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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Mini coach, influencers e assemelhados: a cultura inútil versus o conhecimento geral [e o efeito Dunning-Kruger]




O vídeo acima, O mini coach tem que parar, encontrei no Instagram de João Seu Pimenta e é um dos inúmeros exemplos de crianças e jovens adentraram no movimento coach e influencer, sem bagagem alguma de vida ou de conhecimento querendo contestar mais de 5 mil de civilização ocidental. Pessoas que baseadas na mesmice, no lugar-comum e no senso comum dos que não leem os clássicos, nem tem hábito de leitura e se julgam acima do bem e do mal, só por terem acesso às redes sociais digitais que privilegiam justamente os sem conteúdo, viralizando e monetizando quem pouco tem a acrescentar e que desconhece a importância de Aristóteles e outros gênios da humanidade.
Abaixo, vídeo de Leo Ferreira mostra outro influencer que não vê aplicabilidade nos conhecimentos trazidos pela escola e que precisava conhecer com urgência o pensamento de Sócrates: "Eu sei que nada sei". Esses coahces e influencers sequer sabem disso. Por terem um espaço privilegiado, julgam-se capazes de criticar a história do conhecimento humano da Terra a partir de seus reflexões sem base alguma filosófica ou científica. Munidos apenas de fontes como: Vozes da cabeça e Confia!
Por essas e outras que regimes autoritários atacam a arte e cultura, filosofia e sociologia, pois todas ajudam a pensar fora da chamada "caixinha", pensar além do horizonte de expectativas e faltas de vivências que alguns têm.



Dito isso, cabe salientar que os dois vídeos acima são ilustrativos do famoso EFEITO DUNNING-KRUGER, em que pessoas limitadas se achama mais cultas do que sábios notórios:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

"Aqui a gente acredita na palavra das pessoas": pequena aula de filosofia e ética no depoimento do rapper Emicida [memória e cultura afro]




O vídeo acima, AQUI A GENTE ACREDITA NA PALAVRA DAS PESSOAS, que se encontra no Instagram de Primeiros Negros, considero pequena aula de filosofia e ética, a partir de depoimento do rapper Emicida, contanto um incidente acontecido com ele na África é exemplar e mostra o quanto a filosofia ocidental, tão dependente de contratos, tratados [nem sempre cumpridos pelos colonizadores] é diversa da filosofia oriental [mais espiritualista] e da filosofia e cultura africana [mais ligada à natureza, ao meio ambiente e a relação dos povos uns com os outros].
Na história da humanidade, diversos povos originários [indígenas, africanos, orientais, aborígenes etc], acreditaram nas palavras e tratados dos homens brancos e seus impérios, e pagaram um alto preço por isso; carecendo de uma reparação histórica pelas atrocidades, genocídios e tragédias promovidas em nome da civilização ocidental.
Travalhar no ambiente escolar com memória, história, arte e cultura de forma transversal é fundamental, pois estão interligadas e somente lutando contra o esquecimento e o apagamento dessas lembranças que poderemos evitar a repetição de tamanhos erros históricos e civilizatórios.
O referido vídeo foi compartilhado comigo pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, professora em Rio Grande, RS, Brasil e recomendo como uma aula inaugural de filosofia sobre ética, moral e cultura.


Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

domingo, 9 de julho de 2023

Em que você gasta o tempo de sua vida? A vida não é só trabalhar!, belo, breve e profundo depoimento e filosofia de vida de Pepe Mujica




O vídeo acima, EM QUE VOCÊ GASTA O TEMPO DE SUA VIDA?, que me foi indicado pelo meu irmão Sérgio A. Roig, trata-se de belo, breve e profundo depoimento de José Mijuca, mais conhecido pelo nome de Pepe Mujica.
Mujica - ou José Alberto Mujica Cordano, um agricultor e político uruguaio, ex-Presidente da República Oriental do Uruguai entre 2010 e 2015 e senador de março de 2015 até agosto de 2018 -, é um sábio com uma incrível filosofia de vida, reflete sobre pobreza, infelicidade, trabalho, tempo e outros temas humanos e mundanos.
Num mundo cada vez mais acelerado, cabe vez em quando pausar nossa agitação e parar para pensar nessas questões fundamentais.
Indico a seguir também outro audiovisual, intitulado "Entrevista com José - URUGUAI", para o filme documental denominado #HUMAN, que colheu depoimentos e entrevistas de diversas figuras humanas com belas histórias de vida e suas visões de mundo. Um material repelto de frases fortes e tocantes, como "Não estamos numa crise ambiental, mas numa crise política". E, de fato, a crise política gera a crise ambiental. Vejam mais provocações fislosóficas de Mujica, no vídeo abaixo:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Aula de educação ambiental sobre os povos originários do Brasil feita por Sonia Guajajara em sessão do Senado Federal




O vídeo acima, trata-se de fala da líder indígena Sônia Guajajara, no Senado Federal brasileiro desconstruindo o discurso da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), sobre territórios indígenas e ações do governo Bolsonaro.
Sônia, com muita clareza, objetividade e propriedade desconstrói o determinismo político de uma representante do agronegócio, demonstrando de forma direta a relação entre os indígenas e a área mais reacionária do setor ruralista. Duas visões antagônicas sobre a terra e o mundo.
Uma bela aula de educação ambiental, de contra-argumentação e de filosofia de vida, desmestificando pré-conceitos e preconceitos em relação aos povos originários brasileiros.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sábado, 6 de março de 2021

Nossa origem - Série Evolução para Todes: Animação do LAAAE/USP ensina evolução humana para crianças [série de divulgação científica]




O vídeo acima, Nossa origem - Série Evolução para Todes, trata-se do episódio 2 de animação e série de divulgação científica que ensina eolução humana para crianças e é uma iniciativa do LAAAE - Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva, vinculado ao Instituto de Biociências da USP, que de acordo com o Jornal da USP, busca levar conhecimento sobre evolução humana, além de arqueologia e antropologia.
Ainda, segundo o Jornal da USP: "O diferencial da animação é a utilização de elementos da cultura brasileira na produção, iniciativa que é trabalhada por uma equipe multidisciplinar formada, além de cientistas, por profissionais de comunicação, marketing digital, design, programação, produção audiovisual, animação e educação em afro-alfabetização. O projeto é liderado pelas pós-graduandas Mariana Inglez, Lisiane Müller e Eliane Chim, do LAAAE, com a supervisão dos professores Rui Murrieta, do Instituto de Biociências, e André Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia, além de Rodrigo Oliveira, pesquisador colaborador. Também conta com o apoio do Insituto Serrapilheira de fomento à pesquisa e à divulgação científica no Brasil."
Ou seja, unir diversas áreas em uma produção interdisciplinar que envolve também a arte e a cultura brasileira, em animação de curta-metragem.
Abaixo, o episódio 1 da referida série:



Para acompanhar os demais episódios, recomendo o canal a seguir:



EVOLUÇÃO PARA TODES

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? por Pierre Levy (Humanidades digitais)




O vídeo acima Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? , descobri nos vídeos correlatos do YouTube e trata-se de interessantíssima entrevista de Pierre Lévy ao Ciclo de Humanidades 2020, em 03 de dezembro, cujo tema foi "Bem vindos à humanidade digital", um termo que me agrada muito, pois sempre digo que devemos "humanizar as máquinas e não apenas robotizar as pessoas".
Pierre Levy, como consta na apresentação do referido vídeo entrevista é "sociólogo, filósofo e pesquisador em ciências da informação e comunicação (CIS) que investiga desde finais dos anos 1980 o impacto da Internet sobre a sociedade, o conhecimento, a inteligência e a cultura." E a entrevista foi conduzida por André Magnelli, que é idealizador e fundador do Ateliê de Humanidades (Instituição de livre estudo, pesquisa, escrita e formação), um dos organizadores do Ciclo de Humanidades, junto com a BiblioMaison (biblioteca do Consulado da França no Rio de Janeiro) e a Embaixada da França no Brasil.
O Ciclo Humanidades é composto, segundo os organizadores, por uma série de conferências que buscam "refletir sobre questões clássicas e contemporâneas por meio de um diálogo aberto com a filosofia, a antropologia, a sociologia, a ciência política e a psicanálise e trabalhando ideias e debates de autores franceses ou francófonos."
Sobre o conceito de inteligência coletiva digital, Levy traz primeiro um percurso, do período oral para a escrita, até chegar aos tempos digitais.
Se pararmos pra pensar, o Google da Antiguidade foi a famosa Biblioteca da Alexandria, que continha à sua época, a maior parte do conhecimento da Humanidade. Quanta coisa foi perdida com diversos saques, incêndios e destruição? Quem sabe tivéssemos hoje as respostas para as construções da s pirâmides e outros enigmas do mundo antigo.
A história desse inteligência coletiva é fruto da comunicação, das trocas de saberes, hoje, mais visíveis em tempos digirais, de internet, internet das coisas, redes e mídias sociais, onde com simples cliques em sites de pesquisa é possível ter acesso a todo o conhecimento do mundo atual.
Neste século XXI, o professor precisa saber se conectar ao aluno e com ele, dar vazão a essa inteligência coletiva digital, que ocorre dentro e fora da escola, em tempo real ou remoto, de forma presencial ou com distancimento social por conta da pandemia da Covid-19.
A metáfora que Levy se vale, do formigueiro e da comunicação entre as formigas é bem interessante, sobre o "algoritmo" que rege aquela sociedade composta por insetos [lembrei do filme de animação Vida de Inseto], assim como outras ideias e conceitos que o pesquisador da cibercultura e pensador nos proporciona nesta entrevista.
Abaixo, indico matéria no site Ateliê de Humanidades, com mais detalhes sobre a referida entrevista:

ENTREVISTA COM PIERRE LEVY

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Direito e Literatura: Do Fato à Ficção [série de encontros intertextuais sobre clássicos da Literatura na perspectiva do Direito]




O vídeo acima Dom Casmurro - Direito e Literatura, faz parte da série de encontros intertextuais sobre clássicos da Literatura na perspectiva do Direito, promovida pelo programa Direito e Literatura: Do Fato à Ficção, do IHJ (Instituto de Hermenêutica Jurídica), com apoio do Programa de Pós-Graduação em Direito da UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil.
No vídeo em questão, o professor de Direito faz uma relação entre as ideias de Freud e Machado, com visões semelhantes com perspectivas diferentes. E lembro que assim o ocorreu com Proust e Freud, que foram contemporâneos, e que o primeiro tratou da Memória e o outro do Inconsciente, dialogando suas obras, sem que eles tivessem sido leitores um do outro.
As ideias circulam ao seu tempo, pois como bem dizia Terêncio (cerca de 185 a.C - 159 a. C.), dramaturgo e poeta romano: "Sou humano e nada que é humano me é estranho".
Do fato à ficção, há que se pensar que o Direito (o fato) e a Literatura (a ficção), são formas de expressão. A primeira é a arte da argumentação e a segunda a arte da ilusão.
O Direito me fez aprender a usar as palavras no seu devido sentido, sem margens ao duplo sentido; já a Literatura, a metáfora, a simbologia, o imaginário são forças motrizes do escrever. O fato é matéria-prima à ficção. A teoria científica e jurídica, até comprovação, parte de uma ficção, de um modelo, de uma idealização.
Crime e Castigo, de Dostoiévski é um clássico da ficção jurídica, assim como O processo de Franz Kafka.
Nesta perspectiva, indico a série de 4 blocos sobre Dostoiévski e o Direito:









Outro ótimo vídeo da série Direito e Literatura, é sobre o livro O senhor das moscas, de William Goldin, Prêmio Nobel de Literatura:



Ampliando o debate, indico O Senhor das Moscas | William Golding | Literatura e Filosofia:



Por fim, indico trailer do filme O senhor das moscas, que tem sua versão integral no próprio YouTube:



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coljuna à direta desta postagem.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Documentário "A História da Palavra - O Nascimento da Escrita": intertextualidade e interdisciplinaridade na prática




O vídeo acima A História da Palavra - O Nascimento da Escrita trata-se de um ótimo documentário, como o nome indica, sobre a origem da escrita e recomendo a professores e alunos para favorecer o debate nas aulas da área de linguagens.
Aproveito e faço link com dois filmes interessantes que tratam do tema da escrita, vide trailers em seguida, que são As Palavras (e o dilema da apropriação das ideias de outrem) e Palavras e Imagens (que é um divertido e motivador debate que dois professores, um de Literatura e outra de Artes, fazem com seus alunos sobre qual delas é a mais importante):





Já usei com meus alunos do ensino médio, uma cena de Palavras e Imagens, em que o professor fala justamente sobre o surgimento das palavras e são 2 minutos de uma ótima reflexão.
Valer-se de cenas de filmes, clipes, curtas, documentários no cotidiano escolar pode ser um ótimo recurso pedagógico e metodológico que auxilia na didática do professor.
Valer-se da intertextualidade e da interdisciplinaridade também podem ser formas de estimular as trocas de saberes, não apenas entre os alunos, mas os professores de outras áreas: linguagens com humanas, ciências da natureza com matemática. Afinal, todas, de certa forma, são linguagens, formas de descrever o mundo, seja por letras, números, símbolos, códigos, fórmulas etc.
Mais que isso, trabalhar com imagens e palavras, com literatura e cinema, música e dança etc, favorece uma interação maior com uma geração audiovisual.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Amazônia Adentro (360 graus): belíssima visita à floresta, em realidade virtual, acompanhada por um indígena




