sábado, 31 de agosto de 2013

Naturópolis New York: A Revolução Verde (por uma nova arquitetura ambiental)



O belo vídeo acima Naturópolis Nem York: A Revolução Verde, descobri via blog Arquitetando Ideias, da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil.
Trata-se de um criativa iniciativa urbanística que tomo a liberdade de reproduzir a apresentação do vídeo, feita no Arquitetando... pela Elenara:

"É o Naturopólis - ou a Revolução verde que pode ser feita em nossas megalópoles para que se tornem ambientes mais saudáveis e viáveis para nós e para outros seres vivos. O foco dessa proposta é: 'Como cada metrópole moderna deve responder a uma questão fundamental: como pode a natureza desempenhar um papel central no seu desenvolvimento, o que é ecológico e sustentável, e que permite que os seres humanos vivam em harmonia, como em um ecossistema?'
Algumas cidades como Nova York, Tóquio, Rio de Janeiro e Paris são pioneiras nessas experimentações.Uma equipe multidisciplinar tentará responder ao desafio de criar uma sintonia entre as cidades e a natureza e pesquisar quais ideias e propostas podem levar a ecossistemas mais humanos e que garantam uma sociedade mais íntegra em termos ambientais".

É público e notório que a maior parte da população vive em centros urbanos e que a atual geração não possui os mesmos espaços de lazer que seus pais e avós utilizaram, como campos de várzea, quintais, jardins, hortas etc. As áreas verdes são em sua maior parte áreas públicas como parques, em que as crianças, quando os pais as levam, se divertem apenas nos finais de semana. Na maioria das vezes, vivem em condomínios ou casas sem espaços para contato direto com a natureza. Aproveitar espaços urbanos para trazer de volta a natureza para cidade de concreto armado é uma iniciativa interessante, ainda que em doses homeopáticas.
Afinal, a humanidade, em boa parte, parece desconectada da natureza e conectada às máquinas. Precisamos mesmo de uma revolução verde para inverter essa lógica perversa... O meio ambiente dá condições às pessoas de sobrevivência, mas parece que as pessoas - via grandes corporações - estão tomando atitudes contra a Natureza, comprometendo o equilíbrio ambiental e a sobrevivência da própria humanidade, dos seres vivos, do meio ambiente e tudo mais.
Nosso modelo de civilização atual produz muito lixo e "socializa a miséria, privatizando os lucros" (como comentou certa vez um político brasileiro). Há que se pensar alternativas para este modelo consumista de recursos naturais, humanos e financeiros... Pensar em medidas de valorização do natural, antes que do artificial, das pessoas antes das máquinas, do trabalho antes que do capital, são formas de promover um equilíbrio social. Há tecnologia suficiente para isso, falta muitas vezes vontade política e interesse naturalmente social...
O Educa Tube sempre comenta que projetos educacionais devem disponibilizar ao aluno, não apenas convívio em sala de aula, laboratório de informática, sala de vídeo, biblioteca escolar... Precisa também ter pequenas saídas de campo, como um passeio pelo entorno da escola, para que professores de forma individual ou inter e multidisciplinar possam interagir com o meio ambiente em que vivem, trabalham e estudam com seus alunos, propondo novas formas de passar um conteúdo universal a partir da realidade local. Precisamos urgentemente de uma nova arquitetura ambiental e social...
Para assistir mais vídeos interessantes como este, visitem o portal ARCHITV

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Mapeie Seu Mundo: Crianças mapeiam favela onde moram e combatem poliomielite (Os otimistas revolucionários)



O vídeo acima Os otimistas revolucionários, trata-se de trailer de documentário sobre o ativismo de crianças que mapearam favela de Calcutá, na Índia, onde moram, para combater a poliomielite, e que descobri via Twitter, através do jornal virtual do Professor Martinho C. Barros, de Alagoa Nova, Paraíba, Brasil, editor do blog Prof. Martinho (Filosofia).



Conforme notícia (imagem acima) da Revista Super Interessante:
O que você faria se procurasse pela rua onde mora no Google Maps e não a encontrasse? Pois isso aconteceu com um grupo de crianças indianas – que ficou conhecido como “Os Dakabuko”, palavra que significa “que têm a coragem dos valentes” –, de 10 a 14 anos.
Havia um vazio no mapa, contornado por ruas próximas, como se a favela onde moram, em Calcutá, não existisse. Foi quando eles decidiram sair às ruas e mapear casa por casa, por conta própria.
Para isso, os pequenos cidadãos contaram com a ajuda do projeto Mapeie Seu Mundo*, da Universidade de Columbia, dos EUA, que forneceu o equipamento necessário e deu as diretrizes de como coletar dados das pessoas, numerar e registrar as casas. “As crianças fizeram isso para serem vistas socialmente. É um direito delas”, disse o empreendedor social Amlan Ganguly em vídeo produzido para o TEDxChange.
Ao fazer o mapeamento, as crianças descobriram que nem todos os 9 mil moradores tiveram acesso à vacina contra poliomielite – em 2005, a Índia registrou 45 casos de paralisia infantil, número que a colocou como quarto país do mundo com mais pessoas afetadas. A solução que encontraram para o problema foi fazer uma campanha de vacinação e divulgar nas ruas – usando apenas esses cones da foto abaixo – onde estavam localizados os postos de saúde mais próximos. Com o esforço deles, o número de vacinação cresceu 80% na comunidade. Mas o objetivo é chegar a 100%!


Alguns anos atrás, participei de projeto educacional e multidisciplinar de formação de consciência ambiental com alunos de duas escolas da periferia cidade do Rio Brande, RS, Brasil, uma municipal e outra estadual, localizadas no entorno do porto da cidade. E entre diversas atividades envolvendo trabalhos manuais, leituras, vídeos, saídas de campo, reflexões, autoavaliações etc, reunimos as crianças na sala do projeto e com um computador com acesso à internet, mais o datashow, fizemos com elas um passeio virtual, via Google Earth, o mesmo que fizemos por terra, só que desta vez, pelo ar, para eles literalmente se localizarem no mapa, através das imagens de satélite, primeiro conhecendo o planeta Terra, depois os continentes e, em especial, a América, depois o país, o estado, até chegar à cidade e ai sim, cada um procurar seu bairro, a escola e dali, o caminho para sua casa. Colocamos marcadores com o nome de cada aluno sobre a imagem de sua casa. Alguns deles foram auxiliados pelos outros... E por fim, fizemos uma atividade lúdica. Uma história de valorização do meio ambiente, utilizando massas de modelar, cartolina, EVA, cola, tesoura, fotografando tudo e depois, via Movie Maker, criando uma história animada em stop motion.
Mostrar o local, torna-se universal. E o educador precisa inserir-se na realidade local do aluno para poder Mapear o Mundo da Educação.
Abaixo, link para a vídeo animação do projeto chamado Patrulha Ambiental, acima mencionado:



Abaixo, o Making of da atividade:



E vajam só que maravilha de descoberta fiz, ao buscar os vídeos acima! Achei nos vídeos correlatos esta criativa atividade, utilizando materiais recicláveis numa animação stop motion também, chamada CHICO 2.0:



Conforme apresentação no You Tube:
"Vídeo feito para o 2º Prêmio Glauber Rocha (2011) promovido pelo Colégio Nossa Senhora de Fátima de Vitória da Conquista (Bahia) desde 2010. Usa-se uma técnica conhecida de animação, o Stop Motion juntamente com um cenário simples, composto por materiais recicláveis e de fácil acesso. Porém, requinte do vídeo está na sua montagem ainda que amadora, levou oras de cortes e organização para ficar pronta. No Final, um breve treixo da entrevista com André Cairo, ecologista."

