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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? por Pierre Levy (Humanidades digitais)




O vídeo acima Inteligência coletiva digital: os primórdios de uma revolução antropológica? , descobri nos vídeos correlatos do YouTube e trata-se de interessantíssima entrevista de Pierre Lévy ao Ciclo de Humanidades 2020, em 03 de dezembro, cujo tema foi "Bem vindos à humanidade digital", um termo que me agrada muito, pois sempre digo que devemos "humanizar as máquinas e não apenas robotizar as pessoas".
Pierre Levy, como consta na apresentação do referido vídeo entrevista é "sociólogo, filósofo e pesquisador em ciências da informação e comunicação (CIS) que investiga desde finais dos anos 1980 o impacto da Internet sobre a sociedade, o conhecimento, a inteligência e a cultura." E a entrevista foi conduzida por André Magnelli, que é idealizador e fundador do Ateliê de Humanidades (Instituição de livre estudo, pesquisa, escrita e formação), um dos organizadores do Ciclo de Humanidades, junto com a BiblioMaison (biblioteca do Consulado da França no Rio de Janeiro) e a Embaixada da França no Brasil.
O Ciclo Humanidades é composto, segundo os organizadores, por uma série de conferências que buscam "refletir sobre questões clássicas e contemporâneas por meio de um diálogo aberto com a filosofia, a antropologia, a sociologia, a ciência política e a psicanálise e trabalhando ideias e debates de autores franceses ou francófonos."
Sobre o conceito de inteligência coletiva digital, Levy traz primeiro um percurso, do período oral para a escrita, até chegar aos tempos digitais.
Se pararmos pra pensar, o Google da Antiguidade foi a famosa Biblioteca da Alexandria, que continha à sua época, a maior parte do conhecimento da Humanidade. Quanta coisa foi perdida com diversos saques, incêndios e destruição? Quem sabe tivéssemos hoje as respostas para as construções da s pirâmides e outros enigmas do mundo antigo.
A história desse inteligência coletiva é fruto da comunicação, das trocas de saberes, hoje, mais visíveis em tempos digirais, de internet, internet das coisas, redes e mídias sociais, onde com simples cliques em sites de pesquisa é possível ter acesso a todo o conhecimento do mundo atual.
Neste século XXI, o professor precisa saber se conectar ao aluno e com ele, dar vazão a essa inteligência coletiva digital, que ocorre dentro e fora da escola, em tempo real ou remoto, de forma presencial ou com distancimento social por conta da pandemia da Covid-19.
A metáfora que Levy se vale, do formigueiro e da comunicação entre as formigas é bem interessante, sobre o "algoritmo" que rege aquela sociedade composta por insetos [lembrei do filme de animação Vida de Inseto], assim como outras ideias e conceitos que o pesquisador da cibercultura e pensador nos proporciona nesta entrevista.
Abaixo, indico matéria no site Ateliê de Humanidades, com mais detalhes sobre a referida entrevista:

ENTREVISTA COM PIERRE LEVY

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Incomum: Websérie escrita, dirigida e editada por grupo de estudantes do 3º ano do ensino médio




