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segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Tempestade: quando a arte e a criatividade humanas precisam provar que não são feitas por inteligência artificial #clipe #coreografia
O incrível clipe STORM [Tempestade] do rapper Yung Lean, com direção de Romain Gavras [2026], possui uma coroegrafia tão impressionante que foi acusado por alguns de ter sido produzido por inteligência artificial [IA], por conta da sintonia e sincronia dos dançarinos e essa obra-prima do GENER8ION [trocadilho alfabético e numérico com a expressão Generation], dos 4 minutos e 20 segundos até os 7 minutos e 04 segundos. Um verdadeiro CALEDOSCÓPIO vivo, que parece até ilusão de ótica, mas é pura magia e arte viva.
Para responder a seus detratores, o rapper resolveu reproduzir ao vivo, no VMAs 2026, a genial dança coreografada, sendo um marco para que possamos refletir sobre arte, cultura, autenticidade e simulação, não apenas na dança e na música, mas também no cinema, na literatura e todas as formas de talento humanos, hoje sob suspeita de manipulação digital.
Vejam a seguir o vídeo feito AO VIVO, para comprovar a genialidade da coreografia [a escrita corporal]:
Muitas pessoas têm sido acusadas de usar IA em suas obras, das mais variadas áreas, e nem sempre essas têm a oportunidade de fazer como Yung Lean. Eu mesmo, José Antônio Klaes Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, professor de Língua Portuguesa, Literatura e Filosofia, quando jovem, nos anos 80, fiquei em segundo lugar num concurso de redações, e só vim a saber, 20 anos depois, por comentário de uma integrante da banca julgadora, que meu texto foi considerado muito acima do nível de um jovem adolescente, e que, por não ter na época como checar se era plágio, pois não existia Google, fiquei com o prêmio de consolação de 2º lugar.
Ainda não existem formas fidedignas de comprovar que uma obra é produzida por IA, e quantas outras pessoas acabam sendo acusadas de um uso indevido que não fizeram. Somente pelo somatório de obras é que se pode perceber se é simulação ou genialidade. Um professor, um mesre, um capataz, um supervisor, com o tempo, consegue distinguir o talento da mera cópia, sem a necessidade de nenhum aplicativo. Só pela intuição, bom senso e olhar crítico. O brainstorm [a tempestade de ideias] que surge quando um mestre incentiva seus discípulos a exercitarem sua criatividade.
Parabéns a Yung Lean e ao GENER8ION pela concepção e execução de movimentos incríveis e extremamente criativos, frutos de uma inteligência natural.
Em tempo: Após publicar essa postagem, encontrei um video [Storm II] em ângulo mais aberto que demonstra toda a complexidade da apresentaçaõ e a torna mais genial ainda. Vejam a seguir:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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domingo, 18 de outubro de 2026
Encontro: uma vida inteira em cinco minutos [curta-metragem sobre dois quase estranhos num trem da vida]
ENCOUNTER [Encontro] é um curta-metragem de produção russa [2018], com direção da Fatima Zoloeva, que "Conta a história de dois ex-namorados que se encontram no metrô depois de muitos anos. No momento em que seus olhares se cruzam, o peso dos anos, as mágoas e os arrependimentos ecoam silenciosamente em seus olhos. Esses apaixonados, que não se viam há anos, sem dizer uma palavra, compartilham todos os seus sentimentos apenas com o olhar.
Por um instante, sentem que tudo permaneceu igual. Naquele momento, parece que o tempo parou. As lágrimas que brilham nos olhos dos ex-namorados dizem tantas coisas... Talvez as dores mais profundas e as maiores esperanças da vida estejam escondidas nesse breve encontro"; eis o resumo que encontrei no YouTube sobre esse comovente audiovisual que permite ver a vida como um trem [no caso, metrô], cheio de passageiros, em enconttros e desencontros. Viver é ser passageiro dessa imensa estação de trens que vêm e vão, de pessoas que são passageiras em nossa vida e outras se tornam tripulantes de nosso viver. Cada relacionamento que se encerra, nem sempre tem um culpado, pois ambvos contribuíram por ação ou omissão para esse descarrilamento.
Duas pessoas que foram apaixonadas, construíram uma família, imaginaram projetos, dividiram dívidas e sonhos, e com o tempo se tornaram estranhos num vagão, se encontrando por casualidade. Nem sempre estamos na mesma estação, seja de trens, metrô, do clima, do rádio, da vida...
