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quarta-feira, 27 de julho de 2016
Zap: Como fazer uma luminária de garrafa de vidro com criatividade, simplicidade e sustentabilidade
O vídeo acima, Como fazer uma luminária de garrafa - Faça Você Mesmo, descobri nos vídeos correlatos do You Tube, enquanto assistia a outro e achei incrível, por mostrar uma "idea luminosa" em apenas 50 segundos. Algo que remete aquele quadro da TV: Se Vira nos 30, justamente propondo mostrar algo criativo e diferenciado em poucos segundos.
No caso do vídeo em questão, posso dizer que é mais um para a série informal que este educador e blog têm destacado, de "a simplicidade que permite a continuidade", ou seja, a reciclagem de ideias e produtos.
Uma ideia luminosa, sim, a de transformar uma garrafa de vidro em uma luminária sustentável, que além de eficiente é de uma beleza surpreendente. E tudo que é preciso: uma garrafa, tinta spray de uso geral, fita crepe, rolha e "pisca-pisca".
Um vídeo da série "Faça Você Mesmo" que permite iluminar a casa com muito mais estilo mesmo!
Na educação, as coisas podem ser assim, ideias luminosas reutilizando materiais, reciclando ideias, sendo criativo e sustentável com poucas coisas, sucatas, descartes, adaptando-os, seja numa oficina de reciclagem, numa aula de educação ambiental, ou outra atividade.
O meio ambiente agradece e outros educadores idem, pelas ideias luminosas que proporcionam uns aos outros.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Impressionante animação dos 60 anos de lixo espacial se acumulando em torno da Terra
O vídeo acima Space Debris: 1957 - 2015, trata-se de impressionante animação criada pelo astrônomo Stuart Grey, da University College London, usando dados sobre a localização precisa de cada pedaço de lixo espacial em space-track.org.
Conforme o portal Gizmodo: Quando "União Soviética lançou o Sputnik 1 – o primeiro satélite artificial – em 1957, ele não só marcou o início da era espacial, mas o início de uma tradição de lixo espacial". Desde então, através da animação é possível ter a dimensão do que os demais voos da corrida espacial criar em torno da Terra: um verdadeira cinturão de lixo tecnológico.
Aqui no planeta também, nos rios, mares, nas florestas, nas grandes cidades, o lixo produzido é cada vez mais, fruto de um modelo consumista e descartável, e os lixões, mesmo sendo substituídos pelos aterros sanitários, se mal localizados, próximos ao lençol freático, a rios e mares é algo preocupante.
Ainda, de acordo com o Gizmodo: "Em 2007, o número de peças rastreáveis de lixo espacial – que variam de fragmentos com o tamanho de uma maçã até motores de foguetes – havia ultrapassado 9.000. Naquele ano, um teste de míssil balístico chinês explodiu, acrescentando outros 2.000 ao enxame.
A partir de 2012, mais de 23.000 objetos maiores do que 5 cm de diâmetro estavam sendo monitorados pela Rede de Vigilância Espacial dos Estados Unidos. O número objetos com mais de 1 cm, que incluem desde parafusos perdidos até manchas de tinta, já ultrapassou meio milhão".
Apesar disso, existem algumas ideias para tratar disso, como o link abaixo:
Japão lançará uma rede gigante em órbita para coletar lixo espacial
Para ler a matéria do Gizmodo na íntegra, basta clicar no link a seguir:
Assista a 60 anos de lixo espacial se acumulando em torno da Terra
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Historia do lixo e a reciclagem nos dias atuais
O vídeo acima, Historia do lixo e a reciclagem nos dias atuais, trata-se de um interessante trabalho sobre a reciclagem, que aborda temas como a historia do lixo, tempo de decomposição dos materiais e sobre as vantagens da reciclagem, com informação e bom humor, e descobri visitando o blog educacional De Tudo Um Pouco, da colega e amiga Janaína Costa, de Belém, PA, Brasil, que segundo sua editora, blog este criado sob inspiração do Educa Tube, de reunir vídeos e materiais diversos de e para educadores.
