Mostrando postagens com marcador mídias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

A importância de canais de TV nas Escolas: Educar com os Media e para os Media [vídeo e reflexão sobre mídias na educação]




O vídeo acima, A importância de canais de TV nas Escolas | Educar com os Media e para os Media, encontrei no blog TIC, Educação e Web, do educador português Jorge Borges e trata-se de um ótimo material audiovisual para se discutir a relevância de canais de TV nas escolas e amplio a questão, da necessidade de que a programação das TVs educativas seja mais divulgada e incentivada dentre os educadores brasileiros.
Abaixo, indico postagem que trata especificamente desse tema:

TV Brasil no YouTube referente ao canal oficial da emissora de TV pública brasileira [arte, cultura, jornalismo, entretenimento, variedades]

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

O Tribunal da Rede Social: de Urso Branco (episódio do seriado Black Mirror) à eliminação de participante de reality show com alto nível de rejeição




O vídeo acima, URSO BRANCO - BLACK MIRROR | A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO, de Silvia Geruza, psicoterapeuta familiar e de casal e especialista em sexualidade humana, encontrei no YouTube para ilustrar uma breve reflexão sobre as realções entre ficção e realidade, a partir de famoso seriado e um episódio em especial e a cultura do cancelamento, do julgamento através dos "tribunais" das redes sociais e dos realities shows que funcionam como alegorias digitais tal qual o mito da Caverna de Platão, a partir da eliminação de uma participante de um desses programas, por conta de seu alto npivel de rejeição, beirando a unanimidade dos votantes.
Como apresenta Silvia Geruza, "Urso Branco (White Bear) episódio do seriado Black Mirror que pode parecer um acontecimento no futuro de uma geração que se diverte assistindo a perseguição e o sofrimento de uma jovem, mas que nos desperta para a realidade atual: a banalização da morte e da violência."
O que URSO BRANCO e a eliminação de Karol Conká [integrante do BBB - Big Brither Brasil] têm em comum, além da questão da superexposição via multimeios? Que tanto a personagem de Urso Branco como a influencer brasileira, fazendo parte de um experimento social, em que são acompanhadas por um público e ambas são depois hostilizadas pelo seu, digamos, "público" e "juri", em seu parque temático.
Décadas atrás, Guy Debord, criou o conceito de “sociedade do espetáculo” (vejam video a respeito mais abaixo) para descrever esse fenômeno de espetacularização da vida que tem contaminado diversos setores, além das mídias e seus programas sensacionalistas, expondo pessoas vulneráveis, programas policialescos e todo tipo de apelação em busca de audiência e manipulação da informação que aos poucos foram banalização e naturalizando a exceção, como se fosse a regra. Além disso, a glamourização de pessoas que são apenas famosas por serem célebres e celebridades por serem famosas, expondo sua vida, quase que 24h ao público, como um peixe num aquário.



O Brasil parou, décadas atrás, para saber quem matou Odete Roitman, numa das famosas telenovelas campeãs de audiência. Recentemente, a jovem influencer Karol Conká receber 99,17% de rejeição que levou a sua eliminação do programa, intitulado BBB. Diferentemente de Josef K, que foi julgado por um crime que não sabia qual, Karol Conká ao expor suas opiniões controversas e ter atitudes, digamos, tóxicas, durante o reality show, canalizou muito desse sentimento coletivo, que curiosamente não tem sido refletido nas pesquisas de opinião a políticos e gestores por suas administrações calamitosas durante uma pandemia que já ceifou a vida de centenas de milhares de pessoas. Um escapismo digital?
Tanto o seriado, o reality show e o conceito de "sociedade do espetáculo" servem para que refltitamos sobre questões éticos e morais na sociedade atual, e o poder da informação e desinformação (Fake News), atualmente, circulando entre nós. Nunca tivemos tanto acessoa informação, mas também nunca fomos expostos a tanta desinformação. Poucos pesquisam por fontes, sem checar se o site, blog, ou imagem em whatsapp é confiável, lógico e racional. Alguns sentem a necessidade de acreditar em tudo, principalmente aquilo que legitime seus pré-conceitos, preconceitos e discriminações.
Para ampliar o debate, indico alguns links que vem ao encontro desses temas, como a curiosa manchete: BBB tem audiência de Copa do Mundo com eliminação de Karol Conká (clique no título para ler na íntegra seu teor), em que, conforme imagem abaixo, mostra como um evento de reality show canaliza o interesse semelhante a de um evento mundial, como uma Copa do Mundo.



Na notícia a seguir, outro efeito que lembra o seriado Black Mirror e o episódio Urso Branco, quando sabe-se que "Karol Conká terá esquema especial de segurança após eliminação" (clique no título para ler na íntegra seu teor), diante de tamanha rejeição que capitalizou:



Em contrapartida à tamanha rejeição, ocorre outro fenômeno também bem Black Mirror, já tratado em outro episódio do referido seriado, quando outra participante, chamada "Juliette vira fenômeno na web e alcança 10 milhões de seguidores" (clique no título para ler na íntegra seu teor). A "brother" chegou a superar em número de seguidores a celebridades mundiais, como o jogador de futebol americano Tom Brady.
Enfim, quem já assistiu o episódio Urso Branco, do seriado britânico Black Mirror, entenderá esse conceito de "Tribunal da Rede Social" em plena sociedade do espetáculo. Fenômeno que também se instarou inclusive no Judiciário brasileiro, a partir da famosa e polêmica operação Lava Jato que contou com forte cobertura midiática, em suas prisões espetaculosas, vazamentos de informações etc, nem sempre dentro dos padrões do devido processo legal.
Qual a diferença entre a Lava Jato e BBB21? Qual o limite ético e moral desses "dois" realities shows e suas pirotecnias e manipulações?
Karol Conká, enquanto esteve dentro da Caverna de Platão 3.0, parece ter perdido a noção de realidade, vendo sombras, e pode ter achado que ter personalidade é dizer o que pensa, dando-lhe a mesma imunidade que outras figuras polêmicas da sociedade fazem e dizem, contando com a imunidade e impunidade reinante no país. Só que este país-continente ainda não acertou suas contas com seu passado escravocrata, colonial, de seculares desigualdades sociais.
Porém, como nos Tribunais da Inquisição da Idade Média, temos hoje Tribunais das Redes Socoais na Idade Mìdia. Qualquer semelhança com da ficção com a realidade, será mera coincidência? Eis a questão! E provocação filosófica que este blog traz!

