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quinta-feira, 15 de julho de 2021

Princesa Máquina, as futuras engenheiras e o pequeno programador: vídeos para tratar de lógica de programação entre as crianças




O vídeo acima, Princess Machina [Princesa Máquina] é uma propaganda de empresa de brinquedos, direcionada às meninas, futuras engenheiras, destacando a liberdade de escolha, além daquela imposta pela sociedade, como um modelo padrão. Programação é também coisa de menina, de mulher... além dos estereótipos das Princesas da Disney e do bricnar somente com bonecas.
A sequência de imagens é muito didática das relações entre o lúdico e o prático, entre o conhecimento autodidata e aquilo que pode ser aprendido e ensinado uns aos outros.
Conectando ao mesmo tema, a programação, segue vídeo Primo, uma indicação antiga do meu colega e amigo Robson Garcia Freire. Um vídeo incrível, logo a seguir que, conforme apresentação do mesmo no portal Vimeo, trata-se de: "Uma interface de programação tangível lúdico que apresenta lógica de programação para crianças em nível pré-alfabetizadas. O objetivo do jogo é guiar um robô sorridente chamado CUBETTO ao seu destino, criando sequências de instruções usando blocos de instrução coloridos e intuitivos. Ao criar esses algoritmos simples as crianças aprendem os fundamentos lógicos de programação, necessários para codificação mais avançada, mais tarde, na vida":




Aprende linguagem de programação será no futuro tão importante como estar alfabetizado, e neste brinquedo que simula uma máquina, um kit com blocos de madeira em que a criança encaixa um circuito, cada bloco tendo uma função, a criança já está aprendendo as primeiras noções de lógica de programação.
O processo de ensino-aprendizagem requer muito disso, de ter uma lógica que desperte na criança, no jovem e até no adulto o interesse para os mecanismos que tornam informação em conhecimento. O educador, seja pai ou professor, de certa forma, precisa conduzir seu filho por esse "efeito dominó", em que uma peça derruba outra que movimenta outra e assim por diante, durante toda a vida. Entre o algoritmo dos programas e o algoritmo das pessoas, há uma pedagogia e uma tecnologia próprias.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

“Criança e Natureza - Brincando com a Natureza na Cidade” (curta-metragem educativo)



O vídeo acima “Criança e Natureza - Brincando com a Natureza na Cidade”, descobri via Twitter de Christiane Angelotti, de São Paulo (SP), Brasil, que é editora do site educativo Para Educar e editora de livros de Literatura Infantojuvenil, Educação e Comunicação.
O curta-metragem é produzido pela Maria Farinha Filmes, que conta com a participação de Estela Renner, Luana Lobo e Marcos Nisti, contando com a direção de David Reeks e o roteiro de David Reeks, Maria Isabel A. Barros e Laís Fleury.
O vídeo retrata o dia de pais e filhos em contato com a natureza, em expedições aos Planetas Infância e Imaginação, em locais bem próximos da residência de cada um. Afinal, infância e imaginação são dois planetas que orbitam um em torno do outro... :-)
Como o editor do Educa Tube Brasil sempre destaca: é a simplicidade que permite a continuidade, seja de projeto escolar, de trabalho ou de vida. E pequenas expedições ao entorno da residência por pais com filhos ou no entorno da escola por professores com seus alunos permitem incríveis descobertas que estão por ali diariamente e poucos percebem, como detalhes de placas a arquitetura da região, as figuras humanas, a paisagem e muito mais... Levar crianças e jovens para passeios junto à natureza, dentro de uma proposta educacional, integrada ás disciplinas e conteúdos curriculares, de visitação a museus, bibliotecas, parques etc, são formas de transformar a Educação em 3D (três dimensões): teoria, prática e reflexão. Práticas pedagógicas que promovem aprendizagem, descobertas, conhecimento mútuo. E não esqueçam de documentar essas viagens, nada imaginárias, com fotos, vídeos, relatos escritos pelos alunos que podem, no futuro, se tornar um rico material para a edição de um curta-metragem como este, um documentário mais amplo, uma mostra de vídeos escolares etc.
Como destaca o vídeo: "Não é preciso viajar para longe", basta dar asas à imaginação. Mas para isso, a educação do século XXI não precisa ficar restrita as abstrações dentro de uma sala de aula. Deve levar a imaginação do aluno para outros espaços de aprendizagem e ensino: parques, bibliotecas públicas, museus, praças, livrarias, exposições etc.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Ainda dá Tempo: "a infância é a inspiração para um mundo melhor"

Ainda dá Tempo (There is still time) from Ainda da tempo on Vimeo.


O vídeo acima, Ainda dá Tempo (There is still time) que descobri via portal CASA DO BRINCAR (de onde copiei o subtítulo para esta postagem). O vídeo encontra-se no portal de vídeo VIMEO e trata-se de experimento social reunindo pais e filhos para uma entrevista. Primeiro os pais indicam suas expectativas para o futuro, a maioria em tom pessimistas. Depois os filhos demonstram, algo natural em sua idade, uma visão mais alentadora e positiva do futuro que os aguarda. Ótimo para refletir sobre a visão de mundo das duas gerações: os adultos, talvez, contaminados pelo bombardeiro de notícias catastróficas pelos telejornais e as crianças ainda vivendo em seu mundo imaginário.
Conforme apresentação do vídeo no VIMEO: "Este é um projeto independente com o objetivo de abrir os olhos para o simples fato que para começar uma mudança, é preciso primeiro acreditar que ela é possível. O mundo é de todos nós e precisa do nosso otimismo para que o ímpeto de mudar se transforme em uma mudança real, e acreditamos que isso só é possível começando por uma transformação interna. Mudando nosso jeito de pensar, mudamos nosso jeito de agir e agindo mudamos o mundo. Ainda dá tempo."
Sempre é bom lembrar que o futuro é construído hoje e que as crianças de hoje é que serão nosso futuro. Portanto ouvir mais as crianças, deixá-las serem crianças e não adultos miniaturizados é uma oportunidade de manter acessa a fé e a esperança em um futuro melhor.
A atual geração já nasceu conectada às Mídias e TIC e traz embutida em si, conceitos que os equipamentos eletrônicos contém: intuitividade, interação, convergência, portabilidade, mobilidade etc. Cabe aos adultos não humanizar demais as máquinas, tampouco robotizar ás crianças. Uma ideia que venho discutindo por longo tempo com outros educadores, sejam eles pais ou professores, através de minhas andanças pelo Planeta Educação.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Resgate Animal: Livro que mostra animais no cotidiano urbano, retornando à Natureza (arte, educação e meio ambiente)