Como sempre o Educa Tube diz: Projetos de trabalho e/ou de vida em que a simplicidade faz parte, talvez sejam os que maior chance de continuidade tenham, justamente por isso. Principalmente quando são colaborativos e tratam da realidade local, tornando-se por si só universais, por conta da identificação que promove em quem participa e assiste.
EDUCADORES, MAPEIEM SEU MUNDO TAMBÉM E DIVULGUEM SUAS AÇÕES EDUCATIVAS ENTRE SEUS PARES E A COMUNIDADE ESCOLAR.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Nação Digital: documentário sobre a vida na fronteira virtual



O vídeo acima Nação Digital, descobri no You Tube e trata-se de "documentário que dá sequência à produção "Crescendo Online", de 2008 (vide link abaixo do trailer), que investiga como crianças e adolescentes estavam se apossando da internet, território antes voltado para os adultos.
Conforme apresentação do mesmo: "Nação Digital continua a analisar a vida na fronteira virtual. Feito em colaboração com o público através de uma plataforma digital, o documentário é guiado pelo pensador da era digital Douglas Rushkoff e pela produtora Rachel Dretzin.
A dupla mostra escolas que optaram por uma educação multimídia, analisa o exemplo da Coréia do Sul, onde a revolução digital trouxe algumas consequências boas e outras muito graves, e debate a iniciativa do exército americano, que passou a utilizar aviões controlados remotamente dos EUA nas guerras no Afeganistão e Iraque.
O que significa viver no mundo digital do século 21? Quais são as implicações de viver em um mundo consumido pela tecnologia e qual é o impacto da conectividade constante para futuras gerações? Estas e outras questões são analisadas em 'Nação Digital', que entrevistou especialistas em diferentes áreas, da informática à psicologia.
Fenômenos como os jogos online, que reúnem milhares de pessoas em torno de um evento, e implicações práticas como manter a atenção de alunos nas aulas, que se distraem surfando na internet ou mandando torpedos, também são abordados no documentário."

Um ótimo material para debater com professore, pais e alunos sobre as fronteiras digitais e reais, sobre o choque de gerações, as trocas, as descobertas, mas também uma reflexão sobre o momento atual e as possibilidades futuras, com seu lado positivo e negativo. Muito interessante o depoimento da avó blogueira de 83 anos, que aos 73 anos se aposentou e descobriu o mundo dos blogues, criando um de culinária, em parceria com seu neto.
Interessante também dados que demonstram que os jovens leem pouco, e quando leem são versões compactas de livros, resenhas (tudo online) e que embora conectados ao mundo digital, por muitas horas, quando vão escrever, sua escrita é feita em pequenos parágrafos, às vezes desconexos uns dos outros.
De acordo com o depoimento de um dos entrevistados: "A tecnologia melhorou, mas a escola, ainda não". Mais que uma frase, um tema para uma profunda reflexão sobre tempo e espaço escolar conectados ao século XXI, muito mais do que por cabos ou redes sem fio, mas a um contexto em que a tecnologia não pode ser mera recreação. Precisa ter sentido pedagógico e social.
O termo "Nação Digital" é bem apropriado, pois, de fato, como bem salienta Rachel Dretzin percebeu, há um mundo virtual convivendo com o real em uma mesma casa, e ás vezes, as pessoas parecem mais conectadas ao digital do que ao real. Estão no mesmo espaço físico, mas vivendo imersos em um mundo de bits e bytes. E os jovens formam a maior nação, com suas diversas tribos, cada qual com uma linguagem própria. E para que educadores (pais e professores) realmente dialogarem com esta "Nação", é preciso conhecer seus usos e costumes.
Abaixo, trailer do documentário CRESCENDO ONLINE. Se alguém tiver link para download ou assisti-lo online, socialize nos comentários desta postagem. Grato. :-))



Van Gogh Shadow: arte viva em animação 3D



O belo vídeo acima Van Gogh Shadow, foi-me indicado pela colega e amiga Márcia Cristina Alves, educadora do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e editora do blog da 9ª CRE - RJ. O vídeo em questão trata-se de animação 3D que literalmente dá vida aos quadros do pintor holandês Vincent Van Gogh, divulgada pelo blog ANIMA MUNDI. Uma criativa iniciativa do designer italiano Luca Agnani. Ele produziu "uma versão 3D e animada de treze quadros do genial artista holandês, dando movimento e criando uma experiência totalmente nova para os admiradores do pintor".
Ótimo material para apresentar um clássico das artes plásticas aos alunos, motivando-os para pesquisas mais detalhadas da vida e obra, não apenas de Van Gogh, mas de outros célebres pintores que mudaram nossa forma de ver o mundo, a vida e a arte.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

AR 1304: Não importa o que você pilote! Sempre respeite a sinalização!

AR 1304 from Black Sheep Films on Vimeo.

O impressionante vídeo acima AR 1304, trata-se de filme do cineasta Fernando Livschtiz, de Buenos Aires, Argentina, da produtora de vídeos BS Films que além de ser um belíssimo exercício de truncagem de imagens, serve também para tratar da questão da consciência no trânsito e do respeito às sinalizações.
Para quem ficou em dúvida se o suposto avião da Aerolineas Argentinas desceu mesmo numa movimentada rua de Buenos Aires, transitando entre carros e respeitando o semáforo, vejam outro filme incrível, filmado nas ruas e prédios da bela capital argentina e intitulado de Buenos Aires - Inception Park.



terça-feira, 27 de agosto de 2013

Microcosmos: O povo da grama (documentário ambiental)



O vídeo acima Microcosmos trata-se de fragmento do documentário abaixo Microcosmos: Le peuple de l'herbe (O Povo da Grama), de Claude Nuridsany e Marie Pérennou, com narração de Jacques Perrin, produzido em 1996, com 75 minutos de duração.
Uma bela indicação do professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio Grande, RS, Brasil e que serve para tratar de meio ambiente e educação ambiental a partir de cenas preciosas e impressionantes destes ecossistemas do chamado povo da grama. Parece uma sinfonia da natureza, tudo funcionando em precisão e equilíbrio. Sintonia entre o meio e o ambiente. Um rico material, com cenas lindíssimas para assistir e compartilhar entre professores e alunos.



segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Cidade de Papel: fantástica animação que mostra a construção de uma cidade verde



O vídeo acima Paper City (Cidade verde ou Cidade de Papel), trata-se de fantástica animação de Maciek Janicki, que descobri via site ARCHITV, que foi destacado pelo blog Arquitetando Ideias, da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil.
Conforme apresentação do referido vídeo: "As ruas são pavimentadas com papel. Esta animação delicada segue a ascensão e dobra de uma metrópole frágil. capturada por um helicóptero invisível. A narrativa se desenrola através de estradas sinuosas, florestas e montanhas em erupção emergentes. Cidade Verde surge em um crescente, com arranha-céus subindo a partir da página - apenas para desmoronar, depois suavemente de volta para o chão."
Um rico material para professores de artes trabalharem com seus alunos, maquetes de cidades, utilizando diversas técnicas como origami, dobraduras etc e capturando esta construção quadro a quadro, em stop motion, para produzir um vídeo amador - não tão complexo como o Paper City, logicamente, mas algo criativo, feito em parceira professor e alunos, seja reproduzindo casarios históricos da região, seja construindo uma cidade imaginária, envolvendo professores de história, geografia etc.

domingo, 25 de agosto de 2013

Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet na sociedade e na educação



