domingo, 15 de março de 2015

Homenagem à "mãe de 1.000 filhos" sem nenhum biológico




O vídeo acima A mãe de 1000 filhos, descobri no You Tube, através de vídeo comercial, antes de assistir a outro que pesquisara, e como indica, trata-se de propaganda de empresa de produtos de higiene infantil que ao comemorar seus 100 anos de existência, resolveu homenagear Maria Inês, uma técnica de enfermagem que trabalha na UTI neonatal há 24 anos, e dos seus milhares de filhos, ainda que não tenha nenhum filho biológico.
O resultado é comovente, pois além de mostrar em telões as fotos dela com seus bebês, em seguida, aparecem estes já adultos, vindo lhe abraçar e agradecer o carinho, a atenção e a dedicação. Estavam presente muitos daqueles que ela cuidou, inclusive Samuel, seu "Primeiro Bebê", nascido em 02/07/1983.
Emocionante ouvir Maria Inês dizer que "Eu não sou mãe biológica mas tenho essa imensidão de filhos"; algo que comprova que para ser feliz, basta fazer o bem, sem nada esperar em troca.
Iniciativas que reconhecem o valor das pessoas que se dedicam a uma causa, seja forma profissional ou diletante, têm total apoio e divulgação deste blog educacional.
Há que se valorizar todas as pessoas que fazem parte de nossa história particular e social.
Assim como os funcionários de um hospital, os servidores de uma escola são outros que fazem parte da história de todos, sendo a escola o segundo lar da maioria, em que os professores e funcionários, muitas vezes são uma segunda mãe/pai daqueles que não os têm, ou os têm de forma acessório, quando deveria ser principal.
Ser grato àqueles que fazem parte de nossa vida é um exercício de cidadania e merece ser conhecido, reconhecido, divulgado e imitado, pois existem nas escolas, professores que, como enfermeiras e parteiras, conhecem os alunos desde crianças, e durante 25, 30, 35 anos de trabalho, acabam sendo, não somente professores, mas "país adotivos" não só de uma geração, de duas ou mais, que passam pelos chamados bancos escolares.
Profissionais da educação, da saúde que às vezes conhecem nosso filhos tão bem como nós...
Saber valorizar estes educadores que contribuem com a instrução e a educação de nossos filhos é uma saudável ação.

sábado, 14 de março de 2015

Codinome Beija-flor (música e meio ambiente)




O incrível vídeo acima, que intitulei Codinome Beija-flor (alusão de canção de mesmo nome do cantor Cazuza), descobri no Facebook e me inspirou o verso "Há os que nada pedem e passam confiança, e os que tudo exigem e com fiança...", justamente pela delicadeza da situação. Um beija-flor se alimentando literalmente na mão de uma pessoa, chegando até a pousar mansamente nos desta para poder descansar.
Algo que além de remeter à canção romântica, videoclipe logo abaixo, promove uma breve reflexão justamente pelo ato de confiar, que é algo que se conquista com calma e deve ser exercido da mesma forma, em qualquer relação que envolva seres vivos.
Estar de bem consigo mesmo, respeitar a natureza faz que a própria natureza seja preservada. Do contra´rio, como vemos nos crimes ambientais, ao invés de confiança entre as partes, é necessário estabelecer alta fiança aos que devastam florestas, capturam animais e causam maus tratos.
O ágil e veloz beija-flor pousou e repousou nas mãos de alguém que alimentou antes no pequeno pássaro a confiança, acima de tudo. E é comovente, tanto quanto a letra da canção a seguir:



sexta-feira, 13 de março de 2015

Mãos Que Ouvem: Cidade aprende língua de sinais para surpreender jovem surdo




O vídeo acima Hearing Hands (Mãos auditivas, ou mãos que ouvem), descobri via Pavablog , e trata-se de ação de empresa de equipamentos eletrônicos, promovendo a comunicação entre pessoas que ouvem e surdos, na cidade de Istambul, Turquia, em que alguns habitantes das mais variadas profissões, aprendem a língua de sinais para surpreender Muaharren, jovem surdo que vive na cidade.
Em um dia como outro qualquer, e nenhum dia nem um só dia é como outro qualquer, o jovem sai com sua irmã Ozlem para um passeio pelas ruas da cidade e sem saber de nada, participa da gravação do comercial sobre o primeiro centro especial de atendimento (call center) a pessoas com deficiência auditiva, desenvolvido pela empresa.
Conforme dados do Pavablog: "Durante um mês, equipes da agência de propaganda esconderam câmeras por vários lugares que o rapaz frequenta. Enquanto isso, comerciantes, vizinhos, taxistas e outros moradores passaram por um curso intensivo de língua de sinais para poderem se comunicar com Muaharrem".
O resultado disso, pode ser observado na reação comovente do rapaz, pois pode sentir pela primeira vez que era de fato entendido, aceito e integrado por todos.
O objetivo da empresa de eletrônicos e da agência de propaganda era oferecer ao jovem "um dia sem barreiras" e atingiu plenamente, com esta ação publicitária e social.
Pensar a inclusão, não apenas em seu aspecto tecnológico, mas educacional e social é o grande desafio da própria sociedade. E neste pequeno vídeo e ação estão presentes os três elementos: o tecnológico no call center; o educacional, promovendo curso de língua de sinais aos habitantes da cidade e o social, que é a própria interação e integração da pessoa portadora de deficiência - seja qual for a pessoa e a deficiência - ao convívio em comunidade, em sociedade.
Como o editor do Educa Tube Brasil destacou em postagem recente, as tecnologias assistivas, pensadas primeiramente para facilitar e integrar pessoas com deficiência motora, visual, mental, auditiva etc, através de telas de toque (touch screen), teclado virtual, sensor de movimento, o reconhecimento de voz e outros recursos, hoje são benefícios a todas as pessoas, integradas às TVs inteligentes, aos smartphones, tablets e tudo mais.
Integradas primeiramente ao universo da educação especial, hoje fazem parte da educação para a vida e devem ter em si, este caráter de proporcionar a comunicação a todos com todos, respeitando as limitações de cada um.
Algo que tem muito a ver com os conceitos de igualdade e equidade, conforme imagem abaixo, que descobri via Twitter:



Na questão da inclusão, a igualdade pura e simples, pode não resolver a questão, necessitando a compreensão do princípio da equidade, que é oportunidade iguais, respeitando as diferenças de cada um, nivelando, não por baixo, mas pelo alto, no que a imagem é bem expressiva dessa relação.
Colocar crianças, jovens e adultos portadores de necessidades especiais em uma sala de aula pode ser uma ação de igualdade, sim. Mas sem dotar o professor de curso de capacitação para lidar com estas situações, equipamentos tecnológicos que facilitem essa interação, pessoas especializadas (monitores e/ou facilitadores) para interagir adequadamente com determinada deficiência e limitação, não é promover a equidade, tampouco a inclusão em seus aspectos humano, tecnológico, pedagógico e social.
É a soma desses fatores, que além da igualdade de oportuinidades, promove a equidade de tratamento.

quinta-feira, 12 de março de 2015

A Rolha Pedagógica: Breve reflexão sobre metodologia e tecnologia na educação




A imagem acima, de uma rolha em formato de pendrive, encontrei na internet, ao buscar imagem (AQUI), para ilustrar o texto que segue, que me foi enviado por e-mail, pelo colega e amigo Robert Betito, educador de Rio Grande, RS, Brasil, e trata-se de material que considero ótima oportunidade para abrir um debate sobre a importância da metodologia e da tecnologia na educação, principalmente considerando a primeira como a principal e a segunda como acessória, que serve para qualificar o processo de ensino-aprendizagem:

ROLHA PEDAGÓGICA

Um Supervisor visitou uma escola fundamental. Em seu trajeto observou algo que lhe chamou a atenção: Uma professora estava entrincheirada atrás de seu escritório, os alunos faziam a maior bagunça; o quadro era caótico.
Decidiu, então, se apresentar:
- Com licença, sou o Supervisor... Algum problema?
- Estou completamente perdida senhor, não sei o quê fazer com estas crianças... Não tenho lâminas de apresentações, não tenho livros, o ministério não envia sequer o mínimo material didático, não tenho recursos eletrônicos, não tenho nada novo para lhes mostrar, nem o quê lhes dizer!
O Supervisor, que era um docente de alma, viu uma rolha sobre o escritório, a tomou, e com serenidade oriental falou com as crianças:
- Alguém sabe o que é isto?
- Uma rolha! - gritaram os alunos surpresos.
- Muito bem. E de onde vem a rolha?
- Da garrafa. Uma máquina a coloca. De uma árvore. Da cortiça. Da madeira. – respondiam as crianças animadas.
- E o que dá para fazer com madeira? – continuava entusiasta o docente.
- Cadeiras. Uma mesa. Um barco!
- Muito bem, Então teremos um barco. Quem se anima a desenhá-lo? Quem faz um mapa na lousa e indica o porto mais próximo para o nosso barquinho? Escrevam a qual Estado brasileiro corresponde. E qual é o outro porto mais próximo que não é brasileiro? A qual país corresponde? Alguém lembra que personagens famosos nasceram ali? Alguém lembra o que produz esse país? Por acaso, alguém conhece alguma canção desse lugar?
E assim, começou uma aula variadíssima de desenho, geografia, historia, economia, música, etc.
A professora ficou muito impressionada. Quando a aula terminou, comovida, disse ao Supervisor:
- Senhor, nunca esquecerei a valiosa lição que hoje me ensinou. Muitíssimo obrigada!!!

