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domingo, 26 de julho de 2026
Produto, consumo, hábito e nostalgia: como a Globo ensinou algo importante nessa Copa do Mundo, por meio da CazéTV, no YouTube
O vídeo GLOBO ensinou algo importante nessa Copa! de P.H. Santos, comunicador e crítico de Cinema de Fortaleza [CE], Brasil, em seu canal no YouTube, traz uma análise interessante sobre "PRODUTO, CONSUMO, HÁBITOS E NOSTALGIA", durante a Copa do Mundo 2026, nos Estados Unidos, a partir da observaçãod e alguns padrões que foram mudando durante a competição, seja das empresas de comunicação [Globo, CazéTV, SBT, etc], seja com os comunicadores em geral: de um padrão global que se viu frente á reeverência e humor sem limites, além do merchandising extremo das casas de apostas e tudo mais.
P.H. foi muito feliz em afirmar algumas coisas como "produto se reconquista, hábito, não", em relação a forma de ver TV, desde então. E, digo eu, assim como na pandemia, eliminou a resistência às videochamadas e compras online, a Copa do Mundo na CazéTV mudou o jeito de ver e fazer TV, seja com delay ou piada reversa, excesso de publicidade, narração em volume alto, choque de gerações e muito mais. Entretanto, tambpem provou que há público pra tudo: de jovem a nostálgico.
Mais que isso, certos influencers digitais aceleram, direta ou indiretamente, medidas políticas, antes travadas no Congresso Nacional, como foi o documentário do Felca sobre o abuso contra crianças e jovens, e agora o exagero da CazéTV e Virgínia com a divulgação extrema das chamadas Bets.
Como disse alguém: quando o produto é gratuito, você, consumidor, que é o produto!
A análise de P.H. é relevante pra discutir justamente a criticidade que deve ser mantida, para não nos tornarmos meros expectadores passivos. Expectadores críticos podem fazer com que medidas sejam tomadas em prol do interesse público, e essa Copa das Bets comprovou isso. E que existem públicos diversos por mais que se tente padrozinar um tipo de situação. E essa postagem não se refere apenas a futebol.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
terça-feira, 14 de julho de 2026
Ainda dá tempo? [criativo vídeo feito por IA replicando cena final de "Vingadores: Ultimato" adaptado à vida de Neymar Jr.]
Ainda dá tempo?, criativo e comovente vídeo feito por IA de Nerd Soul, replicando a cenal final de "Vingadores: Ultimato", da Marvel, adaptado à vida e história de Neymar Jr. no futebol; do adulto Ney conversando primeiro com o adolescente, e depois se dirigindo ao eu do passado, a criança iniciante.
É inegável que Neymar Jr. foi um fenômeno, que atingiu o auge da carreira na versão do cabelo arrepiado, quando jogava pelo Barcelona; e, depois, devido a certas escolhas e seguidas lesões, teve sua carreira abreviada sem conseguir os títulos com a seleção nacional de futebol do Brasil, ou com os demais clubes por onde passou, dentre eles PSG, Al-Hilal.
Talvez, também, tenha faltado ao jogador inteligência emocional pra gerir a carreira.
Como viagem no tempo e obra de arte digital, é uma licença poética, e nunca saberemos. Quem sabe, em 2030, daqui a quatros, seja improvável que ele consiga retomar a carreira em alto nível, pois parece faltar autocontrole e maturidade nesse retorno ao futebol brasileiro.
Todavia, num exercício filosófico, cabe imaginar quantos de nós têm esse diálogo entre o eu do presente e o eu do passado, revendo os sonhos que foram realizados e os que se perderam pelo caminho. Quantos de nós já não teve esse pensamento de voltar no tempo e aconselhar a nossa versão criança sobre o que o futuro nos reserva? Uma bela utilização da inteligência artificial, pelo ultrarrealismo das imagens, pela mensagem e pelo apelo universal e atemporal que pode ser utilizado em aulas de filosofia, educação física, arte, inteligência emocional, etc.
Um ótimo audiovisual para tratar de intertextualidade e promover uma dinâmica entre gestores escolares e públicos com sua equipe de trabalho.
Vejam, a seguir, cena original de Vingadores: Ultimato com o Capitão América envelhecido, que inspirou a releitura com Neymar Jr.:
Logo abaixo, a dublagem feita por Gustavo Machado do referido vídeo:
EM TEMPO: Não passou nem 24 horas da viralização do vídeo de IA com as quatro versões de Neymar Jr., e eis que já surgiu um meme a respeito, uma nova releitura, e o perfil Passou Vazado, no Instagram, compartilhou. E é tremendamente hilário:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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quinta-feira, 9 de julho de 2026
Vozinha, goleiro de Cabo Verde, e o aluno da EJA: desafios e superação na retomada dos estudos e do projeto de vida
Esta postagem tem como objetivo valorizar a história de vida do goleiro VOZINHA, de Cabo Verde, em paralelo com a retomada de estudos e projeto de vida do aluno de EJA - Educação de Jovens e Adultos pelas relações que se entrecruzam entre a Copa do Mundo e a Vida, a partir de postagem no perfil no Instagram, denominada extraordinaria_mente.