Um curta, de apenas pouco mais de 5 minutos, mas que permite uma profunda reflexão. Um material para uma interpretação textual e uma escrita criativa com alunos, sugerindo a eles descrever, recontar e quem sabe, reimaginar um outro final para essa história de amor.
Certa vez, de passagem, ouvi comentário de duas colegas professoras, uma delas comentando com a outra que depois de 10 anos, finalmente, tinha assinado o divórcio e aquela pessoa com que ela dividiu cama, sonhos, projetos, despesas, era um estranho para ela. Saí com aquela frase [Eram estranhos] pipocando na mente e logo em seguida escrevi a poesia, link abaixo:
PALÍNDROMO AMOROSO - POESIA NO BLOG CONTROLVERSO
Em tempo: a imagem que ilustra o poema é uma colagem artesanal que fiz à época, usando apenas recortes de revistas, tesoura e cola bastão e digitalizando o resulado para o computador.
Vejam que outras versões, como temas musicais diferentes causam impactos diferentes também, como logo a seguir, que encontrei no Instagram, com a canção de Paloma Faith "Only Love Can Hurt Like This" [Só o akor pode machucar assim, tradução livre]:
Vide o clipe e legendas da canção "Only Love Can Hurt Like This" [Só o amor pode machucar assim], de Paloma Faith, que faz parte da trilha de uma das edições do curta Encounter [Encontro]:
Para complementar essa postagem, nos vídeos correlatos do YouTube, encontrei o clipe The One That Got Away [Aquele que escapou, tradução livre], de Katy Perry, que parece trazer uma mensagem semelhante ao curta Encontro. Vejam a seguir:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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domingo, 6 de setembro de 2026
Reflexão para professores e sociedade: o rapper, a professora e a "História em Quadrinhos" de uma vida: do bueiro para o mundo
O vídeo "Reflexão para professores" encontrei no YouTube, após vê-lo, primeiramente no Linkedin, e é um material relavante, pois traz depoimento comovente do rapper Emicida sobre quando era aluno e a importância de sua professora, dona Rita de Cássia, em sua vida, ao resgatá-lo do bueiro, adaptando seu conteúdo ao formato HQ [história em quadrinhos] que o menino que se tornaria Emicida gostava tanto. Demonstra o olhar peculiar de uma educadora, e seu papel social transformador, observando e produzindo algo que fizesse sentido àqueles aluno. Quem salva uma vida, salva o mundo, alguém disse isso, e a professora Rita de Cássia salvou um jovem que se tornou um artista criativo, respeitado e consagrado. Um prêmio a um educador saber que auxiliou nesse processo de empatia que gerou cidadania, arte, cultura e tudo mais.
Uma História em Quadrinhos viva, de uma criança que se tornou um artista, tendo uma professora auxiliando nessa travessia. Do bueiro para o mundo, e os palcos e mídias. Quantos outros Emicidas existem por aí, nem sempre resgatados de seus "bueiros" físicos, emocionais e sociais, nem sempre compreendidos, muiats vezes rotulados como alunos-problema, sem um maior interesse e investigação?
No vídeo em questão, além do depoimento de Emicida [- Eu existo, pois teve uma professora teimosa que me buscou dentro do bueiro!], consta um clipe feito com animação discutindo a situação do trabalho infantil, e que compartilho com os visitantes deste blog educacional sem fins lucrativos.
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sábado, 15 de agosto de 2026
[Brincando... de viver?]: plano-sequência artesanal simulando a vida e o passar do tempo em seriado [trabalho em equipe magistral]
Fazia um bom tempo que tinha visto esse incrível plano-sequência Kidding - The inside stuff [Brincadeira – Os bastidores], em tela dividida, mostrando os bastidores da criação, no Instagram de Caverna de Toth, mas não o localizava mais, até que descobrindo o nome do seriado Kidding [série de comédia dramática de 2018, protagonizada pelo ator Jim Carrey], encontrei o referido audiovisual [em tela dividida e em tela cheia] no YouTube e os divulgo agora nesta postagem com uma breve reflexão sobre a vida, o viver, o cinema, a arte, o trabalho e o cotidiano.