O vídeo acima Animal Rescue (Resgate de Animais, tradução livre do blog), da editora PatrickGeorge, descobri no Facebook da colega e amiga Carla Kalindrah, educadora do Rio de Janeiro (RJ), Brasil e trata-se de belíssimo livro ilustrado, em que o próprio título indica, visa promover uma reflexão sobre a natureza, os animais e a sociedade.
Um material artístico e pedagógico que em sua apresentação diz: "O livro que ensina o tratamento adequado dos animais. E não apenas [direcionado] às crianças", pois possibilita seu uso por pais e filhos, professores e alunos, resgatando a ideia de que da Natureza vieram à Natureza deveriam voltar ou estar.
Conforme pesquisa na internet, há uma ação no Catarse (site de financiamento coletivo via internet), denominada RESGATE ANIMAL, O LIVRO, em que explica melhor o objetivo do livro:

"O livro Resgate Animal é um projeto inovador e divertido que convida as crianças a brincar de super-herói, colocando os animais onde eles devem estar. Com apenas ilustrações e folhas de acetato transparente que permitem o jogo de imagens e movimento, este livro ainda estimula o pequeno leitor a pensar desde cedo na importância de proteger os animais e preservar o planeta.
Os autores são um casal inglês, Ann e Peter Scott. Eles desenvolveram uma série de livros lúdicos para os próprios filhos e, depois, resolveram lançá-los no mercado. Para isso, eles montaram uma pequena editora na Inglaterra, chamada PatrickGeorge. A Carochinha está publicando os livros deles no Brasil. Resgate Animal é o quarto título da série, chamada Vire e Descubra.

Quem se interessar por adquirir um exemplar impresso, poderá aderir ao financiamento coletivo, promovido via Catarse, no Brasil, pela Carochinha Editora (vejam os valores e os itens relacionados), com prazo estipulado para entrega em março de 2017, conforme link e vídeo abaixo:

RESGATE ANIMAL - LIVRO VIA FINANCIAMENTO COLETIVO - CATARSE

‘Animal Rescue’ by Patrick George from PatrickGeorge on Vimeo.



Bastante didático, o livro mostra a cada duas páginas, a situação natural e a que se encontram os animais, e uma película em que parte do animal na cidade se transfere para o meio natural onde vivia ou deveria estar vivendo em liberdade. Ou seja, animais selvagens presos em circos; em salas de casas como troféus; presos em rede de pesca; confinados em granjas; usados como pele para o vestuário (bolsas, sapatos, casacos etc); aprisionados em jaulas em zoológicos; usados como iguarias, apenas por parte de seu corpo, como a aba de tubarão; presos em aquários; abandonados nas ruas, como cães e gatos; enfim, nas mais variadas situações e o que deveria ser ideal: seu convívio na natureza.
E o vídeo se encerra com uma pergunta, que podemos repassar a filhos e alunos: "E que outros animais você resgataria?"
A versão impressa, também pode ser adquirida pela internet, através de encomenda internacional, via Amazon EUA (por 9,91 dólares), conforme link abaixo.

ANIMAL RESCUE - VERSÃO EM INGLÊS

Um ótimo material para os educadores, arte educadores e educadores ambientais poderem utilizar com seus alunos na versão impressa, ou na falta desta, na versão audiovisual, como dinâmica de grupo e reflexão sobre o meio ambiente, os maus tratos aos animais etc.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A vida imita a arte nos 60 anos de "Grande Sertão: Veredas" e distrito mineiro se inspira na obra de Guimarães Rosa


Após 60 anos de Grande Sertão: Veredas, distrito mineiro respira Guimarães Rosa from Agência Brasil on Vimeo.



O vídeo acima Após 60 anos de Grande Sertão: Veredas, distrito mineiro respira Guimarães Rosa, descobri na rede social e é um belo material da EBC: Agência Brasil, para refletir sobre arte, cultura e sociedade, pois como o nome indica, mostra as influências da obra de João Guimarães Rosa (1908-1967), no imaginário do interior de Minas Gerais, Brasil.
Diversidade cultural, festival com festa, filmes, apresentações com tema a riqueza do sertão, eternizada pela obra de Guimarães Rosa.
Bordadeiras, inspiradas em frases extraídas da obra de Rosa, bordaram esses trechos em tecidos e foi feito desfile de roupas refletindo o universo de Riobaldo e Diadorim.
A vida imita a arte, que imita a vida, pois o escritor mineiro acompanhou os tropeiros pelo grande sertão e suas veredas para se inspirar para compor seus personagens e histórias, sempre acompanhado de um bloco de anotações, onde registrava, desde palavras, causos e impressões do sertanejo, que é um forte.
Uma prova da importância da literatura até para quem não é leitor, mas se contagia pelo imaginário, criado por um genial escritor.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

"Pequenos Filmes": curta-metragem feito por alunos (jovens cineastas) a partir de seus fones celulares


"LITTLE FILMS" des del meu Móbil --- "LITTLE FILMS" desde mi móvil from JAUME MARTIN on Vimeo.


