vida Contigo: campanha "Help", mais que comercial de seguros; comovente lição de vida
Uma criativa campanha publicitária, intutilada Uma Vida Contigo, para companhia de segura espanhola, valendo-se da letra da canção "Help", dos Beatles de fundo, ilustrada por cenas de dois irmãos já idosos que compartilham o mesmo espaço durante a velhice. Mais que um comercial de empresa de seguros, cada detalhe desse curta-metragem fala com o espectador, valorizando a amizade, os momentos juntos de quem se ama, da solidariedade e muito mais.
Viver bem a vida e pensar no futuro, além de uma apólice de seguro, é aproveitar o próprio viver, principalmente, incutindo nos jovens a necessidade de planejar o futuro, que parece hoje bem distante, mas que chegará. Educação financeira, poupança, seguro, plano de saúde, convênios etc, são formas de organizar, planejar e otimizar o tempo e a própria existência.
Um vídeo belo, criativo e comovente que se encerra com uma frase poderosa e motivadora: No hay nada más humano que ayudar y ser ayudado. #UnaVidaContigo [Não há nada mais humano do que ajudar e ser ajudado].
Mais um material que encontrei no Instagram de Alberto Lima e que serve pra promover interpretação textual e escrita criativa com jovens e adultos.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2026
"Seja [claro, direto, objetivo e] específico": cena do filme "Fenômeno" e breve reflexão sobre redação para o ENEM
Essa cena emblemática e divertida do filme "Fenômeno" [1996], com John Travolta, é ótima para promover uam reflexão sobre a forma de se expressar de forma clara, direta e objetiva que pede a Redação dissertativa-argumentativa para o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio, promovido pelo MEC - Ministério da Educação do Brasil.
Seja específico, deveria ser um critério para muitas profissões, e principalmente para a escrita argumentativa, evitando duviedades [duplos sentidos], rodeios desnecessários, falta de clareza e de objetividade, pois não bastar dizer, é preciso convencer [pela lógica e racionalidade] e/ou persuadir [pela emoção e bagagem sociocultural] o leitor ou interlocutor.
Sempre digo aos meus alunos que um texto deve ser composto, antes de tudo, por ideias. As palavras estão a serviço das ideias. Textos com muitas palavras e poucas ideias, ou ideias confusas, mal organizadas, sem estrutura adequada, sem de difícil compreensão. Ainda mais que se tem até 30 linhas para expor uma tese [ideia/opinião], a partir de um tema e problema, indicando as origens desse problema, contextualizando-o. Além disso, é preciso demonstrar entendimento do tema e propor uma intervenção, tudo de forma clara, direta e objetiva, sendo o mais específico possível. Para isso existem os argumentos, os conectivos que ligam as partes do texto para manter a coesão, os repertórios socioculturais pra apresentação de exemplos específicos ao leitor, dando à redação uma unidade [coerência].
Na cena em questão, o entrevistador faz perguntar generalizantes e o entrevistado pede que seja mais específico para quem possa responder de forma adequada. Transpondo essa peça de ficção para o plano real, fica aqui essa "dica" aos estudantes que pretendem participar do ENEM, vestibular, concurso público etc. Não basta dizer algo [enunciar], é preciso ter um estilo e algo relevante a dizer [enunciação].
Em tempo: O filme "O Fenômeno", de 1996, ou seja, feito há três décadas, é ótimo Cine Pipoca, que recomendo aos educadores para tratar de linguagem, produção e interpretação textual. Abaixo o trailer do referido filme:
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quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Dicionário do Ranço Docente: seis palavras e expressões muito utilizadas pelo sistema educacional para esconder suas falhas
Essa postagem, intitulada DICIONÁRIO DO RANÇO DOCENTE, encontrei no Instagram dos professores DigiProfe e Jeferson Costa, faz uma dura e necessária crítica e, talvez, autocrítica, ao sistema educacional e a alguns professores que a utilizam em excesso, de forma eufemística, para esconder as falhas do próprio sistema e culpa os professores pela falta de investimentos, infraestrutura, valorização profissional, capacitação continuada e remuneração adequada. Palavras-chave e expressões como: RESILIÊNCIA; DOMÍNIO DE TURMA; INOVAÇÃO; AMOR À PROFISSÃO; HORÁRIO FLEXÍVEL e ALINHAMENTO.