O vídeo acima, é o episódio 1 (Piloto) da Websérie INCOMUM, disponível no YouTube, trata-se de projeto escrito, dirigido e editado por um grupo de estudantes do terceiro ano do ensino médio, em que o roteiro da mesma "Produzida no estilo mockumentary – documentários fictícios que se confundem com a realidade – a websérie é repleta de histórias malucas e anormais, que contam o dia a dia de estudantes lidando com temas diversos, de maneira bem descontraída" e que "acompanha o dia-a-dia de um grupo de [nove] estudantes em uma escola na Grande São Paulo enquanto eles são gravados para um documentário. O que talvez a produtora ainda não saiba é que esses estudantes não são nem um pouco comuns…"
Na verdade, um falso documentário com ares de comédia e criatividade e que serve de inspiração a outros jovens e estudantes para pensarem com seus professores as possibilidades do uso de fones celulares, smartphones, câmeras digitais e filmadoras para produzir webséries, que podem ser temáticas e vinculadas a disciplinas ou manifestações de arte, disponibilizadas em um canal de vídeos no You Tube.
Segundo dados, "A ideia do projeto surgiu de uma conversa com os amigos do colégio, que se tornaram personagens e produtores na websérie, sobre o crescimento de canais no Youtube. 'O pessoal adorou a ideia e todos acabaram me apoiando e se envolvendo diariamente para concretizar a produção. Saímos em busca dos atores e recursos e tudo foi acontecendo'", comenta Pietro Lago, estudante de cinema, jovem cineasta e empreendedor, que "mora na França e cursa a Universidade de Cinema 3is – Institut International Image & Son, em Paris, conta que se inspirou nas famosas séries Community, The Office e Modern Family. Para viabilizar parte de seu projeto, investiu em recursos próprios, levantados com serviços de fotografia, e recebeu adesão de amigos do colégio que estudava".
Conforme notícia: "No início, o grupo pensou em fazer vídeos curtos (sketchs) e independentes, mas como o entusiasmo de todos foi crescendo, o projeto foi tomando outro corpo. 'Tínhamos muito mais histórias, personagens e atores do que precisávamos e ainda contamos com a participação de alguns professores e funcionários do colégio, onde gravamos algumas partes e fazíamos as reuniões de pauta', conta Vinicius Romero, ator e um dos produtores da websérie, que também lembra que alguns diretores e professores ficaram preocupados com o tempo que as gravações estavam tomando dos envolvidos. 'Podemos dizer que deixamos a diretoria do colégio de cabelo em pé, se diverte o ex-aluno do colégio, que hoje cursa administração na Unicamp, SP'.
Segundo Pietro, o primeiro capítulo demorou dois anos para ficar pronto. 'Levou muito tempo e dedicação, porque não estávamos totalmente preparados. Muita coisa deu errada e tivemos que regravar vários materiais diversas vezes. Já o segundo capítulo demorou apenas um mês, porque já tínhamos aprendido o que funcionava e o que não daria certo', explica Pietro que também foi responsável pela edição da websérie.
Antes de realizar Incomum, Pietro estudou teatro. Em 2014, venceu o San Luis Obispo International Film Festival, nos Estados Unidos, com o curta 'O Grande Mágico', que levou o prêmio de Melhor Filme Internacional Feito por um Jovem".

Em princípio dois episódios estão no canal que a Flit Pictures mantém no Youtube. Novos capítulos serão lançados ao longo de 2016. Abaixo o segundo episódio da Websérie INCOMUM, intitulado O Reitor:



domingo, 8 de maio de 2016

O dicionário do cérebro: Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras (mágicas ou não)




O vídeo acima The brain dictionary (O dicionário do cérebro), descobri na rede social, através da Revista A Rede Educa e trata-se de "Atlas interativo [que] mostra reações do cérebro às palavras".
De acordo com a revista: "Um uso potencial do estudo que gerou o mapa, realizado por cientistas dos EUA, seria criar um decodificador de linguagem para que mudos portadores de certas doenças pudessem falar por meio de um computador".
Conforme Jack Gallant, neurocientista da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos): “Nosso objetivo foi construir um atlas gigante que mostrasse como um aspecto específico da linguagem é representado no cérebro”.
E o mais impressionante: “É possível que essa abordagem seja usada para decodificar informações relacionadas a palavras que uma pessoa está ouvindo, lendo ou até mesmo pensando”, avaliou Alexander Huth, autor do estudo. Ou seja, "Um uso potencial do conhecimento obtido por essa linha de pesquisa seria gerar um decodificador de linguagem para que pessoas portadoras de certas doenças falassem por meio de um computador".
Os cientistas desenvolveram um site interativo (em inglês, vide link abaixo) onde o público pode explorar o atlas cerebral.

MAPA SEMÂNTICO

Algo que me lembrou o conceito de Web Semântica, desenvolvido pelo filósofo e pesquisador da cibercultura Pierry Lévy, sobre uma linguagem universal a partir de símbolos e imagens, em que os computadores saberão "traduzir" conceitos.
No vídeo em questão, acima, também remete a este poeta, educador e escritor ao uso poético das palavras, que tanto poetas, escritores e educadores fazem, tornando-as mágicas para seus leitores e alunos.
É muito importante para todo educador, seja pai ou professor, o funcionamento do cérebro e da aprendizagem a partir do uso da linguagem, seja ela verbal ou não-verbal.
Um vídeo e pesquisa que mostram que o cérebro e intertextual e mostra o poder das palavras e da contação de histórias, algo que os escritores, poetas e educadores já sabiam de forma intuitiva. :-)
Para mais detalhes sobre este significante estudo, que envolve não apenas educação, filosofia, arte, cultura, mas medicina, ciências, tecnologia, etc, o Educa Tube Brasil recomenda a leitura do artigo na íntegra, no link a seguir:

Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras

Na história da Humanidade, várias foram as formas de recriar a mitológica e bíblica Torre de Babel, local onde todos falavam a mesma língua. Uma das mais famosas talvez tenha sido o Esperanto, "língua artificial criada pelo médico e estudioso de línguas polonês Ludwig Lazar Zamenhof 1859-1917, por volta de 1887, para ser língua de comunicação internacional [Possui gramática muito simples e regular e utiliza as raízes das línguas europeias mais faladas, além de raízes latinas e gregas.]".
Com o avanço das tecnologias, cada vez mais chegamos próximo a uma linguagem universal, se não por uma web semântica, pelos simples tradutores online, que ainda precários, muitas vezes, permitem pessoas das mais variadas partes do globo terrestre, das maias variadas culturas e dialetos se comuniquem pela rede mundial de computadores, nossa Torre de Babel digital.
Ter um dicionário do cérebro, bem utilizado por pesquisadores e educadores, poderá não apenas mapear as reações dos cérebro às palavras, como proporcionar a estes meios de estabelecer estratégias de interação mais eficientes, geográfica e pedagogicamente falando, principalmente com pessoas que possuem deficiências ou limitações que impedem essa comunicação, tornando as palavras literalmente em magia...

Observação: Para ativar as legendas do vídeo "O dicionário do cérebro", basta clicar no ícone em forma de pagina com linhas, no canto inferior direito da janela do mesmo, e após no ícone da engrenagem para a tradução dessas legendas, escolhendo o idioma apropriado ao leitor.

sábado, 12 de abril de 2014

A Máquina do Tempo no You Tube (e o You Tube como uma Máquina do Tempo Virtual)



O vídeo acima, First sound ever recorded é de 1860 e trata-se da reprodução do primeiro som gravado pelo homem (Édouard-Léon Scott de Martinville, França - apenas 10 segundos de uma mulher cantando "Au Clair de la Lune", À luz do luar ou apenas Luar), e o primeiro vídeo de projeto que pretende resgatar registros históricos, dispostos em uma linha do tempo, no You Tube Time Machine.
Tenho utilizado o You Tube como uma espécie de máquina do tempo, em diversos projetos educacionais e nas redes sociais, desde que comecei a ser formador de professores no uso das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) na educação e também em projetos envolvendo alunos, resgatando, mostrando músicas, filmes, desenhos animados, propagandas e outros materiais do passado e do presente, com foco histórico, educacional e social. Ou seja, fazendo minha própria "arqueologia sentimental".
O You Tube, através de uma pesquisa sobre qualquer assunto, pode ser mesmo uma grande cápsula digital do tempo, não apenas sobre coisas do passado, mas sobre o nosso presente, preservando aos viajantes do tempo, num futuro distante, quando se debruçarem em suas "expedições" sobre nossa produção audiovisual, um pouco do que éramos e que conseguimos conservar para a posteridade...
Lembremos que muito do conhecimento da antiguidade foi perdido por desastres, guerras, e tudo mais, vide Biblioteca da Alexandria e outros locais. Mas hoje temos no You Tube (e outros portais de vídeos) um espaço para surpreendentes buscas.
Graças ao You Tube, Google e outros sites de busca, pude fazer uma "arqueologia sentimental", pesquisando por desenhos animados, animações, filmes, propagandas, videoclipes antigos que funcionam verdadeiramente como uma viagem no tempo.
Cito alguns deles, nos links abaixo:

A arca do Zé Colmeia: desenho animado e as primeiras noções de educação ambiental

Educação: Um jogo de palavras Além da Imaginação (cinema, videoclipe e sociedade)

Profissão Perigo: MacGyver - Como usar um mapa (televisão e educação)

Contrato de Risco (Stingray): televisão, rede social e educação

Maneco, o Super Tio (1978): educação, história, arte, cultura, cinema e meio ambiente

CinEducação - marcador do Educa Tube sobre filmes e educação

Estes são alguns exemplos do uso que faço do You Tube como minha máquina do tempo, mas muitos educadores podem também fazer suas viagens no tempo, pelo portal, e encontrarão preciosidades de sua memória e economia sentimental.
Sempre digo que "a memória é a nossa pequena máquina do tempo" e, recentemente, nas redes sociais, li frase atribuída ao ator Jeremy Irons, que vem ao encontro do que digo, penso e faço: "Todos nós temos nossas máquinas do tempo. Algumas nos levam de volta. Elas são chamadas recordações. Algumas nos levam adiante, elas são chamadas sonhos".
Cada professor têm seus sonhos, suas memórias, e saber utilizá-las em prol da educação é um achado que deveria ser a todos socializado, seja em blogs, redes sociais em canais de vídeo etc.
Para complementar esta postagem indico dois belos vídeoclipes que têm como tema a questão do Tempo, vide abaixo, que achei por acaso no You Tube:





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

e-Professor: aprendizagem em rede e Web TV





A imagem acima é do portal e-Professor, que me foi indicado via Facebook da colega e amiga Elis Zampieri, professora da educação especial e coordenadora pedagógica da APAE de Curitibanos, SC, Brasil, editora do blog Sobre Educação.
Conforme dados coletados no referido portal: "O e-professor nasceu de um trabalho de conclusão de curso na primeira turma de pós-graduação em Design de Multimídia da Universidade Anhembi Morumbi em 1999. Idealizado como trabalho final e acompanhado de monografia, o projeto teve como ponto de partida, o resultado da pesquisa que revelou a dificuldade do professor - do ensino básico à pós-graduação - em incorporar o uso de tecnologias (na época NTICs) na sua prática cotidiana de aulas."
No e-Professor há, além de cursos e oficinas, também a Web TV, com diversos vídeos que podem ser utilizados por educadores, como o belo curta de animação O ÚLTIMO TRICÔ, logo abaixo, que achei na Galeria do portal, e é considerado por este como uma analogia à gestão escolar, e que proponho em seguida também a minha reflexão educacional, tecnológica e social.



De certa forma, educar, além de estabelecer um diálogo com educando (e com outros educadores), lembra também a sina de Penélope, em sua mítica ilha de Ítaca, enquanto aguardava o regresso de seu marido e rei Ulisses, vitorioso na Guerra de Tróia, que durara dez anos, e que levará mais 10 anos para concluir seu retorno ao lar. Enquanto isso, para não aceitar a morte de Ulisses e não ser obrigada a casar novamente, Penélope promete que assim que termine uma grande tapeçaria, enfim, escolherá o sucessor ao trono de Ítaca. Como estratégia para aguardar seu amor, tudo que fazia de dia, desfazia, desfiava à noite, precisando recomeçar tudo na manhã seguinte e assim por diante... Um pouco mais de 20 anos são o tempo que um professor (25 se mulher, 30, se homem) para exercer a sua profissão, antes da aposentadoria. Lembrando frase da educadora Sonia Bertocchi, editora do blog Lousa Digital: "Professor se aposenta, educador jamais".
De certa forma, o bom educador, ciente de seu amor pela profissão, aguardando ou não o retorno de Ulisses (ou do reconhecimento profissional e salarial) tem a consciência de que educar é um ato de recomeçar a cada dia, reconstruir-se e reconstruir suas práticas pedagógicas. Às vezes, querendo ter o controle da situação, como a personagem na animação, mas sendo dominada pelo produto de seu trabalho, que ora torna-se maior do que imaginava... Educar é desafiador e um desafio constante... E quando isto ocorre, é preciso escolher entre o tricotar com as agulhas ou o recortar, com a tesoura... Todo educador precisa ter essa dupla missão na vida de seus educandos: ora incentivar a produção, ora fazer os devidos recortes de espaço e tempo no conteúdo, avaliar se é necessário continuar, ampliar um trabalho ou cortar partes desnecessárias. Esta orientação é essencial e insubstituível e nenhuma máquina, por mais bem programada que seja, conseguirá simular a experiência humana, com seus risco, rabiscos, linhas e entrecruzamentos, transformando informação em conhecimento...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A Lenda do Chamado a Jogar: a corrente do bem via rede social



O vídeo acima, uma iniciativa que merece ser divulgada e que pouco aparece na grande mídia, chamada Play The Call (algo como O Chamado a Jogar), que descobri via Google + de Elenara Stein Leitão, arqueiteta de Porto Alegre, RS, Brasil, e editora do blog Arquitetando Ideias.
De acordo com Elenara: Play The Call é uma iniciativa do arquiteto e urbanista brasileiro, Edgard Gouveia Júnior que é diretor executivo da ONG Instituto Elos e faz um trabalho para mudar o mundo. E faz isso com um trabalho em equipe e ações focadas na realidade próxima, usando a mobilização via internet e redes sociais. Segundo ele, os jovens tem algumas características que devem ser respeitadas e aproveitadas:

Aproveitam os horários livres para trabalhos de curto prazo (VELOCIDADE)
Encontram soluções grátis ou quase isso (GRATUIDADE)
Diversão em grupo (DIVERSÃO)

