terça-feira, 26 de novembro de 2013

iDiotas: um filme de animação com robôs sobre a obsolescência planejada e a dependência do telefone celular



O divertido vídeo acima iDiots, foi indicação via Facebook do colega e amigo Alexsandro Oliveira, educador de Rio Grande, RS, Brasil e trata-se de um filme de animação com robôs sobre a obsolescência planejada e a dependência do telefone celular.
Uma divertida maneira de promover uma reflexão sobre a linha de produção de equipamentos eletrônicos (e bens em geral que são cada vez mais descartáveis, feitos para não durar, com uma vida útil cada vez menor, embora o preço esteja cada vez maior) e a linha (e sonho) de consumo das pessoas, que parecem mesmo robotizadas, usando o brinquedinho da moda, e aguardando a sua atualização e substituição, ainda que o "antigo" ainda esteja em condições de uso, mas a versão 3, 4, 5 é mais cobiçada... trocando cada vez mais rapidamente o novo pela novidade...
Conforme apresentação do referido vídeo, no Vimeo:
"O filme de animação idiotas joga com este duplo tema do vício telefone e obsolescência planejada, encenando robôs enormes que compram um novo telefone. Eles, então, descobrem novas aplicações e serviços que se agarram a sua [versão] idiota 4 até a morte de seu telefone ... e com a chegada do próximo modelo!
Note-se que os robôs presentes no vídeo são os modelos japoneses reais vendidos em kit. Big preguiçoso Robot, o estúdio que fez este vídeo, diz que não deve levar muito a sério a mensagem, pois é principalmente um vídeo promocional de rir de si mesmo. Mas, basicamente, você não pode deixar de dizer que o vídeo é justo e ver [nele] uma determinada realidade.
Basicamente todos nós somos um pouco bobos [robôs idiotas] em momentos de nossas vidas e alguns indivíduos com coisas que nem sempre podem controlar..."
Vejam também as relações entre pessoas que se tornam máquinas e máquinas que cada vez mais estão parecidas com pessoas nesta propaganda, chamada Audi A4 - Robots.

Audi A4 - Robots from BLR_VFX on Vimeo.


De certa forma, para algumas escolas e educadores, o aluno modelo é aquele robotizado, que não contesta, que não discute, que não promove diálogos, que apenas, em seu "código binário", diz: "Sim, senhor! Não, senhor!" Entretanto, educar não é mecanizar a educação, seja por processos de ensino-aprendizagem mecânicos, enquanto memorização, "decoreba" e assemelhados, seja pela incorporação de máquinas (computadores, tablets, datashow, lousa digital etc), antes mesmo da devida formação e mudança de paradigmas, pois a utilização de equipamentos eletrônicos no ambiente escola requer uma mudança na forma de educar, no tempo e no espaço, dando a mesma mobilidade das máquinas (sejam fones celulares, tablets etc) aos alunos...
Não se deve idiotizar o aluno, tampouco banalizar a tecnologia e a educação... Há que, como o Educa Tube sempre destaca: "Humanizar a máquina e não robotizar o aluno"... Pedagogicamente falando, há mais coisas entre a Didática e a Robótica que pode supor nossa vã Tecnologia...
Vejam também o documentário sobre o tema obsolescência planejada, link abaixo:

OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA E A SOCIEDADE DE CONSUMO

Nenhum comentário:

Postar um comentário