Uma bela interpretação do ator Antonio Fagundes do poema de Rupi Kaur, que é uma declaração de amor às pequenas coisas do viver para celebração dos ritos de passagem. Um breve manual estoico de filosofia de vida, cultivando valores de simplicidade, harmonia, fraternidade, autoconhecimento e autoajuda, no sentido mais universal e atemporal.
Indicações das redes sociais da poeta:
Um pequeno presente virtual que minha prima Rejane, bibliotecária aposentada, residente em Porto Alegre me ofereceu, via Instagram. Feliz Ano Novo, em qualquer tempo e espaço desse terceiro planeta, de cor azulada, rodopiando tal qual carrossel, em torno de uma estrela amarelada. Carpe diem!
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
Dois vídeos que estão no blog TIC, Educação e Web, do professor Jorges Borges, do Ministério da Educação de Portugal, e que considero essenciais para entender o papel atual da biblioteca escolar e das bibliotecas digitais no ambiente educacional e além dele, baseado nos 4 C's: conectividade, colaboração, criação e comunidade.
O primeiro, acima, trata da Reinvenção da biblioteca escolar enquanto espaço de interação, colaboração, troca de saberes, espaço vivo no ambiente escolar. A biblioteca deveria ser o coração de uma escola, o local mais visitado, composto de espaços múltiplos, como salas de leitura, estúdio de gravação de vídeos, ambiente que favoreça ao estudo, ao desenvolvimento de projetos e atividades diversas.
O segundo vídeo, logo a seguir, trata da biblioteca digital, como uma urgência de uso qualitativo e não apenas quantitativo, num mundo em constante transformação. A escola precisa se reinventar e a biblioteca, enquanto local de pesquisa, leitura, lazer etc, precisa acompanhar esse processo de readaptação, principalmente após a pandemia, que alterou consideravelmente o comércio, o trabalho, e outras áreas da sociedade. A educação precisa rever seus conceitos, tempos e espaços diante de tudo que se modificou. Como bem destaca Borges, ao citar o escritor Lewis Carroll: "Num mundo em constante evolução, quem fica no mesmo lugar retrocede". Fato perceptível a cada revolução industrial e tecnológica. Quem não migrou da máquina datilográfica para o computador, do fax para o whatsapp, do táxi para o uber, do retroprojetor para o projetor multimídia é como o náufrago, que ao retornar da ilha para o continente, nçao entende mais o próprio idoma, pois novas palavras foram criadas para tipificar novos equipamentos e procedimentos. Na educação, tal qual no mundo em geral, novos equipamentos, principalmente que tragam em si o conceito de mobilidade, requerem práticas maleáveis, nada fixas. A biblioteca escola e o superado conceito de "laboratório de informática", por exemplo, podem migrar para um conjunto de 10 tablets que possam ser usadas na sala de aula, na quadra de esportes, em saídas de estudo, como ilhas, reunindo 3 ou mais alunos em torna daquela "telinha" que proporcione a interação, colaboração, conectividade, criação em conjuntas, como uma rede social, de fato, uma comunidade física e digital ao mesmo tempo e no mesmo espaço, sejam eles quais forem e onde estiverem.
A ideia de CURADORIA DIGITAL precisa ser destacada. Blogs, sites, bibliotecas são mais que repesitórios institucionais, mas portais de curadoria, de cuidado com informação, conhecimento, pesquisa etc. Vejam o vídeo abaixo:
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José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
O curta-metragem Automation [Automação], de 2017, com roteiro e direção de Kenjo McCurtain que retrata, conforme sinopse no YouTube, a história de "Hiro, um funcionário tímido e desiludido, compra uma empregada robótica para lhe fazer companhia. No início, a robô traz alguma diversão e conforto à sua existência solitária, mas rapidamente a falta de um elemento humano acaba por isolá-lo ainda mais."
Um curta que promove reflexão sobre, não apenas inteligência aritifical e robótica no cotidiano, mas também sobre relacionamentos robotizados, sejam eles amorosos, ou não, que vão se tornando mecanizados, repetitivos, tediosos, dolorosos no dia a dia, como um algoritmo em auto reverse.