De fato, a vida de Josimar, o Vozinha, é um exemplo, muito associado ao perfil de aluno de EJA, que retoma seus estudos em idade avançada. O goleoiro de Cabo Verde, que já teve diversas profissões, atinge o auge, justamente na maturidade, aos 40 anos, num mundo em que tal faixa etária muitas vezes é impeditiva de sonhar alto. Entretanto, parafraseando Jean Cocteau, escritor e cineasta francês: "Por não saber que era impossível, foi lá e fez!" Cabo Verde fez história em sua primeira participação em Copas do Mundo, sendo uma seleção autêntica aos seus valores nacionais, assim como seu goleiro, que já foi eletricista, professor de vôlei etc.
O editor deste blog educacional é também professor de EJA e sempre busca valorizar "Vozinhas" que retomam seus estudos em prol de uma vida melhor, de uma valorização profissional e da realização de sonhos antigos. Futebol é a metáfora da vida, e usar recursos envolvendo histórias de vida, em que não só o esporte, possam promover a valorização do esforço pessoal dentro de um espírito coletivo, é fundamental.
Muitos alunos de EJA, quando dão depoimentos sobre os desafios de conciliar o trabalho com os estudos, do que os fez retornar à escola, do que já passaram, das experiências de vida e de trabalho que já tiveram, da sua adaptação a um novo mundo tecnológico, tornam-se inspiradores, não apenas para os demais alunos, mas para os professores e equipe da EJA. Alunos que tiveram que, quando jovens, interroper seus estudos por causa do trabalho, e agotra, já adultos, precisam retomar seus estudos para manter o emprego ou almejar algum outro, em busca de maior qualificação profissional.
Que Vozinha, o goleiro, tenha sucesso em sua vida profisisonal, pós-40, e que todo aluno EJA seja valorizado pela retomada de estudos e de projeto de vida, tanto na dimensão pessoal [eu comigo memso], social [eu e meu lugar na sociedade] e profissional [eu e minha profissão, o que desejo ser].
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
terça-feira, 7 de julho de 2026
Menino empresta chuteiras escondido da mãe para ajudar amigo: mais que um vídeo motivacional [educação para a vida]
O vídeo "Menino empresta chuteiras escondido da mãe para ajudar amigo", muito mais que um vídeo motivacional, é um material que se presta a diversas reflexões: sobre empatia, alteridade, educação para a vida e para o mundo, solidariedade e muito mais.
Situação que fictícia, mas que lembra fatos da vida, como a história que Cristiano Ronaldo conta de amigo que cedeu sua vez num teste [peneira] de caça-talentos no futebol e isso mudou sua vida e do esporte.
@vinmotivations Cristiano Ronaldo habla sobre El amigo que sacrifico su Carrera por el #cristianoronaldo #cr7 #viralvideo #motivation ♬ original sound - Cr7 Motivation
Remete também ao filme iraniano FILHOS DE PARAÍSO, já resenhado neste blog educacional, em que dois irmãos compartilham o memso par de tênis para ir à escola.
Aind aque o menino do vídeo tenha mentido para a mãe, foi por uma nobre situação, e o que se pode considerar "mentiras sinceras", como diria o cantor e compositor Cazuza, na canção Maior Abandonado.
Enfim, comoventes audiovisuais para tratar de ética, moral, amizade e solidariedade, espírito esportivo, entre outras alternativas. Uma pedagogia do viver.
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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
“Não existem mais brasileiros na seleção”: um olhar chinês sobre o "Meu Brasil, não mais brasileiro", no futebol "algorítmico" atual
Viralizou um vídeo de uma chinesa comentando essa frase emblemática: “Não existem mais brasileiros na seleção” que, apesar de apararentemente contraditória, no sentido sintático, tem profunda coerência no sentido semântico, do significado e sentido das palavras, além do que elas nomeiam, ou dizem.
Como não localizei o vídeo original, reproduzo matéria do perfil Mente Empreendedora, no Instagram, que retoma essa frase. [cliquem ou arrastem a janela para acompanhar os desdobramentos da postagem original]
Ampliando o debate, fica evidenciado que a manchete chinesa não tratava da nacionalidade brasileira entre os jogadores da seleção de futebol do Brasil, mas se referia àquilo que representou, por décadas e inúmeros títulos, o futebol praticado por brasileiros: jinga, drible, irreverência, impresivibilidade, criatividade, originalidade. Ser brasileiro, no futebol, era algo único que todos tentavam imitar, mas só os nativos que conseguiam executar, como Garrincha, Pelé, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, etc.
Hoje, as habilidades [soft skills] que tornaram o chamado "futebol arte" uma característica do jogador brasileiro parece que se perdeu, já que muitos, ainda jovens, vão para o exterior e lá recebem "aulas" de tática [hard skills], perdendo em parte sua espontaneidade. Exemplo máximo, supostamente, é o caso do jovem Endrick, na seleção brasileira, durante a Copa do Mundo de 2026. Alguns comentaristas esportivos indicam que o motivo de o jovem talentoso estar sendo barrado pelo treinador Ancelotti é a indisciplina tática, pois não segue as orientações do Carleto, que pede pra voltar pra marcar, que eclama dele improvisar demais e ser imprevisível taticamente falando.