O vídeo sobre a História do Lixo e a Reciclagem é um ótimo material para trabalhar com alunos noções de meio ambiente e educação ambiental. E serve para refletir, principalmente a relação entre aumento populacional e aumento da produção de lixo, pois estão intimamente relacionados, como se siameses fossem, pois o modelo de vida atual é calcado por demais no consumo sem maiores reflexões sobre a sustentabilidade e a reciclagem. As empresas produzem e as pessoas consomem... Em um prosaico lanche com meu filho, certa vez, contei mais de 10 materiais de lixo entre embalagens de papel, embalagens plásticas e outros resíduos, a maioria deles que poderia ser dispensada, se adotado outro modelo, menos visual de brinquedos e embalagens coloridas. Mas o brinquedo é que força a criança a querer este tipo de lanche, nem sempre saudável. Vivemos um tempo de tecnologia de ponta, cada vez mais sofisticada, mas que gera muito lixo eletrônico, nem sempre descartado de forma adequada, poluindo com seus metais pesados o solo, o lençol freático, o leito dos rios...
Um vídeo para ver, debater, divulgar e refletir junto à comunidade escolar o impacto do "Lixo Nosso de Cada Dia".
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Obsolescência Programada e a Sociedade de Consumo (documentário: Comprar, jogar fora, comprar)
O vídeo acima, trata-se do documentário "COMPRAR TIRAR COMPRAR: A história secreta da Obsolência Programada", rodado na Espanha, França, Alemanha, Estados Unidos e Gana, fruto de 3 anos de investigações, e que é quase uma aula de História, tratando do conceito de Obsolescência Programada, que nada mais é do que, como o próprio nome indica, a redução a vida útil de equipamento, utensílio ou qualquer coisa fabricada para ser comercializada, já na sua origem, promovendo indiretamente o consumo e a descartabilidade.
Um ótimo material para debater na comunidade escolar sobre justamente a sociedade de consumo em que somos peças de uma engrenagem maior, e que serve como reflexão até para o processo de ensino-aprendizagem, que deve ser algo duradouro e não frágil e descartável.
O vídeo inicia com as comemorações dos bombeiros em Livermore (EUA) para a durabilidade de uma lâmpada que funciona desde 1901. Devido a esta resistência e durabilidade, anos depois, inventores e engenheiros foram forçados a criar coisas mais frágeis...
Em 1924, na cidade de Genebra (Suíça), se reúnem fabricantes de lâmpadas para reduzir tecnicamente sua vida útil... O cartel força as empresas fabricarem lâmpadas mais frágeis. Quem desrespeitasse e ultrapasse o limite imposto era severamente multado, conforme documentos descobertos por historiador. Sociedades anônimas tornando-se sociedades secretas?
Em 1940 conseguiram atingir limite de 1.000 horas de vida útil, quando poderia ser mais de 2.500, desde a sua invenção.
E a lâmpada, que fora símbolo da ideia e da inovação, acaba tornando-se simbolo da obsolência programada, conforme depoimento. Uma ideia e um conceito que nas décadas seguintes, pós-guerra, tornou-se uma instituição: da obsolescência programada, da descartabilidade das coisas e das pessoas...
As impressoras começaram a ser desenhadas para falhar... A obsolência programada surgiu junto com a produção em massa e a sociedade de consumo. "Um artigo que não se desgasta é uma tragédia para os negócios", declara um texto em jornal de 1928. As pessoas começam a comprar por consumo e não por necessidade... O conceito de Obsolência Programada surge em 1929, criado por Bernard London, como um fim para a crise que se instaurou. E mesmo passado o período da Depressão, tal conceito e seus efeitos permaneceram até a atualidade.
Atualmente as impressoras com chip são programadas para determinado número de cópias e depois são bloqueadas. Já passei por situação assim, e consegui reviver uma impressora em bom estado de conservação, mas considerada sem conserto por diversos técnicos (que também me sugeriram comprar uma nova), graças a um amigo que além de trabalhar com informática, conhecia eletrônica. Até hoje ela está em pleno uso...
Um dos momentos mais interessante do documentário é quando mostra cenas de filme britânico de 1951: The Man in the White Suit (O Homem do Terno Branco), em que um inventor é perseguido por colegas, patrões e empregados por conta de sua invenção revolucionária, que acabaria com a descartabilidade das roupas e promoveria suposta demissão em massa nas fábricas.