O vídeo acima “LITTLE FILMS” desde mi móvil (Pequenos Filmes desde o meu celular), recebi por e-mail do professor Jaume Martín, da Escola Sant Josep Oriol, de Barcelona, Catalunha, Espanha.
Mais uma grata surpresa para este editor deste blog educacional, pois tinha descoberta através das redes sociais outro trabalho do professor Jaume e de seus alunos, chamado Valores da Escola, que deixo link para outra postagem que fiz neste blog, ao final desta matéria.
Little Films (falado em catalão, mas com legendas em espanhol) inicia com apresentação dos jovens cineastas, mostrando o que se faz necessário para criação de pequenos vídeos, como: um guia, atores, efeitos especiais (divertida cena com duas meninas simulando a chuva com guarda-chuva e um regador de plantas), "storyboard", trabalho em grupo, mensagem, "alma tecnológica" (termo interessantíssimo, pela simbologia), câmera e um plano de sequência.
Eis algumas regras básicas que não regem apenas o cinema, mas deveria servir de referencial à própria educação, na questão de que todo educador deve pensar estes elementos cinematográficos aliados aos pedagógicos, ou seja: o professor é o guia ou diretor, os alunos os atores, efeitos especiais são todos os recursos tecnológicos e metodológicos que podem ser usado no fazer pedagógico (mídia impressa ou digital, etc), "storyboard" ou roteiro a ser pensado na condução de sua didática, o trabalho em equipe, seja com outros educadores e suas turmas ou com seu alunado, mensagem é o conteúdo a ser ministrado em sala de aula ou saídas de campo, câmera para documentar a prática escolar, plano sequencial que o próprio plano de aula do professor e, por fim, essa "alma tecnológica" que é significante no sentido que todo tipo de tecnologia, seja giz e quadro, livro, rádio, TV, internet, etc deva ter um sentido vinculado aquele saber a ser ministrado e não apenas um "verniz" de modernidade, uma simulação de inovação...
Em "Little Films", os alunos utilizam um telefone móvel e um suporte para selfie, com o objetivo de criar um vídeo para ensinar inglês a outros alunos, valendo-se do próprio espaço escolar para as tomadas, sequências e tudo mais. Depois de breve introdução, começa as cenas de dramatização de uma história, com estes alunos caracterizados com roupas e falando em inglês com legendas. Além de belíssima trilha sonora com canções dos Beatles ao fundo.
Unir cinema e educação é algo que permite a socialização de alunos, estimulando a autoria, a independência, o trabalho em grupo, a iniciativa, além da simples memorização de conteúdos de forma tradicional. A associação da teoria com a prática fica mais evidenciada em ações que utilizam-se da arte e da cultura em seu fazer pedagógico.
Como comenta uma das jovens cineastas e aluna da Escola Sant Josep Oriol: manipular um fone celular é mais simples para eles do que uma câmera. Até pelo fato que a maioria dos jovens usam atualmente mais telefones que qualquer outro equipamento. A TV passou a ser apenas um monitor para jogos, sites de filmes, rodar filmes em DVD e blu-ray. Um smartphone congrega em si TV, rádio, câmera, central de jogos, redes sociais e tudo mais.
Como tenho destacado em minhas visitas às escolas públicas, aqui da região sul do Brasil, se o maquinário traz em si os conceitos de mobilidade, portabilidade, convergência, os usuários (professores e alunos) precisam buscar em si e em ações com tais equipamentos a mobilidade de ações e a convergência das pessoas, mais do que das máquinas. Pois, novas tecnologias requerem igualmente novas metodologias.
Como em Valores da Escola, Little Films une o curta-metragem ao documentário, a partir de cenas curtas e reflexões sobre o próprio fazer cinematográfico na educação, e isso, por si só, já é relevante, criativo e original. Um exercício de metalinguagem. E de autorreflexão, como faz outra aluna, ao dizer que o telefone móvel não serve apenas para fotografar e acessar redes sociais, mas que pode ser usado para fazer um filme como este; ou seja, permite a colaboração entre professor e aluno e a coautoria entre todos os envolvidos na elaboração da ideia, no desenvolvimento e na edição final.
Parabéns aos alunos do 6º ano da Escola Sant Josep Oriol e ao professor Jaume Martín pela produção e divulgação deste valioso material na internet, e à referida escola, proporcionando que outros professores mundo afora se inspirem nesse exemplo de união do cinema com a educação.
O papel social do professor é esse de transformador, não apenas do conteúdo programático em formato criativo e inovador, mas de transformador do próprio alunado, permitindo que este se torne ator protagonista e não mero coadjuvante do processo de ensino-aprendizagem, que atue também como coautor com o seu professor, produzindo ambos material audiovisual relevante não apenas para a escola, mas para a comunidade. E como dizia Tolstói: "Queres ser universal, canta a tua aldeia".

Abaixo, link para postagem sobre outro vídeo da Escola:

Valores da Escola: Criativo curta-metragem realizado por alunos de escola primária de Barcelona

domingo, 10 de julho de 2016

"Infelizmente para alguns, a fantasia é a única maneira de escapar da realidade" (campanha em defesa das crianças refugiadas)




O vídeo acima Warchild - Batman, descobri na internet via portal B9, e é um comovente e surpreendente vídeo institucional da Warchild, uma ONG internacional que se dedica a ajudar crianças afetadas pela guerra, sejam refugiadas ou não. Neste comercial, ao som da linda canção “For Once In My Life” de Stevie Wonder, o super-herói Batman salva o dia de um garoto refugiado, fazendo diversas brincadeiras para que o mesmo não sinta tanto aquela situação caótica e desumana, algo que lembra o filme de Roberto Benigni "A Vida é Bela", em que um pai num campo de concentração nazista, esconde do filho a tragédia daquela prisão.
O comercial que parece um curta-metragem (e de certa forma o é), encerra com uma bela, profunda e poética mensagem: "Infelizmente para alguns, a fantasia é a única maneira de escapar da realidade..."
Na vida real, seja num campo de refugiados, numa favela, em qualquer parte, muitos pais (ou responsáveis) são heróis aos olhos de seus filhos, assim como professores aos olhos de seus alunos, por tornarem o mundo trágico em algo mágico, com afeto, carinho, atenção, cuidado, ensinando e os fazendo reimaginar a vida, sem escapismos, mas com criticidade, inventividade, mitologia, simbologia,imaginação e dedicação, usando música, dança, esportes, teatro, etc.
Entre o amigo imaginário que toda criança tem, idealiza, há que, como educadores, sejamos pais ou professores, contribuirmos para o imaginário infantojuvenil com pequenas viagens no tempo sem sair do lugar, relembrando a eles brincadeiras, sonhos, desejos, que tínhamos quando também crianças e jovens, num dialogo atemporal e universal.
Abaixo, cena do filme "A Vida é Bela" para comparação, em que o pai traduz ameaças de oficiais nazistas aos prisioneiros, mas dirigindo=se ao filho, como se fossem regras de um jogo, em que chorar e pedir comida perderiam pontos e outras coisa mais, numa tradução impagável e improvável, mas como arte, nos faz refletir sobre a própria existência neste imenso Teatro do Absurdo em que vivemos:



sexta-feira, 24 de junho de 2016

Cada Estrela: delicado curta-metragem de animação produzido por estudante chinesa