A seleção atual [salvo Neymar Jr., quando estava em condições de jogo, e Vinícius Jr, em lances ocasionais] não dribla mais, não faz jogadas diferenciadas, parecendo robotizada, sem criatividade, previsível, como na estreia do mundial contra o Marrocos, sendo facilmente dominada e não impondo nenhum perigo ao adversário, exceto quando Vini Jr. fez uma jogada individual e típica do legítimo futebol brasileiro, tão desejado e pouco encontrado. Falta também um pouco de inteligência, não apenas tática, mas emocional aos jogadores brasileiros em geral. Mas esse é um papo logo e futuro, que desenvolverei noutra postagem.
Saindo do campo do esporte e trazendo esse tema para os campos da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, uma pergunta retórica: Será que não estamos cobrando de alunos e colaboradores atitudes algorítmicas, robotizadas, mecanizadas demais [hard skills] e detrimento das habilidades naturais que já possuem [soft skills]? Será que a tática deve se sobrepor à técnica natural, que o resultado deve ter maior importância que o processo em si, que o rigor ao invés do talento, a repetição ao invés da criação? As IAs [inteligências artificiais] estão aí comprovando o quanto tudo ficou muito parecido, sendo copiado à exaustão por modelos de simulação. E o mais paradoxo disso que, escrever bem, por exemplo, é sinal de utilização de IA, não mais uma característica humana. Será que robôs desplugados, desconectados de uma rede de computadores poderá sonhar, imaginar, criar algo do zero?
Fica aqui essa provocação filosófica, poetica, tecnológica, mercadológica para que RHs, professores, alunos, pais, gestores, seja escolares, públicos ou privadas debatam entre si e com seu público específico.
EM TEMPO: Após postagem, um "insight" percorreu meu ser lírico e fiquei a refletir sobre o que "Matou o autêntico futebol brasileiro" e gostaria de ampliar essa provocação filosófica, sociológica e esportiva. Teria sido o excesso de faltas sobre jogadores habilidoso, como Neymar Jr., que abreviam sua carreira ou atuação nos gramados? Ou seria a conivência com a violência por parte da arbitragem? Seria o "politicamenet correto" levado para os gramados, de não poder "humilhar" com dribles os adversários, que acabam se irritando e agredindo jogadores dribladores, que acabam sendo intimidados pelos chamados "pernas de pau" ou voluntariosos sem talento igual? A falta de campinhos de várzea, parques com campos e quadras para a prática de esportes? O videogame e as redes sociais que afastam os jovens da prática da atividade física em geral e dos esporteds em especial? Ou, como dito anteriormente, jovens talentos indo cedo demais para o exterior e sendo moldados por outro estilo de jogo, totalmente diverso do que aqui era praticado? Algumas dúvidas e poucas certezas para contribuir com a discussão.
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segunda-feira, 1 de junho de 2026
Futebol e Redação para o ENEM: argumentos, coesão, coerência e contradição ["‘Isso é você que está falando"]
O que futebol tem a ver com a Redação para o ENEM?
Ao ver a entrevista de Casimiro, capitão da seleção brasileira de futebol, foi inevitável que o professor de Língua Portuguesa que me habita não associasse essa fala à estrutura redacional, pelos seguintes motivos: argumentação [defesa de um ponto de vista, usando argumentos lógicos], coesão [sequência lógica entre as partes de um texto] e coerência [a unidade de tema e de ideias dentro de uma produção textual].
A argumentação ou ponto de vista visa, por parte do emissor, o convencimento, por dados racionais e incontestáveis, ou pela persuasão [emoção e bagagem sociocultural], ambas procurando influenciar o interlocutor [receptor].
No caso de Casimiro, inicialmente, ele demonstra discordância com a pergunta do repórter ["Isso é o que você está falando", deixando claro isso com suas "caras e bocas"]; em seguida, contestando a alegação de que Neymar Jr. não será o protagonista da seleção e contra-argumentando que não se trata de um jogador comum [argumento 1]; porém, em seguida, ao final da resposta [argumento 2] se contradiz, quando diz que Neymar é um dos jogadores da equipe, o que parece contraditório com o desconforto inicial.
Portanto, cabe ao falante posicionar-se coerentemente a respeito do tema, defendendo seu ponto de vista sem se contradizer, para que seus argumentos tenham sentido ao outro. E que sua ala ou escrita não fujam do tema central.
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terça-feira, 23 de janeiro de 2024
Divertido treinamento esportivo e ótima experiência de trabalho coletivo, de aproximação e de condução de objetivo em comum
O vídeo acima, de treinamento esportivo do time do Bayern de Munique, encontrei no Instagram do clube e trata-se de divertida forma de aproximação e manutençaõ de um objetivo em comum de uma equipe e que serve como uma metáfora do próprio ato de educar, que é o de reunir um grupo de alunos em torno de uma ideia, projeto, atvidade, cada qual se esforçando para o interesse coletivo. Cada um tenta dar um toque na bola de cabela, peito, pé, facilitando para o outro, enquanto o círculo de mãos dadas segue em frente. Literalmente, "ninguém solta a mão de ninguém" até que se chegue ao outro lado do campo. Uma maneira de relaxar e aproximar os integrantes de um grupo. Uma ideia para ser adaptada por professores, não apenas os de educação física, mas outros que desenvolvam projetos inter e multidisciplinares, de forma criativa, divertida e inovadora, se inspirando em outras atividades interessantes, como a deste vídeo. Para se pensar em metodologias e didáticas além do ambiente esportivo, mas que inspiram outros saberes.
