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terça-feira, 3 de novembro de 2026
O que realmente me assusta: Frankenstein sente-se humano apenas no Halloween [provocação filosófica e sociológica sobre a inclusão]
O vídeo Frankenstein - What really scares me [O que realmente me assusta] é um curta-metragem de animação por IA [inteligência artificial] de Simon Weyer [2026], bem criativo e provocador, pois com humor e leveza toca em temas complexos e delicados como inclusão e solidão, a partir da figura do monstro Frankenstein, que não é aceito pelos demais.
Um audiovisual ue pode servir como metáfora para a inclusão em sentido amplo, seja de neurodivergentes, nerds, solitários etc, que não se enquadram no padrão de normalidade da sociedade, e que, por incrível que pareça, no Halloween sentem-se humanos como os demais, pois são aceitos naquele contexto.
Uma dura crítica à sociedade que fala de igualdade, mas não promove a equidade [o equilíbrio], tampouco a inclusão, que muitas vezes se trata apenas de uma interação, já que requer infraestrutura, pessoal especializado, planejamento, adequação de tempo e espaço, tolerância, empatia, alteridade e muito mais.
Ainda que o curta, inspirado no clássico da litertura gótica de Mary Shelley, não tenha essa proposta, eu, como educador, vejo no vídeo um ótimo recurso para promover debate filosófico, sociológico e pedagógico sobre esses temas: inclusão, neurodivergência, solidão, empatia, planejamento escolar, inteligência emocional etc.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2026
O Departamento das Coisas Esquecidas: curta de animação sobre arquivista idoso que cataloga tudo [memória e esquecimento]
Encontrei nos vídeos correlatos do YouTube esse curta-metragem de animação intitulado The Department Of Forgotten Things [O Departamento das Coisas Esquecidas], criado e dirigido por Nicki Rathore, em 2026, utilizando recursos de IA [inteligência artificial]. Um pequeno audiovisual que considero uma preciosidade por destacar a importância da memória diante do esquecimento; ou seja, envovle também inteligência emocional.
O curta mostra a vida do Sr. Fich, um arquivista idoso que segue sua rotina de catalogar, carimbar e armazenar coisas "esquecíveis" por serem consideradas obsoletas, como: materiais esportivos, utensílios antigos e até sensações raras [paciência, privacidade, atenção, empatia, verdade, curiosidade, escuta ...], até que chega a própria humanidade ou o senso de... diante das virtualidades e digitalidades.
Além da ficção, no plano da realidade, memória e esquecimento travam uma grande batalha em tempos digitais que destroem livros raros após sua digitalização. A burocratização da vida, cada vez mais vivida na esfera digital, a falta de conexão humana e tantas outras coisas que estão sendo esquecidas e tornadas esquecíveis: benzedura, tricô e croché, escrita à mão, manufaturas, alfaiataria, corte e costura, giz, elementos culturais, livro físico, contato com a natureza e outras coisas mais...
Lembro-me de postagem que fiz em 2013, neste blog educacional, sobre palestra ao TED "Aprendendo com um movimento pés-descalços, por Bunker Roy", que já tratava disso, de universidade que foi idealizada e fundada por ele [o indiano Bunker Roy], décadas atrás, em Rajasthan, na Índia, segundo ele: "uma escola extraordinária ensina mulheres e homens do meio rural - muitos deles analfabetos - a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias." E mais que isso: preservar o conhecimento de coisas que com o avanço das tecnologias será perdido se não for preservado pela memória e a história.
De acordo com Roy: "os mais extraordinários conhecimentos e habilidades que as pessoas muito pobres têm, que nunca são trazidos ao conhecimento público, que nunca são identificados, respeitados, aplicados em larga escala" e ai pensou em fundar a Universidade dos Pés-Descalços, uma universidade só para os pobres, resgatando e sistematizando este conhecimento popular, e passando a visitar as aldeias mais pobres da Índia". Uma espécie de biblioteca viva do conhecimento humano.
