sábado, 21 de maio de 2016

Nada se cria, tudo se copia: De Huxley a Pink Floyd, da Apple à Matrix




O vídeo acima 1984 Apple Macintosh, descobri via portal Blue Bus e trata-se de propaganda da empresa Apple, usando cenas do filme 1984, inspirado no livro homônimo de Aldous Huxley, que também lembra lendário videoclipe The Wall (1979), da banda Pink Floyd, logo a seguir:



Em 1984, ocorre justamente o comercial de lançamento do Apple Macintosh, vídeo dirigido pelo destacado diretor Ridley Scott (Alien, Blade Runner, etc), com o tema do livro de George Orwell, e segundo consta, foi ao ar apenas uma vez na TV americana.
The Wall mostra uma escola conservadora, em que um professor autoritário causa uma revolta geral em seus alunos.
Em tempo de medidas autoritárias de certos políticos, do papel tendenciosa da grande mídia e de alunos ocupando escolas, o mundo distópico proposto por George Orwell em 1984, um espelhamento do próprio ano de publicação 1948, que especulava sobre regimes fascistas surgidos antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, há que se pensar noutra Onda Fascista mundo afora, em conjunto com os mesmos antecedentes daquele conflito: refugiados, intolerância, discriminação, racismo etc.
Como dizia Aberlado Barbosa, o Chacrinha, apresentador de TV brasileiro, parafraseando máxima de Lavoisier (Na natureza nada se perde, tudo se transforma): "Na TV nada se cria, tudo se copia". E não apenas na TV, na literatura e na arte em geral, o original, de tão copiado, muitas vezes parece ser clichê, quando na verdade, a falta dessa perspectiva histórica por parte do espectador e leitor, seja aluno ou não, é que dão a falsa dimensão de cópia ao original, e de original à cópia. Exemplo disso foi certa vez, canção clássica da MPB, de Roberto Carlos, em nova versão da banda J Quest, para uma jovem que ouvia o original exclamou: Nossa, é a música do Jota Quest! Não! Era a versão do Jota Quest para canção original de Roberto Carlos. E assim como esses , existem inúmeros exemplos, o que valorizam mais o papel do educador, seja pai oi professor em dirimir essas dúvidas, separando o original de sua versão.
Dentro desse contexto, do Nada se cria, tudo se copia..., apresento logo abaixo, entrevista com Steve Jobs (fragmento do documentário "O Triunfo dos Nerds"), que fundou a Apple em 1976, e é considerado por muitos um gênio, por outros não (e que junto com Bill Gates), mudou a interface do mundo a partir da informática, dos sistemas operacionais, equipamentos e aplicativos inventados.



Por fim, dentro da temática do "Nada se cria, tudo se copia", cena emblemática da trilogia Matrix (1999), em que utiliza-se de conceitos da informática e da filosofia, com certos elementos distópicos de 1984, de um controle da população, só que dessa feita, por máquinas que se autocontrolam, se alimentam da força vital dos seres humanos e os mantém num estado de suspensão, através de um sofisticado sistema operacional de realidade virtual e realidade aumentada... Neste filme encontram-se elementos de a Caverna de Platão e outros mais, como a Realidade Virtual ainda não tão abrangentes como hoje... Atualmente, um passeio pelo mundo dito real e vemos pessoas conectadas a uma "matrix" através de suas telas abertas nas redes sociais...



Nada se cria? Tudo se transforma! Estas são algumas amostras da intertextualidade entre literatura, cinema, filosofia, política, informática... que se influencia, e permite recriações...
Exemplo disso está nessa cena emblemática do filme Piratas do Vale do Silício em que Steve Jobs descobre o mouse e o incorpora ao seu projeto de trabalho, recriando o conceito inicial e melhorando-o:



Assim deveria ser a educação do século XXI, intertextual com outras disciplinas, utilizando a arte, a cultura e a tecnologia de forma transversal...

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Games e a Educação no Conexão Futura (E o cérebro, entre o elástico e o plástico da Neurociência)