Every Star_Yawen Zheng from Yawen Zheng on Vimeo.


O vídeo acima Every Star (Cada Estrela), descobri no Facebook do colega e amigo Jarbas Novelino Barato, educador de São Paulo (SP), Brasil e editor do blog Boteco Escola, que intitulou lá esse vídeo de "Uma estrela de amor".
Trata-se de premiado curta-metragem de animação, produzido por uma estudante da China, chamada Yawen Zheng e mostra com beleza e delicadeza uma inusitada comunicação entre um menino de zona afastada com uma menina da cidade, ambos, aparentemente sós. Ainda que o céu seja o mesmo para ambos, cada um em seu mundo vive sua realidade. Cada um aqui na Terra é, de certa forma, uma pequena estrela que às vezes precisa do apoio do outro para brilhar...
Conforme apresentação do vídeo no vimeo, feita pela própria Yawen: "No coração de todos, lá vive um menino e sua estrela". E lá ela comenta que esta foi sua primeira animação ano na USC - Escola de Artes Cinematográficas e que a fez sozinha. Segundo ela "A história mostra esse encontro entre as cidades e natureza. Um rapaz misterioso da natureza recolhe estrelas e as envia para todas as crianças da cidade, pois estas são incapazes de ver as estrelas através do céu nebuloso". Na China, algumas cidades tem um nível de poluição doa r bem elevado e daí talvez a inspiração para o curta-metragem.
Every Star é um desses vídeos em linguagem visual que serve para trabalhar com alunos sobre interpretação e criação literária, estimulando essa leitura de imagens. Provavelmente, sob o foco e a perspectiva de outros olhares, alguns detalhes que passam despercebidos ao adulto, serão percebidos pela criança e jovem.
Que tal apresentar esse vídeo a sua turma e pedir que cada um escreva a sua história, podendo ser em prosa ou verso, ilustrado com folha de papel, lápis de cor, giz de cera, aquarela.
Um vídeo que pode promover uma atividade integradora e interdisciplinar entre os professores de Língua Portuguesa e Artes e estes usarem o meio ambiente e a educação ambiental como temas transversais.
Every Star: Cada estrela pode ser cada aluno que temos que espera uma carta, uma mensagem de apoio, um carinho, um incentivo para brilhar...
Cada educador, seja professor ou pai, pode ser uma estrela-guia para ser aluno e filho...
Algo que me lembrou a uma antiga postagem neste blog, sobre um belíssimo filme indiano, chamado justamente de Como estrelas na Terra: Toda criança é especial (vide link abaixo), em que um criativo professor usa de música, dança, brincadeiras, jogos etc. para cativar seu aluno e se identifica com um em especial, com problemas de aprendizagem. Um filme que utiliza-se de cenas de animação em uma linguagem dinâmica e eficiente e que indico a todos os educadores.

Como estrelas na terra: toda criança é especial (cinema e educação)


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Hang Son Doong: Drone explora a caverna mais profunda do mundo


Hang Son Doong from Ryan Deboodt on Vimeo.


O vídeo acima Hang Son Doong, encontrei nas redes sociais, através do portal Mistérios do Mundo, e trata-se de uma experiência fantástica, de enviar um drone para explorar o interior da caverna mais profunda do mundo (título do vídeo), localizada no Vietnã, que possui em seu interior todo um incrível ecossistema com florestas e rios, que me lembrou imediatamente o livro de Júlio Verne "Viagem ao Centro da Terra", em que exploradores encontram um mundo perdido em seu interior.
O vídeo feito por uma câmera GoPro conectada a um drone, com imagens feitas pelo fotógrafo de viagens Rayn Deboodt, comprova que pode haver vida em locais inimagináveis, como uma caverna perdida gigantesca, descoberta em 1991, mas que só foi explorada em 2009, por cientistas da Associação de Pesquisas de Cavernas Britânica.
Conforme o portal Mistérios do Mundo: "O que eles descobriram foi que a caverna de calcário era muito maior do que o esperado. Tão grande, de fato, que é a maior caverna conhecida no mundo, cuja maior câmara possui 5 km de comprimento, 200 metros de altura e 150 metros de largura. A caverna também contém alguns dos mais altos estalagmites conhecidos no mundo, que tem até 70 m de altura. Isso é como um edifício de 20 andares!"
Este imenso mundo subterrâneo lembra-me teorias extravagantes como da Terra Oca, que supostamente poderia haver um sol interior iluminando uma duplicada do mundo exterior. Teorias e ficções à parte, é impressionante observar pelas imagens do drone, florestas, colinas, falésias, rios e cumes de pedra, dentro de uma caverna gigantesca.
Como destaca Mistérios do Mundo: "Olhe atentamente e você pode ver as pessoas explorando a selva e afloramentos rochosos da caverna, criando uma proporção surreal entre o tamanho das pessoas e o da caverna (...) A caverna tem até seu próprio sistema climático, e você pode ver a neblina subindo a partir das florestas na filmagem. Nós não vemos quaisquer vestígios de nuvens sólidas neste vídeo, mas um menor sistema de cavernas Er Wang Dong, no sudoeste da China, tem seu próprio sistema climático, e nós imaginamos que Son Doong é bastante similar".
Algo que lembra seriado antigo de TV Terra de Gigantes. E é um rico material para tratar de biologia, meio ambiente, ciências em geral e educação ambiental, em especial.

domingo, 20 de setembro de 2015

Universidade das Crianças: Por que vemos colorido?


Por que vemos colorido? from Universidade das Crianças on Vimeo.



O vídeo acima Por que vemos colorido?, foi indicação via Twitter do colega e amigo Robson Garcia Freire, editor do blog Caldeirão de Ideias, e trata-se de interessante animação produzida pela Universidade das Crianças, a partir de pergunta do menino colombiano Daniel Muñoz García, de 11 anos.
De acordo com a Universidade das Crianças: "O que acontece é que a cor não está no objeto. Na verdade, os objetos absorvem todas as cores que estão na luz branca e refletem apenas aquela que vemos. Essa luz é que chega aos nossos olhos. Lá dentro, na camada mais interna, chamada de retina, existem algumas células minúsculas, os cones e os bastonetes. Essas células transmitem a informação de que recebem ao cérebro. É o cérebro que percebe as cores do mundo e cada pessoa a percebe de um jeito."



O Universidade das Crianças (imagem acima) é um projeto de extensão da UFMG e faz da divulgação científica para o público infantil a sua razão de ser. E pode ser acompanhado no portal na internet, no canal de vídeos vimeo, como seu perfil no Facebook, conforme links abaixo:

Universidade das Crianças - Portal Educacional

Universidade das Crianças - Vimeo

Universidade das Crianças no Facebook

quandoa gente é criança sonha mais colorido

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A percepção que temos das coisas e o múltiplo olhar (digital ou não)


A GoPro Inside 21 Random Things from Burger Fiction on Vimeo.


O vídeo acima A GoPro Inside 21 Random Things , descobri na rede social e trata-se de matéria da Revista Galileu, que destaca iniciativa de um usuário do Vimeo, intitulado Burger Fiction, num exercício de alteridade surpreendente, da percepção que temos das coisas e do que as coisas têm de nós, ou nos fazer "Enxergar o mundo de outra forma com um câmera GoPro colocada em 21 lugares inusitados".
Como destaca a a revista: "No dia a dia, estamos acostumados a enxergar a realidade sob um único ponto de vista: o nosso. A percepção que temos das coisas está intimamente relacionada à forma com que nossos sentidos captam os estímulos do mundo. Por este motivo, é sempre muito interessante poder contextualizar os objetos a partir de uma nova perspectiva, e isso é um aspecto que a fotografia, e especialmente os vídeos, podem captar muito bem".
De fato, como educadores, sejamos pais ou professores, precisamos nos dar conta de que a criança e o jovem têm um outro ângulo de visão e outra noção de dimensão, a partir de seu olhar. Todos nós percebemos o mundo a partir de nosso ponto de vista e fazer com que os mais jovens percebam o contexto das coisas além de seu foco é essencial. Na primeira infância, tudo é grandioso, mágico, surpreendente, que a medida que vamos crescendo, vai alterando essa perspectiva.
Mostrar as coisas e os conteúdos, sob os mais variados pontos de vista, chama-se justamente contextualizar um tema e é fundamental ao educador do século XXI. E pode ser a partir de prosaicas trocas de posicionamento dos alunos em sala de aula, seja uma saída de campo, em torno da escola, ou algo mais inusitado...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Paredes que se movem: O futuro dos apartamentos e da educação?




O vídeo acima Pop Up Apartment: an interactive flexible house + ready prototype (Pop Up Apartamento Pop Up: Uma casa flexível interativa + protótipo pronto), descobri via Twitter da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil e editora do ótimo blog Arquitetando Ideias.
A expressão "Pop Up", lembra aqueles livros de abrir e montar que crianças e jovens adoram. Como um jogo Lego em 3D e tamanho gigante.
No caso do vídeo em questão, trata-se, conforme destaca Elenara, de:

"Apartamentos conceituais onde os espaços vão sendo usados de acordo com as conveniências é a proposta desse projeto da equipe de design Hyperbody de TU Delft, na Holanda.
A ideia básica é de um espaço único de 50 m2 que possa se mover de acordo com as necessidades.
Mover? Como assim? Através de um motor que fica sob o piso e que faz com que as paredes se movimentem e criem o espaço que se precisa. Tudo está em constante mudança, paredes, móveis, pessoas, vida...e tudo controlado por aplicativos de smartphones".


Imaginem só, espaços móveis de interatividade, não apenas na sala de casa, mas na sala de aula, em que painéis pudessem sem deslocados de lá pra cá e de cá pra lá, promovendo a mesma portabilidade e mobilidade que os equipamentos eletrônciso sem fio permitem aos jovens.
Realmente, algo muito hightec, ainda mais quando nem conseguimos imginar como será a própria tecnologia do futuro, diante dos cada vez maiores avanços tecnológicos que deixam o que era moderno hoje, ultrapassado em questão de poucos meses. O notebook nem bem foi incorporado ao ambiente escolar e já veio o tablet, logo virão outras novidades tecnológicas, requerendo cada vez mais avanços também metodológicos, na questão do tempo e espaço educacionais.
Mas é também uma genial ideia, de levar em conta um pequeno espaço, promovendo as múltiplas possibilidades de uso, respeitando a luminosidade do dia, em que são distribuídas certas divisórias, como a da noite, da mesma forma, o meio ligado ao ambiente que se deseja, adaptando-o à necesidade de cada momento. Algo para instigar, não apenas arquitetos de construções de moradias, mas aos "arquitetos" de construções do conhecimento, nas escolas. Como um jogo de montar uma aula, conforme a necessidade daquela disciplina e/ou conteúdo programático.
Esse apartamento do futuro é um protótipo, movido por motores e aplicativo, requerendo uma experimentação. A sala de aula do futuro, os motores de sua utilização devem ser os professores e alunos, e os aplicativos que movem estes, muitos estão aí disponíveis, bastando uma pesquisa e imaginação de como usá-los no cotidiano escolar. São inúmeras as possiblidades, sejam na questão da inclusão digital, seja na mobilidade de fazer uma sala de aula, qualquer lugar: uma saída de campo em torno da escola, numa biblioteca pública, num parque etc
Há que se pensar a questão da mobilidade humana, seja do mobiliário, que permita usos variados, racionalizando inclusive pequenos espaços. Pensar a mobilidade do próprio tempo e espaço escolares, através de outras formas de interação em sala de aula, dentro da escola e fora dela... A criatividade poderia ser incentivada, nas interações entre professores e alunos, pensando formas conjuntas de utilização desses tempos e espaços de convívio social, educacional e tecnológico.
Não sabemos sequer como será a internet do futuro, mas esperamos que a escola mude um pouco seu espaço, para que não continue a reproduzir seu padrão de fundação, lá no século XIX, e ainda arquitetonicamente tão fiel ao tradicional, ao formal, sem a devida mobilidade e portabilidade que as tecnologias eletrônicas já permitem aos alunos, fora das austeras salas de aula.
Mais que um exercício de iamginação, o vídeo acima nos permite pensar conceitos como portabilidadem, mobilidade, modernidade, tecnologia, metodologia, tempo, espaço, interatividade, convergência etc.
Como escreveu Elenara Stein Leitão em seu blog: "Um arquiteto tenta projetar espaços com razão e sensibilidade. Tenta transformar sonhos de vida em paredes e cores, luzes e nuances que se tornarão realizáveis com o passar das horas de um dia. Um arquiteto tenta conceber aquilo que se antevê apenas em sonhos".
O educador, seja pai ou professor, precisa ter essa concepção de intervenção, na "arquitetura" do tempo e espaço de seus filhos e alunos, antevendo o futuro, e projetando neles sonhos possíveis de realização, a partir de seu experi~encia de vida, sensibilidade e dinâmica de grupo.

Posteriormente à publicação desta postagem, encontrei outro vídeo que dialoga om a ideia de mobilidade do espaço, no vídeo abaixo, que ecncontrei no portal eCycle, com a proposta de eco design ou um "Design inteligente faz [que] espaço minúsculo ser multifuncional" e que remete a ideia também de um design educacional. Se o design instrucional é um conceito de tornar mais acessível o espaço virtual, esse design educacional, deveria ser formas de tornar o espaço físico em algo mais dinâmico, agradável, motivador e instigante. Veja que interessante ideia de tornar um espaço único em um ambiente múltiplo (sala de visitas, cozinha e quarto de dormir) com um simples uso de divisórias móveis e móveis embutidos:

ALL I OWN HOUSE by PKMN Architectures from PKMN [pac-man] on Vimeo.


O vídeo acima, encontra-se no portal Vimeo, intitulado de All I Own House (Tudo o que tenho casa) que, conforme o portal eCycle, a ideia é do "estúdio PKMN Architectures, da Espanha, [que] bolou um espaço interno de uma casa com cômodos ajustáveis. A organização lembra muito a de certas bibliotecas, em que uma estante precisa ser empurrada para liberar espaço. No projeto, as estantes foram feitas com madeira leve e colocadas sobre trilhos. Dessa forma, o mesmo espaço pode servir para receber visitas, dormir em uma confortável cama ou cozinhar".
Algumas escolas utilizam a sala de vídeos, o teatro, a própria biblioteca como esse espaço de múltiplas interações e adaptações.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Projeto Asphyxia: Com auxílio do Kinect, é filmado vídeo artístico de dança (a teia da vida?)




O surpreendente vídeo acima as·phyx·i·a, descobri no portal TecMundo e trata-se de criativa iniciativa feita com o auxílio do Kinect do X Box One "desenvolvido em conjunto por Maria Takeuchi e Frederico Phillips, o projeto experimental é caracterizado por um vídeo que fez uso do dispositivo da Microsoft para capturar os movimentos de uma dançarina, formando o corpo dela com inúmeros pontos, linhas e nós de acordo com os passos da música".
Conforme notícia: "A captura de movimentos foi realizada com sensores de baixo custo e quando todos os pontos foram digitalizados, o aspecto criativo do filme foi desenvolvido. Várias técnicas e simulações dinâmicas foram utilizadas usando ferramentas 3D para que o projeto chegue ao resultado final".
Atualmente, muitos dos recursos mais avançados como teclado virtual em tablets e smartphones, o próprio sensor Kinect de movimento e interação com a tela e jogo, a tecnologia de toque na tela (touch screen), foram primeiramente pensados e depois criados para inclusão de pessoas com deficiência, seja motora, visual, auditiva etc. Avanços inclusivos, pensados num grupo determinado, que passaram a ser utilizados por muitos, e, atualmente, têm modernizado a vida de todos, tornando o que antes era mera peça de ficção se tornar na mais cristalina realidade, seja em tela de LCD, cristal líquido, 3D, 4K etc.
O Kinect tem sido integrado ao mundo dos jogos eletrônicos, da arte e cultura, mas ainda precisa ser pensado em um contexto educacional, em que a mobilidade dos equipamentos seja pensada entre professores e alunos, em projetos mais dinâmicos, em que o movimento da dança, dos esportes, do teatro e outras formas artísticas e culturais sejam também integradas aos conteúdos pedagógicos. E que tablets, smartphones, câmeras digitais possam capturar, seja por vídeo, áudio, fotos os diversos projetos desenvolvidos em parceria com professores e alunos.
Diversos recursos tecnológicos envolvendo a realidade virtual e a realidade aumentada, o Kinect, e outros mais estão revolucionando os jogos e o mundo dos jogos. E não demorará muito que professores passem a se apropriar destas tecnologias, pensadas noutro contexto, e as utilizem em projetos e atividades em sala de aula, ou extraclasse.
Abaixo o vídeo com o Making Of de "as·phyx·i·a", de Maria Takeuchi:

as·phyx·i·a - Making of from Maria Takeuchi on Vimeo.