O tempo passou. O Supervisor voltou à escola e procurou pela professora. A encontrou novamente encolhida atrás de seu escritório, os alunos, outra vez, em desordem total.
- Mas, professora, o que houve? Lembra de mim?
- Mas é claro, como poderia esquecê-lo? Que sorte que o senhor voltou! Não encontro a rolha. Onde a deixou?

Enrique Mariscal

Quando alguém não tem vocação para aquilo que deve realizar, nunca vai achar a rolha!


Observação do Educa Tube:

De fato, este texto serve para breve reflexão sobre a questão da tecnologia da informação e da comunicação (TIC) no ambiente escolar, sem o devido planejamento, adequação à realidade local, sem vinculação ao conteúdo a ser ministrado etc. Mais que uma ótima ferramenta e aliada neste processo, as TIC poderão ser apenas rolhas perdidas para quem já viu no computador pessoal, depois no notebook e internet, e hoje nos tablets e smartphones grande rolhas para revolucionar a educação.
O que de fato pode ser inovador é a metodologia no uso de prosaicas rolhas de cortiça ou de rolhas digitais no ambiente educacional. O próprio livro didático pode ser uma rolha ou uma bengala do mau professor.
Por esta e outras histórias, reais ou imaginadas, inspiradas em fatos reais, é que ouso dizer que o bom professor jamais será substituído por qualquer tecnologia que seja inventada, se ela for tão-somente pensada como uma rolha que substitui outra rolha e nada mais.
Inovação deverá ser primeiro pensada em termos metodológicos que incluam as inovações tecnológicas, respeitando a realidade local, de cada escola e comunidade. Sem isso, poderemos reproduzir a professora do texto, que apenas copiou literalmente o ensinamento do supervisor, sem a devida reflexão e visão das inúmeras possibilidades de uma rolha no seu fazer pedagógico, além do tecnológico.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Projeto Asphyxia: Com auxílio do Kinect, é filmado vídeo artístico de dança (a teia da vida?)




O surpreendente vídeo acima as·phyx·i·a, descobri no portal TecMundo e trata-se de criativa iniciativa feita com o auxílio do Kinect do X Box One "desenvolvido em conjunto por Maria Takeuchi e Frederico Phillips, o projeto experimental é caracterizado por um vídeo que fez uso do dispositivo da Microsoft para capturar os movimentos de uma dançarina, formando o corpo dela com inúmeros pontos, linhas e nós de acordo com os passos da música".
Conforme notícia: "A captura de movimentos foi realizada com sensores de baixo custo e quando todos os pontos foram digitalizados, o aspecto criativo do filme foi desenvolvido. Várias técnicas e simulações dinâmicas foram utilizadas usando ferramentas 3D para que o projeto chegue ao resultado final".
Atualmente, muitos dos recursos mais avançados como teclado virtual em tablets e smartphones, o próprio sensor Kinect de movimento e interação com a tela e jogo, a tecnologia de toque na tela (touch screen), foram primeiramente pensados e depois criados para inclusão de pessoas com deficiência, seja motora, visual, auditiva etc. Avanços inclusivos, pensados num grupo determinado, que passaram a ser utilizados por muitos, e, atualmente, têm modernizado a vida de todos, tornando o que antes era mera peça de ficção se tornar na mais cristalina realidade, seja em tela de LCD, cristal líquido, 3D, 4K etc.
O Kinect tem sido integrado ao mundo dos jogos eletrônicos, da arte e cultura, mas ainda precisa ser pensado em um contexto educacional, em que a mobilidade dos equipamentos seja pensada entre professores e alunos, em projetos mais dinâmicos, em que o movimento da dança, dos esportes, do teatro e outras formas artísticas e culturais sejam também integradas aos conteúdos pedagógicos. E que tablets, smartphones, câmeras digitais possam capturar, seja por vídeo, áudio, fotos os diversos projetos desenvolvidos em parceria com professores e alunos.
Diversos recursos tecnológicos envolvendo a realidade virtual e a realidade aumentada, o Kinect, e outros mais estão revolucionando os jogos e o mundo dos jogos. E não demorará muito que professores passem a se apropriar destas tecnologias, pensadas noutro contexto, e as utilizem em projetos e atividades em sala de aula, ou extraclasse.
Abaixo o vídeo com o Making Of de "as·phyx·i·a", de Maria Takeuchi:

as·phyx·i·a - Making of from Maria Takeuchi on Vimeo.



A seguir, outro projeto de Maria Takeuchi, chamado Utopia, que mais parece uma mandala digital:

UTOPIA from Maria Takeuchi on Vimeo.



terça-feira, 10 de março de 2015

A vida é feita de escolhas & escolas




O vídeo acima, A vida é feita de escolhas, é material motivacional escrito e produzido por Deivison Pedroza, e encontrei por acaso, assistindo a outro vídeo correlato, no You Tube.
Vendo o referido pensei na relação do título com o mundo em si: De fato, "a vida é feita de escolhas" e também escolas, não apenas as institucionalizadas no tempo e espaço, como a própria escola da vida, do trabalho, do amor, dos encontros e desencontros e, acima de tudo, também das não escolhas.
Nestas escolas, podemos ter tantos mestres Jedis, com seus sabres de luz, como também autoritários Darth's Vader's, da mesma forma que podemos ser bons aprendizes como Luke Skywalker ou robotizados soldados do Lado Escuro da Força.
Voltando ao vídeo em questão: "Já pensou o que você vai dizer pra você mesmo quando chegar o futuro? Será que vai gostar do resultado da vida que planejou? Será que vai ficar feliz com o que conquistou? A vida é feita de escolhas e elas podem determinar como vai ser o seu amanhã. Por isso, é tão importante pensar em tudo que faz".
Evitar, de fato, "Colocar pontos onde deveriam ter apenas vírgulas"...
Até prova em contrário, "É você o grande chefe da sua vida, do seu futuro. Portanto, é quem sabe quando deve melhorar ou fazer um up grade. Se demita da mesmice, da preguiça, da má vontade, dos erros, se valorize, se elogie, se critique. Faça isso ou alguém irá fazer por você. A sua imagem amanhã é o que você fez ontem".
Ainda que só motivação não é necessário para seguir em frente, devendo haver capacitação, formação continuada, troca de saberes, faz-se necessário reconhecer o papel de certas escolhas e escolas em nosso viver.
E por escolas, não somente instituições educacionais, mas as chamadas "aprendizagens invisíveis" que temos com amigos, vizinhos, colegas, ilustres desconhecidos, que direta ou indiretamente nos ensinam com seus atos, conselhos, apoio, troca de experiências...
Cada vez mais é possível a educandos e educadores fazer escolhas e serem influenciados por diversas escolas de ensino e aprendizagem, além das tradicionais, e blogs e portais educacionais são alguns desses espaços extraclasse, sempre de portas abertas, para mestres Jedis ou interessados aprendizes.

Para conhecer um pouco mais sobre Aprendizagem Invisível, basta clicar no link abaixo:

Aprendizagem Invisível: Como aprender apesar da escola?

segunda-feira, 9 de março de 2015

A Máquina do Abraço, de Temple Grandin (autismo, tecnologia, inclusão e educação)




O vídeo acima Mulher consegue vencer autismo com máquina do abraço nos EUA, foi indicação da amiga Alessandra Rios Simões Miranda, de Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de reportagem sobre a vida de "Temple Grandin [que] nasceu com autismo grave. Em uma época na fazenda, a partir da vacinação das vacas, ela criou a máquina do abraço. Hoje, ela tem pós-doutorado em veterinária e já consegue abraçar".
A afetividade é algo essencial em qualquer relação humana, e um fator preponderante na educação, principalmente na educação especial.
Como o vídeo declara afeto da família, ajuda profissional de um terapeuta e apoio de professores e escola podem muito auxiliar nessa interação, integração e inclusão.
Grandin convivendo com animais descobriu que pensa com imagens. Sua máquina do abraço foi pensada a partir da observação do método de vacinação do gado, para sentir a pressão, como uma simulador. Temple, já foi destacada pelo Educa Tube Brasil, em 10/11/2010, por conta de ótima palestra feita ao TED, intitulada "O mundo necessita de todos os tipos de mentes". Nesta postagem, link abaixo, "Temple Grandin, diagnosticada com autismo na infância, fala sobre como a sua mente funciona — compartilhando a sua habilidade de “pensar em imagens”, que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam. Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais e todos os tipos de crianças espertas e inteligentes."

O MUNDO NECESSITA DE TODOS OS TIPOS DE MENTES

Abaixo cena do filme longa-metragem que conta a vida de Temple Grandin, interpreatada pela atriz Claire Danes:



E para completar esta postagem, por falar em "Máquina do Abraço", nada como conhecer um belo livro do escritor uruguaio Eduardo Galeano, chamado de O Livro dos Abraços, que pode ser lido em versão em PDF, link a seguir:

O LIVRO DOS ABRAÇOS, de Eduardo Galeano

sábado, 7 de março de 2015

Resposta adequada à pergunta repetitiva e mal elaborada (música e jornalismo)