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
Natal vermelho e branco: genial, comovedora e impactante mensagem natalina, tendo como fio condutor o futebol e a memória esportiva
O vídeo acima, Wishing you a Happy and Red & White Christmas 2023 [Desejamos a você um Feliz Natal Vermelho e Branco em 2023], trata-se de material publicitário e institucional do clube de futebol Atlético de Madrid, da Espanha, e descobri no Twitter [X], de Maurício Wiklicky que repostou de Rogério Tomáz Jr. Uma pequena obra de arte, comovente e impactante, retratante um idoso perdido na noiute que encontra um motorista de táxi que o leva de volta para casa. Aparentemente com Alzheimer ou com senilidade, o idoso, no início receoso, acaba interagindo com o motorista por conta de sua memória afetiva e esportiva: o futebol. A sacada genial é que o condutor é um ferrenho torcedor do clube adversário do grande ídolo do arquirrival, o Real Madrid. Di Stéfano, argentino que brilhou no time merenque une dois homens, uma paixão, e clubes adversários. Linda, genial, maravilhosa mensagem de Natal.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2022
"Daqui pro mundo - Acredita e Vai": mais que peça publicitária, vídeo institucional e motivacional [um convite à imaginação]
O vídeo acima, Daqui pro mundo | Acredita & VAI!, encontrei no Tik Tok e depois localizei no YouTube e trata-se muito mais do que peça publicitária, propaganda institucional e vídeo motivacional, mas um convite á imaginação, valendo-se de muito criatividade e emoção, coisas que o gênio Edgar Allan Poe já ensinava no século 19, em seu texto "Filosofia da Composição".
Poe, no referido texto, analisava o próprio poema The Raven [O Corvo], indicando aos leitores como elaborou os versos, visando causar um efeito no leitor, a partir da emoção, do ritmo, da rima, de imagens poéticas e filosóficas geradas no imaginário de cada um, como o amor eterno e/ou impossível, a morte, a perda, a dor, o sonho, o desejo, a ilusão.
No slogan do banco, "O mundo fica pequeno pra quem acredita sempre", é logicamente uma frase motivacional, mas com toda uma simbologia. Uma pequena metáfora da vida daquele que acredita e luta por seus sonhos. O esporte é um exemplo disso, de como meninos e meninas socialemente vulneráveis, muitas vezes morando nas periferias das cidades, consegue reescrever a própria história de vida, graças ao talento nato ou o esforço, disciplina e dedicação.
Um belo material para discutir leitura de livros e de mundo e escrita criativa. E inclusive educação, além da chamada bancária, que é uma preparação para o trabalho, quando deveria ser, mais que tudo, preparatória para a vida, a cidadania, a empatia, a alteridade...
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domingo, 20 de novembro de 2022
"Tempo para Jogar": incrível animação sobre a Copa do Mundo 2022 parodiando Toy Story com Messi, CR7 e outras estrelas do futebol
O vídeo acima "Time To Play" [Tempo para jogar], divulgado no Twitter pela conta @brfootball, foi indicação via Instagram de meu filho Allan Roig, e procurei o vídeo no YouTube para trazê-lo para este blog educacional, pois mais que uma animação incrível [parodiando outra animação, já clássica, Toy Story, adaptando-a para o mundo do futebol, em especial, a Copa do Mundo de 2022], é uma bela forma de trabalhar com o imaginário coletivo através do cinema e do esporte.
Entre a tela grande do cinema, também chamado de Sétima Arte, e as telas que reproduzirão os jogos de mais uma Copa do Mundo, há igualmente a arte que liga o esporte ao cinema.
Se pararmos para refletir, ainda há discussões entre cinema comercial e cinema de arte ou entre futebol competitivo e futebol-arte, espetáculo, fantasia e tudo mais.
A seleção brasileira de 1982 encantou gramados - os campos dos sonhos - e o mundo com seu futebol refinado, com jogadores talentosos, e, como num filme clássico, marcou gerações por não ter tido um final feliz, assim como filmes que entraram para a história por fugirem do roteiro "era uma vez...", seguindo mais para "...E o vento levou..."
Esportes, educação, arte e cultura se entrecruzam e se complementam.