No primeiro momento, cabe a análise na perspectiva cinematográfica, do quanto uma obra precisa de uma equipe técnica de apoio nos bastidores para que a ilusão da sétima arte dê a sensação de realidade, por verossimilhança. O chamado Making off, em tela dividida demonstra esses efeitos visuais, feitos de forma artesanal para dar a impressão de lapsos de tempo, mudanças cronológicas amplas, ainda que tudo seja criado num mesmo espaço e tempo. Uma sequência genial que precisa ser planejada em cada detalhe para que o resultado seja magistral.
No segundo momento, a reflexão sobre o planejamento e organização que um professor deve ter em relação a cada aula, roteirizando sua metodologia e didática para que ambas causem um efeito especial no alunado. Os recursos digitais são aliados, meios, jamais o fim em si mesmo, pois do contrário, o resultado esperado não será atingido. Há que se tratar a sala de aula como um palco em que todos os participantes, mestre e alunos, são atores sociais, desempenhando um papel: que a informação gere conhecimento através das trocas de saberes e de experiências de vida.
Por fim, o terceiro momento, a reflexão sobre o mundo do trabalho e a importância fundamental do trabalho em equipe para o efetivo desempenho de uma profissão. Hoje, tudo está conectado, interligados, no sentido do maquinário [hardwares] e procedimentos [softwares], mas e os trabalhadores, colaboradores estão no mesmo ritmo que os algoritmos das máquinas? A etiqueta profissional, as habilidades e competências para o exercício daquela profissão estão sendo atingidos? Estão sendo oferecidos cursos de qualificação? Está bem remuneração e com condições de saúde física e mental o trabalhador em geral?
Não dá pra "Brincar de viver", ou viver numa eterna simulação, como um jogo. É preciso que o plano-sequência da vida também esteja em acordo com o projeto de vida de cada um, envolvendo as dimensões pessoais, sociais e profissionais. Para isso, requer pessoas que sejam diretores, conduzindo esse processo que envolve diversas pessoas num mesmo ambiente, seja ele familiar, escolar, laboral ou social. Fica aqui essa breve reflexão e provocação artística, filosófica e sociológica.
Para complementar esta postagem, indico o videoclipe da canção "Brincar de viver" [1983], com letra de Guilherme Arantes e interpretação de Maria Bethância:
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sábado, 25 de julho de 2026
A Sinfonia da Natureza e a vida intertextual por um fio: uma fotografia de pássaros inspirando a arte musical e projeto coletivo
Quem nunca olhou para pássaros nos fios de energia elétrica, não os fotografou, ou não imaginou uma pauta musical que atirem sua câmera fotográfia ou celular ao ar. A arte e estética estão em toda parte, e o olhar imaginativo humano também. Porém, quando une uma bela foto [feita em 2009, pelo fotógrafo Paulo Pinto, em Santana do Livramento, RS] e o olhar de um músico [o compositor Jarbas Agnelli, 17 anos depois], a magia se completa com a sobreposição de notas musiciais ao posicionamento original e natural dos pássaros, formando uma bela e inesperada partitura, que só poderia surgir de uma maravilhosa sinfonia da natureza, projeto que se transformou na SINFONIA DA ENERGIA, com a participação de empresa de energia elétrica na promoção do evento.
Parece até roteiro de filme, mas é a vida intertextual, presente no cotidiano, e que somente olhares atentos percebem e registram. E, assim, que era prosaico torna-se artísticos e filosófico.
Da leituras de imagens da natureza [fotografias] surgiu uma bela canção [sinfonia] que foi batizada de "Birds on the wires" [Passáros nos fios], alusão à canção homônima de Leonard Cohen. Dali em diante, essa ação se tornou projeto coletivo, com o chamamento para que outros fotógrafos enviassem para Jarbas Agnelli fotos semelhantes de pássaros nos fios. Algo que remete a uma ideia que faz tempo que comento com meus alunos nas aulas de literatura: nem sempre o gênio é o que teve a ideia inicial, mas aquele que percebeu outras possibilidades. Exemplo: Shakespeare reorganizando as ideias de Marlowe de forma magistral; Machado de Assis se inspirando e superando José de Alencar e outros casos além da literatura, em que um outro olhar ressignifica uma obra, transformando-a, inovando-a. Ação colaborativa e cooperativa em prol da arte e cultura.
Valorizar esse olhar de observador de filhos e alunos, colegas e amigos, vizinhos e ilustres desconhecidos é necessária para preservar nossa humanidade e a própria sociedade.