As cenas com as meias de nylon super resistentes, que conseguiam rebocar até um carro por outro, e que saíram de circulação justamente por isso, substituídas por meias mais frágeis, lembra-me outros dois documentários: Da Servidão Moderna e Quem matou o carro elétrico?
Em contrapartida, o vídeo sobre Obsolescência Programada demonstra como este processo é mais ocidental, pois durante a Guerra Fria, nos países atrás da Cortina de Ferro, o que era incentivado era justamente o oposto: a durabilidade das coisas, por causa da crise econômica, já que lá tudo era feito para durar o máximo possível. Irônico o jogo de palavras que fui levado a pensar: consumismo versus comunismo. Mais em sentido econômico do que ideológico, embora cada qual tenha a sua ideologia por trás de suas ações e reações.
Para finalizar, o vídeo mostra como são tratados os resíduos (o lixo eletrônico) junto ao meio ambiente, em Gana, na África, sem nenhuma reciclagem. Lixo eletrônico até de empresas que dizem respeitar o meio ambiente, pelo menos em sua publicidade.
Enfim, um documentário que me remete a outros vídeos, já destacados pelo Educa Tube, como A História das Coisas, de Annie Leonard; o desenho animado Dr. Desperdício (Mr. Waste, de 1973) da Arca do Zé Colmeia (e as minhas primeiras noções de educação ambiental, quando ainda garoto nos anos 1970) e o filme Kinky Boots (Fábrica de Sonhos) que trata também, em parte, (quando da confecção de sapatos) desta sociedade de consumo em que vivemos (vejam links e resenhas).
Conforme o referido documentário, "a sociedade do crescimento precisa motivar o consumo..." E este consumo é programado. Neste contexto, a infância é um de seus maiores focos do mercado e da publicidade, já demonstrou isso outro documentário chamado Criança, a alma do negócio.
De tudo isso, serve o consolo de que um outro modelo de civilização e de mundo é possível (e que existe tecnologia para tal, faltando justamente o caráter social), através de algumas ações como de Warner Phillips e outros mais, que mudam essa lógica perversa...
Como bem declara Michael Braungart, autor de Cradle to Cradle: "A natureza não produz resíduos e sim nutrientes". Um outro ciclo. "Nada se cria, tudo se transforma", disse Lavoisier, séculos atrás. Nós, humanos, produzimos cada vez mais lixo, fruto de um modelo consumista. Mas é possível mudar, transformar, reciclar tudo isso, desde que mude a mentalidade, a começar pelas gerações que estão vindo e que herdarão este presente (de grego).
Abaixo apresentação do vídeo no You Tube:
OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA
Baterias que 'morrem' após 18 meses de ser estreadas, impressoras que bloqueiam ao chegar a um número determinado de impressões, lâmpadas que se fundem às mil horas... Porque, apesar dos avanços tecnológicos, os produtos de consumo duram cada vez menos?
O canal 2 da Televisão Espanhola e RTVE.es transmitem "Comprar, deitar fora, comprar" um documentário que nos revela o segredo: obsolescência programada, o motor da economia moderna.
Rodado em Espanha, França, Alemanha, Estados Unidos e Gana, "Comprar, deitar fora, comprar" percorre a história de uma prática empresarial que consiste na redução deliberada da vida de um produto para incrementar o seu consumo porque, como já publicava em 1928 uma influente revista de publicidade norte-americana, "um artigo que não se desgasta é uma tragédia para os negócios".
O documentário, realizado por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela Televisão Espanhola, é o resultado de três anos de investigação, faz uso de imagens de arquivo pouco conhecidas; junta provas documentais e mostra as desastrosas consequências para o meio ambiente que derivam desta prática. Também apresenta diversos exemplos do espírito de resistência que está a crescer entre os consumidores e recolhe a análise e a opinião de economistas, desenhadores e intelectuais que propõem vias alternativas para salvar economia e meio ambiente.