Segue abaixo vídeo que é um "Tributo ao Futebol Arte", com a referida e inesquecível seleção de futebol:
Observação:
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domingo, 17 de julho de 2022
Futebol, Tik Tok e Língua Portuguesa: criativa disputa de discursos entre o sintático e o semântico na saudável provocação entre clubes esportivos
@brauneoficial #fluminense #fabio #fabiogoleiro #cruzeiro #fenomeno #copadobrasil ♬ Blade Runner 2049 - Synthwave Goose
O vídeo acima, encontrei no Tik Tok do comentarista esportivo e Tik Toker Daniel Braune e trouxe para este blog educacional, pois achei uma pequena aula sobre linguagem, língua portuguesa, análise sintática e semântica a partir de uma troca de provocações entre dois grandes clubes de futebol brasileiros [Cruzeiro, de Minas Gerais, e Fluminense, do Rio de Janeiro].
Parabenizo o Tik Toker Braune por essa percepção do jogo de linguagem, feita a partir da disputa de discursos entre os dois clubes, bem além do texto e jogo, envolvendo um contexto de rivalidade, essencial para o entendimento das palavras, expressões e imagens envolvidas neste outro confronto linguístico, dialético e intertextual.
Sem o leitor/espectador entender o contexto, o sentido sintático, ou seja, a organização das palavras a partir do que de fato dizem, em seu sentido denobativo, pode-se entender que o termo "Fenômeno", na postagem de agradecimento do Fluminense tenha a função de adjetivo, de qualificação e caracterização do sujeito, do substantivo Fábio. Entretanto, aos conhecedres dos bastidores do esporte bretão, da rivalidade entre os dois clubes e do histórico do goleiro, que atuou antes pelo clube mineiro por muitos anos, saindo de lá, a partir da chegada de Ronaldo Nazário, vulgo "O Fenômeno", essa expressão passa a ter outro sentido, aliás, o duplo sentido e um múltiplo significado [semântico], de ironia, remetendo à demissão, ou rescisão de contrato do goleiro Fábio, quando da aquisição do clube mineiro pelo ex-jogador Ronaldo.
Um pequeno vídeo e uma breve aula sobre leitura, interpretação de texto e mecanismos da língua portuguesa.
Para entender melhor essa troca de "farpas", via redes sociais digitais, vejam outra postagem do Braune, mostrando como por equívoco [culpa do estagiário?] ou brincadeira antes do clássico, primeiramente o Cruzeiro, em chamamento para o jogo, troca o escudo do adversário; fato este retribuído pelo Fluminense, também mudando o escudo do Cruzeiro, no que podemos chamar de "princípio diplomático da reciprocidade", comum entre nações e transposto para o ambiente esportivo.
@brauneoficial #cruzeiro #fluminense ♬ Witch Familiar (Classical) [Classic](143628) - dice
Por fim, agradeço ao Daniel Braune por estes dois vídeos que me proporcionaram uma boa reflexão, postagem e aula de Língua Portuguesa a meus alunos do ensino médio. Viva a Língua Portuguesa, o futebol brasileiro e a saudável rivalidade entre os clubes de futebol, vaçendo-se da criatividade, irreverência e originalidade. ;-)
Observação:
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domingo, 20 de dezembro de 2020
O Ponto Futuro: futebol, educação e sociedade (jogada antológica da seleção tricampeã e uma breve reflexão)
O vídeo acima, Gol de Carlos Alberto em 1970 com narração do rádio - Brasil 4 - 1 Itália, como o próprio titulo indica, trata-se de uma jogada antológica da Final da Copa do Mundo de Futebol de 1970, entre Brasil e Itália.
Um lance genial que sempre me causou impacto pela beleza plástica, estética, poética da cena, bem como pela questão filosófica, desde que ouvi um comentarista de futebol [se não me falha a memória, Armando Nogueira], em uma de suas belas crônicas, referir-se aquela movimentação toda e o passe final que Pelé dá ao capitão Carlos Alberto Torres, como o "Ponto Futuro".
O "Ponto Futuro" é aquele passe feito no espaço vazio, sem marcação, esperando a aproximação de quem vem de trás, para chutar forte a gol.
Recentemente, em cerimônia de passagem das turmas de segundo ano do ensino médio para o Terceirão, como regente de uma das turmas, mostrei essa cena para que todos refletissem sobre a importância naquele momento de transição, de pensarem justamente nesse ponto futuro, já que Jairzinho na ponta, como uma metáfora do 1º ano, passa a bola para Pelé no centro (o hipotético 2º ano) que vislumbra a aproximação do Terceirão (personificado) pelo "Capita" do Tricampeonato Mundial, para fazer o gol. O gol que encerrou aquela magistral goleada. Por sinal, segundo consta, foi em 1970 que os jogos da Copa do Mundo passaram a ser televisonados a cores.
Educação e futebol possuem algumas coisas em comum, além da questão da educação física, da prática esportiva escolar. Há que se pensar na organização, no planejamento, no treinamento, na ocupação de espaços e tempos, na visão do todo, no trabalho em equipe, na superação de limites e muito mais.
O Futuro é algo que ainda está lá adiante, mas é um ponto que é preciso ter a consciência da existência no movimento diário de ir de casa para a escola e vice-versa. O "Ponto Futuro" é um posicionamento ético, poético, estético, filosófico e educacional.
O professor do século XXI precisa ter essa consciência do ponto futuro em seu fazer pedagógico, valendo-se de sua babagem cultural do passado em diálogo com a geração do presente. O professor, que já esteve naquela situação, quando foi aluno, é um dos mais qualificados para promover essa transição, propondo sempre uma reflexão para a importância da escola, da educação e do próprio viver em sociedade.
sábado, 17 de outubro de 2020
Clipe "Bola de Meia, Bola de Gude", de Milton Nascimento (intertextualidade, política, música, futebol e sociedade)
O videoclipe acima Bola de Meia, Bola de Gude é um clássico da MPB - Música Popular Brasileira, imortalizado na voz de Milton Nascimento, encontrei no YouTube, com essa belíssima animação, depois de ver fala do ex-jogador de futebol Walter Casagrande Jr., o Casão, fazendo uma crítica intertexrtual, entre a arte e a realidade, mencionando os seguintes versões da referida canção: "Pois não posso, não devo/ Não quero viver como toda essa gente insiste em viver/ Não posso aceitar sossegado/ Qualquer sacanagem ser coisa normal".
A canção é de 1989, mas se torna terrivelmente atual quando se trata de diversas considerações que o ex-jogador comentou na TV: "Eu tô assustado com a sociedade brasileira. O Brasil solta traficante. O vice-líder é preso com dinheiro na cueca. A Carol Solberg, por se manifestar politicamente, a CBV faz censura. E o Santos contrata um jogador condenado por estupro".
Mais didático e crítico impossível. Uma belo exercício de intertextualidade, unindo futebol, política, música e sociedade.
Um bom exemplo de uso de referências, de intertextualidade, de coesão e coerência na Produção Textual e na Redação do ENEM.
sábado, 27 de junho de 2020
Pebolim humano em tempos de pandemia e distanciamento social (educação física e saúde pública)
Argentinos criam PEBOLIM HUMANO pra jogar futebol com distanciamento social.
Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sexta-feira, 26 de junho de 2020
O vídeo acima, PEBOLIM HUMANO, encontrei no Twitter e carreguei para o Facebook. Desconheço o autor, mas, segundo indicações, é atividade elaborada por argentinos para praticar futebol com o devido distanciamento social e trata-se de criativa prática esportiva , semelhante alguns treinamentos por zona, feitos no futebol de campo e futsal, agora adaptável à realidade do coronavírus.
Uma atividade esportiva que alguns professores de Educação Física, em escolas e clubes, já fazem com seus alunos e atletas, quando treinam marcação por zona, mas que agora tem um outro sentido, de saúde pública, de distanciamento social e de cuidados higiênicos.
domingo, 24 de maio de 2020
Simulação reversa: jogar videogame na vida real (cibercultura, futebol e sociedade)
O vídeo acima, Jogando videogame na vida real, descobri no YouTube quando pesquisava sobre um vídeo semelhante, indicado por meu filho, em que jogadores de futebol virtual se reuniram no campo real e cada um numa mesa, na posição tática de um jogo convencional (mas jogando online), tipo, jogadores de defesa posicionados na linha de defesa, o dos de meio-campo também e os atacantes fixos no ataque. Como não o encontrei, localizei esse do gamer MS2 Michel Silva que reúne amigos de diversas idades,d e crianças a jovens para jogar aquela "pelada" num campinho próximo de sua casa e faz uma simulação reversa.
A cibercultura faz parte do imaginário da atual geração, que é audiovisual, e saber incoporar na educação este ferramental, não apenas na gameficação, mas na própria metodologia e didática que os jogos em geral podem trazer ao fazer pedagógico é essencial.
Essa simulação reversa, como denominei, é frito dessa cibercultura, pois o MS2 e as crianças e os jovens reproduzem no mundo real os comandos do controle do videogame: uma proposta divertida, criativa e original de dizer ao jogador real que conduz a bola no campo também real que "quadrado" equivale a chutar a gol; "triângulo", fazer o lançamento; "círculo", cruzar pra área e o "xis", fazer o passe. Uma simulação do virtual no mundo real.
Uma atividade de humor que pode ser uma proposta do professor de educação física, incorporando o imaginário do aluno na sua prática esportiva e no conteúdo diversificado de seu componente curricular.
Uma atividade que também pode servir ao professor de matemática para tratar da geometria no cotidiano, a partir das funções do controle do jogo virtual e seu desempenho na tela e muito mais.
Um vídeo que serve até para uma atividade integrada entre educação física e matemática, pelo que foi proposto acima, podendo integrar outros componentes curriculares como geografia (disposição tática nos espaços), artes, produção textual etc.
sexta-feira, 31 de maio de 2019
"Não mudei o meu sonho, mudei o mundo": #ABonecaQueNuncaPedi (Esporte, Educação, Publicidade e Sociedade)
O vídeo acima Foram muitas bonecas até que viesse uma bola e inúmeros motivos pra desistir, trata-se de incrível publicidade de marca de material esportivo, a partir de depoimento da jogadora de futebol Andressa Alves, da seleção feminina brasileira e é um ótimo material para refletir sobre esporte, educação e sociedade.
"Boneca das grandes, redonda e resistente e careca", assim descreve Andressa de seu sonho de criança de jogar futebol.