Vejam mais detalhes dessa experiência incrível assistindo ao vídeo acima e à postagem da Agência Brasil, no Instagram, logo a seguir:
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quarta-feira, 22 de julho de 2026
"Não te deixarei ir": clipe que parece curta e metáfora da rede social, muito além da digital [empatia e acolhimento]
O clipe I Won't Let You Go [não te deixarei ir, tradução livre], de James Morrison é uma daqueles audiovisual que parecem um curta-metragem cantado e contando uma história, muito alémd a questão motivacional, pois traz em si alguns arquétipos [modelos] universais: a mulher solitária, a multidão que se acerca sem saber o que fazer, até que um senhor idoso, de cabelos grisalhos, toma a iniciativa de replicar a posição da jovem deitada no chão, deitando-se ao lado dela, sendo imitado por todos ao redor.
Todos, em algum momento da vida, sentimo-nos sós, precisanod de um ombro amigo, uma palavra de conforto, ou apenas a presença de pessoas amigas ou que tenham por nós empatia.
Assim corre no plano real, saindo da ficção musical, quando alguém se coloca no lugar do outro, e demonstrando compaixão, sem querer acaba promovendo um efeito dominó nos que estão só observando sem saber o que dizer, fazer, a quem chamar. Precisamos de empatia, alteridade, solidariedade num mundo cada vez mais individualista, consumista e narcisista, dominado por telas que agem como espelhos, só que inversos, pois as pessoas muitas vezes não se reconhecem nos demais.
A arte, já disse Nietzsche no século XIX, "existe para que a realidade (ou a verdade) não nos destrua". Ideia essa recuperada pelo poeta Ferreira Gularte, no século XX: "A arte existe porque a vida não basta", pra tratar da criação literária e o sentido da própria vida.
Clipes, curtas, animações, desenhos animados, cenas de filmes e outros recursos audiovisuais são ótimos meios de se atingir um fim, seja numa dinâmica de grupos, numa introdução de aula, num encontro com pais, numa formação com professores, numa reunião congestões escolares ou públicos, numa trabalho em equipe pra conseguir aglutinar objetivos comuns, na pedagogia e filosofia do viver.
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segunda-feira, 20 de julho de 2026
"Quantos estudantes talentosos passam silenciosamente pelas nossas salas?" - reflexão de Francilma Éverton sobre cena emblemática de Matilda: O Musical
Essa cena emblemática do filme MATILDA: O MUSICAL, da Netflix, encontrei no Linkedin da professora Francilma Éverton, junto de uma poderosa frase reflexiva: "Quantos estudantes talentosos passam silenciosamente pelas nossas salas?"
De fato, quantos de nós, professores, conseguem descobrir talentos natos entre seus alunos? Eu, particularmente, tenho conseguido perceber jovens talentosos, até pelo fato de ser, além de professor, escritor e poeta, com uma relação profunda com a arte e a cultura. Muitos alunos que desenham, escrevem prosa e poesia, que gostam de dança, música, esportes, etc.
Muito aluno, aparentemente dispersivo [e eu fui assim] tem algum um talento, e fica viajando noutra dimensão, quando sentado numa sala de aula convencional. Saber identificar esses talentos, e, mais que isso, proporcionar a todos essas descobertas, é um papel social da escola, entre tantos, como o da interação e socialização entre diferentes, da formação pata a cidadania e para o mundo, etc.
Abaixo, trailer do filme:
MATILDA: O MUSICAL
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sexta-feira, 10 de julho de 2026
Literatura de Cordel na aula de Matemática: canal de vídeos no YouTube e criativa proposta interdisciplinar
A imagem acima é do incrível canal de vídeo no YouTube, intitulado Literatura de Cordel na aula de Matemática, que simplesmente cumpre o que promete, brindando quem visita o local com riquíssimo material audiovisual, artísitico, literário e cultural, numa proposta criativa, original e interdisciplinar.
Conforme apresentação do canal no YouTube: "Este é um espaço que propõem trabalhar com a poesia popular na aula de Matemática. O projeto Literatura de Cordel na aula de Matemática apresenta uma possibilidade para educandos e educadores trabalharem com a poesia popular nas escolas, permitindo por meio desse gênero literário discutir acontecimentos históricos, políticos e sociais no contexto das aulas de Matemática.
