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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Deu Bike: projeto de mobilidade e sustentabilidade entre professora e alunos
O vídeo acima Projeto Deu Bike é um projeto sobre planejamento e mobilidade urbana feito em parceria com uma professora de educação ambiental e seus alunos que proporciona que enquanto se anda de bicicleta seja possível recarregar a bateria do telefone celular, tudo utilizando ferramentas do Google for Education.
De acordo com o portal educacional PORVIR, onde encontrei esta notícia, em que a professora Dária Teixeira Passos,, faz um relato de sua experiência, vide abaixo:
Estudantes criam bicicleta que carrega celular
A prof. Dária de Praia Grande (SP), Brasil, declara que: "A experiência 'Deu bike – um projeto sobre mobilidade urbana' nasceu da necessidade de apresentar aos alunos do ensino fundamental conceitos de planejamento urbano e seu impacto no desenvolvimento econômico, social e ambiental, além de conhecer boas práticas de mobilidade nacionais e internacionais. [...] Por meio de pesquisas digitais monitoradas por mim, os alunos puderam produzir conhecimento. Construímos um mapa de mobilidade urbana mundial e local utilizando o Google Mymaps, utilizamos o Google Forms para apresentar as informações coletadas através de gráficos e o Google Plans para compilar todas as informações. Por fim, ainda produzimos vídeos informativos e incentivadores do uso da bike como transporte ideal para a realidade local".
O projeto que abrange 22 km de ciclovias do Colégio Novo Munco até o bairro Solemar, teve desdobramento: "O resultado foi apresentado na feira de ciências do colégio. O projeto também foi apresentado e publicado no ICLOC 2017 e inscrito no ICLOC Jovem 2017. Quando o aluno é protagonista e ele entende seu papel neste protagonismo, os projetos acontecem com um nível de conhecimento extraordinário", segundo declara Dária, que é "Bióloga e pedagoga, consultora acadêmica, professora e palestrante em saúde infantil, integrante do grupo de educadores Google de Praia Grande e aprimoranda em diversidade escolar".
No link abaixo, mais detalhes sobre o referido projeto:
PROJETO DEU BIKE -0 BICICLETA SUSTENTÁVEL E MOBILIDADE URBANA
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Paredes que se movem: O futuro dos apartamentos e da educação?
O vídeo acima Pop Up Apartment: an interactive flexible house + ready prototype (Pop Up Apartamento Pop Up: Uma casa flexível interativa + protótipo pronto), descobri via Twitter da amiga Elenara Stein Leitão, arquiteta de Porto Alegre, RS, Brasil e editora do ótimo blog Arquitetando Ideias.
A expressão "Pop Up", lembra aqueles livros de abrir e montar que crianças e jovens adoram. Como um jogo Lego em 3D e tamanho gigante.
No caso do vídeo em questão, trata-se, conforme destaca Elenara, de:
"Apartamentos conceituais onde os espaços vão sendo usados de acordo com as conveniências é a proposta desse projeto da equipe de design Hyperbody de TU Delft, na Holanda.
A ideia básica é de um espaço único de 50 m2 que possa se mover de acordo com as necessidades.
Mover? Como assim? Através de um motor que fica sob o piso e que faz com que as paredes se movimentem e criem o espaço que se precisa. Tudo está em constante mudança, paredes, móveis, pessoas, vida...e tudo controlado por aplicativos de smartphones".
Imaginem só, espaços móveis de interatividade, não apenas na sala de casa, mas na sala de aula, em que painéis pudessem sem deslocados de lá pra cá e de cá pra lá, promovendo a mesma portabilidade e mobilidade que os equipamentos eletrônciso sem fio permitem aos jovens.
Realmente, algo muito hightec, ainda mais quando nem conseguimos imginar como será a própria tecnologia do futuro, diante dos cada vez maiores avanços tecnológicos que deixam o que era moderno hoje, ultrapassado em questão de poucos meses. O notebook nem bem foi incorporado ao ambiente escolar e já veio o tablet, logo virão outras novidades tecnológicas, requerendo cada vez mais avanços também metodológicos, na questão do tempo e espaço educacionais.
Mas é também uma genial ideia, de levar em conta um pequeno espaço, promovendo as múltiplas possibilidades de uso, respeitando a luminosidade do dia, em que são distribuídas certas divisórias, como a da noite, da mesma forma, o meio ligado ao ambiente que se deseja, adaptando-o à necesidade de cada momento. Algo para instigar, não apenas arquitetos de construções de moradias, mas aos "arquitetos" de construções do conhecimento, nas escolas. Como um jogo de montar uma aula, conforme a necessidade daquela disciplina e/ou conteúdo programático.
Esse apartamento do futuro é um protótipo, movido por motores e aplicativo, requerendo uma experimentação. A sala de aula do futuro, os motores de sua utilização devem ser os professores e alunos, e os aplicativos que movem estes, muitos estão aí disponíveis, bastando uma pesquisa e imaginação de como usá-los no cotidiano escolar. São inúmeras as possiblidades, sejam na questão da inclusão digital, seja na mobilidade de fazer uma sala de aula, qualquer lugar: uma saída de campo em torno da escola, numa biblioteca pública, num parque etc
Há que se pensar a questão da mobilidade humana, seja do mobiliário, que permita usos variados, racionalizando inclusive pequenos espaços. Pensar a mobilidade do próprio tempo e espaço escolares, através de outras formas de interação em sala de aula, dentro da escola e fora dela... A criatividade poderia ser incentivada, nas interações entre professores e alunos, pensando formas conjuntas de utilização desses tempos e espaços de convívio social, educacional e tecnológico.
Não sabemos sequer como será a internet do futuro, mas esperamos que a escola mude um pouco seu espaço, para que não continue a reproduzir seu padrão de fundação, lá no século XIX, e ainda arquitetonicamente tão fiel ao tradicional, ao formal, sem a devida mobilidade e portabilidade que as tecnologias eletrônicas já permitem aos alunos, fora das austeras salas de aula.
Mais que um exercício de iamginação, o vídeo acima nos permite pensar conceitos como portabilidadem, mobilidade, modernidade, tecnologia, metodologia, tempo, espaço, interatividade, convergência etc.
Como escreveu Elenara Stein Leitão em seu blog: "Um arquiteto tenta projetar espaços com razão e sensibilidade. Tenta transformar sonhos de vida em paredes e cores, luzes e nuances que se tornarão realizáveis com o passar das horas de um dia. Um arquiteto tenta conceber aquilo que se antevê apenas em sonhos".
O educador, seja pai ou professor, precisa ter essa concepção de intervenção, na "arquitetura" do tempo e espaço de seus filhos e alunos, antevendo o futuro, e projetando neles sonhos possíveis de realização, a partir de seu experi~encia de vida, sensibilidade e dinâmica de grupo.
Posteriormente à publicação desta postagem, encontrei outro vídeo que dialoga om a ideia de mobilidade do espaço, no vídeo abaixo, que ecncontrei no portal eCycle, com a proposta de eco design ou um "Design inteligente faz [que] espaço minúsculo ser multifuncional" e que remete a ideia também de um design educacional. Se o design instrucional é um conceito de tornar mais acessível o espaço virtual, esse design educacional, deveria ser formas de tornar o espaço físico em algo mais dinâmico, agradável, motivador e instigante. Veja que interessante ideia de tornar um espaço único em um ambiente múltiplo (sala de visitas, cozinha e quarto de dormir) com um simples uso de divisórias móveis e móveis embutidos:
ALL I OWN HOUSE by PKMN Architectures from PKMN [pac-man] on Vimeo.
O vídeo acima, encontra-se no portal Vimeo, intitulado de All I Own House (Tudo o que tenho casa) que, conforme o portal eCycle, a ideia é do "estúdio PKMN Architectures, da Espanha, [que] bolou um espaço interno de uma casa com cômodos ajustáveis. A organização lembra muito a de certas bibliotecas, em que uma estante precisa ser empurrada para liberar espaço. No projeto, as estantes foram feitas com madeira leve e colocadas sobre trilhos. Dessa forma, o mesmo espaço pode servir para receber visitas, dormir em uma confortável cama ou cozinhar".
Algumas escolas utilizam a sala de vídeos, o teatro, a própria biblioteca como esse espaço de múltiplas interações e adaptações.
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segunda-feira, 28 de julho de 2014
Martín Restrepo comenta tendências para a educação : dispositivos móveis, storytelling, experiências transmídias etc
O vídeo acima Martín Restrepo comenta algumas tendências para a educação, descobri via Twitter do Instituto Claro e trata-se de entrevista do educador espanhol, comentando algumas das tendências para a educação, neste século XXI.
Conforme notícia no portal do Instituto Claro:
"Inspirados pelo conceito de mobile education, diversos pesquisadores estão sugerindo e implementando mudanças na forma como a aprendizagem se estabelece dentro e fora da sala de aula. Conversamos com Martín Restrepo, fundador da Editacuja e especialista no tema, a respeito de algumas transformações que devem ganhar força na educação nos próximos anos.
Para Restrepo, que também é consultor da versão brasileira do Horizon Report, as escolas devem estabelecer seu currículo tendo em foco grandes áreas de conhecimento e o desenvolvimento de projetos. Desta forma, elas seriam capazes, segundo ele, de transformar-se em incubadoras de projetos criativos onde alunos e professores têm a liberdade de criar e aprender juntos.
Entre as tendências de comunicação que podem ser aproveitadas para envolver estudantes em atividades de aprendizagem está o storytelling – que nada mais é que a habilidade de desenvolver narrativas para engajar – e as experiências transmídia, que utilizam aproveitam o melhor de cada mídia para contar uma história de forma integrada.
Restrepo aponta, ainda, a questão dos conteúdos abertos como fundamental para futuro próximo da aprendizagem, já que ela possibilita que professores e alunos recriem, remixem e compartilhem conteúdos educacionais, com as escolas convertendo-se em editoras".
Quem acompanha o trabalho do Educa Tube Brasil deve ter percebido o quanto este blog educacional defende muitos dos conceitos que Restrepo apresenta, como o uso de narrativas (escritas ou audiovisuais) por professores e alunos, do trabalho coletivo em coautoria, da aprendizagem significativa além da sala de aula, da utilização de metodologias diversas para espaços diferenciados de interação, da necessidade de processos de ensino-aprendizagem serem feitos na sala de aula, em espaços informatizados, na biblioteca escolar e em saídas de campo, seja no entorno da escola ou além, dando significação ao ensino formal do professor e ao conhecimento prévio que tem o aluno.
A mobilidade deve ser do usuário também e não apenas do maquinário, a convergência de multimeios deve ser pensado entre os atores sociais que são os alunos, professores, equipe diretiva, comunidade escolar, com o sentido não apenas tecnológico, mas pedagógico e social.
Pensar o termo redes sociais, além de experiências digitais, conectadas à internet e em tempo real, mas trabalhar este conceito com toda a escola, como um trabalho em rede educacional.
A fala de Martín Restrepo vem ao encontro do que o Educa Tube Brasil e traz novos conceitos, para práticas empíricas que o editor deste blog tem feito a algum tempo, como transmídia, por exemplo, que ver o mundo real como uma grande mídia que deve ser incorporada à educação.
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domingo, 4 de maio de 2014
A evolução da bicicleta em um minuto
Evolution of the Bicycle from Visual Artwork on Vimeo.
O vídeo acima A evolução da bicicleta em um minuto, encontrei nas redes sociais e trata-se de ótima animação que justamente apresenta todas as transformações que a bicicleta sofreu desde a sua invenção.Conforme apresentação no portal de vídeos Vimeo: "Projeto de artista visual Thallis Ville von Holck mostra como a bike se adaptou ao longo dos tempos.
A bicicleta é o meio de transporte mais sustentável do mundo, mas também é uma grande diversão. Mas será que sempre foi assim? A animação do artista visual Thallis Ville von Holck mostra que a bike sofreu diversas mudanças desde sua concepção, há mais de dois mil anos. Certamente, andar de bicicleta não devia ser tão divertido naquela época como é hoje".
Um ótimo material para refletir sobre conceitos, pois ainda que tenha sofrido diversas mudanças nestes 2 mil anos, a bicicleta ainda continua sendo um veículo sobre rodas, movido pela força motriz humana, que requer apenas equilíbrio, velocidade e exercício...
Em um mundo dominado pela alta tecnologia, a bicicleta também sofreu uma grande evolução quanto aos materiais utilizados, deixando-a mais leve e veloz, mas seu conceito inicial de transporte ainda é o mesmo... Muitas coisas do mundo atual, do parafuso à roldana, da alavanca (seja hidráulica ou manual) à fotografia, ainda continuam fiéis ao seu princípio inicial, sofrendo apenas evoluções.
Não devemos ser refratários ás tecnologias, mas devemos reconhecer a contribuição de nossos antepassados na evolução tanto dos meios de transporte, como das tecnologias em geral. Todos conhecimento é fruto destes conceitos sofrendo adaptações, transformações...
Como educadores, precisamos refletir e apresentar sempre um contexto histórico e um conceito a respeito dos conteúdos que repassamos...
sábado, 28 de julho de 2012
Homo Zappiens: educando na era digital
Descobri o conceito de Homo Zappiens, ao assistir a defesa de William Edgar Lanzendorf, de Tubarão - SC (27/07/2012), na pós-graduação em Mídias na Educação / FURG, cujo tema foi "A mídia internet e o ensino da língua inglesa", com a orientação de coleg'amiga Angélica Miranda, professora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), de Rio Grande - RS - Brasil.
Segundo a professora Izabel Patrícia Meister (Centro de Universitário Belas Artes, de São Paulo - SP), em sua resenha do livro Homo Zappiens: educando na era digital, de W. Veen e B. Vrakking: "O professor Wim Veen, da Universidade de tecnologia de Delft (área de Educação e Tecnologia), Holanda, Países Baixos, e Bem Vrakking, aluno e pesquisador de pós-graduação em engenharia de sistemas, análises de políticas e gerenciamento na mesma universidade, são autores deste livro que de forma explícita nos coloca frente à tecnologia própria da cultura do nosso tempo, especialmente na sua relação com a educação. Para o primeiro, a tecnologia como propulsora de modificações importantes no comportamento, aprendizagem e forma de produção de conhecimento das gerações que se formam dentro desta cultura. O segundo, ao estudar processos de mudança, estabelece a aprendizagem como meio básico para lidar com ela. As necessidades estabelecidas por cada um dos autores bastam para tornar esta uma leitura interessante, na medida em que educação, tecnologia e processos de mudança são vistos como partes de um mesmo ecossistema, o que dá agilidade e dinamismo a estas questões e propõe reestruturações importantes para a educação. Principalmente se levarmos em conta a chamada geração Y, nascida depois dos anos 80, e que faz da tecnologia não uma extensão do corpo, mas o seu próprio corpo, não somente de forma metafórica, mas de forma real, física, pela aderência de equipamentos tecnológicos que lhe dão mobilidade e desprendimento. A convergência das mídias e conteúdos, com lógicas e linguagens próprias, gera formas de comunicação particulares com as capacidades perceptivas, tecnologias de informação e comunicação não limitadas aos seus suportes."
De fato, uma geração conectada em todos os sentidos às TIC, mídias e redes sociais, tanto que parece até que breve, ao invés de cordão umbilical, nascerão conectados a um cabo com entrada USB na ponta. Brincadeiras à parte, é uma necessidade ao educador do século XXI conhecer o universo digital e social de seu alunado, para com esses dados propor estratégias efetivas e satisfatórias de interação. Um diálogo que deve ser feito dentro e fora do espaço e tempo escolares.
Abaixo, link para a íntegra da resenha de Izabel Meister:
RESENHA DO LIVRO "HOMO ZAPPIENS: EDUCANDO NA ERA DIGITAL"
Conforme apresentação do referido livro, pelo Google Books: "Homo Zappiens - Educando na Era Digital' examina como as crianças que crescem em um mundo de tecnologia e de mudanças constantes demonstram maior relutância em encaixar-se no sistema educacional do que qualquer outra geração antecedente. Este livro ilustra os desafios que o estilo de vida digital das mentes dos jovens cria para os professores, as escolas e a educação em geral. Trata-se de um guia para as pessoas entenderem o que faz com que as crianças se concentrem e se desenvolvam na era digital."
Aqui, link para a íntegra do livro (para leitura, impressão ou download):
HOMO ZAPPIENS: EDUCANDO NA ERA DIGITAL, de Wim Veen e Bem Vrakking
O curso Mídias na Educação (formado por 3 módulos: básico, intermediário e avançado) é oferecido pelo Ministério da Educação, via inscrição prévia na Plataforma Freire, e ao seu final, torna-se uma especialização. Seu conteúdo pode ser consultado e baixado livremente pelos interessados, no portal do MEC, link abaixo:
CONTEÚDO CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - MEC
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