Sonhos que todos têm e devem ser respeitados. Entretanto, vivemos num tempo que meninas usavam rosa e menino azul, que meninas brincavam com bonecas e meninos com bola de futebol. Mas o mundo mudou apesar de certas figuras estranhas pregarem certas normas, como se fossem dogmas a serem executadas em rituais e serem cumpridas de forma visceral.
O mundo mudou e nós precisamos mudar, disse Barack Obama, quando tomou posse pela primeira vez. Porém, alguns querem que os demais vivam à imagem e semelhança de suas convicções.
O vídeo da empresa de material esportivo mostra de forma didática como é importante que cada um siga seus sonhos, que eles podem ser possíveis com dedicação esforço e uma dose de talento natural, pois assim é a vida real, quando desassociada de rígidos padrões morais que não se sustentam no mundo real.
O mundo se transformou e essa mentalidade de impor ao outro suas verdades não vigora mais. Cada um é tripulante de seu destino e não mero passageiro de vontades de terceiros e quartos zagueiros.
Andressa nunca pediu uma boneca, mas queria uma bola e o seu mundo se tornou literalmente uma bola. "Nada contra as bonecas mas é que eu preferia as bolas" e assim encerra o vídeo magistral de apenas 30 segundos, mas que serve para profundas reflexões e debates sobre a condição humana, sobre o respeito a diversidade, sobre a superação da adversidade pelo esporte e pela educação, etc.
Quantas pessoas mundo afora têm tolhidos seus sonhos por conta de desejos de terceiros! Mas quantos conseguem driblar essas adversidades e impor sua diversidade como fez Andressa: uma vencedora!
Vencer no jogo da vida é a maior façanha! E por incrível que pareça e a metáfora que se estabeleça entre a cabeça de uma boneca e uma bola, essa publicidade permite trabalhar de forma poética algo tão complexo como o dar vida aos seus sonhos! br /> Parabéns à Andressa e a quem "bolou" essa propaganda, unindo memória, publicidade e sociedade.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
"Treino é treino, jogo é jogo", neste treinamento espelhado (metodologia, esporte e educação)
O vídeo acima treinamento do Villareal, encontrei no Facebook do colega e amigo Mateus São Bento educador de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se do interessante treino com bola de clube de futebol da Espanha, em que uma pequena parte do campo oficial é dividido em 4 retângulos em que os dois times tocam a bola com velocidade, já praticamente antecipando o passe antes de receber a bola, num exercício de pensamento espacial e estratégico, que depois se vê espelhado no jogo real.
Uma atividade física que também é mental, unindo corpo e mente e contrariando aquela máxima popular de que "treino é treino e jogo é jogo". Neste caso específico, o jogo é o nítido reflexo do que fora antes treinado. Uma bela aula de como trabalhar o coletivo em pequenos e grandes espaços. Eis ai o papel do mestre, do treinador, dando um padrão de jogo veloz, objetivo e envolvente a um grupo. Um efeito tão curioso que parece até um jogo eletrônico pelo seu visual. Vejam só o vídeo abaixo:
domingo, 11 de setembro de 2016
De jogador profissional de futebol a gamer de futebol virtual: O fenômeno Youtuber e a Educação
O vídeo acima é uma apresentação do canal WLPSKS ((sigla para "Wendell Lira Puskas"), do ex-jogador de futebol Wendell Lira, no You Tube, que descobri via portal UOL Esporte, que traz matéria com o vencedor do Prêmio Puskas 2015, de gol mais bonito do mundo.
Na referida matéria, Lira que estava desempregado quando foi premiado, informa que abandonou de vez os gramados para se dedicar ao seu canal de vídeos transformando-se em gamer e youtuber, em vista de que, segundo o próprio: "Ganho mais do que quando era jogador".
Em novembro de 2015, Wendell "venceu Messi e Alessandro Florenzi na briga pelo troféu de gol mais bonito do ano" e tudo parecia que daria uma guinada em sua profissão de jogador de futebol mas após 3 jogos como titular em seu novo clube, teve o contrato rescindido, e ai a grande virada em sua vida, lembrando aquela passagem bíblica que o mesmo recitou no cerimônia da Bola de Ouro da Fifa em Zurique, na Suíça, ao receber o Prêmio Puskas, de Davi enfrentando o Golias.
Ao se afastar dos gramados e se dedicar ao seu canal de vídeos sobre videogames o agora gamer e youtuber fez talvez seu mais belo gol, conseguindo quase 130 mil inscritos. O link para o seu canal encontra-se logo abaixo:
WLPSKS
Para Wendell Lira: "Os e-sports estão crescendo. Têm ganhado muitos seguidores e a tendência é só crescer. Em meio a essa crise toda, a área que mais cresce e continua em ascensão é a dos games e de criação de jogos, então daqui pra frente só tem a crescer".
Fato! Quem acompanha o crescimento desse fenômeno de gamers e youtubers tem percebido o universo de possibilidades que existem e mais que isso. Não se trata apenas de sucesso em seus canais de vídeos. Segundo dados, entre os maiores vendedores de livros no Brasil estão justamente os youtubers e gamers, como Rezende Evil, Kéfera e outros mais. Alguns deles bem jovens como os citados,, que possuem milhares de seguidores e milhões de acessos em seus vídeos, o que repercute em rendimento financeiro também.