Projeto de Pesquisa-Extensão: Literatura de Cordel na Aula de Matemática está licenciado sob CC BY-NC-ND 4.0. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/© 2 por Jonson Ney Dias da Silva"
Abaixo, vídeo em cordel, sobre Pitágoras:
A seguir, link para o referido canal:
LITERATURA DE CORDEL NA AULA DE MATEMÁTICA
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domingo, 24 de maio de 2026
De Beethoven ao Rivotril: uma aula magna sobre a sala de aula e a retenção da atenção de um público em 2026
O vídeo que intitulei "De Beethoven ao Rivotril: uma aula magna sobre a sala de aula e a retenção da atenção de um público em 2026" é um daqueles audividuais geniais que merecem reprodução e divulgação, pois, além do humor, é uma crítica social relevante e necessária. Erudição e ironia em doses certas, fazendo relações entre tempos e espaços diversos, de Beethoven aos dias atuais, entre textos [musicais] e contextos [sociais].
Vendo e ouvindo Estilo Sonoro Melozin, produtor de conteúdo digital, é impossível, sendo professor, não se imaginar numa sala de aula, com os arroubos de Ludwig von Beethoven, tentando captar a atenção do alunado, com diversas entonações de voz. Professor que nunca fez isso, que atire a primeira barra de giz ou apagador pra cima. A forma de passar um conteúdo musical amplicando suas possibilidades de interpretação, além do mundo da música, para a sociedade em si é uma forma brilhante de ser didático por meio de uma "pedagogia" e metodologia criativa e divertida. Nem todos conseguem essa proeza, além dos grandes maestros [mestres] da música. Fingir-se de surdo, imitando Beethoven, idem. Num exercício de autocontrole. Mas também, como maestro, reger uma orquestra [turma], descobrindo talentos, despertanto habilidades e valorizando competências escolares, artísticas e sociais. Eis o grande desafio que Beethoven, se ainda estivesse entre nós, teria pela frente, se fosse um professor de música, num ambiente contemporâneo, permeado de todo tipo de ruídos e dispersões. Ludwig usaria hoje Rivotril? Provavelmente sim, talvez não. Tudo dependeria de sua condução como mestre em sala de aula, ou diante de uma audiência num teatro ou local público. ;-)
Um belo, irreverente e procedente material para uma dinâmica de grupos, não importa se professor, palestrante, expositor, etc.
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domingo, 10 de maio de 2026
Michael Jackson e O Pequeno Príncipe: intertextualidades entre literatura, cinema, dança e música [De Bob Fosse a Moonwalker]
A cena de THE LITTLE PRINCE [O Pequeno Príncipe], adaptação cinematográfica do clássico da literatura infantojuvenil homônima, de autoria de Antoine de Saint-Exupéry é um exemplo da intertextualidade [o diálogo atemporal e universal] entre obras e autores, nas mais variadas artes e temas.
O livro foi escrito em 1943 pelo escritor francês que desapareceu, curiosa e coincidentemente, em seu avião, durante a II Guerra Mundial. Há cena no livro de um avião que cai no deserto. Premonição? Licença poética? Mera coincidência de a vida imitando a arte? Provalmente a última alternativa.
. Esta postagem por exemplo, foi possível, graças a postagem de Presepada Geek, no Facebook, trazendo essas semelhanças. Já tinha lido sobre essas influências, mas a referida postagem me permitiu pesquisar mais fundo a respeito para a produção deste post.
Alguns dados interessantes a respeito dessas intertextualidades: O filme, produzido em 1974, trazendo como um dois protagonistas o lendário dançarino Bob Fosse, e sua emblemática coreografia da dança da serpente do deserto, que influenciou o popstar Michael Jackson, fã confesso do coreógrafo e dançarino. Ali se percebe, nitidamente, mas influências em alguns passos das coreografias de Michael em Billy Jean, Thriller, etc, nos anos 1980. A famosa "Moonwalker" [Caminhante da lua ou aquele que caminha na lua] é vislumbrada nas passadas de Bob Fosse. Mas aí cabe um adendo: a distinção do plágio [cópia e apropriação], da inspiração e genialidade em produzir algo novo em cima de uma ideia genial, no caso de Jackson.