Vejam a referida palestra no link abaixo:
Aprendendo com um movimento pés-descalços, por Bunker Roy (TED)
E você, caro visitante do Educa Tube Brasil, tem alguma memória familiar preservada em algum departamento pessoal de coisas esquecidas, tipo caderno, caixinha, gaveta, como receita culinária da avó; fotos antigas e amareladas em álbuns; livros, revistas e jornais impressos; brinquedos antigos feitos com sucata; maquinário vintage [mimeógrafo, máquina de escrever, câmera analógica] etc? Comente a respeito.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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domingo, 1 de novembro de 2026
Entrevistando os Monstros que assustam as crianças: curta-metragem de animação em IA impactante, comovedor e surpreendente
Encontrei esse vídeo, MONSTERS – An AI Halloween Short Film made with Kling 4.0, inicialmente em versão legendada no Instagram de Eu Thaynara Morais, sobre Entrevista com os Monstros que assustam as crianças, e que as visitam à noite, mas o final avassalador, impactante e comovedor é também surpreendente, no estilo "plot twist", pois ficamos sabendo que os verdadeiros monstros são outros e mais próximos de nós que imaginamos. [ativem legendas e tradução no YouTube]
Essa poderosa animação em curta-metragem feita por IA [inteligência artificial] foi feita por Simon Meyer, em parceira com as produtoras PROMPTR e NO MORE, e trata da violência contra mulheres e abuso contra crianças dentro dos lares, o local que deveria ser um refúgio e se torna uma prisão em muitas situações. E como fala um dos monstros imaginários: "Criança deveria ter medo do escuro da noite e não da luz do dia". Simbólico, metafórico e tremendamente assustador, diante dos inúmeros casos de violência no mundo real.
Como apresenta Meyer, esse poderá ser o filme mais assustador que você poderá ver no Halloween. E que provoca uma profunda reflexão, principalmente com o dado final: "Uma em quatro crianças no mundo vive com uma mãe que sofreu violência do parceiro no último ano" [dados de 2025, e o curta é de 2026]. Audiovisual, terrivelmente atual, que deveria ser assistido e debatido por todos os educadores, sejam pais ou professores.
Impossível não ficar empático com os monstros imaginários e indignado com os monstros reais, nesse curta retratados.
Acima, a versão original de Meyer, que localizei em seu Linkedin, e abaixo a versão legendada, que encontrei no Instagram de Davision:
EM TEMPO: Complementando esta postagem, resgato uma postagem mais antiga [2013] em que trata de tema semelhante, vide link a seguir:
Os monstros de minha casa: documentário sobre a violência contra a criança
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Tempestade: quando a arte e a criatividade humanas precisam provar que não são feitas por inteligência artificial #clipe #coreografia
O incrível clipe STORM [Tempestade] do rapper Yung Lean, com direção de Romain Gavras [2026], possui uma coroegrafia tão impressionante que foi acusado por alguns de ter sido produzido por inteligência artificial [IA], por conta da sintonia e sincronia dos dançarinos e essa obra-prima do GENER8ION [trocadilho alfabético e numérico com a expressão Generation], dos 4 minutos e 20 segundos até os 7 minutos e 04 segundos. Um verdadeiro CALEDOSCÓPIO vivo, que parece até ilusão de ótica, mas é pura magia e arte viva.
Para responder a seus detratores, o rapper resolveu reproduzir ao vivo, no VMAs 2026, a genial dança coreografada, sendo um marco para que possamos refletir sobre arte, cultura, autenticidade e simulação, não apenas na dança e na música, mas também no cinema, na literatura e todas as formas de talento humanos, hoje sob suspeita de manipulação digital.
Vejam a seguir o vídeo feito AO VIVO, para comprovar a genialidade da coreografia [a escrita corporal]:
Muitas pessoas têm sido acusadas de usar IA em suas obras, das mais variadas áreas, e nem sempre essas têm a oportunidade de fazer como Yung Lean. Eu mesmo, José Antônio Klaes Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, professor de Língua Portuguesa, Literatura e Filosofia, quando jovem, nos anos 80, fiquei em segundo lugar num concurso de redações, e só vim a saber, 20 anos depois, por comentário de uma integrante da banca julgadora, que meu texto foi considerado muito acima do nível de um jovem adolescente, e que, por não ter na época como checar se era plágio, pois não existia Google, fiquei com o prêmio de consolação de 2º lugar.
Ainda não existem formas fidedignas de comprovar que uma obra é produzida por IA, e quantas outras pessoas acabam sendo acusadas de um uso indevido que não fizeram. Somente pelo somatório de obras é que se pode perceber se é simulação ou genialidade. Um professor, um mesre, um capataz, um supervisor, com o tempo, consegue distinguir o talento da mera cópia, sem a necessidade de nenhum aplicativo. Só pela intuição, bom senso e olhar crítico. O brainstorm [a tempestade de ideias] que surge quando um mestre incentiva seus discípulos a exercitarem sua criatividade.
Parabéns a Yung Lean e ao GENER8ION pela concepção e execução de movimentos incríveis e extremamente criativos, frutos de uma inteligência natural.
Em tempo: Após publicar essa postagem, encontrei um video [Storm II] em ângulo mais aberto que demonstra toda a complexidade da apresentaçaõ e a torna mais genial ainda. Vejam a seguir:
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sábado, 29 de agosto de 2026
Google lança simulados interativos e gratuitos com Gemini IA para quem vai fazer o Enem
Notícia que encontrei no Instagram de Tudo Nordeste e vídeo explicativo que busquei no YouTube sobre Google lançar simulados interativos e gratuitos com Gemini IA para quem vai fazer o Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, do MEC - Ministério da Educação do Brasil.
No vídeo explicativo acima, detalha como essa uma ferramenta gratuita de simulados do Enem com Inteligência Artificial funcionará, recursos esse que está disponível no Gemini e no Modo IA da Busca, possibilitando que interessados façam simulados completos ou escolham áreas específicas para estudar. Segundo a apresentação do vídeo, "A IA ainda analisa o desempenho, explica os erros, identifica os pontos que precisam de reforço e ainda cria planos de estudo personalizados e flashcards".
Conforme notícia do Tudo Nordeste:
"Desenvolvida em parceria com a edtech brasileira Akira Enem, a ferramenta reúne questões oficiais de edições anteriores do exame e pode ser utilizada por estudantes de todo o Brasil, sem necessidade de assinatura de planos pagos. O recurso é voltado para questões objetivas e de múltipla escolha e não inclui a redação.
Para acessar o simulado, o estudante pode digitar comandos como “simulado Enem” ou “praticar para o Enem” no Gemini. Também é possível utilizar o recurso pelo Modo IA da Busca. Antes de começar, o aluno pode ativar opções como pistas durante a resolução, feedback imediato sobre os acertos e erros e cronômetro para acompanhar o tempo gasto em cada questão. Ao final, a plataforma apresenta um diagnóstico do desempenho, indicando pontos fortes e conteúdos que precisam de revisão, além de permitir refazer o teste e utilizar recursos como flashcards para reforçar conceitos e fórmulas".
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quinta-feira, 20 de agosto de 2026
As transformações educacionais e sociais: da máquina de escrever até a inteligência artificial por Jose Manuel Moran [do analógico ao digital]
Encontrei o vídeo Internet e IA, primeiro no Linkedin do professor, escritor, pesquisador e palestrante José Manuel Moran - espanhol por nascimento, brasileiro por adoção - e depois localizei no YouTube, para compartilhá-lo em meu blog educacional.
O vídeo em questão, considero tanto uma viagem no tempo, como uma breve história do uso das mídias e tecnologias da informação e da comunicação [TIC] na educação. Digo isso, pois a história do professor Moran se funde e confunde com a utilização das mídias e TIC na educação, principalmente pra mim, pois desde que passei a utilizá-las, como educador, uma de minhas principais referências na área foi justamente o prof. Moran, e, desde então, acompanho seu trabalho, projetos, vídeos e reflexões. Uma história viva de amor à educação, da troca de saberes e de experiências de vida e de trabalho, do tempo da máquina de escrever, hoje peça de museu, até a badalada IA. Seu depoimento é motivador às novas gerações de professores, por toda dedicação e bagagem sociocultural. Ótimo para uma aula inaugural. Praticamente um memorial de vida exemplar e de excelência.
Tomei a liberdade de copiar, logo a seguir, a manifestação escrita do prof. Moran no Linkedin, apresentando o referido vídeo que recomendo a todos os educadores, sejam pais ou professores, pis são questões e indagações necessárias e relevantes a todos nós:
"Refletindo sobre a minha trajetória de quase 40 anos na pesquisa em mídias e educação — desde a máquina de escrever até a descoberta da internet na USP, e agora com o avanço acelerado da Inteligência Artificial —, percebo que estamos vivendo uma transição sem precedentes.
A IA nos dá respostas instantâneas, mas a educação é sobre encontros, projetos de vida e vínculos reais. O gargalo do aprendizado hoje não é a falta de tecnologia, mas a escassez de espaço para a escuta, a empatia e a pedagogia da pergunta. A tecnologia é o meio. A transformação das pessoas é o fim. A IA traz eficiência, personalização e apoio 24/7. Mas ela não sente, não acolhe e não lidera com empatia. A transformação real acontece no equilíbrio: usar a inteligência da máquina para potencializar a sensibilidade, o pensamento crítico e a conexão humana.
Se muitos alunos confiam mais na IA do que nos seus pais e professores, onde estamos errando? 🤔
É necessário focar na educação básica e no desenvolvimento de competências humanas sólidas: aprender a pensar criticamente, saber avaliar informações, ler, escrever e fazer perguntas profundas.
Usar tecnologia de ponta com uma mentalidade atrasada não gera inovação. Precisamos de mais professores, líderes e educadores preparados para guiar pessoas em um mundo incerto.
Aprender é um projeto para a vida inteira, utilizando o melhor do potencial tecnológico para expandir e iluminar todo o potencial humano!
O futuro da aprendizagem é humano, híbrido e contínuo; construído agora, de mãos dadas entre a criatividade, o afeto e os valores fundamentais".
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sábado, 1 de agosto de 2026
"Orgulho, Preconceito e Humor": cinema, paródia e inteligência natural em tempos de vídeos ultrarrealistas produzidos por inteligência artificial
O divertidíssimo vídeo, que encontrei no Instagram de Nelly Miss, produtora de conteúdo digital de São Petersburgo, Rússia, é uma paródia do filme Orgulho e Preconceito, adaptado de obra homônima de Jane Austen. Além disso, é uma criativa peça de humor. Apesar falada em russo, a mescla de cenais do filme com imagens do cotidiano, dão um contexto universal à colagem visual, numa genial edição de imagens.
Num tempo em que se confunde todo tipo de vídeo, como sendo gerado pela IA, já que cada vez mais ficam todos ultrarrealistas e de difícil detecção pelo olhar humano, esse pastiche é hilário, pois fica evidente à primeira vista que se trata apenas de algo produzido pela inteligência natural de um cinéfilo, num recorte de cena cinematográfica sobreposta a cena de uma residência simples.
Abaixo, recorte da icônica cena final, de Pride & Prejudice [2005], que aos 4 minutos é possível encontrar a cena original:
Aproveitando o clima de humor, indico a seguir o vídeo que encontrei no material correlato do YouTube, com o sugestivo título de Se orgulho e preconceito fosse brasileiro, com recortes de cenas sobrepostas a áudios da legítima "Sofrência":
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terça-feira, 14 de julho de 2026
Ainda dá tempo? [criativo vídeo feito por IA replicando cena final de "Vingadores: Ultimato" adaptado à vida de Neymar Jr.]
Ainda dá tempo?, criativo e comovente vídeo feito por IA de Nerd Soul, replicando a cenal final de "Vingadores: Ultimato", da Marvel, adaptado à vida e história de Neymar Jr. no futebol; do adulto Ney conversando primeiro com o adolescente, e depois se dirigindo ao eu do passado, a criança iniciante.
É inegável que Neymar Jr. foi um fenômeno, que atingiu o auge da carreira na versão do cabelo arrepiado, quando jogava pelo Barcelona; e, depois, devido a certas escolhas e seguidas lesões, teve sua carreira abreviada sem conseguir os títulos com a seleção nacional de futebol do Brasil, ou com os demais clubes por onde passou, dentre eles PSG, Al-Hilal.
Talvez, também, tenha faltado ao jogador inteligência emocional pra gerir a carreira.
Como viagem no tempo e obra de arte digital, é uma licença poética, e nunca saberemos. Quem sabe, em 2030, daqui a quatros, seja improvável que ele consiga retomar a carreira em alto nível, pois parece faltar autocontrole e maturidade nesse retorno ao futebol brasileiro.
Todavia, num exercício filosófico, cabe imaginar quantos de nós têm esse diálogo entre o eu do presente e o eu do passado, revendo os sonhos que foram realizados e os que se perderam pelo caminho. Quantos de nós já não teve esse pensamento de voltar no tempo e aconselhar a nossa versão criança sobre o que o futuro nos reserva? Uma bela utilização da inteligência artificial, pelo ultrarrealismo das imagens, pela mensagem e pelo apelo universal e atemporal que pode ser utilizado em aulas de filosofia, educação física, arte, inteligência emocional, etc.
Um ótimo audiovisual para tratar de intertextualidade e promover uma dinâmica entre gestores escolares e públicos com sua equipe de trabalho.
Vejam, a seguir, cena original de Vingadores: Ultimato com o Capitão América envelhecido, que inspirou a releitura com Neymar Jr.:
Logo abaixo, a dublagem feita por Gustavo Machado do referido vídeo:
EM TEMPO: Não passou nem 24 horas da viralização do vídeo de IA com as quatro versões de Neymar Jr., e eis que já surgiu um meme a respeito, uma nova releitura, e o perfil Passou Vazado, no Instagram, compartilhou. E é tremendamente hilário:
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sábado, 11 de julho de 2026
Nenhum algoritmo tem biografia: nenhuma IA superará Dostoiévski sem a sua vivência [filosofia, literatura e tecnologia]
O vídeo que intitulei NENHUM ALGORITMO TEM BIOGRAFIA encontrei no instagram de Mateus Salvadori, professor de Filosofia, que compartilha reflexão do professor e escritor Leandro Karnal sobre as relações entre a tecnologia [Claude IA] e a literatura, a partir da vivência de grandes autores como Dostoiévski, Clarice Lispector, Kafka e outros mais.
Entrecruzando essas três áreas [filosofia, literatura e tecnologia] e de fato, a inteligência artificial [IA] simula a partir do acesso ao banco de dados e acervo de algum mestre, mas é incapaz, por si só, sem experiências humanas, criar algo de fato inovador. Como disse alguém na rede social digital: é um gerador automático de lero-lero. O algoritmo vive se sequências lógicas a partir da análise de repetições. Da linguagem de programação para a arte da escrita há mais coisas entre o céu e a terra que possa supor nossa vã tecnologia, incluindo a mais sofiosticada das IAs que possa surgir. Entre ter inteligência e consciência humana, é preciso ter vivência física, emocional, psicológica humanas, e não creio que algoritmos, que são ótimos simuladores [ferramentas], tal qual espelhos, possam atravessar essa quarta parede, que envolve o sentimento e a vida humana. Na ficção científica, máquinas pensam, pensam que pensam, mas poderão sonhar, ainda que sonhos elétricos, como ironizou Phillip K. Dick em Blade Runner?
Ainda é cedo pra predizer ou prever o futuro, já que "O futuro não é mais como era antigamente", frase celebrizada pela banda larga Legião Urbana, na canção Índios, em 1986, ou seja, há quatro décadas. De lá pra á, sei que muita coisa mudou: IA, internet, drones, TVsmart, streaming, wi-fi, 6G, Full HD, etc. Conceitos e equipamentos que, quando muito, existiam na sci-fi e hoje fazem parte do cotidiano de crianças, jovens e adultos. Porém, nesse "Admirável Mundo Novo" de microchips, datacenters, GPS, etc, ainda há um bom espaço para filosofar, poetar, sonhar...
Leandro foi muito "carnal" [desculpem o trocadilho infame] ao dizer que "Nenhum algoritmo tem biografia", justamente pois a história de vida humana é singular, ainda que em ambientes plurais como os familiares, os escolares, os profissionais, os laborais e outros. Nem gêmeos idênticos pensam e agem da mesma forma. Enquanto formos humanos, como nossos defeitos de "fábrica" e nossas qualidades ampliadas no convívio social, teremos uma esperança de não vivermos numa sociedade extremamente robotizada, inclusive nos sentimentos mais carnais, sensoriais e mundanos que nos fazem ser diferentes e divergentes das máquinas: ciúme, paixão, desejo, esperança, contradição, ousadia, coragem, compaixão...
Ouso dizer que nós, euqnaot humanos, simulamos a outros humanos também numa inteligência emocional: filhos imitam pais aprendendo a falar e caminhar; mestres orientais simulam movimentos da natureza em suas artes marciais; gênios de uma época simulam os clássicos, na filosofia, literaturam ciências. O que seria de Aristóteles sem Platão, e deste sem Sócrates, e do pensamento socrático sem beber na fonte dos pré-socráticos ou filósofos da natureza, que levaram esse nome, justamente por aprenderem as leis básicas que regem o mundo e o universo observando a mãe... Natureza [física, química, biologia, matemática são frutos dessas observações e tentativas de simulação, por experimentação].
Enfim, um pequeno vídeo para uma profunda reflexão nas aulas de Filosofia, Literatura, Arte e outras mais, para provocação sobre a imprevisibilidade humana frente a tentativa de previsibilidade das máquinas.
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quarta-feira, 8 de julho de 2026
A Espécie Fabuladora de Nancy Huston: vídeo resumo de ensaio literário de José A. K. Roig
"A Espécie Fabuladora" trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos. Neste ensaio e vídeo resumo há a análise do livro A ESPÉCIE FABULADORA, da escritora canadense Nancy Huston, que discute diversos aspectos da criação literária, como o conceito de fabulação.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Klaes Roig, recentemente, resolveu utilizar seus textos acadêmicos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação. Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
CANAL EDUCAÇÃO 3D+ - PLAYLIST "LITERATURA"
Observação:
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segunda-feira, 6 de julho de 2026
O paradoxo de Ulisses na Síndrome de Gamboa: vídeo resumo sobre ensaio literário de José A. K. Roig
"O Paradoxo de Ulisses em A Síndrome de Gamboa" trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos.
Neste material há discussão sobre a estética do exílio, numa releitura interessante do clássico de Homero, A Odisseia, revivida na Paris contemporânea por um estudante de literatura, em autoexílio, convivendo com uma cidade invisível, nas sombras e não nas luzes dos cartões postais. Uma crítica social poderosa de Santiago Gamboa, em "A Síndrome de Ulisses", incorporando ao ficto elementos autobiográficos. Um livro que promove uma profunda reflexão entre a superfície das coisas e sua profundidade.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Klaes Roig, recentemente, resolveu utilizar seus textos acadêmicos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação. Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
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sábado, 4 de julho de 2026
A Colocação Pronominal em formato "anime": língua portuguesa, arte visual e inteligência artificial
A Colocação Pronominal em formato "anime": língua portuguesa, arte visual e inteligência artificial é uma forma divertida e criativa de apresentar esse conteúdo da Língua Portuguesa em formato de anime.
José A. K. Roig, editor do blog Educa Tube Brasil [além de professor de Língua Portuguesa e Filosofia no ensino médio], criou, primeiramente, um texto base e depois utilizou o NotebookLM [recurso de IA do Google] para criar um resumo em vídeo, em formato de anime, para chamar a atenção de meus alunos do ensino médio, já que alguns adoram desenhar e são fãs da cultura oriental.
O NotebookLM é um dos recursos digitais que educadores e educandos podem se valer para criar mapa mental, resumo, apresentações de slides, podcast, infográfico, etc.
Observação:
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sexta-feira, 3 de julho de 2026
"O Gaúcho e Seu Arquétipo na obra de Erico Verissimo": ensaio literário de José A.K. Roig [literatura, memória e sociedade]
"O Gaúcho e Seu Arquétipo na obra de Erico Verissimo" trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos.
Neste material há discussão sobre a a obra "O tempo e o vento", do escritor gaúcho Erico Verissimo, em paralelo com a análise de sua autobiografia "Solo de clarineta" e a figura do gaúcho típico espelhada em seus familiares mais próximos.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
E tem se debruçado sobre a obra de Erico Verissimo desde a especialização em História do Rio Grande do Sul: sociedade, política e cultura; depois no mestrado e, por fim, no doutorado em letras, sempre relacionando a ficção em paralelo com a autobiografia do escritor gaúcho, nascido em Cruz Alta, Rio Grande do Sul.
Klaes Roig, recentemente, resolveu utilizar seus textos acadêmicos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação. Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
CANAL EDUCAÇÃO 3D+ - PLAYLIST "LITERATURA"
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Adélia Prado e o encontro entre o corpo e a alma: ensaio literário by José A.K. Roig
Adélia Prado e o encontro entre corpo e alma trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos.
Neste material há discussão sobre a reconstituição de época promovida por uma mulher do século XX sobre uma figura histórica da antiguidade romana, num exercício de metaficção histórica.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Recentemente resolveu utilizar os textos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação. Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
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Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
domingo, 28 de junho de 2026
Memórias de Adriano e a Metaficção de Marguerite Yourcenar by José A. K. Roig [História e Literatura]
Memórias de Adriano e a Metaficção de Marguerite Yourcenar trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos.
Neste material há discussão sobre a reconstituição de época promovida por uma mulher do século XX sobre uma figura histórica da antiguidade romana, num exercício de metaficção histórica.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Recentemente resolveu utilizar os textos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação.
Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
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Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
A questão autoral em Borges e Pessoa: metalinguagens e intertextualidades by José A. K. Roig
A questão autoral em Borges e Pessoa: metalinguagens e intertextualidades trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, adaptado via vídeo resumo pelo recurso de IA do Google, denominado NotebookLM, que cria apresentações e animações a partir de textos complexos e completos.
Neste material há discussão sobre a influência da literatura inglesa na vida e obra de Jorge Luis Borges e de Fernando Pessoa, de forma resumida, abordada em texto escrito de literatura comparada.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Recentemente resolveu utilizar os textos, em média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, por meio de apresentações digitais. Futuramente pretende reunir os textos originais [na versão integral] em livro [físico ou e-book] para publicação.
Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados, pelo link a seguir:
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quarta-feira, 24 de junho de 2026
"O Uruguai" como antecipador de movimentos literários: vídeo resumo de ensaio literário by José A. K. Roig [História e Literatura]
O Uruguai como antecipador de movimentos literários, trata-se de ensaio literário produzido por José Antônio Klaes Roig, analisando a obra de Basílio da Gama em 1769. O Uraguai é um poema épico [narrativa em versos] que descreve a Guerra Guaranítica e a disputa entre jesuítas, índios (liderados por Sepé Tiarayú) e europeus (espanhóis e portugueses), na região dos Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, Brasil.
Um texto inovador para época, pois descrever cenas do alto de montes, como se fosse um "traveling", recurso cinematográfico inventado séculos depois.
Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, além de professor, escritor e poeta, escreveu este e outros ensaios literários durante o mestrado e o doutorado em Letras - FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Recentemente resolveu utilizar os textos, me média de 14 a 20 páginas, para produzir resumos em vídeo, a partir da ferramenta de IA do Google, denominada NotebookLM. Futuramente pretende reunir os textos originais em livro para publicação.
Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados vide link a seguir:
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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 20 de junho de 2026
"A Ilha Sob o Mar" de Isabel Allende by José A. K. Roig [literatura, história e memória da Revolução Haitiana]
Em tempos de Copa do Mundo, sempre bom lembrar um pouco da história dos países envolvidos no certame. Esta postagem destaca um livro incrível que merece ser lido, relido e debatido.
O vídeo é um resumo ilustrado, via NotebookLM [recurso de IA do Google], da resenha literária de José Antônio Klaes Roig, escritor, poeta e professor, sobre o livro "A Ilha Sob o Mar", de Isabel Allende, analisado na perspectiva artística, histórica e literária da "Revolução dos Escravos no Haiti", no século XVIII.
Roig tem adaptado, em vídeo resumos, uma série de ensaios e resenhas literárias desenvolvidas durante o mestrado e doutorado em letras, área História da Literatura, na FURG - Universidade Federal do Rio Grande, na cidade do Rio Grande, RS, Brasil.
Roig, professor de Língua Portuguesa/Literatura, pretende reunir todos esses textos em livro para futura publicação.
Os referidos ensaios e resenhas estão sendo armazenados no canal de vídeos de Roig no YouTube, chamado "Educação 3D+", pela playlist "Literatura", que podem ser acessados livremente por professores, alunos, e demais interessados vide link a seguir:
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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
“Não existem mais brasileiros na seleção”: um olhar chinês sobre o "Meu Brasil, não mais brasileiro", no futebol "algorítmico" atual
Viralizou um vídeo de uma chinesa comentando essa frase emblemática: “Não existem mais brasileiros na seleção” que, apesar de apararentemente contraditória, no sentido sintático, tem profunda coerência no sentido semântico, do significado e sentido das palavras, além do que elas nomeiam, ou dizem.
Como não localizei o vídeo original, reproduzo matéria do perfil Mente Empreendedora, no Instagram, que retoma essa frase. [cliquem ou arrastem a janela para acompanhar os desdobramentos da postagem original]
Ampliando o debate, fica evidenciado que a manchete chinesa não tratava da nacionalidade brasileira entre os jogadores da seleção de futebol do Brasil, mas se referia àquilo que representou, por décadas e inúmeros títulos, o futebol praticado por brasileiros: jinga, drible, irreverência, impresivibilidade, criatividade, originalidade. Ser brasileiro, no futebol, era algo único que todos tentavam imitar, mas só os nativos que conseguiam executar, como Garrincha, Pelé, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, etc.
Hoje, as habilidades [soft skills] que tornaram o chamado "futebol arte" uma característica do jogador brasileiro parece que se perdeu, já que muitos, ainda jovens, vão para o exterior e lá recebem "aulas" de tática [hard skills], perdendo em parte sua espontaneidade. Exemplo máximo, supostamente, é o caso do jovem Endrick, na seleção brasileira, durante a Copa do Mundo de 2026. Alguns comentaristas esportivos indicam que o motivo de o jovem talentoso estar sendo barrado pelo treinador Ancelotti é a indisciplina tática, pois não segue as orientações do Carleto, que pede pra voltar pra marcar, que eclama dele improvisar demais e ser imprevisível taticamente falando.
A seleção atual [salvo Neymar Jr., quando estava em condições de jogo, e Vinícius Jr, em lances ocasionais] não dribla mais, não faz jogadas diferenciadas, parecendo robotizada, sem criatividade, previsível, como na estreia do mundial contra o Marrocos, sendo facilmente dominada e não impondo nenhum perigo ao adversário, exceto quando Vini Jr. fez uma jogada individual e típica do legítimo futebol brasileiro, tão desejado e pouco encontrado. Falta também um pouco de inteligência, não apenas tática, mas emocional aos jogadores brasileiros em geral. Mas esse é um papo logo e futuro, que desenvolverei noutra postagem.
Saindo do campo do esporte e trazendo esse tema para os campos da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, uma pergunta retórica: Será que não estamos cobrando de alunos e colaboradores atitudes algorítmicas, robotizadas, mecanizadas demais [hard skills] e detrimento das habilidades naturais que já possuem [soft skills]? Será que a tática deve se sobrepor à técnica natural, que o resultado deve ter maior importância que o processo em si, que o rigor ao invés do talento, a repetição ao invés da criação? As IAs [inteligências artificiais] estão aí comprovando o quanto tudo ficou muito parecido, sendo copiado à exaustão por modelos de simulação. E o mais paradoxo disso que, escrever bem, por exemplo, é sinal de utilização de IA, não mais uma característica humana. Será que robôs desplugados, desconectados de uma rede de computadores poderá sonhar, imaginar, criar algo do zero?
Fica aqui essa provocação filosófica, poetica, tecnológica, mercadológica para que RHs, professores, alunos, pais, gestores, seja escolares, públicos ou privadas debatam entre si e com seu público específico.
EM TEMPO: Após postagem, um "insight" percorreu meu ser lírico e fiquei a refletir sobre o que "Matou o autêntico futebol brasileiro" e gostaria de ampliar essa provocação filosófica, sociológica e esportiva. Teria sido o excesso de faltas sobre jogadores habilidoso, como Neymar Jr., que abreviam sua carreira ou atuação nos gramados? Ou seria a conivência com a violência por parte da arbitragem? Seria o "politicamenet correto" levado para os gramados, de não poder "humilhar" com dribles os adversários, que acabam se irritando e agredindo jogadores dribladores, que acabam sendo intimidados pelos chamados "pernas de pau" ou voluntariosos sem talento igual? A falta de campinhos de várzea, parques com campos e quadras para a prática de esportes? O videogame e as redes sociais que afastam os jovens da prática da atividade física em geral e dos esporteds em especial? Ou, como dito anteriormente, jovens talentos indo cedo demais para o exterior e sendo moldados por outro estilo de jogo, totalmente diverso do que aqui era praticado? Algumas dúvidas e poucas certezas para contribuir com a discussão.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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