O educador do século XXI não pode ficar alheio a esse fenômeno que é mundial de gamers e youtubers seja na questão desse Mundo Jovem que existe além do mundo virtual, como destacando anteriormente, repercutindo no mercado de livros, filmes etc. Mas das inúmeras possibilidades de uso do You Tube.
O Maior portal de vídeos da internet, o You Tube, é considerado por este educador como uma imensa MÁQUINA DO TEMPO, pois, se feita uma boa pesquisa, é possível encontrar praticamente tudo de nosso memória sentimental do cinema, televisão, da música etc. Bem como descobrir outros vídeos variados que podem ser incorporados ao fazer pedagógico do professor, como material didático e audiovisual de apoio.
Mais ainda: O educador do século XXI, consciente de que a atual geração é audiovisual, pode produzir material próprio ou reproduzir de terceiro, ou até mesmo produzir em coautoria com seu alunado, criando seu próprio canal de vídeos, tornando-se também um youtuber. Existem diversos professores youtubers se destacando no mundo virtual e influenciando outros educadores no mundo dito real. Alguns deles como o professor Rafael Procópio, do Matemática Rio, o professor Jubilut, do Biologia Total etc., que podem ser acessados a seguir:
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terça-feira, 19 de julho de 2016
Uma caixinha de surpresas: Projeto Bola na Rua (esporte, lazer e rede social não digital)
O vídeo acima Projeto Bola na Rua, foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora do Rio Grande (RS) e trata-se de iniciativa do Grêmio Esportivo Brasil, clube de futebol, da cidade de Pelotas )RS), Brasil, em parceria com empresa de biscoitos, aproveitando o início das férias de inverno, para estimular as crianças para um movimento que na geração anterior era constante, do futebol nas ruas.
Como consta na descrição do referido vídeo, "Hoje o futebol de calçada vem perdendo espaço para o virtual e as brincadeiras na rua perdem espaço para as digitais. O 'Bola da Rua' aproxima crianças de um mesmo bairro e/ou mesma rua, resgatando o gosto de jogar bola na calçada".
No dia 19 de julho de 2016, Dia do Futebol, foi a data perfeita para o lançamento do movimento e a estrutura com uma caixa, semelhante aquelas para guardar extintor de incêndio, com cadeado e chave foi instalada no bairro Fragata, em Pelotas.
Algo que vem ao encontro do que o Educa Tube Brasil sempre destaca, de projetos em que a simplicidade permite a continuidade.
E parafraseando aforismo, cunhado pelo ex-jogador e treinador Dino Sani: "O futebol é uma caixinha de surpresas". Neste caso, mais ainda: uma caixinha com uma bola disponibilizada às crianças da rua, que abrem, pegam a bola, usam e devolvem para que outros possam usá-la.
Simples, bela e motivadora ideia. Uma chance das crianças jogarem futebol nem tanto no videogame e mais nas redes sociais não apenas digitais, mas na rede social formada pelos vizinhos da mesma rua.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
WhatsAppeando sem parar: Humor e Reflexão sobre Tecnologia na Educação
O vídeo acima WhatsAppeando Sem Parar, descobri via Facebook da colega e amiga Ana Beatriz, educadora na UFPE, PE, Brasil e trata-se de propaganda de empresa de telefonia sobre o uso exagerado de comunicadores como o WhatsApp, e neste primeiro episódio é abordada de forma hilária a questão do uso no Restaurante, pelo grupo humorístico "Barbixas".
Ainda que pareça algo irreal, quem observa o cotidiano, vez em quando vê pessoas reunidas em grupos, conversando entre si, via redes sociais. Confesso que em um evento, para não atrapalhar uma palestra, conversei com colegas envolvidos com o tema: Tecnologias na Educação, via Facebook, Twitter e MSN, sem deixar de prestar atenção ao palestrante.
Mais de que uma crítica é um bom material para o debate das TIC (Tecnologias de Inofrmação e da Comunicação), das redes e midias sociais e dos comunicadores, tipo Messenger e o próprio WhatsApp na educação, como meios de atingir uma finalidade e não a finalidade em si.
Para se debater também sobre as possibilidades de estar conectado ao mundo virtual e também da necessidade de termos atividades off line, de estarmos off line.
A muitas possibilidades de educadores se conectarem a outros eduacadores, de forma online, mas também requer que sejam pensadas interações off line. Discutir a questão da super exposição digital com os alunos, dos cuidados que se deve ter com certos dados na internet etc.
Segue link sobre utilização do WhatsApp na Educação:
WhatsApp: Colégio usa aplicativo para se comunicar com pais de alunos e Projeto o utiliza para contar histórias a crianças
Pai decide usar Whatsapp para contar histórias para deficientes visuais
A Santa Ceia e as Redes Sociais: Reflexão sobre o Twitter, Facebook, Whatsapp Nossos de Cada Dia...
Abaixo, outro vídeo divertido, o Episódio 2: Futebol, de WhatsAppeando sem parar:
Por fim, o impagável Episódio 3: Vidente, de WhatsAppenado sem parar:
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