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

A emoção vem antes no rádio: do universal ao particular e o projeto Rádio Escola


Publicado por José Antonio Klaes Roig em Sexta-feira, 3 de julho de 2020


O vídeo acima, A emoção vem antes no rádio, postagem de Luciano Pires no Facebook, recebi via messenger por amiga e considero bem ilustrativo das mídias em geral e seu impacto no cotidiano. No vídeo em questão, mostra o delay entre aquele que acompanha num local público, munido de seu rádio de pilha e a torcida em volta, assistindo ao jogo Brasi 2 x 0 México num telão, via sinal de televisão e som é mais rápido que a imagem.
O rádio é uma das mídias mais longevas, que enfrentou o surgimento da TV, depois da internet e continua com um amplo raio de audiência, principalmente no interior do Brasil, onde o sinal de TV e a internet ainda não chegaram. O rádio poder ser uma ótima ferramenta de comunicação, entretenimento e educação.
A própria rádio em alguns locais atua como ambiente de educação à distância por conta de programas educacionais, em rádios comunitárias.
Tive o privilégio de em 2012 orientar a professora Rosilene Marcelino, de Major Gercino, Santa Catarina, Brasil, e eu projeto na especialização em Mídias na Educação, cujo título do TCC foi "RÁDIO: UMA IMPORTANTE MÍDIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE ARTES". A postagem abaixo, mostra um pouco desse belo projeto da professora Rosilene que tornou-se ação educativa relevante.

Projeto Rádio Escola: do local ao universal (Mídias na Educação)

terça-feira, 5 de maio de 2020

Como o seriado "Chaves" pode mudar sua vida e devolver sua autoestima: televisão, memória e sociedade




O vídeo acima, Isso acontece com sua mente toda vez que sente medo e que rebatizei de "Como Chaves pode mudar sua vida e devolver sua autoestima", foi vídeo que recebi via WhatsApp pela colega e amiga Faby Cruz, supervisora escolar em Rio Grande (RS) Brasil e trata-se de reflexão do terapeuta William Sanches sobre como lidar com situações do cotidiano.
No audiovisual, recorte de uma cena de episódio do seriado humorístico CHAVES, William consegue demonstrar de forma didática e criativa como os medos são impedimento para a vida em comunidade e de como todos são suscetíveis as influências uns dos outros. Mas é importante romper com essa corrente e ciclo vicioso.
Desde que me tornei educador, passei a incorporar muito de minha bagagem artístico e cultural, através de cenas de filmes, fragmentos de livros, campanhas publicitárias, animações, documentários, slides, imagens, músicas, letras de canções, videoclipes, jogos e tudo aquilo que sensibilizasse meu alunado, fosse ele professores, nas formações no uso das TIC, mídias e redes sociais na educação, fossem alunos mesmo, em projetos pedagógicos utilizando o imaginário ocidental nessa interação e diálogo entre gerações. Nessa INTERTEXTUALIDADE entre o real e o imaginário, entre a vida e a ficção, entre a emoção e a razão.
Este blog, que em maio (09) está completando 11 anos de funcionamento ininterrupto, sem fins lucrativos, foi fruto de uma conversa com uma colega e pedidos de outros colegas de Núcleos de Tecnologia Educacional do Rio Grande do Sul e do Brasil, que me pediam indicações de vídeos, recursos tecnológicos e materiais diversos. Então, criei o blog EDUCA TUBE BRASIL para reunir cerca de 20 audiovisuais e alguns recursos digitais. Para minha surpresa, logo esses colegas, amigos, e, até ilustres desconhecidos que descobriram por acaso o blog ou receberam indicação de minha rede social educacional, passaram a também compartilhar comigo suas descobertas de forma voluntária. Logo, uma iniciativa individual se tornou uma AÇÃO COLETIVA entre amigos, colegas e até desconhecidos que passaram a sugerir outros materiais.
] Sempre digo que a MEMÓRIA é a nossa pequena máquina do tempo; e a outra, é o acervo do YouTube que, em se bem pesquisando, quase tudo se encontra. ;-)
Atualmente, cerca de 90% do acervo digital é fruto dessas interações, sugestões e preciosas descobertas comigo partilhadas. Cada postagem é fruto, primeiro de assistência por mim do material, após uma resenha e vez em quando uma proposta de uso pedagógico da mesma. E assim, o blog, de diário virtual de um educador, se tornou um canal de a para professores.
O blog mudou minha vida, me tornou conhecido e referenciado, mas acima de tudo, me fez um aprendiz qualificado por conta de cada material que me é disponibilizado diletantemente, como diletante é minha atuação neste espaço virtual.
Não apenas CHAVES pode mudar nossa vida, mas toda tipo de manifestação artística e cultural que possa ser também fonte de formação e aprendizagem que transforme a informação individual em conhecimento público.
Parabéns ao EDUCA TUBE BRASIL e a todos os que fazem parte dessa corrente do bem e rede social educacional, alimentando-o por mais de uma década com essas descobertas coletivas.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Educação em Tempos de Crise: "Live" entre o "Professor Digital" José Carlos Antonio (SP) e "O Urbanauta" José Antonio Roig (RS)


EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE: LIVE EM 22/03/2020 ENTRE O PROFESSOR DIGITAL E O URBANAUTA

Parte 1



Em 22/03/2020, domingo, dois professores que trabalham com tecnologia em seu cotidiano, José Carlos Antonio (Santa Bárbara do Oeste, SP), editor do blog Professor Digital e José Antonio Klaes Roig (Rio Grande, RS), o Urbanauta, editor do blog Educa Tube Brasil, fizeram uma Live no recurso chamado Whereby, cujo tema foi EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE.
Como tanto no Facebook como pelo YouTube não foi possível adicionar mais de um participante na mesma tela, o José paulista recomendou ao José gaúcho o recurso digital Whereby. Literalmente tivemos que aprender a usar uma nova ferramenta em tempo real para suprir uma limitação temporária.
Essa conversa inicial, a partir da experiência profissional e social de cada um, há a intenção que se torne ação continuada em EM TEMPO DE CRISE, agregando outros convidados que possam compartilhar suas práticas, anseios, angústias sobre o momento atual, sobre os desafios, as soluções através das tecnologias, refletindo sobre paradigmas e rupturas de, em tempos de COVID-19.
A conversa foi composta de duas partes (por conta da queda de sinal), e que reproduzimos acima (parte 1) e logo a seguir (parte 2):

Parte 2



segunda-feira, 1 de outubro de 2018

RPG Literário (Jogos Poéticos Virtuais): escrita colaborativa e interativa via blog, no canal EducAção 3D+




O vídeo acima RPG Literário (Jogos Poéticos Virtuais), trata-se de depoimento do professor, escritor e poeta José Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, sobre projeto de escrita colaborativa e interativa, online e em tempo real, via blog.
O blog JOGOS POÉTICOS VIRTUAIS era formado por José Roig, Andréia Pires, Suellen Rubira, Ana Cristina Matias, Leandro Kerr, como escritores digitais e Jowber Cunha, como ilustrador. Criado em junho de 2008, tendo como suporte o blog fechado Literatura em teia para discutir entre os integrantes as estratégias narrativas do RPG Literário.
Para saber mais, visitem o link abaixo:

RPG Literário (Role Poetic Games)

sábado, 22 de setembro de 2018

RPG Literário (Jogos Poéticos Virtuais): escrita colaborativa e interativa via blog, no canal EducAção 3D




O vídeo acima RPG Literário (Jogos Poéticos Virtuais), trata-se de projeto de escrita colaborativa e interativa via blog, que o editor do blog Educa Tube Brasil, o professor, escritor e poeta José Roig criou em parceria com jogos escritores digitais da cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, durante o ano de 2008 e que serviu como inspiração para algumas escolas brasileiras replicarem essa metodologia entre professores e alunos.
No vídeo em questão, no canal EducAção 3D, outra iniciativa digital de José Roig [de reunir num espaço virtual pequenos vídeos sobre suas reflexões e experimentações envolvendo arte, cultura e tecnologia no ambiente escolar], seu autor conta um pouco dessa experiência de trabalhar com literatura e mídias e redes sociais, em uma atividade online, em tempo real, de escrita criativa, colaborativa e interativa, com jovens escritores, nesse Jogos Poéticos Virtuais.
O Educa Tube recomenda o canal EducAção 3D a educadores digitais, blogueiros, tuiteiros e youtubers educacionais. basta se inscreverem no canal, ativar o sininho de notificações e divulgar essa iniciativa em sua redes social digital ou não.

domingo, 10 de setembro de 2017

TV Revolução 31 de Janeiro: uma TV Escolar feita por alunos e para alunos




O vídeo acima TV Revolução, descobri graças a indicação de Mob Nunes, no Facebook, e trata-se de iniciativa dos alunos da Escola Técnica Estadual 31 de Janeiro, da cidade de Campo Bom, Rio Grande do Sul Brasil, da criação de uma TV, "que noticia fatos e projetos da escola sendo a 'nave mãe' do Festcine31", que é o festival de vídeos estudantis da referida escola.
Uma bela iniciativa em que alunos entrevistam ex-alunos, professores e tratam de temas os mais variados dentro da escola e os disponibilizam em sua página do Facebook.
No vídeo em questão, um dos temas é a Gincana Literária na escola.
Saber utilizar as mídias e tecnologias da informação e da comunicação no ambiente escolar é o grande desafio e a grande possibilidade da educação estabelecer um canal aberto, não apenas entre professores e alunos, mas com a comunidade escolar e com outras escolas, numa rede social educacional, digital ou não.
Todo educador deverá no futuro ser de certa forma um mídia educador, valendo-se dos recursos de áudio, vídeo, internet, TV, rádio etc, adaptando-os ao seu fazer pedagógico, tendo como aliado e/ou monitor o próprio aluno. A coautoria surge ao natural, quando o projeto une simplicidade e criatividade, como a TV Revolução nos demonstra.
A grande revolução na Educação, talvez seja quando a comunidade descobrir a realidade da escola, seja através de blogs, sites, páginas em rede social, canais de vídeo no YouTube etc, tornando a educação um show de realidade, bem diferente de alguns reality show da TV.
Toda a sociedade reconhece a importância da educação, falta a devida valorização, que poderá ser atingida, quando conhecida a realidade das escolas.
Abaixo, mais um vídeo interessante, produzido pela TV Revolução 31 de Janeiro, entrevistando duas psicólogas que tratam sobre bullying no ambiente escolar, entre outros assuntos:



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Radio Garden: espécie de Google Maps das rádios on-line mundo afora para ouvir em tempo real



A imagem acima é da Radio Garden, espécie de Google Maps das Rádios on-line mundo afora, que descobri no Twitter, em que cada pontinho verde é uma estação de rádio on-line que pode ser ouvida em tempo real. Sensacional. Basta clicar nos pontinhos e ir ouvindo as vozes do mundo.
Para acessar ao portal, basta clicar no link logo a seguir, que está marcado a uma rádio e que permite viajar pelas demais, como se faz no Google Maps:

RADIO GARDEN

Um ótimo site para que professores e alunos, pais e professores possam explorar.
Um amigo radialista, ao receber o link para a Radio Garden se interessou em incluir sua rádio no portal também. :-)
Certa vez, orientei projeto de Rádio Escola, em que na impossibilidade da professora e sua escola adquirirem equipamentos para instalação, se associaram à rádio comunitária da cidade, o que ampliou o espectro da audição, que originalmente ficaria vinculado apenas ao interior da escola. Com isso, devida a rádio comunitária ter página na internet, foi possível ampliar para toda cidade e o mundo.
Tal projeto pode ser acompanhado no link abaixo:

Projeto Rádio Escola: do local ao universal (Mídias na Educação)

sábado, 8 de outubro de 2016

As crianças de hoje diante da tecnologia dos anos 1980 e breve reflexão sobre a educação e a sociedade




O vídeo acima Kids of Today vs 1980's Technology, descobri no You Tube e é um divertido material editado por Jeremy Auten que coloca as crianças da atualidade diante de tecnologias do passado, lá dos anos 1980 e serve justamente para desmistificar a ideia de genialidade que alguns têm sobre a atual geração, que tem seu valor, mas que demonstra que cada geração tem sua forma de interação com as tecnologias em curso.
Os professores de agora, quando crianças utilizavam essas tecnologias, agora peças de museu, também com desenvoltura. A questão não é qual geração soube melhor lidar com as tecnologias do seu tempo, mas que todos podem aprender uns com os outros. E que atualmente são as crianças que ensinam os adultos no uso dos equipamentos eletroeletrônicos.
O grande diferencial, ao meu ver, é conceitual. As máquinas da atualidade trazem embutidas os conceitos da interatividade, da intuitividade, da convergência, da mobilidade, da portabilidade. Conceitos que não estavam tão presentes nos equipamentos do passado, que eram maiores, mais pesados e pouco integrados.
Hoje, um pequeno smartphone contém diversas funções que antigamente eram feitas em separados, como fotografar, gravar áudio, gravar vídeo, telefonar, ouvir música, jogar, assistir TV, sem falar funções que surgiram uma década depois, com o advento da popularização da internet, como mensagem de texto, correio eletrônicos, download, pesquisa online, troca de arquivos digitais etc.
Por isso, não podemos criticar a geração passada por ser menos intuitiva, interativa, móvel e convergente, se esses conceitos eram inexistentes à sua época.
Da mesma forma que não podemos nos precipitar, ao ver este vídeo, achando que a geração atual só sabe manipular as tecnologias em curso. Logicamente é uma geração que incorporou os conceitos de seu tempo e não consegue imaginar coisas que faz hoje de forma integrada, sendo usadas de forma separada e com limitações: Botões, joy stick quando hoje tudo é com toque na tela ou outro tipo de controle, até por sensro de movimento (Kinect); fita magnética quando muitas vezes a mídia nem é mais física e é compartilhada de forma digital por bluetooth, wifi, whatsApp, etc. Tudo parece mesmo "crazy" (louco) para os jovens da atualidade.
Entretanto, podemos, sim, criticar àqueles educadores, sejam pais ou professores, que são refratários à interação com novas tecnologias no cotidiano, pois é um processo irreversível, a medida que avançam as pesquisas e os protótipos de realidade virtual, realidade aumentando, de internet da coisas (que é justamente integrar e fazer interagir os equipamentos eletroeletrônicos entre si).
O futuro, não apenas da educação, mas da própria sociedade é incentivar a interação, a interatividade, a mobilidade e a convergência mais do que entre pessoas e máquinas, mas das pessoas entre si, de pais com filhos, de professores com alunos, de escola com a comunidade.
Avançamos muito enquanto tecnologias, mas precisamos que as metodologias na educação se adaptem a esse novo mundo que é dominado pelas crianças e jovens fora do ambiente escolar, e que na escola ainda é visto com receio, quando poder ser mais um aliado ao fazer pedagógico, como é o livro didático.
Nem 8 nem 80. A tecnologia não pode ser vista como um bicho-de-sete-cabeças nem como uma varinha mágica. Não pode ser bengala nem adversário. É um elemento a mais a ser avaliado.
Vídeos como este servem para refletirmos juntos sobre a importância dessas viagens no tempo entre jovens e adultos, para trocas de experiências, para debate de ideias, para estabelecer um diálogo entre gerações.

Observação: As legendas e sua tradução podem ser ativadas, clicando no ícone ao lado da engrenagem e depois nessa (pra selecionar o idioma), no lado inferior direito da janela de reprodução do vídeo.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Educação audiovisual e o uso de audiovisual na sala de aula




O vídeo acima, Uso de audiovisual na educação, descobri nos correlatos do You Tube e trata-se de material "produzido para a disciplina Tecnologias Educacionais, do 7º semestre de Licenciatura em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC", produção essa feita pelos alunos, e destaca a importância da produção audiovisual na sala de aula, não apenas como receptora, mas emissora, produtora, e não somente pelos professores, mas em coautoria com os alunos, destacando ainda o "Cinema como recursos pedagógico na escola".
O referido vídeo teve como base o texto "Promídia: produção de vídeos digitais no contexto educacional", de Ariel Vargas, Heloísa Vieira da Rocha e Maria Pereira Freire.
A produção audiovisual na escola, além de tudo isso, cria um acervo digital, didático, metodológico do que já foi elaborado, servindo de suporte e referência a outros educadores, ainda mais se compartilhado nas redes sociais, em blogs escolares etc.
Muitos alunos já produzem seus audiovisuais de forma autodidata e experimental, numa perspectiva mais recreativa, cabendo ao professor pensar na perspectiva pedagógica.
Dentro deste tema, indico outro vídeo correlato, da Univesp TV, entrevista sobre Educação Audiovisual com Moira Toledo, professora e cineasta fala sobre os resultados da sua tese a respeito da educação audiovisual oferecida nas periferias no estímulo do pensamento científico:



Moira destaca que mais do que a produção em si, de animações, vídeos, entrevistas, etc, a própria perspectiva da oficina de produção audiovisual, o professor (mais que o cinema em si) pode também abordar questões metodológicas como trabalho em equipe, pesquisa, roteiro de atividades, criatividade, distribuição de papéis nessa produção, pois o cinema tem espaço para todas essas inteligências múltiplas na sala de aula, cada um se encaixando no perfil de uma das atividades da equipe de produção de um audiovisual.
Por fim, aos interessados de Cinema na Educação, indico a seguir o "documentário Luz Câmera EducAção [que] é um registro sobre as diferentes atividades desenvolvidas pelo Programa de Alfabetização Audiovisual ao longo de 2012. O Programa de Alfabetização Audiovisual insere o trabalho com imagens no processo de aprendizagem, envolvendo alunos e professores da rede municipal de ensino em uma estimulante investigação em torno das possibilidades pedagógicas da experiência cinematográfica", material realizado pela Modus Produtora (alfabetizacaoaudiovisual.blogspot.com.br):



sexta-feira, 25 de março de 2016

"Nada se perde, tudo se transforma": 6 tecnologias atuais que são mais velhas que a sua avó




O vídeo acima World's First Mobile Phone (1922) , descobri nas redes sociais, via portal Tec Mundo, em postagem sobre "6 tecnologias atuais que são mais velhas que a sua avó".
Conforme o Tec Mundo, portal especializado em tecnologia:

"Em 1922, havia um dispositivo que permitia ouvir mensagens. Como um rádio e utilizando um guarda-chuva como antena, ele só não entra na categoria de celular porque não havia 'uma conversa' em tempo real.
O primeiro celular, ou telefone móvel, data de 1946. Os 'gadgets' eram da Bell Labs e funcionavam como um serviço de telefone sem fio em mais de 100 cidades. Para a época, o preço era caro: US$ 15 mensais e até US$ 0,40 por chamada. Na cotação atual, US$ 15 mensais são US$ 150 por mês. O aparelho pesava 36 quilos e realizava até três chamadas por dia"
.

Mais do que ser um ótimo material para tratar de ciências e tecnologia no ambiente escolar, é melhor ainda para tratar de perspectiva histórica nas aulas de história, de filosofia, pois ilustra como certos conceitos e ideias já existiam há muito tempo atrás, e que muitas vezes a ciência e a tecnologia os atualizam, "reinventando a roda", ou seja, dando um "up grade" e ampliando o que antes era apenas de uso restrito de alguns, inovando suas propriedades e possibilidades.
O livro, não importa o formato, é uma das tecnologias mais antigas e ao mesmo tempo mais modernas, não importa se apresentado na forma impressa ou digital. O conceito livro é milenar, e a cada geração vem sendo ampliado seu formato. Assim são outras tecnologias que passam a ser incorporadas a novos equipamentos, pois a fotografia não extinguiu a pintura de retratos; o cinema não acabou com o teatro, nem a televisão ao rádio, apenas uns foram sendo incorporados aos outros. A internet fez a televisão, os jornais, tudo mais se adaptar as novas possibilidades de veiculação. Hoje o smartphone, que é, podemos dizer, um quase "bisneto" daquele telefone sem fio com antena de guarda-chuva de 1922, incorporou em sua pequena tela funções de câmera fotográfica, filmadora, telefone, internet, rádio e muito mais... "Na natureza nada se perde, tudo se transforma" já dissera muitos séculos atrás Lavoisier. Há que se pensar essa ideia também sobre o lixo eletrônico, resultado do descarte desses equipamentos, que precisam ser transformados pela reciclagem.
Nessa perspectiva histórica, recomendo a leitura da postagem do Tec Mundo, link abaixo, para reflexão entre pais e filhos, professores e alunos, sobre ciência, tecnologia, filosofia, história e sociedade:

6 tecnologias atuais que são mais velhas que a sua avó

quarta-feira, 16 de março de 2016

Mídias na Educação (Conteúdo dos ciclos disponível gratuitamente no portal do MEC)




A imagem acima é da área de acesso aos conteúdos dos ciclos (básico,intermediário e avançado) do CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO, oferecido pela MEC (Ministério da Educação do Brasil) aos professores da rede pública e que podem ser acessados e baixados gratuitamente no link a seguir:

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - CONTEÚDO DOS MÓDULOS

O conteúdo é ótimo e pode servir de apoio ao professor no uso criativo das mídias no seu fazer pedagógico.
Para os professores que desejam a certificação, faz-se necessário primeiro efetuar a inscrição, que inicia no ciclo básico, vai para o intermediário e depois torna-se especialização no ciclo avançado.
Abaixo segue maiores informações sobre o referido curso, objetivos, conteúdo, instituições participantes e email de contato:

"Mídias na Educação é um programa de educação a distância, com estrutura modular, que visa proporcionar formação continuada para o uso pedagógico das diferentes tecnologias da informação e da comunicação – TV e vídeo, informática, rádio e impresso.O público-alvo prioritário são os professores da educação básica.
Há três níveis de certificação, que constituem ciclos de estudo: o básico, de extensão, com 120 horas de duração; o intermediário, de aperfeiçoamento, com 180 horas; e o avançado, de especialização, com 360 horas.
O programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed), em parceria com secretarias de educação e universidades públicas – responsáveis pela produção, oferta e certificação dos módulos e pela seleção e capacitação de tutores.
Entre os objetivos do programa estão: destacar as linguagens de comunicação mais adequadas aos processos de ensino e aprendizagem; incorporar programas da Seed (TV Escola, Proinfo, Rádio Escola, Rived), das instituições de ensino superior e das secretarias estaduais e municipais de educação no projeto político-pedagógico da escola e desenvolver estratégias de autoria e de formação do leitor crítico nas diferentes mídias"
.

INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES

Contato via email: midia.educacao@mec.gov.br

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Professores "YouTubers" ensinam como gravar videoaulas



A imagem acima, trata-se de matéria especial do Dia do Professor, no portal G1, em que Youtubers ensinam como gravar videoaulas.
Os professores Paulo Jubilut (SC), Carla Garcia (SP) e Daniel Ferretto (RS), que possuem canais de vídeos no You Tube, fazem breves depoimentos, compartilhando suas experiências e dando dicas sobre como gravar videoaulas.
Mais que um espaço virtual de interação com o aluno, um canal de vídeos do professor e da escola serve como repositório e videoteca pública para outros educadores, alunos e interessados visitarem, compartilharem, interagirem.
Pequenos vídeos podem ser material disponibilizado extraclasse, como complemento da aula, incentivando o aluno a também fazer suas pesquisas e vídeos.
O You Tube, que já foi temido por alguns, como possível substituto do professor, quando for devidamente apropriado pela educação, poderá ser um grande aliado de todos, pelo poder de difusão que tem. Pelas possibilidades de unir o putio ao agradável, se pensarmos que a atual geração é eminentemente audiovisual.
Portanto, as sugestões desses "Mestres Jedis" da educomunicação, podem ser de grande valia a outros professores.
Para assistir os depoimentos dos três youtubers, basta clicar no link abaixo:

No Dia do Professor, youtubers ensinam como gravar videoaulas

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Alfabetização Midiática: Somos todos emissores e podemos produzir conteúdos




O vídeo acima, Alfabetización mediática, fala de Carmen Campos, conselheira técnica do Ministério da Educação da Espanha, que mostra as novas formas de alfabetização midiática, e da mudança de comportamento, nos últimos 15 anos, das sociedades com poucos emissores e muitos receptores para uma sociedade em que todos são emissores, todos podem produzir conteúdo. Que através de uma alfabetização midiática, mais ampla que a alfabetização digital (do manuseio das tecnologias), pensando na produção de material entre professores e alunos.
Carmen fala da necessidade de todos, alunos e professores, adotarem uma identidade digital, no tocante a essa emissão e recepção de conteúdos, apresentando as competências digitais, destacadas por Jenkins:
- Jogo, representação, simulação, apropriação, multitarefa, pensamento distribuído, inteligência coletiva, juízo e critério, navegação transmidiática, trabalho em rede e negociação.
Qual são as que praticamos de forma cotidiana no contexto escolar?
O vídeo é uma iniciativa do portal Leer.es, que é uma iniciativa do Centro Nacional de Inovação e Investigação Educativa do Ministério da Educação, Cultura e Desporto da Espanha.
Abaixo, link para o canal de vídeos do Leer.es:

LEER.ES

terça-feira, 30 de junho de 2015

“Há quem tenha medo que o medo acabe” por Mia Couto e a "cultura do Medo"


“Há quem tenha medo que o medo acabe” – Mia CoutoEm tempos de conservadorismo e retrocesso, de ataque aos direitos sociais e civis, tem se tornado hábito dos porta-vozes do atraso tentar, através do medo, impor sua ignorância e seus preconceitos ao conjunto da sociedade.Em uma das reuniões da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado Ivan Valente fez uso da palavra para se manifestar contra a redução da maioridade penal, afirmando que o Congresso Nacional deveria ser um espaço de legisladores e não de vingadores. Em sua fala, Valente mencionou um trecho de um famoso discurso do escritor moçambicano Mia Couto, intitulado “Há quem tenha medo de que o medo acabe”, numa referência a forma como os defensores da redução da maioridade penal fazem o debate, sempre apoiados em distorções que não levam em conta o conhecimento científico e os dados da realidade.Nesta semana, em que o tema voltou a ser discutido na Câmara e na mídia social, achamos que valia a pena relembrarmos Mia Couto, num alerta para que a sociedade não permita que nossa civilidade e humanidade sejam soterradas pelo medo e a ignorância.Mandato Ivan Valente – PSOL/SPPara ver a íntegra da fala de Ivan na CCJ, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=YqMALn2R8UYVídeo Mia Couto: https://www.youtube.com/watch?v=wSnsmM_3xrY&list=PLWyv0yoLVswgJua0UL52S10La8if__2gP