O vídeo acima, Games e a educação, encontrei na rede social é trata-se de interessantíssima entrevista ao programa Conexão Futura (20/11/2015), do Canal Futura, com especialistas em jogos na educação, como Maíra Pimentel, co-fundadora da Tamboro Educacional; Antonio Marcelo, game designer, pedagogo e fundador da Riachuelo Games; e Rafael Parente, fundador da Aondê Educacional e do Laboratório de Inovação Educacional.
Conforme apresentação do referido vídeo: "Febre entre os jovens, os games podem ser uma alternativa para atrair mais a atenção dos estudantes para o conteúdo ensinado dentro da sala de aula. O uso dos jogos na educação pode aumentar o engajamento e, por consequência, o aprendizado dos alunos. Porém, muitos pesquisadores e educadores ainda tentam desvendar como utilizar esse potencial. Será possível aplicar o fascínio que os jovens tem pelos jogos para resolver questões também na sala de aula?"
Um programa muito esclarecedor para leigos e educadores interessados na gameficação, no uso de jogos analógicos ou digitais na educação, a partir de algumas ideias, conceitos e reflexões que são trazidas pelos pesquisadores e educadores.
A começar pelos conhecimentos da neurociências, de que o cérebro é elástico e plástico, e molda-se ao mundo em que vive e a situações em que é exposto. Que "a metáfora e elementos de jogos podem e devem ser utilizados no processo de aprendizagem da álgebra e da matemática"; que games vêm superando o orçamento do cinema, inclusive influenciando o cinema, em adaptações de jogos para a tela grande da sétima arte; que jogos que educam, e que se pode trazer o jogador para seu mundo (o mundo da educação, pela questão da linguagem, de como apresentar isso de forma dinâmica); de aplicar metodologia dos jogos no dia a dia.
Os entrevistados esclarecem ainda que todos os jogos geram aprendizagem, socialização, coordenação motora, desenvolvimento raciocínio lógico, etc. E que ampliar o olhar do aluno (penso, dentro de um contexto e perspectiva histórica, unindo jogo e educação, educação e sociedade), pois durante este processo ocorre operação, cooperação, trabalho em equipe. Que jogos tanto analógico como digital partem da mesma base, e podem conter uma narratividade (storytelling).
Por fim, que jogos trazem também o conceito da mobilidade, e que todo aluno tem hoje em dia um fone celular, em que usa jogos e aplicativos, que podem ser aliados ao processo de ensino-aprendizagem.

terça-feira, 17 de maio de 2016

A evolução dos robôs no cinema e televisão durante quase 100 anos




O vídeo acima The Evolution Of Robots In Movies and TV (A evolução dos robôs no cinema e na TV), descobri no Twitter, via Tecnovedosos e trata-se de incrível animação de Elisa Solinas, com produção de Jesus Díaz, e ilustração de Scott Park, e mostra em poucos minutos quase cem anos da evolução da imagem dos robôs no cinema e na televisão, a partir de seus principais personagens em seriados e filmes.
É um verdadeiro e fascinante passeio pelo imaginário sobre a ciência e tecnologia, e pela história do própria cinema e da televisão e da fantasia humana.
Se teremos um dia robôs dotados de uma inteligência artificial que rivalize com a humana, é algo que por enquanto o cinema e a TV indicam e alguns estudos científicos também. Entretanto, máquinas sempre precisarão de uma programação, que ainda que sejam programadas por outras máquinas, não poderão substituir de todo a experiência e inventividade humanas.
E como diz o editor deste blog, dentro de um contexto tecnológico educacional: "Precisamos humanizar as máquinas e não robotizar as pessoas".
Um bom vídeo para uma aula de introdução à robótica, bem como aulas de ciências, história, sociologia e filosofia, tratando justamente da questão da evolução humana e a dos robôs, seja nas ciências como na ficção.
Recentemente, encontrei outro vídeo interessante, que trata da evolução dos robôs no mundo real, e vale a pena conferir, logo a seguir:



segunda-feira, 16 de maio de 2016

Arquitetura Escolar e os Espaços escolares para novos tempos




No vídeo acima, a professora da Unicamp Doris Kowaltowski fala sobre Arquitetura Escolar na TV Univesp, levando em conta fatores como "Acústica, iluminação, materiais que não sejam tão duros, uma arquitetura que contemple as especificidades locais" , além da funcionalidade deste espaço escolar. Trata do inovador e do tradicional na educação e as mudanças que ocorreram na arquitetura de algumas escola.
O referido vídeo encontrei no ótimo blog Arquitetando Ideias da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta em Porto Alegre (RS), Brasil, cujo tema era justamente os Espaços escolares para novos tempos, postagem feita por ela, a partir de indicação de outro post que fiz à Elenara, sobre Arquitetura da Aprendizagem.
Com alegria li a postagem do Arquitetando Ideias (link a seguir), que mostra "Como seriam espaços escolares para nossos novos tempos de tantas transformações". Uma bela postagem que recomendo por conta das diversas possibilidades de unir o espaço escolar a uma perspectiva mais eficiente, do ponto de vista arquitetônico como pedagógico. A arquitetura é uma arte que deve se incorporar aos espaços escolares, dentro de uma proposta de novas metodologias e didáticas, como algumas das experiências apontadas por Elenara, em que a construção do conhecimento está aliada à construção do próprio espaço escolar, arquitetonicamente adequada a inovações, tanto espaciais como educacionais. Mudar o espaço sem alterar a metodologia é como o editor deste blog sempre destaca: "Novas tecnologias requerem novas metodologias. Equipamentos que trazem em si o conceito da mobilidade, utilizados de forma fixa, acaba sendo uma contradição". E como destaca a prof. Doris, no vídeo mais abaixo: "Inclusão não é só construir rampas", há que se pensar o espaço muito além disso...