O vídeo acima Amazônia Adentro (360 vídeo), descobri no blog Brasil Acadêmico e trata-se de um vídeo em 360 graus e feito em realidade virtual da floresta amazônica visita acompanhada pela narração e olhar de um indígena nativo da floresta e a narração em português pelo ator Marcos Palmeira.
O filme foi produzido pela ONG Conservação Internacional (CI) e é uma experiência de imersão digital na maior floresta tropical do mundo.
Um riquíssimo material para trabalhar noções de educação ambiental, meio ambiente, biomas, ecossistemas etc. Recomendado para professores de Geografia, Ciências, História e educação em geral.
Um bom exemplo de como a tecnologia pode proporcionar uma experiência visual e educacional.
Um vídeo que pode motivar a educadores a fazerem, de forma mais simples, dando um giro em 360 graus, no sentido físico e social, pelo entorno da escola do bairro, por pontos destacados da cidade, disponibilizando o resultado à escola, à comunidade e ao mundo, através de blog e canal educacional.
Uma expedição virtual ao coração da floresta.

sábado, 30 de abril de 2016

"Do Lembrar e do Esquecer: Memórias de um Patrimônio Ignorado": Documentário cultural para se pensar a questão educacional




O vídeo acima "Do Lembrar e do Esquecer: Memórias de um Patrimônio Ignorado", é um ótimo documentário que encontrei ao visitar o também igualmente ótimo blog TELECINE BRASIL, que recomendo visita, que traz resenhas sobre filmes.
O referido documentário, conforme apresentação no blog e no You Tube "conta, através de depoimentos e imagens, a história e destino de um conjunto arquitetônico demolido pelos novos proprietários dias após ser tombado como Patrimônio Histórico e Cultural. Por meio de um caso local, se discute como tem se desenvolvido esta relação conflituosa envolvendo especulação imobiliária, preservação do patrimônio, poder público e interesses privados, relação esta que é observada atualmente em diversas partes do Brasil", tendo como direção de Jorge Costa e produção do Laboratório de Produção Audiovisual MacacuCine.
Um vídeo "sobre as práticas educacionais e da necessidade de lembrar e não deixar cair no esquecimento, esse repositório educacional", muitas vezes restrito à sala de aula, para que não fique ignorado às gerações futuras toda essa trajetória histórica e escolar, entre o vivido e o recordado, quando "cinema vira igreja, coreto da praça é demolido", todo um patrimônio histórico que deve ser preservado.
Como bem destaca a prof. de Historia Elaine Fátima do C.E. Quintino Bocaiúva, de Cachoeiras de Macacu, RJ, Brasil, "Uma cidade que não preserva seus monumentos, seus prédios, sua História, não preserva sua identidade".

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Biblioteca Humana: "Não julgues um livro pela capa" e uma pessoa pela primeira impressão



A imagem acima, encontrei nas redes sociais e trata-se da BIBLIOTECA HUMANA, iniciativa de portal de Portugal (mas que é inspirada em experiência originada na Dinamarca), de reunir pessoas para contarem umas às outras suas histórias, não em livros, mas sendo elas mesmas livros vivos, cujo sugestivo subtítulo diz: "Não julgues um livro pela capa". Que remete ao princípio de que não devemos julgar alguém apenas pela aparência, sem antes conhecer sua essência.
Segundo dados: "A ideia começou em 2000 pela 'Stop The Violence', uma associação juvenil sem fins lucrativos. A primeira Biblioteca Humana foi realizada no Festival Roskilde, em Copenhaga, e já se espalhou a mais 70 países".
Conforme apresentação na página da Biblioteca Humana no Facebook: "(...) o propósito é desafiar o que nós pensamos saber sobre outros membros da comunidade, desafiar os nossos estereótipos e preconceitos num ambiente positivo, onde as perguntas difíceis são aceites, esperadas e agradecidas”.
A ideia principal consiste em: "Após escolher um tópico sobre o qual querem escutar, os 'leitores' pegam no seu cartão de biblioteca e são conduzidos a uma área de discussão, onde conhecem os seus 'livros'. O projeto foi inventado para incitar ao diálogo e fomentar a compreensão entre diferentes tipos de culturas e pessoas – pessoas com quem, normalmente, não interagimos".
Ou seja, grupos estigmatizados, ou estereotipados pela sociedade: "Minorias religiosas, raciais e sexuais [que] voluntariaram-se para contar as suas histórias".
De certa forma, a imagem poética e filosófica tem tudo a ver com a ideia de que somos todos bibliotecas vivas, compostas das leituras de livros e mundos que temos, e somos muito mais do que aparentamos, por isso seria ótimo pais e professores contarem um pouco de sua experiência de vida aos alunos e filhos e ouvir deles o mesmo, para neste diálogo, debater a importância da aprendizagem mútua.
Nenhuma vida cabe em um livro e toda a história da humanidade não cabe em nenhum banco de dados, pois é feita por situações e sensações além das capas dos livros e rostos das pessoas, além das fotos e vídeos que possa fazer e disponibilizar em um perfil de rede social. Há todo um componente cultural, histórico, artístico, imaginário e social em cada pequeno universo interior de um ser humano.
O desconhecimento do outro gera muitos equívocos de avaliação como o racismo, a xenofobia, a discriminação, a intolerância, o medo, o preconceito etc. E estimular iniciativas que possam contar um pouco da história da nossa humanidade, em sentido estrito, pensando a questão universal, tem total apoio do Educa Tube Brasil, pois pode inspirara educadores na confecção de algum projeto educacional inspirador.
Portanto, não julgues um livro somente pela capa, nem uma pessoa apenas pela primeira impressão...
Para saber mais da Biblioteca Humana, basta clicar no link abaixo:

Biblioteca Humana permite aprender de pessoas e não de livros

A Biblioteca Humana pode ser também acompanha através do Facebook e Twitter (basta clicar nos nomes ao lado).

domingo, 24 de maio de 2015

Uma mensagem especial (além do Tempo e do Espaço) e uma caligrafia espacial




O vídeo acima A Message to Space, descobri na rede social, visitando portal GeekCafé e trata-se da ideia da menina Stephanie, de 13 anos, morando no Texas (EUA), de mandar uma mensagem especial para seu pai também especial e, no caso, espacial, pois é um astronauta que está em missão fora da Terra, que durará sete meses.
Uma iniciativa individual que contou com a ação publicitária de grande montadora de automóveis para se realizar, unindo o útil ao agradável para ambos. A empresa pode se associar a um evento grandioso e a menina conseguir supreender seu pai, em missão no espaço.
Uma ideia simples e particular que se tornou grandiosa e universal justamente por essas tocas entre uma criança e uma grande empresa, proporcionando que a mensagem da filha fosse formada com a ajuda de estratégia de marketing e a oportunidade de testar novos veículos da linha Genesis (po sinal, um nome bíblico, que refere-se ao Início de tudo, à Criação, e neste caso, à criatividade). A ideia que é simples e ao mesmo tempo complexa, do ponto de vista espacial, de a empresa sul-coreana usar 11 desses carros para escrever uma mensagem que pudesse ser vista do espaço, por conta dessa grandiosa "caligrafia".
Conforme a notícia: "Depois de muita, muita preparação (que envolveu análise territorial, metereológica e coisas do tipo), os responsáveis pela ação decidiram que o melhor lugar para escrever a mensagem seria num deserto em Nevada, nos EUA. Levaram 11 carros para lá com 11 super-pilotos e colocaram o plano em prática".
O resultado pode ser visto no vídeo acima, em que o rastro dos carros entrou para o The Guiness Book Of Records, o popular Livro dos Recordes, como a mais longa imagem de rastros de pneus já feita, que combinou com o slogan da empresa: "suas histórias inspiram nosso pensamento inovador".
De fato, quem sabe, sem a ideia da menina, a empresa não teria se assossiado a essa imensa empreitada. Logicamente que os serviços de comunicação podem enviar certas mensagens, mas digamos que esta forma encontrada é mesmo inovadora e motivadora, pois levando em conta a realidade local de cada criança e escola, professores podem estimular a troca de mensagens entre alunos e professores de outras turmas, dentro da escola, por meio convencional e depois tentar trocar mensagens com alunos da cidade, doutras cidades, mundo afora, usando desde o correio tradicional e cartas escritas com papel e caneta, até mensagens enviadas por telefones celulares (SMS), ou outros comunicadores como Messenger, Skype etc. Meios parecidos, mas a criatividade poderá ser o diferencial.
Tentar estabelecer parceria entre a comunidade escolar, entre entidades públicas e/ou privadas para ações simples que tornem-se universais é o desafio da educação e da própria sociedade neste século XXI. O particular (a necessidade de uma filha falar com o pai afastado, pelos mais variados motivos, seja astronauta ou não) e o universal, que poderá ser a forma de comunicação, podem incentivar a outras pessoas estabelecerem outros tipos de parcerias e iniciativas inovadoras.
O uso de uma música clássica, para o vídeo em questão, remete logicamente ao clássico da ficção científica 2001 - Uma Odisseia no Espaço, escrito por Arthur C. Clarke e dirigido por Stanley Kubrick, conforme vídeo abaixo, com a cena inicial do filme e antológica do cinema, que editada para fins pedagógicos é intitulada de "Tecnologia - Quem, Onde, Como, Pra Quê", em que mostra o lado positivo e negativo dos artefatos tecnológicos:



Mal comparando, de certa forma, a arte ruprestre foi uma mensagem no tempo e no espaço, que os homens das cavernas deixaram para nós... E o que distinguem os seres humanos dos demais primatas, animais e seres vivos é o poder dessa comunicação.
Pensando o tema comunicação, poderia ser elaborada uma atividade interdisciplinar entre professores de história e português e seus alunos, sobre a história da comunicação )e das tecnologias da comunicação e da informação) entre as pessoas, desde os pimórdios da humanidade, da arte rupreste até o tablet. Que tal? Fica a sugestão.
Não importa a distância entre pais e filhos, professores e alunos, educadores em geral, do ponto de vista espacial, se podemos interagir, graças às tecnologias da informação e da comunicação. Não importa a dimensão dos desafios se podemos contar com o trabalho em equipe (como os 11 pilotos dos automóveis) e estrutura (GPS, planejamento, organização).
O que importa é saber se comunicar no tempo e no espaço, seja o tradicional ou o sideral. ;-)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O eterno choque cultural entre nativos (digitais ou não) e visitantes (analógicos, lógicos ou não)




O vídeo acima A impressionante reação de uma tribo ao ver um homem branco pela primeira vez, foi indicação via Facebook do colega e amigo Alexsandro Oliveira, advogado e educador de Rio Grande, RS, Brasil.
Conforme apresentação do portal Tá Bonito:
"Estas imagens são de 1976 e mostram o primeiro contacto de uma tribo da Papúa Nova Guiné com um homem branco. A tribo chama-se Toulambi e as reações ao ver um homem branco são emocionantes. Coloquem-se na situação deles, pensando como seria ver algo totalmente diferente... mas igualzinho a vocês, pela primeira vez na vida. Seria como ver um homem roxo, sei lá... Eles passam a mão e sentem os músculos dele para acreditar que é um homem igual a eles por baixo daquela pele branca. Depois a reação mais engraçada é ao serem apresentados a um espelho. São 15 minutos que passaram muito rápido, impressionado com a curiosidade e coragem desta tribo".
Vendo estas imagens não há como não comparar ao choque de culturas entre os nativos digitais (os jovens atuais) e os imigrantes (seus pais e professores, em grande maioria). Enquanto para a tribo Toulambi, utensílios domésticos e eletrônicos eram totalmente desconhecidos e um simples gravador de voz era algo assombroso, bem como máquinas fotográficas - alguns índios até falavam da questão da fotografia aprisionar suas almas... -, atualmente ocorre justamente o oposto: os chamados nativos (digitais) já nascem adaptados às novas tecnologias, parece que até estando no berço, enquanto são os adultos, criados na cultura do "não mexe que estraga", que tem receio em manipular um fone celular, um DVD, blu-ray, notebook, datashow, ipad etc.
Porém, é bom lembrar que a geração nascida no século XX ainda herdou certos valores e bens que não eram tão descartáveis como hoje, em que as coisas não são mais feitas para durar... Os móveis de nossos avós ainda resistem a ação do tempo, enquanto os móveis que utilizamos hoje em dia, não aguentam às vezes ao primeiro desmonte e mudança. Sem falar que o que é tecnologia de ponta hoje, em pouco mais de seis meses já não é mais...
Apesar disso, também é bom lembrar que a atual geração é ótima no manuseio da tecnologia de ponta do momento, mas também age como a tribo Toulambi diante de certos equipamentos ultrapassados, como no link abaixo, em que mostra um vídeo com crianças que não sabem o que são nem pra que servem coisas que já foram modernas e hoje são peças de museu. Um material para refletir sobre nativos e imigrantes no tempo e no espaço, e principalmente sobre educação atemporal.

AS CRIANÇAS E A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA

quarta-feira, 20 de março de 2013

Fronteiras do Pensamento (Portal e Canal de Vídeos)





Imagem acima, do portal Fronteiras do Pensamento, indicado via e-mail pelo professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio Grande, RS, Brasil.
No portal e também no Canal de Vídeos é possível "conhecer as ideias dos renomados pensadores, cientistas, artistas e líderes que estão na vanguarda de suas áreas de pesquisa e pensamento". Abaixo, link para Portal e Canal de Vídeos:

Portal Fronteiras do Pensamento

Canal de Vídeos - Fronteiras do Pensamento

Conforme apresentação no Portal:

"O Fronteiras do Pensamento é um projeto cultural múltiplo que aposta na liberdade de expressão intelectual e na educação de qualidade como ferramentas para o desenvolvimento. Através de uma série anual de conferências, o Fronteiras abre espaço para o debate sobre a identidade do século XXI, apresentando pensadores, cientistas e líderes que estão, cada um a seu modo, na vanguarda nas mais diversas áreas de pesquisa e pensamento.
Temas, ideias e personalidades que moldam o nosso tempo ocupam o palco do Fronteiras, tendo como valores básicos o pluralismo das abordagens e o rigor acadêmico e intelectual de seus convidados. Desta forma, o projeto busca avaliar tendências, aceitando a provocação destes que são, hoje, alguns dos mais renomados pensadores em atuação no mundo, constituindo uma linha interdisciplinar de pensamento.
Em sete anos de existência na cidade de Porto Alegre e já em sua terceira edição em São Paulo, o Fronteiras do Pensamento conta com mais de 130 conferências realizadas para milhares de espectadores. O Fronteiras 'quer trazer para o debate temas imprescindíveis, dando aos espectadores uma visão real dos próximos dez ou vinte anos, nas diferentes áreas contempladas'. Conta, também, com edições especiais em Salvador e Florianópolis.
As conferências servem como plataforma para a geração de conteúdos diversos, abrangendo os mais variados públicos, em diferentes formatos, fazendo com que o projeto atravesse os seus limites e se expresse também através de fascículos didáticos, filmes, publicações e, agora, o canal de vídeos fronteiras.com, apresentado pela Braskem, que pretende democratizar o acesso ao conhecimento e revelar um acervo inédito de ideias expressas no palco do Fronteiras em seus sete anos de existência. Com atualização semanal, o fronteiras.com já entra no ar com mais de uma centena de vídeos publicados com legendas em português, espanhol e inglês e versão mobile".


Vejam também o canal de vídeos do Fronteiras do Pensamento, no You Tube, link abaixo:

Fronteiras do Pensamento -Canal de vídeos / You Tube

Neste canal, há "Programas com os melhores momentos das conferências que fazem parte do seminário internacional Fronteiras do Pensamento, realizado no Salão de Atos da UFRGS. Sobre UFRGS TV: A Unidade Produtora de TV da Universidade Federal do Rio Grande do Sul apresenta à comunidade as atividades e os projetos desenvolvidos na UFRGS, uma das mais conceituadas instituições federais de ensino superior do Brasil.
Vejam abaixo a palestra (em duas partes) do historiador e antropólogo italiano Carlo Ginzburg, que "fala sobre as modificações ocorridas na vida do homem devido a revolução tecnológica e comenta o novo tipo de leitura que se desenvolveu paralelamente a internet".





sábado, 19 de junho de 2010

A vida intertextual: fantasia e realidade (Na'vis e Pataxós)


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=2MIvbG5u1l0&feature=related


Imagem acima: N'avi do filme Avatar.
http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/11/avatar-new-poster-423x600.jpg


Foto: Índia pataxó, no programa Globo Ecologia, exibido em 19/06/2010.

Pandora, do filme Avatar, lembra e muito a aldeia pataxó, no Brasil.
A vida da na'vi remete muito a vida da índia pataxó. Ambos, ficção e realidade se comunicam com questões atuais: meio ambiente, exploração, sustentabilidade, cultura, aculturação, preservação e defesa da terra e dos recursos natuaris, comunidades e minorias que sofreram e/ou sofrem com a violência do opressor, que tanto pode ser o colonizador de 1500 em diante, ou algum fazendeiro e/ou empresário sem essa consciência histórica e social, no sul da Bahia (ou em qualquer parte), no século XX e atualmente.
Essa intertextualidade ocorreu, por acaso - embora, como repita sempre: nada é por acaso, nem mesmo o acaso -, a partir de conversa, em 18/06, com a colega, profª. Eliane Duarte Cunha, do CPA, da EEEF Barão de Cêrro Largo (Rio Grande-RS-Brasil), falando sobre cinema 3D.
Ela comentou que com o filme Avatar, de James Cameron, pode-se trabalhar com diversos temas em sala de aula/vídeo com os alunos: meio ambiente, questão indígena, história, arte e cultura, etc.
Concordo plenamente, tanto que no dia 19/06/2010, de manhã cedo, enquanto aguardava para proferir palestra sobre Tecnologia educacional e ambientes de aprendizagem em rede, aos professores da EMEF Frederico Ernesto Buchholz, em Rio Grande - RS - Brasil, assistia na TV o programa Globo Ecologia, a respeito da história da aldeia indígena pataxó, em Porto Seguro, sul da Bahia, Brasil, quando fiz imediatamente um link com o filme Avatar, por conta das interrelações entre cinema e realidade.
Na verdade, como sempre, é a arte que imita a vida e nem sempre o contrário.
O filme de James Cameron é universal, tanto que várias minorias, como palestinos, já se pintaram de azul para se dizer, de certa forma também na'vis, no que tange a opressão que sofrem, num mundo muito centrado ainda na questão da exploração dos recursos naturais e violência contra povo situados em tais locais, usando da força extrema para conseguir seus objetivos.
O programa Globo Ecologia, veiculado no sábado, dia 19/06/2010, é uma belíssima produção para se trabalhar em conjunto com o filme Avatar, junto ao alunado e até a comunidade escolar em geral.
O programa Globo Ecologia, mostra a luta de três índias da reserva da Jaqueira, em Porto Seguro, sul da Bahia, Brasil, para preservar a terra e a cultura dos pataxós, e da criação em 1998 da Associação Pataxó de Ecoturismo. Os turistas participam de ritual de integração dos índios como o homem branco. Da luta da aldeia, desde sempre para proteger a terra e seus habitantes e também os recursos naturais. Do resgate histórico e cultural.
Unir fantasia e realidade, eis uma grande forma intertextual de passar conteúdo pedagógico, tanto por professores de história, como outros mais...
A vida é intertextual, e o cinema, uma das formas de estabelecer esse diálogo universal...