O interessante vídeo acima Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet, descobri por acaso no You Tube, mas é um ótimo material para reflexão sobre tecnologia, educação e sociedade.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Isaac Asimov mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc."
Isaac Asimov, autor de livros como Eu Robô (adaptados para o cinema) entre outros sucesso, consegue com muita propriedade analisar as implicações inter, multi e transdisciplinares da tecnologia na educação, quando diz que cada aluno teria a sua escola particular (via internet, fazendo suas pesquisas), surgindo disciplinas novas como "física esportiva", aprendendo uns com os outros, além da escola, da sala de aula e do professor. Diz ainda que educação não é um processo por terminar, que ele é contínuo, o que vem ao encontro de Paulo Freire e sua Pedagogia da Autonomia, quando disse que "educar é ter a consciência do inacabamento", pois tanto aluno como professores precisam aprender a aprender sempre.
A educação e a sociedade precisam aprender com a ficção científica, incorporando conceitos que já foram futuristas, mas hoje já fazem parte do cotidiano. Se a tecnologia já atingiu, está para atingir e em alguns casos já ultrapassou os limites da ficção científica, tornando-se parte deste cotidiano, como a internet, o telefone celular, a TV digital, os videogames com sensor de movimento etc; por outro lado, a educação ainda precisa se reinventar para chegar ao patamar pensado por escritores de ficção, cientistas, educadores e outros pensadores.
Ainda temos alunos robotizados na sala de aula e máquinas sendo tratados como seres humanos, em que travamos diálogos mecânicos em bancos, lojas, supermercados e outros locais. Precisamos inverter esta "rede lógica", pensando a tecnologia educacional também como ferramenta de inclusão social.
Dentro do tema da internet, indico abaixo, vídeo com a canção Pela internet, de Gilberto Gil, que é uma criativa e bem humorada releitura deste tema.



sábado, 24 de agosto de 2013

Escola de Bambu: documentário sobre escola sustentável na Libéria, África



O vídeo acima Escola de Bambu, foi-me indicado via Facebook pela educadora Sabrina Sadoke Kehl, do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e editora do blog Tecnologia Transformando a Educação.
Trata-se de um impactante documentário sobre Projeto Humanitário para a construção de uma Escola Sustentável na Libéria, África, que beneficiará 300 crianças e suas famílias na comunidade de Fendell.
Escola feita de bambu, que abriga o sonho de alunos e professores na luta por melhores condições de vida daquela comunidade. Um dos sonhos é justamente construir uma escola de alvenaria. Comovente assistir professores que abriram mão de cargos e salários maiores em outras escolas e cidades, em prol da construção do conhecimento das crianças do seu povoado, depois da guerra civil. Construção do conhecimento, reconstrução da sociedade.
Em um tempo em que valores e limites são pouco reconhecidos e que precisam ser ensinados, a começar pela família, a Escola de Bambu traz uma nova visão de mundo que precisa ser refletida e divulgada na comunidade escolar.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Alegria das Estatísticas: 200 países e 200 anos em 4 minutos (criativa e didática animação gráfica)



O vídeo acima 200 países, 200 anos, 4 minutos, foi-me indicado, via e-mail, pelo professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio BGrande, RS, Brasil, e trata-se de um incrível material do médico Hans Rosling, em que o mesmo mostra "a história do desenvolvimento do planeta nos últimos dois séculos, transformando estatísticas em animação gráfica interativa", no Programa "The Joy of Stats" (A alegria das estatísticas) da BBC 4.
Embora, valendo-se de alta tecnologia, computação gráfica e tudo mais, a forma de abordar um tema, muitas vezes é o diferencial de um bom educador, em como explorar um conteúdo, por mais complexo que seja, utilizando-se de recursos visuais, criatividade e originalidade.
Um vídeo que lembra outro, já divulgado anteriormente pelo Educa tube, vide link abaixo, que igualmente se utiliza da computação gráfica para mostrar de forma didática a quantidade de gases sobre Nova Iorque, uma das maiores cidades do mundo. Impactante.

O mundo afogado em CO2: impactante animação gráfica sobre o meio ambiente

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Crianças Terceirizadas: entrevista com o Dr. José Martins Filho



O vídeo acima Crianças Terceirizadas, trata-se de entrevista do Dr. José Martins Filho, professor de Medicina da UNICAMP, Campinas, SP< Brasil, onde foi reitor, autor do livro "A Criança Terceirizada". Material produzido para o canal WebFilhos.
A relevante fala do Dr. José Martins Filho vem ao encontro do que o Educa Tube tem tratado, aqui neste blog e nas redes sociais, quanto ao papel social de pais dentro de um processo de educação, que deve iniciar na família, continuar na escola e permanecer por toda vida na sociedade. Não há como ultrapassar etapas, delegar obrigações a terceiros, como alguns pais tem feito à escola, desonerando-se de suas atribuições de primeiro educador de uma criança. Quem educa é a família, a escola ensina e a vida cobra os valores e os limites que uma e outra não souberam impor...
Há até a figura do pai "adolescêntrico", que uma colega utilizou na rede social para descrever estes pais mais preocupados com seu trabalho e outras atividades, sem conseguir tempo para a criação dos filhos. Não é possível ter crianças "órfãs de pais vivos" que vivem no memso teto, mas pouco convivem com seus filhos...
Hoje, cada vez mais, vemos pais querendo apressar, seja no esporte, no estudo etc, fases que são essenciais na formação intelectual, sentimental e social de uma criança, como se fosse uma personagem de videogame, que pode-se, através de passwords (senhas, códigos secretos) ultrapassar situações... A vida não é um imenso videogame, mas podemos apressar o game over de uma criança, sua possibilidade de ser um cidadão pleno.
Este e outros vídeos interessantes podem ser assistido no You Tube, no canal WebFilhos, no link abaixo:

CANAL DE VÍDEOS: WEBFILHOS

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Alto Preço do Materialismo (Um Novo Sonho Americano)



O vídeo acima, O Alto Preço do Materialismo, descobri no You Tube e é uma interessante animação, através da técnica do desenho para discutir as relações da sociedade consumista em que vivemos. Produzido pelo Centro para Um Novo Sonho Americano, com direção de Tim Kasser (com dublagem em português), é um audiovisual sobre um tema recorrente no Educa Tube que é o modo de vida atual e as implicações na sociedade. Um material para tratar de meio ambiente e educação ambiental, pois demonstra de forma didática os mecanismos de consumo que estamos expostos diariamente.
O Alto Preço do Materialismo traz uma técnica desenho/animação que pode ser utilizada no ambiente escolar entre professores e alunos, justamente tentando sintetizar através de imagens, conceitos, personagens um pequeno mural dos conteúdos vistos em suas disciplinas, com o apoio dos professores de artes, história e outros, em atividades interdisciplinares.
Uma atividade que não requer grandes recursos: folhas de papel, lápis de desenho e de cor, criatividade, conteúdo resumido, numa espécie de "mapa conceitual" (como um organizador da informação gerando conhecimento, tendo como consciência que é uma geração audiovisual, que assimila melhor um conteúdo quando acompanhado de imagens, sons, videos etc); mapa este ilustrado por imagens discutidas entre professores e alunos. Depois digitalizadas ou filmadas e disponibilizadas em blog ou nas redes sociais a outros alunos e educadores, como inspiração para atividades semelhantes.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Programa Ensino Médio Digital: Portal da FGV para estudantes do Ensino Médio



O vídeo acima Programa Ensino Médio Digital é uma iniciativa da FGV - Fundação Getúlio Vargas, e conforme apresentação: "(...) surgiu com o objetivo de promover discussões sobre as questões relacionadas ao ensino médio no Brasil. O programa é para troca de experiências entre os professores, alunos e escolas que pretendem aproximar o saber acadêmico e o conhecimento escolar. A Fundação Getúlio Vargas busca aprimorar a qualidade do ensino em todo o País e promover a melhoria na formação educacional dos jovens e, dessa forma, contribuir para diminuir as desigualdades sociais".
De acordo com notícia que descobri nas redes sociais: Está no ar a nova versão do Portal FGV Ensino Médio Digital – iniciativa que oferece conteúdo gratuito para estudantes e candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em uma parceria entre a Editora FGV e o FGV Online.
Lançado em setembro de 2012, o portal reúne agora mais de 7 mil questões e 700 horas de aula nas quatro grandes áreas de conhecimento exigidas no ENEM, divididas em 10 cursos: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens e suas Tecnologias, trazendo um novo conceito de interação entre os estudantes, que podem trocar experiências, informações e conhecimento em um ambiente desenvolvido especialmente para eles. “A intenção é chegarmos a 2014 com 10 mil questões em nosso banco”, revela a professora Mary Kimiko, diretora de soluções educacionais do FGV Online.
A inclusão de uma área de teste também é considerada uma das grandes vantagens do novo portal. “Nessa nova versão, o estudante pode testar o banco de questões (inclusive com simulação de tempo da prova do Enem) sem a necessidade de se cadastrar previamente”, explica a diretora da Editora FGV, professora Marieta de Moraes Ferreira. No entanto, ela ressalta que existe um conteúdo exclusivo para os estudantes que se cadastrarem, como o Mural Virtual – que permite interação entre os participantes –, o banco de propostas de temas para redação, relatório individual de desempenho e o ranking de pontuação. “Estes são novos incentivos para que o estudante continue no site e prossiga seus estudos com auxílio da plataforma”, afirma Mary. Até agora, o portal conta com mais de 700 mil acessos.
A reformulação ainda está em curso e a expectativa é de que novas seções sejam lançadas, tais como uma área exclusiva para professores, de vídeos de introdução aos cursos e de sugestões de estudos. Também está prevista uma versão mobile do site, já em desenvolvimento.

Acesso ao ensino superior

“Em função da evasão escolar, das dificuldades de um bom desempenho no Enem e do preparo deficiente dos professores frente às diretrizes desse exame, o Ensino Médio enfrenta grandes problemas. O desenvolvimento de um projeto dessa natureza e grandiosidade tem exatamente a finalidade de encarar esses desafios e auxiliar na estruturação de um novo Ensino Médio, democratizando o conhecimento e o acesso ao ensino superior”, afirma Marieta.
A pesquisadora Raquel Emerique reforça a intenção de se promover igualdade de oportunidades através da criação do portal. “O Enem se tornou um importante mecanismo de seleção para as universidades e sabemos que os estudantes brasileiros têm acesso desigual à educação de qualidade”, lembra.
Mary Kimiko destaca, ainda, que a expertise da FGV é fundamental para o sucesso da ação. “Este é um dos projetos mais felizes do professor Carlos Ivan Simonsen Leal (presidente da Fundação). Temos experiência consolidada na área, tanto em termos de material didático quanto de educação a distância, o que muito nos motivou”, comemora a professora.
Conheça o Portal FGV Ensino Médio Digital no endereço: ensinomediodigital.fgv.br.

Fonte: FGV

Abaixo, imagem e link para o referido portal:



PORTAL ENSINO MÉDIO DIGITAL - FGV

O corpo humano: criativa animação em stop-motion



O vídeo acima, O corpo humano, foi indicação via Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil e editor do blog educacional Caldeirão de Ideais.
Trata-se de uma animação em stop-motion do corpo humano de Tinybop e que ensina as crianças sobre como funcionam os sistemas do corpo. Todas as peças são feitas com papel, incluindo os sons. Criativa e original forma de educar brincando. Uma ideia, bastante papel e criatividade e torna-se simples algo complexo.
Para maiores informações sobre este aplicativo criado para ensinar crianças, cliquem no link abaixo:

ILUSTRANDO TINYBOP - PRIMEIRO APP

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A sintonia entre as duplas sinfonias: discurso e prática (arte e educação)



O divertido vídeo acima The Olsen Gang, foi-me indicado via e-mail pela minha prima Rejane Klaes, bibliotecária em Porto Alegre, RS, Brasil e trata-se de um recorte para fins educacionais do filme dinamarquês "The Olsen Gang Sees Red" (1976), com direção de Erik Balling, que também se encontra na web com o nome de "O Assalto Orquestrado", por motivos óbvios.
Imaginem um grande concerto, com o maestro e músicos da orquestra sinfônica executando a música "Elverhøj (Elves' Hill) Overture" de Friedrich Kuhlau, e um grupo de ladrões, regidos literalmente por um maestro com toda a partitura da canção executada no teatro, aproveitando terminados sons para utilizar bombas, brocas, martelos, furadeiras e abrir caminho através do porão da casa, em total sincronia e sintonia com a orquestra oficial.
Evidentemente que é uma comédia, mas pode ser pensada como uma peça para refletir sobre outras sintonias e sinfonias no contexto escolar e social.
Pensando que todo grupo tem diversos talentos - como os músicos de uma orquestra - e que para administrar e reger tantos egos e aptidões, faz-se necessário um maestro, nas escolas há também a necessidade de mestres que transformem sua turma num grupo em que cada um, apesar de sua diversidade, tenha também uma unidade em prol de todos e do processo de ensino-aprendizagem.
Projetos de trabalho precisam ter afinidade com o projeto maior de vida, e talvez por isso, muitas vezes, os regentes de classe não consigam ser regentes de uma sinfonia educacional, por não haver a devida sintonia e sincronia de movimentos, ações, projetos e atividades com seus alunos e comunidade. Há que se promover a sincronia e a sintonia entre a teoria e a prática, entre a universidade e a escola, entre o educacional e o social.
Feito isto, o sucesso de ambos será retumbante, como no final do vídeo em questão. :-)))

domingo, 18 de agosto de 2013

Pensando nos outros: O método do professor Toshiro Kanamori (documentário educacional)



O vídeo acima Pensando nos outros foi indicação via e-mail do professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de belíssimo documentário educacional (2005, legendas em espanhol) sobre o professor Toshiro Kanamori e sua metodologia e didática em uma escola da periferia da cidade de Kanasawa, Japão, em 2002, onde utilizou a empatia como método de trabalho.
O professor Kanamori utiliza, no vídeo, a aprendizagem para a felicidade de crianças de 10 anos desta escola da periferia, valorizando a solidariedade, o carinho, a compaixão, dizendo: "Deixe que as pessoas vivam em teu coração". Ele estimula a escrita, fazendo com que seus alunos relatem experiências alegres e tristes de suas vidas (perdas e ganhos) em seus cadernos. Faz rir, chorar e que cada um aprenda a criar vínculos de amizade, ensinando a chave para a felicidade.
Como o Educa Tube sempre declara: "O bom projeto sustentável, executável é aquele feito com simplicidade, pois permite a continuidade", e é o que fez o professor Toshiro ao promover entre seus alunos uma verdadeira rede social educacional, unindo laços de afetividade entre o educador e sua turma.
Uma bela iniciativa que precisa ser conhecida e divulgada entre outros educadores e comunidades escolares.
Abaixo, o mesmo documentário, em três partes, caso esta versão do You Tube saia do ar:







sábado, 17 de agosto de 2013

Escolarizando o Mundo: O Último Fardo do Homem Branco (documentário educacional)