Posted by Ivan Valente on Domingo, 21 de junho de 2015


O vídeo acima “Há quem tenha medo que o medo acabe”, trata-se de fala do escritor moçambicano Mia Couto, proferida em Conferência sobre Segurança, no Estoril, Portugal, e que descobri via facebook do colega e amigo José Carlos Antonio, educador de Santa Bárbara do Oeste, SP, Brasil e editor do blog Professor Digital.
DE fato, conforme apresentação do vida na rede social, há que se refletir a questão de que "Em tempos de conservadorismo e retrocesso, de ataque aos direitos sociais e civis, tem se tornado hábito dos porta-vozes do atraso tentar, através do medo, impor sua ignorância e seus preconceitos ao conjunto da sociedade". E neste contexto e da "ausência de uma perspectiva histórica" (termo cunhado pelo escritor e jornalista Léo Gerchmann), pensar a questão do medo e seus desdobramentos, seja na "pauta impositiva" da mídia, que só destaca notícias negativas, seja na própria estratégia de marketing, de que tragédias dão maior audiência do que boas práticas educacionais, tecnológicas e sociais etc.
Basta ver os destaques das manchetes da mídia,seja impressa, digital, televisiva, radiofônica etc, sempre dando ao leitor, espectador e ouvinte uma sensação de medo. Zapeando canais à noite, são filmes de suspense e terror, muitos clipes apelativos, desenhos animados violentos etc, que "tudo junto e misturado", criam sim, uma cultura do medo, seja em micro como em macro escala.
Muitos discutem o endurecimento das leis, vide "dimuinição da maioridade penal", como se fosse uma solução definitiva para um problema que é estrutural e não apenas pontual. E "solução final" é uma ideia que remete a atitudes fascistas, que sabemos o que a História nos legou. Devemos antes debater e muito sobre questões estruturais da sociedade e não apenas medidas pontuais que não alteram esta estrutura, ás vezes, ancestral. Desconhecer toda a conjuntura e/ou interesses escusos por trás de medidas políticas ou meramente politiqueiras, sem um amplo debate com a sociedade é promover o medo, a vingança e não a justiça. Pessoas físicas, por serem humanas, sentem a necessidade da vingança, do antigo conceito do "olho por olho, dente por dente". Pessoas jurídicas, ainda mais se de direito público, como as instituições, devem garantir o amplo direito à defesa, coibindo falsos justiceiros e medidas populistas que visam interesses políticos ou geopolíticos.
A fala de Mia Couto, por si só, já é didática e permite ampliar o debate, seja na sala de aula ou na sala de casa...

sábado, 13 de junho de 2015

Olhe Para cima: Celulares inteligentes e Pessoas distantes (reflexão)




O vídeo acima Olhe Para cima - Celulares inteligentes e Pessoas distantes (Look Up), de Gary Turk, descobri no You Tube e é um convite à reflexão sobre o mundo em que vivemos, conectados ao vortual e desconectados da realidade às vezes.
A tela se torna mais espelho, e os selfies do facebook demonstram isso, do que janela para o mundo. O víível para uns é invisível para outros que passam a agir como pessoas robotizadas, enquanto a ciência tenta criar robôs humanizados.
A inteligência artificial e os tefenoes celulares inteligentes (smartphones). A realidade virtual e a realidade aumentada criando universos paralelos através dos jogos eletrônicos, um potencial a ser explorado pela educação.
Cada vez mais difícil saber o que é transitorio e o passageiro, no que tange às tecnologias.
Porém, pessoas cabisbaixas, sem olhar ao redor, acabam perdendo oportunidades por não observarem o mundo ao redor. O pretexto (a máquina), passa a ter mais importância que o contexto (a sociedade).
Vez em quando é bom faze expedições ao mundo dito real, desconectado do virtual, olhando para cima, para não nos distanciarmos das coisas que amamos.
Se os celulares são inteligentes, móveis, multifuncionais, seus usuários precisam agir da mesma forma, de forma inteligente, móvel e integrada à realidade.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Patrimônio Escolar: animação sobre a importância da participação da comunidade escolar nas ações da instituição




O vídeo acima, Patrimônio Escolar , trata-se de animação com o "objetivo fomentar a reflexão, a partir do significado de patrimônio escolar, sobre a importância da participação da comunidade escolar nas ações da instituição como uma via para o senso de pertencimento e responsabilidade", produzido em 2015, pela Coordenação de Produção Multimídia de Secretaria de Educação, do Estado do Paraná, Brasil, e socializada via Twitter pela colega e amiga Eguimara Branco, educadora de Curitiba, PR, Brasil; coordenadora de produção multimídia e editora do blog Just Egui.
Cuidar da história e a cultura do lugar, é promover de fato e de direito o resgate e a preservação da história da educação, e da história da própria comunidade patrimônio público. Ações como esta, de sensibilizar a todos para a valorização do patrimônio arquitetônico, artístico, cultural, histórico, social e educacional, presentes em uma escola, que pertence a toda comunidade escolar, a toda uma coletividade é promover a própria preservação dos valores daquele local.
Fotos, imagens, vídeos diversos coletados por aquele grupo social devem ser recuperados, resgatados, preservados e disponibilizados àquela comunidade, principalmente dos projetos, atividades, ações desenvolvidos por professores e alunos, dentro e fora da sala de aula, inspirando a outros educadores e seus educandos.
O Educa Tube parabeniza à Coordenação de Produção Multimídia pela produção deste ótimo material para reflexão e recomenda também visita aos Recursos Didáticos, link abaixo, disponibilizados no portal da Seduc, como as Séries "Livro Trailer", "Educando", "Recreio com História", entre outros:

Recursos Didáticos - Animações

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Martín Restrepo comenta tendências para a educação : dispositivos móveis, storytelling, experiências transmídias etc




O vídeo acima Martín Restrepo comenta algumas tendências para a educação, descobri via Twitter do Instituto Claro e trata-se de entrevista do educador espanhol, comentando algumas das tendências para a educação, neste século XXI.
Conforme notícia no portal do Instituto Claro:

"Inspirados pelo conceito de mobile education, diversos pesquisadores estão sugerindo e implementando mudanças na forma como a aprendizagem se estabelece dentro e fora da sala de aula. Conversamos com Martín Restrepo, fundador da Editacuja e especialista no tema, a respeito de algumas transformações que devem ganhar força na educação nos próximos anos.
Para Restrepo, que também é consultor da versão brasileira do Horizon Report, as escolas devem estabelecer seu currículo tendo em foco grandes áreas de conhecimento e o desenvolvimento de projetos. Desta forma, elas seriam capazes, segundo ele, de transformar-se em incubadoras de projetos criativos onde alunos e professores têm a liberdade de criar e aprender juntos.
Entre as tendências de comunicação que podem ser aproveitadas para envolver estudantes em atividades de aprendizagem está o storytelling – que nada mais é que a habilidade de desenvolver narrativas para engajar – e as experiências transmídia, que utilizam aproveitam o melhor de cada mídia para contar uma história de forma integrada.
Restrepo aponta, ainda, a questão dos conteúdos abertos como fundamental para futuro próximo da aprendizagem, já que ela possibilita que professores e alunos recriem, remixem e compartilhem conteúdos educacionais, com as escolas convertendo-se em editoras".