O vídeo acima Amarante dando lição a um repórter medíocre!, descobri por acaso na rede social, e trata-se de entrevista com Rodrigo Amarante, integrante da banda Los Hermanos, durante festival de Inverno de Conquista, quando um repórter despreparado faz a mesma pergunta sempre e recebe uma resposta BRILHANTE...
Algo para se refletir sobre o despreparo, não apenas de jornalistas, mas de qualquer profissional que age de forma preguiçosa, como Amarante diz, ao não pesquisar primeiro e sair comentando ou perguntando na base do "achismo", do ouviu falar, desinformando mais do que informando.
Rodrigo, com paciência, educação e inteligência rebate cada questionamento leviano, reiterado várias vezes por alguém que de fato não fez o dever de casa. Podemos evitar isso nos estudos, trabalho e convívio social, evitando emitir opinião sobre o que desconhecemos ou que sabemos apenas por fontes nem sempre qualificadas.
Há quem faça a crítica pela crítica, sem a devida autocrítica nem o conhecimento de causa. A postura é sempre de instigar uma falsa polêmica. Quantas vezes já lemos manchetes que selecionam uma frase dentro de um contexto e a descontextualizam, como se fosse uma celebridade que diretamente acusasse alguém, quando muitas vezes foi instigada pelo entrevistador a dizer indiretamente o que desejam para alimentar uma falsa polêmica.
Jornalismo baseado na polêmica, diz Amarante, que confronto o repórter perguntando se ele, ao afirmar que SEMPRE é pedido a canção Ana Júlia, se o rapaz já assistiu show de Los Hermanos. A negativa do profissional faz Rodrigo ser irônico: E este sempre vem de onde?
Como orientador de projetos de aprendizagem utilizando TIC, mídias e redes sociais, SEMPRE aconselhei a meus orientandos (professores da rede pública) que ao elaborarem seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), que evitassem fazer AFIRMAÇÕES generalizantes ou reducionista, sem a devida COMPROVAÇÃO E JUSTIFICATIVA do que afirmavam. Afirmar e não justificar tal situação, sem a devida comprovação, passa a ser opinião particular e não estudo de caso, pesquisa efetiva ou investigação de uma indagação.
Incentivar a filhos e alunos checarem informações é essencial, seja no mundo virtual como no real, para evitar constrangimentos de terceiros ou de nós mesmos, como o vídeo em questão bem ilustra.
Mais que isso, todo educador - seja pai ou professor - deve incentivar o filho e aluno a argumentarem, defenderem seu ponto de vista, amparado em dados, pesquisa, leituras, trocas de ideias, e também reconhecimento quando estiverem equivocados ou repetitivos, sem o devido conhecimento de causa.
Abaixo, canção Último Romance, de Los Hermanos para aqueles que desconhecem essa banda larga do rock nacional:



sexta-feira, 6 de março de 2015

O Xis da Questão: o amor verdadeiro não tem nenhum tipo de rótulo ou distinção




O vídeo acima Diversity & Inclusion – Love Has No Labels (Diversidade e Inclusão - O Amor Não Tem Rótulos), foi indicação indireta, via Twitter da colega e amiga Egui Branco, educadora de Curitiba, PR, Brasil e editora do blog Just Egui, destacada pelo portal VÍDEOS VIRAIS e trata-se de campanha para o "Valentine's Day 2015", o Dia dos Namorados, nos EUA.
De fato: "O amor não tem gênero. O amor não tem raça. O amor não tem deficiência. O amor não tem idade. Se você pensa assim, compartilhe esse vídeo" que mostra de forma didática, através de imenso telão que apresenta o Raio X de diversos casais, em que lá no fundo,a pesar das diferenças de cor de pele, religião, culturas, deficiências, orientação sexual e tudo mais, são todos iguais em essência, mesmo que tenham diferenças na aparência.
O preconceito, a discriminação e a intolerância são todos filhos do desconhecimento, da desinformação e ninguém deve ser impedido de amar, por conta de diferenças de opinião.
Normalmente, sem querer generalizar, são justamente pessoas que não sabem amar uns aos outros como a si mesmo, que só amam a si mesmo de forma egocêntrica fazem que os demais vivam e vejam o mundo com seus olhos míopes, no sentido ético e moral e não no sentido visual deste termo. Sem precisar rotular ninguém...
Trabalhar com diversidade e adversidades, é um nobre exercício de alteridade, de se colocar no lugar do outro, de vê-lo no Raio X da convivência social.
O amor verdadeiro não pode ser impedido por conta de aparências que não alteram a essência do ser humano...
Abaixo, videoclipe com a canção Same Love, de Macklemore e Ryan Lweis e participação de Mary Lambert, que ilustra o vídeo acima e trata de tema similar (do respeito à união entre pessoas que se amam, não importando as diversidades e adversidades), como se fosse um curta-metragem.



quinta-feira, 5 de março de 2015

A capa da invisibilidade: da ficção (literatura e cinema) à dura realidade das ruas




O vídeo de arrepiar, logo acima, The Cloak of Invisibility (A Capa de Invisibilidade), descobri visitando o portal Hypeness e trata-se de "criativa e impactante campanha promovida pela Casa do Zezinho, instituição que cuida de 1.500 crianças, jovens e adultos e que pretende utilizar o valor do crowdfunding - campanha de financiamento coletivo - (a meta é de US$ 30 mil) para aumentar suas atividades e expandir as 'vagas' em 12%". Vejam AQUI link para doação.
De repente, supostamente, cientistas conseguem realizar em laboratório um antigo sonho da humanidade - A Capa de Invisibilidade -, já tratado na ficção pela literatura (Harry Potter) e o cinema (Jasão e o velocino de ouro, entre outros), e presente na dura realidade das ruas de quase todas as cidades, mundo afora.
Um ótimo material para refletir com pais e filhos, professores e alunos sobre a real invisibilidade que existe ao redor, quando passamos por pessoas morando enroladas em trapos e simplesmente não a enxergamos.
Com todo o avanço tecnológico, chega a ser paradoxal que ainda existam pessoas morando nas ruas, invisíveis aos olhos de quem vê mas não enxerga; Principalmente, pelos olhos e ouvidos do poder público, em geral, que tem câmeras instaladas em toda parte, de governos que mandam sonda para ver se tem vida inteligente em Marte e tudo mais, mas que muitas vezes, problemas sociais precisam de ações como esta de financiamento coletivo para poderem auxiliar ao próximo.
Conheçam, no link a seguir, a Casa do Zezinho, instituição que cuida de 1.500 crianças que já foram invisíveis:

CASA DO ZEZINHO

Veja vídeo apresentação da referida instituição:



Educador, faça cópia de segurança de seu blog educacional





A imagem acima, da área pública do blog Educa Tube Brasil serve para ilustrar a necessidade que todo educador e blogueiro educacional deveria ter de, periodicamente, fazer cópia de segurança (Back up) de sua produção digital.
É algo simples e que recomendo, pois eventualmente, caso ocorra alguma problema de acesso à área de edição do blog, é possível entrar no BLOGGER do Google - ferramenta gratuita de criação de blogs - e criar um novo, com o arquivo de back up armazenado no computador, em pen drive, na nuvem.
Quem usa Wordpress, deve haver um recurso semelhante nas Configurações do mesmo.
O procedimento é simples, rápido e eficiente, basta seguir o passo a passo com as imagens capturas da tela (via print screen):



Acima, primeira ação é ao entrar na área de edição do blog, no painel de controle, esclher a opção CONFIGURAÇÕES, conforme seta indicativa na cor vermelha.



Depois, basta escolher no menu, a opção OUTRO.



Em seguida, vá no alto da página de configurações e escolha a opção EXPORTAR BLOG. Não se preocupe, os dados originais continuarão em seu blog, e é feita apenas uma cópia de segurança para ser exportada para além do Blogger.


Após, clica na opção FAZER DOWNLOAD DO BLOG, e aguarde.



Por fim, se usar navegador Firefox Mozilla, é só clicar no alto da página na opção de DOWNLOADS, de acordo com imagem acima, e lá estará armazenado um arquivo, com a data e a extensão XML, com todas as postagens já publicadas em seu blog.
Quem usa outro navegador (CHrome, Internet Explorer etc), poderá localizar este arquivo na pasta de DOWNLOADS do computador.
Repita este procedimento periodicamente, para manter um arquivo atualizado de toda a sua produção, pois, caso ocorra algum problema com o blog, é possível criar um novo, para, desta feita, IMPORTAR o arquivo de segurança para seu novo blog.
Um cuidado simples e necessário àqueles que fazem do blog mais que um jornal virtual, um veículo de interação com alunos, outros professores e a comunidade escolar em geral.
Faço semanalmente uma cópia de segurança que deixo armazenada no computador e também na nuvem (One Drive) de minha conta de e-mail. Recentemente, por conta de propaganda indesejada em um de meus blogs, que impede dos visitantes acessarem seu conteúdo, tive que criar um novo e efetuar este procedimento de IMPORTAR conteúdo de cópia de segurança, tempo atrás EXPORTADO para a nuvem.
Sem isto, todo um material produzido durante oito anos, estaria talvez irremediavelmente perdido. Não custa prevenir. Fica o conselho, então.

Observação: Para visualizar melhor as imagens acima, basta dar 2 cliques sobre cada uma para sua ampliação.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Anísio Teixeira: Educação não é privilégio (documentário na TV Escola MEC)




O vídeo acima Anísio Teixeira: Educação não é privilégio, descobri visitando a Videoteca do portal da TV Escola MEC, e trata-se de documentário da "Série Educadores", do referido portal.
Ótimo material sobre um dos grandes pensadores da educação brasileira.
E de fato, educação não pode ser vista como privilégio de alguns. Tampouco como algo obrigatório, pura e simplesmente, como um sistema padronizado, sem levado em conta os diversos aspectos de espaço, tempo, infraestrutura, gerenciamento, formação etc, que envolvem o ato de educar.
Abaixo, sinopse documentário que pode ser assistido também no portal, copiado vídeo pra blog e site, ou feito download:

Sinopse

O documentário revela a vida e a obra de Anísio Teixeira, advogado, escritor e educador nascido no município baiano de Caetité, em 12 de julho de 1900. O objetivo principal é explorar a mais revolucionária realização desse grande educador: a luta por uma escola pública de qualidade e a criação do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, mais conhecido como Escola Parque. A narrativa é construída por meio de um grande acervo de imagens de vídeos, filmes de arquivo, fotografias e documentos, além de depoimentos de filhos, amigos e especialistas.

A seguir, link para o acervo de vídeos da TV Escola MEC:

VIDEOTECA - TV ESCOLA MEC

"Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego": aplicativo de inclusão social


Be My Eyes - helping blind see from Be My Eyes on Vimeo.


O vídeo acima Be My Eyes - Helping Blind See (Seja Meus Olhos - Ajudando um cego a ver), descobri na rede social e trata-se de ótimo aplicativo, que como o nome indica, auxilia a pessoas com deficiência visual a poderem se situar, ler e conhecer locais, por conta de ajuda à distância de amigos, via smartphone. Torna o celular em guia e leitor eletrônico.
Uma criativa ideia de tornar a tecnologia da telefonia móvel como agente de inclusão social.
E o mais interessante é que o aplicativo está disponível para download gratuito para iPhones, via iTunes, conforme link abaixo:

Be My Eyes - Helping Blind See (download free)

Uma bela iniciativa de solidariedade e cooperação, conectando pessoas via tecnologia, em que faz de alguém distante - no espaço físico, mas próximo via mundo virtual - os olhos de quem não pode enxergar.
Para saber mais sobre o app Be My Eyes, acessem os link abaixo:

BE MY EYES - PORTAL


Conforme apresentação do vídeo a seguir, Be My Eyes - Lend your eyes to the blind (Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego), no Vimeo: "Seja os olhos para uma pessoa cega que necessita de ajuda remotamente, através de uma conexão de vídeo ao vivo, se você é cego e for avistado ou ser assistido pela rede de usuários com visão".

Be My Eyes from Be My Eyes on Vimeo.


Abaixo, endereço para seguir informações sobre o aplicativo nas redes sociais:

facebook.com/bemyeyes.org
twitter.com/bemyeyes

terça-feira, 3 de março de 2015

Memória fotográfica e Cubo de Rubik




O vídeo acima Photographic memory (memória fotográfica), encontrei na rede social e trata-se de incrível desafio de um jogo que de olhos vendados e pequenos instantes pra memorizar o famoso Cubo de Rubik, torna a ser vendado os olhos e consegue em menos de um minuto (42 segundos) encaixar os seis lados coloridos. Se já de olhos bem abertos é uma façanha, imaginem de olhos tapados, contando apenas com a memória fotográfica para concluir em tão reduzido tempo algo que parece tão simples para uns, e tão complexo para outros.
Assim funciona o processo de ensino-aprendizagem em que temos numa turma múltiplos talentos, cada qual com seu tempo particular: uns lentos, outros medianos, outras velozes.
Maior desafio do que de olhos vendados resolver o cubo de Rubik em menos de um minuto, é o professor diante de uma turma de 25, 30, 40 alunos, cada qual com seu tempo de aprendizagem, organizar uma boa prática educacional que respeite o ritmo de um grupo tão diverso.
O melhor caminho é pedir a colaboração destes alunos mais velozes na interação com alunos mais lentos em determinada atividade. Provavelmente aqueles alunos que tem maior velocidade de raciocínio matemático, nem sempre tem mesma desenvoltura em atividades envolvendo interpretação de texto, produção textual, desenho, etc. Até existem os superdotados, mas são uma minoria, e estes também podem auxiliar o professor na sala de aula, como um monitor. Todos acabam aprendendo com todos.
Incentivar uso de jogos antigos como o do Cubo de Rubik, da memória, ludo, xadrez, dama, vareta, dominó, etc, além de jogos eletrônicos é uma ótima possibilidade de trabalhar outros conteúdos, competências e habilidades. E se contar com atividades inter e multidisciplinares com outros colegas, seja de artes, história, geografia, matemática, português etc, melhor ainda. Amplia o leque destas possibilidades.

segunda-feira, 2 de março de 2015

MateMágica: Alunos da UnB criam brinquedos com material reciclável para ensinar lógica através de passes de mágica




O vídeo acima Os segredos da magia: andar em cima da água, que mostra o famoso "Mister M" desvendando os truques que todo bom mágico tem (no caso, utilizando estruturas de acrílico transparente e ilusão de ótica) é meramente ilustrativo de notícia que trata do uso da magia na matemática (MateMágica?), descobri via rede social a respeito de projeto de Alunos da UnB que criam kit de mágica para ensinar matemática e concorrem a prêmio internacional, vide imagem abaixo:



Conforme notícia do portal Último Segundo, que reproduzo a seguir:

Grupo de estudantes criou brinquedos feitos com material reciclável para ensinar lógica através de passes de mágica