O vídeo acima Escolarizando o Mundo, trata-se de documentário que descobri via colega e amigo Alexsandro Oliveira, advogado e educador de Rio Grande, RS, Brasil, que me convidou para curtir a página Filmes Para Pensar, no Facebook.
Conforme apresentação, "O filme examina o pressuposto escondido da superioridade cultural por trás dos projetos de ajuda educacionais, que, no discurso, procuram ajudar crianças a 'escapar' para uma vida 'melhor'. Aponta a falha da educação institucional em cumprir a promessa de retirar as pessoas da pobreza - tanto nos Estados Unidos quanto no chamado mundo 'em desenvolvimento'. E questiona nossas definições de riqueza e pobreza - e de conhecimento e ignorância - quando desmascara o papel das escolas na destruição do conhecimento tradicional sustentável agroecológico, no rompimento das famílias e comunidades, e na desvalorização das tradições espirituais ancestrais. Finalmente, ESCOLARIZANDO O MUNDO faz um chamado por um 'diálogo profundo' entre as culturas, sugerindo que nós temos, ao menos, tanto a aprender quanto a ensinar, e que essas sociedades sustentáveis ancestrais podem ser portadoras do conhecimento que é vital para nossa própria sobrevivência no próximo milênio."
O documentário: "Escolarizando o Mundo: O Último Fardo do Homem Branco" trata de questões universais, como a própria formação da escola e o modelo imposto: "Se você quisesse mudar uma cultura milenar em uma geração, como você faria isso? Você mudaria a forma como ela educa suas crianças. O governo dos Estados Unidos sabia disso no século XIX quando forçou os filhos dos nativos a frequentarem escolas. Hoje, voluntários constroem escolas em sociedades tradicionais pelo mundo, convencidos de que a escola é a única forma de dar uma vida 'melhor' às crianças indígenas. Mas isso é realmente verdade? O que realmente acontece quando substituímos a metodologia tradicional de aprendizado e entendimento do mundo pela nossa? Escolarizando o Mundo: O Último Fardo do Homem Branco mostra de maneira desafiadora os efeitos da educação moderna nas últimas culturas indígenas e sustentáveis do mundo. Gerações à frente, olharemos para trás e diremos: 'Como pudemos fazer este tipo de coisa com as pessoas?'"
Assistindo ao documentário é inevitável não chegar a conclusão da negação do individuo em prol do consumidor, do coletivo em prol da corporação, do espiritual ao material. Educação para o trabalho e o lucro, não para a vida e a coletividade. Conceitos como "miopia cultural" e "monocultura humana", ilustram bem a argumentação. Não há respeito à diversidade cultural e humana, existe um currículo único mundial, dentro de uma nova ordem mundial, comandada por instituições bancárias e organismos financeiros mundiais.
Um vídeo que mostra os contrastes entre o urbano e o rural, o secular e o escolar. A escola como um ecosssistema em desequilíbrio, assim como a sociedade. As crianças não sabem mais sobre o conhecimento milenar de seus pais, avós e antepassados, os renegam em prol do "Deus ex machina" da tecnologia. O local e o global distanciados. Para os donos do poder, o conhecimento tecnológico é mais importante que o conhecimento milenar e humano do mundo ao redor.
Um poderoso documentário para uma profunda reflexão sobre a educação no tempo e no espaço.

A história do mundo em dois minutos: edição de imagens avassaladora



O belíssimo vídeo acima A história do mundo em dois minutos, descobri no Facebook do educador Tião Rocha, de Belo Horizonte, MG, Brasil.
Trata-se de uma incrível edição de imagens de Joe Bush e música de Zack Hemsey, que como o título indica, mostra a história do mundo em apenas dois minutos, numa sucessão cíclica de imagens. O inicia pelo fim, finaliza pelo início, e serve para refletir sobre o mundo que vivemos, sobre história, geografia, física, química, biologia, arte, cultura, sociedade, meio ambiente e muito mais. Um ótimo material para uma atividade interdisciplinar.
Um belo exemplo de como professores, independente da disciplina, podem fazer uma edição de imagens capturadas por seus alunos ou pesquisadas na web sobre determinado assunto, colocando uma música de fundo, salvando o vídeo, inserindo no You Tube para depois socializá-lo via redes sociais, blog, apresentando-o também à turma, as demais turmas da escola, à comunidade escolar.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Incrível transporte do futuro (ônibus aéreo 3D) e o Projeto Vênus: desenhando o futuro



O vídeo acima Incrível transporte do futuro, trata-se de uma ideia simples e inovadora em desenvolvimento na China, de utilização dos espaços urbanos saturados de automóveis, buscando disponibilizar um transporte coletivo com design criativo, em plena interação com o meio... O ônibus aéreo funciona como um túnel móvel, em que os automóveis podem passar por seu interior e ele por cima dos mesmos, sem nenhum inconveniente, logicamente, desde que ambos respeitando as regras mínimas de convivência em sociedade e às regras de trânsito.
A indicação foi feita por e-mail do professor Robert Betito, do IFRS Campus Rio Grande, RS, Brasil.
Conforme demonstra a apresentação do vídeo no You Tube:
"Imagine que um dia você dirigindo na estrada, em seguida, um enorme "túnel móvel" sobrevoando, transportando centenas de pessoas, você pode pensar que é sonho, mas é verdade, logo este ônibus incrível aparecerá nas ruas, ônibus aéreo em duas pistas com parte inferior oca, para que os carros possam passar pelo seu interior e ele sobre os mesmos, em comparação com o Metro, tem um custo mais baixo, mais curto período de construção e quase mesma capacidade de passageiros. È a maneira mais econômica de futuro tráfego urbano."
Algo que me lembra aquele desenho animado da Hanna & Barbera "Corrida Maluca" (vídeo abaixo, dos anos 1970, 80), em que um cientista e piloto (Professor Aéreo) cria um carro que se eleva sobre os demais, ultrapassando-os durante as impagáveis corridas, envolvendo cada piloto mais maluco que o outro, com Penélope Charmosa, Dick Vigarista etc. Conforme dados: "Wacky Races (Corrida Maluca no Brasil e A Corrida Mais Louca do Mundo em Portugal) foi um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera e lançado pela CBS que foi produzido entre 14 de setembro de 1968 a 5 de setembro de 1970, rendendo 34 episódios. Os competidores buscavam o título mundial de 'Corredor Mais Louco do Mundo'",.



Isto é que o Educa Tube chama de tecnologia social, de promover a junção entre o ideal e o possível. Tecnologia pra isso existe, mas nem sempre há interesse político e econômico para promover tais mudanças que proporcionem o bem comum a todos.
Dentro deste enfoque, indico também o vídeo abaixo Desenhar o Futuro (Projecto Vénus), inspirado no ivro de Jacque Fresco & Roxanne Meadows - Designing the Future (The Venus Project), sobre as possibilidades de uma sociedade, construída dentro de critérios socioambientais mais justos e adequados. Um outro mundo é possível, mas para isso é preciso ousadia, vontade política e social.



Curioso que este Projeto Vênus lembra pela circularidade de sua cidade, e os canais de água em seu entorno, ao mapa da cidade mítica de Atlântida, suposta cidade fantástica da antiguidade, conhecida pelos seus avanços tecnológicos, e tronada pública pelos relatos de Platão, em Diálogos (vídeo abaixo traz descrição textual de Atlântida que faz Platón em Diálogos de Timeo e Critias).



Logicamente o projeto Vênus ou qualquer outro que tente mudar o modo de vida da humanidade, dependerá da total ruptura com as grandes corporações que lucram com o petróleo, as armas, os medicamentos etc. Sem mudar este modelo civilizatório, consumista e predatório do homem pelo homem, projeto Vênus e outros mais, ainda que tenhamos tecnologia para isto, serão apenas boas intenções e ficção científica, sem a mudança de valores, do SER estar a frente do TER.
Mais curioso ainda é que projetos como este são totalmente sustentáveis, utilizando-se da energia do sol, dos ventos, das águas e poderiam ser uma opção para o projeto de combustíveis fósseis que estão deixando as ruas, as cidades, o ar, a água, o mundo e a própria humanidade em uma condição insustentável de sobrevivência... Antes que nossa civilização, dita moderna, não passe num futuro distante de mero relato mítico (como o de Atlântida) aos que sobreviverem a este processo civilizatório, tão predatório aos seres vivos, à Natureza e ao próprio planeta. Incrível como o relato de Diálogos de Platão, ao se referir a Atlântida, parece tremendamente com o tempo em que vivemos... Em que a tecnologia chegou a um estágio tão alto que poderá ser a nossa desgraça, se não for utilizado em prol de todos...
Vídeos para assistir, refletir e repassar...