Quem acompanha o trabalho do Educa Tube Brasil deve ter percebido o quanto este blog educacional defende muitos dos conceitos que Restrepo apresenta, como o uso de narrativas (escritas ou audiovisuais) por professores e alunos, do trabalho coletivo em coautoria, da aprendizagem significativa além da sala de aula, da utilização de metodologias diversas para espaços diferenciados de interação, da necessidade de processos de ensino-aprendizagem serem feitos na sala de aula, em espaços informatizados, na biblioteca escolar e em saídas de campo, seja no entorno da escola ou além, dando significação ao ensino formal do professor e ao conhecimento prévio que tem o aluno.
A mobilidade deve ser do usuário também e não apenas do maquinário, a convergência de multimeios deve ser pensado entre os atores sociais que são os alunos, professores, equipe diretiva, comunidade escolar, com o sentido não apenas tecnológico, mas pedagógico e social.
Pensar o termo redes sociais, além de experiências digitais, conectadas à internet e em tempo real, mas trabalhar este conceito com toda a escola, como um trabalho em rede educacional.
A fala de Martín Restrepo vem ao encontro do que o Educa Tube Brasil e traz novos conceitos, para práticas empíricas que o editor deste blog tem feito a algum tempo, como transmídia, por exemplo, que ver o mundo real como uma grande mídia que deve ser incorporada à educação.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Idade do Papel: A morte do impresso? (animação sobre a luta pela sobrevivência do jornalismo impresso; e pequena reflexão sobre a educação)



A incrível animação acima, Paper Age - The death of Print? (Idade do Papel: A morte do impresso?), descobri via Twitter do jornalista Luis Nassif e, conforme sua apresentação "A alegoria é bastante simples: um tiranossauro rex que andava firme por uma floresta de repente agoniza diante de um estranho objeto. O dinossauro é feito de páginas de jornal; seu antagonista silencioso é um tablet".
Conforme portal do Nassif: "Este é o enredo de "Paper Age", animação do designer alemão Ken Ottmann que, em menos de dois minutos, retrata a luta do jornalismo impresso para sobreviver em meio ao crescimento da mídia digital. 'É a história de uma indústria que vem sendo confrontada, que tem dificuldade em lidar com a tecnologia e que está deixando de ter o monopólio absoluto', disse o diretor, em entrevista ao iG. Sucesso na internet e premiada em festivais da Alemanha, a animação foi inspirada na polêmica lei conhecida como Leistungschutzrecht, que limita a reprodução de textos jornalísticos em sites de busca e agregadores de notícia".
Transpondo essa animação, do ambiente jornalístico para o contexto educacional, pode-se dizer que mais do que tecnologias que superam umas às outras, o bom educador deverá pensar novas metodologias que possam dar conta das novas tecnologias, sob pena de sentir-se um ser jurássico no meio de uma época digital.
Entretanto, cabe salientar que a cada ciclo, novas tecnologias surgem nem sempre extinguindo as demais, vide o livro impresso, o cinema que foi dado como moribundo com o advento da televisão, também decretada a morte com a invenção da internet e por ai vai. Pensando os multimeios apenas como isso - meios de interação e de favorecimento da comunicação e divulgação de conteúdo, que pode ser educacional, literário, jornalístico etc -, temos que levar em conta que o jornal, uma editora de livros (tanto faz se impressos ou digitais), uma escola (seja de educação presencial ou a distância), enfim, não importa a categoria nem função social, todas precisarão de profissionais especializados, dedicados, criativos e inovadores. A inovação tecnológica contribuirá para qualificar o processo, mas não pode ser a finalidade do mesmo, apenas seu meio, enquanto espaço e tempo: um meio de atingir uma finalidade.
Pensando assim, a Idade do Papel não extinguirá os livros, os jornais; assim como a idade da TV não tornou jurássico o rádio, apenas fez este se reinventar, e assim por diante, como os demais recursos tecnológicos, que são apenas isso: recursos. O maquinário, por mais eficiente e inovador que seja, jamais superará a criatividade humana, fruto de suas experiências por aprendizagem a partir de erros e acertos... Aquele que não erra - seja máquina biológica ou digital - não aprende significativamente, pois acaba sem ter parâmetros de avaliação...
O que penso é que as novas tecnologias digitais promoveram uma sensível mudança em alguns educadores que, por exemplo, se apropriando do blog (diário virtual), utilizando inicialmente por adolescentes, como diário mesmo de anotações de alegrias e tristezas, passou a ser pensado como um jornal virtual de divulgação de projetos, atividades escolares etc, o que influenciou a jornalistas, que hoje, quase todos, possuem sua coluna em forma de blog, nas edições online de seus jornais.
Então, o Educa Tube Brasil torna a utilizar uma citação de Charles Darwin, falando sobre a evolução, mas sem ser determinista como ele, afinal, vivemos em outro tempo e contexto, mas que serve de boa reflexão para a questão que Paper Age nos propõe: "Sobreviverá, não o mais forte nem o mais inteligentes, e sim o mais adaptável às mudanças" (tecnológicas também, digo eu).
E apenas mais uma provocação: A "Era do Tablet", como foi do notebook, já não está com os seus dias contados também?!?