E, ainda, segundo Elenara: "foi pensando assim que se criaram vários grupos no que ele chama de microrevoluções. E vai lançar o PLAY THE CALL, uma imensa gingana on-line onde se vai poder reunir gente e realizar várias missões que podem ir desde plantar uma árvore, reformar uma praça, limpar rios. Ou seja, se reúnem as pessoas via virtual para ações na vida real, brincando de fazer o bem. E o brincar é que faz toda a diferença."
Conforme Edgar Gouveia Junior (vejam vídeo de sua motivadora e divertida fala ao TED, mais abaixo):

“O Play The Call vai permitir que participantes do mundo todo se comuniquem e troquem experiências aprendendo uns com os outros, se incentivando mutuamente. Se você chama os amigos para trabalhar, fica difícil. Mas chamar para brincar é muito melhor”

“Só brincando somos capazes de voltar a ser crianças, nos desprender dos preconceitos e ativar o que há de melhor em nós mesmos para jogarmos juntos”

"Seja lá o que você faça, seja lá qual for o seu “chamado” no mundo, não lute por isso. Não se sacrifique. Brinque com isso. Adicione felicidade e permita que todos os seus amigos possam participar também. O mundo que a gente está sonhando construir já começa aqui e agora. Não só lá na frente. "



Iniciativas como estas estão conectadas ao potencial da atual geração, de jovens que estão conectados, que sabem compartilhar conhecimentos em rede, mas que necessitam de outras pessoas para dar sentido ao Jogo da Vida, e a receber este Chamado para a solidariedade e não apenas competirem em programas ditos Reality Show, em que pessoas ficam confinadas numa casa fazendo intrigas para ganhar um prêmio milionário. Esta lógica perversa é o oposto da lógica da rede (web) e da rede social que cada um cria, ou deveria criar. A corrente do bem começa por cada um de nós, e como dizia gandhi: "Seja a mundaça que desejas para o mundo".

Edgard Gouveia Jr. é um arquiteto especializado em bioarquitetura e tecnologia intuitiva e pós-graduado em jogos cooperativos. Fundador do Instituto Elos e do programa Guerreiros sem Armas, está na ponta da pesquisa aplicada sobre como mudar o mundo.

Um jogo cooperativo, livre e social, usando o potencial de cada um que está disponível para mudar o mundo, através de pequenas ações. Fantástica ideia. Uma verdadeira rede social com caráter e função social. Guerreiros sem armas. Demais! A dinâmica de grupo, intitulada "toco-colo" demonstra na prática como se forma uma rede social... Isto sim é um reality show... Rápido, divertido e sem botar a mão no bolso... Brincar de viver, vivendo de forma solidária.
Visitem o portal Play The Call, link abaixo, onde é possível se cadastrar para jogar este JOGO DA VIDA:

PLAY THE CALL

Play The Call, no Facebook: https://www.facebook.com/playthecall

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pense antes de postar


http://youtu.be/oI3nE_nQuBU

O vídeo acima, Pense antes de postar, trata-se de um alerta sobre a exposição exagerada na rede mundial de computadores, e foi indicação que recebi via e-mail, da pedagoga Maira Nobre, de Fortaleza- CE, Brasil, e editora do blog Aprender com.
A fronteira entre a divulgação de imagens, fatos e situações do cotidiano, com fins públicos e relevantes, e a mera exposição exibicionista da intimidade individual e a banalização desta, é uma linha tênue, que pode promover atividades e pessoas ou gerar situações como as demonstradas no vídeo.
Para refletir sobre o uso da internet em nossa vida...

sábado, 14 de maio de 2011

A evolução da web: da reprodução de terceiros à produção de conteúdo próprio


Fonte: http://youtu.be/Bc0oDIEbYFc

Visitando o blog Lousa Digital, da educadora Sonia Bertocchi, de São Paulo - SP - Brasil, descobri esse pequeno vídeo Web 2.0 que, de forma didática e visual, demonstra a evolução das ferramentas usadas no mundo digital, desde sua mera reprodução e transmissão (web 1.0) à sua produção, de forma colaborativa e cooperativa, mundo afora (web 2.0).
Atualmente, o mundo virtual tornou-se mesmo uma "aldeia digital", através de vários recursos tecnológicos que aproximam pessoas, mesmo morando distantes.
Na educação, tais ferramentas tem proporcionado que educadores inovadores possam divulgar seus projetos, atividades e pensamentos, através de blogs, listas de discussão, e-mails, vídeos, apresentações de slides etc.
O local e o universal se comunicam a todo instante...
Eis o verdadeiro reality show da educação... Mas ainda é um caminho longo, mas uma jornada sem volta, pois a menos que aconteça alçgo inusitado, a tendência é que cada vez as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) passem a fazer parte do cotidiano social e educacional.
É um processo irreversível e aqueles que não se integrarem a ele e não tiverem consciência que educador também precisa manter-se um processo de ensino-aprendizagem constante, estará fadado e isolar-se cada vez mais, reproduzindo processos, sem produzir conteúdo significativo...

Apresentação do vídeo acima, no You Tube:

Evolution of the Web site technology from the beginning till Web 2.0
For more videos visit http://www.notinwords.com

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A História do Google


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=EjN5avRvApk

O interessante vídeo acima, foi uma indicação indireta, via twitter, feita aos seus seguidores, pela publicitária Candice Goulart de São Paulo - SP - Brasil, que se diz "interessada em novas mídias, tecnologias e comunicação em geral ;)".
Para entendermos a internet (a famosa rede mundial de computadores) e o próprio modo de vida virtual que se instalou no século XXI, precisamos conhecer um pouco da história do Google - o maior indexador de conteúdos e buscas da web -, responsável por um grande número de inovações tecnológicas, que promovem a pesquisa e a produção de conteúdo, como: Google Earth, Maps, Docs, Reader, Analytics, You Tube, Orkut, Blogger, Talk, Chrome, Wave, etc.
Muitos desses recursos já estão sendo incorporados ao fazer pedagógico de diversos educadores, proporcionando o trabalho compartilhado entre professores e alunos, como o próprios Docs, por exemplo. Uma apresentação de slides, um arquivo de texto, uma planilha de cálculo etc podem ser feitos de forma colaborativa e a distância, utilizando esse e outros recursos, como o próprio blog.
Muitos professores de história e de geografia já dão algumas de suas aulas utilizando-se das fotos de satélite do Google Earth e as animações nele contidas, como Moon, Rome, do fundo mar etc.
Enfim, diversas possibilidades de uso inovador, desde que utilizadas de forma criativa.
Imagino, no futuro não muito distante, a fusão de recursos como o Google Earth, o Second Life, o Twitter e outros tantos, numa grande portal de simulação da vida em geral, com fins educacionais, que possa de certa forma mudar a própria Matrix da Educação...
Muitos educadores já estão se dando conta de como essa geração é vinculada às TICs e se apropriando de alguns desses recursos em sua prática escolar.
Um dia, quem sabe, as tecnologias tão incorporadas ao cotidiano de aluno, de forma recreativa, possam ser também utilizadas no cotidiano escolar, de forma pedagógica e instrutiva pelos educadores.
Há que se ter a consciência de que "ao invés de robotizar as pessoas, precisamos sim é humanizar as máquinas"; o maquinário é o acessório, o usuário sempre o bem principal de uma sociedade.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Web completa 20 anos! Veja toda a história...


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=9063

Vídeo acima, indicação, via twitter, do programa Olhar Digital (http://twitter.com/olhardigital), sobre os 20 anos da internet.
Para entendermos o presente, precisamos conhecer as origens das coisas que fazem movimentar o mundo.

Apresentação do vídeo no portal do programa Olhar Digital (exibido em: 23/08/2009):

Já são mais de 200 milhões de sites, mais de 1 trilhão de URLs e quase 2 bilhões de usuários
O www completou, em 2009, 20 anos de existência. O "maluco" que inventou a rede mundial de computadores é um cientista inglês chamado Tim Berners Lee. Em duas décadas de vida, já são mais de 200 milhões de sites, mais de 1 trilhão de URLs e quase 2 bilhões de usuários. Quer saber toda a história da Internet? Então confira a matéria acima!

Agora... quer fazer uma viagem ao passado e visualizar a internet de anos atrás? No site WayBack Machine, você consegue acessar todos os sites da rede desde a sua criação. O Olhar Digital, por exemplo, já teve várias caras diferentes. Clique e confira. É, no mínimo, curioso!

Link:

Way Back Machine

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bing: um novo buscador de informações na Web



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=4w4W7fQHgYw

O vídeo acima, é indicação de Murilo Gagliardi, via twitter (http://twitter.com/MuriloGagliardi), de Itu, São Paulo, Brasil, colunista do portal Itu, e trata-se de apresentação de novo buscador de informações no mundo digital, chamado Bing, e pertencente a Microsoft.