A postagem é autoexplicativa, reflexiva, provocativa e necessária para abrir o debate sobre a escola como espelho da sociedade. Que os graves problemas da educação brasileira, dentre eles a falta de docentes, é fruto, muitas vezes, de gestão, de investimentos e de culpar o lado mais fraco dessa relação. Sem falar nos ataques de extremistas à autonomia de cátedra, as falácias de doutrinação do alunado [qual bancada de professores existe em alguma câmara de vereadores, assembléia legislativa ou Congresso Nacional pra justificar essa alegação infundada?] e outras situações que levam muitas vezes o professor à depressão e ao bournout, analisando isso em escala nacional.
Faltaram outras palavras, como: PROJETO; ACOLHIMENTO; EMPATIA; INCLUSÃO; ALTERIDADE, que representam boas intenções carecendo de investimentos estruturais para chegarem ao plano da execução efetiva.
Uma postagem para se ler, reler, divulgar, debater e cobrar das autoridades e candidatos que colocam nos seus discursos a palavra EDUCAÇÃO como prioridade, mas que na prática ainda está muito longe de efetivamente ser sociológica e filosoficamente tornada prioritária.
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terça-feira, 11 de agosto de 2026
A banalidade do mal: de Hannah Arendt às fake news e algoritmos da rede social digital [pausa para reflexão]
Uma instigante e necessária reflexão e provocação que encontrei no Instagram de Thaysa Canosa, fundadora do entre.nos.lab, sobre um tema por demais conhecido, mas nem sempre compreendido que é o conceito de BANALIDADE DO MAL, cunhado pela filósofa Hannah Arendt, em seu livro Einschmann em Jerusalém, depois de assistir ao julgamento do carrasco nazista e seu comportamento inesperado e longo do estereótipo do sociopata ou psicopata, mas de alguém que decidiu não pensar, não contestar ordens superiores, que se dizia apenas um burocrata, cumpridor de seu dever com o Estado, país.
Ainda que psicólogos contemporâneos, hoje, contestem essa tese, dizendo que o criminoso nazista manipulou o jukgamento e até Arendt, as ideias da pensadora ainda são válidas no contetxo geral, do chamado "cidadão de bem", de boa-fé, crédulo, que acreditar estar fazendo o bem, ao seguir diretrizes que podem ser doutrinação, manipulação, desinformação, alienação.
Hannah nos faz pensar sobre o próprio ato de PENSAR, base da moderna filosofia: se importar mais com as perguntas do que com as respostas; buscar vários pontos de vista antes de firmar opinião; de aceitar o ponto de vista do outro, quando seus argumentos forem válidos; de não se deixar levar por paixões, tentando ser mais lógico e racional do que passional; de não ficar atrelado ao espírito de grupo, de tribo, mas conseguir ver no estranho, no estrangeiro, alguém apenas diverso, mas nem tanto diferente de nós, etc.
Breve vídeo que serve para introdução a uma aula multidisciplinar de filosofia, sociologia e história...
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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domingo, 9 de agosto de 2026
Redes digitais e crítica social por meio de propaganda atemporal e universal [conexões e contextualizações]
Mais uma propaganda genial para a IKEA [empresa de móveis e decoração] que serve para uma poderosa crítica às redes sociais digitais a partir de uma contemporização e contextualização, transpondo o conceito de rede social do século XXI para o século XVIII.
No material divulgado por Alberto Lima no Instagram, consta o título sugestivo de que IKEA TRANSFORMOU UM HÁBITO MODERNO NUMA CRÍTICA SOCIAL.
Imaginem se os produtores de conteúdo digital de hoje viajassem para o tempo da corte francesa, e se tornassem um pintor de fatos do cotidiano, no caso, naturezas mortas, como fazem hoje os influencers, fotografando pratos de comida etc, e essa tela fosse compartilhada presencialmente com todos de porta em porta, de casa em casa, para receber o sinal de aprovação [ou famoso dedo de "certinho", como os emoticons das redes digitais].
É uma peça de humor inteligente e crítica social ao fato de que resgistramos hoje as banalidades, mais do que conteúdos relevantes, deixando as pessoas com quem convivemos de lado. A conexão é com ilustres desconhecidos, e nem sempre com que está ao nosso lado. Um ótimo material pra aulas de filosofia e sociologia, entre outras.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 8 de agosto de 2026
Você pertence ou apenas se adapta aos espaços sociais em que convive e interage? Mais que uma pergunta, uma filosofia de vida!
O vídeo incrível que descobri no Instagram de Sol Moraes, com o sugestivo título de VOCÊ PERTENCE OU APENAS SE ADAPTA é um convite à reflexão sobre textos e contextos, sobre pessoas e lugares, sobre sensações e sentimentos e muito mais a partir de sucessão de imagens sem nenhuma palavra, a partir de linguagem universal e atemporal.