Mais um ótimo audiovisual que serve para apoio a atividades de produção textual: leitura crítica, interpretação de texto e escrita criativa, entre outras possibilidades.
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A interessante matéria no perfil do Instagram da DW Brasil, de que a Poesia [ou linguagem poética] consegue desativar mecanismos de segurança de Inteligência Artificial vai ao encontro de ideias que trato nas aulas de literatuta, língua portuguesa e produção textual sobre os níveis sintático e morfológico [que as Ias dominam bem a organização e função das palavras em um texto e da estrutura e formação das palavras, respectivamente], mas que o nível semântico, dos múltiplos sentidos que a linguagem figurada e de estilo possam ter, as IAs ainda são falhas. Leem e compreendem bem enunciados, mas nem todas as enunciações. E a notícia em questão resume bem isso, pois conforme indica "O resultado [da referida pesquisa] surpreendeu os pesquisadores do Icaro Lab, na Itália. O estudo investigava se diferentes estilos de linguagem – neste caso, prompts em forma de poemas – influenciam a capacidade dos modelos de inteligência artificial (IA) de identificar conteúdos proibidos ou perigosos".
Os prompts ou linhas de comandos, se poéticos e filosóficos [e subjetivos], confudem esses sistemas de segurança de IA que são objetivos e diretos. Como provoca a matéria: "- Poetas [serão] os hackers do futuro?". Creio que já são no presente, pois a criatividade humana sempre será o antídoto à formação de complexos globais skynet... flix ou não. Para enfrentar paradigmas autocratas, sistemas tecnocratas, algoritmos rígidos, nada como a criatividade, o improviso, a ironia, o sarcasmo, a metáfora e a simbologia.
Iludes-se aquele que aprendeu um idioma, seja qual for, de que será capaz de entender a todos os falantes. E as gírias, e as piadas internas, e as alusões, menções, inferências que dependem de uma ampla rede de conectivos e conexões, além do texto propriamente? As IAs são como "O quarto chinês" de Alan Turing, ou a Caverna de Platão: um local fechado que depende de dados ou que confunde sombras com a realidade. Cortem a conexão com o mundo lá fora, ou criem linguagens novas, condificadas por outros elementos que as máquinas não consigam decodificar, como a grande poesia, e as coisas mudam completamente.
Músicas como "Cálice" de Chico Buarque na voz de Milton Nascimento é um convide a uma interpretação ampla contexto político e social daquela época, do "Cale-se", da censura e da ditadura. Nem sempre máquinas compreenderão essas sutilezas e artifícios linguísticos.
Por essas e outras que recomendo a poesia como uma linguagem alternativa aos algoritmos, e a utlizo com frequência nas redes sociais para fugir de haters, bots e assemelhados. Vejam a beleza da poesia nas coisas e gentes, como no vídeo abaixo "Porque lemos e escrevemos poesia?", cena do belíssimo e profundo filme Sociedade dos Poetas Mortos.
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José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
Histórias do Cotidiano é um vídeo da série "Muitas Formas de Ler o Mundo", que traz nesse episódio entrevista com Rene Silva e Alberto Mussa, sendo material integrante da MultiRio que é plataforma digital no YouTube, "voltada para estudantes de todos os anos do Ensino Fundamental, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), e para os da Educação Infantil, a partir dos 5 anos", conforme apresentação da SME Rio de Janeiro. Trata-se de "[...] ambiente virtual de aprendizagem Rioeducopédia [que] foi desenvolvido pela MultiRio e oferece aos estudantes conteúdos produzidos por professores da Rede Municipal do Rio de Janeiro [RJ], Brasil.
Na MultiRio, que foi lançada em 2021 [detalhes aqui] há diversas "playlists" para que educadores e educandos possam visitar, com material diversificado como: videoaulas; séries de entrevistas e de temas educacionais; boas práticas da rede; diálogos da EJA; animações etc.
Segue abaixo o link do canal e plataforma educacional:
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Descobri o curta de animação Water Lily nos vídeos correlatos do YouTube e por conta de sua temática e beleza das imagens, considero-o como uma pequena metáfora do amor em sentido amplo, da empatia social, do tentar entender o outro, de colocar-se no lugar do outro.
De acordo com a descrição do vídeo no YouTube, trata-se de um curta francês, de 2015, adaptando um conto japonês inventado sobre o nascimento da flor de lótus [Water Lily, espécie de planta aquática, cujo nome científico é Nymphaea, pertencente à família Nymphaeaceae e presente em lagos, lagoas e rios de água doce].
Mais que isso, é uma animação que toca fundo o lado humano, do convívio com a natureza e do que é ser humano, valorizando o meio ambiente, em plena interação e integração. Tanto que o final é bem simbólico dessa intersecção entre o sagrado e o profano, entre o mágico e o trágico, o poético e o filosófico, o conhecido e o desconhecido, o real e o imaginário, o natural e o artificial.
Um belíssimo material para um projeto de educação ambiental e/ou uma oficina de produção textual a partir da leitura crítica e da escrita criativa, com alunos do ensino médio.
Mais um audiovisual para se integrar ao marcado #CinEducação que reúnem filmes, animações, curtas, clipes, cenas de filmes etc com fins educativos.
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O delicado e comovente curta-metragem de animação de Jonas Forsman "The Robot and the Whale" [O robô e a baleia] trata da superação dos medos em prol do auxílio ao próximo, e a roupagem do artifical [robô] e o natural [baleia], servem a diversas interpretações. Afinal, num mundo cada vez mais interligado, conectado digitalmente, muitos humanos parece desconectados da natureza, do próximo e das coisas simpels da vida, apenados a medos virtuais.
O encontro da baleia encalhada na praia com o robô que adora plantas, animais marinhos e a natureza e tem medo de água, pois pode enferrujar e ser danificado, é esse paradoxo que funciona como uma provocação póetica, filosófica e social. Ebquanto humanos, estamos enferrujando para a empatia e alteridade, individualistas, narcisistas e consumistas demais.Enquanto isso, a Inteligência Artificial tenta cada vez mais simular o humano. Mas qual deles? O narcisista, individualista, consumista? Ou o altruísta, solidário, empático?
Um ótimo material para debate, reflexão, interpretação textual e escrita criativa [produçaõ textual] em sala de aula.
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O curta de animação Overcomer [Vencedor] de Hannah Spangler, encontrei nos vídeos correlatos do YouTube e é um bom material para tratar entre crianças e jovens sobre ansiedade, depressão, bullying, redes sociais digitais e autoconhecimento, de uma forma didática, demonstrando como podemos nos tornar prisioneiros da própria prisão.
Serve como audiovisual para trabalhar produção textual e interpretaão de textos diversos, afinal, o autoconhecimento e o autocontrole poderão nos dar vantagem, não apenas no ambiente familiar e escolar, mas no profissional e social.
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O vídeo "O movimento de hoje transforma o amanhã" é uma aula incrível que poderia se tratar de um experimento social genial ao usar a música clássica de Beethoven com crianças, numa projeção em tela, com imagens que simulam os acordes [e despertares] da sinfonia, descobrindo talentos e futuros regentes, além da questão de coordenaçãom motora e tudo mais e que descobri no Instagram de Pais Que Nutrem.
Mais que um vídeo motivacional, é um importante material para discutir habilidades e competências, hards skills e soft skills, arte e cultura, repertório sociocultural e outras coisas mais na formação de crianças e jovens. Educação para a vida e para o mundo, e não apenas para o trabalho.
Afinal, como o título indica, em se tratando de educação "O movimento de hoje, de fato, transforma o amanhã". É na educação básica que se lançam os alicerces para o resto da vida.
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"Uma História de Sucesso com TDAH" é palestra comovente de Jessica McCabe ao TED [conferências de curta duração sobre temas interessantes], e, encontrei, fazendo um curso de formação sobre esse tema. O referido audiovisual traz em pouco mais de 15 minutos um resgate de sua trajetória de vida da palestrante e de suas descobertas e aprendezagens de como viver e conviver com o TDAH, criando, inclusive, o canal no YouTube HowtoADHD para discutir esse tema relevante. [caso não esteja o referido vídeo legendado automáticamente pelo YouTube, basta ativar nos ícones da janela de vídeo, no lado inferior direito as legendas e tradução].
Um material para desmistificar algumas coisas sobre TDAH e destacar outras, a partir de depoimento de quem convive com isso por toda a vida.
Um ótimo material para todos os educadores, sejam pais ou professores, assistirem, refletirem, debaterem e compartilharem.
Abaixo, o vídeo de apresentação do canal de Jessica, How to ADHD: The Channel Trailer:
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A bela e comovente animação mexicana "Home of my memories" [Lar das minhas memórias, tradução livre], com direçãod e Javier Mendéz Lafon, encontrei por acaso nos vídeos correlatos de outro curta-metragem de animação e me despertou o interesse, pois, segundo a sinopse, o curta levou sete anos para ser produzido e retrata "Um menino descobre a sua paixão através da experiência do seu avô, e todos esses ensinamentos ganham vida de uma forma verdadeiramente maravilhosa".
De certa forma, a memória é nossa pequena máquina do tempo que podemos viajar por nossas lembranças ou pelas recordações dos entes queridos, familiares, amigos, vizinhos. Somos todos viajantes do tempo, vivenciando uma experiência humana, e o que deixarmos de legado para as próximas gerações, por meio de todo tipo de produção textual, escrita, gravada, pintada, esculpida, falada etc, é fundamental. Registramos nossas memórias para fugir do esquecimento, desde os tempos das cavernas.
A memória é como aquele pequeno moinho na maquete construída pelo avô com auxílio de seu neto. Transferimos de geração a geração nossos valores. Assim ocorre com o professor veterano recebendo o professor novato numa escola, fazendo girar as pás daquele moinho imaginário, chamado Educação, por meio do rio do conhecimento e da experiência.
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O curta-mentragem de animação Laika e Nemo, de Jan Gadermann e Sebastian Gadow, vencedor de diversos prêmios, como o Festival de Cinema de Dresden, Alemanha, 2022, é um audiovisual de uma lindeza ímpar, pois trata não apenas do poder da amizade entre o menino Nemo, que usa um escafandro [equipamento de mergulho] e Laika, uma menina astronauta que cai numa pequena praia.
Trata-se também de um belo vídeo que trata de exerc[icio de alteriudade, de empatia,d e se colocar no lugar do outro, além de uma crítica ao bullying que todo aquele que é estranho ao outro sofre. Fala de tentar entender e respeitar o diferente, de pessoas que embora vivam em mundos opostos, mar e céu, podem ser amigos, auxiliando um ao outro. De que amigos vêm nem sempre pra ficar, mas para nos ensinar a seguir em frente.
Laika, referência a cadela russa que foi o primeiro ser vivo no espaço, e Nemo, denominação de personagem da literatura de ficção científica, de Júlio Verne são detalhes que não passam despercebidos a cinéfilos e literatos.
Enfim, uma história leve e encantadora para tratar temas tão complexos. Pequena obra-prima para apresentar a jovens de todas as idades.
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O vídeo "Criatividade é o que nos faz humanos", de Marcos Piangers ao TED Joinville, SC, Brasil é extremamente necessário em tempos de Inteligência Artificial, em que se rovbotizarmos as pessoas, essas serão facilmente substituídas por seres autômatos. Porém, o que nos faz, justamente, humanos é sermos criativos e pensarmos "fora da caixa", fora da Caverna de Platão, ou de outros experimentos que levaram aos avanços da IA, como o quarto fehado, proposto por Allan Turing. Ser criativo em tempos de IA é ser humano. E tal palestra do TED se interconecta com outra, como tema semelhante, noutros perspectiva, pois de nada adianta ser humano e solitário, individualista, consumista, narcisista, se não for solidário, empático, colaborativo e cooperativo; e, assim sendo, recomendo a fala ao TED São Paulo, de Claudia Siqueira, logo a seguir, em sua provocação filosófica, indicando que Quanto maior a interação, maior será a aprendizagembr />
Aprendemos coletivamemnte, socializando dúvidas e compartilhando saberes e descobertas. Assim, sendo humanos entre humanos, poderemos avançar enquanto humanidade.
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No vídeo institulado "Meu filho está estudando para profissões que ainda não foram criadas", a psicóloga Juliana Bley, em entrevista ao Programa Sem Censura, da TV Brasil, discorre sobre a resistência das pessoas às mudanças e inovações tecnológicas. Além disso, ela destaca como os jovens, no futuro, não tão distante assim, exercerão profissões que ainda nem existem, pois ainda não foram criadas. Um tema necessário, pois com as revoluções tecnológicas cada vez mais diminuindo a "janela" entre uma fase e outra, muitos modelos, paradigmas estão se alterando bruscamente. Por exemplo, quem lida com adolescentes sabe que o projeto de vida deles não é de longo prazo, mas mais imediato. Não imaginam se aposentar numa profissão, justamente por essas transformações em curso. Não pensam em financiar uma casa, pois o conceito de mobilidade deles vai além dos equipamentos. Não se trata apenas da chamada "modernidade líquida" de Bauman, em que para o sociólogo tudo é efêmero, transitório, descartável nos dias atuais. Vai bem além disso, de os jovens se adaptarem às mudanças, já que estão em pleno "olho do furacão". Aqueles que souberem acompanhar essas transformações estarão um passo à frente dos demais.
Hoje, a questão é mais complexa, e a palavra-chave é criatividade, para abrir novas portas e oportunidades num mundo cada vez mais conectado por equipamentos e redes digitais, mas que precisa tambpem saber conectar saberes múltiplos. O professor que não conhecer seu alunado estará pregando no deserto, ou como os primeiros colonizadores, falando um idioma que o nativo [digital] não compreenderá. Nesse processo que é comparado a "trocar o pneu do carro com ele em movimento", mais que uma metáfora, é a imagem que ilustra a necessidade de interação, inclusão, adaptação e readaptação aos novos modelos de convivência.
Ponto pacífico é que em menos de uma década, direito, medicina, engenharia e as profissões derivadas desses conhecimentos estarão transmutadas eu novos saberes, habilidades e competências. Não acompanhar de perto esse movimento será como dar um salto no tempo sem a vivência e a experiência adquirida durante esse percurso. Mal comparando é como pular de fase em um jogo eletrônico, quando nãos e consegue vencer o desafio. O tal "password" auxilia o jogador e saltar, mas não lhe dá conmpetência por ter superado o desafio anterior e essa conta virá mais adiante.
Enfim, a fala da psicóloga foi adaptada pelo pedagogo para tratar do processo educacional em sentido amplo.
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Esta postagem tem como objetivo ser uma provocação artística, filosófica, literária, cinematográfica e cultural, a partir de cena do belo e inspirador filme O SORRISSO DE MONALISA que, de certa forma, lembra e muito ao SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS, numa versão para o universo feminino. Se em "Sociedade dos Poetas Mortos" o professor fictício John Keating, ex-aluno que retorno à sua escola conservadora e tradicional como professor de literatura com um método inovador; em O Sorriso de Monalisa a professora Katherina Watson chega à escola para moças que as prepara para vida de belas, recatadas e do lar, causando igualmente profundas transformações em suas alunas. Dois professores fictícios inspiradores que incentivam seus alunos a ler livros de arte e de literatura.
No mundo real, como incentivar jovens a ler livros e ver filmes? Talvez, mostrando fragmentos dos primeiros e algumas cenas dos segundos, despertando neles o interesse, em pequenas doses, homeopáticas, pedagógicas, filosóficas, poéticas. Como essa breve aula sobre estética em O Sorriso de Monalisa, discutindo valores, limites e formas de apreciar a arte. Afinal, nem sempre se tem tempo suficiente para mostrar todo um livro, ou um filme, mas estimular a curiosidade, o interesse de jovens trazendo passagens dos referidos pode surtir bons efeitos.
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Alberto Manguel, que foi, ainda jovem, leitor para o grande escritor Jorge Luis Borges, quando ficou cego, discorre sobre a importância do que ele chama de território de memória, delimitado por leituras e escritas, que recriam geografias e ampliam recordações, no que podemos dizer de gerar uma topografia e cartografia sentimental. Todo leitor, já dizia Proust, "enquanto está lendo, é um leitor de si mesmo", associando a leitura de livros e textos às recordações e vivências, construindo cenários, figurinos, personagens, rostos, vozes a partir de locais e gentes por onde viveu, passou.
O vídeo Memórias de Jorge Luis Borges por Alberto Manguel, palestra ao Fronteiras do pensamento, é um breve audiovisual que promove profunda reflexão àqueles que valorizam o poder dos livros e das escritas neles contidas, e que, relembrando a cegueira de Borges, e a expressão "os livros e as noites", remete à memória do editor deste blog ao episódio Enfim, tempo suficiente, do seriado Twilight Zone, já destacado anteriormente neste canal digital, vide link abaixo, em que alguém sem tem po pra ler, um dia se encontra num mundo caótico, no interior de uma biblioteca imensa só pra si, mas que de repente, por conta de um acidente, perde seus óculos e o prazer da leitura. Intertextualidades.
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"A velha de fiar" é uma incrível performance teatral do ator Arthur Kohl, representando, interpretando uma canção infantil, esbanjando coordenação entre o texto da canção e a expressão corporal numa sintonia e sincronia incríveis. Mais que isso, esse audiovisual, que me foi indicado por Rejane Klaes, bibliotecária aposentada, residente em Porto legre [RS], Brasil é um documento vivo de uma época de ouro da televisão brasileira, servindo como máquina do tempo, como o é o perfil do instagram VOLTA A FITA, que reúne miomentos mágicos da TV.
O escritor Erico Verissimo, em sua autobiografia "Solo de clarineta" declara que sua educação foi cinematográfica, aprendendo muito com os filmes, antes mesmo de adentrar aos bancos escolares. Erico pertenceu a uma geração em que a sétima arte [cinema] de fato os educou. A geração seguinte foi formada pela televisão, com desenhos animados, telenovelas, telejornais, a famosa Sessão da Tarde, com filmes de aventura, programas de humor, etc. A atual foi educada pela internet, Google, jogos eletrônicos, canais do YouTube, influencers... E a próxima, por qual meio tecnológico? IA?...
YouTube, Google, diversos canais no Instagram, no Tik Tok e outros promovem esse resgate de um tempo que ficou apenas na memória de quem vivenciou e que pode ser resgatado pelas novas gerações, nesse quebra-cabeças de diversas produções audiovisuais, que servem também como repertório e suporte para educadores, num diálogo entre gerações.
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Tocando em frente é um clássico da MPB - Música Popular Brasileira e do cancioneiro nacional, de autoria de Renato Teixeira em parceria com Almir Satter, e o vídeo em questão me foi indicado pela colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Grande [RS], Brasil, via Instagram, quando Renato conta a sua versão da criação da referida canção.
O curioso disso é que ele e o Almir Satter quando contam essa história, Almir diz que estava jantando na casa do Renato Teixeira e Renato que foi num café, pra ver como as memórias têm lacunas que a arte literária as preenche. Não importa o local, o tempo, mas o produto final que é uma canção inspiradora e motivadora em sentido amplo, reunindo um pouco da cultura geral, por meio de ditados populares que foram colecionados e organizados em forma de verso. Vejam vídeo a seguir de Tocando em frente, na voz de Almir Satter, mostrando a outra versão da criação, numa pequena aula de filosofia de vida, arte e cultura:
Observação:
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Um esperimento social e educacional de uma professora que serve para longas divagações sobre o comportamento humano em diversas escalas, numa espécie de matrioska [boneca russa], que contém dentro de si outras versões menores. Nós, educadores, sejamos pais ou professores, carregamos versões de quando jovem e criança e o experimento destacado por Dominga Zilda Guimarães, no Linkedin serve para vermos, debatermos, refletirmos o papel das "fitas adesivas" que encontramos pela vida. Enquanto uns param, outros tentam seguir em frente, apesar dos obstáculos. Que a evasão e desistência escolar é imensa em todos os níveis é pública e notória, que muitos ficam presos nas fitas adesivas da falta de tempo, de condições socioeconômicas, depressão, ansiedade etc. Entretanto, outros, com contextos semelhantes, conseguems er resilientes e ultrapassar essas barreiras que surgem pelo caminho e seguir em frente.
Parafraseando Neil Armstrong, primeiro humano a pisar no satpelite natural da Terra: "Um pequeno passo para o homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".
Assim é a vida: um passo de cada vez, ainda que aparentemente pequeno para uns e gigantesco para outros, num exercício de superação.
Vídeo que recomendo para uma roda de conversa, tanto com alunos como pais, sobre as fitas adesivas sociais que exsitem pelo caminho.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
Uma bela indicação de leitura que recebi da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Gramde [RS], Brasil sobre a história de vida de Naoki Higashida que, aos 13 anos escreveu o livro O QUE ME FAZ PULAR, escritor nascido no Japão e que ainda criança foi diagnosticado como autismo severo. Diante da dificuldade de comunicação convencional com as pessoas, Naoki aos 13 anos passa a escrever suas percepções sobre o mundo, num relato comovente e necessário a todos os educadores, sejam eles pais ou professores, convivam diretamente com a educação especial ou não. Um livro que se tornou referência mundial, conforme apresentação do perfil no Instagram Amigo Motivador.
O blog Educa Tube Brasil recomenda a leitura do referido livro que é inspirado nas vivências reais de seu autor, pois é relato inspirador, motivador, resiliente e muito mais.
Um ótimo livro que reúne o conjunto de ensaios de Naoki e que recomendo para educadores utilizarem fragmentos em sala de aula, em eventos envolvendo interpretação textual e produção textual.
Abaixo, segue resenha literária de Diego Transpadini, do canal Meros Devaneios, sobre o livro de Naoki:
Observação:
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O incrível vídeo que encontrei no Instagram de Uerla Cardoso trata-se do "making of" [Bastidores, o processo de criação de uma obra de arte, seja ela filme, música etc, sua "feitura", numa tradução literal da expressão] de uma das cenas da série "Kidding", com o famoso ator Jim carrey, demonstrando de forma didática, com a tela dividida em duas partes, do o procesos de produção do audiovisual. Na tela de cima o olhar da câmera e aquilo que é oferecido ao espectador, na tela debaixo, toda a movimentação da equipe técnica, atores, cenário etc, numa verdadeira engenharia, envolvendo intensa mobilidade para conseguir aquele efeito de 360 graus.
Como a própria legenda do vídeo indica, trata-se da ponta de um iceberg numa obra de arte e se ransportado esse conceito para o campo educacional, pode-se perceber que o professor, como um ator social, possui uma movimentação similar na sala de aula, sem que alunos e pais percebam todos os bastidores que envolvem a preparação dos planos de aula, os materiais pedagógicos a serem utilizados, visando um "efeito especial e visual" no alunado, seja com apresentação de slides, livros didáticos, vídeos, saídas de estudos e muito mais.
Para que processo cinematográfico e o pedagógico tenham bons resultados é preciso que todos os atores e profisisonais de ambos os campos estejam envolvidos na movimentação do tempo e espaço em que se encontram. A magia do cinema e a da educação precisa muito dos bastidores para que esse resultado seja satisfatório. O cinema é chamado de sétima arte; educar é uma forma de arte. Usar audiovisuais no ambiente escolar, cinema retratar histórias de ensino e aprendizagem são necessárias a todos. Ambos precisam de inspiração, coreografia, planejamento, espectadores.
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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
Vídeo que encontrei no Instagram de Oficina das Emoções trata-se de experimento social reunindo pais e filhos desconectados dos equipamentos eletrônicos, principalmente o smartphone, aguradando para entrevista numa sala com diversos brinquedos do passado, e o resultado? Vejam por si sós...
Uma atividade para demonstrar a importância da convivência, do afeto, do companheirismo, das brincadeiras entre pais e filhos.
Sempre digo que "entendo os alunos quando conheço seus pais e/ou responsáveis". Muitas crianças e jovens precisam de atenção, acolhida, conversação, estimulando a criatividade, a criatividade, a colaboração.
Criar memórias afetivas são fundamentais para o desenvolvimento psicossocial de crianças e jovens, evitando a a ausência de corpo presente, cada um vidrado na telinha de seu fone celular, ainda que lado a lado, sem se comunicar.
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