Cada vez mais a informação na rede é difundida e pesquisada por professores e alunos, mas cada vez mais é bom sempre, como ditado popular, em relação à medicina, procurar mais de uma opinião.

Assim como o Bing, existem outros importantes buscadores e indexadores de informações como o Google, o Altavista, e outros mais... Mas sempre é bom, não apenas procurarmos e mais de um site a confirmação daquela informação, em páginas de instituições e portais conhecidos, como também filtrar a pesquisa e comprová-la em mais de um buscador... O monopólio, seja da informação como de qualquer outra coisa, não faz bem à humanidade...

Bing
http://www.bing.com/?cc=br

Google
http://www.google.com.br

Altavista
http://br.altavista.com

Observação: Para saber mais, leiam o artigo abaixo, de autoria de Murilo Gagliardi.

Tecnologia em Cena

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Dicas para evitar o Ctrl-C- Ctrl-V em trabalhos escolares


Fonte: http://www.slideshare.net/redtic.centros/consejos-uso-internet-en-trabajos-1398761

A apresentação de slides acima (feita em Slideshare), descobri de forma indireta, via Twitter, por conta de outra indicação do blog Web para Educadores (http://twitter.com/webeducadores), um portal com muitas dicas importantes para quem utiliza ou pretende utilizar as TICs no ambiente escolar.
http://webparaeducadores.blogspot.com/
No caso dos slides acima, realmente são importantes dicas aos educadores feitas pelo portal RedTIC e blog RedTIC, da Espanha.

sábado, 11 de julho de 2009

Problemas com as novas tecnologias?


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=BCC7rFxo6QA&feature=player_embedded

O divertido vídeo acima, trata-se de uma animação, chamada This Side Up (algo como: Isto para cima), de Liro Topaz, e descobri graças a indicação, via twitter, de Maria Rios (http://twitter.com/Masrmar), da cidade de Feira, no Norte de Portugal, a 15Km do Porto; a partir de postagem na página de Gisele Souza.
Uma animação que trata dos tempos modernos da inclusão digital e do uso das novas tecnologias.
Na verdade, de forma bem humorada e criativa, trata também da relatividade do tempo no ciberespaço, a partir de downloads de arquivos, em que o próprio tempo oscila, dependendo da conexão. E mostra também como em certas situações as antigas tecnologias, como o vinil, eram mais eficazes e davam menos estresse.
Certa vez, uma colega contou-me que levara sua filha à casa de uma coleguinha, e para surpresa dela, a menina viu uma (hoje) jurássica máquina datilográfica. E ao saber de seu funcionamento, com uso do papel no carro da mesma, disse de supetão: "Nossa! Um teclado com impressora!". De fato, éramos modernos e multifuncionais e não sabíamos. (Risos.) Já existia a multifuncionalidade na máquina datilográfica, sem cabos nem fios, em que teclado e "impressora" vinham acopladas num só equipamento. Nem tudo que é novo é moderno. Da mesma forma que nem todo que é moderno é de fato novo. Nossa civilização informatizada é o resultado de séculos e séculos de conhecimento empilhados e passados de geração em geração.
Como brinco com alguns amigos: gênio mesmo foram os homens das cavernas, que descobriram a roda, o fogo, enfrentaram o clima e as criaturas selvagens, nos proporcionando essa relativa imortalidade. Depois dessas invenções, tudo ficou meio que control C, control V, dadas as devidas proporções das tecnologias em curso... Uma postagem para provocar uma reflexão e para refletir sobre essa provocação...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Aprenda matemática, química e inglês na Web


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/links/video_wide.php?id_conteudo=7475

Acima, mais um vídeo interessantíssimo sobre recursos tecnológicos com implicações educacionais que descobri ao visitar a página do programa Olhar Digital (http://olhardigital.uol.com.br).

Apresentação do programa Olhar Digital (exibido em: 15/02/09):

Aprenda matemática, química e inglês na Web
Sites ajudam a reforçar assuntos aprendidos em sala de aula
É tempo de volta às aulas e, pensando nisso, nós do Olhar Digital preparamos um Olhar na Web especial, para você aproveitar o tempo na internet e aprender mais sobre algum assunto abordado em sala de aula. O PTable, que tem versão em português, disponibiliza a tabela periódica de elementos. Quando você clica em algum deles, uma pequena janela se abre e oferece informações.