Espaços escolares para novos tempos, no Arquitetando Ideias

Dentro deste tema, pensando a questão dos espaços escolares, em sentido amplo, e pensando este espaço em que a Biblioteca Escolar deveria ser melhor explorado, tanto o exterior, como principalmente seu interior, indico um link do portal Publica, de Portugal, cujo tema é justamente "Uma viagem pela arquitetura das bibliotecas", vide link abaixo:

Uma viagem pela arquitetura das bibliotecas

Por fim, indico a seguir o vídeo Como a arquitetura contribui para o aprendizado, no programa Conexão Futura, do Canal Futura, uma entrevista realizada em 23/11/2015, com Doris Kowaltowski, arquiteta e professora Faculdade de Engenharia Civil Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas; Alexandre Delijaicov, arquiteto da Prefeitura de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo; e Tatiana Klix, repórter do site Porvir e apresentação de Cristiano Reckziegel:



domingo, 15 de maio de 2016

Estudantes de fonoaudiologia usam projeto de robótica em terapia com crianças autistas




O vídeo acima Projeto da Unesp usa a robótica para estimular a linguagem em autistas, descobri na rede social via revista A Rede Educa, e trata-se de "projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília (SP, Brasil) que utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência é relatada nesta reportagem da TV Unesp".
Um belo exemplo do que alguns chama de "poder jovem", que a educação precisa melhor se apropriar, sabendo utilizar esse interesse e conhecimento que os jovens vão atrás, compartilham, socializam entre si e com os demais. O professor do século XXI precisa ser esse articulador desses saberes em sala de aula, como um mediador, em que seus alunos passam a ser monitores e apoiadores de diversas iniciativas que usem as TIc (Tecnologias da Informação e da Comunicação) no ambiente escolar.
Abaixo, segue na íntegra a matéria de A Rede Educa, sobre o projeto:

"Pioneiro no país, um projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência, realizada desde 2015 pelo Laboratório de Estudos das Alterações de Linguagem Infantil (Leali), tem adotado a robótica em terapias com crianças e adolescentes portadoras de Transtornos do Espectro do Autismo. Coordenado pelas pesquisadoras Andréa Regina Nunes Misquiatti, professora do Departamento de Fonoaudiologia da Unidade e coordenadora do Leali, e Maria Claudia Brito, pesquisadora CNPq SET-Nível A e do Laboratório, o projeto é o primeiro a utilizar esse tipo de intervenção terapêutica.
A iniciativa se deu a partir de um projeto que vem sendo realizado por Maria Claudia, que envolve o desenvolvimento e a adaptação de dispositivos robóticos e mecatrônicos para favorecer as interações sociais de pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo. O trabalho tem financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é desenvolvido em parceria com a empresa Pete – Educação com Tecnologia, de São Carlos (SP).
O Programa tem entre seus objetivos principais utilizar a robótica para favorecer as habilidades sociais, comunicativas e cognitivas de crianças e adolescentes. As situações e atividades são planejadas, registradas e analisadas por meio de procedimentos metodológicos de pesquisa científica.
Nas sessões de terapia fonoaudiológica são utilizados kits de robótica — compostos por peças, sensores, motores e controladores, além de um ambiente de programação com interface amigável e acessível — tanto em sessões individuais e em grupo.
De acordo com Maria Claudia, os dados coletados e analisados até o momento têm evidenciado resultados significativamente positivos. “Já é perceptível o aumento da atenção compartilhada, habilidades sociais no trabalho em grupo, desenvolvimento da coordenação motora fina, motivação e engajamento nas atividades propostas”, comenta a pesquisadora.
Com esses resultados já observados, o projeto mostra que as contribuições da colaboração multidisciplinar da Fonoaudiologia e da Robótica para o desenvolvimento de conhecimento científico e práticas em tecnologias de inovação podem melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida da população. É o que evidenciam os relatos dos próprios participantes: “Isso é magnífico” (paciente de 11 anos); “Sempre quis fazer jogos de computador” (paciente de 14 anos); “Finalmente irei construir uma máquina, eu queria isso desde pequeno, vou construir uma máquina que transforma bactéria em dinossauro” (paciente de 12 anos). (Luiz Gustavo Leme, do jornal da Unesp)"
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Dentro do mesmo tema, e nos vídeo correlatos do You Tube, indico abaixoa ótima série "Autismo", com médico Drauzio Varela, que passou na TV, em compilação de todos os episódios:



sábado, 14 de maio de 2016

Grandes Nomes da Literatura e suas influências noutras áreas do conhecimento




O vídeo acima Grandes Nomes da Literatura, descobri por acaso no You Tube e trata-se de propaganda de jornal sobre coleção de livros sobre clássicos da literatura mundial, obras-primas de escritores como Oscar Wilde, Tolstói, Aldous Huxley, Dostoiévski e muitos outros. E como ressalta a propaganda "São autores e histórias que não apenas despertam emoções e intensificam o prazer pela leitura, como também influenciam grandes transformações na humanidade".
Fato: é inegável a influência da arte e, em especial, da literatura em diversas áreas do conhecimento, antecipando, inspirando ou sugerindo avanços científicos e tecnológicos, que vieram a se realizar.
Mais que isso, o Educa Tube Brasil recomendo este vídeo como proposta de incentivo ao uso da arte e da cultura na grade curricular, justamente por conta dessas influência, e por serem ambas uma linguagem universal. Através da arte e da cultura, como temas transversais, podemos trabalhar qualquer conteúdo, e este blog educacional e seu editor têm indicado, sugerido, divulgado inúmeras propostas de utilização de ambas no fazer pedagógico.
Abaixo, uma ótima aula de Introdução à Literatura, que encontrei nos vídeo correlatos do You Tube, referente ao portal educacional AulaDe, que é um projeto "de cunho social com o objetivo de democratizar o conhecimento através de aulas e conteúdos didáticos disponibilizados nas redes sociais! Foi idealizado por profissionais que participavam de um pré vestibular social com unidades em várias cidades do Rio Grande do Sul, que teve seu término em julho de 2013, deixando quase 3 mil alunos da rede pública de ensino sem aulas na véspera das provas do ENEM", depois foi retomado através de canal de vídeo no You Tube e o referido portal, que recebe também doações":



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Currículo +: Plataforma educacional oferece recursos digitais gratuitos para professores




A imagem acima é do CURRÍCULO +, e trata-se de plataforma educacional que oferece recursos digitais gratuitos para professores e que descobri através do Twitter do também portal educacional Canal de Ensino, que conforme destaca: foi lançada "pela SEE (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo), ela reúne mais de 1.300 recursos digitais pedagógicos, que podem ser acessados gratuitamente pelos educadores interessados em inovar na sala de aula". E possuindo "vídeos, áudios, simuladores, infográficos, jogos e aplicativos que estão separados por categoria. Os professores podem buscar os materiais no site por meio de cinco filtros de seleção, por disciplina, assunto, série, nível de ensino e tipo de mídia".
Segundo dados: "Os conteúdos – que foram selecionados pelos professores da rede paulista, em parceria com o Instituto EducaDigital e a organização TIC Educa – também podem ser acessados pelos próprios alunos e usados como material de apoio na hora dos estudos".
Além disso, "O portal ainda disponibiliza materiais para aulas transversais – aquelas que reúnem conceitos relacionados a mais de uma disciplina -, oferece recursos digitais que podem ser usados em turmas de educação especial e dá ao professor a possibilidade de salvar os conteúdos de maneira offline. Dessa forma, é possível utilizar todos os recursos oferecidos pelo Currículo+, também, em ambientes de aprendizagem que não possuem acesso à internet".
Por fim, cabe salientar que "O portal é colaborativo, o que significa que os próprios professores podem enviar materiais bacanas para serem divulgados. A ideia é tornar a ferramenta mais interativa, propiciar a troca de figurinhas entre os educadores e, claro, enriquecer o conteúdo da plataforma".

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O que na sociedade te decepciona tanto? Como evitar a robotização e humanizar as relações sociais




O vídeo acima O que na sociedade te decepciona tanto?, descobri na rede social e trata-se de interessante cena de Mr. Robot, premiado seriado de TV que conta a história de um hacker extremamente habilidoso, mas com problemas emocionais (vide resenha ao final da postagem), e mostra uma de suas consultas, em que a psiquiatra lhe faz a sugestiva pergunta e ele imagina uma resposta, que no fundo acaba não dando a ela...
Mais que tratar de teorias da conspiração, de seriados de TV, de arte e cultura e até de psicologia, o objetivo deste blog educacional é a pedagogia e a educação em seu sentido amplo. Portanto, a escolha dessa cena não é pra tratar de política, filosofia, sociologia (embora possa ser usada por professores dessas áreas), mas essencialmente de educação, pelo seguinte fato: todo aluno, imagina muito, tem um rico imaginário em seu interior, enquanto o professor está explanando seu conteúdo em sala de aula. Mas nem sempre o professor sabe se está agradando ou incomodando esse alunado, haja vista que poucos de fato se manifestam durante uma aula, palestra, seminário, a não ser que sensibilizados, motivados ou interessados no tema que está sendo abordado.
Em vista disso, cabe ao educador estabelecer variadas formas de diálogo no ambiente escolar e até fora dele, em comunidades virtuais ou não, justamente para sondar esse imaginário do aluno, e a partir dele estabelecer estratégias mais eficientes de interação socioafetivas e socioeducacionais... Um exemplo disso é experiência que fiz com uma turma de alunos da graduação em Letras, durante meu estágio docência no doutorado em História da Literatura, quando como bolsista, assumi uma cadeira de Introdução aos Estudos Literários II, possuindo 43 alunos. Diante de uma turma grande e embora com memória fotográfica, sou péssimo para guardar nomes. Então, entre as diversas atividades que propus à turma, pedi que uma delas fosse uma apresentação via email, com breve histórico de vida, o motivo da escolha do curso e perspectivas acadêmicas em relação à disciplina e curso. E aí aconteceu algo mágico, pois alunos que sequer se manifestavam em sala de aula, e alguns que nem mesmo demonstravam alguma expressão facial durante as aulas, contaram-me coisas que, creio, foram quase confissão (sobre sonhos e decepções), como num divã, só que virtual. E o mais interessante disso é que a partir desse perfil digital que pude mapear, fui à minha biblioteca particular e escolhi 43 livros, o mais próximo do perfil de cada aluno e doei a eles em sala de aula, durante nossos encontros semanais. E, em função disso, e dos debates em sala de aula, estabeleci uma cordial e proveitosa didática com todos...
Mais do que saber o que nos decepciona na sociedade, devemos também tentar sondar quais são os sonhos que essa pequena sociedade (que pode ser um grupo de alunos, de colegas, da família etc) carrega e com ela trocar experiências de vida, promover descobertas coletivas, uns auxiliando aos outros, uns aprendendo e ensinando com os outros.
Mais do que robotizar alunos, precisamos humanizar as relações humanas, seja na família, na escola, no trabalho e na sociedade, para evitar tamanhas decepções...

Aos cinéfilos, recomendo a ótima série Mr. Robot, link abaixo sobre resenha, que conta a história de "Elliot (Rami Malek) é um jovem programador que trabalha como engenheiro de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder (Christian Slater) de um misterioso grupo de hacker o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, ele luta para resistir à chance de destruir os CEOs da multinacional que ele acredita estarem controlando - e destruindo - o mundo":

MR. ROBOT - SERIADO DE TV

terça-feira, 10 de maio de 2016

Não é o tamanho que importa: Divertido curta-metragem de animação digital




O vídeo acima "The D in David", descobri via Facebook da colega e amiga Ana Beatriz, educadora de João Pessoa PB), Brasil e trata-se de curta-metragem de animação assinado por Michelle Yi e Yaron Farkash, estudantes da Ringling College of Art and Design de Sarasota (Flórida, EUA).
A divertida animação mostra a clássica escultura Davi, de Michelângelo, que ridicularizado por outras peças do museu (que como ele, criam vida), vai em busca de solução para esconder sua nudez. Mais do que discutir complexos ou costumes, é um bom material para refletir como a antiguidade permitiu que a arte pudesse ser livre, sem tantos impedimentos como atualmente.
Além de questões filosóficas e sociológicas, serve também para professores de história e de artes fazerem um pequeno exercício de pesquisa com seus alunos sobre o nome e autoria daquelas obras destacadas neste curta-metragem.

domingo, 8 de maio de 2016

O dicionário do cérebro: Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras (mágicas ou não)




O vídeo acima The brain dictionary (O dicionário do cérebro), descobri na rede social, através da Revista A Rede Educa e trata-se de "Atlas interativo [que] mostra reações do cérebro às palavras".
De acordo com a revista: "Um uso potencial do estudo que gerou o mapa, realizado por cientistas dos EUA, seria criar um decodificador de linguagem para que mudos portadores de certas doenças pudessem falar por meio de um computador".
Conforme Jack Gallant, neurocientista da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos): “Nosso objetivo foi construir um atlas gigante que mostrasse como um aspecto específico da linguagem é representado no cérebro”.
E o mais impressionante: “É possível que essa abordagem seja usada para decodificar informações relacionadas a palavras que uma pessoa está ouvindo, lendo ou até mesmo pensando”, avaliou Alexander Huth, autor do estudo. Ou seja, "Um uso potencial do conhecimento obtido por essa linha de pesquisa seria gerar um decodificador de linguagem para que pessoas portadoras de certas doenças falassem por meio de um computador".
Os cientistas desenvolveram um site interativo (em inglês, vide link abaixo) onde o público pode explorar o atlas cerebral.

