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sábado, 8 de agosto de 2026

Você pertence ou apenas se adapta aos espaços sociais em que convive e interage? Mais que uma pergunta, uma filosofia de vida!




O vídeo incrível que descobri no Instagram de Sol Moraes, com o sugestivo título de VOCÊ PERTENCE OU APENAS SE ADAPTA é um convite à reflexão sobre textos e contextos, sobre pessoas e lugares, sobre sensações e sentimentos e muito mais a partir de sucessão de imagens sem nenhuma palavra, a partir de linguagem universal e atemporal.
Como destaca Sol Moraes, na apresentação do vídeo: "Há lugares em que você consegue ficar, mas não consegue existir".
Pertencer e Adaptar-se são situações bem diversas, e que nos fazem pensar muito mais do que apenas lugares físicos, mas filosofias de vida. E que remete a conceitos como Inclusão e Interação. O primeiro é integrar-se a um meio e o segundo a ser tolerado, nem sempre estar integrado. Algo profundo que encaminha para outrso conceitos como Igualdade e Equidade. O primeiro, que significa tratar a todos de forma igual, inclusive os desiguais; já, o segundo, pressupõe adaptações para equilibrar as desigualdades, sejam sociais, físicas, intelectuais etc.
Na natureza, há o exmeplo mais nítidos de diversos animais que pertecenem a ela, inclusive seres humanos, como os povos originários; enquanto os colonizadores são aqueles que tentam se adaptar ao clima, local, costumes.
Para Sol, pertencer é chegar inteiro; adaptar-se, geralmente, indica a perda de parte em prol do outro, digo eu. Há, por aí, quintais e quintanares, poeticamente falando. Nem todos os locais são abrigo, alguns podem ser cavernas. Entretanto, muitos podem ser a acolhida que necessitamos. Tudo depende da soma de diversos fatores culturais e sociais.
Com as mudanças climáticas, parece que não pertencemos mais a esse mundo,e apenas tentamos nos adaptar para sobreviver.
Um vídeo simples, criativo e profundamente filosófico, que permite diversas possibilidades de uso em dinâmicas de grupo, formação profissional, atividades coletivas, artísticas etc.
E você? Pertence ou se adapta, seja à família, à escola, ao trabalho, à sociedade, ao mundo?

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Por uma comunidade inclusiva: um experimento social impactante e comovente sobre Inclusão, Educação e Sociedade




O vídeo acima, INCLUSÃO E EDUCAÇÃO - UM VÍDEO IMPACTANTE, encontrei no YouTube e trata-se de um audiovisual e expecimento social comovente, demonstrando o quanto somos todos seres sociais e sociáveis, além de influenciados e influenciáveis.
O experimento realizado em 2020 em Moscou, Rússia, produzido pela "Naked Heart Foundation", sobre uma sociedade mais inclusiva, mostra duas salas, sendo uma vazia e outra ocupada por uma criança com necessidade especial. As crianças maiores, já em idade de escolarização, incorporam valores dos adultos e das demais pessoas com quem convivem e preferem a sala vazia [provavelmente por conta de algum pré-conceito]; já as crianças menores não fazem distinção entre as pessoas e convivem de forma mais harmonioza com o menino solitário, agem como se fsse um novo amigo.
O grande desafio da educação inclusiva [e de uma sociedade igualmente inclusiva] é saber integrar as pessoas com equidade e não apenas igualdade, pois a igualdade pressupõe mesmos locais e formas semelhantes de tratamento. Entretanto, a equidade significa respeitar as diferenças, limitações, peculiaridades de cada ser humano, tentando aproximá-los do convívio social, estabelecendo pontes e não levantando muros.
Uma comunidade inclusiva requer dotar de meios, equipamentos e profissionais qualificados para esse desafio de promover não apenas a integração, mas a interação, a convivência e a equidade entre os diferentes.
Uma sociedade justa, fraterna e avançada precisa constantemente promover a crítica, autocrítica, avaliação e autoavaliação em prol de um convívio saudável para todos, num ambiente adaptável em que a inclusão seja pessoal, digital, social e profissional.
Este vídeo promove essa reflexão e cabe aos educadores - sejam pais e/ou professores - promoverem essa conexão, não apenas de equipamentos, mas de pessoas, sem interdições nem pré-conceitos.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Humano Demais: imagem que ilustra o princípio da equidade que é mais amplo que o da igualdade




O vídeo acima que encontrei em página no Facebook e mostra o pequeno Wyatt que apesar de cadeirante pode se divertir como todos na cama elástica graças o despojamento e encantamento do rapaz que lhe serve de instrutor.
Talvez uma imagem que ilustre como poucas o princípio da EQUIDADE que é mais amplo que o da Igualdade.
Por igualdade pressupomos igualdade de condições a todos; por Equidade, leva-se e conta certas adaptações para que alguém tenha acesso a algo como os demais.
Aquela imagem clássica (abaixo) dos caixotes para crianças conseguirem ver o que está atrás do muro da conta disso. Mas é uma representação pictoria. Esse vídeo é a Equidade ao vivo, a cores e em todos os sentidos.



segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Natal sem filtros: dois experimentos sociais com crianças sobre empatia e interação social através do brincar e do se identificar com o outro




O vídeo acima Natal sem filtros, foi indicação pelo Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador carioca, residindo em João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Trata-se de campanha natalina de empresa de equipamentos eletrônicos e de experimento social com crianças, colocando os filhos a brincar em um ambiente, enquanto os pais ficam observando cada um a distância por monitores. Crianças portadores de necessidades especiais junto às demais, que interagem normalmente sem preconceitos, discriminação ou bullying. Crianças que não se conheciam e passaram a brincar sem limitações, respeitando justamente as limitações físicas e mentais dos novos amigos. As crianças, muitas vezes reproduzem os pré-conceitos de seus pais.
Experimentos assim, mostram na prática a importância da socialização de crianças, através, não apenas de brincadeiras como essa, mas do convívio sadio, gentil e fraterno numa escola. O brincar faz parte da experiência humana e o conviver com o diverso, idem.
Esse "Natal sem filtros" é uma grande mensagem e exemplo de como as crianças só usam filtros, quando manipuladas por adultos. Que em geral, a criança não faz distinções entre amizades, desde que cada um saiba interagir com o outro...
Da mesma empresa, vejam abaixo, outra interessante e comovente campanha sobre Uma visita inesquecível no Natal no hospital, que encontrei nos vídeos correlatos do primeiro:



Um Papai Noel que vai visitar crianças hospitalizadas, e que tira seu gorro e deixa que cortem seu cabelo e o raspem para se tornar igual aos demais pacientes. Identificar-se com o outro: uma belíssima mensagem de Natal e de solidariedade.
Parabéns aos que criaram essas belíssimas campanhas que tocam fundo o sino de Natal (e a consciência social) de cada um...

sábado, 22 de dezembro de 2018

Primeiro desenho animado totalmente em Libras é lançado no YouTube: inclusão, acessibilidade e equidade




O vídeo acima Cade Min e as mãozinhas, foi indicação de amiga no Facebook e trata-se de o primeiro episódio de iniciativa de Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação infantil há sete anos, e que decidiu criar um desenho inteiramente em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). O primeiro episódio da animação foi lançado no YouTube no dia 26/09/2018, data marcada pelo Dia Nacional do Surdo.
A inspiração para esse curta-metragem de animação, com onomatopeias e em Libras, segundo o próprio Paulo Henrique, surgiu a partir do cotidiano, ao perceber o despreparo de muito para lidar com certas situações.
Um belo material para trabalhar conceitos como inclusão, acessibilidade, igualdade e equidade na educação e na sociedade.
Não se pode falar de equidade, se não é dado meios de integração de alguém à sociedade e a linguagem é um dos fatores principais de interação.