Thaís Queiroz, João Sigora e Guilherme Ávila estão de malas prontas para Dubai, nos Emirados Árabes. O grupo de estudantes vai representar a Universidade de Brasília, nos dias 13 e 14 de março, na etapa regional do Hult Prize.
“O nosso projeto foi selecionado entre mais de 20 mil inscritos no mundo todo”, comemora Guilherme, formado em Economia e mágico profissional. João é formado em Relações Internacionais pela UnB e Thaís cursa doutorado em Relações Internacionais na universidade.
Guilherme conta que, desde novembro do ano passado, quando o trio decidiu se candidatar ao prêmio, foi pensada uma solução barata e viável para assegurar o desenvolvimento cognitivo das crianças em idade pré-escolar que vivem em favelas. Os estudantes da UnB Thaís Queiroz, João Sigora e Guilherme Ávila concorrem a prêmio em Dubai Divulgação/Secom UnB.
A proposta do grupo é usar a mágica como ferramenta pedagógica. “Pensamos em brincadeiras pedagógicas associadas à mágica que utilizem pouco ou nenhum material. São brinquedos simples, feitos de materiais recicláveis, a serem vendidos em mercearias por 60 a 80 centavos cada”, explica.
"Em comunidades em que famílias vivem com menos de 2 dólares por dia, a gente vende ideias", diz. "Por meio da brincadeira, é possível ajudar a desenvolver inteligências múltiplas nas crianças, como raciocínio lógico e habilidades linguísticas", completa.


Adinkra

Ainda em desenvolvimento, o produto já tem nome: Adinkra. Remetendo à cultura de matriz africana presente na sociedade brasileira, a palavra possui diversas simbologias e significados, como força e humildade. "O nome foi sugerido por Thaís, que já trabalhou em diversos projetos sociais no Brasil e no exterior", conta Guilherme.
A etapa final do prêmio acontece em Nova Iorque, quando será selecionado o melhor projeto educacional para crianças de 0 a 6 anos. O vencedor receberá US$ 1 milhão para desenvolver o projeto.
Patrocinado pelo ex-presidente americano Bill Clinton, o Hult Prize busca acelerar startups na área social. “A cada ano, um tema diferente é escolhido pelo próprio Clinton”, diz Guilherme.


Observação 1: Não foi possível conhecer detalhes do projeto, apenas sua ideia central, mas estaremos pesquisando seus desdobramentos e aguardando a socialização desta magia, como fe\ "Mister M", para que não seja apenas um truque sem solução. Enquanto isso não acontece, recomendo, além de uma postagem que trata deste tema O MÁGICO E O ILUSIONISTA NA EDUCAÇÃO, de autoria do editor deste blog.

Observação 2: O Educa Tube indica logo abaixo, link com outras postagem publicadas neste blog, cujo tema tem a ver a Mágica e/ou a Matemática:
MÁGICA E EDUCAÇÃO

MATEMÁTICA E EDUCAÇÃO

domingo, 1 de março de 2015

Ônibus 44: O que você faria nesta viagem? (curta chinês)




O vídeo acima, Bus 44 [Ônibus 44], é um curta-metragem chinês, escrito e dirigido por Dayyan Eng, e como diversas premiações em festivais internacionais de cinema, que descobri por acaso quando assistia outros curtas no You Tube.
A história conta um dia como outro qualquer no trajeto de um ônibus, com uma mulher sendo motorista. Numa das paradas, recolhe um rapaz e mais adiante, dois homens. O que acontece a seguir é algo revelador, que não desejo tirar a surpresa do visitante do blog.
Entretanto, sugiro ao leitor que interrompa aqui esta reflexão, veja o curta e depois retorne a esta breve resenha.
Feito isso, cada dizer que, parafraseando ditador popular: "Tudo na vida é passageiro, menos o motorista e o cobrador". No curta em questão só há passageiros e motorista. Mas todos somos de uma forma ou de outra, ou passageiros que deixa a vida nos levar, ou condutores do nosso próprio destino. Cada um faz sua escolha e estas escolhas possíveis e outras escolhas que fazem por nós moldam nosso viver...
Porém, como no curta, pra tudo na vida tem uma solução, algumas paliativas, outras irremediáveis. Somos nós que devemos escolher o caminho a seguir, com todos os riscos de subir ou descer em alguma parada. Alguns são salvos pelas suas ações, outros desgraçados por suas omissões e vice-versa...
O curta nos deixa a mensagem que às vezes somos salvos, justamente por nossas ações e não omissões, ainda que isso causa perdas aos demais.
Para ver, rever, refletir, debater sobre o nosso papel social no mundo em que vivemos, conceitos como solidariedade, omissão, redenção e tudo mais.
E você, o que faria diante de uma situação como esta ocorrida no Ônibus 44? Sua resposta lhe mostra se és, mais do que motorista ou passageiro, se és um cidadão do mundo ou apenas um turista acidental...