MAPA SEMÂNTICO

Algo que me lembrou o conceito de Web Semântica, desenvolvido pelo filósofo e pesquisador da cibercultura Pierry Lévy, sobre uma linguagem universal a partir de símbolos e imagens, em que os computadores saberão "traduzir" conceitos.
No vídeo em questão, acima, também remete a este poeta, educador e escritor ao uso poético das palavras, que tanto poetas, escritores e educadores fazem, tornando-as mágicas para seus leitores e alunos.
É muito importante para todo educador, seja pai ou professor, o funcionamento do cérebro e da aprendizagem a partir do uso da linguagem, seja ela verbal ou não-verbal.
Um vídeo e pesquisa que mostram que o cérebro e intertextual e mostra o poder das palavras e da contação de histórias, algo que os escritores, poetas e educadores já sabiam de forma intuitiva. :-)
Para mais detalhes sobre este significante estudo, que envolve não apenas educação, filosofia, arte, cultura, mas medicina, ciências, tecnologia, etc, o Educa Tube Brasil recomenda a leitura do artigo na íntegra, no link a seguir:

Atlas interativo mostra reações do cérebro às palavras

Na história da Humanidade, várias foram as formas de recriar a mitológica e bíblica Torre de Babel, local onde todos falavam a mesma língua. Uma das mais famosas talvez tenha sido o Esperanto, "língua artificial criada pelo médico e estudioso de línguas polonês Ludwig Lazar Zamenhof 1859-1917, por volta de 1887, para ser língua de comunicação internacional [Possui gramática muito simples e regular e utiliza as raízes das línguas europeias mais faladas, além de raízes latinas e gregas.]".
Com o avanço das tecnologias, cada vez mais chegamos próximo a uma linguagem universal, se não por uma web semântica, pelos simples tradutores online, que ainda precários, muitas vezes, permitem pessoas das mais variadas partes do globo terrestre, das maias variadas culturas e dialetos se comuniquem pela rede mundial de computadores, nossa Torre de Babel digital.
Ter um dicionário do cérebro, bem utilizado por pesquisadores e educadores, poderá não apenas mapear as reações dos cérebro às palavras, como proporcionar a estes meios de estabelecer estratégias de interação mais eficientes, geográfica e pedagogicamente falando, principalmente com pessoas que possuem deficiências ou limitações que impedem essa comunicação, tornando as palavras literalmente em magia...

Observação: Para ativar as legendas do vídeo "O dicionário do cérebro", basta clicar no ícone em forma de pagina com linhas, no canto inferior direito da janela do mesmo, e após no ícone da engrenagem para a tradução dessas legendas, escolhendo o idioma apropriado ao leitor.

sábado, 7 de maio de 2016

Pincel Mágico: A pintura sobre uma nova perspectiva em realidade virtual




O vídeo acima Tilt Brush: Painting from a new perspective, descobri no Facebook da colega e amiga Carla Kalindrah, educadora do Rio de Janeiro (RS), Brasil.
Trata-se do "Tilt Brush", que prefiro chamar de Pincel mágico, que é um acessório que se utizado junto com óculos VR (realidade virtual) proporcionam de fato a possibilidade de criar pinturas em uma nova perspectiva.
Como destaca Carla: "Eu com isso contando histórias ao invés de desenhar no quadro.... A criançada ia vibrar!" Fato! Imagine a interatividade entre professores e alunos na contação de histórias e e outras atividades que despertem a criatividade. Imaginem uma contação de histórias em que o professor vai narrando e os alunos vão ilustrando o que é contado... E nem precisa de óculos de realidade virtual, basta lápis de cor, pincel, aquarela, papel em branco e mãos à obra. :-)
Abaixo, outro vídeo com o Tilt Brush, desenvolvido pelo The Lab at Google Cultural Institute (Laboratório do Instituto Cultural do Google):



sexta-feira, 6 de maio de 2016

YouTube Educação: Todas as formas de ensinar; seu jeito de aprender




A imagem acima refere-se a PLATAFORMA YOUTUBE EDU!, que como o nome indica é canal de vídeos relativos à Educação, pertencente ao YouTube.
Um canal que se propõe ser um auxílio a "uma pesquisa para um projeto, precisando de ajuda em sua tarefa escolar ou apenas querendo aprender algo novo".
Conforme apresentação do canal: "Se você é professor, no YouTube Edu você poderá submeter suas videoaulas para publicação, ou ainda escolher outras aulas para utilizar com seus alunos! O projeto é uma parceria entre a Fundação Lemann e o Google, para a criação de uma página exclusiva do YouTube, na qual professores, gestores e alunos podem encontrar conteúdos educacionais gratuitos e de qualidade, em Português. A curadoria dos vídeos foi feita por professores especialistas e altamente capacitados, selecionados pelo Sistema de Ensino Poliedro e coordenados pela Fundação Lemann. Os conteúdos disponíveis são voltados para os níveis de Ensino Fundamental e Ensino Médio, englobando as disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências (Química, Física e Biologia), História, Geografia, Língua Espanhola e Língua Inglesa".
Abaixo, link para o referido canal:

PLATAFORMA YOUTUBE EDU

quinta-feira, 5 de maio de 2016

O homem que falava javanês: Humor digital e a didática na educação




O vídeo acima Aprenda como desbloquear o whatsapp , descobri via Facebook do colega e amigo José Carlos Antonio, educador de Santa Bárbara do Oeste (SP), Brasil e editor do blog Professor Digital.
Trata-se de um vídeo que o Educa Tube Brasil considera de "humor digital", por conta de termo improváveis como "roteador monocromático", uma pegadinha virtual para brincar com a questão do bloqueio do aplicativo de troca de mensagens - recentemente bloqueado novamente por decisão judicial -, mas que utiliza-se de termos pseudo técnicos para confundir leigos. (Caso não seja um pegadinha, o blog pede desculpas antecipadas.)
Como comenta o professor digital José Carlos Antonio, sobre o referido vídeo: "(...) pode ser usado tanto para tratar a questão da didática quanto da importância de um conhecimento genérico sobre tecnologia que permita perceber coisas, como você percebeu, que não fazem o menor sentido".
Sendo uma brincadeira (o que tudo indica) ou coisa séria, é um material que serve para discutir a DIDÁTICA na educação, ou seja, a forma de passar um conteúdo técnico ou teórico de forma acessível ao cursista, ao aluno, ao leigo, que não pareça um enigma ou um código secreto, uma língua desconhecida. Algo que não transite da linguagem java (linguagem de máquina, da computação) e O homem que falava javanês (clássico da da literatura brasileira, de Lima Barreto).
O bom educador não é aquele que fala de forma incompreensível, ainda que domine o conteúdo; mas o que consiga passar de forma didática este conhecimento a outrem. Não pode ser o professor que não se importa em repetir dezenas de vezes a mesma explicação, sem alterar uma vírgula. Há que ser eclético na forma de abordar um tema, não exigindo demais do aprendiz, nem o considerando um incapaz, por não assimilar prontamente sua explicação. Muitas vezes pode ocorrer uma falha de comunicação entre o emissor (o professor) e o receptor (o aluno). Isso não significa que o educador tenha que nivelar por baixo o conteúdo, mas que também não deva exigir de sua turma uma compreensão profunda que ele ainda não possui.
Neste ponto é que me refiro ao vídeo, pois se não é uma brincadeira, conheço algumas pessoas que em palestras, cursos e atividades diversas se dirige ao público como se todos fossem phD no tema a ser abordado, usando conceitos e terminologia que nem todos dominam, quase que precisando de uma tradução simultânea.
Lembro-me de certa vez, em palestra sobre cibercultura e tecnologia, o palestrante estrangeiro, que falava tanto em francês como inglês, teve tradução simultânea, primeiramente em inglês e depois em francês, por duas exímias professoras, que dominavam respectivamente aqueles dois idiomas, mas desconheciam expressões específicas da cibercultura e da tecnologia, fazendo tradução literal, que logicamente ficava sem sentido, e que o palestrante, mesmo sem conhecer o idioma português, dizia: "No, no, no..." Que não era bem isso que ele queria dizer. Foi constrangedor e ao mesmo tempo esclarecedor, pois não basta dominar um idioma, uma linguagem, se não conhecer expressões "idiomáticas" (tanto tecnológicas como noutro sentido) daquele grupo. É como saber a língua mas desconhecer suas "gírias". Neste caso, como no vídeo em questão, a comunicação fica prejudicada, pois não atinge seu objetivo maior que é o esclarecimento de uma situação.
Existem muitos vídeos que são verdadeiras aulas, sobre os mais variados temas no You Tube, proferidas por crianças, jovens e adultos, nem sempre com formação acadêmica, mas com uma didática incrível, que o editor deste blog educacional já se valeu para resolver justamente problemas técnicos em seu computador e sua rede de internet. A questão nem tanto é sobre a formação, mas a qualidade da informação que gere conhecimento.
Por isso, não basta saber muito de um tema, tem que igualmente saber repassar a informação que gere conhecimento. E ensinar algo a alguém é muito mais do que repassar dados complexos, demonstrando profundo conhecimento para si, sem atingir o outro. A didática, seja qual for a área de atuação, é essencial ao educador...
Quanto ao "roteador monocromático", pesquisei e nada encontrei, até pelo fato que o termo monocromático (uma cor apenas), seria mais apropriado para uma impressora e nem tanto para um roteador. Mas caso algum especialista na área puder esclarecer, agradeço antecipadamente pela colaboração. :-)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Escrever é um ato de aspiração à revelação: A arte é sempre um modo de superação