Como destaca Sol Moraes, na apresentação do vídeo: "Há lugares em que você consegue ficar, mas não consegue existir".
Pertencer e Adaptar-se são situações bem diversas, e que nos fazem pensar muito mais do que apenas lugares físicos, mas filosofias de vida. E que remete a conceitos como Inclusão e Interação. O primeiro é integrar-se a um meio e o segundo a ser tolerado, nem sempre estar integrado. Algo profundo que encaminha para outrso conceitos como Igualdade e Equidade. O primeiro, que significa tratar a todos de forma igual, inclusive os desiguais; já, o segundo, pressupõe adaptações para equilibrar as desigualdades, sejam sociais, físicas, intelectuais etc.
Na natureza, há o exmeplo mais nítidos de diversos animais que pertecenem a ela, inclusive seres humanos, como os povos originários; enquanto os colonizadores são aqueles que tentam se adaptar ao clima, local, costumes.
Para Sol, pertencer é chegar inteiro; adaptar-se, geralmente, indica a perda de parte em prol do outro, digo eu. Há, por aí, quintais e quintanares, poeticamente falando. Nem todos os locais são abrigo, alguns podem ser cavernas. Entretanto, muitos podem ser a acolhida que necessitamos. Tudo depende da soma de diversos fatores culturais e sociais.
Com as mudanças climáticas, parece que não pertencemos mais a esse mundo,e apenas tentamos nos adaptar para sobreviver.
Um vídeo simples, criativo e profundamente filosófico, que permite diversas possibilidades de uso em dinâmicas de grupo, formação profissional, atividades coletivas, artísticas etc.
E você? Pertence ou se adapta, seja à família, à escola, ao trabalho, à sociedade, ao mundo?
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Entre o texto e o contexto: a faixa de chegada como metáfora dos limites do meu entendimento comigo e com o mundo
O vídeo de humor que intitulei "Entre o texto e o contexto: a faixa de chegada como metáfora dos limites do meu entendimento" encontrei no Instagram de Arthur do Marketing é uma peça de humor que se presta a diversas interpretações.
Do ponto de vista literal, ser como crítica àqueles que confundem tempos e espaços, faixas amareladas de restrição com faixas de chegada de uma corrida. A situação corriqueira de uma corredora desatenta que faz toda essa confusão, comemorando a chegada de uma corrida contra si mesma sem perceber que se trata de um espaço isolado de um crime reflete o cidadão comum e também seu senso comum, confundindo "alhos com bugalhos", como diz a sabedoria popular.
Do ponto de vista semântica, da busca pelo significado das palavras, das ideias, dos termos de uma oração, seja ela visual, escrita, falada, fotografada, filmada, pintada etc, é entender a função que a linguagem possui, além da mera referencial [remeter a algo], mas também emotiva, poética, apelativa etc. Além do sentido figurado que as palavras possuem: irônico, metafórico, simbólico... Ou mais amplo, um sentido filosófico, ideológico, espirtual, ético, moral, social...
Interpretar o que palavras e imagens oferecem é uma competência para o século XXI, povoado de recursos tecnológicos que criam uma pós-verdade, confundindo o real com o fake. Saber não superinterpretar textos também é necessário, sem atribuir a uma obra, seja qual for, valores, ideias, conceitos que ao tempo da produção não existiam, é outra necessidade básica do leitor do século XXI; que não dá mais boa noite para o William Bonner, diante da TV ligada no telejornal, porém, conversa com chatbot [IA] como se estivesse tratando e convivendo com um ser humano.
Compreender que nenhuma linguagem é isenta, toda ela é todada de camadas e mais camadas do eu no mundo, de suas influências culturais, é essencial. Por isso que, desde 2009, este blog educacional sem fins lucrativos se vale de audiovisuais diversos para passar mensagens relevantes que podem ser adaptadas à educação de professores e alunos, como clipes, curtas, cenas de filmes, propagandas, slides, animações etc, abrindo um leque de possibilidades, não apenas sintáticas, mas, principalmente, semânticas. Assim sendo, a metáfora é uma das figuras de linguagem que permite a ampliação dos limites do meu entendimento comigo e com o mundo. Vemos o mundo na perspectiva do local e do tempo em que estamos, de preferência, em diálogo com outros tempos, espaços e sujeitos.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 26 de julho de 2026
Produto, consumo, hábito e nostalgia: como a Globo ensinou algo importante nessa Copa do Mundo, por meio da CazéTV, no YouTube
O vídeo GLOBO ensinou algo importante nessa Copa! de P.H. Santos, comunicador e crítico de Cinema de Fortaleza [CE], Brasil, em seu canal no YouTube, traz uma análise interessante sobre "PRODUTO, CONSUMO, HÁBITOS E NOSTALGIA", durante a Copa do Mundo 2026, nos Estados Unidos, a partir da observaçãod e alguns padrões que foram mudando durante a competição, seja das empresas de comunicação [Globo, CazéTV, SBT, etc], seja com os comunicadores em geral: de um padrão global que se viu frente á reeverência e humor sem limites, além do merchandising extremo das casas de apostas e tudo mais.