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Prato Consciente: uma bela iniciativa de cidadania contra o desperdício



O vídeo acima, Prato Consciente, descobri no Facebook e é uma bela iniciativa de Eco Benefícios, em prol de um consumo consciente, haja vista que, conforme dados, o "Brasil é o 4º. maior produtor de alimentos do mundo, mas desperdiça 39 toneladas de comida por dia, e isso alimentaria 19 milhões de brasileiros, então, todos os dias, 20% de sobras de comida vão pro lixo."
Para evitar isso e chamar a atenção das pessoas contra este desperdício a Eco Benefícios iniciou uma campanha criativa, reduzindo em 20% o tamanho do prato, chamando esta iniciativa de Prato Consciente.
Prato com 20% a menos de espaço referente justamente a porcentagem de desperdício nos restaurantes, percentual que poderia alimentar milhares de pessoas. E uma ação de cidadania e conscientização social para o valor dos alimentos e contra o desperdício. Algo que tem muito a ver com o consumismo que o Educa Tube tem destacado em diversos vídeos e documentários. Há produção de alimentos no mundo suficiente para que ninguém passe fome, entretanto, por conta do desperdício, da concentração de valores e bens de uns poucos e tudo mais, muitas pessoas vivem em condições subumanas.
Não há ação mais direta do que a força de uma imagem... Falar sobre desperdício, talvez ninguém desse a devida atenção, mas colocar isto no formato e numa legenda no prato, é mais do que explicativa, é reflexiva e conscientizadora...
Vivemos em um mundo cada vez mais dominado por imagens e para mudar a lógica perversa de certas ações humanas contra o meio ambiente, os animais e contra a própria espécie, precisamos cada vez mais nos valermos das imagens e da força de seu imaginário, para resgatar aquela centelha de humanidade em nosso interior...
Um vídeo para refletir sobre o fato de se precisamos mesmo de 100% do que consumimos, seja alimentos ou outras "necessidades" da modernidade, ou podemos mudar nossas atitudes e valores, com uma simples redução, seja no prato, como em nossos usos e costumes? Fica a pergunta no ar...

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Uma Vida: Surpreendente (curta-metragem de animação)



O vídeo acima One Life (Uma Vida), trata-se de surpreendente curta de animação (2008), de Corey Hayes, com canção "Old Man" (Velho Homem), de Neil Young e que descobri no You Tube, ao visitar o canal de vídeos AniBoom, que possui um rico acervo de vídeos que podem ser utilizados pelos educadores em seu fazer pedagógico, seja ilustrando algum conteúdo, seja propondo interpretação e produção textual através de imagens, seja para motivação, dinâmica de grupo etc.
Uma Vida, como o próprio nome sugere, trata-se de um curta sobre uma longa existência, pois a vida - que até prova em contrário é única -, passa rápido com o um filme e os instantes mais relevantes são o que deixaremos aos que nos rodeiam. Enquanto educadores, sejamos pais e/ou professores, precisamos ter esta consciência de sermos os diretores e protagonistas de nossa vida e não meros figurantes.
De certa forma, nessa sucessão de imagens, retrocedendo o idoso até ao menino, mostra este efeito "boneca russa" que todos tem, de conter dentro de si a criança, o jovem, o adulto e o idoso, convivendo em sua multiplicidade de sentimentos e recordações. Sem nenhum diálogo e pela força das imagens, um vídeo para trabalhar o próprio imaginário infanto-juvenil no ambiente escolar.
Educadores, visitem o Canal AniBoom e façam a sua seleção de vídeos.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Donald no País da MateMágica: Aula de Matemática e Música via desenho animado



O vídeo acima Donald no País da Matemágica, produção de Walt Disney, trata-se de aula de matemática e música via desenho animado, unindo Pitágoras, Música, Arte e Matemática, e descobri visitando o blog NA CARONA DA MATEMÁTICA (imagem e link abaixo), que tem diversas indicações de materiais para serem utilizados no ensino da matemática, como jogos, vídeos, desafio, lenda, história da matemática, biografias, relatório de estágio, plano de curso, projeto de pesquisa, oficinas etc.



NA CARONA DA MATEMÁTICA

Se os números são "primos", as letras e notas musicais também podem ter algum parentesco educacional no ambiente escolar, se utilizadas de forma interdisciplinar, como no exemplo acima, que une matemática e música; arte, cultura e educação: números e notas, para sensibilizar o aluno para a aprendizagem significativa, unindo o útil ao agradável. Notas musicais para elevar as médias das notas escolares do alunado. :-)))
Conforme dados sobre a animação:
"Donald no País da Matemágica ("Donald in Mathmagic Land") é um curta de 27 minutos que estrela o Pato Donald, foi lançados nos EUA em 26 de junho de 1959, foi dirigido por Hamilton Luske. O filme foi disponibilizado para as várias escolas, e se tornou um dos mais populares filmes educativos já feitos pela Disney. Em 1959, foi indicado ao Óscar como Melhor Curta-documentário.
Walt Disney uma vez, fez uma explicação sobre o filme: "The cartoon is a good medium to stimulate interest. We have recently explained mathematics in a film and in that way excited public interest in this very important subject." (O desenho é um bom meio para estimular o interesse. Nós recentemente temos explicado a matemática em um filme animado e, dessa forma estimulado o interesse do público neste assunto muito importante.)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Mural Árvore Ventosa, de Barry Belcher (o tempo e espaço como uma expressão de arte)



O belo vídeo acima "Windy Árvore Mural" (algo como Mural árvore ventosa, tradução livre minha), de Barry Belcher, descobri por acaso no You Tube e, embora um material que se preste mais a discussões sobre arte, arquitetura e decoração de ambientes, serviu-me para reflexão sobre tempo e espaço escolares como ambientes para expressão artística e cultural e transformação do aluno, para que este se sinta, de certa forma, em casa, na sua casa, onde ele possa não apenas construir, junto com o educador, o conhecimento, mas a própria arquitetura de sala de aula, seja usando colagens, pinturas, fotografias, grafites etc.
Um exemplo disto é o que ocorre em filmes como Além da Sala de Aula e O Triunfo (já destacados pelo Educa Tube), que contam a história de vida e de trabalho de dois educadores que transformam a relação de convivência com seus alunos, a partir da mudança visual da sala de aula, pintando, decorando, intervindo naquele tempo e espaço, em conjunto com os alunos.
A arquitetura educacional requer novas formas de trabalhar o tempo e o espaço na sala de aula e a arte-educação é um dos caminhos para esta transformação...

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Crianças e músicas clássicas, isso muda o mundo (para refletir e motivar)



