sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Aprendendo e se divertindo nas aulas de Ciências com Pokémon Go




O vídeo acima Como o Colégio Madre de Deus inseriu o Pokémon em sala de aula, descobri através do Twitter do professor Sílvio Meira, do Recife (PE), Brasil e trata-se de iniciativa de professora, também do Recife de transformar o #PokemonGO em tema de estudo em que os alunos consideram que aprendem e se divertem na aula de Ciências.
Conforme o portal POR AQUI:

"Através da profa. Isabel Borges, o game tornou-se uma ferramenta de aprendizagem capaz de unir diversão e conhecimento científico.
Uma professora do Colégio Madre de Deus provou que o jogo Pokémon Go vai além da polêmica sobre segurança e privacidade. O game tornou-se, com apoio de pais e alunos, uma ferramenta de aprendizagem capaz de unir diversão e conhecimento científico. A professora Isabel Borges, no colégio há 14 anos, propôs um desafio aos alunos: desvendar a taxonomia (classificação) dos pokémons.
O desafio era montar uma 'sinopse' dos personagens, mostrando sua formação, evolução e história. A maioria dos pokémons é uma junção de um vegetal com um animal, um prato cheio para as aulas de ciência. O projeto foi implementado inicialmente nas turmas de 7º ano. Tudo começou com desenhos de alunos voluntários na hora do intervalo. Depois Isabel propôs os desenhos com a descrição taxonômica. Cada estudante ficou livre para escolher que pokémon queria trabalhar.
'Quando eu entrei em sala no dia após o lançamento do jogo no Brasil, eu sabia que precisava de uma proposta pedagógica diferente. Ou a gente apresenta as 'modinhas' em sala de aula ou a gente sai perdendo', conta a professora, que também é caçadora de pokémons. 'Por exemplo, de dia há pokémons que vivem na superfície. De noite, debaixo da terra. Isso já me permitiu falar sobre fotossíntese e seres autótrofos e heterótrofos', detalha a docente. br /> 'Como o 6º ano também sabia que eu jogava e que tinha passado o desafio para o 7º ano, eles terminaram entrando no projeto. Para eles, a atividade era desenhar o pokémon e escrever a sinopse em português e inglês', relata Isabel sobre a parceria com o professor Josué Gomes. Ao final, todos os alunos montaram uma exposição coletiva no pátio do colégio.
'Não podemos nos furtar da realidade, mas devemos transformá-la para que seja sempre positiva para os alunos, uma vez que eles estão em construção', opina vice-diretora Colégio Madre de Deus, Cláudia da Fonte. Sobre a polêmica da invasão de privacidade do jogo, Isabel avalia que 'o Facebook é muito mais invasivo'. O colégio acredita que o projeto também ajudou os alunos a condicionarem melhor os horários: há horário para estudar, para brincar e também para estudar brincando.
'Eu busquei uma ação pedagógica diante da adesão dos alunos e das críticas que eu ouvia de outros adultos. E aí, nesse processo, você não distingue quem é a Isabel professora, mãe, mulher, pessoa", conta a docente, adepta confessa do mundo dos games, mãe de dois adolescentes. O mais legal é que, aos 50 anos, eu tenho idade para ser avó de muitos desses jovens. Acho que eles se questionam 'como essa professora de 50 anos joga Pokémon Go?', brinca"
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Para ver fotos da atividade, basta clicar no link abaixo:

Como o Colégio Madre de Deus provou que Pokémon Go combina com sala de aula

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