O vídeo acima Escrever é um ato de aspiração à revelação, descobri na rede social e trata-se de fala de Valter Hugo Mãe ao Fronteiras do Pensamento (São Paulo, Brasil, 2015), em que o escritor português diz que "Escrever tem muito mais a ver com ir ao encontro do desconhecido do que propriamente relatar o que a gente já sabe. Então, escrever é um ato de uma aspiração à revelação. A gente escreve à procura de uma revelação. Para nós mesmos."
Conforme apresentação do vídeo: "O livro, argumenta Mãe, é o amadurecimento do pensamento e a busca pelas palavras e ideias supera aquilo que realmente somos e aquilo que podemos esperar. Assim, conclui, a arte é sempre um modo de superação".
A arte e a cultura são grandes aliados da educação, quando utilizados dentro de uma proposta pedagógica, vinculada ao conteúdo programático que faça sentido e dê significação a essa relação entre o imaginário do professor e de seu alunado. E de fato, através da arte, muitos alunos podem se superar e demonstrar suas aptidões, promover associações entre as mais variadas formas intertextuais de arte com a educação: dança, teatro, literatura, música, pintura etc. Cabe ao professor promover essa revelação ao alunado, através da arte e cultura, para que ocorra essa superação.
Um breve vídeo para uma profunda reflexão sobre o ato de escrever, sobre a leitura, sobre o livro...
Recomendo também o vídeo a seguir, "questões para compreender e mudar o mundo", um belo vídeo de apresentação do canal, com a fala de "alguns nomes e ideias que compõem o grupo dos grandes pensadores globais aqui apresentados":



Abaixo, mais vídeos relevantes como este, no canal do You Tube do Fronteiras do Pensamento:

FRONTEIRAS DO PENSAMENTO - CANAL DE VÍDEOS


segunda-feira, 2 de maio de 2016

A história de Conceição Guisardi, professora que reinventou o jeito de dar aulas




O vídeo acima Conheça a história de uma professora que reinventou o jeito de dar aulas, encontrei no You Tube e trata-se de reportagem da TV Brasil, No quadro identidade, sofre o trabalho de Conceição Guisardi - uma professora de português de uma escola pública, em Planaltina, uma região administrativa de Brasília (DF), Brasil.
Conforme apresentação do vídeo, Conceição "ganhou destaque porque conseguiu ajudar os alunos a perder o medo da temida redação. 25 foram aprovados no vestibular".
Algo que lembra o filme Escritores da Liberdade, inspirado também em fato real, por conta da dedicação de uma professora e seus alunos.
Além da dedicação de Conceição Guisardi, o que mais chamou a atenção foi uma frase simbólica e emblemática que ela diz, ao final do vídeo: "Se você resolveu ser educador, você não vai deixar o coração em casa e vir pra escola".
Quando alguns projetos no Congresso Nacional tentam cercear o exercício da atuação do professor em sala de aula, lembro-me de todos aqueles professores que, não fosse essa dedicação e amor ao que fazem, nenhuma escola pública poderia funcionar minimamente. Já dizia Paulo Freire que "educar é ter a consciência do inacabamento", em sua Pedagogia da Autonomia. O bom professor é aquele que desperta o senso crítico do aluno, para que o próprio se emancipe e faça suas escolhas.

domingo, 1 de maio de 2016

Magic Bubble (Bolha Mágica): Rede social infantil com jogos digitais para acompanhamento dos pais e professores




A imagem acima, Magic Bubble (Bolha Mágica), encontrei através da leitura da Revista A Rede Educa e trata-se de "Rede social infantil com jogos digitais", que permite o acompanhamento dos professores e pais.
De acordo com A Rede Educa: "É nesse mundo mágico que as crianças passeiam, conversam, fazem novos amigos, brincam nos games, respondem quizes e quando vencem os desafios ganham Bubbles, moedas que são usadas para comprar itens para o avatar e mobiliar a casa virtual".
Desta forma lúdica e digital, “O Magic Bubble é um ambiente que os pais e professores podem monitorar, acompanhar o desenvolvimento dos filhos e brincar junto com eles, além de ajudar na escola”, diz Rogério Valim, sócio-fundador do Magic Bubble.
Conforme dados: "Os interessados têm 30 dias de acesso gratuito e poderão se tornar assinantes por R$ 9,95 mensais. O Magic Bubble já está disponível em uportal-arede-educa-bubblesma versão para PC e outra para Android em aplicativo que pode ser baixado na Google Play. Em breve, será lançado para iOS".
Para visitar a rede social e jogo educacional, basta clicar no link a seguir:

MAGIC BUBBLE (BOLHA MÁGICA): REDE SOCIAL INFANTIL