P.H. foi muito feliz em afirmar algumas coisas como "produto se reconquista, hábito, não", em relação a forma de ver TV, desde então. E, digo eu, assim como na pandemia, eliminou a resistência às videochamadas e compras online, a Copa do Mundo na CazéTV mudou o jeito de ver e fazer TV, seja com delay ou piada reversa, excesso de publicidade, narração em volume alto, choque de gerações e muito mais. Entretanto, tambpem provou que há público pra tudo: de jovem a nostálgico.
Mais que isso, certos influencers digitais aceleram, direta ou indiretamente, medidas políticas, antes travadas no Congresso Nacional, como foi o documentário do Felca sobre o abuso contra crianças e jovens, e agora o exagero da CazéTV e Virgínia com a divulgação extrema das chamadas Bets.
Como disse alguém: quando o produto é gratuito, você, consumidor, que é o produto!
A análise de P.H. é relevante pra discutir justamente a criticidade que deve ser mantida, para não nos tornarmos meros expectadores passivos. Expectadores críticos podem fazer com que medidas sejam tomadas em prol do interesse público, e essa Copa das Bets comprovou isso. E que existem públicos diversos por mais que se tente padrozinar um tipo de situação. E essa postagem não se refere apenas a futebol.
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quinta-feira, 23 de julho de 2026
"A natureza não precisa de pessoas. As pessoas precisam da natureza para sobreviver": o discurso-testamento do eterno Indiana Jones
"A natureza nao precisa de pessoas. As pessoas precisam da natureza para sobreviver", eis fragmento de fala potente e preciosa de Harrison Ford, o eterno Indiana Jones, Han Solo, Blade Runner, entre outras personagens emblemáticas do cinema, ao receber o título de Doutor Honoris Causa da Arizona State University, em maio de 2026, perante mais de 14 mil formandos. [ativem as legendas e a tradução nos ícones no canto inferior direito da janela de exibição do vídeo no YouTube]
Ford, aos 83 anos, chama os jovens do presente à ação, num discurso-testamento, como bem destaca Sebastião Faria Jr., no Linkedin, onde inicialmente vi o vídeo e depois o busquei no Instagram do Terragora e, por fim, no YouTube.
A fala de Harrison é um legado de um grande ator que viveu papéis incríveis no cinema e que não esquece de suas origens, e que procura dar uma lição de vida àqueles que serão os grandes atores sociais de um futuro não tão distante. Preservar a natureza, que não depende de nós, mas que por causa de nossas ações está demonstrando seu desconforto por meio de aquecimento global, mudanças climáticas, desastres naturais etc, que poderiam ser evitado, se medidas necessárias fossem tomadas. Como uma floresta, cada pessoa é uma pequena árvore, que solitária só produz sombra naquele local, mas juntas foram um ecossistema poderoso. Assim são as pessoas, e Ford deixa claro isso ao afirmar já no início de sua fala que "Sua geração tem mais poder do que vocês imaginam", ao comentar anteriormente que a geração dele deixou um mundo numa bagunça. Esse choque e diálogo de gerações é fundamental em casa, na sala de aula, no trabalho e na sociedade em geral. Cada um assumindo seu papel social em prol da preservação da natureza, nosso único lar possível em todo o universo.
Outras frases poderosas de Ford: "A humanidade faz parte da natureza, não está acima dela"; "Defendam quem não pode se defender"; "Vão mudar o mundo".
Harrison, ao receber o "título de doutorado honorário em Artes e Letras Humanas em reconhecimento à sua influência cultural global", proferiu discurso de mais de dez minutos, destacados aqui em apenas dois minutos [recorte no YouTube] de profunda reflexão para que professores possam trabalhar em sala de aula esse material audiovisual em diversos temas e atividades, sejam ambientais, filosóficas, sociais, educacionais. O ator veterano, ao final de sua fala, incentivou os jovens ali presentes a seguirem em busca de seus sonhos para transformar o mundo, preservando a natureza.
Observação:
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