O vídeo acima, Crianças e músicas clássicas, isso muda o mundo, descobri no You Tube, como introdução a outro vídeo e considero uma boa oportunidade para valorizar justamente a música na ambiente escolar.
Gosto muito de comparar o ato de educar ao de reger uma orquestra sinfônica, em que o professor ou mestre é o grande maestro de sua turma, em que cada um tem uma função no todo, sendo cada um o instrumento de um pequeno concerto diário escolar. O mestre é o regente de classe e deve reger sua turma como o maestro faz com seus música. Em alguns momentos haverá um solista, mas na maior parte é necessário o trabalho em conjunto para um resultado satisfatório a todos.
Muito se critica as músicas atuais, e a cada geração sempre ocorre este movimento de pais reclamando dos gostos musicais de seus filhos. Gostos à parte, há um tipo de música que não é por acaso que se chama clássica, por conta de seus "acordes e despertares", tanto que um dos filmes mais revolucionários já criados 2001 - Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, que antecipou a vista da Terra do espaço, antes mesmo que os astronautas de Apolo 11 o fizessem, tem como tema principal Assim falou Zaratustra, e toda a trilha sonora com diversas músicas clássicas.
Mais ainda: Tenho discutido nas redes sociais que vivemos numa espécie de ditadura do "mais do mesmo". A mídia escolhe um tipo de música a cada ano ou época, e massifica, sem dar chances a outros ritmos. É 101 % da programação somente com aquele gênero musical. Então, as crianças, sem a intervenção dos educadores (pais ou professores), jamais conhecerá outros tipos de canções.
Daí a importância de discutir a diversidade artística e cultural no ambiente escolar, mostrando que existe vida inteligente fora da Terra e inclusive em seu interior, além do que a mídia determina o que devemos conhecer e gostar... Ninguém pode gostar de algo que não conhece. Mas ninguém deve gostar apenas do que lhe oferecem... Para refletir, debater e motivar...
Abaixo, cena do filme 2001: Uma odisseia no espaço, que serve para outro debate, sobre o conhecimento adquirido de geração a geração e o início de tudo, através do "Primeiro Engenheiro". Sempre digo que geniais foram os homens das cavernas, os primeiros primatas que desceram das árvores, aprenderam a caminhar por si só, aprenderam a caçar, criar as primeiras ferramentas, descobriram o fogo, inventaram a roda, fizeram os primeiros cálculos, construíram as primeiras habitações, passaram a cultivar a terra, criar os primeiros instrumentos musicais etc... Depois disto, tudo ficou mais fácil para os seus sucessores, que foram apenas aprimorando o conhecimento adquirido de pai para filho, até os dias de hoje.



É magistral e simbólica esta sequência do filme (vídeo abaixo), em que demonstra a transição entre o antigo e o moderno (O Alvorecer do Homem), do osso jogado ao céu pelo nosso ancestral, até transformar-se na imagem do módulo da estação espacial, orbitando a Terra, ao som de Assim Falou Zaratustra, adaptação sinfônica de Richard Strauss, da obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche.



Interessante vídeo abaixo, intitulado Tecnologia - Quem, Onde, Como, Pra Quê, que utiliza fragmentos do filme de Stanley Kubrick aliado a cenas de telejornalismo da atualidade, justamente para nos propor uma reflexão sobre até que ponto evoluímos do tempo das cavernas e da luta pelo poder... Enquanto tecnologias, os avanços são imensos... Enquanto sociedade, muitas vezes os países, principalmente os mais ricos, ainda agem como as tribos de primatas que pegaram o osso, fizeram armas e tentaram subjugar os demais... E neste caso, fez-me lembrar da transição também musical entre a sinfonia de Zaratustra, mais beligerante, para a valsa de Strauss, mais leve e dançante, quando mostra imagens da nave flutuando no espaço. A música - tanto como o cinema - é uma linguagem universal que proporciona diversas possibilidades de uso no ambiente escolar.



Abaixo, sinfonia completa de Richard Strauss, Assim Falou Zaratustra:



terça-feira, 6 de agosto de 2013

Jovem tailandês impressiona ao tocar uma bateria de giz desenhada na parede: o poder da imaginação e da coordenação motora



O vídeo acima Drum Wall, de Nota Weerachat, a partir da música "Rez Power", da banda Israel e& New Breed, descobri através do Facebook do amigo Fernando Luis, músico e poeta de Rio Grande, RS, Brasil, editor do blog Zé Urbano.
Nota Weerachat é um jovem músico tailandês que teve uma ideia simples, criativa e original de desenhar, com a ajuda de amigos, uma bateria colorida em uma parede, usando giz e um quadro negro. Depois teve a edição de imagens, sob diversos ângulos, demonstrando sua grande coordenação motora e sincronismo entre música e gestos.
Quantas possibilidades artísticas, motoras, coreográficas, culturais... Quanta criatividade pode ser descoberta no ambiente escolar, a partir da mostra deste material e outros mais, estimulando projetos coletivos, que requeiram - como no vídeo em questão - a junção de forças em uma turma: um grupo desenha, outro filma, um executa os movimentos, outro edita as imagens etc.
Pode ser música, poderia ser dança, teatro, esportes e outras possibilidades mais, unindo a arte e a cultura ao fazer pedagógico e social...
Abaixo, performance da banda Israel & New Breed, em Rez Power, que inspirou o vídeo acima:



Abaixo, tradução da música:

REZ POWER

Como fazer um projetor de murais de parede: arte, educação e meio ambiente



O vídeo acima, Como fazer um projetor de murais de parede, foi indicação via Facebook da colega e amiga Vera Guidi, arte educadora de São Paulo, SP, Brasil e editora do blog Arte Brasilis.
Trata-se de vídeo em que Ken demonstra como fazer um projetor de imagens com caixa de papelão, usando régua, lâmina de corte, rolo de fita, marcador, saquinho plástico, tesoura e caneta. Conforme as imagens, faz-se um quadro de um lado e um retângulo do outro, Utilizando uma lâmpada no interior, esta projetará a luz na parede, conforme o desenho que estiver no plástico.
Uma ideia simples e de fácil execução, que pode ser utilizada na sala de aula para trabalhar criatividade, sustentabilidade, reciclagem, meio ambiente, educação ambiental e tecnologia, unindo professores de diversas áreas como artes, história, ciências, física etc.
Meu pai, o artista plástico José Américo Roig, mais conhecido como Zeméco, autodidata na arte e na vida, lembro-me, quando eu era criança, criou com madeira, tampas de pasta de dentes, carretel, borracha de prender dinheiro, recortes de histórias em quadrinhos, lâmpada, espelho, vidro um projetor similar, e o tal cineminha familiar fez muito sucesso com as crianças da pequena São José do Norte, RS, Brasil. Meu pai ajudou na projeção de filmes no antigo cinema do seu Cataldo e do seu Maia, na mesma cidade.
Lembrou-me que o pequeno televisor / projetor que meu pai criou, bastava girar o botão (feito de tampa de pasta de dentes) e lá dentro girava o carretel com as imagens de HQs e outros desenhos, desde que ligada a TV na tomada, como outra qualquer, iluminando seu interior com a lâmpada que projetava uma luz na parede, com as imagens em tamanho grande, quanto mais se afastava a TV do local, algo similar ao que se faz com o moderno projetor multimídia, tipo datashow. Esta recordação não pé um show que ficara datado na memória, é um instante mágico em que viajei ao ver o vídeo acima, recordando bons momentos da infância.
Abaixo, link para o blog Olhar Virtual, que criei em 2006, para reunir dados sobre vida e obra de Zeméco (falecido em março/2011), um artista plástico autodidata, que ensinou-me a acreditar nos sonhos e seguir em frente. Foi um dos primeiros educadores que tive e que me ensinou, acima de tudo, o amor à arte e cultura.

OLHAR VIRTUAL - BLOG ARTÍSTICO E CULTURAL

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Triunfo: A História do Educador Ron Clark (cinema, educação e sociedade)



O vídeo acima, O Triunfo (The Ron Clark Story, 2006), conta a História do educador Ron Clark (nascido em 1972) e é inspirado em fatos reais, e descobri por acaso no You Tube. Por conta de seu conteúdo, tendo um professor como protagonista, o coloco na série de postagens deste blog, sinalizadas com o marcador "CinEducação", justamente por permitir reflexão educacional, sob ponto de vista didático e metodológico, a partir de filmes completos ou cenas de filmes que contribuam para o debate e a motivação.
Ron Clark (Matthew Perry) é um jovem professor impaciente, porém talentoso, especialista em elevar as médias de notas de seus alunos, que deixa sua escola e casa na zona rural da Carolina do Norte (EUA) para se aventurar a dar aulas nas escolas de Nova York, mais precisamente no bairro do Harlem, onde escolherá a pior turma da escola que lhe deu uma chance.
Diante de uma turma rebelde e desmotivada, cujo passatempo preferido é apostar quanto tempo dura um professor, Ron Clark faz diversas tentativas - todas infrutíferas - de cativar seu alunado. Usa de bom humor, decora e pinta a sala de aula, mas nada dá resultado. Desde os primeiros encontros estipula as regras de convivência, que são sempre desobedecidas pelos alunos. Quando está para desistir, procura uma interação maior, ao pedir para pular corda com os alunos, demonstrando que embora seu papel social principal é o de ensinar, esta disposto também a aprender, a conhecer o mundo daquelas crianças.
Mas não fica apenas nisso. Ron não foge do confronto, tanto com pais, alunos e até com a equipe diretiva, para defender sua turma e ao final do filme é recompensado. Mas nada é gratuito. Seu esforço é grande, e até mesmo com pneumonia, quando está impossibilitado de dar aulas presenciais, encontra um jeito de fazer educação a distância, a partir da ajuda de uma amiga, atriz - e também garçonete em lancheria que Ron também trabalha à noite para sobreviver. Esta amiga filma as aulas que são entregues ao diretor da escola, que as repassa às crianças através de televisão e provavelmente videocassete, pois o filme é de 2006, mas retrata experiências de vida de Clark, em seu início de trabalho.
Ron, antes mesmo de começar as aulas, tenta conhecer a família (os pais) de seus alunos, familiarizando-se com a realidade de cada um, mesmo assim, nem todos o ajudam. Assim é a vida em qualquer escola do mundo, e o Educa Tube sempre diz: "Eu entendo o aluno quando conheço seus pais". Por mais interessado que seja o professor, sem o auxílio da família, da sociedade, não conseguirá sozinho superar o grande desafio de educar. O mérito de Clark é acreditar no potencial dos alunos, valorizar seus talentos individuais, mas chamá-los para uma experiência educacional coletiva, que ele chama de "a nossa família". O educador de século XXI é esse mídia-educador e arte-educador que incorpora estes recursos que o jovem gosta e domina como tecnologias, arte, dança, música, teatro, grafite, desenho, esportes etc. Estas formas de expressão cultural são formas de interação social e educacional que precisam ser vistas, revistas, pensadas e repensadas no ambiente escolar. Não é receita de bolo. O que funciona com um educador pode não funcionar com outro, mas o importante é que o professor aprenda primeiro a conhecer sua turma para depois pensar em ensinar algo ao grupo.
Uma experiência inovadora que merece ser conhecida e divulgada na escola.
Ao final do filme sabemos que Ron Clark cria uma escola própria - Ron Clark Academy - para desenvolver seu método com seus alunos, viajando mundo afora para divulgar suas descobertas, obtendo apoio e divulgação de diversas pessoas e entidades.
Para saber mais sobre o referido professor, clique no link abaixo, da Wikipedia:

RON CLARK JR. - PROFESSOR

Conforme pesquisa na web: "Ron escreveu dois livros. O primeiro, chamado 'The Essential 55': um livro com regras do educador para descobrir que existe um estudante potencialmente bem sucedido em todas as crianças (2003). Esta obra está publicada em 25 países. Em 2004, Ron Clark publicou '11 Excellent', (“As 11 excelentes”) qualidades que os professores e os pais devem usar para motivar, inspirar e educar as crianças. Com o produto de seus dois livros Clark obteve financiamento para seu projeto 'Ron Clark Academy' (Academia Ron Clark), cujas aulas começaram em Setembro de 2007. Em Dezembro de 2008, Oprah Winfrey, famosa apresentadora de TV nos EUA, doou 365.000 dólares a Ron Clark pela sua profunda dedicação ao ensino".

sábado, 3 de agosto de 2013

Mensagens que brilham: Lembranças de momentos luminosos



O vídeo acima, Mensagens que brilham, foi indicação da colega e amiga Elis Zampieri, professora da educação especial e coordenadora pedagógica da APAE de Curitibanos, SC, Brasil, e editora do blog Sobre Educação.
Trata-se de um criativo, belo e original projeto itinerante de companhia de energia elétrica, que através da luz e de um dispositivo de lentes transformou pela primeira vez os postes de iluminação em um novo canal de mídia para contar histórias.
Segundos dados: "Publicitários experimentaram na cidade de Barueri, região metropolitana de São Paulo, Brasil, um novo jeito de contar sobre a vida de seus habitantes – e assim fazer da cidade um espaço mais acolhedor. Postes de luz transmitem no chão relatos sobre momentos da vida. O detalhe: o caso ocorreu exatamente naquele lugar. Um bom antídoto contra a invisibilidade."
Os clientes, então, foram convidados a acessar o fansite http://www.mensagensquebrilham.com.br e enviar momentos marcantes de suas vidas que tiveram as ruas iluminadas pela companhia de energia elétrica como cenário. Foram escolhidas as melhores histórias e seus trechos mais importantes foram iluminados pelos postes projetores exatamente onde ocorreram.
Uma ideia luminosa de valorizar os bons momentos da vida, que poderia ser pensada na comunidade escolar, se não com esta estrutura, mas adaptada a sua realidade local, através de exposição de fotos e cartazes de momentos relevantes da escola, mostra de vídeos, textos e materiais diversos da história de uma comunidade escolar: seus projetos, suas histórias, seu momentos luminosos.
Para saber mais sobre este projeto, visitem o site, no link abaixo:

MENSAGENS QUE BRILHAM

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A História de Helen Keller: animação sobre incrível desafio da professora Anne Sullivan



O vídeo acima, A História Animada de Helen Keller, descobri no You Tube, e trata-se de bela animação dirigida por Richard Rich, que conta a "história de Helen Keller, cega e surda ainda na infância, mas que se tornou uma das maiores escritoras, filósofas e conferencistas da história! E tudo isso porque sua professora, Anne Sullivan nunca desistiu dela".
Conforme apresentação do vídeo no You Tube:
Helen Adams Keller (1880 — 1968) foi uma escritora, conferencista e ativista social estadunidense.
Helen ficou cega e surda desde tenra idade devido a uma doença diagnosticada na época como "febre cerebral" (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina).
Provou que deficiências sensoriais não impedem a obtenção do sucesso e tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista muito famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiência.
Mas nada disso seria possível sem sua professora e protetora: Anne Sullivan. A história do encontro entre as duas é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn.
Nesse pequeno desenho é possível ver um resumo dessa bela história de superação.

Um material para refletir sobre o grande desafio de ser educador e ter a sensibilidade de que a aprendizagem é possível, mesmo em condições adversas, e de que a família e a comunidade devem ser parceiras do professor e da escola, neste pequeno milagre que é o educar.
A história de Hellen Keller e suas limitações e o "milagre" de Anne Sullivan, sua professora, que conseguiu superar tudo e todos em prol da educação e da solidariedade é mais um dos vídeos que o Educa Tube destaca com o marcador CinEducação, que une cinema e educação.
Abaixo, cena do filme de 1962, O Milagre de Anne Sullivan (Não consegui encontrar versão integral do filme. Caso alguém tenha, socialize link nos comentários. Gracias!):



Abaixo, sinopse do filme O MILAGRE DE ANNE SULLIVAN:

"A incansável tarefa de Anne Sullivan (Anne Bancroft), uma professora, ao tentar fazer com que Helen Keller (Patty Duke), uma garota cega, surda e muda, se adapte e entenda (pelo menos em parte) as coisas que a cercam. Para isto entra em confronto com os pais da menina, que sempre sentiram pena da filha e a mimaram, sem nunca terem lhe ensinado algo nem lhe tratado como qualquer criança.".

Posteriormente a esta publicação em meu blog, encontrei esta versão em espanhol do filme estadunidense (2000) O Milagre de Helen, que socializo aos interessados:



Abaixo, indicação via email de Alberto Magno, com vídeo do Vimeo com o filme O Milagre de Anne Sullivan, legendado em português. O Educa Tube agradece a sugestão. :-))

O Milagre de Anne Sullivan from evandrox on Vimeo.