UMA LÂMPADA NA ORIGEM DA OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA
Edison pôs à venda a sua primeira lâmpada em 1881. Durava 1500 horas. Em 1911 um anúncio na imprensa espanhola destacava as mais-valias duma marca de lâmpadas com uma duração certificada de 2500 horas. Porém, como se revela no documentário, em 1924 um cartel que agrupava os principais fabricantes da Europa e Estados Unidos pactuou limitar a vida útil das lâmpadas eléctricas a 1000 horas. Este cartel chamou-se Phoebus e oficialmente nunca existiu porém em "Comprar, deitar fora, comprar" é-nos mostrado o documento que supõe que seja o ponto de partida da obsolescência programada, que se aplica hoje a produtos eletrónicos de última geração como impressoras ou iPods e que se aplicou também na indústria têxtil com a conseguinte desaparição das meias de vidro à prova de rasgões.
CONSUMIDORES REBELDES NA ERA DA INTERNET
Através da história da caducidade programada, o documentário pinta também um fresco da história da Economia dos últimos cem anos e aponta um dado interessante: a mudança de atitude nos consumidores graças ao uso das redes sociais e Internet. O caso dos irmãos Neistat, o do programador informático Vitaly Kiselev ou o catalão Marcos López, dão boa conta disto.
ÁFRICA, VAZADOURO ELETRÔNICO DO PRIMEIRO MUNDO
Este "usar e deitar fora" constante tem graves consequências ambientais. Como vemos neste trabalho de investigação, países como o Gana estão a converter-se na lixeira electrónica do primeiro mundo. Ali chegam periodicamente centenas de contentores carregados de resíduos a coberto duma etiqueta que diz 'material em segunda mão' e duma suposta contribuição para reduzir o fosso digital mas que acabam por ocupar o espaço dos rios ou os campos de jogos das crianças.
Mas para além da denuncia, o documentário trata de dar visibilidade a empreendedores que põem em prática novos modelos de negócio e escuta as alternativas propostas por intelectuais como Serge Latouche, que diz empreender a revolução do 'decrescimento', da redução do consumo e a produção para liberar tempo e desenvolver outras formas de riqueza, como a amizade ou o conhecimento, que não se esgotam ao usá-las.
(Tradução livre do texto de SUSANA RODRÍGUEZ 04.01.2011).
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Midway: mensagem de volta
MIDWAY : trailer : a film by Chris Jordan from Midway on Vimeo.
O comovente e impactante vídeo acima, trata-se de trailer de projeto e filme chamado Midway: mensagem de volta, e foi indicação via e-mail do professor Robert Betito, do IFRS - Campus Rio Grande, da cidade do Rio Grande - RS - Brasil, que o utilizou com seus alunos.
O Educa Tube agradece ao prof. Betito por socializar este e outros materiais que contribuem para o debate de temas da atualidade.
Apenas este trailer, por si só, já é avassalador para abordar questões como meio ambiente, consumismo, lixo, água, educação ambiental, sociedade, civilização etc, por mostrar o que ocorre com pássaros na ilha de Midway (meio do caminho entre os EUA e a Ásia), onde as aves estão morrendo por ingestão de plástico e outros materiais, resultado do lixo que chega ao oceano.
As impressionantes imagens me fizeram lembrar de uma fotografia no Facebook, questionando justamente a expressão "Meio ambiente", pelo fato que nosso nível de consumo e de descaso com a natureza já comprometeu, justamente metade de tudo isso, pois isso mesmo se chama MEIO... ambiente (vide abaixo).
Abaixo, foto que encontrei no Facebook, do navio encalhado, em 19/09/2012, em São José do Norte, RS, Brasil, por conta de ventos de mais de 114 km/h, depois de três dias de chuva constante na região. O desequilíbrio e a força da natureza simulando cenas de filmes de ficção.
Para se pensar na ação da nossa civilização no meio ambiente. O meio do caminho para as futuras gerações. Eis a "MENSAGEM DE VOLTA" que a natureza está nos enviando a cada dia. Não é uma simples mensagem dentro de uma garrafa, mas as próprias garrafas PET, o plástico, todo o lixo que produzimos, não reciclamos e nem o descartamos de forma correta, nos trazendo uma sombria mensagem de alerta. Ainda dá tempo de corrigir este desequilíbrio e enviar aos nossos filhos e netos outras mensagens em garrafas menos poluidoras e danosas ao meio do caminho (MIDWAY) e ao MEIO Ambiente...
Para refletir também sobre nosso papel social, enquanto educadores, sobre este modelo calcado no petróleo (e seus derivados, dentre eles o plástico), que são os donos do poder e responsáveis pelo caos que se instaurou neste mundo aliados à indústria de armamentos (que não interessa em mundo em paz) e as montadores de carros (que precisam vender mais e mais), que precisam de borracha e asfalto para estradas, e por ai vai este ciclo vicioso, onde existe mais carros que ruas, engarrafamentos, poluição e tudo mais. Existem outras alternativas, mas estes "donos do mundo" comandam este processo civilizatório, predatório...
A seguir, apresentação do trailer do filme Midway, no Vimeo:
O projeto do filme MIDWAY é uma viagem visual poderosa ao coração de uma espantosa tragédia ambiental. Em uma das ilhas mais remotas do planeta, dezenas de milhares de albatrozes bebês estão mortos no chão, seus corpos cheios de plástico do lixão do Pacífico. Voltando para a ilha durante vários anos, a nossa equipa está a assistir os ciclos da vida e da morte destas aves como uma metáfora de múltiplas camadas para os nossos tempos. Com o fotógrafo Chris Jordan como nosso guia, andamos através do horror e da tristeza, de frente para a imensidão da tragédia e de nossa cumplicidade. E neste processo, encontramos uma rota inesperada para uma experiência transformadora de beleza, compreensão e aceitação.
Fora dos modelos estilísticos tradicionais de filmes ambientais ou documentais, MIDWAY vai levar os telespectadores a uma visita guiada para as profundezas de seus próprios espíritos, entregando uma mensagem profunda de reverência e amor que já está atingindo um público de dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo.
A produção do longa-metragem "Midway" continua até 2012.
Chris Jordan - Diretor / Produtor Stephanie Levy - Produtor Terry Tempest Williams - Escritor Janeiro Vozenilek - O diretor de fotografia Rob Mathes - Compositor Jim Hurst - Localização som Joseph Schweers - Câmera Manuel Maqueda - Conselheiro
Para mais informações: MidwayFilm.com Para doar: midwayfilm.com / donate.html Midway Projeto blog, detalhes da equipe, vídeos diários de produção: MidwayJourney.com Facebook - por trás das cenas, fotos mais recentes atualizações Facebook.com / MidwayJourney Twitter: ! twitter.com / # midwayjourney / Youtube: youtube.com / journeytomidway
Vejam também, dentro deste projeto, o vídeo abaixo, Midway: praia de plástico:
MIDWAY - Plastic Beach from Midway on Vimeo.
Abaixo, apresentação do vídeo no Vimeo (tradução livre, Google Chrome):Na mitologia grega, Sísifo era um rei que foi amaldiçoado para rolar uma enorme pedra montanha acima, só para vê-la rolar para baixo, e repetir este por toda a eternidade.
A limpeza da praia em Midway Atoll nos fez sentir como Sísifo.
Há milhões de toneladas de plásticos presentes em nossos oceanos, e estes são constantemente fragmentando em pedaços cada vez menores, que estão espalhadas por toda a coluna de água e do presente, em diferentes densidades, ao longo de todos os oceanos do mundo.
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, não há ilhas visíveis de lixo em qualquer lugar - mesmo que algumas áreas, os giros, acumulam maiores densidades de poluição por plástico. Na realidade, o que está acontecendo é muito mais complexo e assustador: nossos oceanos estão se tornando uma sopa planetária misturado com plástico.
Para fazer coisa pior, esses pequenos pedaços de plástico são acumuladores químicos extremamente poderosas para poluentes persistentes orgânicos presentes na água do mar ambiente como DDE e PCB. Toda a cadeia alimentar, a partir de invertebrados de filtragem para os mamíferos marinhos estão comendo animais de plástico e / ou outros que têm de plástico neles. Isto significa que nós somos. Assim como os albatrozes em Midway, realizamos a mancha de lixo dentro de nós.
Limpar essa bagunça não é viável, tecnicamente ou economicamente. Mesmo se todos os barcos do mundo fossem postos à tarefa de alguma forma, a limpeza não só removeria os plásticos, mas também o plâncton, que é a base da cadeia alimentar, e é responsável por capturar metade do CO2 da atmosfera e meia geração do oxigênio que precisamos para respirar.
Mas, mesmo que este problema fosse resolvido também de alguma forma, a quantidade de plástico que poderia capturar, com um custo imenso, seria uma gota no balde, em comparação com a quantidade que flui para dentro do mar a cada dia.
