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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Informática e o sentido literal das palavras: Língua Portuguesa, tecnologia, sintaxe e semântica




O que informática e semântica têm a ver uma com a outra? Boa pergunta que esse vídeo divertido de jmm_info2, no Instagram e que trouxe para o Educa Tube Brasil como uma provocação linguística, tecnológica e cultural, afinal, todo texto possui seu contexto.
No vídeo em questão, trata-se do jogo de palavras com expressões típicas da informática tratadas no sentido literál e sintático do dicionário. O que causa humor é também uma prova de como palavras possui múltiplos significados, dependendo de seu uso [contexto]. Entre a sintaxe e o sentido literal e a semântica e o sentido figurado há mais coisas que possa supor nossa vã tecnologia.
Um bom material para uma aula de Língua Portuguesa, justamente para tratar dos níveis sintático, morfológico e semântico das palavras.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Gogo Board: O básico para começar a programar a placa Gogo [robótica educacional]




Indico para quem deseja começar a trabalhar com robótica educacional o vídeo "O básico para começar a programar", do canal da Escola SESI de Ensino Médio Arthur Aluízio Daudt [SESI RS], e que é um relevante material com dicas para iniciar na programação em robótica com uso da GogoBoard.
Como material complementar, recomendo também o canal LITE [Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação], da Univali, recomendado no referido vídeo, com outros vídeos sobre o tema robótica educacional, imagem e link a seguir:





LITE - Univali

O LITE, conforme apresentação no canal do YouTube, é: "[...] um espaço que integra a pesquisa o desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos voltados a atividades educacionais. Inclui pesquisas de Graduação, Mestrado e Doutorado realizadas no escopo do Grupo de Informática na Educação da Univali. Promove também atividades de extensão destas pesquisas para a sociedade, em especial para o público escolar. O LITE busca incorporar o estilo de trabalho do movimento maker oferecendo oportunidades para seus integrantes desenvolverem o seu potencial criativo aliado ao aprimoramento do conhecimento científico. Dentre as principais linhas de ação do Laboratório está a produção de tecnologia que estimule o desenvolvimento do Pensamento Computacional".
Recomendo também o vídeo e o canal do professor André Raabe sobre a Placa Gogo e o curso dividido em 3 módulos: básico, intermediário e avançado:

Apresentação do curso sobre a placa Gogo - André Raabe

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 19 de março de 2026

"O que acontece com o cérebro do professor enquanto ele dá aula" e a analogia com o mundo digital




O material que encontrei no Linkedin de Karina Nones Tomelin, denominado "O que acontece com o cérebro do professor enquanto ele dá aula", considero um bom referencial apara gestores escolares, gestores públicos, educadores, sejam eles pais ou professores, para entender como funciona essas complexas, necessárias e insubstituíveis "máquinas biológicas, sociais e culturais" chamadas "professor", calcadas mais na Inteligência Emocional do que na Inteligência Artificial.
Alguns tópicos interessantes a se debater e refletir:
- Memoria de trabalho do professor, diferentemente das memórias RAM [de trabalho] das máquinas eletro-mecânicas e digitais, essa não se apaga após seu funcionamento; muito pelo contrário, se propaga, alimentando uma rede de conexões na sala de aula e extraclasse;
- Atenção dividida [particionada] em mais de um "HD" [mais de uma escola, mais de uma turma, além da casa, família, estudo etc], do ensinar, aprender, corrigir, orientar, monitorar, agir como curador, planejar, executar, avaliar e se autoavaliar;
- Automatização dos processos: com o passar do tempo, da experiência em sala de aula, os processos de ensino-aprendizagem vão se automatizando, no sentido de conhecimento adquirido do que funciona e do que precisa ser adaptado, reavaliado, reaproveitado.
Enfim, um bom material para discutir o papel social do professor.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

"Tá Certo Isso Aí?": alunos da USP criam IA para identificar e combater fake news direto no WhatsApp




O vídeo Tá Certo isso AI? | Combatendo as Fake News com Inteligencia Artificial direto no Whatsapp, encontrei notícia no Instagram do Sleeping Giants Brasil sobre projeto de alunos da USP que criaram Inteligência Artificial [IA] para identificar e combater fake news no WhatsApp. O projeto venceu desafio internacional e é mais uma grande contribuição da ciência e universidade pública brasileiras em prol da luta contra as fake news, desinformação, discurso de ódio e deve ser divulgada [endereço do chatbot: https://tacertoissoai.com.br].
Conforme notícia:"'Tá Certo Isso AI?' é o chatbot criado por Cauê Paiva Lira, Luiz Felipe Diniz Costa e Pedro Henrique Ferreira Silva, [que] venceu o Programa AI4Good, que seleciona iniciativas focadas em usar IA para impacto social."
Seu funcionamento é simples, bastando adicionar o número 35 8424-8271 aos contatos do telefone e enviar, via WhatsApp para o chatbot notícias para confirmação da veracidade ou desinformação. Um grande aliado diante do avanço das fake news que assolam as redes sociais e o próprio WhatsApp.
O objetivo é que a "plataforma de analytics" sirva para professores, pesquisadores e jornalistas acessem dados de verificação, chamados de "fact-checking", realizadas pelo referido chatbot. Na pesquisa é possível buscar por conteúdo e período.



Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Barbie Digital Makeover: comercial de 1999 que mostra a modernidade líquida das mídias e jogos digitais




O vídeo acima, Barbie Digital Makeover, trata-se de postagem pra série "nostalgia", pois é comercial de 1999 do jogo de mesmo nome, ou seja, de uma sensação final de um século, mostrando as mídias que eram inovadoras àquele tempo e hoje não passa de peças de museu, como câmera digital, CD-ROM, desktop com modelos sem tela plana, sistema operacional Windows 98 etc. Mais que isso é uma pequena aula de "modernidade líquida", como diria Zygmuth Bauman, já que todas essas tecnologias e mídias já foram modernas e se tornaram antiquadas. Uma geração inteira nascida no século XXI, do início dos anos 2000 pra cá, encara com dificuldades o manuseio de alguns equipamentos daquele tempo.
Hoje, os recursos de edição de vídeo, imagem, com a Inteligência Artificial, tudo isso parece distante, mas enquanto memória afetiva, nostálgica, e integrante de outra geração é um bom material para uma conversa inter-geracional.
Mais do que maquinários, que são substituídos com maior velocidade, precisamos investir nas relações interpessoais, nas trocas de experiências entre jovens e adultos, pois cada geração possui suas tecnologias e inovações, além de saberes próprios.
Abaixo, vídeo explicando o funcionamento do jogo Barbie Digital Makeover que rodava no CD-ROM de PC com Windows 98:



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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 30 de novembro de 2024

Ada Lovelace: filha de poeta, primeira programadora e a poesia feita com números e algoritmos




O incrível vídeo acima, encontrei no Instagram de SIGATRINCA e é um relevante material, denominada de TRINCA LITERÁRIA para se falar de poesia, programação, ciência, tecnologia, informática, poética e muito mais...
Nele, conhecemos um pouco dessa figua impressionante que foi Ada Lovelace [1815-1852], filha do grande poeta do Romantismo Lord Byron, e que é considera a primeira programadora, pelas suas contribuições à ciência e tecnologia.
Um belo material para uma aula integrada de poesia, filosofia e tecnologia, já que a poética e estética tratam de ritmos, rimas, métricas. E a informática, a programação, a internet e a inteligência artificial tratam de códigos, algoritmos, prompts...
De certa forma, o algoritmo é uma poesia escrita com números, enquanto que a poesia é um algoritmo feito com sensações, palavras, emoções...
Para complementar esta postagem, segue logo abaixo o episódio dedicado à Ada Lovelace na série "A mulher na ciência", que em ilustrações e animação de projeto do profesor de bioquímica Iñigo Izal Azcárate, da Universidade de Navarra, Espanha, contando com do grupo Women for Science and Technology e outros.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Os 4 pilares do pensamento computacional e a redação dissertativa-argumentativa para o ENEM [lógica e escrita redacional]


@zeroig7 #redacao #redacaoenem #redacaonota1000 #pensamentocomputacional #logica #producaotextual #linguaportuguesa ♬ som original - José Antonio K. ROIG


O vídeo acima, produzi no Tik Tok, a partir de aula que dei no ensino médio, cujo tema proposto para a escrita redacional foi "Como lidar com a falta de leitura entre jovens na 'era Netflix'". Usando os conceitos dos 4 Pilares do Pensamento computacional, adaptados para a Redação dissertativa-argumentativa para o ENEM, resolvi compartilhar em minhas redes sociais digitais.
Decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmo, eis os 4 pilares que podem ser adaptados à escrita redacional.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Metáfora para a Linguagem de Programação: analise os dados, veja as variáveis, pense no problema, elabore uma solução prática, objetiva e eficiente




A imagem acima, que intitulei Uma metáfora para a Linguagem de Programação, trata-se de vídeo de humor que encontrei no Tik Tok e carreguei para a página do Educa Tube Brasil no Facebook com uma breve reflexão sobre a Linguagem de Programação, através de linguagem figurada, de metáfora para discutir questões como algoritmos, variáveis, análise de dados, observação do problema e proposta de resolução direta, prática, objetiva e eficiente, achando um caminho que sempre esteve ali diante dos olhos, bastando ter a percepção desse atalho, desse novo caminho.
Assim faz o gatinho: olha o espaço, olha a altura, mede a situação, calcula o salto, mas acaba preferindo se enfiar pelas grades, criando um caminho alternativo e mais prático para ele e menos arriscado. ;-)
Linguagem de Programação é bem assim. Diante dos dados há que se pensar numa solução prática que facilite a execução. O bom código de programação é aquele que facilita a vida do usuário e do próprio programador. Logicamente, quanto mais complexa a situação, mais complexo será o código. O que não se pode é dificultar situações simples, através de um código muito amplo, confuso e complexo. Praticidade é essencial.
Abaixo, segue link para o referido vídeo:

Um bom vídeo para Introdução à Linguagem de Programação

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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

"O Caso Google Earth" e a batalha bilionária em torno da quebra de patente do algoritmo que transformou o mundo




O vídeo acima, Batalha Bilionária: O Caso Google Earth, trata-se de trailer de minissérie da Netflix que conta a incrível história de "[...] dois hackers alemães [que] lutam contra uma das maiores empresas americanas pelo reconhecimento de serem os verdadeiros inventores de uma das tecnologias mais importantes da era digital", intitulada por eles de Terravision, e que "inspirou" o Google Earth.
A minissérie, ou docudrama [documentário dramático], conta com 4 episódios e conforme sinopse da própria Netflix: "Na Berlim dos anos 1990, um artista e um hacker inventam uma nova maneira de ver o mundo. Anos depois, eles processam o Google por violação de patente."
Terravision foi oficialmente apresentado ao mundo em 1994 e o Google Earth em 2005, 11 anos após...
De acordo com o portal Olhar Digital: "A minissérie de quatro episódios é baseada em fatos reais e foi criada por Oliver Ziegenbalg e Robert Thalheim. Em 2014, a empresa ART + COM, com sede em Berlim, capital da Alemanha, processou o Google por violação de patente. A companhia alega as semelhanças gritantes entre os dois serviços de mapas".
A minissérie alemã, feita para a TV, conta com a participação de Mark Waschke no papel do artista Carsten Shlüter e Mišel Maticević, no do hacker e programador Juri Müller.
A minissérie e fascinante, como diria o Senhor Spock, até pelo fato de que há, no transcorrer dos episódios diversas referências a Star Trek, uma série icônica de TV, dos anos 60, criada por Genne Roddenberry, que influenciou gerações e antecipou diversas tecnologias, antes pura sci-fi, que depois se tornaram realidade como os comunicadores [smartphones], a estação espacial internacional [a sala de comando da Enterprise com norte-americanos, russos, japoneses, afros e até um vulcano, fruto da Federação de Planetas], algo revolucionário, inovador e originalíssimo para a época da Guerra Fria. Aguardamos ainda a invenção do teletransporte, embora, conste que cientistas chineses já conseguiram algo semelhante em escala "nanoscópica"... ;)
Fascinante pois Carsten e Juri imaginaram uma ferramenta e um algoritmo que depois tentaram vender na própria Alemanha dos anos 90, buscando a criação de uma Vale do Silício por lá, o que não foi bem recebido pelos céticos da época, principalmente a empresa de telefonia alemã. Pensar nos anos 90 em um portal que além de imagens de satélite pra ver do espaço até o chão onde se mora e além disso poder integrar diversas ferramentas de busca, de compra e venda, pequenas telas nos acentos dos aviões etc, era algo muito "Star Trek" para os homens e mulheres de negócios daquele tempo. Mais ficção científica do que realidade.
Juri e Carsten foram visionários, revolucionários e inovadores e pagaram um alto preço pela ingenuidade diante dos "Piratas do Vale do Silício", menção à região que ficou célebre e ao espírito dos empreendedores digitais daquela região. Entendedores entenderão e até recomendo justamente este filme para a TV, contanto também a vida de outros dois visionários Bill e Steve, casualmente que atendiam pelos sobrenomes de Gates e Jobs. Gates, literalmente abriu portas, portões e portais com seus softwares, enquanto Jobs, abriu novas formas de trabalho com seus equipamentos, hardwares.
Enfim, "Batalha Bilionária: O Caso Google Earth" e os "Piratas do Vale do Silício" são dois filmes essenciais, não apenas para tratarmos de alrotimos, linguagem de programação, mas para pensar tecnologia, inovação, inventividade, pensar "fora da caixinha", mudanças culturais e tudo mais.
Dois materiais que são um baita Cine Pipoca entre pais e filhos e Cine Educação entre professores e alunos, para um belo de um diálogo, roda de conversas, debate e reflexão entre gerações, pois a maioria dos pais da Geração atual vivenciou ou as transformações trazidas pelos "Piratas do Vale do Silício", nos anos 70, ou pelo que Carsten e Juri imaginaram lá nos anos 90.
Fica a dica de material para projetos envolvendo Arte e Cultura, Educação e Tecnologia, Memória e História no ambiente escolar.

Abaixo, trailer do filme [docudrama] "Piratas do Vale do Silício" [1999]:



Em tempo: Conforme sinopse no YouTube: "[...] Este filme é um 'docudrama' não autorizado feito para a TV, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro 'Fogo no Vale: O Nascimento do Computador Pessoal', por Paul Freiberger e Michael Swaine, este filme documenta a ascensão do computador pessoal e a rivalidade entre Apple Computer (Apple II e o Apple Macintosh) e Microsoft (DOS, PC da IBM e Windows)."

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

MakeCode: Educação em computação na prática [portal da Microsoft para tratar de linguagem de programação de forma divertida]




A imagem acima é da pagina inicial do portal MakeCode da Microsoft, cujo subtitulo é "Educação em computação na prática. Um portal educacional para tratar de linguagem de programação de forma divertida, através de simuladores, editores de bloco e de texto para alunos de diferentes níveis, como os exemplos abaixo:



Ótimos recurso para professores e alunos que desejam começar a codificar.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

A História dos Robôs: da ficção à realidade; da automação à emancipação (tecnologia e educação)



O vídeo acima, A History Of Robots (A História dos Robôs),é um audiovisual bem criativo, divertido e interessante, pois traz esse percurso da ideia de seres autômatos, lá da mitologia e da ficção até a realidade da contemporaneidade. (Ativem legendas e tradução do YouTube).
Sempre é bom lembrar que o termo "Robô" foi criado pelo "(...) escritor checo Karel Čapek [que] introduziu a palavra 'Robô' em sua peça 'R.U.R' (Rossum's Universal Robots, cujo livro foi lançado no Brasil pela editora Hedra com o título A Fábrica de Robôs), encenada em 1921. O termo 'Robô' vem da palavra checa 'robota', que significa 'trabalho forçado'".
Como disse certa vez uma amiga: se os robÇos, ao adquirirem uma consciência quase humana, soubesse a origem do termo com que foram batizados, semelhante a "escravos", talvez fossem criaturas que se rebelassem contra seus criadores, e não os culparia disso... Sorte nossa, isso tudo ainda estar no campo da imaginação e da sci-fi.
Máquinas humanas robotizadas podem ser alunos focados num ensino mecanizado, permeado apenas pela memorização. E isso é nocivo ao pensamento criativo, libertário e emancipador. E consequentemente a uma sociedade criativa, libertária e emancipada.
Máquinas humanas de cálculo foram os gênios da Humanidade, desde a antiguidade até a modernidade, antes da invenção do computador, esse mecanismo que proporcionava a elaboração de cálculos mais rapidamente que a mente humana.
No Cinema, existem os mais variados de "robôs": de civilizados a serial killer. Com o avanço da Inteligência Artificial, medos do passado voltam a causar receio em alguns, que temem que as máquinas inteligente promovam uma rebelião, tal qual na ficção cinematográfica.
Da ficção pra realidade, a IA já está incorporada em nosso cotidiano sempre que muitos se deem conta disso: integrados em sistemas informatizados, da internet ao sistema operacional do fone celular, nas casas inteligentes às SmarTVs.
A História dos Robos se confundem com as História da própria Humanidade, pois existem relatos bíblicos que descrevem mecanismos que acompanhavam o povo pelo deserto. Entre a mitologia, a religião, a ficção e a ciência, conhecer este vídeo e pensar no conceito de autômato no ambiente escolar é bem interessante, pois o que menos a educação e a sociedade precisam são de alunos automatizados, preparados apenas para apertar botões e apertar parafusos numa linha de produção.
Se as máquinas estão cada vez mais inteligentes, os humanos precisam acompanhar esse processo, para que num futuro distante não sejam tratados apenas como uma simulação biológica de uma Inteligência Artificial.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

"Para toda a problemática eu tenho uma solucionática": soluções de informática educativa em tempos de confinamento/isolamento social




O vídeo acima, trata-se de entrevista do famoso jogador de futebol dos anos 1970, Dadá Maravilha, multicampeão por onde passou, principalmente pelo SC Internacional, Clube Atlético Mineiro e Seleção Brasileira de Futebol. Dario, Rei Dadá, Dadá Maravilha ou simplesmente Dadá era um goleador nada, mas com consciência das limitações técnicas. Não tinha a elegância de um Zico, Sócrates ou Falcão. Mas poucos como ele dentro da grande área fez tantos gols. Era oportunista no sentido esportivo, de estar sempre bem colocado, de saber se movimentar pelo capo, de ler o jogo.
Dadá ficou famoso, dentro e fora dos gramados, principalmente pelo seu imenso carisma, simpatia e pelas frases de efeitos que criava a cada entrevista. Numa dela disse que além de Dadá Maravilha, somente helicóptero e beija-flor paravam no ar, numa alusão a sua incrível impulsão pro cabeceio, quase sempre certeiro e gooooool. Foi uma lenda viva do futebol, naqueles tempos românticos, sem chuteiras coloridas, cortes de cabelos estilosos, tatuagens, direito de imagem, salários milionários, transferências para o exterior, ser tratado como popstar.
Todavia, Dadá soube brilhar por sua presença de espírito e bom humor, como no caso do título dessa postagem, extraído de uma dessas divertidas entrevistas: "PARA TODA A PROBLEMÁTICA EU TENHO UMA SOLUCIONÁTICA". Eram os anos 1970 e na TV havia uma outra personagem, dessa feita, ficcional, chamada ODORICO PARAGUASSU, da telenovela O BEM AMADO, do genial Dias Gomes (vide a seguir vídeo com algumas cenas e falas da personagem fictícia e comparem com a da figura real do futebol brasileiro).
Na referida telenovela, um prefeito de cidade do interior da Bahia criava diversas palavras, num neologismo hilário, crítico, político, em tempos de Censura Federal em tempos de regime autoritário, que lembra a famosa frase do Rei Dadá.



Discursos e neologismos, realidade e ficção à parte, cabe usar estas frase de efeito, num contexto de pandemia global, isolamento social e formas de adaptação a novas formas de interação, seja escolar, profissional e/ou social.
De fato, "Para toda a problemática terá de fato uma solucionática"? Problemáticas temos várias, "solucionáticas" nem tanto. A informática para uns é a nova varinha mágica que tudo resolve, para outros, sem o conhecimento básico, parece o desmontar de uma bomba-relógio prestes a explodir! Nem 8 nem 80... Mexer com informática não é tão complexo como decifrar um enigma grego, lá da Esfinge: "Decifra-me ou te devoro!" Também não é lâmpada mágica de um gênio com direito a três pedidos a serem realizados no simples estalar de dedos.
Como professor e blogueiro educacional, trouxe estes dois vídeos acima pra uma provocação e reflexão, justamente sobre PROBLEMÁTICAS & SOLUCIONÁTICAS EM TEMPOS DE CRISE, não apenas de saúde pública, mas de governança, de crise ética e moral, econômica e social.
Por PROBLEMÁTICA, atualmente, podemos pensar a educação virtual em tempos de isolamento social.
Por SOLUCIONÁTICA, podemos pensar em formas adequadas, simples e eficientes, de resolver questões de educação sem a presencialidade, em um tempo de excepcionalidade.
Há que se, primeiro, analisar a problemática antes de imaginar "solucionáticas". Analisar o problema é essencial para planejamento de possibilidades de uso de tecnologias com fins didáticos, de formação, de ensino e aprendizagem. Nem tudo que pode funcionar no modelo presencial, inclusive, as TIC - tecnologias da informação e da comunicação, efetivamente funcionará no modelo à distância e por um tempo ainda indeterminado. O próprio planejamento precisa pensar em práticas variadas, numa escala de tempo reduzido. Não há, de forma alguma, querer transpor o modelo de aula presencial de 50 minutos para o meio virtual e em EAD. Seria uma problemática criando mais problemas, seja da falta de acesso e conexão ideal de toda a turma, seja capacitação do professor para uma metodologia jamais utilizada nesse grau de tempo integral em nenhum tempo e espaço desse planeta.
Tudo é muito recente nesse Admirável Mundo Novo das TIC, mídias e redes sociais digitais que passaram a ser usadas de forma generalizada pela educação. Cada um explorando possibilidades, alguns de forma improvisada, outros trocando ideias, implementando projetos, outros valendo-se de plataformas que, por melhor que sejam, não foram pensadas nem desenhadas para absorver uma demanda ampla nem totalizante. Nenhum site, plataforma e sistema consegue dar conta de uma demanda dessa monta, assim de supetão. Seria como liberar o trânsito das ruas e estradas para todo mundo ao mesmo tempo. Haverá gargalos naturais, sobrecarga de sistemas e lentidão de conexão, pois é impossível de, da noite para o dia, encaixar um quadrado dentro de um círculo.
A melhor solucionática é não criar mais problemas para a própria problemática. A melhor problemática é adaptar-se às possíveis soluções de forma simples, gradual e planejada com todo cuidado para não sobrecarregar, não apenas o sistema digital mas o sistema imunológico do paciente, que poderá ser o gestor, o educador, o educando, a família e a própria sociedade. Muita calma nessa hora., pois não existem soluções mágicas nem problemas que não possam ser resolvidos com organização, troca de experiências, planejamento e criatividade.
Para ampliar a reflexão, seguem algumas "Lives" que fiz com alguns colegas, chamados de professores jurássicos, que como eu, estão trabalhando com tecnologia na educação, que são blogueiros educacionais há décadas, formadores de professores ou já foram, e que sabem que o BURACO ELETRÔNICO é bem mais embaixo, mas que é possível pensar além da caixinha, eletrônica ou não.

"Isto não é uma escola": Do surrealismo de Magritte 3.0 ao imediatismo da Educação Digital em tempos de isolamento social (brevíssima reflexão)

Live: Educação, Ciências e Blogues como ambientes de ensino e aprendizagem

Reaprendendo a ser Professor e Aluno em Tempos de Isolamento Social: reflexão a partir de uma peça de humor

Educação em Tempos de Crise: "Live" entre o "Professor Digital" José Carlos Antonio (SP) e "O Urbanauta" José Antonio Roig (RS)

sábado, 22 de setembro de 2018

Ballet Rotoscope e a Dança com algoritmos, de Masahiko Sato (a arte em toda parte)




O vídeo acima Ballet Rotoscope, descobri via Twitter de Vanize Lemos, jornalista, repórter e fotógrafa de Teresina, Piauí, Brasil.
Trata-se do fantástico balé do artista japonês Masahiko Sato e do grupo Euphrates, e, segundo Vanize, "os movimentos do ballet são traçados por geometrias geradas por algoritmos, através da rotoscopia, para revelar a beleza geométrica da dança".
Noutro dia, estava conversando com meus alunos do 2º ano do ensino médio, na disciplina de "PDI - Profissões digitais inovadoras", que criei na escola onde atuo, e falávamos justamente da linguagem dos algoritmos: os da natureza e os digitais. Um dos alunos comentou sobre a proporção áurea. Assistimos alguns vídeos sobre o tema e refletimos sobre arte, cultura ciência e tecnologia na educação e na sociedade.
E eis que, dias depois, descubro esse vídeo incrível sobre a dança dos algoritmos nesse balé, chamado Rotoscope, produzido pelo artista japonês Masahiko Sato e o grupo Euphrates e que, segundo minha amiga Vanize Lemos, "os movimentos do ballet são traçados por geometrias geradas por algoritmos, através da rotoscopia, para revelar a beleza geométrica da dança".
Simplesmente mágico, divino, criativo e tecnologicamente impressionante.
A arte está em toda parte e este material comprova minha alegação, seja em sala de aula ou no cotidiano.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O poeta e cantor Bob Dylan dialoga com Watson IBM (a plataforma cognitiva) que lembra HAL de 2001: Uma odisseia no espaço




O vídeo acima Bob Dylan e IBM Watson em: Aprimorando a linguagem, encontrei no Twitter, e é um material fascinante para discutir as relações entre inteligência humana e a artificial.
Conforme apresentação do vídeo: "Ao analisar as músicas de Bob Dylan, o IBM Watson identificou que os principais temas são amor e tempo. E ele também pode ajudar você a repensar os limites da criatividade".
Algo que vem ao encontro do que tenho discutido nas redes sociais, em eventos com educadores e alunos, de que "Precisamos humanizar as máquinas e não robotizar as pessoas", que a criatividade humana é o diferencial, e que quando muito poderá ser imitada pelos robôs, mas nenhuma realidade virtual ou aumentada será um Shakespeare. Mas poderá imitá-lo, copiá-lo, servir como ferramenta de apoio. Humanos podem inventar máquinas, mas máquinas jamais poderão imitar nossa humanidade, salvo numa quase perfeita simulação. Mas a criatividade, a inventividade, a sensibilidade humanas, só passando pela existência humana, com todas as suas contradições, paradoxos e complexidades.
Entretanto, as TIC, mídias e redes sociais estão em processo de transformação e transformando o mundo, aproximando pessoas distantes, distanciando pessoas próximas. É um fenômeno ainda, digamos, na sua segunda infância, e os jovens levam vantagem pois já nasceram, ditos "nativos digitais" e a educação precisará se reinventar, pois o mundo nem o futuro são mais como eram antigamente, parafraseando versos de canção da banda Legião Urbana. Um Admirável Mundo Novo está em construção, e a educação precisa fazer parte deste processo, repensar seu próprio papel e função social.
Neste novo contexto, Watson IBM, que é uma plataforma cognitiva do gigante da informática, foi criado para "Repensar os limites do que é possível" e "projetado para levantar dados em todas as suas formas – incluindo os não estruturados – compreendê-los, raciocinar por meio deles e aprender com eles. De certo modo, o Watson pode pensar. E quando o Watson pensa com você, você pode repensar".
Impossível a este educador, escritor, poeta e cinéfilo não associar Watson e HAL 9000 (vide abaixo), a inteligência artificial no filme "2001: Uma odisseia no espaço", um sofisticado computador de bordo que acompanha o astronauta em sua viagem pelo espaço sideral. HAL, de Stanley Kubrick, inclusive, no filme de 1969, é uma sigla que remete as letras que antecedem a da IBM.



E o mais curioso e paradoxal é que o menestrel Dylan, em seu clássico "Blowin' In The Wind" (Soprando ao vento), que foi o hino de toda uma geração, um hino pacifista, canta o seguinte verso, que serve a diversas interpretações, e continua tremendamente atual num mundo cada vez mais informatizado, que imita a ficção científica e em alguns casos até já a superou: "Quantas estradas um homem precisará andar/ Antes que possam chamá-lo de homem?" (How many roads must a man walk down/ Before you can call him a man?).
E diria hoje: Por quantos caminhos devem as máquinas percorrer para serem chamadas de simulacro da humanidade? Pensando na questão da realidade aumentada e da realidade virtual que cada vez mais nos colocam dentro de uma Matrix, como na ficção do cinema.
A resposta, na própria canção, nos versos mais adiante: "A resposta, meu amigo, está soprando ao vento/ A resposta está soprando ao vento" (The answer, my friend, is blowin' in the wind/ The answer is blowin' in the wind).
Dylan, um poeta que influenciou toda uma geração, que suas músicas foram hinos dessa geração, e que em pleno século XXI, seus versos servem para aprimorar a linguagem de sofisticada máquina. E como sempre digo aos amigos e colegas: "Que a poesia dos dias nunca nos desampare, apesar dos pesares". E Dylan nos prova que isso é possível, em novos contextos para antigos textos e canções.
Para saberem um pouco mais sobre essa ERA COGNITIVA proposta pela IBM, recomendo o link para o Watson, logo abaixo:

WATSON IBM - A ERA COGNITIVA

A seguir, uma relíquia: Bob Dylan cantando "Blowing In The Wind", ao vivo na TV, nos EUA, em março de 1963 e libnk para tradução da canção:



BLOWING IN THE WIND (Letra e Tradução)

Nós educadores, sejamos pais ou professores, cada qual tem sua própria linguagem, independente do idioma, e nossos filhos e alunos, igualmente. Nesse diálogo entre gerações, sejamos mais humanos e menos máquinas, pois até elas estão começando a entender a língua dos poetas. :-)

sábado, 9 de julho de 2016

The Floppotron 2.0: Usuário transforma sucata de informática em orquestra sinfônica ao som de Star Wars



O vídeo acima The Floppotron 2.0, descobri via Facebook da página Aprendendo Linux, de Viamão (RS), Brasil e trata-se de uma ideia sensacional - que mostra quanta a criatividade humana é capaz - de reciclar sucata de informática (64 floppys de drivers - disquetes-; 08 hard disks, 02 scanners, 01 main hub, 02 impressoras matriciais), transformando tudo numa fantástica Orquestra Sinfônica Digital, interpretando a trilha sonora da série de cinema Star Wars.
Coisa de Nerd mesmo, pois esse usuário criativo promove de fato a inovação; pois inovar não é apenas usar algo 100% novo, mas transformar o antigo (e sem uso) em algo novo e diverso do original também. Reciclando não apenas coisas, mas ideias.
Algo que me lembra pensamento de Lavoisier, de que "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" e levando pro pensamento ambiental de que nada se deva perder e tudo transformar, ainda mais quando se tratam de componentes eletrônicos, com metais pesados que podem contaminar o meio ambiente e as pessoas.
Pensado isso, do ambiente da informática em geral e da reciclagem para o ambiente educacional, há que se olhar as coisas sem uso com outras possibilidades, adaptando-as a outras situações. Pensar o todo pelo particular e vice-versa é um grande exercício de criatividade que pode ser usado em qualquer área do conhecimento.

domingo, 26 de junho de 2016

Pixar oferece curso de animação online e gratuito via Khan Academy (com aulas em português)




O vídeo acima Pixar in Box - Khan Academy, descobri na rede social e trata-se de iniciativa da Pixar oferece curso de animação online e gratuito via portal da Khan Academy.
A Khan Academy é uma plataforma online e gratuita que "oferece exercícios, vídeos e um painel de aprendizado personalizado para ajudar estudantes a aprenderem no seu próprio ritmo, dentro e fora da sala de aula. [Com] conteúdos de matemática, ciências e programação, do jardim da infância ao ensino superior, com tecnologia de ponta.
As aulas estão disponíveis em português. E as inscrições abertas.
Conforme o portal Adoro Cinema: "Patrocinado pela Disney, o curso chamado Pixar In a Box foi desenvolvido em 2015 e inclui aulas básicas de animação, modelagem de personagens, modelagem de ambientes, criação de multidões virtuais e renderização, para a obtenção do produto final. Todas as lições são interativas, mas algumas necessitam de maior conhecimento de conceitos técnicos.
Com aulas ministradas por alguns dos próprios profissionais do estúdio de animação da Pixar, o curso está disponível na plataforma de ensino grátis Khan Academy e pode ser acessado
clicando aqui ".
Se você é professor comece por aqui, em que há uma apresentação aos educadores sobre o "Pixar in a Box" [que] "foi desenvolvido para ajudar os alunos a responder uma questão antiga: por que preciso aprender isso? Nossa resposta para essa pergunta é uma série de lições interativas, na qual cada uma demonstra como um conceito introduzido na escola é usado em benefício da criatividade na Pixar".
Basta fazer um cadastro na Khan Academy para inscrição no curso, podendo usar o email do Gmail ou o do facebook e inscrevendo os alunos também.

Abaixo, destaco outro interessante vídeo do curso, referente a Introdução à Animação, intitulado MATEMÁTICA ENCONTRA A ARTE:



sábado, 21 de maio de 2016

Nada se cria, tudo se copia: De Huxley a Pink Floyd, da Apple à Matrix




O vídeo acima 1984 Apple Macintosh, descobri via portal Blue Bus e trata-se de propaganda da empresa Apple, usando cenas do filme 1984, inspirado no livro homônimo de Aldous Huxley, que também lembra lendário videoclipe The Wall (1979), da banda Pink Floyd, logo a seguir:



Em 1984, ocorre justamente o comercial de lançamento do Apple Macintosh, vídeo dirigido pelo destacado diretor Ridley Scott (Alien, Blade Runner, etc), com o tema do livro de George Orwell, e segundo consta, foi ao ar apenas uma vez na TV americana.
The Wall mostra uma escola conservadora, em que um professor autoritário causa uma revolta geral em seus alunos.
Em tempo de medidas autoritárias de certos políticos, do papel tendenciosa da grande mídia e de alunos ocupando escolas, o mundo distópico proposto por George Orwell em 1984, um espelhamento do próprio ano de publicação 1948, que especulava sobre regimes fascistas surgidos antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, há que se pensar noutra Onda Fascista mundo afora, em conjunto com os mesmos antecedentes daquele conflito: refugiados, intolerância, discriminação, racismo etc.
Como dizia Aberlado Barbosa, o Chacrinha, apresentador de TV brasileiro, parafraseando máxima de Lavoisier (Na natureza nada se perde, tudo se transforma): "Na TV nada se cria, tudo se copia". E não apenas na TV, na literatura e na arte em geral, o original, de tão copiado, muitas vezes parece ser clichê, quando na verdade, a falta dessa perspectiva histórica por parte do espectador e leitor, seja aluno ou não, é que dão a falsa dimensão de cópia ao original, e de original à cópia. Exemplo disso foi certa vez, canção clássica da MPB, de Roberto Carlos, em nova versão da banda J Quest, para uma jovem que ouvia o original exclamou: Nossa, é a música do Jota Quest! Não! Era a versão do Jota Quest para canção original de Roberto Carlos. E assim como esses , existem inúmeros exemplos, o que valorizam mais o papel do educador, seja pai oi professor em dirimir essas dúvidas, separando o original de sua versão.
Dentro desse contexto, do Nada se cria, tudo se copia..., apresento logo abaixo, entrevista com Steve Jobs (fragmento do documentário "O Triunfo dos Nerds"), que fundou a Apple em 1976, e é considerado por muitos um gênio, por outros não (e que junto com Bill Gates), mudou a interface do mundo a partir da informática, dos sistemas operacionais, equipamentos e aplicativos inventados.