Já publiquei neste blog educacional minha opinião sobre a questão da genialidade ser muitas vezes daquele que pega a ideia original e produz algo novo em cima dela, como no caso de Michael Jackson, que elevou ao extremo unma coreografia experimental de Bob Fosse, a quem ele, Michael, sempre reverenciou e jamais negou ser fã. O próprio Fosse se inspirou em outros dançarinos de outras épocas para compor suas obras e coreografias. É algo intrínseco do ser humano, imitar o jeito de andar, falar, caminhar, seu vestuário, forma de escrever e ver o mundo.
Vejam algumas semelhanças de Bob Fosse nos clipes de Michael Jackson, ao final desta postagem.
Da mesma forma, na literatura, além do cinema e da dnaça e música, Exupéry criou uma geração de escritores que se inspiraram em O Pequeno Príncipe para elevar a literatura infantojuvenil a uma categoria relevante, por si só. Todos os que vieram depois beberam na mesma fonte de Antoine, como o exemplo de O Menino do Dedo verde, de Maurice Druon [1955], e outros clássicos inafntis e hjuvenis que se seguiram a porta aberta por Saint-Exupéry.
Portanto, saber aproveitar ideias alheias e ampliá-las, dando o crédito ao autor original, é uma forma de manter a arte sempre viva, o que difere e muito das produções artísticas criadas por IA [inteligência artificial], que se apropriam da criatividade humana, sem o devido crédito cultural e econômico [direitos autorais e suas implicações financeiras].
Elvis incorporou a sua performance, muito do jeito de cantar e dançar dos afrodescendentes norte-americanos, por exemplo. A arte não sobrevive sem a intertextualidade. William Shakespeare elevou temas de Christopher Marlowe, primeiro seu rival, depois sócio, à categoria de obra-prima e basta uma pesquisa do repertório de ambos pra constatar essa afirmação. O memso processo se repete em Machado de Assis, o mais shakesperianos dos escritores latino-americanos [Dom Casmurro, uma releitura de Othelo, transpondo a temática do ciúme do século 17 para o 19] e outras situações.
Da literatura para o cinema, pode-se perceber uma série de citações visuais de Brian de Palma e outros diretores a Alfred Hitchcock e outros diretores. Assim, como na música e na dança.
Portanto, somos todos seres intertextuais, reescrevendo ideias, adaptando-as aos novos tempos, ressignificando obras e autores a cada geração. Ora por meio de paródias, ora por meio de releituras mais sofisticadas. O escritor Erico Verissimo, na literatura, em sua autobiografia Solo de Clarineta, chamava de "escritores fecundantes", atribuindo a Monteiro Lobato a sua inspiração para ser, além de leitor, escritor, editor, tanto de literatura adulta, como infanto juvenil.
Alguns passos de Michael Jackson que imitam os de Bob Fosse:
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quarta-feira, 25 de março de 2026
Contando e cantando em inglês numérico [música, matemática, linguagem, criatividade, humor e IA]
O vídeo que intitulei de INGLÊS NUMÉRICO - e encontrei no Instagram - é uma dessas peças de humor que comprovam como a criatividade humana é insuperável., mesmo em tempos de inteligência artificial], pois as chamadas IAs jamais criarão algo do nada, de forma imprevisível, como o audiovisual em questão. Elas sempre terão um banco de dados da produção humana para se guiar, imitar, copiar, simular. IA é uma espécie de Caverna de Platão 5.0, que aprende com o que está nessa imensa caverna digital que denominamos de internet. Fora desse "quarto chinês", como na filosofia foi definida a experiência para saber se as máquinas pensavam como nós, a partir de ideias do matemática Allan Turing, a criatividade humana sempre estará um passo a frente. Desde que não fique robotizada pelos algoritmos e fake news das redes sociais digitais.
Por isso, o papel social fundamental do bom professor, de provocar reflexões, estimular o senso crítico, incentivar a leitura de livros e de mundos, proporcionar a cidadania e a emancipação do aluno.
Um vídeo com múltiplas funções, pois permite discutir aspectos da linguagem, traz elementos da matemática, do humor; além de flertar com a música, cantando e contando números em inglês. A intérprete mantém uma entonação perfeita e o ritmo de uma conhecida canção, o que, aos desavisados, talvez "passe batido", mas aos conhecedores do idioma de Shakespeare, não.
Humor é coisa séria e posso provar com esse audiovisual e postagem.
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domingo, 15 de março de 2026
A novidade passa: videoclipe, literatura, filosofia e metodologia de projetos
@raybullraybull The New Thing Dies 🔸M Train🔸
♬ original sound - Ray Bull
"A NOVIDADE PASSA" [tradução livre, ao invés de "A coisa nova morre" para o título da canção "The New Thing Dies", da dupla Ray Bull, que encontrei no TikTok, é um daqueles clipes em que uma ideia simples e inovadora se torna algo genial. Um smartphone, uma fita adesiva, um trem que parte [metrô] e um videoclipe sendo gravado em tempo real, mostrando a paisagem em conexão com a letra da canção, sobre o fato que somos passageiros de uma viagem maior. Se tudo passa, e o novo de hoje, um dia será passado, então, que aproveitemos bem a viagem e saibamos observar cada detalhe da paisagem ao redor.
Nem sempre um clipe para ser criativo precisa usar e abusar de efeitos visuais, IA, etc. Assim como projetos de vida, de estudo, de trabalho. Sejamos nós mesmos, façamos as coisas de forma simples, eficiente, duradoura, corrigindo rotas, ideias, equipamentos, quando necessário for, seja aonde for.
Uma ideia para todo projeto que trabalha com linguagens e metodologia de projetos mostrar a seus alunos. Ideias simples e eficazes que podem mudar o dia de alguém. Que podem ser atividade interdisciplinar entre língua portuguesa e língua inglesa, etc.
Se a novidade sempre passa, o que permanece são as boas ideias, simples de serem replicadas.
Abaixo, link para tradução da letra:
THE NEW THING DIES
A seguir, a canção em questão, que podem ser ativadas as legendas:
Para complementar esse tema sobre vídeos e trens, recomendo a postagem antiga neste blog educacional, no link logo abaixo, e novas ideias d eprojetos audiovisuais poderão surgir:
O TRENZINHO CAIPIRA / CORRENTEZA
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 14 de março de 2026
A dança das cadeiras: coreografia com sintonia e sincronia perfeitas ao som de Bohemiam Rhapsody [trabalho em equipe]
O vídeo que intitulei "A DANÇA DAS CADEIRAS", encontrei no story do Instagram de Fernanda Amaral Silveira, jornalista e revisora de São José [SC] Brasil e que replicou o story de Uma Mulher e seu Divã que, por sua vez, pegou fragmento de apresentação do grupo de danças CDK Company [companhia de dança holandesa] e editou uma canção brasileira de Ney Matogrosso, quando a versão completa e original, logo a seguir, é do espetáculo Bohemiam Rhapsody, clássico da banda Queen.
E o mais interessante dessa incrível sintonia e sincronia, e de plasticidade de imagens, entre movimentos com cadeiras e dança, é que [conforme comentários na postagem do Instagram, em especial de Karine Bonfim] a CDK Company possui um coreógrafo brasileiro, chamado @sergiovsreis.
Dança é a linguagem dos corpos, cheios de acordes e despertares, e promover a junção com a música, com a coreografia, o teatro, se transforma numa obra intertextual e múltipla. Arte pura e viva.
O vídeo acima, fragmento de um completo, demonstra que é possível inovar, utilizando apenas uma cena de um audiovisual maior, editando som e outros efeitos, para uma dinâmica de grupo ou outra atividade, envolvendo trabalho em equipe, que exijam sintonia e sincronia.
A seguir, o vídeo completo da referida apresentação, com direção e coreografia de Sérgio Reis, em especial dos 50 segundos ao 1 minuto e 20 segundos, com a dança das cadeiras:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Máquina do Tempo da Internet [Internet Archive]: biblioteca digital sem fins lucrativos com milhões de textos gratuitos, filmes, músicas etc
O Wayback Machine [Máquina do Tempo] é uma ferramenta gratuita do Internet Archive que funciona como imensa biblioteca sem fins lucrativos de milhões de textos gratuitos, filmes, software, música, sites, e muito mais.
Conforme dados no site, "trata-se de uma organização sem fins lucrativos fundada em 1996, que permite acessar versões arquivadas de páginas da web desde 1996. Com mais de 613 bilhões de páginas arquivadas, a ferramenta funciona como uma 'máquina do tempo da internet', possibilitando visualizar como um site era em datas passadas, mesmo que tenha sido alterado, removido ou esteja fora do ar".