Não importa o quanto a gente empurrar, em termos de tecnologia ou dinheiro, a pedra vai estar rolando de volta para baixo do morro, por toda a eternidade, a menos que pare de colocar plásticos mais em nosso ambiente.
A boa notícia é que nós podemos fazer isso. Podemos fazer isso agora. Precisamos começar um movimento social que se espalha de forma viral e cria uma massa crítica de cidadãos interessados que se comprometem a se afastar de nossos hábitos descartáveis, e que levantar a voz para rejeitar e reverter a cultura do descartável que pode ser rentável, mas cujas conseqüências são intoleráveis .
Vídeo por: Jan Vozenilek / Escrito e narrado por: Manuel Maqueda / Música por Lien Christen itsnotaviolin.com / MidwayFilm.com
Assistam também o vídeo, Midway: água plástica:
MIDWAY - Plastic Water from Midway on Vimeo.
Apresentação do vídeo no Vimeo:
Os cientistas dizem que o plástico agora supera plâncton 6-1 na Grande Mancha de Lixo do Pacífico. A lagoa do atol de Midway é o laboratório perfeito para testemunhar todos os tamanhos de plástico lentamente quebrar em pedaços cada vez menores. Uma variedade de plástico encalha nas praias diariamente, mas não antes de alguns peixes local fazer uma refeição dele.
Vídeo por: Jan Vozenilek / Locução: Victoria Sloan Jordão / Música por Lien Christen itsnotaviolin.com / MidwayFilm.com
domingo, 15 de julho de 2012
Um oceano de plástico: o lixão do Pacífico (televisão e educação)
A imagem acima, encontrei no Facebook e trouxe para ilustrar esta postagem que apresenta a reportagem (vídeo abaixo), Um oceano de plástico: a sujeira sse acumula no Lixão do Pacífico, veiculada no Programa Fantástico, da Rede Globo, Rio de Janeiro - RJ - Brasil e indicado via email pelo professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio Grande. Nesta imagem, uma metáfora do verdadeiro ditado de "varrer toda a sujeira para debaixo do tapete", no caso, o tapete aqui é o próprio oceano, pacífico demais.
Segundo apresentação do vídeo no You Tube: "Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso.
Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás."
Imaginem só, um lixão em pleno oceano, cuja soma seria maior que os estados de SP, RJ, MG e GO. O Oceano é Pacífico, mas não podemos, enquanto humanidade, ficarmos tão pacíficos a esta situação.
Um ótimo material para trabalhar conceitos de meio ambiente e educação ambiental na comunidade escolar. Para refletir nosso papel enquanto produtores de lixo e mais lixo, da questão da reciclagem e do modo de vida da atual sociedade.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Lixo Extraordinário (documentário)

O incrível documentário, vídeo e imagem acima, chamado de Lixo Extraordinário, foi indicação feita pela colega Dileta Peres, do Curso de Técnico em Meio Ambiente, do Colégio Estadual Lemos Júnior, da cidade do Rio Grande - RS - Brasil; e pode ser visitado no link abaixo:
LIXO EXTRAORDINÁRIO
SINOPSE:
Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.
SOBRE A DIRETORA:
Lucy Walker usa técnicas da dramaturgia fílmica para fazer documentários, buscando
personagens memoráveis em mundos que, outrora, seriam completamente fechados a ela.
Além de Lixo Extraordinário , Lucy Walker dirigiu outro documentário que estreou no
Festival de Sundance, “2010: Countdown to zero”, um filme aterrorizante sobre a atual
ameaça de terrorismo e proliferação nuclear.
Seu filme anterior, “Blindsight”, estreou em Toronto e recebeu prêmios do público na
Berlinale - Panorama Publikumspreis, Ghent, AFI e festival de Palm Spring, e indicações de Melhor Documentário no Grierson Awards 2007 e no British Independent Film Awards.
“Blindsight” segue a jornada emocional de seis adolescentes tibetanos cegos que escalam o lado norte do Monte Everest com o seu herói, o alpinista cego americano Erik Weihenmeyer, e com o professor Sabriye Tenberken, que fundou a Braille Sem Fronteiras, a única escola para cegos no Tibete.
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