Encontrei o vídeo sobre "Farmar a aura", no perfil do Instagram de Jorge Gastaldi e é um divertido audiovisual para a introdução de uma aula de Língua Portuguesa sobre Variação Linguística, pois no referido vídeo constam diversas gírias da geração alfa, que suscedeu a geração Z, a partir de 2010, e que já nasceu num mundo hiperconectado, em que as tecnologias digitais fazem parte do dia a dia, da cultura e do viver dos jovens.
A língua, como uma ferramenta de interação e comunicação, é um instrumento em constante transformação, fruto, principalmente, das mudanças tecnológicas, históricas e sociais. Não falamos mais como no século XIX, como nos livros de Machado de Assis, pois o mundo mudou.
Apesar disso, cabe também reflexões, não apenas linguísticas, mas filosóficas, sobre a forma de vermos e retratarmos o mundo. E nesse ponto, a língua é o nosso meio natural de estar no mundo. Acompanhar essas mudanças, não apenas as climáticas, mas as linguísticas, é dever do bom educador, seja ele pai ou professor.
Este vídeo e outros mais que podemos encontrar no YouTube, Instagram e demais redes sociais digitais podem estinmular a troca de saberes entre gerações. Uma proposta educativa é convidar alunos a pesquisare,m juntos aos pais, avós e familiares sobre as gírias do passado, para perceberem como cada geração tem seus dialetos "tribais".
Six Seven, Vai tomando, tá no sabor, vem na minha salada, passinho do Jamal são outras gírias da geração alfa. E as gírias do passado? Que tal trocarmos esses conhecimentos entre as gerações?
Em tempo: Você já "farmou a aura" hoje? ;-)
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