Além disso, ele está "construindo uma biblioteca digital de sites da Internet e outros artefatos culturais em formato digital. Assim como uma biblioteca física, oferece acesso gratuito a pesquisadores, historiadores, acadêmicos, pessoas com deficiência visual e ao público em geral". A missão, de acordo com a apresentação do portal, é a de fornecer acesso universal a todo o conhecimento.
O Internet Archive iniciou em 1996 arquivando a própria Internet. Passados 30 anos de história da web, o Wayback Machine trabalha com mais de 1.400 bibliotecas e outros parceiros através do programa Archive-It para identificar páginas importantes da web, constando impressionantes materiais, assim discriminados: 1 trilhão de páginas da web; 56 milhões de livros e textos; 13 milhões de gravações de áudio (incluindo 280.000 shows ao vivo); 15 milhões de vídeos (incluindo 3,3 milhões de programas de notícias de televisão); 5,3 milhões de imagens; 1,3 milhão de programas de software.
Para usá-lo, basta, primeiro, selecionar o idioma português e visitar a biblioteca digital, pesquisando seu imenso arquivo que conta com filmes, livros, músicas e imagens das mais variadas épocas e de outras bibliotecas do mundo. Os arquivos [em sua maioria] podem ser baixados gratuitamente. A última atualização do site, conforme consta na página inicial, é de 31/12/2014, portanto, existem inúmeros arquivos até essa data, de seriados, animações, filmes, livros etc.
Abaixo, link para acesso:
WAYBACK MACHINE - INTERNET ARCHIVE
A seguir, alguns vídeos interessantes sobre a idealização do futuro na década de 1960, que encontrei na biblioteca digital e que localizei também no YouTube:
Predição da Philco-Ford em 1967 sobre o ano de 1999
Visão de futuro em 1967 sobre 1999 (Ford-Philco)
Chamada para o século 21, em 1962
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
"O movimento de hoje transforma o amanhã": aula de regência e coordenação motora por meio da arte [sintonia e sincronia musical]
O vídeo "O movimento de hoje transforma o amanhã" é uma aula incrível que poderia se tratar de um experimento social genial ao usar a música clássica de Beethoven com crianças, numa projeção em tela, com imagens que simulam os acordes [e despertares] da sinfonia, descobrindo talentos e futuros regentes, além da questão de coordenaçãom motora e tudo mais e que descobri no Instagram de Pais Que Nutrem. Mais que um vídeo motivacional, é um importante material para discutir habilidades e competências, hards skills e soft skills, arte e cultura, repertório sociocultural e outras coisas mais na formação de crianças e jovens. Educação para a vida e para o mundo, e não apenas para o trabalho. Afinal, como o título indica, em se tratando de educação "O movimento de hoje, de fato, transforma o amanhã". É na educação básica que se lançam os alicerces para o resto da vida.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
"A velha a fiar" no canal "Volta a fita": música, arte, cultura e a televisão como máquina do tempo
" "A velha de fiar" é uma incrível performance teatral do ator Arthur Kohl, representando, interpretando uma canção infantil, esbanjando coordenação entre o texto da canção e a expressão corporal numa sintonia e sincronia incríveis. Mais que isso, esse audiovisual, que me foi indicado por Rejane Klaes, bibliotecária aposentada, residente em Porto legre [RS], Brasil é um documento vivo de uma época de ouro da televisão brasileira, servindo como máquina do tempo, como o é o perfil do instagram VOLTA A FITA, que reúne miomentos mágicos da TV.
O escritor Erico Verissimo, em sua autobiografia "Solo de clarineta" declara que sua educação foi cinematográfica, aprendendo muito com os filmes, antes mesmo de adentrar aos bancos escolares. Erico pertenceu a uma geração em que a sétima arte [cinema] de fato os educou. A geração seguinte foi formada pela televisão, com desenhos animados, telenovelas, telejornais, a famosa Sessão da Tarde, com filmes de aventura, programas de humor, etc. A atual foi educada pela internet, Google, jogos eletrônicos, canais do YouTube, influencers... E a próxima, por qual meio tecnológico? IA?...
YouTube, Google, diversos canais no Instagram, no Tik Tok e outros promovem esse resgate de um tempo que ficou apenas na memória de quem vivenciou e que pode ser resgatado pelas novas gerações, nesse quebra-cabeças de diversas produções audiovisuais, que servem também como repertório e suporte para educadores, num diálogo entre gerações.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.
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