A seguir, outro projeto de Maria Takeuchi, chamado Utopia, que mais parece uma mandala digital:

UTOPIA from Maria Takeuchi on Vimeo.



quarta-feira, 4 de março de 2015

"Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego": aplicativo de inclusão social


Be My Eyes - helping blind see from Be My Eyes on Vimeo.


O vídeo acima Be My Eyes - Helping Blind See (Seja Meus Olhos - Ajudando um cego a ver), descobri na rede social e trata-se de ótimo aplicativo, que como o nome indica, auxilia a pessoas com deficiência visual a poderem se situar, ler e conhecer locais, por conta de ajuda à distância de amigos, via smartphone. Torna o celular em guia e leitor eletrônico.
Uma criativa ideia de tornar a tecnologia da telefonia móvel como agente de inclusão social.
E o mais interessante é que o aplicativo está disponível para download gratuito para iPhones, via iTunes, conforme link abaixo:

Be My Eyes - Helping Blind See (download free)

Uma bela iniciativa de solidariedade e cooperação, conectando pessoas via tecnologia, em que faz de alguém distante - no espaço físico, mas próximo via mundo virtual - os olhos de quem não pode enxergar.
Para saber mais sobre o app Be My Eyes, acessem os link abaixo:

BE MY EYES - PORTAL


Conforme apresentação do vídeo a seguir, Be My Eyes - Lend your eyes to the blind (Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego), no Vimeo: "Seja os olhos para uma pessoa cega que necessita de ajuda remotamente, através de uma conexão de vídeo ao vivo, se você é cego e for avistado ou ser assistido pela rede de usuários com visão".

Be My Eyes from Be My Eyes on Vimeo.


Abaixo, endereço para seguir informações sobre o aplicativo nas redes sociais:

facebook.com/bemyeyes.org
twitter.com/bemyeyes

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Por que Heloísa? (curta conta o 1º. dia de aula de menina com paralisa cerebral em escola comum)




O vídeo acima Por que Heloísa?, em versão Libras (Língua Brasileira de Sinais), foi indicação via Facebook da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande, RS, Brasil.
O curta-metragem de animação, inspirado em livro homônimo de Cristiana Soares, "conta a história do primeiro dia de aula de uma menina de sete anos, com paralisa cerebral, em uma escola comum".
DE acordo com a coluna Catraquinha, do portal Catraca Livre, "a autora Cristiana Soares se baseou numa história real para levar o espectador a repensar o conceito de deficiência. O curta-metragem dá continuidade à trajetória de Heloísa, uma menina com paralisia cerebral, a partir do seu primeiro dia de aula em uma escola comum. Mostra também outros aspectos da primeira infância como suas relações familiares".
Além disso, do tema sobre inclusão, o vídeo traz componentes inclusivos como os "recursos acessíveis para pessoas com deficiências auditiva e visual". A inclusão efetiva, de tema e de recursos.
E este processo inclusivo tem que levar em conta não apenas a interação de crianças com deficiência em sala regular, como socialização, mas também observar aspectos essenciais de tempo de aprendizagem diferentes, que existem inclusive com alunos regulares (alguns mais lentos, outros mais avançados), dotando de um mediador, facilitador ou outro termo que empreguem para auxiliar o professor da disciplina, da turma; o espaço escolar, sejam dotado de rampas de acesso, de fácil locomoção, de equipamentos adaptados à determinada deficiência (surdez, cegueira, física, neurológica etc); do contrário, será apenas uma tentativa de inclusão, assim como é aquela que dispõe de equipamentos eletroeletrônicos de última geração, mas não proporciona ao profissional do saber formação adequada, capacitação continuada, especialização etc.
Por se tratar de tema similar, indico abaixo o curta premiado Cuerdas (Cordas), que apresentei aos seguidores do Educa Tube em postagem em fevereiro de 2014, que trata de um comovente e encantador curta-metragem de animação espanhol, que ganhou o prêmio Goya em 2014 e que foi inspirado em fato real, nos filhos do seu criador, Pedro Solis, que possui filha apaixonada pelo irmão com paralisia cerebral, e que merece recordação e divulgação:

Cordas: entre o acordar e o despertar para a inclusão educacional e social (Cinema e Educação)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mr. Selfie: animação para refletir sobre a atualidade


Mr Selfie from weareseventeen on Vimeo.


O vídeo acima, Mr. Selfie, descobri via Twitter da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil e editora do blog Arquitetando Ideias.
Trata-se de animação que aborda a relação que temos com nossos aparelhos de telefonia celular, atualmente pequenos computadores de bolso, chamados smartphones e sua dupla função de especular: primeiro como espelho, espelho meu, através de fotos e mais fotos de si mesmo (selfie) e de especular no sentido de acompanhar a vida alheia, através das redes sociais.
O vídeo em questão se foca naqueles que exageram na dose diante de telas que parecem espelhos e não janelas; do comportamento espelhado que alguns têm de ficar vidrados diante de telas sem observar o que se passa de concreto ao se redor.
Se o smartphone pode ser um grande aliado da educação, com todas as suas funcionalidade, de mobilidade, portabilidade, conectividade, gravar áudio e vídeo, fotografar, acessar internet, bloco de notas, jogos etc etc etc; o seu uso em demasia, além de atrapalhar a interação, além do mundo digital, pode ocasionar sérios problemas de audição, visão etc, quando da total exposição a interferência eletromagnética e outras coisas mais, pois muitos fazem como a personagem da animação, deitando com o aparelho telefônico do lado, embaixo do travesseiro etc.
Saudável, como tudo na vida, é ter um equilíbrio entre coisas e gentes, desligando, desconectando vez em quando essas ferramentas e olhando ao redor, conversando com os amigos, familiares, saindo para um pequeno passeio sem que o olhar fique restrito apenas a uma pequena tela... Olhando apenas a si mesmo...

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Cordão umbilical: A vida por um fio, além das redes sociais digitais




O vídeo acima Cordão Umbilical, descobri no Twitter, visitando o portal de Vídeos ZERO FILMES, da produtora de vídeos de mesmo nome, que contém diversos audiovisuais, em sua maioria institucionais, como propagandas, campanhas, comerciais etc.
No vídeo em questão, trata-se de material institucional de companhia de telefonia, valorizando as pequenas coisas da vida, que nos conectam, sejam o próprio cordão umbilical, do início da vida, seja os trilhos de trem, os fios de luz, os cordões das calçadas etc.
Como o Educa Tube Brasil sempre reforça: projetos de vida e de trabalho eficientes são aqueles que traz em si a simplicidade e por isso mesmo propiciam a continuidade. E valorizar as redes que se formam no transcorrer da vida, estejam elas ligadas por fios digitais, de fibra ótica ou não é fazer as pessoas verem a vida, o mundo, seus amigos, e a si mesmo por outro ponto de vista.
Todo educador, seja pai ou professor, deve estabelecer estes vínculos afetivos entre filhos e alunos, utilizando-se do que chamo de a "Pedagogia do Exemplo e do Espelho", incentivando a crítica e a autocrítica, promovendo o debate e, acima de tudo, a regressão, não hipnótica, mas histórica para possibilitar o avanço educacional, tecnológico e social, reconhecendo o conhecimento agregado de todas as gerações que vieram antes de nós...
Nascemos ligados a um fio (cordão) e cortá-lo nos proporcionou sermos móveis, uma realidade e uma necessidade, ainda mais hoje que conceitos como mobilidade, portabilidade, conectividade fazem parte de nosso cotidiano familiar, escolar e social.
Estarmos ligados, conectados, não requer uma conexão banda larga, uma rede wifi, é preciso muito mais do que isso, e para que se efetive essa conectividade, a afetividade é e sempre será um fator essencial e principal, sendo as TIC, mídias e redes sociais, meios acessórios de interligação.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Fotografias: curta-metragem de animação


Photographs from B.Ki.Animation on Vimeo.


O vídeo acima, Photographs (Fotografias), trata-se de curta-metragem de animação que descobri na rede social e é ótima oportunidade para trabalhar com alunos, além da mensagem por trás de uma imagem, seja ela fotográfica e estática, seja em movimento, cinematográfica, mas principalmente pelo valor de colecionar bons momentos na vida, fotografando-os ou não.
Uma boa oportunidade também para trabalhar questões como as fotografias antigas dos álbuns de família até o de álbuns digitais atuais, das mensagens que uma animação ou um filme contém, nas entrelinhas, lidando com interpretação de texto e imagens.
Cada vez mais tenho observado filmes que abusam de efeitos visuais mas quase não têm história ou mensagem definida.
No curta em questão, conta a história de uma senhora que descobre no meio de entulhos uma antiga máquina fotográfica, tipo polaroid, e começa a refazer antigas imagens de sua infância, adolescência e maturidade.
Nossas lembranças são nosso maior tesouro, e propor a alunos que tragam fotos antigas de seus pais, avós, familiares e tentar reproduzir nos mesmos locais, com eles próprios como atores principais - como fez a personagem - seria uma ótima forma de estimular a troca de lembranças, o diálogo de gerações.
E para isso, utilizar antigos álbuns de fotografias, de figurinhas, desenhos animados antigos pode ser uma fonte de estimulação para esta conversação entre o mundo jovem e do adulto.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O Destino está Perto: curta-metragem em stop-motion com brinquedos viajando via Google Maps Street View


Address Is Approximate from The Theory on Vimeo.


O genial e comovente vídeo de animação em stop-motion acima, "Address Is Approximate" ou "O Destino está Perto", descobri no Twitter, via portal Meia Seis e trata-se de "fantástico projeto pessoal de Tom Jenkins (do grupo The Theory)", em que o mesmo conta a história de "Brinquedos solitários, abandonados sobre a mesa [que] fogem dos limites escuros do escritório e fazem uma viagem usando um carrinho de brinquedo e o Google Maps Street View".
Uma ideia simples e ao mesmo tempo criativa, original, bem humorada e inspiradora. Sim, inspiradora, pois como educador, penso na possibilidade de um projeto didático e multidisciplinar, envolvendo professores de geografia, história, ciências, arte etc para uma pequena viagem de "brincadeira" com seus alunos, utilizando um computador, um acesso com a internet e uma proposta pedagógica de viajar pelos conteúdos educacionais e pelo mundo sem sair da escola e sem custos adicionais que não a criatividade e a compatibilidade entre as disciplinas e as viagens que podem ser feitas coletiva e virtualmente. Viagens que podem ser com foco ambiental, indo aonde é de difícil acesso ou de alto custo, como com foco histórico, artístico, científico, social etc.
O Google Maps Street View é um recurso tecnológico que pode e deve ser incorporado ao fazer pedagógico, desde que planejado de forma integrada entre professores e alunos, visando descobertas mútuas com baixo custo e amplo conhecimento.
Abaixo, link para o referido recurso tecnológico que pode ser usado como recursos pedagógico, turístico e social:

STREET VIEW - GOOGLE MAPS

domingo, 23 de novembro de 2014

Lila: A beleza está nos olhos de quem vê (cinema, educação e sociedade)


"LILA" from Carlos Lascano on Vimeo.


O vídeo acima Lila, de Carlos Lascano, descobri via redes sociais no portal Conti Outra, e é um fabuloso curta-metragem que, de fato, mostra que "a beleza está nos olhos de quem vê".
Curta que mescla cenas de uma jovem que observa o mundo ao redor e vê arte em toda parte, com cenas de animação em belíssimos efeitos visuais. A arte pode sim mudar o nosso mundo e influenciar quem compartilha dele, sejam filhos ou alunos, pais ou professores.
A magia dos sonhos acordados nos fazem despertar para a beleza das pequenas coisas da vida, que se nem sempre são coloridas, podem ser (re)desenhadas e (re)pintadas por nós...
Como bem destaca o portal Conti Outra: “Temos a arte para não morrer da verdade” (Friedrich Nietzsche).
Um belo material para discutir a importância da arte e da cultura na educação e na sociedade.