Se o seu ponto fraco é a matemática, uma opção é o Mathway, que oferece resolução de problemas divididos por categorias. E, se a ideia é melhorar o inglês ou espanhol, redes como a Live Mocha ajudam bastante. Você faz um cadastro e começa a se conectar com falantes nativos de outras línguas. Confira!


MathWay

Live Mocha

Google Earth

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Primeiro computador eletrônico



Animação (imagem acima) do portal Discovery Brasil, indicada, via twitter da colega Elis Zampieri (http://twitter.com/Elizampieri), de Curitibanos - SC - Brasil, editora do blog Sobre Educação.

Conheça a história da informática, através da animação, pelo link abaixo:

Primeiro computador eletrônico

http://www.discoverybrasil.com/internet/primeiro-computador-eletronico.shtml

Os Invasores


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=yLmyCFnhJEs

Vídeo acima, é indicação, via twitter, de Murilo Gagliardi (http://twitter.com/murilogagliardi), de Itu - SP - Brasil, colunista do blog Itu (http://itu.com.br/).
Segundo Murilo, o vídeo animado “Os Invasores” foi feito pela NIC.BR (Comitê Gestor da Internet no Brasil), e ilustra bem algumas pragas existentes hoje.

Apresentação do vídeo no You Tube:

Apresenta os tipos de códigos maliciosos e como eles podem entrar no computador do usuário, reforçando que a maioria dos códigos têm mais de um vetor de entrada e por isso mais de uma proteção é necessária.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Blog na Escola, como fazer um


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=M8INVf2Uogg

Outra sugestão que encontrei no Fazendo BLOGS, da profª. Márcia Sales, de Brasília - DF - Brasil.
Um vídeo que ensina em poucos passos a criar um blog. Para os educadores que ainda não possuem um weblog, é uma boa indicação para criar o seu.
Abaixo, outro vídeo com um Tutorial de blog passo a passo:


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=1DKM1RTTqLA

Observação: Visitem todo o acervo do Educa Tube, através do item "Marcadores" ou do item "Arquivo", no menu do blog.

domingo, 31 de maio de 2009

Estratégias de pesquisa na internet


Fonte: http://dotsub.com/view/f779c51c-8732-4df8-9836-b5b2df3a4fe4

Vídeo acima, que trata das estratégias de pesquisa na internet, e econtra-se legendado, foi encontrado por mim no portal DOT SUB.
Este portal descobri depois de visitar ao interessante blog da professora Márcia Sales, de Brasília - DF - Brasil, chamado Fazendo BLOGS que contém diversas sugestões de vídeos e softwares para uso na educação.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Web 2.0 - a máquina somos nós


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg



Interessante vídeo que foi-me indicado algum tempo atrás pelo colega Robson Freire, do blog Caldeirão de ideias. Dessa feita, encontrei uma versão em português para disponibilizar aos leitores do Educa Tube.
A Web 2.0, segundo a Wikipedia (a enciclopédia virtual e colaborativa, também um recurso web 2.0) é: "(...) um termo criado em 2004 pela empresa estadunidense O'Reilly Media[1] para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a "Web como plataforma", envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações".
A versão brasileira traduz a produção original de Michael Wesch, intitulada "The Machine is Us/ing Us", de Michael Wesch.

Link para o vídeo original:
http://www.youtube.com/watch?v=NLlGop...

O vídeo foi feito pelo Lidec (Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária - http://www.lidec.futuro.usp.br) da Escola do Futuro da USP (http://www.futuro.usp.br) e produzido por Dani Matielo (dani.matielo at gmail.com) e Vivian Pereira (viviangper@gmail.com).
De acordo com a a atribuição da licença Creative Commons 3.0 Não Comercial-Compartilhe da Mesma Forma atribuída pelo autor à obra, disponibilizamos o vídeo sob a mesma licença.


O conceito de web 2.o é portanto uma forma de criação de conteúdos a partir de novos recursos e outros já existentes, mas como uma visão mais colaborativa. Blogs, wikis, e diversos recursos podem ser usadas para a construção de redes sociais, de troca de informações que gerem conhecimento no mundo virtual.
Como o próprio vídeo comenta, "não importa a forma, mas im o conteúdo", nem tanto a máquina e sim seu usuário. Até pelo fato de que é o usuário é que dá sentido a máquina. Torna significante a produção individual ou coletiva que poderá servir de referência local e também mundial.
O futuro da educação, por exemplo, ao meu ver, passa pelo intercâmbio tecnológico, pedagógico e social. A web 2.0 é um desse recursos.
De acordo com Tim O'Reilly:
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva"