sábado, 16 de junho de 2018

Cena de Fahrenheit 451, inspirado na obra de Ray Bradbury e o poder "subversivo" dos livros




O vídeo acima, cena do clássico Fahrenheit 451, descobri no Facebook do Rafael Reinehr, médico e empreendedor cultural, que tive o privilégio de conhecer alguns anos atrás em um Encontro de Tuiteiros Culturais, em Bento Gonçalves (RS) Brasil.
Fahrenheit 451 é um clássico da literatura distópica de Ray Bradbury e foi adaptado para o cinema em 1966. Fala de um mundo onde os livros são proibidos e os bombeiros são responsáveis pela busca a incineração dos mesmos...
Um livro, um filme, uma cena que servem para refletir sobre estes tempos distópicos que nem precisam desses tipos de "bombeiros", já que cada vez mais os livros não mais tão lidos. Mas os escritores e poetas, ditos malditos, já foram perseguidos justamente por estas ideias "subversivas" que favorecem a criticidade.
Como disse minha colega Tati Lackmann: "Mais do que falta de leitura, o grande problema é a falta de interpretação de textos".
Valorizar a leitura de livros e de imagens é algo essencial, atemporal e universal...
Abaixo outra cena do referido filme em que ostra no ano de 1966, a ideia de uma TV futurista interativa como tempos hoje com as smarTV:



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