Observação: Episódios do Programa Globo Ecologia podem ser acessados através do canal Futura, via seu canal virtual, o Futuratec.

"Futuratec, é serviço criado pelo canal Futura para disponibilizar gratuitamente para download boa parte de seu acervo de programas. São cerca de 700 episódios na íntegra, num formato de arquivo que pode ser gravado em disco para exibição em aparelhos de DVD, facilitando o uso educativo para grupos e turmas que nem sempre têm acesso amplo e permanente a computadores com internet.

Estão disponíveis episódios completos de séries como Passagem Para, Ética, Globo Educação, Globo Ecologia, Globo Ciência, Um Pé de Quê?, Chegados, Tempos de Escola, Dom João no Brasil e muitos outros. Estes conteúdos produzidos pelo Canal Futura podem ser ferramentas úteis para o educador."


Lá é possível buscar, baixar, gravar e compartilhar.

Pode ser acessado pelo link abaixo:

FUTURATEC

www.futuratec.org.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

Twitter and The World Simulation


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=JgbfMY-6giY

O vídeo acima, descobri no You Tube, pesquisando sobre Twitter (miniblog) e trata-se de demonstração do uso do Twitter em um mundo simulado, tendo sido considerada uma radical experiência de educação coordenada em 2008 por Michael Wesch, da Kansas State University.
Infelizmente não consegui uma versão legendada.
A expressão "jotter" em inglês significa "cadernos de apontamentos".
Mas o poder das imagens demonstra bem a interação proposta via twitter com pequenos apontamentos (jott?), que é a essência do twitter (mensagens curtas com no máximo 140 caracteres, indicando links para sites e blogs, imagens, reflexões etc.)
Eu, particularmente, como educador blogueiro e agora twitteiro, tenho conseguido ampliar os horizontes, tanto educacional como tecnológico, graças as indicações que recebo direta e indiretamente, via blogs, twitter, e-mails, orkut, msn e tantos outros recursos que paradoxalmente são proibidos na maioria dos laboratorios de informática de escolas e universidades.
Vejam e revejam o vídeo que tem um incrível poder visual...

Apresentação do vídeo no You Tube:

Demonstrates the use of Twitter and Jott in the World Simulation, a radical experiment in education coordinated by Michael Wesch, Kansas State University

More info:
http://mediatedcultures.net/worldsim.htm

Download HQ version (wmv): http://www.mediafire.com/?04kjen4mmnm

WeschSimTwitter

http://www.mediafire.com/?04kjen4mmnm
Fonte: http://www.mediafire.com/?04kjen4mmnm

domingo, 17 de maio de 2009

Pajerama: vídeo animação sobre viagem no tempo de um menino índio




O incrível vídeo de animação acima, Pajerama, é mais uma indicação do Educa Tube e lembra em parte o livro As Aventuras de Tibicuera, de Erico Veríssimo, na questão da viagem pelo espaço-tempo. O livro também merece uma boa leitura por professores e alunos, pois trata da história do Brasil romanceada, na visão de um escritor, cujo personagem central é o índio Tibicuera.
Assistam ao vídeo e leiam o livro. Apresentação do vídeo: "Um índio é pego numa torrente de experiências estranhas, revelando mistérios de tempo e espaço".

Pajerama é uma animação de Leonardo Cadaval, feita em 2008, com duração de 9 minutos

"Uma versão brasileira e animada de 2001, Uma Odisséia no Espaço. Um alerta em 3D contra a devastação da Amazônia".

Aplicabilidades

Disciplinas/Temas transversais: Educação Ambiental, Geografia, História, Meio ambiente
Faixa Etária: Todas as idades
Nivel de Ensino: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II
Vídeo com diversas premiações em festivais de cinema e que serve para uma pequena viagem no tempo, entre professores e alunos, além de reflexão sobre história, memória, cultura, arte, sociedade, meio ambiente, entre outras possibilidades.