Por fim, dentro da temática do "Nada se cria, tudo se copia", cena emblemática da trilogia Matrix (1999), em que utiliza-se de conceitos da informática e da filosofia, com certos elementos distópicos de 1984, de um controle da população, só que dessa feita, por máquinas que se autocontrolam, se alimentam da força vital dos seres humanos e os mantém num estado de suspensão, através de um sofisticado sistema operacional de realidade virtual e realidade aumentada... Neste filme encontram-se elementos de a Caverna de Platão e outros mais, como a Realidade Virtual ainda não tão abrangentes como hoje... Atualmente, um passeio pelo mundo dito real e vemos pessoas conectadas a uma "matrix" através de suas telas abertas nas redes sociais...



Nada se cria? Tudo se transforma! Estas são algumas amostras da intertextualidade entre literatura, cinema, filosofia, política, informática... que se influencia, e permite recriações...
Exemplo disso está nessa cena emblemática do filme Piratas do Vale do Silício em que Steve Jobs descobre o mouse e o incorpora ao seu projeto de trabalho, recriando o conceito inicial e melhorando-o:



Assim deveria ser a educação do século XXI, intertextual com outras disciplinas, utilizando a arte, a cultura e a tecnologia de forma transversal...

domingo, 15 de maio de 2016

Estudantes de fonoaudiologia usam projeto de robótica em terapia com crianças autistas




O vídeo acima Projeto da Unesp usa a robótica para estimular a linguagem em autistas, descobri na rede social via revista A Rede Educa, e trata-se de "projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília (SP, Brasil) que utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência é relatada nesta reportagem da TV Unesp".
Um belo exemplo do que alguns chama de "poder jovem", que a educação precisa melhor se apropriar, sabendo utilizar esse interesse e conhecimento que os jovens vão atrás, compartilham, socializam entre si e com os demais. O professor do século XXI precisa ser esse articulador desses saberes em sala de aula, como um mediador, em que seus alunos passam a ser monitores e apoiadores de diversas iniciativas que usem as TIc (Tecnologias da Informação e da Comunicação) no ambiente escolar.
Abaixo, segue na íntegra a matéria de A Rede Educa, sobre o projeto:

"Pioneiro no país, um projeto de extensão do curso de fonoaudiologia da Unesp em Marília utiliza robôs para desenvolver a linguagem de crianças com autismo. A experiência, realizada desde 2015 pelo Laboratório de Estudos das Alterações de Linguagem Infantil (Leali), tem adotado a robótica em terapias com crianças e adolescentes portadoras de Transtornos do Espectro do Autismo. Coordenado pelas pesquisadoras Andréa Regina Nunes Misquiatti, professora do Departamento de Fonoaudiologia da Unidade e coordenadora do Leali, e Maria Claudia Brito, pesquisadora CNPq SET-Nível A e do Laboratório, o projeto é o primeiro a utilizar esse tipo de intervenção terapêutica.
A iniciativa se deu a partir de um projeto que vem sendo realizado por Maria Claudia, que envolve o desenvolvimento e a adaptação de dispositivos robóticos e mecatrônicos para favorecer as interações sociais de pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo. O trabalho tem financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é desenvolvido em parceria com a empresa Pete – Educação com Tecnologia, de São Carlos (SP).
O Programa tem entre seus objetivos principais utilizar a robótica para favorecer as habilidades sociais, comunicativas e cognitivas de crianças e adolescentes. As situações e atividades são planejadas, registradas e analisadas por meio de procedimentos metodológicos de pesquisa científica.
Nas sessões de terapia fonoaudiológica são utilizados kits de robótica — compostos por peças, sensores, motores e controladores, além de um ambiente de programação com interface amigável e acessível — tanto em sessões individuais e em grupo.
De acordo com Maria Claudia, os dados coletados e analisados até o momento têm evidenciado resultados significativamente positivos. “Já é perceptível o aumento da atenção compartilhada, habilidades sociais no trabalho em grupo, desenvolvimento da coordenação motora fina, motivação e engajamento nas atividades propostas”, comenta a pesquisadora.
Com esses resultados já observados, o projeto mostra que as contribuições da colaboração multidisciplinar da Fonoaudiologia e da Robótica para o desenvolvimento de conhecimento científico e práticas em tecnologias de inovação podem melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida da população. É o que evidenciam os relatos dos próprios participantes: “Isso é magnífico” (paciente de 11 anos); “Sempre quis fazer jogos de computador” (paciente de 14 anos); “Finalmente irei construir uma máquina, eu queria isso desde pequeno, vou construir uma máquina que transforma bactéria em dinossauro” (paciente de 12 anos). (Luiz Gustavo Leme, do jornal da Unesp)"
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Dentro do mesmo tema, e nos vídeo correlatos do You Tube, indico abaixoa ótima série "Autismo", com médico Drauzio Varela, que passou na TV, em compilação de todos os episódios:



terça-feira, 12 de maio de 2015

4 vídeos de como a tecnologia mudou pequenos hábitos dos consumidores em 20 anos




O vídeo acima From Hitting Rec to Pressing Share, descobri na rede social, via portal Exame Informática, e trata-se de iniciativa da empresa Ericsson, que "disponibilizou um conjunto de pequenos vídeos nostálgicos que mostram como os hábitos dos consumidores mudaram nos últimos 20 anos devido à influência da tecnologia", no primeiro mostra a questão da mudança do hábito de ouvir música, via rádio convencional ou através de fitas K-7 que reproduziam e permitiam sua gravação, e hoje usasse música mp3 no smartphone, compartilhadas entre amigos e baixadas de sites e da própria web.
No segundo vídeo, From Opening Hours to On-Demand, é mostrada a mudança em realçao a assistir vídeos, do VHS para sites em streaming, tipo Netflix e outros:



Depois, no terceio vídeo, From Turning Pages to Swiping Screens , a mudança ocorre em relação à pesquisa, antes feita em enciclopédias e hoje online, em sites de busca, que podem ser acessados de variados locais, como smartphones, desktops, tablets etc:



Por fim, no quarto vídeo, From Writing Back to Swiping Right, a mundaça na relação entre encontros amorosos à distçancia, que antes eram feitos através de seções de correspondências de jornais e hoje em sites epsecializados de encontros, entre chats e comunicadores, via fone celular:



Um ótimo material para um debate entre pais e filhos, professores e alunos, sobre as mudanças ocorridas em 20 anos (1995-2015), de como era a tecnologia em cada geração e como poderão ser os novos avanços para as futuras gerações e suas possibilidades de interação, não apenas social, mas educacional.
De 1995 a 2015, muita coisa mudou, enquando equipamentos e tecnologias, mas os conceitos nem tanto, a forma de interação sim, bem diferente, mas a música, os filmes, o ato de pesquisar, os relacionamentos entre casais etc, ainda são necessários e entender essas mudanças, auxilia a estabelecer estratégias de unir usuários (pais e filhos, professores e alunos) e maquinários (seja de filmes, jornais, músicas, chats, internet, smartphones, tablets e tudo mais).

sábado, 19 de abril de 2014

Reação das crianças diante de um Walkman: Que coisa é esta?



O vídeo acima KIDS REACT TO WALKMANS (Portable Cassette Players), foi indicação via Facebook do colega e amigo Robson Garcia Freire, educador do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e edito do blog Caldeirão de Ideias.
Trata de vídeo que faz parte de uma série, chamada KIDS REACT, que como o nome indicado, mostra a reação de crianças a diversas coisas... No vídeo em questão, mostra a reação delas diante de um aparelho Walkman (leitor de música antiga), criado em 1979. (Ativem as legendas e a tradução, no canto inferior direito do vídeo).
The Fine Bros é "uma página da web que grava as reações de crianças diante de objetos e dispositivos que eram utilizados habitualmente antes deles nascerem".
Acostumadas com uma série de recursos tecnológicos atuais para ouvi música como fones celulares, Shazam, Ipode, Mp4, diante de um anacrônico Walkman com botões, as crianças não sabem para que serve aquela "coisa". Um dos meninos, Derek comparra até o Walkman a um cubo de Rubik, aquele jogo de montar os lados coloridos de um cubo.
Este vídeo como outro, link logo abaixo, As crianças e a evolução tecnológica, que já disponibilizei no Educa Tube, em que crianças interagem com mídias antigas, demonstra que o mito da criança gênio das tecnologias é apenas isso: um mito. Mas é um mito tão arraigado que os adultos, sejam pais ou professores, temem as novas tecnologias, principalmente na educação. Mostrem a um jovem as tecnologias do passado e invariavelmente vão pensar que uma máquina datilográfica é uma espécie de microcomputador com "impressora embutida".
As crianças imaginam o walkman como walkie talkie, bip, boom box... A mesma disposição que eles têm diante de um smartphone e/ou tablet, frente a um walkman, não ocorre. Eles olham mas pouco mexem. São do toque na tela e não de apertar botões, como a nossa geração foi. E é simples perceber isso. Tudo é questão de interface. As antigas mídias não possuíam, logicamente, a mesma interface gráfica, visual, dinâmica do toque, que as crianças de hoje estão acostumadas. Tudo na verdade é questão de costume, de adaptação... E o vídeo demonstra que as crianças também agem como so adultos, em sentido inverso. Desanimando, se frustrando, não sabendo como usa uma mídia que não conhecem... E convenhamos: um walkman e uma fita de áudio k-7, para quem se acostumou a baixar músicas em mp3 e vídeos em mp4, via bluetooth é algo bem estranho mesmo. Toca em algo sólido, abrir uma gaveta e introduzir uma fita magnética e apertar um botão... Imaginem rebobinar fita k-7! Algo incompreensível para a atual geração.
Por fim, após diversas tentativas e um desânimo, uma das crianças diz: "Eu não posso imaginar viver os meus dias com essa coisa". Da mesma forma, eles poderiam dizer que não podem viver sem as tecnologias atuais. E pasmem! Para estas crianças, um walkman é algo muito difícil e complicado. Mesma expressão que os adultos usam para descrever ipad, iphone e tudo mais... O que demonstra que as tecnologias mudam, mas as pessoas nem tanto.
As crianças atuais têm talvez o mesmo desânimo de alguns adultos diante das novas tecnologias da informação e da comunicação. Cada geração tem a sua própria tecnologia, mas informação e comunicação são universais e atemporais, e um bom diálogo de gerações poderá dirimir as dúvidas de cada um a respeito, não apenas das tecnologias do tempo de cada um, mas das possibilidades de interação no presente.
O educador do século XXI não pode temer as tecnologias que fazem parte do mundo de seus filhos e alunos, sob pena de ficar parado no tempo e não poder mais se comunicar com ninguém. Mas deve ter essa consciência que é uma geração adaptada ao novo, mas que cabe ao professor tornar as TIC, mídias e redes sociais algo inovador na sala de aula. Talvez, conversando com os alunos e vendo juntos as diversas possibilidades...
Vejam abaixo, outra experiência similar:

AS CRIANÇAS E A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA